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26/11/2009 - 08:52

The Amazing Silence

Diretores da Gaeta Promoções e Eventos embarcaram na última hora para a China comunista para tentar apoiar Rayanne Morais nas horas que restam para o Miss Beleza Internacional 2009. Antes do embarque, ninguém quis se manifestar sobre as negociações para a definição da sede e data do Miss Brasil 2010. Extra-oficialmente, Brasília seria a cidade escolhida para receber a etapa brasileira do Miss Universo 2010. A data já estaria sacramentada: 24 de abril, um sábado. Falta apenas a confirmação da rede que irá transmitir o evento, uma vez que a Bandeirantes já avisou que não irá transmití-lo por razões estratégicas. Quais?
Com a saída da Band, especula-se que a Record possa assumir a transmissão do Miss Brasil pelos próximos anos.

Autor: João Lima - Categoria(s): Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Projetos especiais Tags: , , , , , ,
25/11/2009 - 18:44

A COBRANÇA ESTÁ AÍ

Passaram-se três meses da tragédia que foi a participação (?) da potiguar Larissa Costa no Miss Universo 2009. De 24 de agosto para cá, foram escritos dezenas de posts alertando para os erros que culminaram na sua desclassificação antes mesmo das semi-finais. Erros esses que nem são de hoje: remetem ao ano de 1989, quando o SBT começou a se desprender da indústria missológica nacional. Erros esses repetidos ano após ano, década após década. Na “gestão” Marlene Brito em carreira solo, o Brasil só obteve uma mísera classificação entre as semi-finalistas do Miss Universo. O ano? 1993, quando a ex-coordenadora do certame encarregada pelo SBT para tanto já amrgava seus piores dias na promoção de eventos desse porte.
Nas gestões Paulo Max/Paulo Max Filho e Ana Paula Sang somadas (1994-1998), o desastre foi ainda maior: um jejum de cinco anos sem classificação no Miss Universo, quebrado apenas no crepúsculo, no canto de cisne, no coma terminal da Singa Brasil, com Michela Marchi em Honolulu. Para se ter uma ideia do prejuízo brasileiro tomado nos anos 80, 90 e 2000 no Miss Universo, vamos ao seguinte comparativo:

GESTÃO SBT (1981-89)
Participações no Miss Universo: 9
Classificações: 4
Eliminações: 5

Após o cancelamento do Miss Brasil 1990, a situação só piorou. Repare:
“GESTÃO” MARLENE BRITO (1991-93)
Participações no Miss Universo: 3
Classificações: 1
Eliminações: 2

GESTÕES PAULO MAX/PAULO MAX FILHO/ANA PAULA SANG (1994-98)
Participações no Miss Universo: 5
Classificações: 1
Eliminações: 4

“JESTÃO” GAETA (1999-presente) (*)
Participações no Miss Universo: 11
Classificações: 3
Eliminações: 8

Tradução livre: as gestões Marlene/Paulos Max pai e filho/Ana Paula passaram oito anos brincando de coordenar etapa brasileira do Miss Universo como se isso fosse uma coisa irrelevante, inexpressiva, como o foi depois que o SBT assumiu essa brincadeira toda após herdar o espólio da Rede Tupi em 1981. Apesar de já ter levado ao ar o Miss Universo no Programa Sílvio Santos, o SBT não aprendeu a lidar direito com um evento de massas e grandes audiências (tal qual o Grammy, o Oscar, a Copa do Mundo e outros). O Grupo Sílvio Santos tratou concurso de miss Brasil como se fosse a coisa mais inexpressiva do mundo, diante da linha de shows de seu canal de TV. Pior para Marlene Brito, que só fez afundar ainda mais a nossa tradição no concurso internacional (A Paulos Max e Ana Paula couberam pegar as pás. Nayla Micherif e Boanerges Gaeta Jr. ficaram com a missão de fechar a sepultura do Miss Brasil. Mas eles, por teimosia e conveniência política, se negam a fazê-lo).
O que se precisa fazer para melhorar a reputação do Brasil como potência no Miss Universo é uma rigorosa reformulação do calendário das suas etapas estaduais, atualmente atrelado ao esquema do “deixa para depois do Carnaval”. Em países sérios como os Estados Unidos, isso não acontece. Lá, as etapas estaduais do Miss USA são realizadas de junho até, no máximo, janeiro do ano seguinte. Planejar corretamente esse calendário depende não só de boas intenções mas, principalmente, de vontade política. Isso a gaeta(**) não tem. O que interessa à gaeta(**) é colocar o “reinado” da Miss Brasil na ordem do dia. Isso tem que acabar. Antes mesmo do embarque de Larissa para o último Miss Universo, por que a gaeta(**) não pensou logo no Miss Brasil 2010? Por que os coordenadores dos Estados e de Brasília ficaram esse tempo todo acomodados, esperando a caravana passar, para tomar alguma providência quanto a seus certames? No dicionário do Miss USA, isso se chama “preguiça”. No do Miss Porto Rico, “irresponsabilidade”. No do Miss Bélgica (que acontece mês que vem), “incompetência”. Na cartilha do Miss Venezuela, “burrice”.
Mais: a fixação da data do Miss Brasil do ano seguinte ao da participação brasileira no Miss Universo do corrente ano precisa ser fechada com, pelo menos, sete meses de antecedência em relação à data proposta (normalmente meados de abril). O prazo para a definição da cidade-sede do Miss Brasil 2010 já se esgotou. E agora?

