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22/11/2009 - 16:47

O horário padrão do Miss Universo em relação ao Brasil

Como é praxe, as transmissões do Miss Universo seguem o horário de verão da costa leste americana (21h locais, 22h em Brasília). Para 2010, cabe um registro: a hora de referência para a transmissão do certame começa lá no dia 14 de março (um domingo após o Oscar) e acaba no dia 7 de novembro. Desde 2007 o Eastern Daylight Time (EDT) ocorre entre o segundo domingo de março e o primeiro domingo de novembro.
Quando as transmissões via satélite do certame começaram em 1972 (Porto Rico), essa medida valia do último domingo de abril ao último domingo de outubro. Entre os concursos de 1986 (Panamá) e 2006 (Los Angeles), a medida vigorou do primeiro domingo de abril ao último domingo de outubro. Noves fora as variantes de dia da semana, emissora e horário de transmissão (falaremos disso mais adiante).

(Referência: Daylight saving time in the United States, artigo da Wikipedia sobre o horário de verão americano)

Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Eventos, Joia da coroa, Projetos especiais, The Star Spangled Banner, concursos de beleza Tags: , , , ,
19/11/2009 - 19:22

Os primeiros detalhes do Super Bowl 2010: Britto Jr. que se cuide

Já está fechado o show do intervalo da grande final do futebol americano profissional: segundo os sites da matriz local da MTV e da Sports Illustrated, os ingleses do The Who irão se apresentar no Dolphin Stadium em Miami Gardens (Flórida), na noite de 7 de fevereiro. A mesma para a qual a Record programou a final de A Fazenda 2. Falta apenas definir quem vai cantar o Hino Nacional Brasileiro dos entreguistas de Ali Camel(*) antes do pontapé inicial. Na edição passada, Jennifer Hudson foi acusada de fazer playback, tal qual Whitney Houston em 1991(**).
Quanto aos comerciais, a belgo-brasileira InBev (nova dona da cerveja Budweiser) é uma das firmas que já assinaram contrato para a exibição dos cobiçados comerciais de 30 segundos. No entanto, cabe à Pepsico (dona da marca Doritos) à veiculação do anúncio mais caro da competição. E o fundamental: o pagamento de um bônus de US$ 5 milhões aos criadores vencedores da concorrência promovida pela agência que atende à firma. Para o pós-jogo, a CBS estuda entre três séries e um reality qual o que terá episódio especial a ser transmitido para o público dos Estados Unidos. Atentem: The Big Bang Theory (a mais provável, segundo 65% dos internautas do The Hollywood Reporter), The Mentalist, NCIS: Los Angeles ou Survivor (isso na cotação da publicação especializada).
No Brasil, Bandsports e ESPN irão transmitir o Super Bowl no sistema pago. A Band vai exibir uma condensação do evento, horas mais tarde.
***
Mas, atenção: no fechamento desta nota a mesma MTV americana já soprava aos quatro ventos que Kanye West(***) tomaria a vaga do grupo que canta as músicas de abertura de todas as séries da franquia CSI (cá retransmitidas pela mesma Record e pelo canal pago AXN).

(*)É o indivíduo que se utiliza da Globo (e de suas empresas-satélite pertencentes a afiliadas, como a cearense TV Diário) para povoar mentes desérticas e disseminar idéias golpistas e conservadoras que dão errado
(**)Para a lista completa, verbete em inglês da Wikipedia
(***)Kanye West é aquele cantor que agrediu verbalmente a cantora country Taylor Swift no último VMA

Autor: João Lima - Categoria(s): Esportes, Eventos, Música, Reality-shows, Séries, The Star Spangled Banner Tags: , , , , , , , , , , , ,
12/11/2009 - 16:33

