07/11/2009 - 11:22
Se a transmissão do último concurso de Miss Universo pela Band registrou módicos 2 pontos de média, a do Latin Grammy anteontem foi ainda pior: 0,6 pontos na medição realizada na Grande São Paulo. Ainda assim, se a audiência do certame de beleza continuar a descer ladeira abaixo em 2010, há na emissora quem cogite a possibilidade de uma não-renovação dos acordos com a Miss Universe Organization e com a Gaeta Promoções e Eventos.
Mas, atenção: o caso do Miss Brasil merece uma atenção à parte. Nada relacionado com números de audiência por ora. E sim, com cifras e pagamento da multa rescisória (caso a direção da emissora opte pela retirada das misses da grade de eventos da casa por razões de estratégia corporativa).
A convenção da rede paulista será realizada entre os dias 26 e 29 na Bahia. A continuidade ou não dos acordos com a Gaeta está entre os assuntos a serem tratados. Já há missólogos apreensivos com essa reunião. E temerosos de que o pior aconteça.
***
O que preocupa a direção da Band na questão do Miss Brasil e do Miss Universo é a perda cada vez maior de audiência de ambos os certames, apesar da empatia que estes tem junto não só a seu público como o de outras redes. Preocupada com as investidas constantes da concorrência após o segundo lugar de Natália Guimarães no Miss Universo 2007, a cúpula da Band pouco ou nada fez para impedir que as vencedoras do Miss Brasil a partir de então fossem assediadas para aparecerem em programas da esfera global. Daí o medo entre os Saad de a rede da famíglia Marinho tomar o Miss Brasil para si. Não para transmití-lo e sim para usá-lo como arma de alienação ideológica em seus programas, realities e telejornais.
Os casos das exposições desnecessárias de Natália Anderle e de Larissa Costa em humorísticos dominicais e de misses estaduais em Brothers & Sisters da Cantora Josy(*) e telejornais facciosos do daytime fizeram a pareceria Band/Gaeta tremer nas bases. Setores da direção da Band acharam que a transmissão do concurso fora uma imposição da Rede Globo após esta tomar da Rede TV! os direitos do evento em 2003. E, aparentemente, tê-los passado à Band por achar que concurso de miss não seria um bom negócio principalmente após o caso da miss cassada Joseane Oliveira.
À Band de nada adianta continuar com o concurso de Miss Brasil se candidatas estaduais que já competiram no evento, como a cearense Khrisley Karllen, aparecem impunemente num jornal hoje editado por Ali Camel(**) a pretexto de derrubar o atual governo federal. Não tem serventia nenhuma a continuidade de um concurso nacional de beleza se este tem suas virtudes deturpadas por ensaios não-autorizados de nudez de misses estaduais reinantes (vejam o caso recente da pernambucana Michelle Fernandes). E nem adianta continuar a incentivar a participação brasileira em um concurso internacional de beleza, cujos índices só fazem despencar a cada ano. Principalmente pela má visibilidade que lhe é dado na mídia e pela desatenção jornalística que recebe.
A Band tem jornalistas competentes isso não se nega. Mas, o fato é que a emissora não quer empregar sua força de trabalho para cobrir jornalisticamente o Miss Universo porque não quer. É sintoma de burrice administrativa e de incompetência da pior espécie. E, como de praxe, a culpa cai toda nas costas dos coordenadores do Miss Brasil (ou da miss Brasil, se for o caso).
(*)Não tem nada a ver com a saga da família Walker protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) se comporta como um exímio comentarista de moda-praia a ponto de inventar neologismos depreciativos como “Gyselle Cajuína”, para se referir à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares (participante da oitava temporada, em 2008)
(**)Ali Camel é o jornalista da Globo que quer povoar mentes despovoadas com golpes de estado plantados e tentados sem sucesso
Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Eventos, Força da Grana, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Numb3rs, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo, concursos de beleza, realidade brasileira
Tags: Band, cancelamentos, convenções, Ibope, Ibope das misses, Latin Grammy, Miss Brasil, Miss Universo
05/11/2009 - 12:46
Entre 1960 (Miami Beach) e 1977 (Santo Domingo), era comum a eleição da mulher mais bela do mundo acontecer numa noite de sábado. No entanto, a partir de 1978 (Acapulco), o Miss Universo parou de ser realizado nesse dia da semana para atender a necessidades industriais e de audiência das emissoras que o transmitem pelo mundo. A começar das americanas CBS (até 2002) e NBC (de 2003 para cá), que acharam melhor levá-lo ao ar num dia útil (entre segunda e sexta-feira), exceto em 1990, quando a sucessora da holandesa Angela Visser foi eleita num domingo, 15 de abril.
