Na última terça-feira (17), Brasília deveria ter sido confirmada como sede do Miss Brasil-Miss Universo 2010. No How I Met Your Mother da gaeta(*), nenhuma das manchetes trata do assunto. Diretores da firma organizadora do concurso nacional tentam abafar o caso, não repassando mais nenhuma informação sobre as negociações com o Governo do Distrito Federal nem à imprensa, muito menos a blogues e sites especializados.
Tradução livre: Nayla Micherif e seus comparsas tentam criar uma verdadeira cortina de fumaça para acobertar um acordo financeiro secreto com o Democratas de Brasília que envolveria troca de favores, pagos pelos moradores da capital federal. Publicidade oficial à farta aí incluída.
No Boletim de Ocorrência da Canal 1 denominado “manchetes que podem mudar a humanidade”, Flávio Ric(c)o, porta-voz do imperialismo americano e das multinacionais que querem boicotar a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), escreve:
“Mais uma da série “notícias que podem mudar o rumo da humanidade”: Danielle Winits e o filho Noah tomam sorvete para se refrescar.
Nota corajosamente postada num site (esse site é o EGO, ligado à Globo)”.
O EGO é o mesmo site que “elegeu” Rayanne Morais como Miss Brasil 2009 numa votação fraudulenta (clique aqui para ver o resultado do estelionato eleitoral que acabaria dando a coroa de facto à potiguar Larissa Costa).
No entanto, outro site (o Escrevinhador, de Rodrigo Vianna) postou corajosamente a notícia que Ric(c)o não quis postar (para não prejudicar suas ligações umbilicais com a Rede Globo). Essa sim, é para “mudar o rumo da humanidade” (ou a falta dela): “TIM, Oi e Telefonica querem dar golpe na Confecom: elas já entraram para o PIG(*)? Vamos reagir!”.
Isso sim é coragem jornalística que os Backstreet Boys II Men do atraso cultural brasileiro querem encobrir em favor de abusos de poder. Como o verificado na recente concessão de título de cidadão pernambucano aos músicos paraenses da banda Calypso. Propositura de um parlamentar do Democratas, amicíssimo de Ric(c)o e notório lobista da Globo e dos interesses escravagistas dos tacões assassinos dos usineiros e das empreiteiras.
Flávio Ric(c)o usa como Hino Nacionala letra de The Star-Spangled Banner e não os versos de Osório Duque Estrada escritos em 1822, logo após a nossa independência de Portugal.
Ric(c)o já foi diretor do programa do falecido Ferreira Netto na Band. E Ferreira, como contou Mario Sérgio Conti, acabou demitido da emissora em 1983 por aceitar propina de pessoas ligadas ao então governador do Amazonas, Amazonino Mendes (corrijam se esta informação estiver errada) para aceitar que sua entrevista fosse ao ar. João Saad, dono da emissora, soube do blackmail armado pelos peemedebistas manauaras e mandou Ferreira ir passear em frente ao número 13 da Rua Radiantes, Morumbi.
Ric(c)o já passou por praticamente todas as emissoras grandes do país, baseadas no eixo Rio-São Paulo. Noutro dia, falou maldades do apresentador Geraldo Luís, da Rede Record, como se estivesse escrevendo um episódio de PR para a TV Diário, ligada à Globo e ao grupo do coronel tucanófilo Tasso Jerissati (aquele que diz que “tem jatinho porque pode”).
Ric(c)o atualmente possui esse verdadeiro Prêmio Pulitzer da crítica televisiva de extrema direita ancorada na imprensa raivosa do “Sul Maravilha”.
Ric(c)o é porta-voz da direita tucana na crônica televisiva além de advogar pela perpetuação do monopólio da informação. O UOL (onde o colonista[***] atualmente trabalha) pertence aos grupos Folha e Abril. A Folha, por sua vez, é sócia da Globo no jornal de negócios Valor Econômico. E a Abril, da sul-africana Naspers, que apoiou o regime de apartheid que manteve Nelson Mandela na cadeia por 27 anos.
Ric(c)o usa vários chapeus (veja quais são). Mas, nas suas linhas, não esconde seu ódio aos piauienses (a conduta de apoio ao Rafinha do Emocore no Brothers and Sisters da Gyselle Soares[*****], não confundir com o Brothers & Sisters da Cantora Josy[****], foi o exemplo mais claro de seu escárnio jornalístico contra os nordestinos).
Na surdina, Ric(c)o atua como miliciano da gaeta(**), a Securitate da missologia nacional. Pensa que Renata Fan é ao mesmo tempo, Courteney Cox, Patrícia Arquette, Mariska Hargitay, Sally Field, Glenn Close, Elisabeth Moss, Kyra Sedgwick ou Holly Hunter. Advoga para a mílícia de Zé Pedágio e Aécio Neves na mesma velocidade que estes se negam a pagar os precatórios dos velhinhos e sucateiam as pequenas empresas de seus respectivos Estados.
