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03/11/2009 - 15:05

O mundinho da baixaria de Cláudia Leitte contra a liberdade de imprensa

“Eu vou olhar nos seus olhos e dizer: ‘críticas ao meu trabalho, independente de serem positivas ou negativas, eu não vou aceitar nunca’. Sabe por quê? Eu não preciso de parâmetro de ninguém, eu faço o que o meu coração me colocar para fazer. Quando eu subo no palco, eu dou a minha alma. Quem está comigo sabe e quem não está também sabe. Quando você falar comigo, seja jornalista, tenha ética, não faça o seu leitor pensar como você, faça ele ficar livre para pensar o que quiser. Exponha a verdade.”
(De Cláudia Leitte, na sua visão de “liberdade de expressão” ao jornalista baiano Alex Lopes)

O episódio da agressão de agentes de segurança da cantora Cláudia Leitte a um jornalista da TV Aratu (afiliada do SBT na Bahia) deixou lições claras do verdadeiro barril de pólvora que é a relação da imprensa com artistas estabelecidos da axé-music, os recording artists que gozam de livres espaços nos veículos de comunicação do PIG(*) e do movimento Cansei.
Veja a nota do Universo Axé, do repórter Alex Lopes sobre o incidente
Os publicistas de Claudinha, como a cantora é conhecida nos meios musicais e fora deles, venderam ao site EGO (da Globocom, ligada à Rede Globo, mesmo site que “elegeu” Rayanne Morais como Miss Brasil 2009) a farsa montada para prejudicar o trabalho de Alex Lopes, jornalista formado em uma das principais universidades baianas e influente formador de opinião no mundo do Carnaval baiano e dos sub-gêneros musicais criados por ele, como a axé-music. Até o R7, da Record, entrou na conversa colocando na grade da Record News a seguinte manchete: “Cláudia Leitte acusa jornalista de se auto-promover”.
O curioso nessa história toda é que Cláudia estudou Comunicação Social (habilitação Jornalismo) sem ao menos ter concluído o curso, da mesma forma que fez com as faculdades de Direito e Música. Do alto de seus 29 anos de idade e oito de carreira, a ex-vocalista do Babado Novo parece não ter aprendido a discernir o que é fonte confiável do que não é. Trata certos jornalistas e blogueiros independentes na vara, no mesmo modus operandi com que a governadora tucana gaúcha Yeda Crusius agride a imprensa que cobre os escândalos de seu governo ora agonizante.
Escolhemos colocar a frase na abertura para resumir bem o estado de desrespeito com que Cláudia Leitte trata parte da imprensa baiana. Alex Lopes trabalha na Aratu, afiliada da Globo no Estado entre 1969 e 1987 (quando perdeu seu contrato para a TV Bahia). De lá para cá, a emissora do galinho já vergou as afiliações da antiga Manchete e da CNT até passar para a malha do SBT em 1997, em função da compra da TV Itapoan pela Rede Record. Cláudia só estrearia na cena musical baiana em 2001.
O caso Cláudia Leitte vs. Aratu remete logo a outro episódio, ainda mais tenebroso: o que, nas eleições para a Assembléia Nacional Constituinte em 1986, o senador Antônio Carlos Magalhães chamou o repórter Antônio Fraga (então na Itapoan) de “f.d.p.”. A história narrada por Leandro Fortes ainda soa atual, principalmente sob a dominação dos egos de uma diva da axé-music em suas relações conturbadas com a mídia independente.

(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Música, Mídia regional, Samba de Uma Nota Só, Viola Minha Pistola Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
12/08/2009 - 13:03

A globo quer acabar com o Carnaval da Band?