(*)Dados atualizados até 23 de agosto de 2009
(**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.

Autor: João Lima - Categoria(s): Egos da mídia, Eventos, Informes e editoriais, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , ,
25/11/2009 - 08:38

Indefinição de direitos televisivos atrapalha calendário de estaduais do Miss Brasil 2010

Com pouco mais de cinco meses para a coroação da próxima representante brasileira no Miss Universo, os preparativos das etapas da maioria dos Estados para o concurso estão parados. Além da indefinição de datas, critérios arcaicos como indicações atrapalham ao invés de ajudar a acelerar os preparativos da coordenação nacional para o Miss Brasil-Miss Universo 2010. Bastante atrasada, a direção nacional está na China há vários dias. Preocupados, vários coordenadores estaduais já procuraram a Gaeta Promoções e Eventos sem sucesso para reclamarem de atraso nos cronogramas de produção e organização.
Estados com calendário de certames mais adiantado, como o Ceará, já procuraram a Gaeta para saber detalhes das negociações da sede e da data do Miss Brasil 2010, mas não foram atendidos. Em 2 de setembro, o Críticas alertou que o calendário dos concursos estaduais e municipais válidos pelo Miss Brasil-Miss Universo deveria se alinhar com o da fall-season do Miss USA (a mesma adotada para as programações das grandes redes americanas de TV). Dos Estados citados na matéria, Acre, Amapá, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte (Estado da atual Miss Brasil, Larissa Costa), Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins não tomaram nenhuma providência em relação à mudança de calendário dos respectivos concursos ou aclamações. Após a publicação do texto, as direções do Miss Amazonas, Miss Distrito Federal, Miss Mato Grosso, Miss Rondônia e Miss Santa Catarina adiantaram os anúncios das datas de seus certames estaduais. Alagoas terá candidata aclamada. Já Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul decidiram se antecipar às denúncias do Críticas para marcar ou realizar seus certames para o Miss Brasil-Miss Universo.

Autor: João Lima - Categoria(s): Nossas Venezuelas Tags: , , ,
25/11/2009 - 08:08

Por Copa, Band vai solicitar antecipação de data do Miss Brasil 2010

No entanto, emissora pode acabar perdendo certame para a Record; vice-Miss Universo de 2007 seria “mascote” de uma eventual transição

