A pretexto de defender os “bons costumes” do Padrão Global/Padrão Fantástico, Flávio Ric(c)o rasgou mais uma vez todos os procedimentos elementares de jornalismo independente, como o fez na nota “Morbidez”, de sua colona(*) Canal 1. Repare:
“O programa “Na Mira”, da TV Aratu (afiliada do SBT-ênfase minha, J.E.L.), na Bahia, ontem na hora do almoço botou no ar uma cena chocante (típica da Salvador dos dias atuais, ênfase minha, J.E.L.), aliás, especialidade (sic) do programa: um cidadão, vítima de latrocínio, com o corpo estirado no chão ao lado de uma poça de sangue.
Tudo mostrado nos mínimos detalhes (sic). Um circo do horror (sic)”.
Ric(c)o não cita que a Aratu é afiliada do SBT porque não quer. Se citasse, Daniela Beyruti teria um ataque de nervos com o “padrão de comportamento” de certas afiliadas nesta Terra de Gigantes. Ric(c)o cita o caso da Aratu porque é inimigo político da emissora e amigo de primeira hora da Globo, dos herdeiros políticos de ACM, de José Serra “Nosferatu dos velinhos paulistas”, de Aécio “financiador de fraudes em concursos de misses” Neves e das transnacionais americanas e espanholas escravagistas e opressoras do desespero.
Na mesma hora do almoço, a 949 km da sede da TV Aratu (ex-Globo, ex-Manchete e ex-CNT), o jpb dava um exercício deprimente de mau jornalismo, dantesco, grotesco, estúpido (para não dizer outras coisas) ao não noticiar o escândalo do programa “Leite da Paraíba”, no segundo governo do tucano Cássio Cunha Lima, cassado em fevereiro por abuso de poder e compra de votos. O mesmo jpb não noticiou que o Supremo Tribunal Federal negou a enésima liminar do tucano (apoiado por seus amigos do mass-media) que pedia eleições indiretas para governador, já que estamos a menos de um ano das eleições gerais em outubro de 2010 (Essas notícias foram dadas no Correio Debate, de Hélder Moura, sobre o qual Ric[c]o ainda não gritou).
De duas uma: ou Ric(c)o é analfabeto ou não sabe o que é o Brasil real, não manipulado pelas novelas imbecilizantes da Globo. Detalhe: ele já foi funcionário da emissora da famíglia Marinho.
Morbidez II
Se Ric(c)o tivesse o cuidado de ler os noticiários sobre o American Music Awards do último domingo, constataria que, logo na hora da janta de algumas famílias americanas, o cantor Adam Lambert (segundo colocado da oitava temporada do American Idol) protagonizou outra cena chocante, especialidade dele próprio. Com timbres vocais capazes de estourar até vidraça de barraca de praia na orla de Tambaú, Lambert protagonizou um verdadeiro circo de horrores contra a família americana ao fazer o debute de seu single de estreia, For Your Entertainment. Lambert usou das concessões de TV aberta (entre próprias e de afiliadas) da Disney/ABC para protagonizar uma cena mais nojenta que a descrita acerca do telejornal policialiesco do SBT da Bahia: beijou a boca de um dos integrantes de sua banda e protagonizou cenas de cunho sexual com um de seus bailarinos em cadeia nacional de televisão na base do grito.
Como na Aratu, a baixaria de Lambert foi mostrada aos americanos nos mínimos detalhes.
Circo de horror é Lambert protagonizar isso que o senhor e a senhora vão ver abaixo:
Qualquer universotário de redação de mente bem sensata saberia discernir um tipo de sensacionalismo (o da mídia de oposição ao esquema dos herdeiros de ACM) de outro (o do grito de Lambert regado a obscenidades em pleno primetime). Nenhum professor universitário de comunicação seria capaz de compactuar com circos de horrores, como o que Lambert fez na ABC (cá retransmitido pelo canal pago TNT). Agora, cabe aos executivos da Rede Record repensar a hipótese de “convidar” Adam Lambert para cantar na grande final do Ídolos, dia 16 de dezembro no Teatro Bradesco (SP). Se é que essa hipótese exista.
