Arquivo da Categoria realidade brasileira
24/11/2009 - 22:10
Passaram-se 27 anos da última oportunidade que o monopólio da Globo (isso mesmo, monopólio!) ganhou alguma estatueta no Emmy destinado a emissoras não-americanas. De lá para cá, aumentaram as concessões dadas a canais de redes concorrentes, a TV a cabo deu mostras de sua força (embora inibida pelos lobbies da família Marinho contra novas concessões de operadoras país afora) e a própria Globo sentiu na carne o gosto amargo da derrota para a livre concorrência. Nesse hiato, entre o especial Morte e Vida Severina e a novela-documentário Caminho das Índias muita coisa foi feita no campo tecnológico. Começou-se a delinear a morte do sistema analógico em favor do digital, Bussunda morreu junto com a comédia do Casseta e Planeta, duplas sertanejas apresentaram programas no daytime dominical e por aí vai. Cenas de uma televisão brasleira regada a guerras editoriais de desespero e imbecilidade política.
Da ira inicial com os noticiários da manhã na Grande Rede (todos pró-Globo) ao artigo de Daniel Castro no portal R7 passaram-se mais de 12 horas para que eu tentasse entender a real dimensão da coisa. Apesar de ser uma vitória dos profissionais do medius televisivis brasiliensis, o laureamento de Caminho… não deixa de ser questionável. Para se ter uma ideia do perigo que representa o monopólio da esfera global na difusão de suas telenovelas mundo afora, remetamo-nos a uma pensata de Luís Nassif que comparava o diretor de jornalismo da casa a um ator pornô. Foi essa assepsia que o Padrão Global/Padrão Fantástico quis vender aos jurados do Emmy Internacional. Vendeu bem, a ponto de Juliana Paes dar uma bofetada na cara dos responsáveis pelo Emmy americano (este sim, mais democrático, por pernitir o rodízio de redes na sua transmissão televisiva doméstica). Usaram a Maya da trama já encerrada para vender uma Índia falsificada. Tão falsa quanto as novelas dos primórdios globais de Glória Magadan (morta em 2001), todas gravadas nos estúdios do Jardim Botânico.
Digam o que quiserem, amanhã ou depois de amanhã. Vitória brasileira (seja em concurso de beleza, no automobilismo, na moto-velocidade, no futebol ou na sétima arte) não se questiona. O que se quer condenar aqui é o comportamento monopolista na distribuição dos espaços brasileiros nesta edição do Emmy Internacional. Nesta, para ficarmos bem claros.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Corrupção na mídia, Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Globelezação, Ibopes da vida, Mondo cane, Mídia regional, Projetos especiais, Samba de Uma Nota Só, realidade brasileira, Ética jornalística
Tags: Caminho das Índias, Emmy Internacional, monopólio da informação, retrocesso, telenovelas
22/11/2009 - 15:14
Após serem difamados pelo governador Sérgio Cabral e pelo prefeito Eduardo Paes, os agentes da Divisão de Casos Especiais (Gramaticais) da polícia de Nova York, do FBI e da Interpol, acompanhados de repórteres do jornal da cultura, do jornal nacional e de um comediante do Rockgol MTV chegam à Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro, com um mandado de prisão nas mãos. E com um aparato de segurança não visto nem mesmo nas séries Plantão de Polícia, Força-Tarefa e A Lei e o Crime. Muito menos em CSI, NCIS ou na América pós-11 de setembro de 2001.
***
ZACH NICHOLS (Jeff Goldblum): Police!
MEGAN WHEELER (Julianne Nicholson, com o megafone na mão): Police! We have a prison order by Supreme Court of the United States and the Brazilian Federal Public Ministry! Right on the window!
(Passam se cinco minutos e são disparados os primeiros tiros de advertência. Lá dentro, a chefe do esquema de corrupção no Miss Brasil-Miss Universo, Nayla Micherif, seguia sua rotina de trabalho. Atendia um telefonema até ser interrompido por uma de suas secretárias):
SECRETÁRIA: Nayla, a Polícia está lá embaixo com uma ordem de prisão contra a senhora!