Da redação TV em Análise

Para não perder um de seus principais eventos de grade para a concorrência, a Bandeirantes vai tentar apostar suas últimas fichas para tentar assegurar a transmissão do Miss Brasil 2010. Apesar de estar focada na Copa do Mundo e nas eleições, a emissora vai tentar reverter junto aos organizadores a oferta feita junto à Rede Record, missão esta praticamente impossível a preço de agora. Ainda assim, setores da direção da própria Band contrários aos concursos de beleza acham que a remoção do Miss Brasil bem como do Miss Universo é a melhor saída para concentrar esforços em transmissões esportivas e outros eventos, o que não será fácil.
Na reunião de afiliadas que acontece até esta sexta-feira em Sauípe (BA), ninguém da direção da Band vai tratar do assunto Miss Brasil: o tema já é proibido dentro da própria cúpula devido aos baixos índices de suas últimas transmissões no Ibope. Internamente, há um consenso para que concurso de miss, na órbita da Band, seja definitivamente coisa do pretérito perfeito do indicativo.
Caso recue da desistência do Miss Brasil, a Band deverá trabalhar para antecipar para abril a data do concurso nacional de beleza. Tudo porque boa parte de sua equipe vai viajar em maio para a cobertura e as transmissões da Copa do Mundo FIFA na África do Sul. Todos os passaportes, incluído o da apresentadora Renata Fan, estão carimbados para o país africano. Entre os especialistas em concursos, os denominados missólogos, uma data já é trabalhada: 23 de abril, sexta-feira. Mas, se depender do humor habitual, esta passaria a ser marcada para o dia seguinte, sábado (24). A intenção dessa data é, além de realizar a etapa brasileira do Miss Universo em Brasília, integrá-la às festividades dos 50 anos da capital federal.
No entanto, o atual impasse da Band junto à Gaeta Promoções e Eventos parece ter melado as negociações junto ao Governo do Distrito Federal. Nayla Micherif trabalha contra o tempo para acertar os direitos televisivos, dos quais o Morumbi não quer nem ouvir falar ou saber. Caso a Band recuse o Miss Brasil em definitivo (por sua postura cabeça-dura), a Record deverá ser a próxima casa das misses brasileiras. Natália Guimarães, vencedora do concurso nacional de 2007 e segunda colocada do Miss Universo do mesmo ano, deverá ser a grande avalista dessa mudança. A fiel da balança missológica televisionada brasileira está aí.

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Força da Grana, Ibopes da vida, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , ,
23/11/2009 - 16:31

O gato da gaeta(*) subiu pelo telhado

Apesar do How I Met Your Mother da organização apresentar uma enquete perguntando aos internautas se o Miss Brasil-Miss Universo deveria ser transmitido ao vivo pela Grande Rede, a Band ainda consta como parceira do certame. Isso, apesar de parte de seus diretores defender a remoção do concurso de sua grade a partir de 2010. Há uma oposição fortíssima entre os diretores da emissora que estão viajando para a convenção de afiliadas na Bahia. O “boicote” da TV Meio Norte ao Miss Brasil 2009 foi só o começo do fim da era missológica na Band.
Por outro lado, há uma corrente na gaeta(*) que defende o fim do televisionamento do Miss Brasil já a partir de 2010. Os custos da transmissão são altíssimos para uma audiência tão baixa (que o diga o que aconteceu no último Miss Universo). O uso da Internet, para esse setor “rebelde”, traria mais custo-benefício do que um espetáculo televisivo, amarrado a grades de programação. Nos lados de Nayla Micherif, no entanto, a conversa é outra: nada de cortar o Miss Brasil pela TV aberta; deixe a Internet como opção aos brasileiros no exterior que ainda não tem acesso ao sinal da Band Internacional até o momento. E, talvez, ficassem potencialmente privados de ver o concurso de beleza.

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.

Autor: João Lima - Categoria(s): Joia da coroa, Mídia regional, Nossas Venezuelas, concursos de beleza Tags: , , , , , , ,
19/11/2009 - 07:17

A gaeta(*) é contra a liberdade de expressão. Até no próprio site

Para impedir que fãs e missólogos saibam qual o verdadeiro calendário dos concursos estaduais do Miss Brasil-Miss Universo, os (des)organizadores da gaeta(*) colocaram um anúncio do Google para impedir o acesso a seções estratégicas. Até o acesso à história e ao lado “institucional” do concurso nacional permanece bloqueado aos internautas.

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.

Autor: João Lima - Categoria(s): Elliot Stabler da direita, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Ética nos concursos de beleza Tags: ,
19/11/2009 - 06:25

Para cortar o mal pela raiz, é preciso acabar com as misses estaduais indicadas

Nota do portal Roraima em Foco:
“Cotada

A bela Jessica Coelho vem sendo cotada para receber a coroa de Miss Roraima 2010. Segundo informações a jovem só aceitará o convite se estiver realmente preparada e com aprovação da mamuska, a jornalista e diretora da Rádio Tropical, Janice Coelho”.