Assunto da semana: Ashlee Simpson no novo Melrose

A difícil missão de Ashlee Simpson no novo Melrose Place

Para quem teve coragem de assistir ao piloto da regravação da série Melrose Place (Sony, 3ª, 21h) ficou a ligeira impressão de que este programa e Barrados no Baile/90210 são irmãs siamesas de uma mesma concepção só. Tendo no elenco a cantora pop Ashlee Simpson-Wentz, Melrose edição 2009 chegou com cara de que iria convencer tanto quanto a formatação original. Mas não de uma forma tão crua para o velho público.
Crueza essa explicada diretamente pela cena de um corpo boiando na piscina manchada de sangue, diante de uma Ashlee horrorizada com o que vê. Essa crônica bruta empregada no início do novo Melrose parece coisa digna destes folhetins policialescos diurnos, aparentemente saídos da pena raivosa de um Nélson Rodrigues. Coincidência ou não, o fato é que Melrose 2009 estreou no Brasil sob o crepúsculo do apagão que truncou a expectativa do público. Ainda tem reprise.
Queda de energia à parte, a ponta de Ashlee em Melrose 2009 não virou papel fixo porque seus roteiristas não quiseram. Isso, apesar da encomenda recebida de uma temporada completa pela rede americana The CW, dona do programa. E, ainda assim, desta já ter atuado como convidada num episódio de CSI: NY no papel de uma traficante de drogas. Fora o descarte, o novo “Melrose” deixa a desejar em relação ao original em muitos aspectos.
Concebido como programa da antiga Sessão Aventura, Melrose do tempo presente não é nem o terço da série usada como espelho (ao lado de “Barrados”) para a esfera global decidir abandonar os enlatados para fazer seu 90210 pátrio denominado Malhação (de 1995 para cá, contando as n variantes). Chamar Melrose Place 2009 de trama juvenil é muito pouco para uma história mais com cara de programa criminal. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (15/11)

Autor: João Lima - Categoria(s): Canta USA, Música, Séries, personalidades Tags: , , , , , , , ,
11/11/2009 - 09:59

Julianna Margulies não lê o jornal da milícia da gaeta(*)

O que mais incomoda aos críticos da “jestão” Nayla Micherif no concurso Miss Brasil-Miss Universo é a liberdade de opinião da blogosfera brasileira e a independência editorial de certos setores da mídia ao noticiar certos concursos internacionais de beleza. Ou a recusa destes em noticiá-los. O texto “Putins da gaeta(*) jogam Miss Brasil 2010 aos leões. A ordem é emplacar Rayanne Morais no desespero” (26/10) despertou a ira desses setores que querem a manutenção dos jogos sujos do atraso que afundam cada vez mais a suposta credibilidade do certame.
O que irrita essa The Good Wife passageira da agonia, esse Lúcio Flávio do retrocesso missológico nacional, é a perspicácia da atmosfera livre da mídia de entretenimento em desnudar os podres poderes que regem a franquia pátria dos concursos Miss Universo e Miss Beleza Internacional. Espécie de Alicia Florrick (Julianna Marguiles) do tucanato mineiro, Nayla Fernanda Affonso Micherif parece viver uma atmosfera de parafuso quando é questionada sobre os maus resultados das representantes brasileiras em ambos os certames (O caso do Miss Universo para começar). Ou pior: nem sequer é questionada nem quer saber de perguntas negativas. Esse Nicolae Ceaucescu de saias do Lipstick Jungle das Alterosas não aceita mudanças mais flexíveis na concepção artística do Miss Brasil-Miss Universo de modo a equipará-lo ao Miss USA ou ao Miss Venezuela (o caso venezuelano é o que menos importa). Muito menos aceita mudança de calendário das etapas estaduais para alinhá-las à fall-season americana (é esse padrão que rege as datas dos concursos estaduais válidos pelo Miss USA).
Como na Romênia da “era Ceaucescu”, a Securitate da gaeta(*) usa a concessão da Rede Bandeirantes para erradicar divergências, manter controle sobre a liberdade de expressão e os meios de comunicação social e não tolerar qualquer tipo de oposição, principalmente aquela vinda de críticos como este, Rodrigo Vianna, Paulo Henrique Amorim, Chelsea Handler e Luís Nassif. Nayla ordena o culto à sua pessoa de forma a fazer com que o público missológico ache que o Miss Brasil tem uma só dona, uma pitonisa autoritária que pisa no pé de repórteres e agride cinegrafistas e humoristas da MTV Brasil. Atribui a si própria o título de Conducatorette (chefe) dos esquemas de fraude com cirurgias de implantes de próteses de silicone em candidatas estaduais, cooptação e aliciamento de jurados e manipulação de resultados no concurso nacional. Como Ceaucescu, Nayla não aceita que o Miss Brasil dela siga certos parâmetros do Miss Universo. Quer um exemplo? A introdução do sistema de pontuação exibido na transmissão televisionada, reintroduzido na disputa internacional em 2007.


