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Arquivo da Categoria Imperialismo midiático

22/11/2009 - 15:14

Law & Order: Criminal Grammar: Nichols, Wheeler e Ross vão ao Rio para desbaratar quadrilha do Miss Brasil

Após serem difamados pelo governador Sérgio Cabral e pelo prefeito Eduardo Paes, os agentes da Divisão de Casos Especiais (Gramaticais) da polícia de Nova York, do FBI e da Interpol, acompanhados de repórteres do jornal da cultura, do jornal nacional e de um comediante do Rockgol MTV chegam à Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro, com um mandado de prisão nas mãos. E com um aparato de segurança não visto nem mesmo nas séries Plantão de Polícia, Força-Tarefa e A Lei e o Crime. Muito menos em CSI, NCIS ou na América pós-11 de setembro de 2001.
***
ZACH NICHOLS (Jeff Goldblum): Police!
MEGAN WHEELER (Julianne Nicholson, com o megafone na mão): Police! We have a prison order by Supreme Court of the United States and the Brazilian Federal Public Ministry! Right on the window!
(Passam se cinco minutos e são disparados os primeiros tiros de advertência. Lá dentro, a chefe do esquema de corrupção no Miss Brasil-Miss Universo, Nayla Micherif, seguia sua rotina de trabalho. Atendia um telefonema até ser interrompido por uma de suas secretárias):
SECRETÁRIA: Nayla, a Polícia está lá embaixo com uma ordem de prisão contra a senhora!
NAYLA: Diga a esses imbecis que já passei pela mesma provação diante do Datena outro dia. Mande esses americanos imbecis irem para a p… que pariu!
SECRETÁRIA: Vou avisá-los.
(Nayla sai de seu escritório, na sede da gaeta[*], pega um cassetete, e desce para a rua onde estão os policiais).
CAP. DANIEL ROSS (Eric Bogosian): Any sign of our deffendant, Nayla Micherif?
WHEELER: No, capitain.
ROSS: Grab a walkie-talkie to communicate the agents who stay inner the gaeta’s(*) office building.
WHEELER: Right now.
WHEELER: Agents, let’s enter on the Nayla’s office now!
(Um dos agentes do FBI toca a porta)
AGENTE 1: Police!
(Nesse instante, os detetives entram no prédio com o mandado de prisão).
O ambiente é de tensão no prédio onde funciona o escritório da gaeta(*). Funcionários estão apreensivos com a possível prisão da pessoa que ajudou a revelar Grazi Massafera e Natália Guimarães. Alguns boletins noticiosos não-alinhados ao PIG(*), como o Conversa Afiada e o portal Vermelho entram com a seguinte manchete: “URGENTE: Polícia invade escritório de diretora do Miss Brasil” ou “Agentes do FBI estão à caça de Nayla Micherif, dizem fontes”. Ninguém do terrorismo midiático do Padrão Global/Padrão Fantástico (especializado em canonizar as misses Brasil Universo reinantes de 2007 para cá) noticia a operação. Estão todos de mãos atadas com a gaeta(*) (se falar mal, perde o emprego).
NAYLA: Quem é?
WHEELER: NYPD! FBI! Hands on the floor!
NICHOLS: Great beauty pageant you organize! Neither Miss Puerto Rico have this “mega-structure”.
NAYLA: Tire as mãos de cima de mim!
WHEELER: You can explain better this infra-structure on Federal Police precinct.
Nayla sai algemada da sede da gaeta(*) sob manifestações de solidariedade. “Não acredite nessa Newsweek, são uns idiotas, uns tresloucados!”, diz a funcionária de uma multinacional francesa de metalurgia que tem contratos milionários com a jestão tucana de José Serra em São Paulo. Surpreendentemente, ninguém a xinga de “ladra!” e “assassina!”.
***
“A diretora do concurso Miss Brasil, Nayla Micherif, foi levada agora há pouco para a sede da Polícia Federal no Centro do Rio de Janeiro. Não foram divulgados detalhes da operação que prendeu a empresária, que venceu o concurso em 1997. Novas informações a qualquer momento”, anuncia um perplexo Ricardo Boechat no plantão do jornal da band. Ao saber da notícia, o capitão Ross desliga o televisor e xinga:
ROSS: Mentally disturbed! What college this idiot studied?
ALEXANDRA EAMES (Kathryn Erbe): I don’t know.
NICHOLS: Boechat reported the Nayla’s arrestment by pretext to undercover the corruption charges against the political scheme which the former Miss Brasil titleholder supports in her homeland State, Minas Gerais.
WHEELER: According to the records, Nayla was born in Ubá, the some homeland city of deceased composer Ary Barroso. She assumed her function at Miss Brasil organization in 2001, after the enesym change of coordination after cancellation of thus by SBT network, in 1991.
ROSS: She need us a lot of explanaitions.
***
EAMES: Is a second time you stay here. What are you did during your Miss Brasil directing term?
NAYLA: Vocês querem me transformar num Celso Pitta de saias, não é?
ROBERT GOREN (Vincent D’Onofrio): NOT necessarialy look-a-like Pitta. But we have a lot of prizes for your excellent work joining the Miss Universe Organization. Lie, corruption, fraud, traffic of influence, false representative, larceny, blackmail, extorsion. Your work is NOT reveal a look-a-like Grazi Massafera ou Natália Guimarães. YOUR work is a plotting of false lobbies to brazilian candidates for Miss Universe title.
EAMES: And also, you used the same scheme to attempt to influence results of Miss International 2009 pageant, at comunist China. Used the Minas’ media to influence and made a hoax involving the name of Rayanne Morais.
NAYLA: Não é verdade! Diz pra mim que não é verdade!
NICHOLS: At Miss Universe 2007 pageant, my cousin who traveled to Mexico City to support Miss USA Rachel Smith, told me about corruption stories involving your person within the judges. I see what the NBC telecast didn’t showed from the backstage.
NAYLA: A Natália chegou lá porque era linda e carismática não porque eu teria roubado, seus imbecis! Vermes! Safados!
EAMES: The history what we earned in the Bandeirantes TV headquarters in São Paulo is yet fresh in our minds to the date. We don’t forgot your mise-en-scene to assault Detective Goren and insulted the image of american police.
(Nayla agarra Eames pelo pescoço e tenta enforcá-la).
NICHOLS: Quiet!
(Os agentes contem Nayla e a levam de volta para a cela).
GOREN: Great example.
***
(**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.