(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories (**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses. (***)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas mineiros do PIG(*) que atuam na milícia para derrubar o presidente Lula e tentar eleger Débora Lyra, na marra, como Miss Brasil 2010. E assim se comportarão na imprensa do Brasil, na cobertura da nona temporada do American Idol e na aposentadoria dos ônibus espaciais, prevista para 2010, sempre que uma ex-participante de Big Brother sair do Estado mais pobre do Brasil (e não dos Estados Unidos de Jennifer Aniston, Jennifer Hudson, Jennifer Garner, Jennifer Love Hewitt e Jennifer Lopez) para chamar a atenção da mídia. São jornalistas que, como diria Mino Carta, “chamam o patrão (geralmente ruralista e escravagista que apóia os “editoriais” da Band-J.E.L.) de colega”. É essa gente aí que vive falando mal do Piauí na grande imprensa. (****)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008. (*****)Não confundir com a série da rede americana NBC levada ao ar em 1979
É pública e notória a intromissão dos diretores do concurso Miss Distrito Federal para interceder para que Brasília sedie a edição do Miss Brasil-Miss Universo 2010, como pôde ser comprovada na nota publicada por este Críticas no último sábado, a partir de informações do site especializado MissBrasil.org e do jornal Alô Brasília. O que pouca gente (ou ninguém saiba, ou jamais saberá) é que a mudança de sede do concurso (do eixo Rio-São Paulo para o centro do país) recebe as devidas bençãos dos comandantes-em-chefes do Palácio do Buriti, os quais já preparam uma vasta programação pelo cinquentenário da capital federal, no dia 21 de abril.
O que a repórter Katie Couric ainda não decifrou de sua conversa com o rapper boca-suja Lil’ Wayne às vésperas do Grammy 2009 é que Nayla Ceaucescu-Micherif entra na jogada não para ajudar. Mas para atrapalhar em favor de seus acordos de televisão. Nayla não quer que o Miss Brasil aconteça em Brasília por que não interessa fazer o concurso na capital do poder, logo num momento tão importante como o que se espera (a ela, só interessa fazer o concurso no Rio ou em São Paulo). Do diálogo travado no Katie Couric’s Grammy Special às notas do MissBrasilorg e do Alô Brasília (um dos jornais de sustentação ao governo de José Roberto Arruda) se passaram exatos nove meses. Tempo suficiente para Couric descobrir o tamanho da encrenca em que estava se metendo ao abrir a boca diante dos chefões do Democratas candango e do governante local de momento.
Na mesma edição do 60 Minutes que tratou do apagão de Itaipu, a CBS tratou ontem dos documentos secretos do acordo entre a gaeta(*) promoções e eventos, o Governo do Distrito Federal, os responsáveis locais pelo Miss Brasil-Miss Universo e donos de empreiteiras amigas do governador mineiro Aécio Neves, as quais ficarão responsáveis pela estrutura mínima de acomodação das candidatas. Falso: na tratativa com a gaeta(*), Cloves Nunes disse que o concurso nacional de 2010 seria no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, prontinho da silva para receber o certame. A data (23 de abril) não constaria de nenhum acerto televisivo. Mas este, por tabela, a Rede Bandeirantes terá de engolir (se quiser continuar a apostar caro em misses e acabar quebrando a cara).
Nos papéis aos quais o 60 Minutes teve acesso há um cheque administrativo da própria gaeta(*), assinado por Nayla, para que Arruda não aceite sediar o Miss Brasil-Miss Universo 2010, no valor de R$ 50 mil. Se esse cheque existiu, isso não nos interessa. O que interessa à gaeta(*) agora não é o Miss Brasil 2010 e sim montar o esquema de achaque e extorsão aos jurados do Miss Beleza Internacional 2009. Caso Rayanne Morais não passe as semi-finais no próximo dia 28, Nayla Ceaucescu já avisou a seus pares na gaeta(*) que está redigindo a sua carta de renúncia da mesma forma que o capitão James Deakins (Jamey Sheridan) o fez no final da quinta temporada de Law & Order: Criminal Intent(****).
Como Deakins, Nayla se diz vítima de uma conspiração dentro de seu próprio concurso para apeá-la de seu comando, instigada contra ela por ex-coordenadores estaduais da região Nordeste insatisfeitos com suas práticas abusivas, autoritárias e totalitárias e em vias de denunciá-la à Folha(***), ao Chantástico(**) e ao So You Think You Can Dance? do atraso missológico nacional, o jornal bandeirantes e o jornal nacional (O que impede o ex-coordenador do Miss Alagoas, Paulo Magalhães, de fazê-lo até no Ministério Público, na Polícia Federal e na Interpol é o seu silêncio). Ao mesmo tempo que se passa de vítima, Nayla banca o Aguinaldo Timóteo no caso da escolha da sede do Miss Brasil 2010: não vem para ajudar, só traz confusão e discórdia.