Comentário
Um dos problemas que mais atrasa o Miss Brasil em relação às demais etapas nacionais do Miss Universo (principalmente o Miss USA) é a incapacidade dos coordenadores estaduais (ou de alguns) em realizar seus concursos ou castings. É o que se verifica agora em Alagoas e Roraima, cujo caso não é nem novo: vem desde a sua época de território federal (clique aqui para ver esse Prêmio Pulitzer da incompetência missológica roraimense). Fora esses dois casos, há situações isoladas que já se verificaram até em Estados maiores. Caso de Goiás (2006) e Espírito Santo (2003 a 2005, 2007 e 2008). Não estamos falando do contexto histórico de uma forma geral, mas do período em que o concurso está sob a tutela televisiva da Bandeirantes.
Não nos venham confundir o assunto aqui exposto com o que ocorreu no Miss Maranhão 2009 (a vencedora original precisou ser substuída por motivos de saúde). O “tempo ao tempo” que os diretores estaduais do Miss Brasil querem dar a si próprios é uma janela aberta para a preguiça e a irresponsabilidade que continuam a povoar o planejamento do calendário missológico nacional (o relativo ao Miss Brasil-Miss Universo). Exceções a gente já apontou. Mas, a grande maioria não soube aprender direito as lições tiradas pós-Natália Guimarães, segunda colocada no concurso internacional de 2007. Fizeram marolinha e pronto.
Permitir a indicação (ou aclamação) de misses estaduais para o Miss Brasil-Miss Universo (veja aqui a prova do que está se fazendo em Roraima) é compactuar com a cooptação eleitoral de jurados e com a corrupção dos diretores do certame. Permitir miss aclamada é ser complascente com a fraude, com o crime eleitoral e com o respectivo estelionato. E mais grave: com o coronelismo que contamina essa estrutura. Isto tem que acabar.

Autor: João Lima - Categoria(s): Joia da coroa, Nossas Venezuelas Tags: ,
18/11/2009 - 08:35

