03/11/2009 - 15:05
“Eu vou olhar nos seus olhos e dizer: ‘críticas ao meu trabalho, independente de serem positivas ou negativas, eu não vou aceitar nunca’. Sabe por quê? Eu não preciso de parâmetro de ninguém, eu faço o que o meu coração me colocar para fazer. Quando eu subo no palco, eu dou a minha alma. Quem está comigo sabe e quem não está também sabe. Quando você falar comigo, seja jornalista, tenha ética, não faça o seu leitor pensar como você, faça ele ficar livre para pensar o que quiser. Exponha a verdade.”
(De Cláudia Leitte, na sua visão de “liberdade de expressão” ao jornalista baiano Alex Lopes)
O episódio da agressão de agentes de segurança da cantora Cláudia Leitte a um jornalista da TV Aratu (afiliada do SBT na Bahia) deixou lições claras do verdadeiro barril de pólvora que é a relação da imprensa com artistas estabelecidos da axé-music, os recording artists que gozam de livres espaços nos veículos de comunicação do PIG(*) e do movimento Cansei.
Veja a nota do Universo Axé, do repórter Alex Lopes sobre o incidente
Os publicistas de Claudinha, como a cantora é conhecida nos meios musicais e fora deles, venderam ao site EGO (da Globocom, ligada à Rede Globo, mesmo site que “elegeu” Rayanne Morais como Miss Brasil 2009) a farsa montada para prejudicar o trabalho de Alex Lopes, jornalista formado em uma das principais universidades baianas e influente formador de opinião no mundo do Carnaval baiano e dos sub-gêneros musicais criados por ele, como a axé-music. Até o R7, da Record, entrou na conversa colocando na grade da Record News a seguinte manchete: “Cláudia Leitte acusa jornalista de se auto-promover”.
O curioso nessa história toda é que Cláudia estudou Comunicação Social (habilitação Jornalismo) sem ao menos ter concluído o curso, da mesma forma que fez com as faculdades de Direito e Música. Do alto de seus 29 anos de idade e oito de carreira, a ex-vocalista do Babado Novo parece não ter aprendido a discernir o que é fonte confiável do que não é. Trata certos jornalistas e blogueiros independentes na vara, no mesmo modus operandi com que a governadora tucana gaúcha Yeda Crusius agride a imprensa que cobre os escândalos de seu governo ora agonizante.
Escolhemos colocar a frase na abertura para resumir bem o estado de desrespeito com que Cláudia Leitte trata parte da imprensa baiana. Alex Lopes trabalha na Aratu, afiliada da Globo no Estado entre 1969 e 1987 (quando perdeu seu contrato para a TV Bahia). De lá para cá, a emissora do galinho já vergou as afiliações da antiga Manchete e da CNT até passar para a malha do SBT em 1997, em função da compra da TV Itapoan pela Rede Record. Cláudia só estrearia na cena musical baiana em 2001.
O caso Cláudia Leitte vs. Aratu remete logo a outro episódio, ainda mais tenebroso: o que, nas eleições para a Assembléia Nacional Constituinte em 1986, o senador Antônio Carlos Magalhães chamou o repórter Antônio Fraga (então na Itapoan) de “f.d.p.”. A história narrada por Leandro Fortes ainda soa atual, principalmente sob a dominação dos egos de uma diva da axé-music em suas relações conturbadas com a mídia independente.
