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Arquivo da Categoria Música

22/11/2009 - 19:02

O American Music Awards é hoje. Quem vai encarar a concorrência do futebol americano?

Tarefa dificílima a da rede ABC nesta noite com a transmissão dos 37ºs American Music Awards (cá exibidos pelo canal pago TNT, ao vivo, a partir das 23h Brasília, 22h Recife e 21h Manaus/Rio Branco). Criados em 1973 por Dick Clark para fechar o vácuo da emissora com a perda dos direitos do Grammy para a CBS, os AMA’s (como são chamados) premiam os artistas e músicos considerados favoritos na opinião do público (neste caso, os internautas que acessam o site da emissora do evento). Não é jornada fácil, principalmente depois de 2006, quando a NBC assumiu a transmissão do Sunday Night Football.
Colocar o AMA para concorrer com jogo de futebol parece ser a jogada mais absurda do mundo. Tanto quanto a Record colocar final de temporada de A Fazenda para esvaziar (com êxito) o Ibope do concurso de Miss Universo na TV Bandeirantes. Uma jogada suicida contra o patrimônio.
***
Na terra do rei dos reis do pop, os AMA’s de 2009 fora o jogo do Philadelphia Eagles contra o Chicago Bears no Soldier Field (Chicago) terão pela frente as programações regulares da CBS (The Amazing Race, Three Rivers e Cold Case) e da FOX (as animações de sempre até às 22h locais da costa leste). Pegar essa tranqueira de touchdowns não é coisa fácil para quem organiza essa premiação (veja aqui a lista completa de indicados).
***
Para finalizar, o registro: em função dos AMA’s, hoje não tem Extreme Makeover: Reconstrução Total, Desperate Housewives nem Brothers & Sisters (não o da cantora Jôsy).

Autor: João Lima - Categoria(s): Canta USA, Eventos, Música, Projetos especiais Tags: , , , , ,
19/11/2009 - 19:22

Os primeiros detalhes do Super Bowl 2010: Britto Jr. que se cuide

Já está fechado o show do intervalo da grande final do futebol americano profissional: segundo os sites da matriz local da MTV e da Sports Illustrated, os ingleses do The Who irão se apresentar no Dolphin Stadium em Miami Gardens (Flórida), na noite de 7 de fevereiro. A mesma para a qual a Record programou a final de A Fazenda 2. Falta apenas definir quem vai cantar o Hino Nacional Brasileiro dos entreguistas de Ali Camel(*) antes do pontapé inicial. Na edição passada, Jennifer Hudson foi acusada de fazer playback, tal qual Whitney Houston em 1991(**).
Quanto aos comerciais, a belgo-brasileira InBev (nova dona da cerveja Budweiser) é uma das firmas que já assinaram contrato para a exibição dos cobiçados comerciais de 30 segundos. No entanto, cabe à Pepsico (dona da marca Doritos) à veiculação do anúncio mais caro da competição. E o fundamental: o pagamento de um bônus de US$ 5 milhões aos criadores vencedores da concorrência promovida pela agência que atende à firma. Para o pós-jogo, a CBS estuda entre três séries e um reality qual o que terá episódio especial a ser transmitido para o público dos Estados Unidos. Atentem: The Big Bang Theory (a mais provável, segundo 65% dos internautas do The Hollywood Reporter), The Mentalist, NCIS: Los Angeles ou Survivor (isso na cotação da publicação especializada).
No Brasil, Bandsports e ESPN irão transmitir o Super Bowl no sistema pago. A Band vai exibir uma condensação do evento, horas mais tarde.
***
Mas, atenção: no fechamento desta nota a mesma MTV americana já soprava aos quatro ventos que Kanye West(***) tomaria a vaga do grupo que canta as músicas de abertura de todas as séries da franquia CSI (cá retransmitidas pela mesma Record e pelo canal pago AXN).