No jogo de empurra entre a gaeta(*) e o GDF para a sede do Miss Brasil-Miss Universo 2010, o principal penalizado é o contribuinte tungado de Brasília. Para se ter uma idéia do custo-malefício que representa sediar uma edição desse certame, suponhamos que o pagador do ICMS ou do IPVA tenha que destinar uma parte de seus impostos para bancar as despesas de organização do concurso nacional. Não vai acabar pagando nada. Afinal, a audiência televisiva do evento é insignificante para cobrir os rombos causados por lobbies fracassados em concursos internacionais nos últimos 10 anos. E, principalmente, os prejuízos acumulados pela gaeta(*) entre 1999 e 2002 (que acabam sugando a suposta “credibilidade” do certame). Na lógica (globelezada) de José Roberto Arruda é mais interessante transmitir um show gratuito de Sir Paul McCartney diante do Congresso Nacional do que um concurso de beleza combalido e agonizante.
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses. (**)Combinação da chantagem jornalística do padrão global para dar Ibope e vender jornal e revista com a estética ultrapassada e retrógada do Fantástico, capenga na audiência (***)Folha é o jornal que não se deve deixar a avó ler porque publica palavrões e fotos de nudez de miss estadual pernambucana em pleno reinado. É também o jornal em que Cássio Cunha Lima concede entrevista DEPOIS de cassado para saber do seu processo, da ditabranda, das mulheres-fruta, do Rafinha do emocore, do ódio a piauienses, da Carla Perez lecionando “i de iscola” e que, quando Elaine Parreira Guimarães ficou em qunto lugar no Miss Universo 1971, emprestava os carros de reportagem aos torturadores (****)Algumas informações foram adaptadas à realidade brasileira a partir do verbete do episódio The Good na Wikipedia
O que mais incomoda aos críticos da “jestão” Nayla Micherif no concurso Miss Brasil-Miss Universo é a liberdade de opinião da blogosfera brasileira e a independência editorial de certos setores da mídia ao noticiar certos concursos internacionais de beleza. Ou a recusa destes em noticiá-los. O texto “Putins da gaeta(*) jogam Miss Brasil 2010 aos leões. A ordem é emplacar Rayanne Morais no desespero” (26/10) despertou a ira desses setores que querem a manutenção dos jogos sujos do atraso que afundam cada vez mais a suposta credibilidade do certame.
O que irrita essa The Good Wife passageira da agonia, esse Lúcio Flávio do retrocesso missológico nacional, é a perspicácia da atmosfera livre da mídia de entretenimento em desnudar os podres poderes que regem a franquia pátria dos concursos Miss Universo e Miss Beleza Internacional. Espécie de Alicia Florrick (Julianna Marguiles) do tucanato mineiro, Nayla Fernanda Affonso Micherif parece viver uma atmosfera de parafuso quando é questionada sobre os maus resultados das representantes brasileiras em ambos os certames (O caso do Miss Universo para começar). Ou pior: nem sequer é questionada nem quer saber de perguntas negativas. Esse Nicolae Ceaucescu de saias do Lipstick Jungle das Alterosas não aceita mudanças mais flexíveis na concepção artística do Miss Brasil-Miss Universo de modo a equipará-lo ao Miss USA ou ao Miss Venezuela (o caso venezuelano é o que menos importa). Muito menos aceita mudança de calendário das etapas estaduais para alinhá-las à fall-season americana (é esse padrão que rege as datas dos concursos estaduais válidos pelo Miss USA).
Como na Romênia da “era Ceaucescu”, a Securitate da gaeta(*) usa a concessão da Rede Bandeirantes para erradicar divergências, manter controle sobre a liberdade de expressão e os meios de comunicação social e não tolerar qualquer tipo de oposição, principalmente aquela vinda de críticos como este, Rodrigo Vianna, Paulo Henrique Amorim, Chelsea Handler e Luís Nassif. Nayla ordena o culto à sua pessoa de forma a fazer com que o público missológico ache que o Miss Brasil tem uma só dona, uma pitonisa autoritária que pisa no pé de repórteres e agride cinegrafistas e humoristas da MTV Brasil. Atribui a si própria o título de Conducatorette (chefe) dos esquemas de fraude com cirurgias de implantes de próteses de silicone em candidatas estaduais, cooptação e aliciamento de jurados e manipulação de resultados no concurso nacional. Como Ceaucescu, Nayla não aceita que o Miss Brasil dela siga certos parâmetros do Miss Universo. Quer um exemplo? A introdução do sistema de pontuação exibido na transmissão televisionada, reintroduzido na disputa internacional em 2007.