Nayla Micherif sofre de húbris. Ela já afundou o Miss Brasil da Band

Da mesma forma que o falecido âncora americano Peter Jennings (1938-2005, embora canadense da gema) teve a coragem de anunciar ao vivo e em rede nacional de televisão que estava com câncer de pulmão em mensagem gravada exibida no dia 5 de abril de 2005, a empresária Nayla Fernanda Affonso Micherif, 33, deveria sair de seu assento na sede mineira da Gaeta Promoções e Eventos e tratar de fazer o mesmo, para os televidentes da Rede Bandeirantes, para admitir, de uma vez por todas, que está com húbris.
Não se trata aqui de prejulgar essa ou aquela pessoa, mas da proposta que nós, como blogueiros independentes, fazemos em nome da limpeza editorial e da liberdade de expressão na Internet brasileira. Acossada por sucessivas cobranças de resultados após o 23 de agosto, Nayla está afundada na mais profunda angústia pós-derrota de uma representante brasileira no Miss Universo. Situação essa que, caso Rayanne Morais não passe às semi-finais do Miss Beleza Internacional, tende a se agravar. Para a Band, o Miss Brasil de Nayla está na linha de tiro.
A mesma doença que levou Jennings e a atriz brasileira Mara Manzan dias atrás não deve ser confundida, em hipótese alguma com húbris. De acordo com a Wikipedia, húbris (ou hybris) é um conceito grego que pode ser traduzido como “‘tudo que passa da medida, descomedimento’”, e que, atualmente, alude a uma confiança excessiva, um orgulho exagerado, presunção, arrogância ou insolência (originalmente contra os coordenadores de estados menores e suas respectivas misses), que com freqüência termina sendo punida”.
Nas acepções primárias da gaeta(*), aludia a um desprezo temerário pelo espaço pessoal alheio (o dos atuais organizadores do Miss Mundo Brasil), unido à falta de controle sobre os próprios impulsos, sendo um sentimento violento inspirado pelas paixões exageradas (as dos venezuelanos por concursos de misses, por exemplo), consideradas doenças por seu caráter irracional e desequilibrado e, concretamente por Até (a fúria contra a imprensa ou o orgulho da auto-promoção pessoal). Opõe-se a sofrósina, a virtude da prudência, do bom senso, do comedimento, do respeito ao telespectador e ao uso do dinheiro público (os casos do Voo Colombo e da farsa de Débora Lyra no último Miss Minas Gerais, para ilustrar).
Algumas vítimas ilustres da húbris são Agamenon, Cassandra, Echo, Édipo, Efilates, Egisto, Heitor, Herácles, Jasão, Odisseu, Orestes, Oto, Paris, Penteu, Prometeu, Sisifo(**).
Algumas vítimas da húbris na política brasileira: Fernando Collor, José Sarney, José Serra, Gilmar Dantas(***) e Fernando Henrique Cardoso.
Na história do Miss Brasil-Miss Universo, algumas vítimas da hubris são:
-Marisa Fully Coelho, atriz mineira sub-aproveitada pelo departamento de telenovelas do SBT que morreu vítima de acidente automobilístico há 11 anos atrás no trevo de Reduto;
-Rafaella Zanella, top 20 do Miss Universo 2006 renegada a torto e a direito pelos marqueteiros da gaeta(*) e pelos seus Backstreet Boys de redação;
-Fabiane Niclotti miss Brasil 2004 que teve TODOS os espaços da mídia sugados para uma certa Grazi Massafera, ora empregada da Globo;
-Sílvio Santos, que pensava que podia promover concurso de miss para formatá-lo como programa de auditório;
-Maria Augusta Nielsen, pitonisa da Socila quando o Miss Brasil era promovido no Maracanãzinho;
-Marlene Brito, diretora do Miss Brasil na “era SBT” que teve patrocínios negados por fazer carreira solo na promoção do concurso;
-Paulo Max, que tentou reerguer o Miss Brasil no prenúncio das fashion-weeks dos dias atuais;
-A próxima vítima fatal da hubris no contexto do Miss Brasil será a tzarina da gaeta(*) Nayla Micherif. Ela é aliada histórica do Grupo Folha e da Globo, que empreendem juntos o maior ataque à liberdade de informação no Brasil. Desde 1999, ambos são sócios do jornal de negócios Valor Econômico. Em 2009, através do site EGO, empreenderam uma tentativa de golpe para entronizar Rayanne Morais como a Miss Brasil do ano em questão.
Nayla é o Prometeu que roubou o fogo dos deuses da grande imprensa e, por tabela, jogou as transmissões do Miss Brasil da Rede Bandeirantes num verdadeiro precipício de audiência ano após ano. O Prometeu das mentiras missológicas, num único dia, deu cinco manifestações de furia. Uma, contra a Agência Globo, que publicou o fac-símile dos cheques do esquema de chantagem contra os jornalistas brasileiros que ousassem apoiar Mariana Valente no último Miss Universo. Outra, contra os humoristas do Rockgol MTV que fizeram piada com a cara do Datena. Duas, contra os roteiristas de Law & Order: Criminal Intent que falaram mal do Brasil. E a última, contra este espaço.
Quem é Prometeu das Alterosas para obrigar o que os jornalistas que irão cobrir o Miss Ceará 2010 devem dizer?
Quem ela pensa que é?
Mariska Hargitay?
Kanye West?
Nicolae Ceaucescu?
Josy Oliveira?
Tara Conner?
Fernanda Young?
Axl Rose?
Diogo Mainardi?
William Bonner?
Tony Show?
Os apresentadores dos policialescos das TVs cassistas-tucanófilas de João Pessoa?
Isso ainda vai acabar mal.
Como castigo a Prometeu, Zeus ordenou a Fernando Mitre acorrentá-la ao topo da torre da Band, na região da Avenida Paulista, onde todos os dias uma águia (ou corvo) ia dilacerar seu fígado que, por ser Prometeu imortal, regenerava-se.
Esse castigo (no Miss Universo) já dura 42 anos.

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
(**)Algumas informações foram adaptadas do verbete “hubris” da Wikipedia e do texto “Gilmar sofre de hubris, pode ficar louco e ter um fim trágico”, originalmente publicado no Conversa Afiada em 19 de agosto de 2009
(***)Veja como um colonista(****) empregado das Organizações Globo se refere ao presidente do Supremo Tribunal Federal brasileiro
(****)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas mineiros do PIG(*****) que atuam na milícia para derrubar o presidente Lula e tentar eleger Débora Lyra, na marra, como Miss Brasil 2010. E assim se comportarão na imprensa do Brasil, na cobertura da nona temporada do American Idol e na aposentadoria dos ônibus espaciais, prevista para 2010, sempre que uma ex-participante de Big Brother sair do Estado mais pobre do Brasil (e não dos Estados Unidos de Jennifer Aniston, Jennifer Hudson, Jennifer Garner, Jennifer Love Hewitt e Jennifer Lopez) para chamar a atenção da mídia. São jornalistas que, como diria Mino Carta, “chamam o patrão (geralmente ruralista e escravagista que apóia os “editoriais” da Band-J.E.L.) de colega”. É essa gente aí que vive falando mal do Piauí na grande imprensa.
(*****)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Nossas Venezuelas, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , ,
11/11/2009 - 09:59