(*)É o indivíduo que se utiliza da Globo (e de suas empresas-satélite pertencentes a afiliadas, como a cearense TV Diário) para povoar mentes desérticas e disseminar idéias golpistas e conservadoras que dão errado
(**)Para a lista completa, verbete em inglês da Wikipedia
(***)Kanye West é aquele cantor que agrediu verbalmente a cantora country Taylor Swift no último VMA

Autor: João Lima - Categoria(s): Esportes, Eventos, Música, Reality-shows, Séries, The Star Spangled Banner Tags: , , , , , , , , , , , ,
19/11/2009 - 13:27

Assunto da semana: A Fazenda 2 começou

A jornada do recomeço das manchetes de A Fazenda 2

Mal se passaram dois meses do final da primeira temporada, vencida por Dado Dolabella, o reality rural A Fazenda (Record, 2ª a sábado, 21h e domingo, depois do Gugu) conseguiu superar a si próprio no prelúdio de seu segundo ciclo. Com 99,99% dos nomes antevistos neste caderno acertados, o reinício do programa deu ao público ares de coisa ainda fresquinha como pão da padaria. A saber.
Não se trata de dar ares de pesquisa do Ibope aos prognósticos feitos em cima de nomes como os do ex-nadador Xuxa, da ex-dançarina de grupo de axé Sheila Melo, da bandeirinha Ana Paula, Karina Bacchi e aí vai. Chutes à parte, A Fazenda, 2º ciclo começou cercada pelo ambiente da geração de suas primeiras manchetes. O desagrado do sambista Dudu Nobre com certas situações de Adriana Bombom é só um caso. Caso sensacionalista isolado.
Primeira roça formada, fica a leve impressão de que A Fazenda 2, a preço de agora, já começa a construir uma nova rotina para as gincanas pátrias de competição. Nem nos Estados Unidos, programas semelhantes chegaram a tanto. Tanto é que já estão na manga dois programas especiais de Natal e Ano-Novo. Em tradução livre, significa briga de casal para ver o especial do rei Roberto Carlos. Ou renega-lo.
Fora os palpites felizes e as primeiras intrigas extra-casa, A Fazenda 2º ciclo é o anteparo da promessa de colocar frente a frente duas acepções de realities de competição que envolvam confinamento. Uma, o Big Brother, da esfera global, e outra, o programa em questão da Record. Face a face, Globo e Record prometem brigas maiores que as iras de seus editoriais jornalísticos mútuos. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (22/11)

Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais, Música, Reality-shows, personalidades Tags: , , , , , ,
12/11/2009 - 16:33

Assunto da semana: Ashlee Simpson no novo Melrose

A difícil missão de Ashlee Simpson no novo Melrose Place

Para quem teve coragem de assistir ao piloto da regravação da série Melrose Place (Sony, 3ª, 21h) ficou a ligeira impressão de que este programa e Barrados no Baile/90210 são irmãs siamesas de uma mesma concepção só. Tendo no elenco a cantora pop Ashlee Simpson-Wentz, Melrose edição 2009 chegou com cara de que iria convencer tanto quanto a formatação original. Mas não de uma forma tão crua para o velho público.
Crueza essa explicada diretamente pela cena de um corpo boiando na piscina manchada de sangue, diante de uma Ashlee horrorizada com o que vê. Essa crônica bruta empregada no início do novo Melrose parece coisa digna destes folhetins policialescos diurnos, aparentemente saídos da pena raivosa de um Nélson Rodrigues. Coincidência ou não, o fato é que Melrose 2009 estreou no Brasil sob o crepúsculo do apagão que truncou a expectativa do público. Ainda tem reprise.
Queda de energia à parte, a ponta de Ashlee em Melrose 2009 não virou papel fixo porque seus roteiristas não quiseram. Isso, apesar da encomenda recebida de uma temporada completa pela rede americana The CW, dona do programa. E, ainda assim, desta já ter atuado como convidada num episódio de CSI: NY no papel de uma traficante de drogas. Fora o descarte, o novo “Melrose” deixa a desejar em relação ao original em muitos aspectos.
Concebido como programa da antiga Sessão Aventura, Melrose do tempo presente não é nem o terço da série usada como espelho (ao lado de “Barrados”) para a esfera global decidir abandonar os enlatados para fazer seu 90210 pátrio denominado Malhação (de 1995 para cá, contando as n variantes). Chamar Melrose Place 2009 de trama juvenil é muito pouco para uma história mais com cara de programa criminal. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (15/11)

