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29/06/2009 - 19:37
De trapaceiro e enganador, a príncipe de Deus. De herdeiro de uma grande fortuna, à semi-escravidão. De escravo a milionário. Esta é a trajetória do homem que deu nome à nação escolhida por Deus.
Vamos aos fatos: quando Rebeca estava grávida, depois de um longo período de esterilidade, ficou sabendo que em seu ventre estava sendo gerados gêmeos, e que esses lutavam entre si antes mesmo de nascer (Gn 25: 22). Desde o nascimento, foram crescendo e a personalidade de cada um ia sendo desenvolvida. Esaú o mais velho, era mais ligado às coisas do campo e gostava de aventuras e caçadas. Jacó ao contrário, era mais caseiro. Por esses motivos Rebeca gostava mais de Jacó e Isaque preferia Esaú. Num dado momento, quando já eram adultos, Esaú sai para caçar e não encontra caça alguma, enquanto Jacó, sendo mais ligado a casa, prepara para si um delicioso prato de lentilhas, que deixa o esfomeado Esaú com tanto desejo de comer, que troca seu direito de primogenitura por um pouco da tal comida (Gn 25: 29 a 34). Entretanto, depois de matar a fome, Esaú se sente ofendido por Jacó ter lhe comprado a primogenitura, e busca a benção de Isaque. Mas, Jacó foi mais rápido e consegue a benção antes de Esaú chegar (Gn 27 de 1 a 29). Esse episódio causa um transtorno muito grande na família, e faz com que Jacó tenha que fugir pra não ser assassinado pelo próprio irmão.
A partir desse ponto na vida de Jacó, veremos claramente que um homem que tem a unção da prosperidade em sua vida, mesmo que todos estejam contra si, ainda assim ele prosperará. Ainda que perca todos seus bens materiais, Deus o fará prosperar novamente. Busque você também essa unção e veja a transformação que Deus fará em sua vida.
Deus estava com Jacó. Desde que partiu da casa de seu pai, Jacó pôde perceber a presença de Deus com ele.
No meio do caminho, a noite chega e ele tem que dormir ao relento. Nesse momento é provável que Jacó tenha se sentido tão só, que começa a questionar se não teria sido melhor ter deixado a benção para seu irmão. Ele não tem nada nem alguém a quem possa recorrer. Em meio a seus pensamentos recosta sua cabeça sobre uma pedra e dorme. Nesse momento, Deus o consola através de um sonho onde o próprio Deus falava com Jacó e lhe dizia: “Eu sou o Senhor Deus de Abraão, teu pai e Deus de Isaque; esta terra em que estás deitado, eu a darei a ti e à tua descendência; e a tua descendência será como o pó da terra; dilatar-te-ás para o ocidente, para o oriente, para o norte e para o sul; por meio de ti e da tua descendência serão benditas todas as famílias da terra. Eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; pois não te deixarei até que haja cumprido aquilo de que te tenho falado” (Gn 28: 13 a 15).
Nesse texto podemos perceber que Deus não abandona quem tem as suas promessas, e mesmo que você se sinta só, sem poder contar com alguém pra te ajudar, saiba que Deus é contigo.
Depois desse episodio, Jacó se reanima e parte para a casa de seu tio Labão, Lá encontra a mulher que roubou seu coração (Raquel), por quem ele se apaixona e a pede em casamento, prometendo trabalhar sete anos de graça para Labão, em troca de Raquel (Gn 29: 18), Labão aceita sua proposta, mas ao fim dos sete anos Jacó é passado para trás e recebe Lia em vez de Raquel. Para ter a amada, teve que trabalhar mais sete anos de graça para seu agora sogro (Gn 29: 23 a 27), findo os quatorze anos de trabalho de graça, ele quer partir, levando consigo apenas as mulheres e os filhos (Gn 30: 26).
Aqui dá para perceber que Deus estava trabalhando a personalidade de Jacó, antes de dar-lhe prosperidade e riquezas. Muitas pessoas querem se tornar ricas de uma hora para outra e não dão tempo ao tempo para que Deus trate consigo e o molde para tomar posse da benção da prosperidade. Para os que assim pensam, tome como exemplo a vida de Jacó.
Quando ele pede para ir embora, Labão percebe que a mão do Senhor é sobre Jacó, e que não pode abrir mão de seu trabalho, e para tanto propõe que Jacó faça seu próprio salário (Gn 30: 28). Ou seja, quem antes trabalhava de graça como escravo, agora se torna tão importante que tem o direito de fixar seu próprio salário. Você teria paciência para esperar tanto tempo para ver seu trabalho ser reconhecido por seu patrão?
