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05/11/2009 - 19:00

A mentira da Gaeta tem limite

Já se passaram pouco mais de dois meses da vexaminosa participação de Larissa Costa no Miss Universo e os (ir)responsáveis pelo Miss Brasil-Miss Universo ainda não moveram uma única palha em relação à edição 2010 do ceretame. Enquanto as demais competidoras da atual Miss Brasil no concurso nacional deste ano são tratadas a pão e água tanto pela mídia quanto pelas coordenações estaduais, Larissa segue recebendo o tratamento devido como se nada, absolutamente nada tivesse acontecido. Aconteceu sim.
Verdade seja dita, o reinado de Larissa Costa como Miss Brasil 2009 já acabou. Não há mais razão nenhuma de levá-la a participar de eventos, mesmo os seus organizadores e empresários estarem cientes de que a presença de uma Miss Brasil não-classificada nas semi-finais do Miss Universo não vai atrair atenção alguma. Pelo contrário: vai atrair a ira de torcedores insatisfeitos e de formadores de opinião estarrecidos com a farra de recursos públicos usada tanto na promoção de um lobby que jamais existiu como num voo promocional para Lisboa em junho último. O pagador do IPTU e da Taxa de Coleta de Resíduos (também conhecida como Taxa de Lixo) das cidades de Natal e São Gonçalo do Amarante sabe muito bem do que este Críticas está falando.
O mínimo que a sociedade brasileira pede agora, em nome do bom senso, da liberdade de imprensa e seu poder de fiscalização, da liberdade de expressão e do respeito ao uso do dinheiro público, é apenas uma coisa: Larissa Costa, renuncie ao título de Miss Brasil que não mereces vergar diante de tanta corrupção já tratada, abordada e comprovada por parlamentares e por defensores públicos. A sujeira que os dirigentes da Gaeta Promoções e Eventos insistem em varrer para debaixo do tapete para não afugentar os “contratos publicitários” da atual Miss Brasil é o retrato da degradação que atinge em cheio a indústria crescente dos concursos de beleza no Brasil.
Enquanto jornalistas de milícia brincam de serem as Ruths Ocumarez de ocasião nas redações refrigeradas do eixo Rio-São Paulo-Minas, o calendário das etapas estaduais do Miss Brasil/Miss Universo 2010 segue parado, sem um único planejamento super-prévio, como acontece no Miss USA. Ceará, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Amazonas, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Pará e Bahia trataram de seguir a nossa convocação feita em setembro último para adequarem os calendários de seus certames ao da fall-season da etapa americana do Miss Universo. E os outros Estados e o Distrito Federal? Vão continuar na mesma masmorra, na eterna promessa de enviar uma pretensa representante potencial do Brasil para levar o título de Miss Universo ao invés de só pregarem a conversa mole do “quem sabe”? Esse pessimismo pragmático das coordenações estaduais do Miss Brasil precisa acabar. Assim como a cadeia de inverdades inventada pelos marqueteiros da Gaeta.
O sonho de Larissa Costa acabou. A hora é de a Gaeta e seus franqueados estaduais acordarem para a realidade nua e crua da missologia brasileira.

Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção siliconada, Informes e editoriais, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , ,
15/09/2009 - 19:36

O trem atrasou: Weeping Willow é Larissa Costa codificada

Depois de algumas horas, o Críticas retoma suas postagens. A reprise vespertina do episódio Willow Chorosa de Law & Order: CI levou à cabeça uma conclusão: depois de meses batendo na tecla para cima dos coordenadores (?) do Miss Brasil-Miss Universo, chegamos à rápida constatação de que a Weeping_Willow17 do atraso missológico deste país não é Nayla Micherif. E sim Larissa Costa, codinome Weeping_Larissa25. De qualquer forma, a farsa e o estrago já foram feitos.
Como diria o detetive Mike Logan (Chris Noth), “Willow (Larissa/Nayla) conseguiu enganar a todos nós”. A Willow de São Gonçalo do Amarante enganou até o jurista Régis Bonvicino, aquele que quer que Jesus saia do ar. Mas, que Jesus? O Jesus da Madonna ou o Jesus Cristo decantado na música de Roberto Carlos gravada em 1970, quando Elaine Thompson briosamente foi a Miami não repetir o mesmo vexame de Larissa no concurso Miss Universo?
Se Bonvicino quer é o Jesus da rainha do pop fora dos noticiários, está errado. Agora, se quer o Cristo fora dos espaços arrendados até num canal inteiro (o 21 paulistano, da Band), certo. O que não se deve admitir é que um jurista da fina cepa de Régis Bonvicino seja feito de bobo como os milhares de contribuintes potiguares e natalenses de cujos bolsos saiu o numerário do famigerado Voo Colombo (do qual Larissa foi passageira).
Neste ponto de vista, a farra missológica de Nayla, a Willow Chorosa da gangue de Belo Horizonte-Divinópolis-Rio-São Paulo-Porto Alegre precisa acabar. E de uma vez por todas.

Em tempo: Quando Willow foi ao programa do Larry King para a sua “entrevista”, vieram as bases para a redação deste texto. Logo, no momento em que nossos equipamentos centrais de informação e opinião estavam em manutenção (J.E.L.).

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Corrupção na mídia, Corrupção siliconada, Egos da mídia, Em causa própria, Eventos, Falsos ídolos, Força da Grana, Gerson Law & Order, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Independência editorial, Joia da coroa, Mondo cane, Mídia regional, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Numb3rs, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Southland do sensacionalismo, concursos de beleza, corrupção no jornalismo político, corrupção nos concursos de beleza, realidade brasileira, Água oxigenada, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , ,
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