Aqui, a jornalista da Record é impedida de entrar no set do The Good Wife do apagão de 11 de novembro de 2009
Da mesma forma que os assessores do Ministério das Minas e Energia fizeram com a equipe da Rede Record durante a edição desta manhã do Hoje em Dia com a repórter Verina Nunes, Nayla Micherif manda seus “assessores” e leões-de-chácara irem atrás dos blogueiros independentes que fiscalizam e denunciam a lentidão na elaboração de um calendário fixo para o concurso de Miss Brasil-Miss Universo. Nayla agride a liberdade de imprensa da mesma forma que a Xuxa. É por essas e outras que Julianna Margulies não assina o jornal Estado de Minas, nem lê a Folha da Ditabranda da gaeta(*). Nem vende a sua biografia para lobistas de ocasião travestidos de missólogos da milícia que quer eleger a todo custo Rayanne Morais como Miss Beleza Internacional 2009. De preferência, com o dinheiro suado do contribuinte mineiro (o qual pagou pelo apoio institucionnal às edições recentes do Miss Minas Gerais).
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
Já se passaram pouco mais de dois meses da vexaminosa participação de Larissa Costa no Miss Universo e os (ir)responsáveis pelo Miss Brasil-Miss Universo ainda não moveram uma única palha em relação à edição 2010 do ceretame. Enquanto as demais competidoras da atual Miss Brasil no concurso nacional deste ano são tratadas a pão e água tanto pela mídia quanto pelas coordenações estaduais, Larissa segue recebendo o tratamento devido como se nada, absolutamente nada tivesse acontecido. Aconteceu sim.
Verdade seja dita, o reinado de Larissa Costa como Miss Brasil 2009 já acabou. Não há mais razão nenhuma de levá-la a participar de eventos, mesmo os seus organizadores e empresários estarem cientes de que a presença de uma Miss Brasil não-classificada nas semi-finais do Miss Universo não vai atrair atenção alguma. Pelo contrário: vai atrair a ira de torcedores insatisfeitos e de formadores de opinião estarrecidos com a farra de recursos públicos usada tanto na promoção de um lobby que jamais existiu como num voo promocional para Lisboa em junho último. O pagador do IPTU e da Taxa de Coleta de Resíduos (também conhecida como Taxa de Lixo) das cidades de Natal e São Gonçalo do Amarante sabe muito bem do que este Críticas está falando.
O mínimo que a sociedade brasileira pede agora, em nome do bom senso, da liberdade de imprensa e seu poder de fiscalização, da liberdade de expressão e do respeito ao uso do dinheiro público, é apenas uma coisa: Larissa Costa, renuncie ao título de Miss Brasil que não mereces vergar diante de tanta corrupção já tratada, abordada e comprovada por parlamentares e por defensores públicos. A sujeira que os dirigentes da Gaeta Promoções e Eventos insistem em varrer para debaixo do tapete para não afugentar os “contratos publicitários” da atual Miss Brasil é o retrato da degradação que atinge em cheio a indústria crescente dos concursos de beleza no Brasil.
Enquanto jornalistas de milícia brincam de serem as Ruths Ocumarez de ocasião nas redações refrigeradas do eixo Rio-São Paulo-Minas, o calendário das etapas estaduais do Miss Brasil/Miss Universo 2010 segue parado, sem um único planejamento super-prévio, como acontece no Miss USA. Ceará, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Amazonas, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Pará e Bahia trataram de seguir a nossa convocação feita em setembro último para adequarem os calendários de seus certames ao da fall-season da etapa americana do Miss Universo. E os outros Estados e o Distrito Federal? Vão continuar na mesma masmorra, na eterna promessa de enviar uma pretensa representante potencial do Brasil para levar o título de Miss Universo ao invés de só pregarem a conversa mole do “quem sabe”? Esse pessimismo pragmático das coordenações estaduais do Miss Brasil precisa acabar. Assim como a cadeia de inverdades inventada pelos marqueteiros da Gaeta.
O sonho de Larissa Costa acabou. A hora é de a Gaeta e seus franqueados estaduais acordarem para a realidade nua e crua da missologia brasileira.
Os repórteres do Críticas, os jurados do So You Think You Can Dance?, do America’s Got Talent e os elencos de NCIS: Los Angeles, NCIS: Guabiraba da Mulher Moranguinho, NCIS: Rio-Vitória Diariamente pela Viação Itapemirim e NCIS: Guarapari mostram, com exclusividade, o plano da gaeta(*) promoções e eventos para fraudar os resultados do Miss Brasil 2010 em favor das candidatas já eleitas de Minas Gerais, Débora Lyra, e do Espírito Santo, Francienne Pavessi. Nossa equipe investigou, durante um mês, o rascunho de um plano de sabotagem de resultados do concurso nacional para conceder às duas misses estaduais, ambas nascidas no Espírito Santo, as vagas brasileiras para o Miss Universo 2010 e o Miss Beleza Internacional 2010. O texto é de Mano Brown, LL Cool J, Luís Nassif, Carlos Alberto Sardemberg, Kara DioGuardi, ACM Neto, Royce do Cavaco e Merval Pereira.