Naquela época não existia muitos rebanhos salpicados e malhados, e quando Jacó pede como salário os “salpicados e malhados e todos os negros entre os cordeiros” (Gn 30: 32), Labão ficou todo faceiro e aceita a proposta imediatamente, mas não sem antes separar esse tipo de animais que existia em meio a seu rebanho e mandar pra bem longe dali (Gn 30: 35 e 36), pensando que dessa forma o rebanho só teria crias da cor branca. Só que Labão embora soubesse que Jacó era abençoado por Deus (Gn 30: 27), não acreditava que essa proposta pudesse fazer de Jacó um homem riquíssimo. Só que quando Deus quer abençoar, onde há unção da prosperidade, ele transforma maldição em benção (Ne 13: 2), e assim foi na vida de Jacó que teve a maioria das crias dos rebanhos salpicadas e malhadas fazendo com que ele se tornasse “mais e mais rico, teve muitos rebanhos, servas, servos, camelos e jumentos” (Gn 30: 43).
Só depois de se tornar um homem riquíssimo foi que Deus permitiu que ele voltasse pra sua terra. E a prova da riqueza de Jacó, foi o presente que ele deu a Esaú seu irmão em troca de sua reconciliação: “e do que tinha tomou um presente para seu irmão Esaú: duzentas cabras e vinte bodes, duzentas ovelhas e vinte carneiros, trinta camêlas de leite com suas crias, quarenta vacas e dez touros, vinte jumentas e dez jumentinhos” (Gn 32: 13 a 15). Imagine só, se ele poderia doar tudo isto, quanto deveria montar sua riqueza? Imagine quantas pessoas que estão lendo esse livro que gostaria de ter como riqueza total, apenas o que Jacó tinha para dar de presente. É isso aí, Jacó foi mais um que recebeu a unção da prosperidade, e Deus o fez muito rico.
Autor: volnei.inocencio@ibest.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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29/06/2009 - 19:28
Vamos agora ver um pouco sobre a vida de Isaque, outro dos patriarcas, sobre o qual repousava a benção da prosperidade de Deus. O primeiro passo para sua prosperidade tal qual com seu pai Abraão, foi a obediência. No capitulo 22 de Gênesis, Deus requer de Abraão o sacrifício de Isaque, e este mesmo podendo fugir, se deixou amarrar pelo pai e ser colocado sobre o altar do holocausto (Gn 22: 10).
Como único herdeiro de Abraão, Isaque já nasceu rico, entretanto como a benção da prosperidade estava sobre ele, viu seus bens se multiplicarem a cem por um, “Isaque semeou naquela terra, e no mesmo ano colheu a cem por um; e o Senhor o abençoou. E enriqueceu-se o homem, prosperou e ficou riquíssimo; e tinha possessões de rebanhos e de gado, e muita gente de serviço; de modo que os filisteus o invejavam” (Gn 26: 13 – 14). Por causa da inveja ele teve que se mudar, mas, aqueles que o invejavam teve que reconhecer que ele era abençoado por Deus, e veio atrás dele para fazerem um acordo diplomático de não agressão, como aquele firmado com seu pai anos antes (Gn 26: 26 a 31). Se você que está lendo essas palavras as guardar em vosso coração Deus também o prosperará.
Autor: volnei.inocencio@ibest.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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05/11/2008 - 15:42
Quando Deus faz o chamado a Abrão, ordenando ao mesmo que saísse de sua terra natal em direção a uma terra que ele não conhecia, o Senhor prometeu que faria dele uma grande nação (Gn 12:2), e que nele seriam abençoadas todas as famílias da terra (Gn 12:3).
É interessante observarmos isso, pois, Abrão em nenhum momento questiona a ordem de Deus. Ao contrário; imediatamente toma sua família e todos seus bens e parte em direção a Canaã. Este é um ponto chave para qualquer cristão que queira ter a prosperidade vinda do senhor: obediência.
Veja bem que Abrão já era um homem próspero, que já possuía muitos bens e até vários escravos (pessoas que lhes acresceram em Harã Gn 12: 5). Todavia, depois de andar peregrinando, num dado momento a seca abate sobre a terra de Canaã onde ele se encontrava, e a fome campeia por toda a região levando Abrão a descer ao Egito em busca de alimento pra sua família, escravos e rebanhos.