Autor: João Lima - Categoria(s): Canta USA, Música, Séries, personalidades Tags: , , , , , , , ,
05/11/2009 - 18:21

Assunto da semana: Glee também começou

Série Glee tem um longo caminho a ser aproveitado

Não foi nem preciso ver a exibição do piloto da série musical Glee (FOX, 4ª, 22h) até porque a sua premissa já era sinal de futuro certo. Aprovada pelo exigente público americano, a proposta de transpor para a telinha o universo da geração loser já dá sinais de que esta é uma produção para marcar história neste início de século. Principalmente depois da saída de programas tipo ER, Lost e 24 Horas.
Concebida na mesma aba da onda do High School Musical, Glee, embora não tenha o aparato da Disney para ser essa onda potencial entre o público jovem, já cativa de cara a partir de sua promoção maciça. Fez-se até pré-estréia em solo pátrio com artistas de novelas da Globo e da Record para testar a sua aprovação. Mais lógico ainda é colocar a premissa de Glee associada ao fenômeno de audiência gerado pelo American Idol. Duvida?
Sem nomes da estirpe de um Zac Efron ou de uma Vanessa Hudgens capazes de abarrotar os noticiários e até as páginas deste caderno (como já ocorreu uma vez), Glee chega com as suas caras novas dignas de indicação já ao Globo de Ouro (pela Associação dos Correspondentes Estrangeiros em Hollywood) e pelas premiações sindicais respectivas (SAG, Sindicatos dos Roteiristas, Produtores e Diretores).
A verdade verdadeira sobre Glee é que Glee não precisa de roteiro amarrado, pronto como um PF. Glee vive de letra e música. A da banda Journey (Don’t Stop Beleivin’, 1981) foi o passaporte certo para carimbar a primeira temporada completa de muitas outras que virão. Como Fama, transmitida cá pela antiga Manchete em 1984, Glee respira música do começo ao fim. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (8/11)

Autor: João Lima - Categoria(s): Canta USA, Música, Séries Tags: , , , , , , ,
03/11/2009 - 15:05

O mundinho da baixaria de Cláudia Leitte contra a liberdade de imprensa

“Eu vou olhar nos seus olhos e dizer: ‘críticas ao meu trabalho, independente de serem positivas ou negativas, eu não vou aceitar nunca’. Sabe por quê? Eu não preciso de parâmetro de ninguém, eu faço o que o meu coração me colocar para fazer. Quando eu subo no palco, eu dou a minha alma. Quem está comigo sabe e quem não está também sabe. Quando você falar comigo, seja jornalista, tenha ética, não faça o seu leitor pensar como você, faça ele ficar livre para pensar o que quiser. Exponha a verdade.”
(De Cláudia Leitte, na sua visão de “liberdade de expressão” ao jornalista baiano Alex Lopes)

O episódio da agressão de agentes de segurança da cantora Cláudia Leitte a um jornalista da TV Aratu (afiliada do SBT na Bahia) deixou lições claras do verdadeiro barril de pólvora que é a relação da imprensa com artistas estabelecidos da axé-music, os recording artists que gozam de livres espaços nos veículos de comunicação do PIG(*) e do movimento Cansei.
Veja a nota do Universo Axé, do repórter Alex Lopes sobre o incidente
Os publicistas de Claudinha, como a cantora é conhecida nos meios musicais e fora deles, venderam ao site EGO (da Globocom, ligada à Rede Globo, mesmo site que “elegeu” Rayanne Morais como Miss Brasil 2009) a farsa montada para prejudicar o trabalho de Alex Lopes, jornalista formado em uma das principais universidades baianas e influente formador de opinião no mundo do Carnaval baiano e dos sub-gêneros musicais criados por ele, como a axé-music. Até o R7, da Record, entrou na conversa colocando na grade da Record News a seguinte manchete: “Cláudia Leitte acusa jornalista de se auto-promover”.
O curioso nessa história toda é que Cláudia estudou Comunicação Social (habilitação Jornalismo) sem ao menos ter concluído o curso, da mesma forma que fez com as faculdades de Direito e Música. Do alto de seus 29 anos de idade e oito de carreira, a ex-vocalista do Babado Novo parece não ter aprendido a discernir o que é fonte confiável do que não é. Trata certos jornalistas e blogueiros independentes na vara, no mesmo modus operandi com que a governadora tucana gaúcha Yeda Crusius agride a imprensa que cobre os escândalos de seu governo ora agonizante.
Escolhemos colocar a frase na abertura para resumir bem o estado de desrespeito com que Cláudia Leitte trata parte da imprensa baiana. Alex Lopes trabalha na Aratu, afiliada da Globo no Estado entre 1969 e 1987 (quando perdeu seu contrato para a TV Bahia). De lá para cá, a emissora do galinho já vergou as afiliações da antiga Manchete e da CNT até passar para a malha do SBT em 1997, em função da compra da TV Itapoan pela Rede Record. Cláudia só estrearia na cena musical baiana em 2001.
O caso Cláudia Leitte vs. Aratu remete logo a outro episódio, ainda mais tenebroso: o que, nas eleições para a Assembléia Nacional Constituinte em 1986, o senador Antônio Carlos Magalhães chamou o repórter Antônio Fraga (então na Itapoan) de “f.d.p.”. A história narrada por Leandro Fortes ainda soa atual, principalmente sob a dominação dos egos de uma diva da axé-music em suas relações conturbadas com a mídia independente.