NAYLA: Diga a esses imbecis que já passei pela mesma provação diante do Datena outro dia. Mande esses americanos imbecis irem para a p… que pariu!
SECRETÁRIA: Vou avisá-los.
(Nayla sai de seu escritório, na sede da gaeta[*], pega um cassetete, e desce para a rua onde estão os policiais).
CAP. DANIEL ROSS (Eric Bogosian): Any sign of our deffendant, Nayla Micherif?
WHEELER: No, capitain.
ROSS: Grab a walkie-talkie to communicate the agents who stay inner the gaeta’s(*) office building.
WHEELER: Right now.
WHEELER: Agents, let’s enter on the Nayla’s office now!
(Um dos agentes do FBI toca a porta)
AGENTE 1: Police!
(Nesse instante, os detetives entram no prédio com o mandado de prisão).
O ambiente é de tensão no prédio onde funciona o escritório da gaeta(*). Funcionários estão apreensivos com a possível prisão da pessoa que ajudou a revelar Grazi Massafera e Natália Guimarães. Alguns boletins noticiosos não-alinhados ao PIG(*), como o Conversa Afiada e o portal Vermelho entram com a seguinte manchete: “URGENTE: Polícia invade escritório de diretora do Miss Brasil” ou “Agentes do FBI estão à caça de Nayla Micherif, dizem fontes”. Ninguém do terrorismo midiático do Padrão Global/Padrão Fantástico (especializado em canonizar as misses Brasil Universo reinantes de 2007 para cá) noticia a operação. Estão todos de mãos atadas com a gaeta(*) (se falar mal, perde o emprego).
NAYLA: Quem é?
WHEELER: NYPD! FBI! Hands on the floor!
NICHOLS: Great beauty pageant you organize! Neither Miss Puerto Rico have this “mega-structure”.
NAYLA: Tire as mãos de cima de mim!
WHEELER: You can explain better this infra-structure on Federal Police precinct.
Nayla sai algemada da sede da gaeta(*) sob manifestações de solidariedade. “Não acredite nessa Newsweek, são uns idiotas, uns tresloucados!”, diz a funcionária de uma multinacional francesa de metalurgia que tem contratos milionários com a jestão tucana de José Serra em São Paulo. Surpreendentemente, ninguém a xinga de “ladra!” e “assassina!”.
***
“A diretora do concurso Miss Brasil, Nayla Micherif, foi levada agora há pouco para a sede da Polícia Federal no Centro do Rio de Janeiro. Não foram divulgados detalhes da operação que prendeu a empresária, que venceu o concurso em 1997. Novas informações a qualquer momento”, anuncia um perplexo Ricardo Boechat no plantão do jornal da band. Ao saber da notícia, o capitão Ross desliga o televisor e xinga:
ROSS: Mentally disturbed! What college this idiot studied?
ALEXANDRA EAMES (Kathryn Erbe): I don’t know.
NICHOLS: Boechat reported the Nayla’s arrestment by pretext to undercover the corruption charges against the political scheme which the former Miss Brasil titleholder supports in her homeland State, Minas Gerais.
WHEELER: According to the records, Nayla was born in Ubá, the some homeland city of deceased composer Ary Barroso. She assumed her function at Miss Brasil organization in 2001, after the enesym change of coordination after cancellation of thus by SBT network, in 1991.
ROSS: She need us a lot of explanaitions.
***
EAMES: Is a second time you stay here. What are you did during your Miss Brasil directing term?
NAYLA: Vocês querem me transformar num Celso Pitta de saias, não é?
ROBERT GOREN (Vincent D’Onofrio): NOT necessarialy look-a-like Pitta. But we have a lot of prizes for your excellent work joining the Miss Universe Organization. Lie, corruption, fraud, traffic of influence, false representative, larceny, blackmail, extorsion. Your work is NOT reveal a look-a-like Grazi Massafera ou Natália Guimarães. YOUR work is a plotting of false lobbies to brazilian candidates for Miss Universe title.