Só a partir de 2006, o hábito de se realizar o Miss Universo num dia não-útil da semana foi retomado com freqüência. Naquele ano e nas edições de 2008 e 2009 o concurso foi realizado num domingo. A exceção neste período recente ocorreu em 2007, quando o concurso ocorreu numa segunda-feira, 28 de maio, dia de forte concorrência na TV americana (comédias da CBS, CSI: Miami, 24 Horas, The Bachelor, etc.).
Para se ter uma idéia, vamos aos dias úteis da semana que já abrigaram ao menos uma ou mais edições do Miss Universo no período entre 1960 e 2007:
Segunda-feira: 1978, 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985, 1986, 1988, 2005 e 2007
Terça-feira:: 1987, 1989, 1998, 2003 e 2004
Quarta-feira: 1999 e 2002
Sexta-feira: 1991, 1992, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997, 2000 e 2001
Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Joia da coroa, Projetos especiais, Sem categoria, Todas as Venezuelas do mundo
Tags: CBS, Cidade do México, Ibope, Ibopes de domingo, Los Angeles, Miami Beach, Miss Universo, Nassau, NBC, Nha Trang, Nielsen Ratings, transmissão de eventos
11/07/2009 - 12:54
Do TV em Análise
A Record decidiu mudar a data da final de A Fazenda do dia 16 para o dia 23 de agosto. Com isso, vai ficar cada vez mais insustentável a continuidade do concurso de Miss Universo na emissora do Morumbi. Obviamente, as atenções do pais estarão voltadas não para o concurso de beleza, mas para a final da gincana de famosos.
Se nenhuma das brasileiras (Larissa Costa e Mariana Valente) passar adiante às semifinais do Miss Universo, o prejuizo da Band será ainda maior. Sem contar a concorrência já antecipada com Fantástico, No Limite (Globo), Oito e Meia no Cinema (SBT), Pânico na TV e Dr. 90210/Hollywood (Rede TV!). Esse quadro levou a emissora a amargar um quinto lugar com a exibição do Miss Brasil 2008 justamente num domingo, 13 de abril.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Eventos, Ibopes da vida, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Outras Venezuelas, Projetos especiais, Reality-shows, concursos de beleza, Água oxigenada
Tags: A Fazenda, Band, concorrência, Ibope, Larissa Costa, Mariana Valente, Miss Universo, Miss Universo 2009, No Limite, prejuizos, Rede Record
17/06/2009 - 12:08
Ainda assim, comercial da emissora espera trabalhar com mesmo faturamento do Miss Brasil
Da redação TV em Análise
Preocupada com a repetição do mau desempenho não só da candidata brasileira, Natália Anderle, como dos baixos índices de audiência (média de 3,6 pontos no Ibope da Grande São Paulo), a direção da Band teme por uma piora nos resultados de sua transmissão para o Miss Universo 2009, marcado para o dia 23 de agosto em Nassau (Bahamas).
Mesmo com a participação de duas candidatas nascidas no país na disputa (a Miss Brasil potiguar Larissa Costa e a paulista Mariana Valente, que vai representar o Canadá), há a preocupação com a concorrência com programas já estabelecidos no horário de exibição do certame (22 à 0h, hora de Brasília). É o caso do Fantástico (Globo), Oito e Meia no Cinema (SBT), Pânico na TV e Dr. Hollywood/90210 (Rede TV!). Até o fechamento desta nota, a Rede Record ainda não tinha decidido qual será a sua grade para o dia do Miss Universo (habitualmente ocupada pelo Repórter Record e o início de sua sessão de cinema das 23h).