(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Música, Mídia regional, Samba de Uma Nota Só, Viola Minha Pistola Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
02/11/2009 - 13:09

(Des)construíndo a Cavalgada de Roberto Carlos

Em 1978, o mais notório nativo de Cachoeiro do Itapemirim (ES), gravou uma das maiores pérolas da música romântica brasileira do século passado. Liberada pelos militares, Cavalgada descrevia uma relação carnal entre um homem e uma mulher, como descrito a seguir:

Vou cavalgar por toda noite
Por uma estrada colorida
Usar meus beijos como açoite
E a minha mão mais atrevida
Vou me agarrar aos seus cabelos
Pra não cair do seu galope…

Isso, na versão oficial, escrita por ele e por Erasmo Carlos (o qual, regravaria esses mesmos versos em 1980 ao lado de Maria Bethânia). A propósito de Maria Bethânia: certos comentaristas brasileiros de transmissões da NFL, a liga de futebol americano, lotados no Bandsports e na ESPN tem abusado muito desses versos de forma subliminar para se referir às longas cabeleiras de certos linebacks, quarterbacks ou seja lá que posição for. “Ah, esse sujeito parece a Maria Bethânia”, “ah, fulano é a cara do Derrick (Green) do Sepultura”.
Verdade seja dita, Ivan Zimmermann, Sílvio Santos Jr., Paulo Antunes e Everaldo Marques devem ter ouvido (de 1978 para cá) à exaustão os versos acima para tratarem de se afagar nos vastos cabelos de certos atletas de certas equipes não interessa se é da NFC (a Liga Nacional) ou da AFC (a Liga Americana da modalidade) e de integrantes de bandas de heavy-metal e rock progressivo dos anos 70 do século passado. Tirando da reta os comentaristas esportivos, vamos à parte que mais interessa neste texto: a ex-fratella Josy Oliveira.

Vou me perder de madrugada
Pra te encontrar no meu abraço
Depois de toda cavalgada
Vou me deitar no seu cansaço

Para quem leu nosso texto antológico “O que interessa ao PIG(*) não é o Miss São Paulo ou Miss Rio: são as ancas da cantora Josy” (15/4/09), a mão mais atrevida de quem se masturbou pela ex-fratella nas páginas de uma revista masculina explica perfeitamente o objetivo claro dessa música: fazer uma ode explícita às ex-integrantes do elenco do Brothers & Sisters da Julie Chen(***) da caravana jn nas Eleições Presidenciais Brasileiras de 2006(**) (inclusive misses estaduais em pleno reinado) que posam nuas para revistas masculinas. Não estamos falando de Gyselle Soares (não confundir com Sally Field, Nora Walker ou uma universotária qualquer de redação formada pelo professorado da USP e pelos milicianos midiáticos de redação do PSDB paulista, mineiro ou gaúcho) até porque o texto remete a 2009, ao dia presente (a piauiense participou da oitava temporada do seriado da rede americana ABC, camuflada em reality globelezado de acepção holandesa).
Como na letra de Roberto e Erasmo,