A Aratu é inimiga declarada da Rede Bahia desde criancinha (em 1987, perdeu na Justiça a afiliação global para a cáfila carlista).
Flávio Ric(c)o tem ódio da Aratu porque é lá que trabalha o repórter Alex Alves (editor do site Universo Axé), agredido covarddemente por leões de chácara da cantora (?) Cláudia Leitte.
Flávio Ric(c)o tem nojo da Aratu porque ela não pertence ao esquema midiático do PSDB/Demos na Bahia. E Ric(c)o é um de seus porta-vozes no plano nacional para a imprensa especializada em TV.
Ontem, Luciana Gimenez, recebeu um Zé Pedágio tão desesperado quanto Lambert para tentar ocultar a pesquisa CNT/Sensus que auferiu queda nos seus índices de intenção de voto para a disputa presidencial de outubro próximo.
Rede TV!, Globo, Folha, Abril, Estadão, Band e ABC parecem estar formando uma aliança para tentar colocar Serra no Planalto a partir de 1º de janeiro de 2011. E instaurar a Kristallnacht da democratização da informação na Internet brasileira por intermédio de seus pressupostos mineiros, Nayla Micherif e Eduardo Azeredo, encarregados de implantar a “Internet chinesa” nos nossos computadores.
(*)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas do PIG(*) que atuam na milícia para defender o monopólio da informação, derrubar o presidente Lula e fraudar o resultado da próxima edição do Miss Brasil. E assim se comportarão sempre que um presidente tiver origem no trabalho, e não no capital, uma ex-fratella tiver origem no Estado mais pobre da federação, e não na elite branca separatista de São Paulo, no Brasil, no mundo, na Galáxia, na história do Super Bowl, do American Idol e antes da aposentadoria do ônibus espacial. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, “costumam chamar o patrão de colega”. É essa gente aí. (**)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
Passaram-se 27 anos da última oportunidade que o monopólio da Globo (isso mesmo, monopólio!) ganhou alguma estatueta no Emmy destinado a emissoras não-americanas. De lá para cá, aumentaram as concessões dadas a canais de redes concorrentes, a TV a cabo deu mostras de sua força (embora inibida pelos lobbies da família Marinho contra novas concessões de operadoras país afora) e a própria Globo sentiu na carne o gosto amargo da derrota para a livre concorrência. Nesse hiato, entre o especial Morte e Vida Severina e a novela-documentário Caminho das Índias muita coisa foi feita no campo tecnológico. Começou-se a delinear a morte do sistema analógico em favor do digital, Bussunda morreu junto com a comédia do Casseta e Planeta, duplas sertanejas apresentaram programas no daytime dominical e por aí vai. Cenas de uma televisão brasleira regada a guerras editoriais de desespero e imbecilidade política.
Da ira inicial com os noticiários da manhã na Grande Rede (todos pró-Globo) ao artigo de Daniel Castro no portal R7 passaram-se mais de 12 horas para que eu tentasse entender a real dimensão da coisa. Apesar de ser uma vitória dos profissionais do medius televisivis brasiliensis, o laureamento de Caminho… não deixa de ser questionável. Para se ter uma ideia do perigo que representa o monopólio da esfera global na difusão de suas telenovelas mundo afora, remetamo-nos a uma pensata de Luís Nassif que comparava o diretor de jornalismo da casa a um ator pornô. Foi essa assepsia que o Padrão Global/Padrão Fantástico quis vender aos jurados do Emmy Internacional. Vendeu bem, a ponto de Juliana Paes dar uma bofetada na cara dos responsáveis pelo Emmy americano (este sim, mais democrático, por pernitir o rodízio de redes na sua transmissão televisiva doméstica). Usaram a Maya da trama já encerrada para vender uma Índia falsificada. Tão falsa quanto as novelas dos primórdios globais de Glória Magadan (morta em 2001), todas gravadas nos estúdios do Jardim Botânico.
