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Arquivo da Categoria Ibopes da vida

27/11/2009 - 09:10

Caetano ataca a Veja e Globo dá as costas

Do Portal Vermelho

O Globo escondeu de seus leitores a melhor parte da entrevista que Caetano Veloso concedeu ao jornalista e blogueiro Jorge Bastos Moreno. O depoimento omitido na edição desta quinta-feira (26) do jornal — mas apresentado em áudio na Rádio do Moreno — é uma enfurecida denúncia de Caetano contra a revista Veja. (leia aqui a continuação do texto assinado por André Cintra).

Autor: João Lima - Categoria(s): Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Jornalismo, Poderes ocultos, Podres poderes, realidade brasileira, Ética jornalística Tags: , , ,
25/11/2009 - 08:08

Por Copa, Band vai solicitar antecipação de data do Miss Brasil 2010

No entanto, emissora pode acabar perdendo certame para a Record; vice-Miss Universo de 2007 seria “mascote” de uma eventual transição

Da redação TV em Análise

Para não perder um de seus principais eventos de grade para a concorrência, a Bandeirantes vai tentar apostar suas últimas fichas para tentar assegurar a transmissão do Miss Brasil 2010. Apesar de estar focada na Copa do Mundo e nas eleições, a emissora vai tentar reverter junto aos organizadores a oferta feita junto à Rede Record, missão esta praticamente impossível a preço de agora. Ainda assim, setores da direção da própria Band contrários aos concursos de beleza acham que a remoção do Miss Brasil bem como do Miss Universo é a melhor saída para concentrar esforços em transmissões esportivas e outros eventos, o que não será fácil.
Na reunião de afiliadas que acontece até esta sexta-feira em Sauípe (BA), ninguém da direção da Band vai tratar do assunto Miss Brasil: o tema já é proibido dentro da própria cúpula devido aos baixos índices de suas últimas transmissões no Ibope. Internamente, há um consenso para que concurso de miss, na órbita da Band, seja definitivamente coisa do pretérito perfeito do indicativo.
Caso recue da desistência do Miss Brasil, a Band deverá trabalhar para antecipar para abril a data do concurso nacional de beleza. Tudo porque boa parte de sua equipe vai viajar em maio para a cobertura e as transmissões da Copa do Mundo FIFA na África do Sul. Todos os passaportes, incluído o da apresentadora Renata Fan, estão carimbados para o país africano. Entre os especialistas em concursos, os denominados missólogos, uma data já é trabalhada: 23 de abril, sexta-feira. Mas, se depender do humor habitual, esta passaria a ser marcada para o dia seguinte, sábado (24). A intenção dessa data é, além de realizar a etapa brasileira do Miss Universo em Brasília, integrá-la às festividades dos 50 anos da capital federal.
No entanto, o atual impasse da Band junto à Gaeta Promoções e Eventos parece ter melado as negociações junto ao Governo do Distrito Federal. Nayla Micherif trabalha contra o tempo para acertar os direitos televisivos, dos quais o Morumbi não quer nem ouvir falar ou saber. Caso a Band recuse o Miss Brasil em definitivo (por sua postura cabeça-dura), a Record deverá ser a próxima casa das misses brasileiras. Natália Guimarães, vencedora do concurso nacional de 2007 e segunda colocada do Miss Universo do mesmo ano, deverá ser a grande avalista dessa mudança. A fiel da balança missológica televisionada brasileira está aí.

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Força da Grana, Ibopes da vida, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , ,
24/11/2009 - 22:10