Estrelas mudam de lugar
Chegam mais perto só pra ver
E ainda brilham de manhã
Depois do nosso adormecer
E na grandeza desse instante
O amor cavalga sem saber
E na beleza desta hora
O sol espera pra nascer

A cada ciclo do Brothers & Sisters da Cantora Josy(**), estrelas foram mudando de lugar e chegaram mais perto só para os homens verem as suas vaginas e ancas. E continuavam brilhando de manhã depois de um belo adormecer proporcionado pelas mãos atrevidas que faziam amor impresso com as ex-fratellas na ânsia de descobrirem seus ninhos de amor. E na grandeza de cada instante, o amor temporário cavalgava sem saber. E na beleza de cada hora, de cada momento, o sol… Esse, no entanto, tinha que recorrer a uma música do GeraSamba (atual É o Tchan) gravada em 1995:

Depois de nove meses você vê o resultado
Depois de nove meses você vê o resultado

Sem se importarem nesse instante se são dominados ou se dominam as curvas da cantora Josy, os diretores da TV Diário de Fortaleza (ligada ao Sistema Verdes Mares, dono da retransmissora local da Globo) se sentem como gigantes ao pretenderem mostrar o concurso Miss Ceará 2010, programado para o dia 14 de dezembro no resort Vila Galé, em horário a ser definido aos humores de sua grade já complicada de uma segunda-feira à noite (programa religioso às 20h, jornal às 22h, e entretenimento às 22h30). Agindo ao modo global (ou o do SBT), os executivos da Diário acabam se sentindo como meninos na hora de acertarem sua não-transmissão em troca de chamadas publicitárias (as quais, a preço de agora, não foram sequer concluidas).
A infantildade da TV Diário (bem como da esfera global e suas empresas satélites) na experiência em transmissão de concursos de misses é bem explicada pelo léxico da letra de Cavalgada. Ao tentarem transmitir a etapa cearense do Miss Brasil-Miss Universo 2010, os teletecas do SVM agem como meninos como se o documento Responsabilidade e Sensibilidade, redigido pela alta cúpula global após o fim da Censura decretado pela Constituição de 1988, não tivesse nenhuma valia.

(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
(**)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008.
(***)Pedro Bial é a Julie Chen do inverno americano do PIG(*), que em 2008, devido à greve de roteiristas, foi obrigada a apresentar uma edição especial do Big Brother americano na CBS. E Julie Chen, em 2006 no papel de Bial, fez parte da caravana jn que tentou impedir a reeleição do presidente Lula e tomou uma bela surra no segundo turno (61 a 39, segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral)

Autor: João Lima - Categoria(s): Abby Sciuto do Forrogode do Evanescence da Marimoon, Brothers & Sisters, Inezita Barroso, Kelly Clarkson, Música, Mano Brown, Roberto Carlos Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
22/10/2009 - 18:43

Primetime Críticas: A JetBlue, o Miss Paraná e o negócio de Gagliasso com a Copa em Natal

Para inaugurar uma nova forma de exercermos nosso jornalismo independente mesmo à noite, na denominada faixa nobre, aqui cabem dois registros essenciais:
Primeiro: de OFuxico, vem a informação de que o ator de telenovelas Bruno Gagliasso se associará a Marcos Buaiz (sr. Wanessa Camargo, em respeito à sua discografia) e Fábio Faria (político potiguar conhecido pelo “caso da verba indenizatória” para pagar passagens à comunicadora Adriane Galisteu) num camarote do Carnatal’ 09 alusivo à indicação de Natal como sede das partidas da Copa do Mundo FIFA de 2014. Quem vai pagar a conta dessa indicação? A começar deste camarote, indiretamente, será o bolso cada vez mais apeado e saqueado do contribuinte potiguar e natalense (o caso do Voo Colombo a gente não esquece).
Segundo: saiu do Paranashop a pérola do dia: a Azul Linhas Aéreas será a responsável pelo transporte oficial das “personalidades” convidadas do Miss Paraná-Miss Brasil-Miss Universo 2010 (do eixinho Minas-São Paulo-Rio), a ser realizado no dia 6 de dezembro, novamente em Maringá. Indiretamente, houve o dedo de David Neelman, americano nascido no “túmulo do samba”, para essa negociação tão inusitada.
Detalhe 1: grande parte das cidades paranaenses que contará com candidatas no Miss Paraná’ 10 não tem sequer uma única pista de pouso (exceto as de fazendas). As misses terão de ir a Maringá por terra mesmo.
Detalhe 2: Por “personalidades”, entendam-se os manda-chuvas do combalido Miss Brasil-Miss Universo da Gaeta, ex-misses e um ou dois artistas. Difícil é convencer algum a aceitar ser jurado ou a cantar.