EAMES: And also, you used the same scheme to attempt to influence results of Miss International 2009 pageant, at comunist China. Used the Minas’ media to influence and made a hoax involving the name of Rayanne Morais.
NAYLA: Não é verdade! Diz pra mim que não é verdade!
NICHOLS: At Miss Universe 2007 pageant, my cousin who traveled to Mexico City to support Miss USA Rachel Smith, told me about corruption stories involving your person within the judges. I see what the NBC telecast didn’t showed from the backstage.
NAYLA: A Natália chegou lá porque era linda e carismática não porque eu teria roubado, seus imbecis! Vermes! Safados!
EAMES: The history what we earned in the Bandeirantes TV headquarters in São Paulo is yet fresh in our minds to the date. We don’t forgot your mise-en-scene to assault Detective Goren and insulted the image of american police.
(Nayla agarra Eames pelo pescoço e tenta enforcá-la).
NICHOLS: Quiet!
(Os agentes contem Nayla e a levam de volta para a cela).
GOREN: Great example.
***
(**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
Autor: João Lima - Categoria(s): Força da Grana, Gerson Law & Order, Hannah Montana e suas Grandes Irmãs, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Joia da coroa, Mondo cane, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, Séries, corrupção nos concursos de beleza, realidade brasileira, Ética nos concursos de beleza
Tags: Aécio Neves, Alexandra Eames, AXN, Band, corrupção, corrupção no Miss Brasil, Daniel Ross, estelionato, fraude eleitoral, fraude siliconada, fraudes em concursos de beleza, Gaeta, Law & Order: Criminal Grammar, Law & Order: Crminal Intent, Megan Wheeler, Miss Beleza Internacional, Miss Universo 2007, Miss USA, Nayla Micherif, NBC, plantão da Band, PSDB, Rachel Smith, Rayanne Morais, Robert Goren, tucanato mineiro, USA Network, Zach Nichols
21/11/2009 - 11:12
Na última terça-feira (17), Brasília deveria ter sido confirmada como sede do Miss Brasil-Miss Universo 2010. No How I Met Your Mother da gaeta(*), nenhuma das manchetes trata do assunto. Diretores da firma organizadora do concurso nacional tentam abafar o caso, não repassando mais nenhuma informação sobre as negociações com o Governo do Distrito Federal nem à imprensa, muito menos a blogues e sites especializados.
Tradução livre: Nayla Micherif e seus comparsas tentam criar uma verdadeira cortina de fumaça para acobertar um acordo financeiro secreto com o Democratas de Brasília que envolveria troca de favores, pagos pelos moradores da capital federal. Publicidade oficial à farta aí incluída.
Autor: João Lima - Categoria(s): Eventos, Força da Grana, Joia da coroa, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, concursos de beleza, realidade brasileira, Ética nos concursos de beleza
Tags: Brasília, Democratas, Miss Brasil 2010, Nayla Micherif, negociatas
20/11/2009 - 08:36
No Boletim de Ocorrência da Canal 1 denominado “manchetes que podem mudar a humanidade”, Flávio Ric(c)o, porta-voz do imperialismo americano e das multinacionais que querem boicotar a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), escreve:
“Mais uma da série “notícias que podem mudar o rumo da humanidade”: Danielle Winits e o filho Noah tomam sorvete para se refrescar.
Nota corajosamente postada num site (esse site é o EGO, ligado à Globo)”.
O EGO é o mesmo site que “elegeu” Rayanne Morais como Miss Brasil 2009 numa votação fraudulenta (clique aqui para ver o resultado do estelionato eleitoral que acabaria dando a coroa de facto à potiguar Larissa Costa).
No entanto, outro site (o Escrevinhador, de Rodrigo Vianna) postou corajosamente a notícia que Ric(c)o não quis postar (para não prejudicar suas ligações umbilicais com a Rede Globo). Essa sim, é para “mudar o rumo da humanidade” (ou a falta dela): “TIM, Oi e Telefonica querem dar golpe na Confecom: elas já entraram para o PIG(*)? Vamos reagir!”.