Emmy para Caminho: Assim involui a humanidade

Passaram-se 27 anos da última oportunidade que o monopólio da Globo (isso mesmo, monopólio!) ganhou alguma estatueta no Emmy destinado a emissoras não-americanas. De lá para cá, aumentaram as concessões dadas a canais de redes concorrentes, a TV a cabo deu mostras de sua força (embora inibida pelos lobbies da família Marinho contra novas concessões de operadoras país afora) e a própria Globo sentiu na carne o gosto amargo da derrota para a livre concorrência. Nesse hiato, entre o especial Morte e Vida Severina e a novela-documentário Caminho das Índias muita coisa foi feita no campo tecnológico. Começou-se a delinear a morte do sistema analógico em favor do digital, Bussunda morreu junto com a comédia do Casseta e Planeta, duplas sertanejas apresentaram programas no daytime dominical e por aí vai. Cenas de uma televisão brasleira regada a guerras editoriais de desespero e imbecilidade política.
Da ira inicial com os noticiários da manhã na Grande Rede (todos pró-Globo) ao artigo de Daniel Castro no portal R7 passaram-se mais de 12 horas para que eu tentasse entender a real dimensão da coisa. Apesar de ser uma vitória dos profissionais do medius televisivis brasiliensis, o laureamento de Caminho… não deixa de ser questionável. Para se ter uma ideia do perigo que representa o monopólio da esfera global na difusão de suas telenovelas mundo afora, remetamo-nos a uma pensata de Luís Nassif que comparava o diretor de jornalismo da casa a um ator pornô. Foi essa assepsia que o Padrão Global/Padrão Fantástico quis vender aos jurados do Emmy Internacional. Vendeu bem, a ponto de Juliana Paes dar uma bofetada na cara dos responsáveis pelo Emmy americano (este sim, mais democrático, por pernitir o rodízio de redes na sua transmissão televisiva doméstica). Usaram a Maya da trama já encerrada para vender uma Índia falsificada. Tão falsa quanto as novelas dos primórdios globais de Glória Magadan (morta em 2001), todas gravadas nos estúdios do Jardim Botânico.
Digam o que quiserem, amanhã ou depois de amanhã. Vitória brasileira (seja em concurso de beleza, no automobilismo, na moto-velocidade, no futebol ou na sétima arte) não se questiona. O que se quer condenar aqui é o comportamento monopolista na distribuição dos espaços brasileiros nesta edição do Emmy Internacional. Nesta, para ficarmos bem claros.

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Corrupção na mídia, Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Globelezação, Ibopes da vida, Mondo cane, Mídia regional, Projetos especiais, Samba de Uma Nota Só, realidade brasileira, Ética jornalística Tags: , , , ,
20/11/2009 - 08:36

O festival da notícia ruim do PIG(*) da gaeta(**)

No Boletim de Ocorrência da Canal 1 denominado “manchetes que podem mudar a humanidade”, Flávio Ric(c)o, porta-voz do imperialismo americano e das multinacionais que querem boicotar a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), escreve:
“Mais uma da série “notícias que podem mudar o rumo da humanidade”: Danielle Winits e o filho Noah tomam sorvete para se refrescar.
Nota corajosamente postada num site (esse site é o EGO, ligado à Globo)”.
O EGO é o mesmo site que “elegeu” Rayanne Morais como Miss Brasil 2009 numa votação fraudulenta (clique aqui para ver o resultado do estelionato eleitoral que acabaria dando a coroa de facto à potiguar Larissa Costa).
No entanto, outro site (o Escrevinhador, de Rodrigo Vianna) postou corajosamente a notícia que Ric(c)o não quis postar (para não prejudicar suas ligações umbilicais com a Rede Globo). Essa sim, é para “mudar o rumo da humanidade” (ou a falta dela): “TIM, Oi e Telefonica querem dar golpe na Confecom: elas já entraram para o PIG(*)? Vamos reagir!”.
Isso sim é coragem jornalística que os Backstreet Boys II Men do atraso cultural brasileiro querem encobrir em favor de abusos de poder. Como o verificado na recente concessão de título de cidadão pernambucano aos músicos paraenses da banda Calypso. Propositura de um parlamentar do Democratas, amicíssimo de Ric(c)o e notório lobista da Globo e dos interesses escravagistas dos tacões assassinos dos usineiros e das empreiteiras.
Flávio Ric(c)o usa como Hino Nacional a letra de The Star-Spangled Banner e não os versos de Osório Duque Estrada escritos em 1822, logo após a nossa independência de Portugal.
Ric(c)o já foi diretor do programa do falecido Ferreira Netto na Band. E Ferreira, como contou Mario Sérgio Conti, acabou demitido da emissora em 1983 por aceitar propina de pessoas ligadas ao então governador do Amazonas, Amazonino Mendes (corrijam se esta informação estiver errada) para aceitar que sua entrevista fosse ao ar. João Saad, dono da emissora, soube do blackmail armado pelos peemedebistas manauaras e mandou Ferreira ir passear em frente ao número 13 da Rua Radiantes, Morumbi.
Ric(c)o já passou por praticamente todas as emissoras grandes do país, baseadas no eixo Rio-São Paulo. Noutro dia, falou maldades do apresentador Geraldo Luís, da Rede Record, como se estivesse escrevendo um episódio de PR para a TV Diário, ligada à Globo e ao grupo do coronel tucanófilo Tasso Jerissati (aquele que diz que “tem jatinho porque pode”).
Ric(c)o atualmente possui esse verdadeiro Prêmio Pulitzer da crítica televisiva de extrema direita ancorada na imprensa raivosa do “Sul Maravilha”.
Ric(c)o é porta-voz da direita tucana na crônica televisiva além de advogar pela perpetuação do monopólio da informação. O UOL (onde o colonista[***] atualmente trabalha) pertence aos grupos Folha e Abril. A Folha, por sua vez, é sócia da Globo no jornal de negócios Valor Econômico. E a Abril, da sul-africana Naspers, que apoiou o regime de apartheid que manteve Nelson Mandela na cadeia por 27 anos.
Ric(c)o usa vários chapeus (veja quais são). Mas, nas suas linhas, não esconde seu ódio aos piauienses (a conduta de apoio ao Rafinha do Emocore no Brothers and Sisters da Gyselle Soares[*****], não confundir com o Brothers & Sisters da Cantora Josy[****], foi o exemplo mais claro de seu escárnio jornalístico contra os nordestinos).
Na surdina, Ric(c)o atua como miliciano da gaeta(**), a Securitate da missologia nacional. Pensa que Renata Fan é ao mesmo tempo, Courteney Cox, Patrícia Arquette, Mariska Hargitay, Sally Field, Glenn Close, Elisabeth Moss, Kyra Sedgwick ou Holly Hunter. Advoga para a mílícia de Zé Pedágio e Aécio Neves na mesma velocidade que estes se negam a pagar os precatórios dos velhinhos e sucateiam as pequenas empresas de seus respectivos Estados.