Digam o que quiserem, amanhã ou depois de amanhã. Vitória brasileira (seja em concurso de beleza, no automobilismo, na moto-velocidade, no futebol ou na sétima arte) não se questiona. O que se quer condenar aqui é o comportamento monopolista na distribuição dos espaços brasileiros nesta edição do Emmy Internacional. Nesta, para ficarmos bem claros.
Apesar do How I Met Your Mother da organização apresentar uma enquete perguntando aos internautas se o Miss Brasil-Miss Universo deveria ser transmitido ao vivo pela Grande Rede, a Band ainda consta como parceira do certame. Isso, apesar de parte de seus diretores defender a remoção do concurso de sua grade a partir de 2010. Há uma oposição fortíssima entre os diretores da emissora que estão viajando para a convenção de afiliadas na Bahia. O “boicote” da TV Meio Norte ao Miss Brasil 2009 foi só o começo do fim da era missológica na Band.
Por outro lado, há uma corrente na gaeta(*) que defende o fim do televisionamento do Miss Brasil já a partir de 2010. Os custos da transmissão são altíssimos para uma audiência tão baixa (que o diga o que aconteceu no último Miss Universo). O uso da Internet, para esse setor “rebelde”, traria mais custo-benefício do que um espetáculo televisivo, amarrado a grades de programação. Nos lados de Nayla Micherif, no entanto, a conversa é outra: nada de cortar o Miss Brasil pela TV aberta; deixe a Internet como opção aos brasileiros no exterior que ainda não tem acesso ao sinal da Band Internacional até o momento. E, talvez, ficassem potencialmente privados de ver o concurso de beleza.
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
Peço para que atentem para a seguinte nota do site MissBrasil.org:
“Os jornalistas interessados em realizar a cobertura do Miss Ceará 2010 devem entrar em contato com a organização do evento através do e-mail: luis_eduardo_84 at hotmail.com ou kelvialves at hotmail.com. No e-mail deverá ser informado o nome do veículo e a quantidade de profissionais que irão ao evento. Lembramos que somente será permitida a entrada dos jornalistas cuja equipe estiver devidamente credenciada, seja TV, rádio, jornal ou site.
O Miss Ceará 2010 acontece no dia 14 de dezembro de 2009, no Siará Hall. Além do desfile que escolherá a representante cearense no Miss Brasil 2010, a noite contará com várias atrações artísticas, entre elas, a dupla ítalo e Renno. Quem também marcará presença no evento será a Miss Brasil 2009, Larissa Costa”.
Comentário
Em tradução livre: Jorlene Cordeiro não vai aceitar a presença de veículos de comunicação (entre sites e blogs independentes) que façam críticas à sua atuação desastrosa no trato com certas candidatas cearenses a títulos internacionais de beleza. Não nos esqueçamos do sofrimento a que foi posta Vanessa Vidal, durante o período de competição do Miss Beleza Internacional 2008, no qual a segunda colocada no Miss Brasil do ano em questão não tinha uma única intérprete de LIBRAS para ajudá-la. A organização disponibilizou apenas intérpretes em inglês e mandarim. Tudo para prejudicar ainda mais a candidata brasileira que tinha mais chances de ir às semi-finais de uma disputa internacional sob a custódia da gaeta(*).
Mais grave do que isso: na notícia que trata do prazo final de inscrição das candidatas municipais, não há uma única menção a horário de exibição do concurso na grade noturna da TV Diário (emissora coligada à afiliada local do monopólio de Hannah Montana). A Securitate de Jorlene se limita a dizer, laconicamente, que “o concurso terá transmissão ao vivo”. Como? A aprendiz da gaeta(*) do Ceará está mentindo? Ou está armando algum blefe para a Diário não televisionar o certame e dar a ele o mesmo tratamento do “Padrão Brothers & Sisters da Cantora Josy(**) de (Queda de) Qualidade”?
Mais una cosa: Jorlene Cordeiro sabe o que é liberdade de imprensa?