Caso a Record opte por levar ao ar o Ídolos nesse dia, o golpe que a Band poderá sofrer (em caso de desclassificação tanto de Larissa quanto de Mariana) será enorme. Mas, em sua defesa, a emissora justifica a manutenção do certame amparada nos resultados do PNT (Painel Nacional de Televisão) e de praças fora do eixo Rio-São Paulo, como Porto Alegre, por exemplo. Lá, o interesse pelos concursos de misses é maior que em outras regiões do pais, como Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
Na hipótese de uma das brasileiras avançar às fases seguintes, o benefício para a Band poderá ser maior na promoção do Miss Brasil 2010, cujos direitos televisivos já estão assegurados. Caso Larissa vença o título, o bônus midiático será dez vezes maior que nos anos anteriores. Na hipótese de Mariana Valente ser a próxima Miss Universo, o benefício será apenas de caráter jornalístico. Entrevistas da Miss Canadá a emissoras brasileiras (como a Band) terão que ser solicitadas junto às direções do Miss Universo e do Miss Universo Canadá.
Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Economês, Eventos, Força da Grana, Ibopes da vida, Independência editorial, Joia da coroa, Mídia regional, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, Radar das misses, concursos de beleza
Tags: Band, Canadá, concorrência, Ibope, Larissa Costa, Mariana Valente, Miss Brasil, Miss Universo, Miss Universo 2009, Miss Universo Canadá, perspectivas, Richmond Hill, Toronto
06/06/2009 - 10:45
Os três assuntos mais procurados por nossos internautas: Miss Universo 2009, Adam Lambert e a fraquíssima novela Mutantes: Promessas de Amor. Mesmo passados quase 30 dias do Miss Brasil 2009, a candidata paraibana Flora Meira (sobre a qual nada temos mais a declarar) ainda permanece na lista dos 20 assuntos mais buscados aqui no Críticas.
Autor: João Lima - Categoria(s): DataBacha, Informes e editoriais
Tags: buscas, fenômenos, Ibope, Internet, popularidade
29/05/2009 - 12:44
Depois de inúmeros comentários já recebidos por este espaço a respeito do corte da TV Diário das parabólicas (e de uma reporcagem levada ao ar ontem no esgoto do jornal oficial da globelezação), fica a leve conclusão de que o projeto criança esperança nada mais é que evento de propaganda da idiotização que a esfera global quer continuar impondo aos cidadãos brasileiros. E, principalmente, aos jornalistas de entretenimento recém saídos de nossas faculdades.
Não me formei com a mentalidade de que, no Brasil, só existe uma indústria do entretenimento (a da globo), existente desde a ditabranda de 1964 a 1985. Pegar nessa linhagem de raciocínio é ser complascente com os crimes praticados pela esfera global no período pré-repressão de 1968 (a negociata com a americana Time-Life, por exemplo). Não adianta o jornal nacional tentar limpar essa história: o país inteiro sabe muito bem do que nós estamos falando, seus esgotos de gente travestidos em Pussycat Dolls de redação arenista-direitista-tucanófila-globelezada.
A coreógrafa americana Robin Antin, dona e fundadora do grupo musical originado num showzinho burlesco do Havaí, obviamente não iria aprovar esse disfarce proposto pelo maniqueísmo imbecilizante do Padrão Global, do Padrão Fantástico de empulhação de ideias e manipulação de publicitários. Principalmente se considerarmos as principais agências e anunciantes do país, todas paus-mandados dos mamilos do imperialismo da famíglia Marinho. E dos sistemas reprodutivos das vaginas e das vulvas (e das ancas) das ex-fratellas que desnudam suas curvas em revistas masculinas para agradar os EGO’s de sua máquina de pseudo-comunicação.
O projeto criança esperança é o esperma desse lixo idiotizante da esfera global na entressafra ejaculada de uma edição a outra de seu Gran Fratello. Embora exista desde 1986, a globo insiste em inventar outra história (A bem da verdade: em 1985, a globo não fez acordo algum com o UNICEF [só o fez no ano seguinte]).
Oficialmente, o criança esperança existe há 23 anos. E não 24 como vão fazer propalar os idiotas do eixo Jardim Botânico-Projac. A UNICEF iniciou sua parceria no Natal de 1986, num especial dos Trapalhões (anos mais tarde foi substituída pela UNESCO). O resto (inclusive o que está colocado tanto no pseudo-livro do jn como nos “balanços sociais” publicados nos jornais das organizações globo e reporcados por seus Backstreet Boys e N’Sync de recados) é pura invencionice. E propaganda para Susan Boyle ver.