Autor: João Lima - Categoria(s): Força da Grana, Gerson Law & Order, Hannah Montana e suas Grandes Irmãs, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Joia da coroa, Mondo cane, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, Séries, corrupção nos concursos de beleza, realidade brasileira, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
20/11/2009 - 08:36

O festival da notícia ruim do PIG(*) da gaeta(**)

No Boletim de Ocorrência da Canal 1 denominado “manchetes que podem mudar a humanidade”, Flávio Ric(c)o, porta-voz do imperialismo americano e das multinacionais que querem boicotar a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), escreve:
“Mais uma da série “notícias que podem mudar o rumo da humanidade”: Danielle Winits e o filho Noah tomam sorvete para se refrescar.
Nota corajosamente postada num site (esse site é o EGO, ligado à Globo)”.
O EGO é o mesmo site que “elegeu” Rayanne Morais como Miss Brasil 2009 numa votação fraudulenta (clique aqui para ver o resultado do estelionato eleitoral que acabaria dando a coroa de facto à potiguar Larissa Costa).
No entanto, outro site (o Escrevinhador, de Rodrigo Vianna) postou corajosamente a notícia que Ric(c)o não quis postar (para não prejudicar suas ligações umbilicais com a Rede Globo). Essa sim, é para “mudar o rumo da humanidade” (ou a falta dela): “TIM, Oi e Telefonica querem dar golpe na Confecom: elas já entraram para o PIG(*)? Vamos reagir!”.
Isso sim é coragem jornalística que os Backstreet Boys II Men do atraso cultural brasileiro querem encobrir em favor de abusos de poder. Como o verificado na recente concessão de título de cidadão pernambucano aos músicos paraenses da banda Calypso. Propositura de um parlamentar do Democratas, amicíssimo de Ric(c)o e notório lobista da Globo e dos interesses escravagistas dos tacões assassinos dos usineiros e das empreiteiras.
Flávio Ric(c)o usa como Hino Nacional a letra de The Star-Spangled Banner e não os versos de Osório Duque Estrada escritos em 1822, logo após a nossa independência de Portugal.
Ric(c)o já foi diretor do programa do falecido Ferreira Netto na Band. E Ferreira, como contou Mario Sérgio Conti, acabou demitido da emissora em 1983 por aceitar propina de pessoas ligadas ao então governador do Amazonas, Amazonino Mendes (corrijam se esta informação estiver errada) para aceitar que sua entrevista fosse ao ar. João Saad, dono da emissora, soube do blackmail armado pelos peemedebistas manauaras e mandou Ferreira ir passear em frente ao número 13 da Rua Radiantes, Morumbi.
Ric(c)o já passou por praticamente todas as emissoras grandes do país, baseadas no eixo Rio-São Paulo. Noutro dia, falou maldades do apresentador Geraldo Luís, da Rede Record, como se estivesse escrevendo um episódio de PR para a TV Diário, ligada à Globo e ao grupo do coronel tucanófilo Tasso Jerissati (aquele que diz que “tem jatinho porque pode”).
Ric(c)o atualmente possui esse verdadeiro Prêmio Pulitzer da crítica televisiva de extrema direita ancorada na imprensa raivosa do “Sul Maravilha”.
Ric(c)o é porta-voz da direita tucana na crônica televisiva além de advogar pela perpetuação do monopólio da informação. O UOL (onde o colonista[***] atualmente trabalha) pertence aos grupos Folha e Abril. A Folha, por sua vez, é sócia da Globo no jornal de negócios Valor Econômico. E a Abril, da sul-africana Naspers, que apoiou o regime de apartheid que manteve Nelson Mandela na cadeia por 27 anos.
Ric(c)o usa vários chapeus (veja quais são). Mas, nas suas linhas, não esconde seu ódio aos piauienses (a conduta de apoio ao Rafinha do Emocore no Brothers and Sisters da Gyselle Soares[*****], não confundir com o Brothers & Sisters da Cantora Josy[****], foi o exemplo mais claro de seu escárnio jornalístico contra os nordestinos).
Na surdina, Ric(c)o atua como miliciano da gaeta(**), a Securitate da missologia nacional. Pensa que Renata Fan é ao mesmo tempo, Courteney Cox, Patrícia Arquette, Mariska Hargitay, Sally Field, Glenn Close, Elisabeth Moss, Kyra Sedgwick ou Holly Hunter. Advoga para a mílícia de Zé Pedágio e Aécio Neves na mesma velocidade que estes se negam a pagar os precatórios dos velhinhos e sucateiam as pequenas empresas de seus respectivos Estados.

(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
(**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
(***)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas mineiros do PIG(*) que atuam na milícia para derrubar o presidente Lula e tentar eleger Débora Lyra, na marra, como Miss Brasil 2010. E assim se comportarão na imprensa do Brasil, na cobertura da nona temporada do American Idol e na aposentadoria dos ônibus espaciais, prevista para 2010, sempre que uma ex-participante de Big Brother sair do Estado mais pobre do Brasil (e não dos Estados Unidos de Jennifer Aniston, Jennifer Hudson, Jennifer Garner, Jennifer Love Hewitt e Jennifer Lopez) para chamar a atenção da mídia. São jornalistas que, como diria Mino Carta, “chamam o patrão (geralmente ruralista e escravagista que apóia os “editoriais” da Band-J.E.L.) de colega”. É essa gente aí que vive falando mal do Piauí na grande imprensa.
(****)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008.
(*****)Não confundir com a série da rede americana NBC levada ao ar em 1979

Autor: João Lima - Categoria(s): Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Globelezação, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Independência editorial, Nossa Grana, The Star Spangled Banner, personalidades, realidade brasileira Tags: , , , , , ,
07/11/2009 - 11:22

Numb3rs para efeito de comparação

Se a transmissão do último concurso de Miss Universo pela Band registrou módicos 2 pontos de média, a do Latin Grammy anteontem foi ainda pior: 0,6 pontos na medição realizada na Grande São Paulo. Ainda assim, se a audiência do certame de beleza continuar a descer ladeira abaixo em 2010, há na emissora quem cogite a possibilidade de uma não-renovação dos acordos com a Miss Universe Organization e com a Gaeta Promoções e Eventos.
Mas, atenção: o caso do Miss Brasil merece uma atenção à parte. Nada relacionado com números de audiência por ora. E sim, com cifras e pagamento da multa rescisória (caso a direção da emissora opte pela retirada das misses da grade de eventos da casa por razões de estratégia corporativa).
A convenção da rede paulista será realizada entre os dias 26 e 29 na Bahia. A continuidade ou não dos acordos com a Gaeta está entre os assuntos a serem tratados. Já há missólogos apreensivos com essa reunião. E temerosos de que o pior aconteça.
***
O que preocupa a direção da Band na questão do Miss Brasil e do Miss Universo é a perda cada vez maior de audiência de ambos os certames, apesar da empatia que estes tem junto não só a seu público como o de outras redes. Preocupada com as investidas constantes da concorrência após o segundo lugar de Natália Guimarães no Miss Universo 2007, a cúpula da Band pouco ou nada fez para impedir que as vencedoras do Miss Brasil a partir de então fossem assediadas para aparecerem em programas da esfera global. Daí o medo entre os Saad de a rede da famíglia Marinho tomar o Miss Brasil para si. Não para transmití-lo e sim para usá-lo como arma de alienação ideológica em seus programas, realities e telejornais.
Os casos das exposições desnecessárias de Natália Anderle e de Larissa Costa em humorísticos dominicais e de misses estaduais em Brothers & Sisters da Cantora Josy(*) e telejornais facciosos do daytime fizeram a pareceria Band/Gaeta tremer nas bases. Setores da direção da Band acharam que a transmissão do concurso fora uma imposição da Rede Globo após esta tomar da Rede TV! os direitos do evento em 2003. E, aparentemente, tê-los passado à Band por achar que concurso de miss não seria um bom negócio principalmente após o caso da miss cassada Joseane Oliveira.
À Band de nada adianta continuar com o concurso de Miss Brasil se candidatas estaduais que já competiram no evento, como a cearense Khrisley Karllen, aparecem impunemente num jornal hoje editado por Ali Camel(**) a pretexto de derrubar o atual governo federal. Não tem serventia nenhuma a continuidade de um concurso nacional de beleza se este tem suas virtudes deturpadas por ensaios não-autorizados de nudez de misses estaduais reinantes (vejam o caso recente da pernambucana Michelle Fernandes). E nem adianta continuar a incentivar a participação brasileira em um concurso internacional de beleza, cujos índices só fazem despencar a cada ano. Principalmente pela má visibilidade que lhe é dado na mídia e pela desatenção jornalística que recebe.
A Band tem jornalistas competentes isso não se nega. Mas, o fato é que a emissora não quer empregar sua força de trabalho para cobrir jornalisticamente o Miss Universo porque não quer. É sintoma de burrice administrativa e de incompetência da pior espécie. E, como de praxe, a culpa cai toda nas costas dos coordenadores do Miss Brasil (ou da miss Brasil, se for o caso).

(*)Não tem nada a ver com a saga da família Walker protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) se comporta como um exímio comentarista de moda-praia a ponto de inventar neologismos depreciativos como “Gyselle Cajuína”, para se referir à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares (participante da oitava temporada, em 2008)
(**)Ali Camel é o jornalista da Globo que quer povoar mentes despovoadas com golpes de estado plantados e tentados sem sucesso

Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Eventos, Força da Grana, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Numb3rs, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo, concursos de beleza, realidade brasileira Tags: , , , , , , ,
27/10/2009 - 08:59

EXCLUSIVO: gaeta(*) usa misses capixabas para pregar golpe de estado e tirar Olimpíada do Rio

Os repórteres do Críticas, os jurados do So You Think You Can Dance?, do America’s Got Talent e os elencos de NCIS: Los Angeles, NCIS: Guabiraba da Mulher Moranguinho, NCIS: Rio-Vitória Diariamente pela Viação Itapemirim e NCIS: Guarapari mostram, com exclusividade, o plano da gaeta(*) promoções e eventos para fraudar os resultados do Miss Brasil 2010 em favor das candidatas já eleitas de Minas Gerais, Débora Lyra, e do Espírito Santo, Francienne Pavessi. Nossa equipe investigou, durante um mês, o rascunho de um plano de sabotagem de resultados do concurso nacional para conceder às duas misses estaduais, ambas nascidas no Espírito Santo, as vagas brasileiras para o Miss Universo 2010 e o Miss Beleza Internacional 2010. O texto é de Mano Brown, LL Cool J, Luís Nassif, Carlos Alberto Sardemberg, Kara DioGuardi, ACM Neto, Royce do Cavaco e Merval Pereira.
***
Coup D’Etat, fraude, farsa, quadrilha. É assim que os promotores do Ministério Público Federal e os redatores da série Law & Order: Criminal Intent definem o plano diabólico da Gaeta Promoções e Eventos para influenciar jornalistas e corromper jurados com o intuito de construir resultados de modo a colocar as misses Minas Gerais, Débora Lyra, e Espírito Santo, Francienne Pavessi, nas duas primeiras colocações do concurso Miss Brasil 2010, cuja data e local ainda nem sequer foram marcados. De acordo com relatórios obtidos com exclusividade pela reportagem do TV em Análise Críticas, assessorada por jurados do So You Think You Can Dance?, há evidências claras de participação de diretores da Gaeta na construção da farsa eleitoreira, destinada não só a favorecer a candidatura do tucano Aécio Neves à Presidência da República em 2010. Mas a fabricar manchetes favoráveis na mídia para as duas candidatas ao concurso nacional.
De acordo com a atriz Cote de Pablo, que interpreta a agente do Mossad Ziva David na série NCIS da rede CBS (retransmitida no Brasil pelo AXN), “[esses papéis] são o indício claro de uma farsa para privilegiar os padrinhos políticos dos coordenadores estaduais não só da Miss Minas Gerais, mas também da Miss Espírito Santo”. Vale lembrar que, nos registros de manchetes do site oficial do Miss Brasil referentes a outubro de 2009, houve favorecimento explícito à divulgação, supostamente “a título de promover o turismo”, do concurso capixaba em detrimento do concurso mineiro. “Isso prejudicou bastante e até inviabilizou a transmissão nacional do Miss Minas que estava originalmente agendada. E por essa razão, a emissora geradora do evento (a Band) teve que transmitir um jogo de futebol feminino para não arcar com maiores prejuízos”, disse de Pablo/Ziva.

Esquema inclui troca de favores e propinas a jornalistas de oposição ao ‘esquema Gaeta’

Segundo o laudo preliminar da perícia dos atores da série NCIS: Guabiraba da Gracyanne do Tchakabum, foram distribuidos, nos 15 dias seguintes às eleições de Débora e Francienne nos seus Estados, 1200 cheques de valores que variam entre R$ 5 (o que dá para pagar um lanchinho na Lanchonete do Estadão em São Paulo, a mesma citada na reportagem dos cheques anti-simpatizantes de Mariana Valente exibida em agosto pelo Chantástico/Primetime: Show de Mentiras da TV Globo/Dateline da Chuíça) a 11.483,53 (valor esse que pagaria duas passagens de ida e volta entre Vitória e São Paulo), distribuídos a jornalistas do Novo Jornal e de sites de oposição como o Conversa Afiada, o Críticas, Cloaca News, Na Maria News, RS Urgente, a revista Carta Capital e até o norte-americano The Huffington Post. Agentes do FBI e do NCIS prenderam 18 funcionários das Organizações Globo, da Rede Gazeta de Comunicação e da Gaeta envolvidos na construção da fraude.
Ainda de acordo com o laudo, os acusados (cujos nomes não poderão ser divulgados para não atrapalhar as investigações) também ofereciam propostas de emprego em suas firmas em troca do silêncio sobre as denúncias que agora pesam contra os diretores do Miss Espírito Santo, do Miss Minas Gerais e do Miss Brasil-Miss Universo. “Em minha cidade, Checotah, isso se chama formação de quadrilha. Quem fez essa fraude é gente da pior espécie. Isso é roubo e pode até dar pena de morte!”, disse, horrorizada, a cantora Carrie Underwood em entrevista ao Fala Oklahoma (não confundir com o Fala Brasil nem com o Hoje em Dia) da Rede Record.

Gaeta e Globo teriam feito acordo não sobre o Miss Brasil, mas sim para tirar a Olimpíada do Rio e levá-la para Madri, diz ator de Law & Order: CI

Depois de Chicago perder a indicação para sediar a Olimpíada de 2016, diretores da Central Globo de Jornalismo e da gaeta promoções e eventos já estariam trabalhando na surdina para inverter a pauta de seus noticiários, antes favoráveis à candidatura do Rio de Janeiro, para tirar da capital carioca a sede da competição. Preocupados com a repercussão negativa causada pelo episódio The Glory That Was… da série Law & Order: Criminal Intent, os executivos, ao invés de processarem a USA Network, decidiram partir para outra frente de batalha. Não a da transmissão do Miss Brasil pela rede carioca e sim do golpe de Estado que pretende tirar o Rio da cena olímpica.
“Esses ‘constitucionalistas’ da Globo pensam que nós somos idiotas. Não fizemos coisa errada ao produzir The Glory That Was…. Nós queríamos mostrar exatamente ao contribuinte brasileiro o quanto dispendioso e negativo pode ser sediar uma Olimpíada. Ainda mais, regada a um lobby suspeito de corrupção. Essa foi a mensagem que Law & Order: CI quis passar do sub-mundo do movimento olímpico”, disse em nota o produtor-executivo Dick Wolf, que escreveu o controvertido episódio. Para o ator Jeff Goldblum, que interpreta o detetive Zach Nichols, “isso (o comportamento da Globo após a escolha do Rio para sediar os Jogos) é sinal de desespero por parte deles (os brasileiros), que nunca sediaram uma Olimpíada”.
De acordo com reportagem do Conversa Afiada, além do “acordo” com a Gaeta, há a intenção da Globo em levar para Madri a sede dos Jogos de 2016. “Isso cheira a golpe de Estado. Isso é banditismo”, disse o ator Vincent D’Onofrio que interpretou o detetive Robert Goren até a oitava temporada, cujo final vai ao ar esta semana no AXN. D’Onofrio, que não renovou para a nona temporada, acredita que “tanto uma firma (a Gaeta) como outra (a Globo) podem estar envolvidas em um golpe de Estado”. O caso de corrupção envolvendo as candidatas de Minas e Espírito Santo para o Miss Brasil 2010 pode ser só o seu prenúncio.

(Com reportagem de Diane Sawyer, Charles Gibson, Mallu Magalhães, David Cook, Josa da Padaria, Chicão da Farmácia, David Archuleta, Hermes e Renato, Monetário & Financeiro, Cacique & Pajé, e Tota do Posto)

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.

Autor: João Lima - Categoria(s): Abby Sciuto do Forrogode do Evanescence da Marimoon, Corrupção siliconada, Elliot Stabler da direita, Eventos, Força da Grana, Imperialismo midiático, Joia da coroa, Mondo cane, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, corrupção nos concursos de beleza, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , ,
16/10/2009 - 10:38

Vannucci, da Pan, encobre os roubos da gaeta(*). E não noticia mau desempenho da Band no Miss Universo 2009

Achamos no blog Parabólica, da rádio Jovem Pan, aquela que pode ser a descoberta da pólvora desde a conclusão do Projeto Genoma em 2000: o colonista(**) José Armando Vannucci, jurado do Troféu Imprensa do SBT e tal, simplesmente omitiu os números vergonhosos do Ibope da Rede Bandeirantes auferidos na Grande São Paulo para a transmissão do Miss Universo 2009, realizado no dia 23 de agosto, um domingo.
Como todo reino mineral já sabe, o concurso concorreu no Brasil com a final de A Fazenda 1, Chantástico(***), eliminação de No Limite 4, Pânico na TV, Dr. Hollywood, Programa Sílvio Santos e filme do SBT. Toda a blogosfera sabe, menos Vannucci, notório porta-voz do Globope do Projac.
Clique aqui para ver os Numb3rs do MU que Vannucci não publicou no blog da Pan para não perder o emprego
Veja também a curva decrescente do Ibope do certame na Band
Vannucci não colocou os números irrelevantes da Band para dar margem às interpretações enganosas da gaeta(*) sobre o “crescimento” do Miss Brasil a cada ano (veja o que diz o jornal catarinense O Barriga Verde a esse respeito).
Vannucci, José Armando, não noticiou a tragédia de Nassau porque não quis. Acha que concurso de miss só interessa se for para falar bem. Fazer crítica isenta e independente como nós fazemos, ele não quer porque seus superiores não permitem.
Clique aqui para ver qual é o real interesse da Globo nos concursos de misses

(*)Não adianta escrever Gaeta Promoções e Eventos em maiuscula dado o grau de reincidência de denúncias de corrupção contra a direção nacional do Miss Universo no Brasil. Com uma imprensa conformista e complascente com as atividades criminosas da quadrilha de Nayla Micherif e Boanerges Gaeta Jr., fica cada vez mais difícil que, após Natália Guimarães, apareça outra candidata estadual neste país com a cancha de Rafaella Zanella e o carisma de Natália para arrebatar os corações e mentes dos jurados do concurso internacional.
(**)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas mineiros do PIG(****) que atuam na milícia para derrubar o presidente Lula, falar mal do Piauí e tentar eleger Débora Lyra, na marra, como Miss Brasil 2010. E assim se comportarão na imprensa do Brasil, na cobertura da nona temporada do American Idol e na aposentadoria dos ônibus espaciais, prevista para 2010, sempre que uma ex-participante de Big Brother sair do Estado mais pobre do Brasil (e não dos Estados Unidos de Jennifer Aniston, Jennifer Hudson, Jennifer Garner, Jennifer Love Hewitt e Jennifer Lopez) para chamar a atenção da mídia. São jornalistas que, como diria Mino Carta, “chamam o patrão (geralmente ruralista e escravagista que apóia os “editoriais” da Band-J.E.L.) de colega”. É essa gente aí que quer denegrir, na chamada grande imprensa do eixo Rio-São Paulo, o projeto do Novo Piauí
(***)Combinação da chantagem jornalística do padrão global para dar Ibope e vender jornal e revista com a estética ultrapassada e retrógada do Fantástico, capenga na audiência
(****)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Brothers & Sisters, Ceasa feminina, Egos da mídia, Elliot Stabler da direita, Em causa própria, Eventos, Força da Grana, Gerson Law & Order, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa sulista-separatista, Joia da coroa, Mondo cane, Mídia regional, Nossas Venezuelas, Numb3rs, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, corrupção nos concursos de beleza, realidade brasileira, sub-celebridades, Ética jornalística, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , ,
13/10/2009 - 08:58

Débora Lyra, o grande projeto eleitoral do tucanato mineiro para o Miss Brasil 2010

Não há a menor dúvida de que a eleição da divinopolitana Débora Lyra como Miss Minas Gerais 2010 mascarou claramente as intenções eleitoreiras dos coordenadores do concurso estadual: usar a sua candidatura ao título de Miss Brasil como arma para angariar votos para a chapa Aécio Neves-Zé Pedágio nas eleições presidenciais de outubro, seis meses após a realização da etapa nacional do Miss Universo 2010 e pouco mais de dois após o concurso internacional (isso se Débora for julgada e credenciada para tal).
Os expedietes fraudulentos que se verificaram durante a realização do concurso Miss Minas Gerais 2010 (não televisionado nacionalmente pela Band para não prejudicar a Copa Santander Libertadores de Futebol Feminino) foram o estopim para uma série de denúncias a serem investigadas pelo Ministério Público nas próximas semanas no que diz respeito ao uso da verba pública estatal para o “patrocínio” do dito evento. Para se ter uma ideia, integrantes da bancada aecista na Assembleia Legislativa mineira faziam parte do júri, cuja independência foi manchada pela presença indesejada da tzarina Nayla Micherif, o Putin do Lipstick Jungle do atraso missológico brasileiro no Miss Universo e no Miss Beleza Internacional, pelo qual Rayanne Morais estará competindo no próximo mês na China Comunista.
O que José Alonso Dias, coordenador do Miss Minas e franqueado do Miss Brasil-Miss Universo para o Estado quer, no fundo, é usar seu evento como um verdadeiro showmício para a promoção das plataformas ideológicas direitistas dos comparsas ruralistas do Padrão Global/Padrão Fantástico na mídia futebolística brasileira. O Miss Minas Gerais sob a direção atual não é um concurso de beleza e sim um Saturday Night Live dos neo-liberais que querem atrasar o Brasil a partir de 2010. E, com isso, acabar com progressos educacionais implantados durante o Governo Lula, como o ProUni, a Bolsa Família, as operações da Polícia Federal no combate à corrupção e, claro, as conquistas das sedes da Copa de 2014 (sem concorrentes) e da Olimpiada de 2016 para a ex-Cidade Maravilhosa, reduto administrativo da máfia missológica nacional.
***
Assim como sucedeu a Rayanne, a Band nacional já foi alertada pelos coordenadores do Miss Minas Gerais para “promover mais” a candidatura de Débora Lyra ao título de Miss Brasil 2010 nos seus programas, de modo a prejudicar a imparcialidade do concurso nacional a ser televisionado pela emissora dois meses após o Carnaval. Há também, nas mentes criminosas de alguns “missólogos” tucanos, o claro interesse de vincular uma possível vitória de Lyra no certame ao fortalecimento do apoio (ora raquítico) à fórmula direitista-globelezada Serra-Neves para deixar o Palácio do Planalto (ora em reformas) às moscas, na tarde de 1º de janeiro de 2011.
O que se espera de um Miss Brasil dominado pela corrupção eleitoral tucana, mais uma vez, é o predomínio do interesse coronelista de cabresto da Daslu das Alterosas. No Criminal Minds que se desenha para conspirar a coroação de Débora Lyra, perde mais uma vez o Brasil a chance de ter uma representante (para vencer a coroa de Miss Universo) eleita na base do carisma, e não da cooptação eleitoral geralmente regada a fraudes anabolizantes de implantes de silicone nos seios e outros procedimentos plásticos afins. A versão mineira da série criada por Jeff Davis adaptada e aclimatada para o “Caso FAC” e o caso dos “Envelopes Amarelos II” está aí à porta.

Autor: João Lima - Categoria(s): Cansei, Corrupção siliconada, Eventos, Falsos ídolos, Força da Grana, Gerson Law & Order, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Imprensa sulista-separatista, Independência editorial, Joia da coroa, Mondo cane, Mídia regional, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Oportunismo, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, concursos de beleza, corrupção nos concursos de beleza, personalidades, realidade brasileira, Água oxigenada, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , , , ,
12/10/2009 - 12:37

Vem m… no Jornal da Band desta quarta

Por causa do jogo Brasil e Venezuela, felizmente o derradeiro de nossa participação nas Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA 2010, a exibição dos editoriais ruralistas de Joelmir Betting terá de ser abreviada para o intervalo da partida. Há de se esperar um violento “efeito dominó” na grade não só da emissora, quanto da Globo que também o irá transmitir.

Autor: João Lima - Categoria(s): Esportes, Eventos, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, The Star Spangled Banner Tags: , , ,
11/10/2009 - 14:21

Tatiana Gomes é o sol nas bancas de revistas

Agora há pouco, quando cheguei para iniciar esta jornada dominical para os blogs TV em Análise, vim na cabeça com um único tema: tratar da edição especial de uma revista masculina, cuja capa é a funkeira Tatiana Gomes, a Tati do duo Princesa e Plebeu (sic). Não confundir com o filme muito menos com o quadro assistencialista do programa do Netinho de Paula, ora no daytime de sábado no SBT.
No violoncelo das doces curvas do corpo da bela loira Tatiana estão escondidas muitas impressões pseudo-intelectuais que o “Clube da Esquina” do atraso cultural e editorial deste país tentam passar sobre o que é o funk carioca. Não preciso escrever mais nada acerca do aspecto estético de sua beleza angelical, tão achincalhada por imbecis de redação e Tassos “tenho jatinho porque posso” Jerissati da ditabranda editorializada do Rage Against the Machine da mídia nordestina. Sobretudo, se esta for de uma Fortaleza (Ceará) administrada por uma mulher petista de fibra.
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Tatiana, capa de uma edição especial da Playboy a ela dedicada neste outubro de 2009, é o porta-retrato fiel da estereotipação oxigenada que os mass-media tentam incutir nas cabeças intelectualizadas à toa dos universotários de redação que saem todos os anos de nossas faculdades de jornalismo. Isso, antes da matança da obrigatoriedade do diploma pelo Último Imperador de Diamantino, coronel Gilmar Dantas Mendes, fantasiado de presidente de nossa mais alta corte judiciária protetor de bandidos de colarinho branco e ladrões da direita tucano-globelezada. Colonistas(*) do Law & Order da imprensa sulista anti-Gyselle Soares e anti-piauienses no Brothers & Sisters Brasil 8(**) da Julie Chen da caravana jn das eleições presidenciais de 2006 aí incluídos. Tatiana é a centerfolder de parede de um Brasil que acaba de conseguir a sede da Olimpíada de Verão de 2016. Conquista essa quase barrada pelo desespero de roteiristas de Law & Order: Criminal Intent incrustados no canal pago americano USA Network.
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O que nos motivou a traçar estas linhas não foi o universo do corpo de Tatiana da dupla Princesa e Plebeu. Mas uma nota da Folha(***) Online achincalhando com o documentário de Nelson Hoineff Alô Alô Terezinha, para o qual a colonista(*) Ana Paula Sousa acha que “leva à catarse e ao ódio” tanto quanto comentários idiotas do comunicador Paulo Oliveira da TV Diário sobre o Record News Paulista. Descer o pau (sic) em documentário sobre o Velho Guerreiro é tão fácil quanto chamar de “20 minutos de desgraça” matérias policiais e de serviço pautadas do (e para o) interior paulista a partir de Ararauquara, cidade geradora do sinal da Record News. Tanto quanto debochar de notícias sobre supostas ofertas da Record à Diário à época do corte de seu sinal das parabólicas a mando da Globo em fevereiro último.
Desgraça e sensacionalismo é o Grupo Folha(***), sócio da Globo no jornal de negócios Valor Econômico e dono da Gráfica Plural (aquela que imprimiu as provas vazadas do ENEM para o Estadão), ouvir “estudante (sic) de audiovisual” para reforçar sua linha de ódio ao daytime vespertino popular televisionado “nesta Terra de Gigantes”, como assinalou Humberto Gessinger em 1986 para os Engenheiros (gaúchos) do Hawaii. Desgraça é chamar chachretes e calouros de “ridicularização” como se essa coisa saísse da boca de um estudante mais acostumado a ver cinema armênio (para ninguém ver) do que as rodas de notas de celebridades do The View de Sônia Abrão.
Para a reportera da Folha(***) que cobriu (?) a exibição de Alô, Alô, Terezinha no Cine Odeon carioca aqui vai uma informação (e uma banana): Márcia Gabrielle, uma das poucas misses Brasil-Universo da “era SBT” que puderam entrar no júri do Chacrinha, não fazia parte da “anarquia” descrita por Ana Paula a respeito da banca julgadora que avaliava os calouros. Para chutar o rolo do filme, a colonista(*) parece dar a impressão de que assistiu à risadinha de Nick “I’m obsessed for this woman” Cannon depois da apresentação de Maraiah Carey com seu single Obsessed no America’s Got Talent da NBC americana em agosto último.
A Folha(***) acha que pode tapar com a peneira de sua cegueira “o sol nas bancas de revistas” que se desenha nas curvas e nas ancas de Tatiana Gomes, a Princesa da dupla já citada, depois da legalização do funk como patrimônio cultural do Estado do Rio de Janeiro. A Folha(***), como porta-voz do separatismo elitista paulista, pensa que ainda estamos na época em que Tim Lopes investigava a associação de certos bailes funk com a criminalidade a ponto de estereotipar o ritmo musical como coisa de bandido. Não estamos mais em maio de 2002, quando William Bonner-Simpson puxou os aplausos para o colega morto na redação do jn, e sim em outubro de 2009. Os barões da mídia da Rua Barão de Limeira precisam entender que os tempos na música brasileira mudaram. O funk carioca (seja como ritmo ou manifestação cultural) também. Tatiana é um de seus anjos. Só a Folha(***), a Globo, O Globo, o Estadão e a revista Veja não querem entender.

(*)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas mineiros do PIG(****) que atuam na milícia para derrubar o presidente Lula, falar mal do Piauí e tentar eleger Débora Lyra, na marra, como Miss Brasil 2010. E assim se comportarão na imprensa do Brasil, na cobertura da nona temporada do American Idol e na aposentadoria dos ônibus espaciais, prevista para 2010, sempre que uma ex-participante de Big Brother sair do Estado mais pobre do Brasil (e não dos Estados Unidos de Jennifer Aniston, Jennifer Hudson, Jennifer Garner, Jennifer Love Hewitt e Jennifer Lopez) para chamar a atenção da mídia. São jornalistas que, como diria Mino Carta, “chamam o patrão (geralmente ruralista e escravagista que apóia os “editoriais” da Band-J.E.L.) de colega”. É essa gente aí que quer denegrir, na chamada grande imprensa do eixo Rio-São Paulo, o projeto do Novo Piauí
(**)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008.
(***)Folha é o jornal da ditabranda, da Larissa Costa “classificada” para as semi-finais do Miss Universo 2009, do cancer de Fidel, da ficha falsa da Dilma, do “pessimismo” com A Fazenda da Record, do ódio a piauienses (especialmente Gyselle Soares) encampado e incitado pelo Rafinha do Emocore e que, quando Elaine Thompson, Elaine Guimarães, Rejane Vieira e Sandra Mara Ferreira representaram o Brasil no certame internacional, emprestava os carros de reportagem aos torturadores
(****)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Abby Sciuto do Forrogode do Evanescence da Marimoon, Axé-besteirol, Cansei, Corrupção na mídia, Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Gerson Law & Order, Imperialismo midiático, Imprensa sulista-separatista, Kelly Clarkson, Música, personalidades, realidade brasileira, Ética jornalística Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,
08/10/2009 - 12:49

MP quer enquadrar Maneco por exploração de trabalho infantil

Saiu no Babado:

“Alvo do Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro desde que anunciou a idade de uma das vilãs de sua nova novela – oito anos -, (o autor) Manoel Carlos foi notificado pelo órgão durante esta semana.
O papel em questão, vivido pela atriz mirim Klara Castanho, está em Viver a Vida, exibida no horário nobre da Rede Globo (de Hannah Montana-J.E.L.). O documento pede que o autor tenha cuidado ao elaborar a personalidade de personagens cujos atores têm idade inferior a 18 anos”.

Comentário
À Globo todo abuso é permitido, inclusive exploração de mão-de-obra infantil em suas novelas do prime-time. À imprensa aliada da Globo pode tudo, inclusive chamar as aparições da menina Maísa no Programa Sílvio Santos como tal.
O fato é que o caso de Maísa Silva parece programa infantil da televisão suíça diante dessa situação de horrores no mundinho do Projac. A Globo está abusando de seu tacão e de seus poderes econômicos para explorar a pequena Klara.
A Globo quer usar a personagem de Klara Castanho como massa de manobra do dese$pero editorial de seus jornalistas (sic) em angariar votos para Zé Pedágio, principalmente junto a nordestinos.
O MPT carioca é tão corajoso quanto os detetives de Law & Order: Criminal Intent no tempo em que Chris Noth (o Mr. Big de Sex And the City) dava as ordens na CSU da polícia nova-iorquina.
Agora, falta apenas o MP do Trabalho mostrar seus dentes para o Padrão Global/Padrão Fantástico.

Autor: João Lima - Categoria(s): Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Globelezação, Imperialismo midiático, Mondo cane, Novelas, Poderes ocultos, Podres poderes, realidade brasileira Tags: , , , , , ,
06/10/2009 - 16:40

Law & Order: Criminal Grammar(*): Nichols examina a “reporcagem” do jornal (?) hoje sobre a invasão da Cutrale pelo MST

Depois de ter investigado a fundo a contabilidade das despesas de viagem da “comitiva” de Larissa Costa ao Miss Universo 2009, o detetive sênior Zach Nichols (Jeff Goldblum) assistiu à materia do jornal (?) hoje do monopólio de Hannah Montana sobre a invasão (sic) de uma fazenda paulista por integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra). Enquanto, isso a detetive Megan Wheeler (Julianne Nicholson) entra na sala de Nichols para verificar o que estava acontecendo.
WHEELER: Hello!
NICHOLS: Psst! I’m watching a reporting on TV Globo International…
WHEELER: About what?
NICHOLS: An invasion of orange farm in brazilian State of São Paulo by MST, portugusese call-letters for Landless Workers’ Movement.
CAP. DANIEL ROSS: Pay attention on this news!
(a “matéria” da Globo continua, atacando o MST e insinuando ligações da Cutrale, pretensa dona das terras invadidas, com o episódio)
Enquanto o presidente da Federação da Agricultura de São Paulo (Faesp) é entrevistado pelos jurados do American Idol do desespero direitista diante dos avanços sociais promovidos pelo Governo Lula, Nichols comenta: “Idiots! Stupids!”.
A matéria acaba e a conversa continua.
NICHOLS: According to the suppoused reporting, MST invaded and vandalizated a farm owned by Cutrale, the largest orange juice producer of Brazil. The interests of TV Globo on this history is benefit the candidateship of São Paulo’s current governor, José Serra. In 2002, when Serra was Health ministry, occoured the “Ambulance Scandal”, in refers to the ambulances super-profited acquirition from municipalities.
ROSS: According the Veja magazine, in 2005, was reported to help the PCC, the most powerful prison-criminal gang of São Paulo.
NICHOLS: MST denied the link with the “Party”
WHELLER: What party? The party of beauty pageant mafia from Minas Gerais state? The mafia of Coupist Press Party, leaded by TV Globo, Veja and the newspapers Folha de S. Paulo and O Estado de S. Paulo?
NICHOLS: The “party” is the Primeiro Comando da Capital.
ROSS: And the “party” of media is the PIG, political parties Democrats, PSDB and UDR, the national right-wing farmers union which pays editorials in a major TV network Bandeirantes. Its owners has 16 farms on Bragança Paulista area and writes editorials attacking the president Lula agrarian policies.
WHEELER: PIG is a brazilian news right-wing crap.
NICHOLS: Exactly these idiots who said our screenwriters were desperate on The Glory That Was…CI episode. And claimed us as “ridiculous and pathetic”.
ROBERT GOREN: Pathetic is Joelmir Betting.
(silêncio na sala)


Goren mostra o Youtube do “editorial” da Band onde trabalha Renata Courteney Cox-Arquette-Hargitay-Field-Close-Love (Hewitt)-Fan e estão atualmente os direitos televisivos do Miss Brasil-Miss Universo

WHEELER: The Bandeirantes television are plotting a coup d’Etat against Lula
***
No dia seguinte, Wheeler e Nichols ouvem o “representante” dos interesses da Cutrale em Nova York, Rodrigo Bocardi:
NICHOLS: Great story what you made!
BOCARDI: Thanks.
WHEELER: The reason what we are here in this office are the involvment of your employers in Brazil with the right-wing ruralist movement, called UDR. According to the media of your country, since 2007 Globo is sharing national soccer champhionships ownership rights with Bandeirantes network. And Bandeirantes’ owner, João Carlos Saad, alias Johnny, is owner of 16 farms in Bragança Paulista, São Paulo state. Globo and Bandeirantes using its newscasts programs to airing editorials pro-plot coup d’Etat against current president Luís Inácio Lula da Silva. Joelmir Betting, the current economic commentator of Band, was Globo’s employee from 1985 to 2003, when he was fired due to a TV commercial to bank Bradesco, the largest financial group of Brazil.
BOCARDI: I don’t understand what are you say.
NICHOLS: I see an notable lie articulate to pull out Lula from the office.
WHEELER: Your recent coverage on Honduras crisis is a evidence against right-wing Globo TV tendencious editorial line.
Bocardi é o porta-voz da Cutrale para o jornal nacional assim como Sônia Abrão e Luciana Gimenez o são na Rede TV!, Betting, Renata Fan, Bóris Casoy e Nayla Micherif o são na Band, Carlos Nascimento o é no SBT e por aí vai. Abrão e Gimenez são as porta-vozes da linha editorial tendenciosa do Rede TV! News adotada ontem em cima do “caso Cutrale”. Betting, Fan e Micherif escondem nos seus telejornais e concursos de beleza que as terras da fazenda Santo Henrique pertencem à União e são, desde 2006, alvo de ação do Incra, que reinvindica a propriedade da área.
***
WHEELER: According to Incra documents, the area of Saint Henrich farm are grilated by Cutrale family for producing orange juice to Coca-Cola Company.
NICHOLS: My God!
WHEELER: Cutrale sells orange juice to Coca-Cola, one of the official sponsors of Miss Brasil-Universe pageant.
ROSS: The pageant director, Nayla Micherif, is farm owner in her homeland State, Minas Gerais, like the Bandeirantes owners. Both of them uses its newscasts and beauty pageants to read editorials anti-Lula government.
WHEELER: Another day, president Obama said Lula “that’s the guy”> Lula is a most popular active state chief in office of the world.
NICHOLS: Globo and Bandeirantes’ journalists and artists are jealouses. They don’t know about are saying in a public concessions.
ROSS: By legal point, Nayla Micherif uses her pageant to read editorials against PT party and pro-corrupt government gestion shock from Aécio Neves. In 2007, Natália Guimarães, Minas Gerais contestant, readed an editorial prepared by Nayla aganist PT national directory members and parlamentaries.
NICHOLS: That’s explain her defeat by Riyo Mori from Japan.
WHEELER: Ask for Tony Romo of Dallas Cowboys. He was judge at Miss Universe 2007 pageant.
ROSS: Detectives, call now to Romo’s representant. We need to earning his testimony as soon is possible.

(continua… se a Band, a gaeta e a UDR ainda deixarem)

(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção na mídia, Corrupção siliconada, Eventos, Falsos ídolos, Força da Grana, Globelezação, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Imprensa sulista-separatista, Joia da coroa, Mondo cane, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, Séries, The Star Spangled Banner, corrupção nos concursos de beleza, Ética jornalística Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
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