*** Coup D’Etat, fraude, farsa, quadrilha. É assim que os promotores do Ministério Público Federal e os redatores da série Law & Order: Criminal Intent definem o plano diabólico da Gaeta Promoções e Eventos para influenciar jornalistas e corromper jurados com o intuito de construir resultados de modo a colocar as misses Minas Gerais, Débora Lyra, e Espírito Santo, Francienne Pavessi, nas duas primeiras colocações do concurso Miss Brasil 2010, cuja data e local ainda nem sequer foram marcados. De acordo com relatórios obtidos com exclusividade pela reportagem do TV em Análise Críticas, assessorada por jurados do So You Think You Can Dance?, há evidências claras de participação de diretores da Gaeta na construção da farsa eleitoreira, destinada não só a favorecer a candidatura do tucano Aécio Neves à Presidência da República em 2010. Mas a fabricar manchetes favoráveis na mídia para as duas candidatas ao concurso nacional.
De acordo com a atriz Cote de Pablo, que interpreta a agente do Mossad Ziva David na série NCIS da rede CBS (retransmitida no Brasil pelo AXN), “[esses papéis] são o indício claro de uma farsa para privilegiar os padrinhos políticos dos coordenadores estaduais não só da Miss Minas Gerais, mas também da Miss Espírito Santo”. Vale lembrar que, nos registros de manchetes do site oficial do Miss Brasil referentes a outubro de 2009, houve favorecimento explícito à divulgação, supostamente “a título de promover o turismo”, do concurso capixaba em detrimento do concurso mineiro. “Isso prejudicou bastante e até inviabilizou a transmissão nacional do Miss Minas que estava originalmente agendada. E por essa razão, a emissora geradora do evento (a Band) teve que transmitir um jogo de futebol feminino para não arcar com maiores prejuízos”, disse de Pablo/Ziva.
Esquema inclui troca de favores e propinas a jornalistas de oposição ao ‘esquema Gaeta’
Segundo o laudo preliminar da perícia dos atores da série NCIS: Guabiraba da Gracyanne do Tchakabum, foram distribuidos, nos 15 dias seguintes às eleições de Débora e Francienne nos seus Estados, 1200 cheques de valores que variam entre R$ 5 (o que dá para pagar um lanchinho na Lanchonete do Estadão em São Paulo, a mesma citada na reportagem dos cheques anti-simpatizantes de Mariana Valente exibida em agosto pelo Chantástico/Primetime: Show de Mentiras da TV Globo/Dateline da Chuíça) a 11.483,53 (valor esse que pagaria duas passagens de ida e volta entre Vitória e São Paulo), distribuídos a jornalistas do Novo Jornal e de sites de oposição como o Conversa Afiada, o Críticas, Cloaca News, Na Maria News, RS Urgente, a revista Carta Capital e até o norte-americano The Huffington Post. Agentes do FBI e do NCIS prenderam 18 funcionários das Organizações Globo, da Rede Gazeta de Comunicação e da Gaeta envolvidos na construção da fraude.
Ainda de acordo com o laudo, os acusados (cujos nomes não poderão ser divulgados para não atrapalhar as investigações) também ofereciam propostas de emprego em suas firmas em troca do silêncio sobre as denúncias que agora pesam contra os diretores do Miss Espírito Santo, do Miss Minas Gerais e do Miss Brasil-Miss Universo. “Em minha cidade, Checotah, isso se chama formação de quadrilha. Quem fez essa fraude é gente da pior espécie. Isso é roubo e pode até dar pena de morte!”, disse, horrorizada, a cantora Carrie Underwood em entrevista ao Fala Oklahoma (não confundir com o Fala Brasil nem com o Hoje em Dia) da Rede Record.
Gaeta e Globo teriam feito acordo não sobre o Miss Brasil, mas sim para tirar a Olimpíada do Rio e levá-la para Madri, diz ator de Law & Order: CI
Depois de Chicago perder a indicação para sediar a Olimpíada de 2016, diretores da Central Globo de Jornalismo e da gaeta promoções e eventos já estariam trabalhando na surdina para inverter a pauta de seus noticiários, antes favoráveis à candidatura do Rio de Janeiro, para tirar da capital carioca a sede da competição. Preocupados com a repercussão negativa causada pelo episódio The Glory That Was… da série Law & Order: Criminal Intent, os executivos, ao invés de processarem a USA Network, decidiram partir para outra frente de batalha. Não a da transmissão do Miss Brasil pela rede carioca e sim do golpe de Estado que pretende tirar o Rio da cena olímpica.
“Esses ‘constitucionalistas’ da Globo pensam que nós somos idiotas. Não fizemos coisa errada ao produzir The Glory That Was…. Nós queríamos mostrar exatamente ao contribuinte brasileiro o quanto dispendioso e negativo pode ser sediar uma Olimpíada. Ainda mais, regada a um lobby suspeito de corrupção. Essa foi a mensagem que Law & Order: CI quis passar do sub-mundo do movimento olímpico”, disse em nota o produtor-executivo Dick Wolf, que escreveu o controvertido episódio. Para o ator Jeff Goldblum, que interpreta o detetive Zach Nichols, “isso (o comportamento da Globo após a escolha do Rio para sediar os Jogos) é sinal de desespero por parte deles (os brasileiros), que nunca sediaram uma Olimpíada”.