Nesse ponto da vida de Abrão, vemos Deus claramente dirigindo seus passos. Foi no Egito, ante toda confusão causada por sua mentira em relação a Sarai sua esposa, que Deus prospera Abrão sobremaneira, como diz Gn 12: 16,“este por causa dela tratou bem a Abrão que veio a ter ovelhas, bois jumentos, escravos e escravas, jumentas e camelos”. Ainda conforme Gn 13: 2, nesta ocasião, Abrão já se tornara um homem muito rico, veja: “era Abrão muito rico; possuía gado, prata e ouro”. Ou seja, quando Deus está no negócio, não importa as circunstancias, você sempre prosperará. Quando muitos caíram na miséria por causa da seca que abatia toda a região, o servo de Deus prosperava e crescia mais e mais.
Outra questão interessante na vida de Abrão que nos é narrada ainda em Gn 13 é que quem está perto de alguém abençoado com o dom da prosperidade, também prospera. Gn 13: 5 “Ló que ia com Abrão também tinha rebanhos, gado e tendas”. Vemos aqui que Ló embora fosse órfão, se apegou ao seu tio, e quando esse se enriqueceu ele também se tornou um homem rico.
Mas aqui no capitulo 13 de Gênesis, vemos uma segunda chave para a prosperidade: a generosidade. Veja: Abrão tinha muitos rebanhos, Ló seu sobrinho que andava com ele também os tinha. Como seus rebanhos por serem abençoados por Deus prosperavam de maneira tremenda, começou-se uma contenda por pastagens e por fontes de água, e essa contenda foi aumentando ao ponto de ter que se separarem.
É aqui que vemos o tamanho da generosidade de Abrão. Abrão era o líder e por direito poderia ter dispensado o sobrinho e mandado para longe, mas não é isso que ele faz, ao contrário, ele usa de bondade e de generosidade para com Ló e deixa que este escolha para onde queira ir, ou seja, ele permite que Ló escolha a melhor parte da terra, “ora, não haja contenda entre mim e ti, e entre os meus pastores e os teus pastores, porque somos irmãos. Porventura não está toda a terra diante de ti? Rogo-te que te apartes de mim. Se tu escolheres a esquerda, irei para a direita; e se a direita escolheres, irei eu para a esquerda” (Gn 13: 8 e 9).
Daqui para frente, vemos outra questão sobre prosperidade, que deve ser observada por todo crente. Não ande por vista, ande por fé. Gn 13: 10 e 11, “então Ló levantou os olhos, e viu toda a planície do Jordão, que era toda bem regada (antes de haver o Senhor destruído Sodoma e Gomorra), e era como o jardim do Senhor, como a terra do Egito, até chegar a Zoar. E Ló escolheu para si toda a planície do Jordão, e partiu para o oriente; assim se apartaram um do outro”. Ló olhou e quando viu as planícies verdejantes, esqueceu-se de que, se seu tio fosse um homem mau o teria deixado em Harã, esqueceu-se que seu tio é quem o tinha deixado prosperar.
Infelizmente existem muitas pessoas hoje em dia, que agem dessa mesma forma. Enquanto é pobrezinho, vive bajulando seu patrão e outras pessoas mais abastadas. Entretanto, quando consegue seus objetivos, viram as costas para aquele que o ajudou. Entre Abrão e Ló não foi diferente, Abrão era um homem que andava por fé e não por vista. Enquanto Ló via o que estava à frente de seus olhos; Abrão via o invisível. Ló via as campinas verdejantes; Abrão via as cidades sendo destruídas por causa do pecado do povo. O homem que é temente a Deus é assim, ele vê o que os demais não conseguem enxergar.
Ló, ao contrario de Abrão, não andava por fé e sim por vista, por esse motivo pagou um preço altíssimo. Primeiro foi levado cativo como escravo, e precisou que Abrão mais uma vez usasse de generosidade e montasse um exercito particular para trazê-lo de volta (Gn 14: 12 a 16). Nem assim Ló reconheceu que sua prosperidade dependia do amor de Deus a Abrão e não a si, e por não reconhecer, pagou um preço mais alto ainda, ou seja, teve todos seus bens destruídos pelo fogo divino, deixando-o sem nada. Até sua vida só foi salva junto com suas filhas por causa do amor de Deus a Abrão (Gn 19: 23 a 29). Ló perdeu tudo, inclusive a esposa, ele que queria as campinas verdejantes, teve que morar nas montanhas; ele que tanto apreço dava a seus bens materiais, teve que morar em uma caverna; ele que tanto amava sua família, acabou por praticar incesto com suas duas filhas (Gn 19: 30 a 38). Você que está lendo essas linhas, não se esqueça, ande por fé e não por vista.
