Cheguei em São Paulo pela manhã, cansada, sujinha depois de 14 horas sem banho, vestindo jeans, sapatilhas, e camiseta. Desta vez não teve pegação no elevador, só abracinhos e carinho. Nos deitamos de roupa, de conchinha. PretendÃamos ficar só um pouquinho porque já estava na hora do trabalho dele, mas o cheiro do meu pescoço acabou atiçando o gurÃ. Não posso culpá-lo, meu cheiro é tão bom que até minha roupa suja é cheirosa.
     Não adiantou eu pedir pra tomar banho antes, ele me queria! Sentir sua respiração quente na minha nuca foi o que me fez ceder. Permiti que seus dedos alcançassem o meu clitóris e em poucos segundos eu já gemia e me contorcia. Já estava prestes a gozar quando ele sussurrou “Não é assim que você vai gozar”. Me senti dominada e com isso a excitação aumentou. Antes que me desse conta eu já estava deitada de costas enquanto ele me penetrava bem devagar. O gozo veio rápido. Queria esperar mais, prolongar este momento, até porque sei que ele goza toda vez que sente que estou tremendo e puxando seu corpo contra o meu, mas eu nem sei como retardar um orgasmo, ninguem me ensinou isso. Eu nem havia terminado quando ele começou a tremer muito, gemer e sussurrar no meu ouvido.
     Esse jeitinho dele de gozar me deixa louca. Depois que acaba eu ainda fico querendo mais, mas já era tarde, tomamos banho, ele foi trabalhar, eu fui dormir.
     Foi a melhor lembrança que que eu trouxe dessa viagem. A transa não durou 5 minutos e foi inesquecÃvel. Tem homem que já ficou meia hora entre as minhas pernas e nem por isso me fez gozar. Ok, se eu demorasse pra gozar, ele também demoraria. Mas quando estou com ele, o negócio é rápido. Me espanto com essas coisas.

