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26/11/2009 - 11:32

UOL ataca afiliada baiana do SBT. E Flávio Ric(c)o chama Adam Lambert às falas

A pretexto de defender os “bons costumes” do Padrão Global/Padrão Fantástico, Flávio Ric(c)o rasgou mais uma vez todos os procedimentos elementares de jornalismo independente, como o fez na nota “Morbidez”, de sua colona(*) Canal 1. Repare:
“O programa “Na Mira”, da TV Aratu (afiliada do SBT-ênfase minha, J.E.L.), na Bahia, ontem na hora do almoço botou no ar uma cena chocante (típica da Salvador dos dias atuais, ênfase minha, J.E.L.), aliás, especialidade (sic) do programa: um cidadão, vítima de latrocínio, com o corpo estirado no chão ao lado de uma poça de sangue.
Tudo mostrado nos mínimos detalhes (sic). Um circo do horror (sic)”.
Ric(c)o não cita que a Aratu é afiliada do SBT porque não quer. Se citasse, Daniela Beyruti teria um ataque de nervos com o “padrão de comportamento” de certas afiliadas nesta Terra de Gigantes. Ric(c)o cita o caso da Aratu porque é inimigo político da emissora e amigo de primeira hora da Globo, dos herdeiros políticos de ACM, de José Serra “Nosferatu dos velinhos paulistas”, de Aécio “financiador de fraudes em concursos de misses” Neves e das transnacionais americanas e espanholas escravagistas e opressoras do desespero.
Na mesma hora do almoço, a 949 km da sede da TV Aratu (ex-Globo, ex-Manchete e ex-CNT), o jpb dava um exercício deprimente de mau jornalismo, dantesco, grotesco, estúpido (para não dizer outras coisas) ao não noticiar o escândalo do programa “Leite da Paraíba”, no segundo governo do tucano Cássio Cunha Lima, cassado em fevereiro por abuso de poder e compra de votos. O mesmo jpb não noticiou que o Supremo Tribunal Federal negou a enésima liminar do tucano (apoiado por seus amigos do mass-media) que pedia eleições indiretas para governador, já que estamos a menos de um ano das eleições gerais em outubro de 2010 (Essas notícias foram dadas no Correio Debate, de Hélder Moura, sobre o qual Ric[c]o ainda não gritou).
De duas uma: ou Ric(c)o é analfabeto ou não sabe o que é o Brasil real, não manipulado pelas novelas imbecilizantes da Globo. Detalhe: ele já foi funcionário da emissora da famíglia Marinho.

Morbidez II

Se Ric(c)o tivesse o cuidado de ler os noticiários sobre o American Music Awards do último domingo, constataria que, logo na hora da janta de algumas famílias americanas, o cantor Adam Lambert (segundo colocado da oitava temporada do American Idol) protagonizou outra cena chocante, especialidade dele próprio. Com timbres vocais capazes de estourar até vidraça de barraca de praia na orla de Tambaú, Lambert protagonizou um verdadeiro circo de horrores contra a família americana ao fazer o debute de seu single de estreia, For Your Entertainment. Lambert usou das concessões de TV aberta (entre próprias e de afiliadas) da Disney/ABC para protagonizar uma cena mais nojenta que a descrita acerca do telejornal policialiesco do SBT da Bahia: beijou a boca de um dos integrantes de sua banda e protagonizou cenas de cunho sexual com um de seus bailarinos em cadeia nacional de televisão na base do grito.
Como na Aratu, a baixaria de Lambert foi mostrada aos americanos nos mínimos detalhes.
Circo de horror é Lambert protagonizar isso que o senhor e a senhora vão ver abaixo:

Qualquer universotário de redação de mente bem sensata saberia discernir um tipo de sensacionalismo (o da mídia de oposição ao esquema dos herdeiros de ACM) de outro (o do grito de Lambert regado a obscenidades em pleno primetime). Nenhum professor universitário de comunicação seria capaz de compactuar com circos de horrores, como o que Lambert fez na ABC (cá retransmitido pelo canal pago TNT). Agora, cabe aos executivos da Rede Record repensar a hipótese de “convidar” Adam Lambert para cantar na grande final do Ídolos, dia 16 de dezembro no Teatro Bradesco (SP). Se é que essa hipótese exista.
A Aratu é inimiga declarada da Rede Bahia desde criancinha (em 1987, perdeu na Justiça a afiliação global para a cáfila carlista).
Flávio Ric(c)o tem ódio da Aratu porque é lá que trabalha o repórter Alex Alves (editor do site Universo Axé), agredido covarddemente por leões de chácara da cantora (?) Cláudia Leitte.
Flávio Ric(c)o tem nojo da Aratu porque ela não pertence ao esquema midiático do PSDB/Demos na Bahia. E Ric(c)o é um de seus porta-vozes no plano nacional para a imprensa especializada em TV.
Ontem, Luciana Gimenez, recebeu um Zé Pedágio tão desesperado quanto Lambert para tentar ocultar a pesquisa CNT/Sensus que auferiu queda nos seus índices de intenção de voto para a disputa presidencial de outubro próximo.
Rede TV!, Globo, Folha, Abril, Estadão, Band e ABC parecem estar formando uma aliança para tentar colocar Serra no Planalto a partir de 1º de janeiro de 2011. E instaurar a Kristallnacht da democratização da informação na Internet brasileira por intermédio de seus pressupostos mineiros, Nayla Micherif e Eduardo Azeredo, encarregados de implantar a “Internet chinesa” nos nossos computadores.