Isso sim é coragem jornalística que os Backstreet Boys II Men do atraso cultural brasileiro querem encobrir em favor de abusos de poder. Como o verificado na recente concessão de título de cidadão pernambucano aos músicos paraenses da banda Calypso. Propositura de um parlamentar do Democratas, amicíssimo de Ric(c)o e notório lobista da Globo e dos interesses escravagistas dos tacões assassinos dos usineiros e das empreiteiras.
Flávio Ric(c)o usa como Hino Nacional a letra de The Star-Spangled Banner e não os versos de Osório Duque Estrada escritos em 1822, logo após a nossa independência de Portugal.
Ric(c)o já foi diretor do programa do falecido Ferreira Netto na Band. E Ferreira, como contou Mario Sérgio Conti, acabou demitido da emissora em 1983 por aceitar propina de pessoas ligadas ao então governador do Amazonas, Amazonino Mendes (corrijam se esta informação estiver errada) para aceitar que sua entrevista fosse ao ar. João Saad, dono da emissora, soube do blackmail armado pelos peemedebistas manauaras e mandou Ferreira ir passear em frente ao número 13 da Rua Radiantes, Morumbi.
Ric(c)o já passou por praticamente todas as emissoras grandes do país, baseadas no eixo Rio-São Paulo. Noutro dia, falou maldades do apresentador Geraldo Luís, da Rede Record, como se estivesse escrevendo um episódio de PR para a TV Diário, ligada à Globo e ao grupo do coronel tucanófilo Tasso Jerissati (aquele que diz que “tem jatinho porque pode”).
Ric(c)o atualmente possui esse verdadeiro Prêmio Pulitzer da crítica televisiva de extrema direita ancorada na imprensa raivosa do “Sul Maravilha”.
Ric(c)o é porta-voz da direita tucana na crônica televisiva além de advogar pela perpetuação do monopólio da informação. O UOL (onde o colonista[***] atualmente trabalha) pertence aos grupos Folha e Abril. A Folha, por sua vez, é sócia da Globo no jornal de negócios Valor Econômico. E a Abril, da sul-africana Naspers, que apoiou o regime de apartheid que manteve Nelson Mandela na cadeia por 27 anos.
Ric(c)o usa vários chapeus (veja quais são). Mas, nas suas linhas, não esconde seu ódio aos piauienses (a conduta de apoio ao Rafinha do Emocore no Brothers and Sisters da Gyselle Soares[*****], não confundir com o Brothers & Sisters da Cantora Josy[****], foi o exemplo mais claro de seu escárnio jornalístico contra os nordestinos).
Na surdina, Ric(c)o atua como miliciano da gaeta(**), a Securitate da missologia nacional. Pensa que Renata Fan é ao mesmo tempo, Courteney Cox, Patrícia Arquette, Mariska Hargitay, Sally Field, Glenn Close, Elisabeth Moss, Kyra Sedgwick ou Holly Hunter. Advoga para a mílícia de Zé Pedágio e Aécio Neves na mesma velocidade que estes se negam a pagar os precatórios dos velhinhos e sucateiam as pequenas empresas de seus respectivos Estados.
(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
(**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
(***)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas mineiros do PIG(*) que atuam na milícia para derrubar o presidente Lula e tentar eleger Débora Lyra, na marra, como Miss Brasil 2010. E assim se comportarão na imprensa do Brasil, na cobertura da nona temporada do American Idol e na aposentadoria dos ônibus espaciais, prevista para 2010, sempre que uma ex-participante de Big Brother sair do Estado mais pobre do Brasil (e não dos Estados Unidos de Jennifer Aniston, Jennifer Hudson, Jennifer Garner, Jennifer Love Hewitt e Jennifer Lopez) para chamar a atenção da mídia. São jornalistas que, como diria Mino Carta, “chamam o patrão (geralmente ruralista e escravagista que apóia os “editoriais” da Band-J.E.L.) de colega”. É essa gente aí que vive falando mal do Piauí na grande imprensa.
(****)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008.