Enquanto Ló, que tinha escolhido as campinas verdejantes, viu sua vida virar de ponta cabeça e perder tudo que tinha inclusive sua dignidade, Abrão primeiro tem seu nome trocado e deixa de ser apenas um “pai exaltado” para se tornar Abraão “pai de muitas nações”. Enquanto Ló não sabia o que estava para lhe acontecer, Deus envia seu anjo e esclarece todo o futuro a Abraão Gn 18: 16 – 21. Abraão cresceu tanto financeiramente que o rei Abimeleque se viu obrigado, a firmar um acordo diplomático com ele, de não agressão (Gn 21: 22 a 24).
Essa, portanto, é a vida do primeiro patriarca o homem chamado de “amigo de Deus” e de “pai na fé”. As promessas que Deus fez a ele, de que todas as nações da terra seriam abençoadas por seu intermédio, veio a se concretizar com a vinda de um seu descendente: Jesus de Nazaré, que veio para que todos tivéssemos direito à salvação eterna.
Autor: volnei.inocencio@ibest.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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30/10/2008 - 13:50
Primeira parte
A prosperidade vem de Deus
Na primeira parte desse livro estaremos mostrando que ter riqueza não é e nunca será pecado, como muitos querem nos fazer crer, pois a riqueza provém de Deus, e a Bíblia mostra uma série de homens que tinham sobre suas vidas a unção da prosperidade e por esse motivo se tornaram muito ricos. Nos capítulos que se seguem mostraremos alguns desses homens.
Procuraremos mostrar através da Bíblia e da história, que muito do que ouvimos de diversos pregadores não é bem como se fala.
Muitos afirmam baseando-se em I Tm 6: 10 que devemos permanecer pobre, uma vez que o dinheiro ‘é a raiz de todos os males’.
Eu quero te dizer meu caro leitor que o dinheiro não é, não foi, e nunca será raiz de males e sim o amor ao dinheiro. Veja o texto: “porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores”. Veja que Paulo é muito explicito quando diz o ‘amor ao dinheiro’.
Mas, o que seria então o amor ao dinheiro? Para responder essa questão, é bom lembrar que amar ao dinheiro tanto pode acontecer com uma pessoa rica, quanto com um pobre, sem distinção.
Conheci um senhor que já tinha uma idade bem avançada, era aposentado e vivia numa casinha simples na entrada de uma vila, onde se quer tinha agência bancária. Por esse motivo, no dia de receber sua aposentadoria, tinha que se deslocar até a cidade vizinha. Esse deslocamento se dava através de ônibus. Quando o mesmo voltava para casa, se o cobrador do ônibus não tivesse o troco para lhe dar (alguns centavos), ele passava em frete sua casa, e ia no ônibus até o ponto final, para receber algumas moedinhas, e depois voltava quase um quilometro a pé. Não seria essa uma forma de amar ao dinheiro?
Porque citei essa pessoa que conheci? Para que você saiba, que não é só pessoa possuidora de muitos bens materiais que tem amor pelo dinheiro.
Amar ao dinheiro, segundo o próprio Apóstolo Paulo explica, é a cobiça, desejo incontido, para ter mais dinheiro; é aquela pessoa que não mede esforço para ter um pouco mais; se for necessário pisa na cabeça de qualquer um para atingir seus objetivos. E isso não apenas é errado, mas também é pecado contra o próximo.
Entretanto o que pretendo mostrar na primeira parte desse livro, é que na Bíblia muitas pessoas foram ricas, e nem por isso deixaram de servir ao Senhor. Ao contrário, vamos encontrar muitos homens que Deus prosperou, e que durante suas vidas, usaram seus bens, para abençoar outras pessoas e que também ajudaram no desenvolvimento do plano de Deus para a humanidade.
Se fossemos citar todos os homens de Deus do passado e que estão registrados seus nomes na Bíblia, teríamos que escrever por muito e muito tempo e provavelmente essa literatura ficaria muito cansativa, por isso resolvi selecionar apenas os patriarcas Abrão, Isaque e Jacó, e outros cinco, José do Egito, Calebe, Jabez, Davi e Salomão, que me chamaram a atenção para expressar o que penso e o que a bíblia diz sobre prosperidade.
Espero que o estudo sobre a vida desses homens de Deus possa trazer um incentivo a mais à sua vida, para que você queira buscar ser uma pessoa próspera.