(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Música, Mídia regional, Samba de Uma Nota Só, Viola Minha Pistola
Tags: ACM, anos militares, axé-music, Bahia, carlismo, carnaval baiano, Cláudia Leitte, ditabranda, intimidação, liberdade de expressão, oligarquia, ritmos musicais, SBT, TV Aratu, TV Bahia
19/08/2009 - 17:08
Com a condenação da Band (leia nota do PIG(*) do Estadão reportada no Último Segundo), abre-se uma brecha perigosíssima para que, tanto a gaeta quanto a provável Miss Universo 2009 (na avaliação dos “missólogos” do golpe) comecem uma ação de fechamento de todos os websites e blogs independentes de opinião que fazem oposição à atual jestão do Miss Brasil. Eis os exemplos (além deste espaço):
*Conversa Afiada
*Escrevinhador
*Nassif Online
*Cloaca News
Apenas para citar alguns.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Corrupção siliconada, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Joia da coroa, Mondo cane, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, realidade brasileira, Água oxigenada, Ética nos concursos de beleza
Tags: blogosfera, censura, coronelato, intimidação, Larissa Costa, mordaça
19/08/2009 - 16:58
Agorinha há pouco vi na CNN en Español a convulsão social que se gerou na porta do Tribunal do Júri de Buenos Aires após a leitura da sentença do caso da tragédia da discoteca Cromañon, ocorrida em 30 de dezembro de 2004. Numa decisão inesperada, os jurados absolveram os integrantes da banda Callejeros de responsabilidade direta no incêndio do local, que acabou deixando 194 mortos e mais de 700 feridos à porta do Ano-Novo. Em contrapartida, condenaram outras cinco pessoas (entre elas o dono da discoteca, Omar Chabán) a penas que variam entre 1 (caso de um ajudante do empresário) a 20 anos de cadeia (pena imputada a Chabán).
No mesmo compasso da gritaria fanática que tomou conta das ruas portenhas, o Supremo Tribunal de Justiça brasileiro numa atitude que remete aos mais absurdos expedientes da ditadura militar (1964-85) apoiada pelas Organizações Globo condenou a Rede Bandeirantes a indenizar a apresentadora infanto-juvenil Maria da Graça Meneghel, alias Xuxa, a depositar em sua já salgada conta bancária o montante de R$ 4,1 milhões relativos à veiculalção de fotos suas de nudez artística tiradas em 1982 para uma revista masculina. Numa manobra idiotizante, os agentes de Xuxa inventaram n argumentos, como está no texto do Último Segundo sobre a decisão:
“O processo (contra a Band-ênfases minhas/J.E.L.) teve início com a veiculação das imagens no programa “Atualíssima” (então comandado por Leão Lobo, demitido da emissora em 18 de dezembro, portanto depois que a Xuxa iniciou esse sensacionalismo todo), no período da tarde (daytime), no dia 3 de março de 2008. Ao prestar depoimento na 48ª Vara Cível do Rio de Janeiro, a apresentadora se mostrou indignada (para atender às ânsias de vômito da imprensa de fofocas, de sua assessoria e dos house-organs da Globo). “Fiz as fotos aos 18 anos, no início da carreira (sim, e daí?). Só fui me tornar apresentadora aos 20 anos. Se pudesse voltar atrás, eu não faria novamente, por dinheiro nenhum”, afirmou. “De qualquer forma, eu fiz um trabalho para uma revista de adultos na época, não para ser exposto na televisão agora”, acrescentou (a mente estreita de) Xuxa”.
Sim, e por que não era para ser exposto? Para proteger a sanha contratual de Xuxa em explorar crianças como mercadoria, como ela faz há mais de duas décadas (portanto, muito antes de sua carreira como apresentadora) e intimidar jornalistas que se oponham a sua doutrina de press-releases? Para atender ao monopólio da informação que a Globo quer perpetuar neste país? Ou para achar que o leitor/internauta é idiota, refém das baixarias de suas telenovelas? A complascência de Xuxa, Globo e o poder não é nova: como mostrou o Repórter Record Especial do último domingo, ela vem desde os tempos da repressão. Repressão esta que Xuxa quer perpetuar contra os jornalistas independentes de entretenimento.
***
E, na mesma batida com que a imprensa brasileira absolveu Xuxa, o tribunal argentino que absolveu os Callejeros, também absolveu o comissário de polícia Miguel Belay, também arrolado no não tão longo processo da República Cromagnon, principal templo da difusão do rock argentino contemporâneo. O caso dos Callejeros remete a um outro exercício de impunidade, desta feita no campo da política: em 2007, o Supremo Tribunal Federal deu a senha para que o Tribunal de Justiça paraibano pusesse em banho-maria o processo contra o ex-governador Ronaldo Cunha Lima (coronel da mídia local através de pressupostos) pelo atentado ao antecessor Tarcísio Burity no restaurante Gulliver, em 12 de novembro de 1993. Com a morte do instituto da imunidade parlamentar, as coisas ficaram mais complicadas para o Ceaucescu de Campina Grande e região.