Aqui, a jornalista da Record é impedida de entrar no set do The Good Wife do apagão de 11 de novembro de 2009

Da mesma forma que os assessores do Ministério das Minas e Energia fizeram com a equipe da Rede Record durante a edição desta manhã do Hoje em Dia com a repórter Verina Nunes, Nayla Micherif manda seus “assessores” e leões-de-chácara irem atrás dos blogueiros independentes que fiscalizam e denunciam a lentidão na elaboração de um calendário fixo para o concurso de Miss Brasil-Miss Universo. Nayla agride a liberdade de imprensa da mesma forma que a Xuxa. É por essas e outras que Julianna Margulies não assina o jornal Estado de Minas, nem lê a Folha da Ditabranda da gaeta(*). Nem vende a sua biografia para lobistas de ocasião travestidos de missólogos da milícia que quer eleger a todo custo Rayanne Morais como Miss Beleza Internacional 2009. De preferência, com o dinheiro suado do contribuinte mineiro (o qual pagou pelo apoio institucionnal às edições recentes do Miss Minas Gerais).

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.

Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção siliconada, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
09/11/2009 - 07:40

Os Numb3rs do dia: Miss Brasil da Band vale menos que Brothers & Sisters da Cantora Josy(*)

Para efeito de comparação, cada cota individual de patrocínio do Gran Fratello Brazylia 10 vale R$ 13,5 milhões. Se somadas as cinco cotas já comercializadas da gincana globelezada vai se chegar à seguinte constatação:
1-O valor somado das cinco cotas do concurso Miss Brasil 2009 (R$ 20 milhões), transmitido pela Band, supera o oferecido a cada cabeça de pessoa jurídica que acertou patrocinar a décima temporada do Brother$ & Sisters da Cantora Josy(*) na rede americana CBS(**), comandada pela Julie Chen(****) da caravana jn das eleições presidenciais passadas;
2-Se somarmos as cinco cotas do Brothers & Sisters da Cantora Josy(*), chegaremos à cifra de R$ 67,5 milhões. Ou seja, em termos comerciais, o Gran Fratello da CBS(**) vale mais comercialmente do que o morimbundo concurso de beleza, mal-administrado pela gaeta(***) há 11 anos e que, nos últimos seis anos, tem servido mais como trampolim das ligações políticas de seus diretores com o projeto golpista do PSDB/Demos endossado pela mesma emissora do GFB.
3-Divididas por cinco, as cotas de patrocínio do Miss Brasil 2009 valeram, a preço de tabela, R$ 4 milhões cada uma. Portanto, R$ 9,5 milhões a menos do que a esfera global cobrou para renovar ou trocar os patrocínios do GFB de 2009 para 2010. Ou, de forma multiplicada, três vezes menos em relação à gincana de veraneio da rede da famíglia Marinho.