Jorlene quer impor na cobertura do Miss Ceará 2010 a chamada “Internet chinesa”?
Ou quer que os jornalistas que venham a cobrir seu certame sejam massa de manobra para impedir eventuais críticas à utilização da máquina pública (leia-se: o Governo de Cid Gomes) para patrocinar o certame? (Escrevemos isso num momento em que os profissionais de saúde do IJF (Instituto José Frota), o principal hospital público de Fortaleza, estão em greve amargando humilhações salariais e pedindo melhorias para o combalido sistema hospitalar do Estado de duas ex-misses Brasil que participaram do Miss Universo).
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses. (**)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008.
“Eu vou olhar nos seus olhos e dizer: ‘críticas ao meu trabalho, independente de serem positivas ou negativas, eu não vou aceitar nunca’. Sabe por quê? Eu não preciso de parâmetro de ninguém, eu faço o que o meu coração me colocar para fazer. Quando eu subo no palco, eu dou a minha alma. Quem está comigo sabe e quem não está também sabe. Quando você falar comigo, seja jornalista, tenha ética, não faça o seu leitor pensar como você, faça ele ficar livre para pensar o que quiser. Exponha a verdade.”
(De Cláudia Leitte, na sua visão de “liberdade de expressão” ao jornalista baiano Alex Lopes)
O episódio da agressão de agentes de segurança da cantora Cláudia Leitte a um jornalista da TV Aratu (afiliada do SBT na Bahia) deixou lições claras do verdadeiro barril de pólvora que é a relação da imprensa com artistas estabelecidos da axé-music, os recording artists que gozam de livres espaços nos veículos de comunicação do PIG(*) e do movimento Cansei. Veja a nota do Universo Axé, do repórter Alex Lopes sobre o incidente
Os publicistas de Claudinha, como a cantora é conhecida nos meios musicais e fora deles, venderam ao site EGO (da Globocom, ligada à Rede Globo, mesmo site que “elegeu” Rayanne Morais como Miss Brasil 2009) a farsa montada para prejudicar o trabalho de Alex Lopes, jornalista formado em uma das principais universidades baianas e influente formador de opinião no mundo do Carnaval baiano e dos sub-gêneros musicais criados por ele, como a axé-music. Até o R7, da Record, entrou na conversa colocando na grade da Record News a seguinte manchete: “Cláudia Leitte acusa jornalista de se auto-promover”.
O curioso nessa história toda é que Cláudia estudou Comunicação Social (habilitação Jornalismo) sem ao menos ter concluído o curso, da mesma forma que fez com as faculdades de Direito e Música. Do alto de seus 29 anos de idade e oito de carreira, a ex-vocalista do Babado Novo parece não ter aprendido a discernir o que é fonte confiável do que não é. Trata certos jornalistas e blogueiros independentes na vara, no mesmo modus operandi com que a governadora tucana gaúcha Yeda Crusius agride a imprensa que cobre os escândalos de seu governo ora agonizante.
Escolhemos colocar a frase na abertura para resumir bem o estado de desrespeito com que Cláudia Leitte trata parte da imprensa baiana. Alex Lopes trabalha na Aratu, afiliada da Globo no Estado entre 1969 e 1987 (quando perdeu seu contrato para a TV Bahia). De lá para cá, a emissora do galinho já vergou as afiliações da antiga Manchete e da CNT até passar para a malha do SBT em 1997, em função da compra da TV Itapoan pela Rede Record. Cláudia só estrearia na cena musical baiana em 2001.
O caso Cláudia Leitte vs. Aratu remete logo a outro episódio, ainda mais tenebroso: o que, nas eleições para a Assembléia Nacional Constituinte em 1986, o senador Antônio Carlos Magalhães chamou o repórter Antônio Fraga (então na Itapoan) de “f.d.p.”. A história narrada por Leandro Fortes ainda soa atual, principalmente sob a dominação dos egos de uma diva da axé-music em suas relações conturbadas com a mídia independente.