Julianna Margulies não lê o jornal da milícia da gaeta(*)

O que mais incomoda aos críticos da “jestão” Nayla Micherif no concurso Miss Brasil-Miss Universo é a liberdade de opinião da blogosfera brasileira e a independência editorial de certos setores da mídia ao noticiar certos concursos internacionais de beleza. Ou a recusa destes em noticiá-los. O texto “Putins da gaeta(*) jogam Miss Brasil 2010 aos leões. A ordem é emplacar Rayanne Morais no desespero” (26/10) despertou a ira desses setores que querem a manutenção dos jogos sujos do atraso que afundam cada vez mais a suposta credibilidade do certame.
O que irrita essa The Good Wife passageira da agonia, esse Lúcio Flávio do retrocesso missológico nacional, é a perspicácia da atmosfera livre da mídia de entretenimento em desnudar os podres poderes que regem a franquia pátria dos concursos Miss Universo e Miss Beleza Internacional. Espécie de Alicia Florrick (Julianna Marguiles) do tucanato mineiro, Nayla Fernanda Affonso Micherif parece viver uma atmosfera de parafuso quando é questionada sobre os maus resultados das representantes brasileiras em ambos os certames (O caso do Miss Universo para começar). Ou pior: nem sequer é questionada nem quer saber de perguntas negativas. Esse Nicolae Ceaucescu de saias do Lipstick Jungle das Alterosas não aceita mudanças mais flexíveis na concepção artística do Miss Brasil-Miss Universo de modo a equipará-lo ao Miss USA ou ao Miss Venezuela (o caso venezuelano é o que menos importa). Muito menos aceita mudança de calendário das etapas estaduais para alinhá-las à fall-season americana (é esse padrão que rege as datas dos concursos estaduais válidos pelo Miss USA).
Como na Romênia da “era Ceaucescu”, a Securitate da gaeta(*) usa a concessão da Rede Bandeirantes para erradicar divergências, manter controle sobre a liberdade de expressão e os meios de comunicação social e não tolerar qualquer tipo de oposição, principalmente aquela vinda de críticos como este, Rodrigo Vianna, Paulo Henrique Amorim, Chelsea Handler e Luís Nassif. Nayla ordena o culto à sua pessoa de forma a fazer com que o público missológico ache que o Miss Brasil tem uma só dona, uma pitonisa autoritária que pisa no pé de repórteres e agride cinegrafistas e humoristas da MTV Brasil. Atribui a si própria o título de Conducatorette (chefe) dos esquemas de fraude com cirurgias de implantes de próteses de silicone em candidatas estaduais, cooptação e aliciamento de jurados e manipulação de resultados no concurso nacional. Como Ceaucescu, Nayla não aceita que o Miss Brasil dela siga certos parâmetros do Miss Universo. Quer um exemplo? A introdução do sistema de pontuação exibido na transmissão televisionada, reintroduzido na disputa internacional em 2007.


Aqui, a jornalista da Record é impedida de entrar no set do The Good Wife do apagão de 11 de novembro de 2009

Da mesma forma que os assessores do Ministério das Minas e Energia fizeram com a equipe da Rede Record durante a edição desta manhã do Hoje em Dia com a repórter Verina Nunes, Nayla Micherif manda seus “assessores” e leões-de-chácara irem atrás dos blogueiros independentes que fiscalizam e denunciam a lentidão na elaboração de um calendário fixo para o concurso de Miss Brasil-Miss Universo. Nayla agride a liberdade de imprensa da mesma forma que a Xuxa. É por essas e outras que Julianna Margulies não assina o jornal Estado de Minas, nem lê a Folha da Ditabranda da gaeta(*). Nem vende a sua biografia para lobistas de ocasião travestidos de missólogos da milícia que quer eleger a todo custo Rayanne Morais como Miss Beleza Internacional 2009. De preferência, com o dinheiro suado do contribuinte mineiro (o qual pagou pelo apoio institucionnal às edições recentes do Miss Minas Gerais).