(*****)Não confundir com a série da rede americana NBC levada ao ar em 1979
Autor: João Lima - Categoria(s): Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Globelezação, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Independência editorial, Nossa Grana, The Star Spangled Banner, personalidades, realidade brasileira
Tags: Boletim de Ocorrência, Confecom, Danielle Winits, liberdade de imprensa, liberdade de informação, PIG, Rayanne Morais
18/11/2009 - 18:56
Em 1980, Roberto Carlos gravou uma das maiores aberrações líricas do romanceiro musical brasileiro. O Gosto de Tudo, concebida pouco depois do romance do “rei” com a atriz de telenovelas Myriam Rios (no presente dia, apresentadora de uma emissora católica), soou como um abafador da indústria da notícia ruim que começava a se formar para desvendar os podres dos porões da ditabranda militar que ainda comandava o Brasil. Num ano em que a Rede Tupi dava seu canto forçado de cisne, asfixiado pela tormentosa dívida, os versos a seguir davam o tom do resumo do que era o reinado da Miss Brasil da ocasião, a sulista Eveline Schroeter (eleita pelo Rio de Janeiro).
“Quando eu provo do seu beijo
Me confundo no sabor
Da pureza dessas fontes
Da beleza desse amor
Nesse campo farto e fértil
Eu desfruto do melhor
Da pureza dessas fontes
Na beleza desse amor”
No mesmo Natal de 1980 que testemunhara o assassinato estúpido do ex-beatle John Lennon por um fanático na frente do Edifício Dakota em Nova York, o Brasil de Eveline já estava a ponto de amargar 26 anos da mais profunda recessão econômica. Recessão essa agravada pelas megalomanias idiotas do regime militar como a Transamazônica, apoiadas pelo jornalismo panfletário da Rede Globo. A tara do padrão global pelas pautas prontas estilo chapa-branca para agradar os generais de plantão logo não era bem vista pelos telejornais da concorrência, aniquilada por um plano diabólico de concessões o qual favoreceu a famíglia Marinho até meados dos anos 80. No caso do Piauí, pior ainda a situação (a segunda concessão de TV para o Estado só seria autorizada em 1983).
***
Quando Ferreira Martins noticiara no Jornal Bandeirantes (boa época aquela) que “o Governo nega qualquer intervenção política no fechamento da TV Tupi, a primeira emissora do Brasil”, o canal paulista da família Saad não dissimulava, mas também não atacava o regime militar de ocasião (a Band só mostraria as suas garras contra a ditabranda ao cobrir os comícios das Diretas-Já, que a Globo se negava a mostrar, entre 1983 e 1984). Quando Ronaldo Rosas (então na sucursal carioca do canal, futuro co-apresentador do Jornal da Manchete) disse que “muitos (fúncionários do canal, ênfase minha-J.E.L.) choraram”, o mundo fora da esfera global parecia ter desabado tanto quanto no apocalíptico enredo da série americana FlashForward, da ABC, cujos primeiros promos no AXN já estão no ar (É ver os intervalos vespertinos do Law & Order: Criminal Intent do Brasil Urgente para comprovar).
Para terminar, uma pergunta: onde estavam os “700 moralistas” da Uni(o)ban (que “violentaram” a estudante Geysi Arruda) no dia em que a advogada Lyda Monteiro da Silva abriu uma carta bomba que a mataria um mês e 20 dias após Eveline levar um baile da americana Shawn Weatherly nas preliminares do concurso de Miss Universo, realizado em Seul? Onde estava o movimento Cansei, do qual faz parte o presidente da seccional paulista da entidade Luiz Flávio D’Urso? A impunidade desse caso é preocupante, mas ,de maneira alguma, deve ser acobertada por uma inocente letra romântica de Roberto e Erasmo Carlos, escudada nos tradicionais especiais de fim-de-ano. Aviso importante: o deste ano vai concorrer com a festa de Natal de A Fazenda 2 na Rede Record. Engulam essa, Armando Nogueira, Alberico Souza Cruz e Ali Camel(*)!