(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
Afogada em dívidas depois de duas desclassificações consecutivas no Miss Universo após 2007 (ano em que o Brasil obteve sua última classificação para as finais), a Gaeta Promoções e Eventos, responsável pelo Miss Brasil-Miss Universo gasta seus últimos tubos na vã tentativa de fazer o lobby da segunda colocada do concurso nacional deste ano, a mineira Rayanne Morais, na participação desta no concurso Miss Beleza Internacional 2009, marcado para o próximo dia 28 em Chengdu (China comunista). Lobby esse que terá um custo muito grande para o bolso do contribuinte tanto o mineiro quanto o da cidade de Divinópolis.
É notório o desespero dos missólogos aliados da Gaeta quanto às críticas ao uso do dinheiro público na promoção abusiva da imagem de Rayanne na mídia, em grande parte custeada com a arrecadação desviada dos recursos do ICMS e de programas sociais aos quais a gestão Aécio Neves não dá a mínima atenção. Tratar concurso de beleza como “evento cultural”, ao contrário do que os tucanos ortodoxos pensam, não é o espetáculo a que se quer ver ao invés de “ver Dilma e Sarney mentirem”. Mentira: a “cultura da beleza” apregoada pelos milicianos de Rayanne na imprensa mineira é o câncer que só agrava a corrupção estatal. Sobretudo aquela praticada nos governos do PSDB e do DEM.
Com o rombo nos cofres cada vez mais evidente, fica cada vez mais difícil a sobrevida da Gaeta enquanto empresa organizadora de concursos de misses. Situação essa que não é nem nova: de 1999 a 2002 (anos iniciais dessa fase então não-midiatizada do Miss Brasil), nenhuma das representantes brasileiras no Miss Universo conseguiu vaga na semi-final do certame. Cenário idêntico ocorreu entre 1999 a 2005, em relação ao Miss Beleza Internacional. Curiosamente, também esses foram todos os anos em que a concessão brasileira do Miss Mundo esteve sob a sua tutela (1999 a 2005).
A Gaeta não tem projeto algum como firma organizadora do Miss Brasil. Inventa marolinhas. Sua principal fonte de renda de 2002 para cá tem sido os acordos de direitos de transmissão (inicialmente com a Rede TV! e depois com a Band). Mas é exatamente na fase da Band que a situação da Gaeta junto às direções do Miss Mundo, Miss Universo e Miss Beleza Internacional se torna cada vez mais crítica. Pobre em lobbies internacionais (ou, talvez, sem nenhuma cancha para tanto), a turma de Nayla Micherif tem se comportado de forma amadorística nesse campo. Não sabe usar direito seu tempo de televisão, exceto para fazer propaganda enganosa de si mesma. Nayla é uma mentirosa nesses termos. E, em termos missológicos, o Brasil está sim no fundo do poço.
Se quiserem fazer lobby para Rayanne Morais no Miss Beleza Internacional que o façam. Mas não saqueando as economias do povo de Minas Gerais, como propõem a Gaeta, a Look Top Beauty, a Band, os milicianos do PSDB-DEM, a Confederação Nacional da Agricultura e o movimento Cansei. Fazendo assim, Nayla e Boanerges Gaeta Jr. estão sim é abrindo portas para a decretação da falência da Soletur da missologia nacional.
Nos Estados Unidos e na Suécia, potências missológicas sérias da América do Norte e da Europa (no Miss Universo), essa prática dá cadeia. A democracia brasileira moderna não tolera aspirantes a Rod Blagojevich de saias e batom do atraso missológico do clubinho da esquina midiática-tucanófila-aecista-ruralista do Lipstick Jungle das Alterosas. Já nos bastaram os escândalos de corrupção envolvendo a venda da vaga do presidente Barack Obama no Senado americano para tamanha comparação.