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.

Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção siliconada, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
07/11/2009 - 11:22

Numb3rs para efeito de comparação

Se a transmissão do último concurso de Miss Universo pela Band registrou módicos 2 pontos de média, a do Latin Grammy anteontem foi ainda pior: 0,6 pontos na medição realizada na Grande São Paulo. Ainda assim, se a audiência do certame de beleza continuar a descer ladeira abaixo em 2010, há na emissora quem cogite a possibilidade de uma não-renovação dos acordos com a Miss Universe Organization e com a Gaeta Promoções e Eventos.
Mas, atenção: o caso do Miss Brasil merece uma atenção à parte. Nada relacionado com números de audiência por ora. E sim, com cifras e pagamento da multa rescisória (caso a direção da emissora opte pela retirada das misses da grade de eventos da casa por razões de estratégia corporativa).
A convenção da rede paulista será realizada entre os dias 26 e 29 na Bahia. A continuidade ou não dos acordos com a Gaeta está entre os assuntos a serem tratados. Já há missólogos apreensivos com essa reunião. E temerosos de que o pior aconteça.
***
O que preocupa a direção da Band na questão do Miss Brasil e do Miss Universo é a perda cada vez maior de audiência de ambos os certames, apesar da empatia que estes tem junto não só a seu público como o de outras redes. Preocupada com as investidas constantes da concorrência após o segundo lugar de Natália Guimarães no Miss Universo 2007, a cúpula da Band pouco ou nada fez para impedir que as vencedoras do Miss Brasil a partir de então fossem assediadas para aparecerem em programas da esfera global. Daí o medo entre os Saad de a rede da famíglia Marinho tomar o Miss Brasil para si. Não para transmití-lo e sim para usá-lo como arma de alienação ideológica em seus programas, realities e telejornais.
Os casos das exposições desnecessárias de Natália Anderle e de Larissa Costa em humorísticos dominicais e de misses estaduais em Brothers & Sisters da Cantora Josy(*) e telejornais facciosos do daytime fizeram a pareceria Band/Gaeta tremer nas bases. Setores da direção da Band acharam que a transmissão do concurso fora uma imposição da Rede Globo após esta tomar da Rede TV! os direitos do evento em 2003. E, aparentemente, tê-los passado à Band por achar que concurso de miss não seria um bom negócio principalmente após o caso da miss cassada Joseane Oliveira.
À Band de nada adianta continuar com o concurso de Miss Brasil se candidatas estaduais que já competiram no evento, como a cearense Khrisley Karllen, aparecem impunemente num jornal hoje editado por Ali Camel(**) a pretexto de derrubar o atual governo federal. Não tem serventia nenhuma a continuidade de um concurso nacional de beleza se este tem suas virtudes deturpadas por ensaios não-autorizados de nudez de misses estaduais reinantes (vejam o caso recente da pernambucana Michelle Fernandes). E nem adianta continuar a incentivar a participação brasileira em um concurso internacional de beleza, cujos índices só fazem despencar a cada ano. Principalmente pela má visibilidade que lhe é dado na mídia e pela desatenção jornalística que recebe.
A Band tem jornalistas competentes isso não se nega. Mas, o fato é que a emissora não quer empregar sua força de trabalho para cobrir jornalisticamente o Miss Universo porque não quer. É sintoma de burrice administrativa e de incompetência da pior espécie. E, como de praxe, a culpa cai toda nas costas dos coordenadores do Miss Brasil (ou da miss Brasil, se for o caso).

(*)Não tem nada a ver com a saga da família Walker protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) se comporta como um exímio comentarista de moda-praia a ponto de inventar neologismos depreciativos como “Gyselle Cajuína”, para se referir à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares (participante da oitava temporada, em 2008)
(**)Ali Camel é o jornalista da Globo que quer povoar mentes despovoadas com golpes de estado plantados e tentados sem sucesso

Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Eventos, Força da Grana, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Numb3rs, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo, concursos de beleza, realidade brasileira Tags: , , , , , , ,
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