De acordo com reportagem do Conversa Afiada, além do “acordo” com a Gaeta, há a intenção da Globo em levar para Madri a sede dos Jogos de 2016. “Isso cheira a golpe de Estado. Isso é banditismo”, disse o ator Vincent D’Onofrio que interpretou o detetive Robert Goren até a oitava temporada, cujo final vai ao ar esta semana no AXN. D’Onofrio, que não renovou para a nona temporada, acredita que “tanto uma firma (a Gaeta) como outra (a Globo) podem estar envolvidas em um golpe de Estado”. O caso de corrupção envolvendo as candidatas de Minas e Espírito Santo para o Miss Brasil 2010 pode ser só o seu prenúncio.
(Com reportagem de Diane Sawyer, Charles Gibson, Mallu Magalhães, David Cook, Josa da Padaria, Chicão da Farmácia, David Archuleta, Hermes e Renato, Monetário & Financeiro, Cacique & Pajé, e Tota do Posto)
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
Qualquer jornalista equilibrado sabe que, até a presente data, quatro Estados já elegeram suas candidatas ao título de Miss Brasil-Miss Universo 2010. Só os produtores-executivos do Glee tucano da gaeta(*) não admitem que Kátia Talon seja anunciada agora como a nova Miss Mato Grosso do Sul. Como contra fatos não há argumentos, aqui está a nota original do Críticas, publicada em 14 de setembro sobre o assunto.
Assim como o jurado Luiz Calainho comparou a competidora Sandra Gonçalves a um trem-fantasma na audição de Curitiba da temporada 2009 do Ídolos da Rede Record, a gaeta(*) faz o mesmo com a recém-eleita representante do Mato Grosso do Sul. Os Calainhos de gabinete da gaeta(*) parecem mais preocupados em manchetar empregadas da Globo e Rayanne Morais com lobby regado a recursos públicos para o Miss Beleza Internacional do que dar atenção às etapas estaduais já em andamento.
Os “missólogos” vassalos da gaeta(*) sofrem de húbris porque presumem de forma arrogante que o concurso nacional não sofre de declínio nos Numb3rs do Ibope da Grande São Paulo (Não estamos falando besteira: a audiência do Miss Brasil-Miss Universo da Band caiu de 7 pontos de média em 2003 para 5 em 2009). Sofrem de húbris porque se orgulham exacerbadamente de plantar mentiras na grande imprensa sobre cirurgias plásticas em candidatas a misses (Nos padrões do COI, o Comitê Olímpico Internacional, isso se chama de doping). Usam de sua insolência contra os coordenadores dos concursos de Estados de menor projeção (caso de Mato Grosso do Sul e de Alagoas). E, por isso, passam da medida ao obrigar misses estaduais a colocarem próteses de silicone nos seios, posarem nuas durante seus reinados e participarem de realities televisivos do PIG(**).
Kátia Talon é o trem-fantasma da gaeta(*) porque a gaeta(*) sofre de húbris por favorecer Rayanne Morais, por Grazi Massafera e por Gislaine Ferreira (ambas, funcionárias das Organizações Globo) em seu Diário Oficial e se opor à virtude do bom senso e do comedimento editorial que a mídia missológica brasileira (naturalmente, a não-alinhada à esfera global) pede.
As cabeças de Nayla Micherif e de Boanerges Gaeta Jr. estão paradas na Grécia Antiga dos tacões assassinos da “ditabranda” militar de 1964-1985, apoiada pela TV Globo, onde o Miss Brasil era organizado na base do desprezo temerário pelo espaço pessoal alheio (o contra a miss e contra o [concurso] Miss Mato Grosso do Sul), unido ao descontrole dos próprios impulsos na represália a coordenações estaduais minoritárias, construindo sentimentos violentos de ódio à imprensa e à blogosfera independente, consideradas doenças por seu caráter irracional de desorganização e improviso na assinatura de contratos de direitos televisivos e desequilibrado nas relações com a mídia, e concretamente pela fúria e orgulho já descritos acima.
No direito grego, esse é o caso da gaeta(*): o de perseguir as coordenações estaduais débeis em nome de suas plataformas eleitorais.
E Kátia Talon vem sendo castigada pela húbris midiática do site do Miss Brasil-Miss Universo. Novembro está chegando e a Miss Mato Grosso do Sul foi eleita há praticamente dois meses. Alguém precisa acordar antes que seja tarde.
Algumas informações deste texto foram adaptadas da Wikipedia.
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses. (**)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories.