Burity morreu em 2003. Mas as lições de impunidade desse caso ficaram perpetuadas para o norte deste post. E de outras histórias a serem desevendadas por nossa mídia.
Autor: João Lima - Categoria(s): Egos da mídia, Falsos ídolos, Força da Grana, Globelezação, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Mondo cane
Tags: Argentina, Atualíssima, Band, caso Cromañon, caso Gulliver, censura, CNN en Español, crimes políticos, impunidade, intimidação, Leão Lobo, Nicolae Ceaucescu, rock argentino, Romênia, Tarcísio Burity, Xuxa
09/08/2009 - 19:38
“Olá! Meu nome é Larissa, sou brasileira e estou nas Bahamas participando do concurso de Miss Universo!”
(Do Youtube de apresentação da candidata coordenada pelo Putin de saias do Lipstick Jungle missológico mineiro[*] ao povo brasileiro, cada vez mais acessível à Grande Rede)
Chega a ser preocupante o quadro que se desenha para quem não acredita mais em hipótese alguma de classificação para a potiguar Larissa Costa, uma das brasileiras que disputam o título de Miss Universo deste ano. Munidos de uma artilharia intimidatória, missólogos e a direção da Gaeta Promoções e Eventos (alinhada com a Band) preparam um verdadeiro cala-boca para os repórteres que insistirem em bombardear a possível futura Miss Universo (na avaliação deles) com perguntas sobre o Voo Colombo, em junho último.
Pelo Youtube abaixo, dá para ter dimensão exata da situação aterradora que se quer criar na mídia brasileira. Veja:
Larissa Costa na Grande Rede: o ciclo de terror liberticida apenas começou
Com esse vídeo (e outros) fica a sensação, descrita por Chico Buarque no documentário inglês Beyond the Citizen Kane que, “nada do que for dito sobre a atual Miss Brasil deve ir ao ar ou ser publicado sem que a própria ou sua coordenação nacional sejam consultados”. Tal qual é como tudo que se faz no Brasil que tinha que depender da consulta de Roberto Marinho até sua morte, em 2003.
Tanto no caso da miss quanto do fundador da Globo, o caso (em palavras do próprio compositor) “é assustador”.
Na surdina, Band e Gaeta legiaslam para censurar notícias negativas sobre as misses por eles eleitas. Na milícia, as duas empresas atuam para passar a fita adesiva nos jornalistas que se opuserem ao provável reinado de Larissa no ambiente nova-iorquino da Trump Tower ao lado das misses USA e Teen USA. É assustador, também. Ainda mais com uma gravidade restritiva dessas.
Para se ter uma ideia, a baiana Martha Vasconcellos venceu o Miss Universo 1968 (em plena ditabranda financiada pelo aluguel de carros do Grupo Folha à tortura do DOPS e do DOI-CODI) apoiada pelo futuro agressor de jornalistas Antônio Carlos Magalhães, o ACM, o Little Tony Malvadeza.
(*) Como o líder russo, Nayla Micherif quer transformar o Brasil numa Rússia missológica: sem oposição, sem vozes divergentes e com uma mídia curvada a seus pés, doa a quem doer. Quem discordar, pode pagar até com a própria vida. E foi o que aconteceu com a jornalista Anna Politovskaya, assassinada em outubro de 2006, por suas reportagens abordando as atrocidades da Segunda Guerra da Chechênia. Esse é o preço que se paga pela liberdade de expressão em países supostamente sérios como o nosso. (João Eduardo Lima-Editor e criador dos blogs TV em Análise)
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Corrupção siliconada, Eventos, Falsos ídolos, Força da Grana, Gerson Law and Order, Globelezação, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Joia da coroa, Mondo cane, Mídia regional, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, Radar das misses, concursos de beleza, personalidades, realidade brasileira, Água oxigenada, Ética nos concursos de beleza
Tags: censura, Chico Buarque, intimidação, Larissa Costa, Miss Universo 2009
31/07/2009 - 13:24
Está no Conversa Afiada a íntegra do documentário inglês Beyond Citizen Kane, que trata da formação do monopólio noticioso de Hannah Montana e Miley Cyrus que dá “sustentação editorial” às misses brasileiras desde que Natália Guimarães ficou em segundo lugar no Miss Universo 2007, televisionado pela Rede Bandeirantes.