*Chuíça é o modo como a imprensa tucano-globelezada-monopolista-xenófoba-terrorista-hannahmontanófila tenta vender a imagem tanto da cidade como do Estado de São Paulo: IDH da China com dinamismo econômico da Suíça, auspiciado pelo movimento Cansei de Beth Szafir, Hebe Camargo e Ana Maria Braga
Autor: João Lima - Categoria(s): Cansei, Ceasa feminina, Egos da mídia, Falsos ídolos, Força da Grana, Globelezação, Hannah Montana e suas Grandes Irmãs, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Independência editorial, Música, Mondo cane, Na surdina, Olivia Benson do tucanato, Oportunismo, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, Reality-shows, The Star Spangled Banner, Thomas Edison e Jennifer Hudson, publicidade, sub-celebridades, Água oxigenada
Tags: apartheid, Arena, assistencialismo, Backstreet Boys, burlesco, Cansei (movimento social), Ceará, censura, conto de fadas, Criança Esperança, Daniel Castro, DEM, ditabranda, espermatozóide, estelionato, Fabíola Reipert, filantropia, Flávio Ricco, Globo, Grupo Abril, Grupo Folha, Havaí, Hollywood, Ibope, ilha de Maui, Josy (ex-BBB), Josy Oliveira (cantora), Justin Timberlake, Lauro Jardim, Naspers, PIG, pilantropia, PSDB, Pussycat Dolls, Região Nordeste, Renato Aragão, Revista Veja, revistas masculinas, Robin Antin, seca, sistema reprodutivo, Susan Boyle, terrorismo midiático, TV Diário, UNESCO, UNICEF
25/05/2009 - 12:05
Está explicado porque as grandes gravadoras anglo-americanas mamam desde a época da ditabranda nos seios da globelezação. Ivete Sangalo é o pior exemplo desse estado de coisas. Apresentar o estação globo é um sinal bem claro dessa subserviência. Ser pau-mandado de Roberto Carlos e outros lixos musicais sertanojos (os duos César Menotti e Fabiano, Victor e Léo, por exemplo) é outra coisa bem pior. Selos nacionais como a Arsenal Music, de Rick Bonadio (mentor dos Mamonas Assassinas e do Rouge/Br’oz), que projetaram bandas independentes como o NXZero, por exemplo, agora estão nas mãos dos urubus do capitalismo ianque. Outros, como a Zimbabwe dos Racionais MC’s, correm esse mesmo risco, se prevalecer a lógica kameliana de Flávio Ric(c)o: o Brasil não é um país racista e a globo não é um monopólio. Se nennhuma coisa for feita a tempo, será o fim dos tempos para a música independente neste país.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Cansei, Ceasa feminina, Ecochatos, Egos da mídia, Em causa própria, Falsos ídolos, Força da Grana, Globelezação, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Mano Brown, Mondo cane, Oportunismo, Poderes ocultos, Podres poderes, Thomas Edison e Jennifer Hudson, sub-celebridades, Água oxigenada, Ética jornalística
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22/05/2009 - 14:07
A julgar pelos dados do Nielsen Media Research, sim. De 2002 (último ano em que o concurso passou na emissora) para cá, a CBS liderou a audiência americana em seis das últimas sete temporadas. A NBC, que adquiriu os direitos do Miss Universo em junho do mesmo ano, desabou para a quarta colocação no Ibope local, atrás da Fox (do American Idol e das animações tipo Simpsons) e da ABC.
Para se ter uma ideia da gravidade da coisa no mercado norte-americano, o Miss Universo foi exibido pela CBS a partir de 1960. Era um dos programas mais tradicionais da grade da rede ao lado das premiações do Grammy e da Academia de Música Country, por exemplo e séries como Dallas e outras. Seria possível, a preço de hoje, imaginar Charlie Sheen, David Letterman ou Craig Ferguson tomando o lugar de Billy Bush, por exemplo? Ou Julia Louis-Dreyfus tomando as funções de Nancy O’Dell?
Na visão não só de Donald Trump, mas da realidade dos fatos, o que ainda move o Miss Universo na TV não é a sua audiência americana. Mas a venda dos direitos de transmissão para outros países. Esse sim, é o verdadeiro Ibope da sobrevivência midiática do concurso de beleza.