A julgar pelo colonista(*) Daniel Castro, sim. Apesar de a Band já estar engatilhada com a Prefeitura de Salvador, a Associação dos Trios e Blocos e os Governos da Bahia e de Pernambuco, a esfera global pretende, digamos, “desconcentrar” a cobertura nos desfiles do eixo Rio-São Paulo.
Para alguns tzares do Projac, o momento é de aproveitar o daytime (usado apenas nas transmissões regionais) e usá-lo cada vez mais na sua grade nacional. Caso do Galo da Madrugada, por exemplo, levado ao ar antes dos jornais de meio-dia. Quanto aos blocos baianos, a regra é não melindrar a concorrência (leia-se Band) nos horários de transmissão, E, principalmente, para não tirar do ar sua grade habitual da tarde (Huck, Faustinho**, futebol, reprise de novela y mas allá).

(*)Não é o cólon da mulher-coração do programa Brothers da Rede TV!, da Denise Richards, da mulher-melancia, da mulher-moranguinho ou da Gyselle Soares e sim jornalistas mineiros e potiguares que atuam na milícia de Nayla Micherif e Boanerges Gaeta Jr. para eleger, a todo custo, Larissa Costa como a Miss Universo 2009. São também pseudo-intelectuais incrustados nas redações de jornais, revistas e portais do eixo Rio-São Paulo que, em palavras de Mino Carta, “chamam o patrão de colega”. No Jornal Meio Norte (y no resto dos veículos do Sitema Integrado MN), todos os jornalistas (não importa o posto) se chamam de colegas, não só seus chefes.
(**)Depois da cirurgia (e da redução já prevista de seu espaço dominical para 2010-irá para o primetime), Fausto Silva perdeu o apelido usual de Faustão

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Em causa própria, Eventos, Força da Grana, Globelezação, Ibopes da vida, Imprensa monopolista, Independência editorial, Música, Mondo cane, Mídia regional, Oportunismo, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, Variedades Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
05/05/2009 - 11:42

American Idol: Kelly Clarkson vai cantar para as nossas misses; jogue nayla e Alexandre Pires no lixo

Numa tentativa de limpar os nossos ouvidos do verdadeiro esgoto em que se transformou o repertório musical do Miss Brasil de 2007 para cá (Paulo Ricardo e Alexandre Pires, por exemplo), os organizadores poderiam ao menos apelar para uma atração internacional. “Mãs”*, devido ao estupro causado pela crise econômica global desencadeada com a falência dos banquinhos palpiteiros Lehman Brothers e Stear Bearns, as possibilidades disso acontecer agora são praticamente nulas. Nayla Micherif vai lançar mão do mesmo lixo que contaminou o certame do ano passado, a começar do Olodum.
Agora, imagine esta grande banda baiana sendo substituida por um esterco nominado Harmonia do Samba, É o Tchan ou Tchakabum. Se algum dia o Miss Universo vier a ter uma edição realizada em Pindorama, esses verdadeiros coliformes fecais da MPB fatalmente seriam trocados por alguém mais de nível, tipo Enrique Iglesias ou Zeca Baleiro (apesar deste estar escrevendo para uma revista do PIG** chamada IstoÉ). O que vocês pensam?

*De acordo com o gaúcho
**In anyone serious democracy of the world, conservatives, low technical quality and includding sensationalist newspapers and only one television network has influence as well in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party)

Autor: João Lima - Categoria(s): Egos da mídia, Em causa própria, Força da Grana, Música, Podres poderes, Variedades, concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , , ,
11/04/2009 - 16:04

Miss São Paulo: é o que a Band diz

Está confirmado, ao menos nas chamadas da emissora: o Miss São Paulo 2009 será mesmo no próximo sábado, às 22h. Local mantido (Memorial da América Latina), mas as atrações musicais deixam a desejar: Xanddy e Paulo Ricardo são muito popularescos para um concurso de beleza de grande porte.
No Miss Universo (e em algumas de suas etapas nacionais) não é assim. Quer um exemplo? Kelly Clarkson, que cantou no Miss Bélgica 2007. Ou por que não falar em The Veronicas e Kevin Rudolf, que cantarão no Miss USA 2009, no dia seguinte ao Miss SP?

Autor: João Lima - Categoria(s): Música, Projetos especiais, Variedades, concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , ,
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