Quando a gaúcha Ieda Maria Vargas foi eleita Miss Universo em 1963, a esfera global já tramava golpe contra o então presidente João Goulart, impondo o parlamentarismo. A Marcha da Família com Deus, realizada em São Paulo em março de 1964, foi o American Idol do golpe da ex-fratella Jôsy na mídia não dirigido por Bruce Gowers e não apresentado por Ryan Seacrest (que na época nem era nascido).
Quando a baiana Martha Vasconcellos venceu o Miss Universo em 1968 sob as bênçãos do coronel ACM (especializado em agredir jovens jornalistas corajosos que registram suas vaias na porta de seção eleitoral[*]), o Brasil já vivia os primeiros suspiros dos tacões assassinos que viriam a partir do AI-5 e da posterior criação dos DOI-Codis. Quando a carioca Elaine Fialho Thompson foi ao MU em 1970, era proibido falar mal da ditabranda dos militares.
Quando Vladimir Herzog morreu assassinado nos porões da ditabranda paulista, auspiciada pelo empréstimo facilitado dos carros de reportagem do Grupo Folha, a catarinense Ingrid Budag foi a representante brasileira no MU. Quando Arraes, Gabeira, Brizola e outros voltaram do exílio, a coroa de Miss Brasil era da paulista enfaixada miss Rio Grande do Norte Martha Jussara da Costa (quarta colocada em Perth). Em 1979, a esfera global já começava seu processo de idiotização cultural da população brasileira, amparada por políticos ligados ao regime que conseguiam concessões de afiliadas, sobretudo no Nordeste de Larissa Costa.
De acordo com o programa do Channel 4, enquanto viveu, Roberto Marinho foi odiado no mundo, mas temido no Brasil. É a mesma coisa com Larissa Costa, odiada no plano nacional, mas temida pelos jornalistas potiguares (salvo corajosíssimas e raras exceções, caso de Anna Ruth da Tribuna do Norte dos Alves, cuja cabeça está a prêmio).
Sozinhas, a CBS (Cabugi Broadcasting System, também conhecida como InterTV Cabugi) e os “assessores” de Larissa Costa controlam o acesso à informação de milhões de potiguares, desde o tempo em que a esfera global era retransmitida no canal 3 (hoje Band Natal) com a programação gerada da filial de Recife.
Como expôs a cabeça brilhante do professor paulista Gabriel Priolli, “a esfera global faz um casamento de interesses com o Governo”. E a gaeta “precisa de uma rede que detenha 70% de audiência“. Não é o caso da Band. Nem da Rede TV!. Nem do SBT. Muito menos da Record.
Nayla Micherif confunde parceria com “casamento (eleitoral) de interesses”. Interesses esses focados no projeto (ou a falta dele) eleitoral de Aécio Neves e José Serra para 2010. Serra é o candidato da ditabranda globelezada.
***
Veja aqui a íntegra do programa:
(*)Quando o jornalista Antônio Fraga (estagiário da então afiliada do SBT na Bahia, a TV Itapoan) teve seu pé pisado por ACM e foi esmurrado por um irmão do político no dia 15 de novembro de 1986, a gaúcha Deise Nunes era a Miss Brasil-Miss Universo de então. Era o SBT quem transmitia os concursos de misses (Brasil, Universo, Mundo Brasil e Mundo) quando Fraga foi agredido covardemente por ACM e chamado de “fdp”. A Miss Bahia de então era Morgana Campos Brasil (Alias, “Fada Morgana” na predefinição de Sílvio Santos). E ACM, fiador na surdina da candidatura de Morgana, foi derrotado nas urnas pelo ex-ministro da Previdência Social Waldir Pires. ACM tomou a maior vaia do mundo. E o SBT, o maior tombo no Ibope com seus programas dominicais de misses (Nem eventos especiais eram, como o Oscar, o Grammy, o Emmy e por aí vai…) (J.E.L.).