Fonte dos números do Brothers & Sisters da Cantora Josy(*): a colona(******) Zapping da Folha Online

(*)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008.
(**)Não é Columbia Broadcasting System, emissora americana que já transmitiu o Miss Universo, e sim Cabugi Broadcasting System, braço globelezado potiguar de sustentação à pseudo-candidatura de Larissa Costa ao título internacional de 2009
(***)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
(****)Pedro Bial é a Julie Chen do inverno americano do PIG(*****), que em 2008, devido à greve de roteiristas, foi obrigada a apresentar uma edição especial do Big Brother americano na CBS. E Julie Chen, em 2006 no papel de Bial, fez parte da caravana jn que impediu a reeleição do presidente Lula já no primeiro turno e tentou fazer o mesmo no segundo. Resultado: Geraldo Alckmin, candidato tucano apoiado por Chen, tomou uma bela surra nas urnas brasileiras (61 a 39, segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral)
(*****)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
(******)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São milicianos mineiros, paulistas e cariocas de redação do PIG(*****) engajados em derrubar o presidente Lula e promover a volta da direita ao poder. E assim se comportarão sempre que um presidente tiver origem no trabalho e não no capital, no Brasil, no Mundo e na história da exploração espacial, da entrega do Oscar e do American Idol. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, chamam seus patrões de colegas. É essa gente aí que quer fraudar o resultado do Miss Brasil 2010 para favorecer a capixaba Débora Lyra, candidata à etapa nacional do Miss Universo por Minas Gerais

Autor: João Lima - Categoria(s): Brothers & Sisters, Eventos, Força da Grana, Joia da coroa, Numb3rs, concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , ,
05/11/2009 - 12:46

Rumo ao Miss Universo 2010: concurso já foi realizado num sábado

Entre 1960 (Miami Beach) e 1977 (Santo Domingo), era comum a eleição da mulher mais bela do mundo acontecer numa noite de sábado. No entanto, a partir de 1978 (Acapulco), o Miss Universo parou de ser realizado nesse dia da semana para atender a necessidades industriais e de audiência das emissoras que o transmitem pelo mundo. A começar das americanas CBS (até 2002) e NBC (de 2003 para cá), que acharam melhor levá-lo ao ar num dia útil (entre segunda e sexta-feira), exceto em 1990, quando a sucessora da holandesa Angela Visser foi eleita num domingo, 15 de abril.
Só a partir de 2006, o hábito de se realizar o Miss Universo num dia não-útil da semana foi retomado com freqüência. Naquele ano e nas edições de 2008 e 2009 o concurso foi realizado num domingo. A exceção neste período recente ocorreu em 2007, quando o concurso ocorreu numa segunda-feira, 28 de maio, dia de forte concorrência na TV americana (comédias da CBS, CSI: Miami, 24 Horas, The Bachelor, etc.).
Para se ter uma idéia, vamos aos dias úteis da semana que já abrigaram ao menos uma ou mais edições do Miss Universo no período entre 1960 e 2007:

Segunda-feira: 1978, 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985, 1986, 1988, 2005 e 2007
Terça-feira:: 1987, 1989, 1998, 2003 e 2004
Quarta-feira: 1999 e 2002
Sexta-feira: 1991, 1992, 1993, 1994, 1995, 1996, 1997, 2000 e 2001

Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Joia da coroa, Projetos especiais, Sem categoria, Todas as Venezuelas do mundo Tags: , , , , , , , , , , ,
04/11/2009 - 19:31

Rumo ao Miss Universo 2010: alguns dados históricos

As duas edições em que o Brasil venceu o concurso (1963, Iêda Maria Vargas, e 1968, Martha Vasconcellos) ocorreram num sábado. As datas: 20 de julho de 1963 e 13 de julho de 1968. Se fossem usados os parâmetros atuais de duração, o certame teria começado após o programa do humorista Jackie Gleason na CBS americana. Alguém, que ainda esteja vivo entre nossos leitores e viu as duas ocasiões de perto, tem idéia da duração que teve cada transmissão televisiva do Miss Universo vencida por este país nos anos acima descritos?
O Críticas, desde já, agradece à sua informação.

Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Jornalismo, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo Tags: , , , , ,
25/10/2009 - 16:43

Juliana Alves e a teoria da reprodução das espécies. E da involução da grande imprensa

Não temos muito o que discutir em relação à beleza da atriz de telenovelas Juliana Alves desnudada para a edição deste mês da revista Playboy. Para quem conferiu as poderosas ancas de 100 cm, não basta só falar de beleza superficial (como os outros blogueiros vão querer escrever ou já escreveram). Para melhor definir o que é Juliana Alves, eis um verso de Isto Aqui O Que É de Caetano Veloso, gravada em 1988:

Morena boa, que me faz penar
Bota a sandália de prata
E vem pro samba sambar

É mera bobagem achar que a curiosidade masculina em ver os poros, a flora reprodutiva e o gineceu de Alves (coisa concernente à essa estudantada que está entre o fim do ensino fundamental e o começo do ensino médio) vai estimular a imaginação besta de alguns bobos da corte da grande mídia que usam suas colonas(*) de jornal para tecer seus comentários oposicionistas idiotas como ração para uma oposição sensacionalista, ávida por cenas de baixaria editorial travestida de bom jornalismo diário. Bom jornalismo?
Nos versos de Ary Barroso regravados por Caê (e escritos originalmente em 1942), estão as ligações concretas deste texto com o (sub)mundo do samba: Juliana Alves já foi rainha de bateria da Unidos de Vila Isabel no último Carnaval. E, para 2010, cedeu sua vaga a uma certa Gracyanne Barbosa. A do Tchakabum e noiva do pagodeiro Belo, ora na condicional.
Na ligação concreta de Juliana Alves com o PIG(**) reside não só o fato de esta ser atriz da Globo: mas de já ter participado de seu principal reality, em 2003, na mesma leva da miss Brasil cassada Joseane Oliveira e da futura humorista Sabrina Sato. A aliança entre o PIG(**), as curvas de Juliana Alves e o Carnaval rende um samba de crioulo doido mal redigido por mulatólogos de plantão travestidos de milicianos político-partidários. Essa é a grande chaga da coisa.
Como pudemos depreender, nem todo encanto deve ser encarado na linguagem excessivamente agridoce dos poetas e poetinhas. É preciso também pensar direito e abrir os olhos sobre quem realmente está se falando.
Juliana Alves pode “até bater um bolão”. Mas é preciso ter atenção aos detalhes sórdidos dos bastidores dos operativos midiáticos que a empregam neste momento. Afinal, Caminho das Índias foi uma falsificação grosseira do PIG(**) para cima dos documentários do Discovery Channel ou do National Geographic. Fazer um documentário do universo do corpo de uma passista é fácil. Difícil é achar conversas mais convincentes para as barbaridades editoriais que antecedem os requintes de crueldades do desespero da baixaria telenovelesca globelezada no ritmo e no compasso da bela Juliana Alves com seu constante crepúsculo nos Numb3rs do Ibope. A concorrência das séries americanas do canais pagos (e do SBT também), da livre informação e de telenovelas concorrentes (caso do sorriso metálico de Gisele Itié em Bela, a Feia) agradece.

(*)Não tem nada a ver com cólon da Juliana Alves, da Gyselle Soares ou de qualquer outra ex-fratella. São milicianos mineiros, paulistas e cariocas de redação do PIG(**) engajados em derrubar o presidente Lula e promover a volta da direita ao poder. E assim se comportarão sempre que um presidente tiver origem no trabalho e não no capital, no Brasil, no Mundo e na história da exploração espacial. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, chamam seus patrões de colegas. É essa gente aí que quer fraudar o resultado do Miss Brasil 2010 para favorecer a capixaba Débora Lyra, candidata à etapa nacional do Miss Universo por Minas Gerais
(**)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Brothers & Sisters, Egos da mídia, Força da Grana, Gerson Law & Order, Globelezação, Ibopes da vida, Imprensa monopolista, Independência editorial, Reality-shows, Samba de Uma Nota Só, personalidades, realidade brasileira Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
20/10/2009 - 19:47