Para inaugurar uma nova forma de exercermos nosso jornalismo independente mesmo à noite, na denominada faixa nobre, aqui cabem dois registros essenciais: Primeiro: de OFuxico, vem a informação de que o ator de telenovelas Bruno Gagliasso se associará a Marcos Buaiz (sr. Wanessa Camargo, em respeito à sua discografia) e Fábio Faria (político potiguar conhecido pelo “caso da verba indenizatória” para pagar passagens à comunicadora Adriane Galisteu) num camarote do Carnatal’ 09 alusivo à indicação de Natal como sede das partidas da Copa do Mundo FIFA de 2014. Quem vai pagar a conta dessa indicação? A começar deste camarote, indiretamente, será o bolso cada vez mais apeado e saqueado do contribuinte potiguar e natalense (o caso do Voo Colombo a gente não esquece). Segundo: saiu do Paranashop a pérola do dia: a Azul Linhas Aéreas será a responsável pelo transporte oficial das “personalidades” convidadas do Miss Paraná-Miss Brasil-Miss Universo 2010 (do eixinho Minas-São Paulo-Rio), a ser realizado no dia 6 de dezembro, novamente em Maringá. Indiretamente, houve o dedo de David Neelman, americano nascido no “túmulo do samba”, para essa negociação tão inusitada.
Detalhe 1: grande parte das cidades paranaenses que contará com candidatas no Miss Paraná’ 10 não tem sequer uma única pista de pouso (exceto as de fazendas). As misses terão de ir a Maringá por terra mesmo.
Detalhe 2: Por “personalidades”, entendam-se os manda-chuvas do combalido Miss Brasil-Miss Universo da Gaeta, ex-misses e um ou dois artistas. Difícil é convencer algum a aceitar ser jurado ou a cantar.
Não há a menor dúvida de que a eleição da divinopolitana Débora Lyra como Miss Minas Gerais 2010 mascarou claramente as intenções eleitoreiras dos coordenadores do concurso estadual: usar a sua candidatura ao título de Miss Brasil como arma para angariar votos para a chapa Aécio Neves-Zé Pedágio nas eleições presidenciais de outubro, seis meses após a realização da etapa nacional do Miss Universo 2010 e pouco mais de dois após o concurso internacional (isso se Débora for julgada e credenciada para tal).
Os expedietes fraudulentos que se verificaram durante a realização do concurso Miss Minas Gerais 2010 (não televisionado nacionalmente pela Band para não prejudicar a Copa Santander Libertadores de Futebol Feminino) foram o estopim para uma série de denúncias a serem investigadas pelo Ministério Público nas próximas semanas no que diz respeito ao uso da verba pública estatal para o “patrocínio” do dito evento. Para se ter uma ideia, integrantes da bancada aecista na Assembleia Legislativa mineira faziam parte do júri, cuja independência foi manchada pela presença indesejada da tzarina Nayla Micherif, o Putin do Lipstick Jungle do atraso missológico brasileiro no Miss Universo e no Miss Beleza Internacional, pelo qual Rayanne Morais estará competindo no próximo mês na China Comunista.
O que José Alonso Dias, coordenador do Miss Minas e franqueado do Miss Brasil-Miss Universo para o Estado quer, no fundo, é usar seu evento como um verdadeiro showmício para a promoção das plataformas ideológicas direitistas dos comparsas ruralistas do Padrão Global/Padrão Fantástico na mídia futebolística brasileira. O Miss Minas Gerais sob a direção atual não é um concurso de beleza e sim um Saturday Night Live dos neo-liberais que querem atrasar o Brasil a partir de 2010. E, com isso, acabar com progressos educacionais implantados durante o Governo Lula, como o ProUni, a Bolsa Família, as operações da Polícia Federal no combate à corrupção e, claro, as conquistas das sedes da Copa de 2014 (sem concorrentes) e da Olimpiada de 2016 para a ex-Cidade Maravilhosa, reduto administrativo da máfia missológica nacional.
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Assim como sucedeu a Rayanne, a Band nacional já foi alertada pelos coordenadores do Miss Minas Gerais para “promover mais” a candidatura de Débora Lyra ao título de Miss Brasil 2010 nos seus programas, de modo a prejudicar a imparcialidade do concurso nacional a ser televisionado pela emissora dois meses após o Carnaval. Há também, nas mentes criminosas de alguns “missólogos” tucanos, o claro interesse de vincular uma possível vitória de Lyra no certame ao fortalecimento do apoio (ora raquítico) à fórmula direitista-globelezada Serra-Neves para deixar o Palácio do Planalto (ora em reformas) às moscas, na tarde de 1º de janeiro de 2011.
O que se espera de um Miss Brasil dominado pela corrupção eleitoral tucana, mais uma vez, é o predomínio do interesse coronelista de cabresto da Daslu das Alterosas. No Criminal Minds que se desenha para conspirar a coroação de Débora Lyra, perde mais uma vez o Brasil a chance de ter uma representante (para vencer a coroa de Miss Universo) eleita na base do carisma, e não da cooptação eleitoral geralmente regada a fraudes anabolizantes de implantes de silicone nos seios e outros procedimentos plásticos afins. A versão mineira da série criada por Jeff Davis adaptada e aclimatada para o “Caso FAC” e o caso dos “Envelopes Amarelos II” está aí à porta.