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
Depois de perder seu sinal nas parabólicas por ordem da Rede Globo, a TV Diário de Fortaleza está prestes a sofrer outro revés. Com a debandada de seus jornalistas para a emissora do monopólio de Hannah Montana em Juazeiro do Norte do Padre Cícero, seus informativos ficaram cada vez mais acéfalos, sem rumo ou discurso próprios. O suposto acordo para a transmissão do Miss Ceará 2010, tão propalado na blogosfera missológica, na verdade não passa de uma farsa para encobrir os verdadeiros intentos globais na área de concursos de beleza.
É louvável o trabalho de Jorlene Cordeiro até aqui para colocar o Miss Ceará, em termos de data, no mesmo patamar das etapas estaduais do Miss USA. Mas o pouco caso do duo Diário/Globo Verdes Mares com concursos de misses pode por esse esforço por água abaixo. Já cansamos de dizer o quanto desprezível é a conduta editorial das afiliadas da Globo para com esse tipo de evento: pagar para não transmitir e usá-lo como estampa de marketing em seus breaks comerciais regados a anunciantes ligados à oligarquia Jerissati (disso, a perita Lindsey Monroe, vivida pela atriz Anna Belknap em CSI: NY, sabe muito bem).
Risível é ver milicianos de redação como o incutido no Jornal de Uberaba escreverem que “é preferível ver um espetáculo de beleza (regado a desvio de verba pública-J.E.L.) a verem uma Dilma Rousseff e um Sarney mentirem (?) descaradamente em seus mais recentes “escândalos” de corrupção (fabricados pela milícia do PIG, investigada pela blogosfera e pelo detetive Mac Taylor, que não vê o jornal nacional inventar que Lula é o responsável pela epidemia de crack, replicada pelo sensacionalismo de O Globo)”. Repugnante é ver uma empresa satélite da Globo (a TV Diário, ligada ao Sistema Verdes Mares) “assumir” o co-patrocínio de um concurso que nem sequer irá transmitir. Tudo em favor de seus interesses.
O que interessa ao duo Globo Verdes Mares/Diário não é transmitir o Miss Ceará. Mas sim transformar o evento em arma sensacionalista de jornalismo mundo-cão da mentalidade de Ali Camel(*) em programas idiotizantes do daytime e promoção pessoal de empregados do monopólio da informação e de ex-integrantes do cast do Brothers & Sisters da Cantora Josy(**), no próximo dia 14 de dezembro no resort Vila Galé, pertencente a investidores portugueses.
O “espetáculo de beleza” do PIG cearense não é o concurso local de miss. Mas, sim, a espetacularização das ancas das aprendizes da cantora Josy incrustadas nos simulacros de bandas de forró travestidas de boy-bands ou Girl Power da oligarquia local.
(*)Ali Camel é o jornalista da Globo que tenta povoar mentes despovoadas (como as da TV Diário) com golpes de Estado que nunca dão certo. (**)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008.
Certa mesmo é a transmissão do Miss Ceará (Miss Brasil-Miss Universo) 2010 para o dia 14 de dezembro pela TV Diário (Fortaleza, apenas no canal 22 UHF analógico por ora [o 34 digital ainda não está no ar], e resto do país ,NET e DTHi) direto do Siará (sic) Hall. Resta saber em que horário, para não desbalancear a grade já complexa (programa religioso das 20h, jornal das 21h30 e Teveneno). Na melhor das hipóteses, atentem, a disputa irá para a faixa das 22h30. É aguentar para ver.
Está no blog do Nassif:
“Continua a piada pronta.
Segundo matéria da Folha, a Casa Civil informa que na hora da tal reunião com Lina Vieira ela, Dilma, estava com o presidente da República e não participou de reunião alguma. Lina diz, em depoimento no Senado, que não houve reunião em 9 de outubro porque estava em São Paulo. Ambas – casa Civil e Lina (no Senado) informam que houve reunião na Casa Civil para tratar do tal encontro dos CEOs.
E, depois de pesar todos os elementos, o ponderado senador Arthur Virgílio encerra o samba do crioulo doido com uma frase lapidar:
“Devido ao surgimento de novas e irrefutáveis provas é imprescindível a presença da ex-secretária”, disse o líder do partido, Arthur Virgílio (AM).