A gaeta(*) não escuta Pearl Jam. Nayla queria matar a detetive Lilly Rush

Em meio à emoção da reprise do episódio Into the Blue, da série Cold Case (levada ao ar ontem à noite no canal pago Warner) fica a leve constatação de que os interesses eleitorais dos organizadores do Miss Brasil-Miss Universo se sobrepõem aos artísticos. Principalmente no trato ao respeito aos ouvidos dos seus telespectadores (com os da Band, pior ainda).
Nayla Micherif tem horror a música do Pearl Jam. Tanto é que proibiu seus funcionários na firma organizadora do concurso nacional de falarem em Black, música da banda de Seattle gravada em 1991 para o álbum Ten. Em Into the Blue (que tratava da investigação do assassinato de uma cadete dentro do próprio quartel), os versos de Eddie Veeder ilustraram a doce infância da detetive Lilly Rush (Kathryn Morris), remetida ao ano de 1976 (quando a então Miss Brasil, a paulista Kátia Celestino Moretto, foi obrigada a assinar papéis da violência do empréstimo compulsório imposto pelo general Geisel [apoiado pela Globo, é claro] aos brasileiros que viajassem ao exterior para participar do Miss Universo em Hong Kong). Parecia uma espécie de carta-testamento aos fãs de Cold Case, então na faca do cancelamento por parte da rede CBS.
Uma semana após a transmissão desse episódio, em 17 de maio, a CBS decidiu dar mais uma sobrevida a Cold Case. E deixar Lilly Rush em paz, ao menos, por mais uma temporada.
Com isso, Nayla perdeu a grande chance de mandá-la para o inferno dos esquecidos junto com o grande legado deixado pela cultura e pela música grunge dos anos 90.

(*)Não adianta escrever Gaeta Promoções e Eventos em maiuscula dado o grau de reincidência de denúncias de corrupção contra a direção nacional do Miss Universo no Brasil. Com uma imprensa conformista e complascente com as atividades criminosas da quadrilha de Nayla Micherif e Boanerges Gaeta Jr., fica cada vez mais difícil que, após Natália Guimarães, apareça outra candidata estadual neste país com a cancha de Rafaella Zanella e o carisma de Natália para arrebatar os corações e mentes dos jurados do concurso internacional.

Autor: João Lima - Categoria(s): Canta USA, Séries, United States of Tara Conner, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,
20/10/2009 - 07:50

Ridley Scott e os Numb3rs do Miss Paraná 2010

A preço de hoje, na contabilidade do matemático Charlie Eppes (David Krumholtz), a etapa paranaense do Miss Brasil-Miss Universo 2010 contaria com a participação de 50 candidatas. Número esse um pouco maior que em 2004, quando apenas 46 municípios enviaram candidatas. Com a troca de organização, fica difícil acreditar que este certame (o estadual) tenha sobrevida em alguma emissora.
Nos anos de 2007 e 2008, a TV Maringá/Band assinou a transmissão do concurso. Agora, os diretores da BMW Eventos (detentora da franquia) batalham também contra os livros de história: querem que o nome de Carmen Sílvia Ramasco seja riscado dos livros escolares como a Miss Brasil de 1967. Tentam colocar o nome de Wilza Rainato a pretexto de reescrever a invenção da pólvora e a descoberta da eletricidade e da penicilina. Acham que os missólogos (e o povo brasileiro do século XXI) são trouxas e idiotas.
A peleja acontece dia 6 de dezembro. Até lá, resta saber se RIC/Record ou Rede Massa/SBT aceitam transmitir essa coisa. RPC/Globo, por suas razões mais que óbvias, está fora de cogitação (Veja qual é o verdadeiro interesse da RPC no Miss Paraná 2010).

Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Eventos, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Numb3rs, Projetos especiais, concursos de beleza, Água oxigenada Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
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