Autor: volnei.inocencio@ibest.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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29/10/2008 - 16:43
Introdução
Prosperidade: depois de muito ler sobre esse assunto, tanto pelos que a defendem, quanto pelos que a condenam, decidi que também escreveria sobre o mesmo. Claro que com isso não tenho a pretensão de pôr um ponto final na discussão, até porque esse é um assunto bastante polêmico. Também não tenho por usurpação querer ser o dono da verdade.
Ao longo dos anos temos visto muitas igrejas e pregadores que defendem a tese de que ‘se somos o filho do Rei, logo somos príncipes, e como tais temos direito a morar em uma mansão e termos carro do ano’, blá, blá, blá; blá, blá, blá. Outros pegam ao pé da letra o versículo 38 de Lucas 6, “daí e ser-vos-á dado...”, e induzem os crentes a ‘venderem seus bens e doar à igreja e Deus lhe dará coisas muito melhores’ (o que invariavelmente não acontece). E temos uma terceira classe de igrejas e pregadores, que distorce o que Paulo diz em I Tm 6:10, “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males”. Distorcendo o sentido do versículo, induzem seus membros a ficarem como estão, vivendo em miséria, porque ‘esta é a vontade de Deus’.
Nesse livro tentaremos fazer como que um acordo entre essas três correntes de pensamentos, tirando o que cada uma delas tem de melhor. Para tanto, pretendo apresentar em três partes, dividida em alguns capítulos, o que penso e o que a bíblia diz sobre prosperidade.
Na primeira parte procuraremos mostrar que as riquezas provêm de Deus e que a Bíblia relata-nos sobre a vida de muitos homens que foram muito prósperos, e que usaram suas prosperidades para ajudar na consecução da vontade de Deus.
Na segunda parte estaremos desmistificando algumas questões que tem sido bastante pertinentes sobre a vida de Jesus e dos discípulos, trazendo a narrativa bíblica da sua época e cultura, para nossos dias.
Na terceira parte exporei de maneira objetiva como prosperar financeiramente no Senhor; ensinando algumas atitudes práticas de alcançar a prosperidade.
O que espero com esses escritos é colaborar com você caro leitor no sentido de ajudá-lo a alcançar a tão sonhada prosperidade.
Autor: volnei.inocencio@ibest.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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29/10/2008 - 16:42
Prefácio
Para mim é uma grande honra escrever o prefácio deste estimulante livro de autoria do amado irmão em Cristo, Volnei Inocêncio. Entretanto, julgo-me aquém de tão nobre missão, porque vendo os originais pude perceber que o mesmo através de uma linguagem simples e de um vocabulário popular, conseguiu expor de forma clara e objetiva seu pensamento, sobre o que a palavra de Deus fala a respeito de prosperidade.
Volnei Inocêncio é um irmão o qual posso dizer que repousa sobre o mesmo as bênçãos da poderosa mão do Altíssimo; um homem de fé, visão de futuro e determinação, que agora se lança nessa empreitada de tornar-se um escritor de livros voltados para o bem estar das pessoas que conhecem a Jesus Cristo como Senhor. E conhecendo-o como o conheço, sei que será em breve um escritor de renome em todo Brasil.
Esse é daqueles livros que não passam despercebidos, por quem quer que seja que o leia; uma vez que o assunto discorrido no mesmo é bastante polêmico. Muitos vão discordar de parte daquilo que nesse livro está exposto, mas muitos o “comerão” e tirarão do mesmo, grandes lições para suas vidas cotidianas.
Parabéns irmão Volnei, pela benção que Deus lhe deu ao iluminar sua mente através do Espírito Santo, lhe capacitando para escrever com tanta segurança sobre esses assuntos tão polêmicos, mas que ao mesmo tempo são necessários para despertar a mente do povo de Deus para algo que até pouco tempo estava encoberto para muitos.
Parabéns a você leitor, pela oportunidade que Deus está lhe dando de ler esta obra que é de suma importância para a prosperidade de quem quer que seja. Meu conselho é que você não apenas leia este livro, mas que medite sobre o que nele está escrito, e que ponha em pratica os ensinamentos nele contido.
Dr. Floriano Serafim Pessoa
Pr. Presidente da IAD – M. Madureira em Ji-Paraná
Presidente da CONEMAD – RO
Autor: volnei.inocencio@ibest.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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29/10/2008 - 16:06
ESTA É A CAPA DO MEU PRIMEIRO LIVRO
Autor: volnei.inocencio@ibest.com.br - Categoria(s): Religião, Sem categoria
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