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Egos da mídia, Música, Nossa Grana, Nossas Venezuelas Tags: , , , ,
22/10/2009 - 11:19

Assunto da semana: ER acabou

A última festa à fantasia da série médica ER

Depois de 15 anos, acabou-se o que era doce: nesta quarta-feira, a série médica ER (Warner, a partir das 19h) faz a sua despedida de honra. Despedida esta, antecipada na mini-maratona de dois episódios que foi ao ar na última semana. Mini-maratona essa que remetia ao mais puro ambiente de baile de formatura. Como visto em I Feel Good, cujo título era inspiração pura no legado musical de James Brown (1933-2006).
Tirando de letra essa “homenagem” informal ao “Padrinho do Soul” (feita pelo doutor Archie Morris/Scott Grimes), o grande legado a ser deixado por ER: Plantão Médico para as próximas gerações de séries médicas e de roteiristas desse gênero não está, necessariamente, em festa à fantasia regada a odaliscas indianas (caso do episódio que marcou a despedida da médica anglo-indiana Neela Rasgotra/Parminder Nagra). Mas sim, no seu conteúdo e essência.
Uma década e meia de serviços prestados à ficção de corredor de hospital não é coisa suficiente para descrever a contribuição de ER para a padronização das séries médicas a partir de meados dos anos 90 até esta data. Ter a grife de Steven Spielberg (de filmes como E.T., o Extra-Terrestre e outros) e a escrita de Michael Crichton (que morreu antes de And in the End… ir ao ar) não é só mero detalhe.
Com o fim de ER, ficam verdadeiras lições de sobrevivência humana e de suas conseqüentes batalhas em meio ao caos do fictício General County Hospital, de Chicago (na verdade, um hospital abandonado de Los Angeles usado para a sua produção). “ER” é a verdadeira marca registrada de um período da televisão (seja ela analógica ou digital) o qual deveria constar em todos os livros de história geral. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (25/10)

Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais, Música, Séries, Vasto mundo, convocação geral Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
21/10/2009 - 10:00

As ligações de Ice-T com a banda podre da imprensa brasileira

Para quem aguentou ver a edição de ontem do jornal da noite com Bóris Casoy, a metragem de matérias da Band contra o Governo Lula e a favor de criminosos de gabinete como a governadora tucana gaúcha Yeda Crusius é digna de figurar nas letras do mais baixíssimo calão de Ice-T. Espécie de Afanázio Jazadji do Law & Order da Olivia Benson, Tracy Marrow (nascido em 16 de fevereiro de 1958 em Newark) foi um dos precursores do denominado gangsta rap. E, por tabela, do jornalismo delinqüente praticado pelo Lie to Me* dos ruralistas da Band e da Gaeta Promoções e Eventos.
Nayla Micherif, Renata Courteney Cox-Arquette-Hargitay-Field-Close-Love (Hewitt)-Fan, Bóris Casoy e Fernando Mitre são alguns dos expoentes desse gangsta rap da elite tucanófila mineira-paulista, cujas raízes estão nas letras anti-polícia de Ice-T, como Cop Killer (1992). Flávio Ricco e José Armando Vannucci (os dois, blogueiros do UOL) não fogem à regra. E regem seus comentários televisivos, especificamente os relacionados contra os humoristas do Pânico na TV, sob a doutrina dos tacões que derrubaram João Goluart com a ajuda da CIA, em 31 de março de 1964 como se estivessem “escrevendo” as falas do detetive Odafin Tutuola, notório leão-de-chácara da tzarina da máfia missológica mineira que coopta votos de jurados e ameaça blogueiros independentes com a censura e até a morte (se for o caso), na série da NBC cá retransmitida pelo Universal Channel, da Globosat, ligada à Globo.
Veja aqui a biografia de Ice-T que Yeda Crusius e Natália Anderle querem censurar em troca de assinaturas superfaturadas e sem licitação da Veja, do Zero Hora e do Estadão
E também: os escritos secretos achados dentro da valise de Anderle, na visita que esta fez à redação do ZH, pelos detetives de CSI: Natal(***)
Veja aqui e aqui como Flávio Ricco usa o chapéu da Globo para tentar satanizar a concorrência e defender a europeização idiotizante de nossa TV, amparada pela retórica direitista do Palácio dos Bandeirantes
Há rigorosamente um ano atrás, Ricco pregava que a dramaturgia da Band estava extinta. Atirou no próprio pé. A importação de Isa TKM junto à Nickleodeon e à Sony é um atestado claro da amputação de sua reputação jornalística.