(*)É o indivíduo que se utiliza da Globo (e de suas empresas-satélite pertencentes a afiliadas, como a cearense TV Diário) para povoar mentes desérticas e disseminar idéias golpistas e conservadoras que dão errado
Autor: João Lima - Categoria(s): Abby Sciuto do Forrogode do Evanescence da Marimoon, Ibopes da vida, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, United States of Tara Conner, personalidades, realidade brasileira
Tags: 1980 no Brasil, ditabranda, OAB, PIG, Rede Tupi, Roberto Carlos (cantor), terrorismo
10/11/2009 - 12:14
Com a revogação da expulsão da estudante Geysi Arruda da Universidade Bandeirante de São Paulo (a.k.a. UNIBAN ou UNIOBAN, para sintetizar uma fusão com a temida Operação Bandeirante da ditabranda militar), perdem os milicianos de redação da gaeta(*) promoções e eventos que ainda usam a retórica do atraso para escreverem que “é preferível ver um espetáculo de beleza” a exposição das vísceras da hipocrisia do ensino particular superior da maior metrópole do país. Para quem não sabe, a gaeta(*) e o PIG(**) se dão muito bem em matéria de fraudar concurso nacional de beleza e usar suas misses como arma de promoção das plataformas alienantes de programação do monopólio da informação.
Nayla Micherif, ao invés de dirigir o Miss Brasil, poderia muito bem ser a reitora da UNI(O)BAN que humilhou Geysi a torto e a direito. Para a sua “assessoria de imprensa”, deveria contratar o escritor racista Ali Kamel (aquele que, em livro, insinuou que o Brasil não é um país racista, muito menos sexista). Nayla integra o bando dos 700 moralistas que “violentaram” moralmente Geysi nas dependências da universidade, respaldados pelos pensamentos idiotas, retrógrados e privatizantes de Flávio Ricco, Diogo Mainardi, Evandro Hazzy, Deise Nunes, Yeda Crusius, os apresentadores do jornal do almoço da RBS, os universotários de redação que integraram a milícia pró-Larissa Costa no último Miss Universo (desbaratados pelos detetives das séries Criminal Minds, NCIS, NCIS: Natal, CSI: Natal, Show de Horror da Gracyanne do Tchakabum, Guabiraba’s Got Talent e Numb3rs), os colonistas(***) de O Globo, da Folha, da Veja e do Estadão e os diretores da gaeta(*) que preparam a Kristallnacht de Débora Lyra para acabar com a liberdade de imprensa, criminalizar a crítica independente da blogosfera e submeter a mídia às pautas de um reinado de Miss Brasil e de Miss Universo pré-julgado e pré-concebido. A começar do seu recente título de Miss Minas Gerais.
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
(**)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
(***)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São milicianos mineiros, paulistas e cariocas de redação do PIG(**) engajados em derrubar o presidente Lula e promover a volta da direita tucanófila-privatizante ao poder. E assim se comportarão sempre que um presidente tiver origem no trabalho e não no capital, no Brasil, no Mundo, na história da exploração espacial, das cerimônias de entrega do Oscar e do American Idol. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, chamam seus patrões de colegas. É essa gente aí que quer fraudar o resultado do Miss Brasil 2010 para favorecer a capixaba Débora Lyra, candidata à etapa nacional do Miss Universo por Minas Gerais
Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção na mídia, Nossas Venezuelas, corrupção nos concursos de beleza, realidade brasileira
Tags: Ali Kamel, educação, ensino superior em São Paulo, Gaeta, Nayla Micherif, PIG, UNIBAN
07/11/2009 - 11:22
Se a transmissão do último concurso de Miss Universo pela Band registrou módicos 2 pontos de média, a do Latin Grammy anteontem foi ainda pior: 0,6 pontos na medição realizada na Grande São Paulo. Ainda assim, se a audiência do certame de beleza continuar a descer ladeira abaixo em 2010, há na emissora quem cogite a possibilidade de uma não-renovação dos acordos com a Miss Universe Organization e com a Gaeta Promoções e Eventos.