Autor: João Lima - Categoria(s): Egos da mídia, Eventos, Força da Grana, Horatio Caine, Ibopes da vida, Kelly Clarkson, Lilly Rush do Alborghetti, Olivia Benson do tucanato, Outras Venezuelas, Projetos especiais, The Star Spangled Banner, Variedades, concursos de beleza
Tags: ABC, audiência, CBS, concursos de beleza na TV, Donald Trump, FOX, Ibope, Miss Universo, NBC, Nielsen
20/05/2009 - 12:25
Já está decidido: a ABC, além de ter fechado sua grade 2009-2010, vai passar no dia do Miss Universo 2009 reprises de Desperate Housewives e Brothers & Sisters. Para a noite de 23 de agosto (entre 21 e 23h, pelo horário da costa leste, 22h no horário de Brasília), a CBS vai com reprises de Cold Case e Without a Trace. A FOX (das 21 às 22h lá, 22 às 23h cá), entra com Family Guy e American Dad!. São elas que irão concorrer com o tradicional concurso de beleza. Mesmo que a Miss EUA Kristen Dalton passe à fase final nas Bahamas, a NBC dificilmente vai tirar o público habitual de parte dessas séries (exceto nos horários de B&S e do drama policial de desaparecidos com a portorriquenha Roselyn Sanchez, já cancelado). Por aqui, a coisa é bem outra.
Agora, a boa notícia: para alívio tanto de Donald Trump como da própria “rede do pavão colorido”, a CW acabou com sua programação nacional saco-de-pancadas de domingo.
Autor: João Lima - Categoria(s): Ibopes da vida, Joia da coroa, Lilly Rush do Alborghetti, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, Radar das misses, Séries, The Star Spangled Banner, Variedades, concursos de beleza
Tags: ABC, American Dad!, Band, Brothers & Sisters, cancelamentos, CBS, Cold Case, concorrência na TV, Dayana Mendoza, Desperate Housevives, Domingo Legal, Dr. 90210, Family Guy, Fantástico, filmes da esfera global, filmes da Record, filmes do SBT, FOX, Ibope, Ibope americano, Larissa Costa, Miss Universo, Miss Universo 2009, NBC, Nielsen, Nielsen Ratings, Pânico na TV, Porto Rico, Repórter Record, Roberto Cabrini, Roselyn Sanchez, TNT, Without a Trace
11/05/2009 - 12:26
Luciano Trevisan/Fotomídia via Babado

Larissa e Natália Guimarães: a imagem da queda está bem nítida; leia números
Apesar da recuperação de público atestada na prévia do Ibope para a Grande São Paulo (média de 5 pontos e pico de 7), a audiência do concurso Miss Brasil se tornou a segunda mais baixa desde 2003, quando os direitos de transmissão do evento passaram a pertencer à Rede Bandeirantes. Em comparação ao concurso de 2007, o último realizado num sábado, houve perda de públco (0,5 ponto a menos na média).
No entanto, a mudança de dia foi extremamaente benéfica para a própria Band, pois atende não só aos interesses de seus patrocinadores, mas de seu público fiel. Nesse primeiro quesito, a rede decidiu “pulverizar” a venda das cotas nas seguintes cateogorias: master (assegurada á Colgate-Palmolive), principal (vendidas para a AmBev e Multymarcas) e apoio (vendidas para a Yoki e Bunge), o que assegurou um faturamento de R$ 60 milhões.
Ainda assim, os números de audiência do Miss Brasil na TV ainda assustam. Veja o comparativo abaixo, ano a ano:
2003-7 (pico de 12);
2004-7 (pico de 12);
2005-6 (pico de 8);
2006-6 (pico de 9);
2007-5,5 (pico de 7)
2008-4,3
2009-5 (pico de 7)
Ainda assim, com o contrato em vigor até 2010, há quem na própria Band aposte numa reestruturação do Miss Brasil a partir de 2011. O problema, no entanto, será a troca de guarda dos direitos das franquias nacionais do Miss Universo, Miss Beleza Internacional e Miss Continente Americano. E, por tabela, do próprio certame nacional. No entanto, a grande tendência é da renovação do acordo assim que a sucessora de Larissa Costa for eleita. É esperar para ver.
Autor: João Lima - Categoria(s): Economês, Egos da mídia, Eventos, Força da Grana, Podres poderes, Variedades, Vox Populi Vox Dei, concursos de beleza
Tags: acordos, audiência, Band, cifras, concursos de beleza na TV, contratos, faturamento, Ibope, Larissa Costa, Miss Brasil, Miss Brasil na TV, Miss Universo, renovações
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