Desde que a agenda política passou a ser comandada pelas manchetes do circuito Folha-Veja-Globo, a oposição só afunda. Criou-se um mundo virtual totalmente dissociado da realidade, auto-referenciado, sem auto-crítica, com esse nível de “provas novas e irrefutáveis”.
Esse fenômeno ainda há de ser estudado e, no futuro, considerado o maior engano de comunicação já produzido por uma liderança política no país: José Serra, o homem que terceirizou a estratégia política para os jornais”.
Depois da leitura da lide acima, dá para depreender que o PSDB, através de seus cabos eleitorais mineiros Romo Neves e Nayla Micherif, passou a terceirizar a indústria missológica nacional a partir de 1999, com antecedentes em 1991, quando Marlene Brito tentou fazer o mesmo na sua relação com o SBT. Naquela época, Sílvio Santos não quis negócio e mandou enterrar as transmissões de concursos de beleza de sua programação (Pressionado, Senor Abravanel só abriu exceção em 1998, quando a Globo já havia lhe tomado os direitos de transmissão da entrega do Oscar).
Na leitura de LL Cool J (o agente sênior Sam Hanna de NCIS: Los Angeles, que na nossa ótica passa a se chamar NCIS: Rio Mossoró ou NCIS: Rio-Mossoró Diariamente pela Viação Nacional[*]) para os press-releases repicados pelos milicianos de redação das Alterosas (inclusive aquele do Jornal de Uberaba que xingou a ministra Dilma às vésperas da tragédia de 23 de agosto em Nassau), José Serra também usou o suposto favoritismo de Larissa Costa (eleita Miss Brasil 2009 a mando dos oligarcas potiguares das manchetes do circuito citado por Nassif) para tentar angariar votos de nordestinos. Nordestinos incautos, enganados pelas mentiras do Padrão Global/Padrão Fantástico. Nordestinos e nordestinas (como Larissa) iludidos e iludidas pelo conto do Pequeno Príncipe trombeteado pelas gangues que tentam atacar os detetives de Criminal Minds, matar Allison Dubois (Patricia Arquette) por afogamento num vaso sanitário (não o de um ônibus da Viação Nacional que liga a cidade-sede da Gaeta à terra de criação de Marta Jussara) em Medium e atirar de um carro adesivado pelos lobistas de Larissa para tentar matar os detetives de CSI: NY.
A piada pronta da Gaeta sobre Larissa Costa é nenhuma. Larissa não tinha nem chances técnicas de chegar às semi-finais do Miss Universo 2009: foi vítima da húbris da idiotização da mídia sulista, mais engajada em A Fazenda do que nos Numb3rs das bolsas de apostas oficiais do certame (nas paralelas, Larissa levou um baile da australiana Rachael Finch, que tomou-lhe a vaga).
Para o Miss Beleza Internacional que está por vir, a prova do lobby sobre o “favoritismo” de Rayanne Morais (Miss Brasil do PIG) é o nada. Como a comédia de Jerry Seinfeld na sitcom americana que o projetou.
O Curb Your Enthusiasm dessa milícia missológica é publicar em jornal da direita press-release sobre a vida secreta de Larissa Costa de acordo com a agenda oficial. O que passar pela blogosfera independente não é pauta.
Larry David já desaprovou o comportamento miliciano dos jornalistas do Estadão que fizeram matéria paga (também replicada pela piada pronta da Gaeta) sobre uma exposição alusiva ao Ano da França no Brasil correlata ao “Pequeno Príncipe na Oca”. Lembrem-se: os mesmos guerrelheiros da extrema-direita paulista que entrevistaram misses como Natália Guimarães, Adalgisa Colombo, Valéria Péris e outras também vazaram o conteúdo das provas do ENEM impressas na Gráfica Plural, ligada ao Grupo Folha.