Mas, atenção: o caso do Miss Brasil merece uma atenção à parte. Nada relacionado com números de audiência por ora. E sim, com cifras e pagamento da multa rescisória (caso a direção da emissora opte pela retirada das misses da grade de eventos da casa por razões de estratégia corporativa).
A convenção da rede paulista será realizada entre os dias 26 e 29 na Bahia. A continuidade ou não dos acordos com a Gaeta está entre os assuntos a serem tratados. Já há missólogos apreensivos com essa reunião. E temerosos de que o pior aconteça.
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O que preocupa a direção da Band na questão do Miss Brasil e do Miss Universo é a perda cada vez maior de audiência de ambos os certames, apesar da empatia que estes tem junto não só a seu público como o de outras redes. Preocupada com as investidas constantes da concorrência após o segundo lugar de Natália Guimarães no Miss Universo 2007, a cúpula da Band pouco ou nada fez para impedir que as vencedoras do Miss Brasil a partir de então fossem assediadas para aparecerem em programas da esfera global. Daí o medo entre os Saad de a rede da famíglia Marinho tomar o Miss Brasil para si. Não para transmití-lo e sim para usá-lo como arma de alienação ideológica em seus programas, realities e telejornais.
Os casos das exposições desnecessárias de Natália Anderle e de Larissa Costa em humorísticos dominicais e de misses estaduais em Brothers & Sisters da Cantora Josy(*) e telejornais facciosos do daytime fizeram a pareceria Band/Gaeta tremer nas bases. Setores da direção da Band acharam que a transmissão do concurso fora uma imposição da Rede Globo após esta tomar da Rede TV! os direitos do evento em 2003. E, aparentemente, tê-los passado à Band por achar que concurso de miss não seria um bom negócio principalmente após o caso da miss cassada Joseane Oliveira.
À Band de nada adianta continuar com o concurso de Miss Brasil se candidatas estaduais que já competiram no evento, como a cearense Khrisley Karllen, aparecem impunemente num jornal hoje editado por Ali Camel(**) a pretexto de derrubar o atual governo federal. Não tem serventia nenhuma a continuidade de um concurso nacional de beleza se este tem suas virtudes deturpadas por ensaios não-autorizados de nudez de misses estaduais reinantes (vejam o caso recente da pernambucana Michelle Fernandes). E nem adianta continuar a incentivar a participação brasileira em um concurso internacional de beleza, cujos índices só fazem despencar a cada ano. Principalmente pela má visibilidade que lhe é dado na mídia e pela desatenção jornalística que recebe.
A Band tem jornalistas competentes isso não se nega. Mas, o fato é que a emissora não quer empregar sua força de trabalho para cobrir jornalisticamente o Miss Universo porque não quer. É sintoma de burrice administrativa e de incompetência da pior espécie. E, como de praxe, a culpa cai toda nas costas dos coordenadores do Miss Brasil (ou da miss Brasil, se for o caso).
(*)Não tem nada a ver com a saga da família Walker protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) se comporta como um exímio comentarista de moda-praia a ponto de inventar neologismos depreciativos como “Gyselle Cajuína”, para se referir à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares (participante da oitava temporada, em 2008)
(**)Ali Camel é o jornalista da Globo que quer povoar mentes despovoadas com golpes de estado plantados e tentados sem sucesso
Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Eventos, Força da Grana, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Numb3rs, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo, concursos de beleza, realidade brasileira
Tags: Band, cancelamentos, convenções, Ibope, Ibope das misses, Latin Grammy, Miss Brasil, Miss Universo
01/11/2009 - 09:55
Está na primeira página do Accidentaly on Purpouse da gaeta(*) uma enquete que pergunta ao internauta o que achou do desempenho da potiguar Larissa Costa no Miss Universo 2009. Muito defasada em relação ao noticiário e à blogosfera, a falsa pesquisa manda perguntar o seguinte: “O que você achou do desempenho de Larissa no Miss Universo?”. Mas há uma desvantagem: a tralha manda responder apenas às opções “ótima”, “boa” ou “regular”.
