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04/11/2009 - 19:31

Rumo ao Miss Universo 2010: alguns dados históricos

As duas edições em que o Brasil venceu o concurso (1963, Iêda Maria Vargas, e 1968, Martha Vasconcellos) ocorreram num sábado. As datas: 20 de julho de 1963 e 13 de julho de 1968. Se fossem usados os parâmetros atuais de duração, o certame teria começado após o programa do humorista Jackie Gleason na CBS americana. Alguém, que ainda esteja vivo entre nossos leitores e viu as duas ocasiões de perto, tem idéia da duração que teve cada transmissão televisiva do Miss Universo vencida por este país nos anos acima descritos?
O Críticas, desde já, agradece à sua informação.

Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Jornalismo, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo Tags: , , , , ,
28/06/2009 - 14:24

O que interessa ao PIG não é a música de Lil Rounds; são as ancas da ex-fratella Priscila

Definitivamente, os websites imbecilizantes do PIG(*) não tem interesse na boa música produzida pelos finalistas do American Idol. Definitivamente, a morte de Michael Jackson não é mais pauta para os órgãos da imprensa brazuca aliados ou não da empulhação do Padrão Global/Padrão Fantástico. Definitivamente, o site capixaba Maratimba.com assassina todas as normas gramaticais até mesmo numa mísera nota sobre a ex-Brother & Sister sul-matogrossesnse Priscila Pires.
Os “redatores” (se é que podemos chamar assim) desse sítio não sabem o que é bom jornalismo porque não leem o blog da Petrobrás, muito menos o Conversa Afiada, o blog do Rodrigo Vianna ou o Portal do Leão Lobo. O Maratimba tem horror ao David Cook, ao Kris Allen, à Carrie Underwood e à Martina McBride, de cuja lavra Lil Rounds fez uma belíssima ária de Independence Day na semana dedicada ao Grand Ole Opry da oitava temporada do AI.
Os “donos” do site Maratimba preferem ser orientados pelo Grand Ole Opry dos colonistas(**) de O Globo (e da Associação Nacional de Jornais da globelezação hannahmontanófila mercenária de Miley Cyrus e Xuxa Meneghel) do que por Randy Travis. O Maratimba prefere as diretrizes da ANJ do PIG do que de entidades independentes.
Os analfabetos do Maratimba não gostam do American Idol porque sua franquia brasileira não pertence à esfera global e sim à Rede Record. William Bonner e Fátima Bernardes são o Ant e Dec da linha editorial facciosa da cultura globelezada do Maratimba e de outras baboseiras cibernéticas do showbiz brazuca. O Maratimba prefere Stefhany(***) manobrada pela Skynet do monopólio do que ouvir a citara do Oriente Médio para Adam Lambert na sua interpretação de Ring of Fire, de Johnny Cash (lançada pelo próprio e co-escrita pela esposa June Carter no mesmo ano em que a sulista Ieda Maria Vargas ganhara o título de Miss Universo). O Maratimba não gosta de música country e sim de sertanojo pasteurizado.
O Maratimba também tem horror a Michael Sarver, Allison Iraheta, Kris Allen, Scott McIntyre, Alexis Grace e sua belíssima interpretação de Jolene da Dolly Parton, Danny Gokey, Anoop Desai, Megan Joy e Matt Giraud. Prefere dar espaço à sobra de estética e falta de propósito de Priscila Pires em sua vidinha pós-gincana.
O Maratimba não sabe quem é Ryan Seacrest (e nem quer saber). Muito menos de Rodrigo Faro. O Maratimba é o pus da democratização da informação retirado pelos médicos da série ER, liderados pela doutora Abby Lockhart (Maura Tierney). É a cercária da isenção editorial a que se propõe a mídia independente de entretenimento.

(*)In anyone serious democracy of the world, conservative, low technical quality and includding sensationalist newspapers and only one television network have influence as well in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party)
(**)Não se trata do colón de Denise Richards, mulher-melancia, jaca, moranguinho, pera (deixa as atrizes Marília e Sandra Pêra processarem), uva, maçã e filé do Mr. Catra, Gyselle Soares ou da cantora Jôsy do Gran Fratello. Se trata da visão kennethiana sombria que os imbecis da ditabranda da globelezação do coronelato paulista de Harvard, Sorbonne, USP e do Palácio dos Bandeirantes querem impor nos nossos ouvidos, olhos e mentes. Querem que, em termos missológicos-midiáticos, o Brasil continue a ser a mesma província em relação a Venezuela, Colômbia e Porto Rico. São contrários ao jornalismo independente e não leem o blog da Petrobrás (link no começo da nota). Não admitem a homossexualidade de Adam Lambert, admitida pelo próprio segundo colocado da oitava temporada do Ídolos americano ao 20/20 da rede ABC. Não gostam do American Idol e não sabem quem é Ryan Seacrest por que só se ateem ao velho ditado empulhado do último imperador da Ondina, ACM I: (”Se Adam Lambert não saiu no jornal nacional oficial do PIG, ele não existe”). Até 31 de maio, preferiam o BBB à Fazenda da Record. Quebraram a cara
(***) Não confunda a jovem piauiense com a real identidade da cantante ianque Lady GaGa (Stefani Gabriella Germanotta), muito menos com a vocal idem do No Doubt Gwen Stefani

Veja mais sobre a Stefhany cantando no Caldeirão do Padrão Global/Padrão Fantástico no sítio piauiense 180graus.com

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Cansei, Ceasa feminina, Ecochatos, Egos da mídia, Falsos ídolos, Força da Grana, Funk baixaria, Globelezação, Hannah Montana e suas Grandes Irmãs, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa, Imprensa monopolista, Independência editorial, Jornalismo, Kelly Clarkson, Música, Mondo cane, Mídia regional, Na surdina, Oportunismo, Poderes ocultos, Podres poderes, Reality-shows, Variedades, concursos de beleza, sub-celebridades, Ética jornalística Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
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