Em 2009, Marcos Chiesa, o detetive Odafin “Bola” Tutuola do Law & Order: SVU da liberdade de expressão no humor nacional, compôs esta nova versão de Cop Killer contra os colonistas(*) do PIG(**), incrustrados nas redações refrigeradas do eixo Rio-São Paulo, no professorado da USP e infiltrados entre os universotários de redação formados pela UFRN e pela Universidade Potiguar

Flávio Ricco defende “qualidade na televisão” como se fosse um urubu compondo letras anti-esquerdistas e anti-blogosfera independente para Ice-T.
Em 1993, Ricco compôs 99 Problems para o álbum Home Invasion como se fosse produtor do programa do falecido Ferreira Netto, em vias de mudar da antiga Manchete para retornar à Rede Record pela última vez. A versão de Jay-Z, lançada em 2004, não traz nenhum vestígio do colonista(*) paulista.
Zé Armando da Jovem Pan encobre baixo Ibope do Miss Universo na Band para não ter seu emprego seqüestrado. E, por isso, levou um Grammy em 1993 por melhor colaboração em álbum de rap.
Ice-T é a sombra de Flávio Ricco e de Zé Armando no UOL e na rádio Jovem Pan (outro apêndice do PIG[**]).
Não deixe a sua avó ler a colona(*) Canal 1: ela contém palavrões obscenos e faz mal à saúde pública.

(*)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas do PIG(**) que agem na milícia para eliminar do Brasil, da América do Sul, da face da Terra, da ionosfera, do espectro radiofônico, dos arquivos da CIA, da história do American Idol, dos registros do Superbowl e do sistema solar toda e qualquer tentativa de livre concorrência e de exercício da liberdade de expressão e informação na televisão e na Internet brasileiras. E, não raro, também agem como tal para fraudar resultados de etapas nacionais do Miss Universo à base de cirurgias plásticas forjadas, implantes de silicone, auditorias falsas e cooptação de jurados para o concurso internacional. Foi essa gente que tentou “classificar” Larissa Costa para as semi-finais nas Bahamas extorquindo o coreografo americano Mario Mosley com um CD de letras pornográficas e chulas do Cavaleiros do Forró. É essa gente aí que insiste em entoar a Canção da América de Milton Nascimento para esconder que possui discos ílícitos do Megadeth, do Pantera e de outras bandas que ditam o ideário racista-odioso de Ali Kamel e suas Spice Girls e Backstreet Boys de recados da Grande Mídia sulista. E, como já disse Rodrigo Vianna, consome “droga estragada”
(**)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
(***)Não é CSI: Crime Scene Investigation: Natal e sim CSI: Cachorrada Sob Invetsigação: Natal, cujos detetives investigam os desvios de verba pública feitos pela gestão da prefeita Micarla de Sousa após a eleição fraudada de Larissa Costa como Miss Brasil 2009 (e nos dias que antecederam sua figuração no Miss Universo 2009) e não crimes comuns, como fazem Stella Bonasera e Mac Taylor. Aqui, a ficção do CSI potiguar trata o PIG(**) da gaeta na vara, e não na benevolência, como quer Flávio Ricco.

Autor: João Lima - Categoria(s): Elliot Stabler da direita, Imprensa monopolista, Música, Olivia Benson do tucanato, Séries Tags: , , , , , , , ,
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