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Corrupção siliconada, Egos da mídia, Em causa própria, Falsos ídolos, Força da Grana, Globelezação, Hannah Montana e suas Grandes Irmãs, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa, Imprensa monopolista, Independência editorial, Joia da coroa, Jornalismo, Mondo cane, Mídia regional, Na surdina, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, Radar das misses, realidade brasileira, Água oxigenada, Ética jornalística, Ética nos concursos de beleza
Tags: censura, ditabranda, intimidação, Larissa Costa, liberdade de expressão, máquina de propaganda, Miss Brasil, Miss Universo 2009, poder político, sensacionalismo
30/07/2009 - 12:25
Embora o post seja de 25 de junho, fica o registro:
“Não fossem as matérias de Anna Ruth não ficaríamos sabendo desta viagem, tão ensurdecedor é o silêncio de boa parte das mídias locais.
Aqui ficamos nós com a greve dos ônibus, a crise na saúde, os alagamentos, e as tantas quadrilhas estilizadas que eu nem sei mais se estou aqui ou na Sapucaí”.
***
Anna Ruth é a corajosa repórter da Tribuna do Norte que ousou citar o nome da Miss Brasil Larissa Costa dentre os passageiros que viajaram a Lisboa às custas do Erário natalense e potiguar. Coragem tamanha a ponto de, ao lado do capitão Daniel Ross (Eric Bogosian) e dos deteives Zach Nichols (Jeff Goldblum) e Megan Wheeler (Julianne Nicholson), assistir à exibição da resposta de Larissa na entrevista que lhe deu o título. Falava de sua falecida avó lhe emprestar dinheiro. Mas Larissa não falava que foi o Erário natalense e potiguar emprestou dinheiro à gaeta para tentar subornar o apresentador Marcelo Tas (a cabeça independente e irreverente do CQC) a votar nas candidatas impostas pela turma de Divinópolis.
Após assistir a essa declaração no Miss Brasil 2009, repicada no dia dia da Band, Ross chegou à seguinte constatação:
“Now, we know the real reasons for the bailout of public money for a trip of Miss Brazil winner to Lisbon, Portugal, paid by taxpayers of Natal, Rio Grande do Norte city and the Rio Grande do Norte state”.
Wheeler: “Is a case for dethronation, if she will win Miss Universe pageant telecast on NBC, August, 23rd”.
Nichols: “If she a brazilian Oxana Fedorova? (miss russa destituída em 2002)”
Wheeler: “Yep, maybe”.
Dep. Mineiro: “Concordo com os senhores detetives”.
***
Agora, Nayla Micherif e Boanerges Gaeta Jr. querem a cabeça da jornalista Anna Ruth, da Tribuna do Norte. Antes de irem para as Bahamas, nos próximos dias, os dois vão tratar do assunto (a demissão da repórter) junto ao deputado Henrique Eduardo Alves, um dos mandarins da Cabugi Broadcasting System (CBS).
A CBS da InterTV Cabugi está na mira da Gaeta Promoções e Eventos. A Lilly Rush (atenção: não é a atriz americana Kathryn Morris) do Cold Case da Tribuna está com a cabeça a prêmio.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Corrupção siliconada, Eventos, Força da Grana, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Independência editorial, Joia da coroa, Lilly Rush do Alborghetti, Mídia regional, Na surdina, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, The Star Spangled Banner, personalidades, realidade brasileira, Água oxigenada
Tags: blogosfera, CBS, censura, Cold Case, Deputado Mineiro (PT-RN), Erário, InterTV Cabugi, intimidação, Larissa Costa, Law & Order: Criminal Grammar, liberdade de expressão, Lilly Rush, Miss Universo 2009, Voo Colombo
29/07/2009 - 18:00
Um dia após assistir à entrevista da Miss Brasil Larissa Costa ao programa Dia Dia da rede bandeirantes, a detetive Abby Sciuto (Pauley Perrette) recebeu um telefonema anônimo e ameaçador:
ABBY: NCIS, Abby, can I help you?
ANÔNIMO: Tá na hora de vocês pararem com essa conversa de investigar os gastos da viagem da nossa Miss Brasil Larissa Costa a Lisboa. Quem vocês pensam que são? O jornal da globo? A globo news? A Saia Justa daquela chata da Maitê Proença? O que vocês querem, seus palhaços?!
ABBY: What’s your name?
(O telefone é desligado)
ABBY (já em desespero e aos prantos): Oh my God! Gibbs! Gibbs! Gibbs! I received a attempt of murder in my phone! Please help me!
O capitão Leroy Jethro Gibbs (Mark Hammon) vai ao encontro de Abby, já bastante atemorizada.
GIBBS: Calm down, Abby! Who are attempted to your person?
ABBY: An anonymous caller from Natal, Rio Grande do Norte, Brazil! The number is registred in my phone number ID system.
Gibbs descobre o DDI (55) e o DDD de Natal (84). “OK Abby, vamos pegar essas pessoas que te ameaçaram e saber quem está intimidando nosso trabalho”.
***
Alguns oportunistas estão querendo se aproveitar da nossa independência editorial para desancar nossas matérias feitas a respeito da gastança pública que se fez para eleger e para levar Larissa Costa não só a Portugal, mas principalmente ao que eles chamam de Olimpo: a disputa do título de Miss Universo 2009.
Os NCIS(*) de Natal não admitem de maneira alguma que seu trabalho sério e honesto seja intimidado e achincalhado por pseudo-missólogos travestidos em blogues espalhados pela Grande Rede. Há vários deles, mas por razões éticas seus nomes não serão divulgados.
Até a presente data, a imprensa golpista não deu uma linha sequer sobre a roubalheira que foi o Voo Colombo, patrocinado pelos recursos do IPTU e da taxa de lixo da cidade de Natal. Um verdadeiro desperdício e uma afronta aos cofres públicos.
As eleições de 2010 estão aí. É chegada a hora de dar um recado a esses ladrões, esses bandidos da coisa pública.
Brasília/Washington, 29 de julho de 2009,
Fábio Pannunzio, Donald Bellisario, elenco e produção de NCIS: Natal
(*)Não é Navy Criminal Investigative Service e sim Natal (full-high-definition-television-futebol) City Information Society, versão furreca da adaptação da famosa série JAG, não exibida no AXN. Porque nossos programadores (de rabo preso com a gaeta) não querem
Autor: João Lima - Categoria(s): Abby Sciuto do Forrogode do Evanescence da Marimoon, Axé-besteirol, Corrupção siliconada, Eventos, Falsos ídolos, Força da Grana, Ibopes da vida, Imprensa monopolista, Independência editorial, Joia da coroa, Mídia regional, Na surdina, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, concursos de beleza, personalidades, realidade brasileira, Água oxigenada, Ética nos concursos de beleza
Tags: Abby Sciuto, Erário, gastos públicos, intimidação, Larissa Costa, Leroy Jethro Gibbs, Miss Brasil, Miss Universo 2009, NCIS, NCIS: Natal, Voo Colombo
24/07/2009 - 12:20
A julgar pelo final de temporada de CSI:NY levado ao ar ontem no AXN (hoje tem reprise às 15h, antes do Geraldo Brasil da Record), sim. A detetive Stella Bonasera (Melina Kanakaredes) estava à mesa com colegas rezando por um colega morto em serviço (como milhares em Nova York e em Natal, feudo da atual Miss Brasil e Miss Universo “eleita” pelo PIG(*) Larissa Costa). Tal qual no segundo episódio da última temporada de ER.