Atentem: o Putin de saias do Lipstick Jungle da missolgia nacional agora quer matar a blogosfera independente de entretenimento com seus esclarecimentos fajutas, travestidos em informes publicitários governamentais camuflados de transmissão de concurso estadual. O Erário mineiro pagou a pornografia que foi a transmissão do Miss Minas Gerais 2008 em rede nacional de TV. Isso, num universo total de R$ 349 milhões gastos pela gestão Aécio Neves de 2003 até agora só com publicidade.
O Miss Minas Gerais de Rayanne Morais foi golpe de publicidade. E você acabou pagando por isso.
(*)Não é Naval Criminal Investigative Service e sim Natal City (full-high-definition television futebol) Information Socieity: Rio-Mosoró Diariamente pela Viação Nacional, versão fraudada pelo PIG de NCIS: Los Angeles, cuja primeira temporada completa foi assegurada pela CBS americana (nada a ver com Cabugi Broadcasting System)
Achamos no blog Parabólica, da rádio Jovem Pan, aquela que pode ser a descoberta da pólvora desde a conclusão do Projeto Genoma em 2000: o colonista(**) José Armando Vannucci, jurado do Troféu Imprensa do SBT e tal, simplesmente omitiu os números vergonhosos do Ibope da Rede Bandeirantes auferidos na Grande São Paulo para a transmissão do Miss Universo 2009, realizado no dia 23 de agosto, um domingo.
Como todo reino mineral já sabe, o concurso concorreu no Brasil com a final de A Fazenda 1, Chantástico(***), eliminação de No Limite 4, Pânico na TV, Dr. Hollywood, Programa Sílvio Santos e filme do SBT. Toda a blogosfera sabe, menos Vannucci, notório porta-voz do Globope do Projac. Clique aqui para ver os Numb3rs do MU que Vannucci não publicou no blog da Pan para não perder o emprego Veja também a curva decrescente do Ibope do certame na Band
Vannucci não colocou os números irrelevantes da Band para dar margem às interpretações enganosas da gaeta(*) sobre o “crescimento” do Miss Brasil a cada ano (veja o que diz o jornal catarinense O Barriga Verde a esse respeito).
Vannucci, José Armando, não noticiou a tragédia de Nassau porque não quis. Acha que concurso de miss só interessa se for para falar bem. Fazer crítica isenta e independente como nós fazemos, ele não quer porque seus superiores não permitem. Clique aqui para ver qual é o real interesse da Globo nos concursos de misses
(*)Não adianta escrever Gaeta Promoções e Eventos em maiuscula dado o grau de reincidência de denúncias de corrupção contra a direção nacional do Miss Universo no Brasil. Com uma imprensa conformista e complascente com as atividades criminosas da quadrilha de Nayla Micherif e Boanerges Gaeta Jr., fica cada vez mais difícil que, após Natália Guimarães, apareça outra candidata estadual neste país com a cancha de Rafaella Zanella e o carisma de Natália para arrebatar os corações e mentes dos jurados do concurso internacional. (**)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas mineiros do PIG(****) que atuam na milícia para derrubar o presidente Lula, falar mal do Piauí e tentar eleger Débora Lyra, na marra, como Miss Brasil 2010. E assim se comportarão na imprensa do Brasil, na cobertura da nona temporada do American Idol e na aposentadoria dos ônibus espaciais, prevista para 2010, sempre que uma ex-participante de Big Brother sair do Estado mais pobre do Brasil (e não dos Estados Unidos de Jennifer Aniston, Jennifer Hudson, Jennifer Garner, Jennifer Love Hewitt e Jennifer Lopez) para chamar a atenção da mídia. São jornalistas que, como diria Mino Carta, “chamam o patrão (geralmente ruralista e escravagista que apóia os “editoriais” da Band-J.E.L.) de colega”. É essa gente aí que quer denegrir, na chamada grande imprensa do eixo Rio-São Paulo, o projeto do Novo Piauí (***)Combinação da chantagem jornalística do padrão global para dar Ibope e vender jornal e revista com a estética ultrapassada e retrógada do Fantástico, capenga na audiência (****)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories