Arquivo da Categoria Informes e editoriais
25/11/2009 - 18:44
Passaram-se três meses da tragédia que foi a participação (?) da potiguar Larissa Costa no Miss Universo 2009. De 24 de agosto para cá, foram escritos dezenas de posts alertando para os erros que culminaram na sua desclassificação antes mesmo das semi-finais. Erros esses que nem são de hoje: remetem ao ano de 1989, quando o SBT começou a se desprender da indústria missológica nacional. Erros esses repetidos ano após ano, década após década. Na “gestão” Marlene Brito em carreira solo, o Brasil só obteve uma mísera classificação entre as semi-finalistas do Miss Universo. O ano? 1993, quando a ex-coordenadora do certame encarregada pelo SBT para tanto já amrgava seus piores dias na promoção de eventos desse porte.
Nas gestões Paulo Max/Paulo Max Filho e Ana Paula Sang somadas (1994-1998), o desastre foi ainda maior: um jejum de cinco anos sem classificação no Miss Universo, quebrado apenas no crepúsculo, no canto de cisne, no coma terminal da Singa Brasil, com Michela Marchi em Honolulu. Para se ter uma ideia do prejuízo brasileiro tomado nos anos 80, 90 e 2000 no Miss Universo, vamos ao seguinte comparativo:
GESTÃO SBT (1981-89)
Participações no Miss Universo: 9
Classificações: 4
Eliminações: 5
Após o cancelamento do Miss Brasil 1990, a situação só piorou. Repare:
“GESTÃO” MARLENE BRITO (1991-93)
Participações no Miss Universo: 3
Classificações: 1
Eliminações: 2
GESTÕES PAULO MAX/PAULO MAX FILHO/ANA PAULA SANG (1994-98)
Participações no Miss Universo: 5
Classificações: 1
Eliminações: 4
“JESTÃO” GAETA (1999-presente) (*)
Participações no Miss Universo: 11
Classificações: 3
Eliminações: 8
Tradução livre: as gestões Marlene/Paulos Max pai e filho/Ana Paula passaram oito anos brincando de coordenar etapa brasileira do Miss Universo como se isso fosse uma coisa irrelevante, inexpressiva, como o foi depois que o SBT assumiu essa brincadeira toda após herdar o espólio da Rede Tupi em 1981. Apesar de já ter levado ao ar o Miss Universo no Programa Sílvio Santos, o SBT não aprendeu a lidar direito com um evento de massas e grandes audiências (tal qual o Grammy, o Oscar, a Copa do Mundo e outros). O Grupo Sílvio Santos tratou concurso de miss Brasil como se fosse a coisa mais inexpressiva do mundo, diante da linha de shows de seu canal de TV. Pior para Marlene Brito, que só fez afundar ainda mais a nossa tradição no concurso internacional (A Paulos Max e Ana Paula couberam pegar as pás. Nayla Micherif e Boanerges Gaeta Jr. ficaram com a missão de fechar a sepultura do Miss Brasil. Mas eles, por teimosia e conveniência política, se negam a fazê-lo).
O que se precisa fazer para melhorar a reputação do Brasil como potência no Miss Universo é uma rigorosa reformulação do calendário das suas etapas estaduais, atualmente atrelado ao esquema do “deixa para depois do Carnaval”. Em países sérios como os Estados Unidos, isso não acontece. Lá, as etapas estaduais do Miss USA são realizadas de junho até, no máximo, janeiro do ano seguinte. Planejar corretamente esse calendário depende não só de boas intenções mas, principalmente, de vontade política. Isso a gaeta(**) não tem. O que interessa à gaeta(**) é colocar o “reinado” da Miss Brasil na ordem do dia. Isso tem que acabar. Antes mesmo do embarque de Larissa para o último Miss Universo, por que a gaeta(**) não pensou logo no Miss Brasil 2010? Por que os coordenadores dos Estados e de Brasília ficaram esse tempo todo acomodados, esperando a caravana passar, para tomar alguma providência quanto a seus certames? No dicionário do Miss USA, isso se chama “preguiça”. No do Miss Porto Rico, “irresponsabilidade”. No do Miss Bélgica (que acontece mês que vem), “incompetência”. Na cartilha do Miss Venezuela, “burrice”.
Mais: a fixação da data do Miss Brasil do ano seguinte ao da participação brasileira no Miss Universo do corrente ano precisa ser fechada com, pelo menos, sete meses de antecedência em relação à data proposta (normalmente meados de abril). O prazo para a definição da cidade-sede do Miss Brasil 2010 já se esgotou. E agora?
(*)Dados atualizados até 23 de agosto de 2009
(**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
Autor: João Lima - Categoria(s): Egos da mídia, Eventos, Informes e editoriais, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, concursos de beleza
Tags: denúncia, Gaeta, incompetência, investigação, irresponsabilidade, Larissa Costa, Marlene Brito, Miss Brasil, Miss Universo, Paulo Max, Programa Sílvio Santos, SBT
19/11/2009 - 13:27
A jornada do recomeço das manchetes de A Fazenda 2
Mal se passaram dois meses do final da primeira temporada, vencida por Dado Dolabella, o reality rural A Fazenda (Record, 2ª a sábado, 21h e domingo, depois do Gugu) conseguiu superar a si próprio no prelúdio de seu segundo ciclo. Com 99,99% dos nomes antevistos neste caderno acertados, o reinício do programa deu ao público ares de coisa ainda fresquinha como pão da padaria. A saber.
Não se trata de dar ares de pesquisa do Ibope aos prognósticos feitos em cima de nomes como os do ex-nadador Xuxa, da ex-dançarina de grupo de axé Sheila Melo, da bandeirinha Ana Paula, Karina Bacchi e aí vai. Chutes à parte, A Fazenda, 2º ciclo começou cercada pelo ambiente da geração de suas primeiras manchetes. O desagrado do sambista Dudu Nobre com certas situações de Adriana Bombom é só um caso. Caso sensacionalista isolado.
Primeira roça formada, fica a leve impressão de que A Fazenda 2, a preço de agora, já começa a construir uma nova rotina para as gincanas pátrias de competição. Nem nos Estados Unidos, programas semelhantes chegaram a tanto. Tanto é que já estão na manga dois programas especiais de Natal e Ano-Novo. Em tradução livre, significa briga de casal para ver o especial do rei Roberto Carlos. Ou renega-lo.
Fora os palpites felizes e as primeiras intrigas extra-casa, A Fazenda 2º ciclo é o anteparo da promessa de colocar frente a frente duas acepções de realities de competição que envolvam confinamento. Uma, o Big Brother, da esfera global, e outra, o programa em questão da Record. Face a face, Globo e Record prometem brigas maiores que as iras de seus editoriais jornalísticos mútuos. Até domingo.
Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (22/11)
Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais, Música, Reality-shows, personalidades
Tags: A Fazenda, Adriana Bombom, Britto Jr., Dudu Nobre, Rede Record, samba, The Good Husband
05/11/2009 - 19:00
Já se passaram pouco mais de dois meses da vexaminosa participação de Larissa Costa no Miss Universo e os (ir)responsáveis pelo Miss Brasil-Miss Universo ainda não moveram uma única palha em relação à edição 2010 do ceretame. Enquanto as demais competidoras da atual Miss Brasil no concurso nacional deste ano são tratadas a pão e água tanto pela mídia quanto pelas coordenações estaduais, Larissa segue recebendo o tratamento devido como se nada, absolutamente nada tivesse acontecido. Aconteceu sim.
Verdade seja dita, o reinado de Larissa Costa como Miss Brasil 2009 já acabou. Não há mais razão nenhuma de levá-la a participar de eventos, mesmo os seus organizadores e empresários estarem cientes de que a presença de uma Miss Brasil não-classificada nas semi-finais do Miss Universo não vai atrair atenção alguma. Pelo contrário: vai atrair a ira de torcedores insatisfeitos e de formadores de opinião estarrecidos com a farra de recursos públicos usada tanto na promoção de um lobby que jamais existiu como num voo promocional para Lisboa em junho último. O pagador do IPTU e da Taxa de Coleta de Resíduos (também conhecida como Taxa de Lixo) das cidades de Natal e São Gonçalo do Amarante sabe muito bem do que este Críticas está falando.
O mínimo que a sociedade brasileira pede agora, em nome do bom senso, da liberdade de imprensa e seu poder de fiscalização, da liberdade de expressão e do respeito ao uso do dinheiro público, é apenas uma coisa: Larissa Costa, renuncie ao título de Miss Brasil que não mereces vergar diante de tanta corrupção já tratada, abordada e comprovada por parlamentares e por defensores públicos. A sujeira que os dirigentes da Gaeta Promoções e Eventos insistem em varrer para debaixo do tapete para não afugentar os “contratos publicitários” da atual Miss Brasil é o retrato da degradação que atinge em cheio a indústria crescente dos concursos de beleza no Brasil.
Enquanto jornalistas de milícia brincam de serem as Ruths Ocumarez de ocasião nas redações refrigeradas do eixo Rio-São Paulo-Minas, o calendário das etapas estaduais do Miss Brasil/Miss Universo 2010 segue parado, sem um único planejamento super-prévio, como acontece no Miss USA. Ceará, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Amazonas, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Pará e Bahia trataram de seguir a nossa convocação feita em setembro último para adequarem os calendários de seus certames ao da fall-season da etapa americana do Miss Universo. E os outros Estados e o Distrito Federal? Vão continuar na mesma masmorra, na eterna promessa de enviar uma pretensa representante potencial do Brasil para levar o título de Miss Universo ao invés de só pregarem a conversa mole do “quem sabe”? Esse pessimismo pragmático das coordenações estaduais do Miss Brasil precisa acabar. Assim como a cadeia de inverdades inventada pelos marqueteiros da Gaeta.
O sonho de Larissa Costa acabou. A hora é de a Gaeta e seus franqueados estaduais acordarem para a realidade nua e crua da missologia brasileira.
Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção siliconada, Informes e editoriais, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, Ética nos concursos de beleza
Tags: anunciantes, Erário, Erário potiguar, Eventos, Larissa Costa, Miss Brasil
28/10/2009 - 14:58
Ao contrário do que havíamos publicado na crítica “A última festa à fantasia da série médica ER” (postada aqui em 22/10 e publicada no Notícia da TV do JMN três dias depois), a maratona de despedida da trama começa às 20h (hora de Teresina, 19h Manaus e Rio Branco), e não às 19h, com a retrospectiva. As informações anteriores relativas a horário foram mantidas.
Informação adaptada a partir de nota do NaTelinha
Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais, Séries
Tags: ER, erratas, Informes do blog
28/10/2009 - 14:42
Estréia de Warehouse 13 é o novo momento na TV paga
Pode até parecer mentira, mas é um fato mais que provado. O piloto da série policial de ficção científica Warehouse 13 (Warner, 2ª, 22h) levado ao ar na última segunda-feira foi uma mostra bem clara de como devem ser conduzidas, daqui para frente, as estréias de novas temporadas ou novas produções nos nossos canais pagos. O poder da Internet e de outros meios pesou bastante nessa mudança. Amém.
Euforia com essa mexida de grade à parte, o início de Warehouse 13 não foi essa coisa toda em termos de premissa. Longa e achatada num enredo de duas horas, a apresentação das credenciais da trama do Syfy americano (lá é a nova denominação do Sci-Fi Channel) ao público brasileiro pareceu mais morna do que uma série policial usual. O que move o propósito de Warehouse não é o crime comum. Mas sim o sobrenatural do Serviço Secreto.
Com enredo misturando referências a Arquivo X com procedimentos habituais de séries que envolvam investigações empreendidas pelo FBI (a Polícia Federal americana), Warehouse 13 é, em termos, uma espécie de cruzamento informal de Criminal Minds com a fórmula de sucesso que projetou ao mundo o ator David Duchovny durante a década passada. Cada coisa a seu devido tempo.
Na nova ordem da programação da TV paga brasileira de estréias antecipadas, Warehouse 13 é o pano de fundo da padronização da ficção policial já antecipada por produções tipo “Fringe”. E, sobretudo, a cereja de um bolo de receita complexa e bastante complicada de se fazer. A ficção de serviço reservado de Warehouse segue exatamente essa culinária escrita de horário nobre. Assim seja. Até domingo.
Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (1º/11)
Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais, Séries, Vasto mundo
Tags: ficção científica, NBC/Universal, séries policiais, serviço secreto, Syfy, Warehouse 13, Warner
22/10/2009 - 11:19
A última festa à fantasia da série médica ER
Depois de 15 anos, acabou-se o que era doce: nesta quarta-feira, a série médica ER (Warner, a partir das 19h) faz a sua despedida de honra. Despedida esta, antecipada na mini-maratona de dois episódios que foi ao ar na última semana. Mini-maratona essa que remetia ao mais puro ambiente de baile de formatura. Como visto em I Feel Good, cujo título era inspiração pura no legado musical de James Brown (1933-2006).
Tirando de letra essa “homenagem” informal ao “Padrinho do Soul” (feita pelo doutor Archie Morris/Scott Grimes), o grande legado a ser deixado por ER: Plantão Médico para as próximas gerações de séries médicas e de roteiristas desse gênero não está, necessariamente, em festa à fantasia regada a odaliscas indianas (caso do episódio que marcou a despedida da médica anglo-indiana Neela Rasgotra/Parminder Nagra). Mas sim, no seu conteúdo e essência.
Uma década e meia de serviços prestados à ficção de corredor de hospital não é coisa suficiente para descrever a contribuição de ER para a padronização das séries médicas a partir de meados dos anos 90 até esta data. Ter a grife de Steven Spielberg (de filmes como E.T., o Extra-Terrestre e outros) e a escrita de Michael Crichton (que morreu antes de And in the End… ir ao ar) não é só mero detalhe.
Com o fim de ER, ficam verdadeiras lições de sobrevivência humana e de suas conseqüentes batalhas em meio ao caos do fictício General County Hospital, de Chicago (na verdade, um hospital abandonado de Los Angeles usado para a sua produção). “ER” é a verdadeira marca registrada de um período da televisão (seja ela analógica ou digital) o qual deveria constar em todos os livros de história geral. Até domingo.
Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (25/10)
Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais, Música, Séries, Vasto mundo, convocação geral
Tags: Índia, Chicago, ER, General County Hospital, I Feel Good (música), James Brown, Michael Crichton, NBC, Neela Rasgotra, Parminder Nagra, SBT, Scott Grimes, soul, Steven Spielberg, Warner
08/10/2009 - 12:57
Indicação de Caminho esconde falha no Emmy internacional
A novela Caminho das Índias acabou, isso todos já sabem. Mas o que poucos sabem é que a trama de Glória Perez ajudou a desenhar uma última novela paralela: a de sua indicação aos prêmios Emmy destinados a canais não-americanos. Da cota que a esfera global teve direito nas nomeações deste ano, Caminho não se sobressaiu apenas por ser a novela/documentário a que se assistiu. Mas a outras coisas mais.
Chega a ser até de torcer o nariz a presença exclusiva de produções globais na seleção dos programas brasileiros que vão disputar o Emmy internacional. Mas, por que essa discrepância? Preocupação à parte, Caminho levou em oito meses um caminho natural que qualquer documentário do National Geographic ou do Discovery Channel fariam em 30, 60 minutos ou até duas horas. Mostrar as belezas da Índia camufladas na ótica do padrão global. Tudo falso.
Para tentarmos responder à pergunta do parágrafo acima, não nos esqueçamos do incidente envolvendo a recusa da Academia Internacional de Artes e Ciências da Televisão à inscrição de programas da Rede Record no ano passado. O episódio fez a empresa redigir uma nota à imprensa questionando os critérios de escolha das produções brasileiras ao Emmy internacional. Pegaram direto na raiz do problema.
Com a parte pátria de indicações do Emmy internacional, cuja entrega de estatuetas acontece em 23 de novembro em Nova York, fica uma pergunta: será que a Academia Internacional ainda não percebeu que o Brasil não tem só uma, mas cinco grandes redes de televisão fora a Globo? Será que os jurados não abriram ainda os olhos para a dramaturgia da nossa TV paga? Aproveite a semana para pensar bem.
Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (11/10)
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Egos da mídia, Elliot Stabler da direita, Eventos, Informes e editoriais, Novelas, Vasto mundo, realidade brasileira
Tags: Caminho das Índias, Emmy Internacional, monopólio da Globo, monopólio da informação, prêmios Emmy, premiações, telenovelas
05/10/2009 - 18:59
O alerta está na nota do Estrelando (agora filiado ao R7): o ator Chris Noth, que fez o detetive Mike Logan na série Law & Order: Criminal Intent entre 2003 e 2008, anunciou seu noivado com a namorada Tara Wilson (aliás, a quem interessa saber quem é Tara Wilson?). No registro, Noth diz que fez o anúncio na franquia canadense do programa Entertainment Tonight. Até aí, tudo bem. Mas, fazer esse anúncio para a mídia do Canadá, na surdina da americana (a que mais importa), tem sentido?
Os internautas brasileiros que nos prestigiam com sua audiência seja em Toronto ou numa lan-house da Guabiraba podem até achar que eu estou errado. Mas, convenhamos, essa informação deve ter cruzado os Grandes Lagos (Ontário, Erie e Michigan) a jato para ter chegado ao alcance da mídia norte-americana pátria de Noth e de todas as séries da franquia L&O.
Registre-se: Noth, 54, também é conhecido por ser o Mr. Big da não menos famosa série Sex and The City, da qual saiu para trabalhar em Criminal Intent, mais tarde. Agora, volta às origens no segundo filme derivado da série homônima (reprises em Pindorama no Multishow e Fox Life, horários a conferir).
Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais, Séries, The Star Spangled Banner, personalidades
Tags: AXN, Chris Noth, filmografias, franquia Law & Order, HBO, Law & Order: Criminal Intent, Multishow, NBC, Rede Família, registros, séries policiais, Sex And the City, USA Network
03/10/2009 - 09:23
Em comparação com o Miss Brasil 2010, a etapa americana do Miss Universo elegeu até o momento o dobro de candidatas (8 a 4). Essas informações foram apuradas horas antes do concurso Miss Minas Gerais 2010, que acontece nesta noite. Lá, será eleita logo mais a candidata do Tennessee.
Autor: João Lima - Categoria(s): Eventos, Informes e editoriais, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Outras Venezuelas, The Star Spangled Banner, concursos de beleza, convocação geral
Tags: comparações, Miss Brasil 2010, Miss USA 2010
01/10/2009 - 09:10
A novela da mentira criminal da série Lie to Me
Passada a ressaca dos prêmios Emmy, hora de voltar à realidade. Ou melhor, à realidade da detecção forense de mentiras retratada na série Lie to Me (FOX, 3ª, 22h). Traduzida livremente para Engana-me se Puder, a trama passada em Washington (sede do FBI, a Polícia Federal americana) mostra a atmosfera psicológica da contradição entre acusados/criminosos e agentes de investigação. Pega na mentira.
E, pela interpretação de Tim Roth dada ao agente Cal Lightman, pega mesmo como na famosa música de Erasmo Carlos. Tanto é que a matriz americana da FOX já está exibindo a segunda temporada desde a última segunda-feira (28). Na esteira da boa aceitação da temporada inicial (cuja estréia ocorreu aqui nesta semana), Lie to Me caminha a passos largos para ser, talvez, o 24 Horas das entranhas da investigação criminal. Menos, Jack Bauer, menos.
É prematuro dizer se Lie to Me tem cara e jeito de ser indicada a alguma premiação. Mas a apresentação das credenciais de Lightman/Roth no piloto da última terça-feira é alguma coisa para o que vem pela frente (Globo de Ouro, Sindicato dos Atores, Emmy, etc.). Louros posteriores à parte, o fato é que Engana-me se Puder já pode ser reconhecida não só pela atuação de Roth, mas pelo seu enredo.
Tida pela FOX como principal promessa ao lado do musical Glee (falaremos deste mais à frente), Lie to Me é uma boa saída para os eventuais órfãos e viúvas de 24 Horas, caso a trama acabe mesmo em 2010. Se é que acabe. Sem o recurso do nariz do Pinóquio, ao detetive Cal Lightman não interessa se o nariz de um suspeito cresce ou não à medida que confessa as suas mentiras. Cadeia nele. Até domingo.
Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (4/10)
Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais, Poderes ocultos, Séries, The Star Spangled Banner
Tags: 24 Horas (série), Cal Lightman, estréias, FBI, fidelização, FOX, Jack Bauer, Lie to Me, mentira, público, Pinóquio, Tim Roth, Washington
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