Passada a trágica participação de Larissa Costa no Miss Universo 2009, os agentes do NCIS potiguar investigam agora a existência da “lista” de passageiros do malfadado “voo Colombo”, que causou um dos piores rombos nos cofres públicos tanto da cidade de Natal quanto do Estado do Rio Grande do Norte. Numa rápida verificada na Grande Rede, o capitão Leroy Jethro Gibbs (Mark Harmon) e os agentes Ziva David (Cote de Pablo) e Mike DiNozzo (Michael Weatherly) acharam a tal lista:
DINOZZO: Capitain, look what I found in this website!
GIBBS: Is in Portuguese. What its content, DiNozzo?
DINOZZO: A weblog called Eye on Speech. It content the complete relation of invited personalities and authorities who traveled to Lisbon in last June by expenses of taxpayers of Urban Territorial Building (IPTU) and Garbage taxes from cities of Natal and São Gonçalo do Amarante.
ZIVA: The list includes journalists, mayor Micarla de Sousa, brazilian coordinator for Miss Universe pageant Boanerges Gaeta Jr., singers, municipal councils, city secretaries, the current Miss Brasil titleholder Larissa Costa and his boyfriend at the time, enterpeneaur and politician-relative Heitor Dias, municipal consultants, employees…
DINOZZO: This is the entire list of passengers:
-Micarla de Sousa Weber – Prefeita de Natal
-Francisco Soares Júnior – Secretário Municipal de Turismo
-Iracy Azevedo – presta serviço para Destaque Promoções, pessoa ligada ao vice-prefeito Paulinho Freire
-Jean Damasceno – Secretário de Comunicação
-Rosy de Sousa – Secretária Municipal de Trabalho e Ação Social
-Eugênio Bezerra – secretário de Assuntos Parlamentares
-Júlio Protásio – Vereador
-Ney Lopes Júnior – vereador
-Larissa Costa – miss Brasil 2009
-Heitor Dias – namorado da miss Brasil Larissa Costa
-Paulo Gaudenzi – consultor especializado em Turismo que prestou serviço para Prefeitura de Natal
-Christiane Potter – funcionária da Prefeitura, atuará no estande da Prefeitura no shopping Colombo
-Patrícia Guedeville – funcionária da Prefeitura, atuará no estande da Prefeitura no shopping Colombo
-Nélio Júnior – Jornalista
-Mariele Araújo – jornalista da Prefeitura de Natal
-Walter Fonseca – Empresário
-Flávio Marinho – Jornalista
-Marcos Aurélio de Sá – Jornalista
-Miguel Jabor
-Leonardo Melo – cinegrafista da prefeita
-João Maria Silva – fotógrafo da Prefeitura de Natal
-Khristal Santos – cantora
-Aline Andrade
-Diogo Andrade
-Paulo Rogério Cunha
-José Maria Fonseca Júnior
-Boanerges Gaeta Júnior
-Márcio Silva
-Elvis Cardoso
-Cidcley Oliveira
-Fábio Santos
-Rosenildo Santos
-Ana Carolina Tinoco
-Maria Rebouças
-José Fontes Júnior
-Sami Martins
-Kléber Moreira
-Eduardo Fonseca
GIBBS: The interesting fact is the major newspaper of the State, Tribuna do Norte, owned by acionists of Globo TV affiliate InterTV Cabugi, was preteried of that trip, despite two newspapers owners (Marcos Aurélio and Walter Fonseca) and a director (Miguel Jabour).
ZIVA: The another interesting fact is the Tribuna, part of “esquema Globo” in Rio Grande do Norte, slammed the Larissa Costa’s comitive trip and published several sensationalist matteries against Micarla’s administration. Specially on lacking of garbage collect and transport infra-structure problems.
DINOZZO: Cabugi Broadcasting System had produced an brazilian-confused-monkumentary version of Christian Slater’s portrayed series My Own Worst Enemy, cancelled by NBC on the last year.
ZIVA: The potiguar media produced Larissa as Her Own Worst Enemy.
GIBBS: Is a shot on its own foot (Tiro no próprio pé).
(*)Não é Navy Criminal Investigative Service e sim Natal City Information (futebol-full-high-definition television) Socieity, versão furreca da série americana derivada da célebre JAG, concebida por Donald Bellisario em 2003. Na última quarta-feira, 7 de outubro, a CBS americana encomendou a temporada completa de seu spin-off NCIS: Los Angeles, com LL Cool J e Chris O’Donnell. Por aqui, o AXN ainda passa a quinta temporada da série-mãe, ambientada em Washington (lá, a trama já esta na sexta).