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19/11/2009 - 19:22

Os primeiros detalhes do Super Bowl 2010: Britto Jr. que se cuide

Já está fechado o show do intervalo da grande final do futebol americano profissional: segundo os sites da matriz local da MTV e da Sports Illustrated, os ingleses do The Who irão se apresentar no Dolphin Stadium em Miami Gardens (Flórida), na noite de 7 de fevereiro. A mesma para a qual a Record programou a final de A Fazenda 2. Falta apenas definir quem vai cantar o Hino Nacional Brasileiro dos entreguistas de Ali Camel(*) antes do pontapé inicial. Na edição passada, Jennifer Hudson foi acusada de fazer playback, tal qual Whitney Houston em 1991(**).
Quanto aos comerciais, a belgo-brasileira InBev (nova dona da cerveja Budweiser) é uma das firmas que já assinaram contrato para a exibição dos cobiçados comerciais de 30 segundos. No entanto, cabe à Pepsico (dona da marca Doritos) à veiculação do anúncio mais caro da competição. E o fundamental: o pagamento de um bônus de US$ 5 milhões aos criadores vencedores da concorrência promovida pela agência que atende à firma. Para o pós-jogo, a CBS estuda entre três séries e um reality qual o que terá episódio especial a ser transmitido para o público dos Estados Unidos. Atentem: The Big Bang Theory (a mais provável, segundo 65% dos internautas do The Hollywood Reporter), The Mentalist, NCIS: Los Angeles ou Survivor (isso na cotação da publicação especializada).
No Brasil, Bandsports e ESPN irão transmitir o Super Bowl no sistema pago. A Band vai exibir uma condensação do evento, horas mais tarde.
***
Mas, atenção: no fechamento desta nota a mesma MTV americana já soprava aos quatro ventos que Kanye West(***) tomaria a vaga do grupo que canta as músicas de abertura de todas as séries da franquia CSI (cá retransmitidas pela mesma Record e pelo canal pago AXN).

(*)É o indivíduo que se utiliza da Globo (e de suas empresas-satélite pertencentes a afiliadas, como a cearense TV Diário) para povoar mentes desérticas e disseminar idéias golpistas e conservadoras que dão errado
(**)Para a lista completa, verbete em inglês da Wikipedia
(***)Kanye West é aquele cantor que agrediu verbalmente a cantora country Taylor Swift no último VMA

Autor: João Lima - Categoria(s): Esportes, Eventos, Música, Reality-shows, Séries, The Star Spangled Banner Tags: , , , , , , , , , , , ,
05/11/2009 - 19:00

A mentira da Gaeta tem limite

Já se passaram pouco mais de dois meses da vexaminosa participação de Larissa Costa no Miss Universo e os (ir)responsáveis pelo Miss Brasil-Miss Universo ainda não moveram uma única palha em relação à edição 2010 do ceretame. Enquanto as demais competidoras da atual Miss Brasil no concurso nacional deste ano são tratadas a pão e água tanto pela mídia quanto pelas coordenações estaduais, Larissa segue recebendo o tratamento devido como se nada, absolutamente nada tivesse acontecido. Aconteceu sim.
Verdade seja dita, o reinado de Larissa Costa como Miss Brasil 2009 já acabou. Não há mais razão nenhuma de levá-la a participar de eventos, mesmo os seus organizadores e empresários estarem cientes de que a presença de uma Miss Brasil não-classificada nas semi-finais do Miss Universo não vai atrair atenção alguma. Pelo contrário: vai atrair a ira de torcedores insatisfeitos e de formadores de opinião estarrecidos com a farra de recursos públicos usada tanto na promoção de um lobby que jamais existiu como num voo promocional para Lisboa em junho último. O pagador do IPTU e da Taxa de Coleta de Resíduos (também conhecida como Taxa de Lixo) das cidades de Natal e São Gonçalo do Amarante sabe muito bem do que este Críticas está falando.
O mínimo que a sociedade brasileira pede agora, em nome do bom senso, da liberdade de imprensa e seu poder de fiscalização, da liberdade de expressão e do respeito ao uso do dinheiro público, é apenas uma coisa: Larissa Costa, renuncie ao título de Miss Brasil que não mereces vergar diante de tanta corrupção já tratada, abordada e comprovada por parlamentares e por defensores públicos. A sujeira que os dirigentes da Gaeta Promoções e Eventos insistem em varrer para debaixo do tapete para não afugentar os “contratos publicitários” da atual Miss Brasil é o retrato da degradação que atinge em cheio a indústria crescente dos concursos de beleza no Brasil.
Enquanto jornalistas de milícia brincam de serem as Ruths Ocumarez de ocasião nas redações refrigeradas do eixo Rio-São Paulo-Minas, o calendário das etapas estaduais do Miss Brasil/Miss Universo 2010 segue parado, sem um único planejamento super-prévio, como acontece no Miss USA. Ceará, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Amazonas, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Pará e Bahia trataram de seguir a nossa convocação feita em setembro último para adequarem os calendários de seus certames ao da fall-season da etapa americana do Miss Universo. E os outros Estados e o Distrito Federal? Vão continuar na mesma masmorra, na eterna promessa de enviar uma pretensa representante potencial do Brasil para levar o título de Miss Universo ao invés de só pregarem a conversa mole do “quem sabe”? Esse pessimismo pragmático das coordenações estaduais do Miss Brasil precisa acabar. Assim como a cadeia de inverdades inventada pelos marqueteiros da Gaeta.
O sonho de Larissa Costa acabou. A hora é de a Gaeta e seus franqueados estaduais acordarem para a realidade nua e crua da missologia brasileira.

Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção siliconada, Informes e editoriais, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , ,
13/01/2009 - 11:26

O custo colunista

No pé da Canal 1 de hoje, Flávio Ric(c)o anunciou o que chama de “novidade muito interessante” para seus leitores, notadamente os que acessam sua colona* na Grande Rede. Vale lembrar ao periodista da Tribuna da Imprensa que montar um portal, como ele faz questão de deixar oculto (mas é essa a sua real intenção), tem seus custos e desvantagens. Principalmente se o dono da página não tem o amparo de grandes anunciantes e portais idem.
Por essas e outras razões, determinadas páginas de jornalismo independente na web têm desaparecido de um ano para cá sob essa justificativa. Que, na maioria das vezes, mascara razões políticas e perseguição ideológica-liberticida.

Autor: João Lima - Categoria(s): Imprensa, Jornalismo, Ética jornalística Tags: , , , , , ,
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