Talvez para não perder os acordos publicitários e de transmissão televisiva, a gaeta(*) tenha omitido a alternativa “péssima”. Como foi a participação de Larissa no concurso, toda paga pelos contribuintes de Natal, de São Gonçalo do Amarante e do Rio Grande do Norte. Nesse caso, a alternativa correta seria “dinheiro público gasto a título de nada”.
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
Autor: João Lima - Categoria(s): Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, corrupção nos concursos de beleza, realidade brasileira
Tags: Accidentaly on Purpouse, Bahamas, Erário, Larissa Costa, má aplicação de recursos públicos, Miss Brasil, Natal (Rio Grande do Norte), São Gonçalo do Amarante
26/10/2009 - 18:40
Preocupados com a possível perda do atual contrato televisivo (com a Band), os organizadores do concurso Miss Brasil (Oficial, para o Miss Universo) trabalham não com os papéis para a assinatura do contrato com a nova casa (entre SBT ou Record). Mas sim com o lobby desesperado a ser feito em cima do nome da mineira Rayanne Morais para o Miss Beleza Internacional, marcado para o dia 28 de novembro na China Comunista.
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Caso o Miss Brasil saia da Band (por pressões internas de diretores da emissora), a Gaeta Promoções e Eventos terá muito com o que se preocupar no arranjo de uma nova rede para transmitir o evento a partir do ano que vem. No Morumbi, a oposição ao nome de Nayla Micherif é bastante considerável. Principalmente pelo seu tolhimento às liberdades artísticas da emissora na escolha de apresentadores para o certame.
É extremamente grave o caso da solução de não continuidade do Miss Brasil na seara da Bandeirantes pelo fisiologismo de alguns de seus executivos. Executivos estes mais ortodoxos no que tange à transmissão de eventos (para essa turma, notoriamente de viés esquerdista, evento tem que ser a Indy, a Copa do Mundo, o Brasileirão, não concurso de miss).
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Voltando à questão da lide, o que interessa à Gaeta agora, a preço de hoje, é usar da influência que sua direção tem na máquina do governo tucano de Minas Gerais para usar da tunga do contribuinte para fazer a publicidade oficial de uma Miss Brasil que irá concorrer a um título de beleza que sequer é televisionado no Brasil. Na mídia, ralas são as suas menções (salvo na blogosfera especializada). O drama de Vanessa Vidal, miss Brasil Internacional do ano passado (mostrado pelo blog de Luís Nassif), foi só a ponta do iceberg da incompetência midiática que cerca a húbris dos tzares da Gaeta.
O que interesssa aos chefões do eixo Rio-Divinópolis-BH não é propagandear a Miss Brasil Internacional Rayanne Morais. E sim, fazer de conta que ela não existe. Ou que é um mero pormenor a não ser noticiado.
(*)A gaeta pensa que o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família, tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, em termos de misses para enganar os trouxas da mídia golpista e o público incauto.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Elliot Stabler da direita, Independência editorial, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, Samba de Uma Nota Só, Todas as Venezuelas do mundo, Variedades, concursos de beleza, corrupção nos concursos de beleza, realidade brasileira
Tags: Band, cancelamentos, Miss Brasil, Rayanne Morais
26/10/2009 - 14:57
Pode até não parecer verdade, mas é um fato praticamente consumado: após a Rede Bandeirantes planejar não renovar o contrato de transmissão do Miss Brasil a partir de 2011, há setores mais radicais e ultra-conservadores na emissora que defendam a demissão ou a não renovação dos contratos das ex-misses que apresentam programas ou telejornais na casa. A questão surgiu depois que Patrícia Maldonado foi escalada para ser efetivada no dominical Band Esporte Clube. A atual apresentadora, a ex-miss Rio Grande do Sul Luíze Altenhofen, ainda está na licença-maternidade. Aguardem cenas dos próximos episódios.
Esse corte não incluiria Flávia Cavalcante, repórter local da Band São Paulo.
Autor: João Lima - Categoria(s): Nossas Venezuelas, Variedades, realidade brasileira
Tags: apresentadoras de TV, Band, contratos, demissões, ex-misses na TV, hipóteses, Miss Brasil
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