(*)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas do PIG(*) que atuam na milícia para defender o monopólio da informação, derrubar o presidente Lula e fraudar o resultado da próxima edição do Miss Brasil. E assim se comportarão sempre que um presidente tiver origem no trabalho, e não no capital, uma ex-fratella tiver origem no Estado mais pobre da federação, e não na elite branca separatista de São Paulo, no Brasil, no mundo, na Galáxia, na história do Super Bowl, do American Idol e antes da aposentadoria do ônibus espacial. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, “costumam chamar o patrão de colega”. É essa gente aí.
(**)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção na mídia, Egos da mídia, Força da Grana, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Independência editorial, Mondo cane, Mídia regional, Poderes ocultos, Podres poderes, The Star Spangled Banner, realidade brasileira, Ética jornalística Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
03/11/2009 - 15:05

O mundinho da baixaria de Cláudia Leitte contra a liberdade de imprensa

“Eu vou olhar nos seus olhos e dizer: ‘críticas ao meu trabalho, independente de serem positivas ou negativas, eu não vou aceitar nunca’. Sabe por quê? Eu não preciso de parâmetro de ninguém, eu faço o que o meu coração me colocar para fazer. Quando eu subo no palco, eu dou a minha alma. Quem está comigo sabe e quem não está também sabe. Quando você falar comigo, seja jornalista, tenha ética, não faça o seu leitor pensar como você, faça ele ficar livre para pensar o que quiser. Exponha a verdade.”
(De Cláudia Leitte, na sua visão de “liberdade de expressão” ao jornalista baiano Alex Lopes)

O episódio da agressão de agentes de segurança da cantora Cláudia Leitte a um jornalista da TV Aratu (afiliada do SBT na Bahia) deixou lições claras do verdadeiro barril de pólvora que é a relação da imprensa com artistas estabelecidos da axé-music, os recording artists que gozam de livres espaços nos veículos de comunicação do PIG(*) e do movimento Cansei.
Veja a nota do Universo Axé, do repórter Alex Lopes sobre o incidente
Os publicistas de Claudinha, como a cantora é conhecida nos meios musicais e fora deles, venderam ao site EGO (da Globocom, ligada à Rede Globo, mesmo site que “elegeu” Rayanne Morais como Miss Brasil 2009) a farsa montada para prejudicar o trabalho de Alex Lopes, jornalista formado em uma das principais universidades baianas e influente formador de opinião no mundo do Carnaval baiano e dos sub-gêneros musicais criados por ele, como a axé-music. Até o R7, da Record, entrou na conversa colocando na grade da Record News a seguinte manchete: “Cláudia Leitte acusa jornalista de se auto-promover”.
O curioso nessa história toda é que Cláudia estudou Comunicação Social (habilitação Jornalismo) sem ao menos ter concluído o curso, da mesma forma que fez com as faculdades de Direito e Música. Do alto de seus 29 anos de idade e oito de carreira, a ex-vocalista do Babado Novo parece não ter aprendido a discernir o que é fonte confiável do que não é. Trata certos jornalistas e blogueiros independentes na vara, no mesmo modus operandi com que a governadora tucana gaúcha Yeda Crusius agride a imprensa que cobre os escândalos de seu governo ora agonizante.
Escolhemos colocar a frase na abertura para resumir bem o estado de desrespeito com que Cláudia Leitte trata parte da imprensa baiana. Alex Lopes trabalha na Aratu, afiliada da Globo no Estado entre 1969 e 1987 (quando perdeu seu contrato para a TV Bahia). De lá para cá, a emissora do galinho já vergou as afiliações da antiga Manchete e da CNT até passar para a malha do SBT em 1997, em função da compra da TV Itapoan pela Rede Record. Cláudia só estrearia na cena musical baiana em 2001.
O caso Cláudia Leitte vs. Aratu remete logo a outro episódio, ainda mais tenebroso: o que, nas eleições para a Assembléia Nacional Constituinte em 1986, o senador Antônio Carlos Magalhães chamou o repórter Antônio Fraga (então na Itapoan) de “f.d.p.”. A história narrada por Leandro Fortes ainda soa atual, principalmente sob a dominação dos egos de uma diva da axé-music em suas relações conturbadas com a mídia independente.

(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Música, Mídia regional, Samba de Uma Nota Só, Viola Minha Pistola Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
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