Além da rajada de balas, os CSI’s de Bonasera e do capitão Mac Taylor (Gary Sinise) receberam uma chuva de pedradas de um carro preto com placas (clonadas) do Rio de Janeiro e documentação falsa obtida em Divinópolis (MG) junto a contrabandistas, pedófilos, lobistas de monopólios e estelionatários. Márcio Campos, o interino do Datena no Brasil Urgente não pega leve nem com a ditabranda de Hannah Montana: o ex-repórter do Cidade Alerta está de olho também nessas gangues missológicas. Mas não o faz porque tem medo.
A pergunta que se faz é: a gaeta mandou atirar em Bonasera e Taylor, ardorosos defensores da liberdade de expressão e da independência editorial de nossa mídia? José Alonso Dias (capo de Rayanne Morais) era o motorista do carro que disparou contra os CSI’s de Nova York? Nayla Micherif teria feito pressão junto à rede CBS para demitir os atores Gary Sinise e Melina Kanakaredes e ao Departamento de Estado americano para confiscar seus respectivos passaportes? Boanerges Gaeta Jr. (chefão da desorganização do Miss Brasil) teria mandado efetuar os tiros contra as vidraças do pub nova-iorquino? Rono Neves (cônjuge e sócio de Nayla) era o pistoleiro que tentou acertar as cabeças de Taylor e Bonasera?
(*)In anyone serious democracy of the world, low technical quality, conservative, and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as well in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
Faça como a Avril Lavigne (foto blog Desabafo Brasil): assine o manifesto pela liberdade de expressão da mídia brasileira durante a cobertura do Miss Universo 2009!
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Corrupção siliconada, Eventos, Falsos ídolos, Força da Grana, Horatio Caine, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Independência editorial, Joia da coroa, Mondo cane, Mídia regional, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, Séries, concursos de beleza, realidade brasileira, Água oxigenada, Ética nos concursos de beleza
Tags: AXN, Bahamas, Boanerges Gaeta Jr., CBS, corrupção, CSI: Natal, CSI: NY, Erário, Gary Sinise, impunidade, intimidação, José Alonso Dias, José Luiz Datena, Larissa Costa, liberticídio, Mariana Valente, máfia, Márcio Campos, Melina Kanakaredes, Miss Brasil, Miss Minas Gerais, Miss Universo 2009, Nayla Micherif, pistolagem, Rono Neves
13/07/2009 - 19:14
“In the brazilian media system, never confuse the italian-born actress Elisabetta Canalis, girlfriend of Academy Award winner actor George Clooney, with the gaucho journalist and TV personality Geraldo Canali. This is not an american situation comedy created by actor Chris Rock: this is an american-based network procedural series about the worst grammatical offenders who are dennounced by newspapers, indepent bloggers, journalists and prosecuted by officials of Ministry of Education, Public Ministry and the Federal Police. These are their stories.
DOINK! DOINK!
Após ouvir da mãe de um rapaz nova-iorquino preso por homicídio e posse de joias roubadas há cinco anos que “esperança é para trouxas”, o detetive Robert Goren (Vincent D’Onofrio) recebe uma chamada do Brasil em seu celular.
GOREN: Hello.
DATENA: Hello, Goren!
GOREN: What’s your matter?
DATENA: Você viu o tamanho da esculhambação que vocês estão fazendo na Miss Brasil, a Larissa?
GOREN: What’s her last name?
DATENA: Larissa Costa, uma professora de Natal, no Rio Grande do Norte, cujo coordenador, o Chico de Oliveira vocês estão querendo botar na cadeia.
(Datena é o apresentador do Brasil Urgente José Luiz Datena, que já foi jurado do Miss São Paulo 2007)
GOREN: Look. This case is investigated by FBI and Interpol. I’m a cop of NYPD, not from FBI!
DATENA: Tô no ar há uns cinco minutos descendo o pau em vocês e vocês ainda vem meter pau na nossa Miss Brasil? Que agressividade é essa?
GOREN: Listen…
(a ligação cai)
Antes de entrar na viatura, a detetive Alexandra Eames (Kathryn Erbe) pergunta: “What happened?”.
GOREN: A brazilian man called Datena.
EAMES: Datena what?
GOREN: An disqualified guy attacking our job about the beauty pageant mafia from Minas Gerais state.
EAMES: Yep, I know.
GOREN: Unlike Wes’ mom, I can’t believe hope is for a losers. Hope is a obligation, is a permanent fight, what we can take part.
***
Já na Central, Eames descobre no Google a verdade:
EAMES: Datena is a surname of Jose Luiz Datena, italian-brazilian TV personality, host of crimetime newscast called Brasil Urgente at the national major network-superstation Bandeirantes, based in Sao Paulo city. It’s sister channel, Rede 21, is currently rent its spaces for a church called God’s World Power Church and, in 2006, was involved in a political scandal as named PlayTV, a partnership of telecom enterpreneaur and politician Carlos Jerissati and Fabio Luis da Silva, alias Lulinha, son of current president of Republic, Luis Inacio Lula da Silva. Is it Federal Public Defense says.
***
Goren e Eames vão a São Paulo para encontrar com Datena. O encontro, na sede da Band, é tenso.
GOREN: Your pseudo-journalism is insulting the work and image of the U.S. police. You are sensationalist.
DATENA: Sensacionalistas são vocês e esse babaca do Anderson Cooper que toda noite bota os caras da CNN para achacar a Larissa Costa. Que história é essa? Cês são pau-mandado da Globo ou são o quê?
NAYLA (Nayla Micherif, a tzarina da gaeta): Vocês e a imprensa dos Estados Unidos fazem de tudo para denegrir a imagem de uma moça honesta, íntegra, culta, de família! Uma moça que saiu do nada para tentar ser a mulher mais linda do mundo! Olha o estrago que vocês já fizeram! Botaram o Britto Jr., aquele chato da Record, para concorrer com a miss que eu coordeno! Botaram a Record para marcar a final da Fazenda para a noite do Miss Universo, seus idiotas! Imbecis! Cachorros! Safados! Filhos-da-puta!
EAMES: In amercan jail, you are understand the real significance of the term “beauty pageant”. True beauty, raised by money, sylicon breast implants, fake auditories and blackmail to journalists and judges of event you direct.
RENATA FAN (bastante irritada): Belo trabalho, hem! Olha o que vocês estão fazendo com a pessoa que revelou a mim, a Grazi, a Natália Guimarães e tantas outras. Vocês são uns vermes da CIA! Pahlaços! Não voltem nunca mais aqui!
GOREN: Nayla, you are accounted in a receptation of stolen silver to make the current crown…
(Nayla dá um soco na cara de Goren e é algemada)
EAMES: Nayla Fernanda Affonso Micherif, former Miss Minas Gerais and Miss Brazil titleholder, you are arrested by corruption, influence traffic and homicide.
***
FAN (já na frente da viatura): Nayla, vai ficar tudo bem. Isso o que te fizeram é uma injustiça!
EAMES: Ask for Dick Wolf, creator of our show, the brazilian Public Ministry, the left-media, independent bloggers and the representatives opposite to your skema. As Goren listened in NYC, “hope is for a losers”, Renata. You are a loser. You are not qualified to Miss Universe 1999 semifinals.
FAN: Agora, com licença que eu quero trabalhar.
(*)É a versão analfabeta e globelezada do seriado policial Law & Order: Crininal Intent, que não passa no canal pago AXN. E ao invés de Chris Noth, o Mr. Big de Sex And the City, tem Diego Alemão. Íris Stefanelli no lugar de Annabella Sciorra e por aí vai.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Corrupção siliconada, Eventos, Falsos ídolos, Força da Grana, Gerson Law and Order, Imperialismo midiático, Imprensa, Independência editorial, Joia da coroa, Jornalismo, Mídia regional, Na surdina, Nossas Venezuelas, Oportunismo, Outras Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, Séries, The Star Spangled Banner, concursos de beleza, personalidades, Água oxigenada, Ética nos concursos de beleza
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