(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
(**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
(***)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas mineiros do PIG(*) que atuam na milícia para derrubar o presidente Lula e tentar eleger Débora Lyra, na marra, como Miss Brasil 2010. E assim se comportarão na imprensa do Brasil, na cobertura da nona temporada do American Idol e na aposentadoria dos ônibus espaciais, prevista para 2010, sempre que uma ex-participante de Big Brother sair do Estado mais pobre do Brasil (e não dos Estados Unidos de Jennifer Aniston, Jennifer Hudson, Jennifer Garner, Jennifer Love Hewitt e Jennifer Lopez) para chamar a atenção da mídia. São jornalistas que, como diria Mino Carta, “chamam o patrão (geralmente ruralista e escravagista que apóia os “editoriais” da Band-J.E.L.) de colega”. É essa gente aí que vive falando mal do Piauí na grande imprensa.
(****)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008.
(*****)Não confundir com a série da rede americana NBC levada ao ar em 1979

Autor: João Lima - Categoria(s): Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Globelezação, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Independência editorial, Nossa Grana, The Star Spangled Banner, personalidades, realidade brasileira Tags: , , , , , ,
18/11/2009 - 18:56

Eveline Schroeter, a bomba da OAB, o fechamento da Tupi e o Gosto de Tudo

Em 1980, Roberto Carlos gravou uma das maiores aberrações líricas do romanceiro musical brasileiro. O Gosto de Tudo, concebida pouco depois do romance do “rei” com a atriz de telenovelas Myriam Rios (no presente dia, apresentadora de uma emissora católica), soou como um abafador da indústria da notícia ruim que começava a se formar para desvendar os podres dos porões da ditabranda militar que ainda comandava o Brasil. Num ano em que a Rede Tupi dava seu canto forçado de cisne, asfixiado pela tormentosa dívida, os versos a seguir davam o tom do resumo do que era o reinado da Miss Brasil da ocasião, a sulista Eveline Schroeter (eleita pelo Rio de Janeiro).
“Quando eu provo do seu beijo
Me confundo no sabor
Da pureza dessas fontes
Da beleza desse amor
Nesse campo farto e fértil
Eu desfruto do melhor
Da pureza dessas fontes
Na beleza desse amor”
No mesmo Natal de 1980 que testemunhara o assassinato estúpido do ex-beatle John Lennon por um fanático na frente do Edifício Dakota em Nova York, o Brasil de Eveline já estava a ponto de amargar 26 anos da mais profunda recessão econômica. Recessão essa agravada pelas megalomanias idiotas do regime militar como a Transamazônica, apoiadas pelo jornalismo panfletário da Rede Globo. A tara do padrão global pelas pautas prontas estilo chapa-branca para agradar os generais de plantão logo não era bem vista pelos telejornais da concorrência, aniquilada por um plano diabólico de concessões o qual favoreceu a famíglia Marinho até meados dos anos 80. No caso do Piauí, pior ainda a situação (a segunda concessão de TV para o Estado só seria autorizada em 1983).
***
Quando Ferreira Martins noticiara no Jornal Bandeirantes (boa época aquela) que “o Governo nega qualquer intervenção política no fechamento da TV Tupi, a primeira emissora do Brasil”, o canal paulista da família Saad não dissimulava, mas também não atacava o regime militar de ocasião (a Band só mostraria as suas garras contra a ditabranda ao cobrir os comícios das Diretas-Já, que a Globo se negava a mostrar, entre 1983 e 1984). Quando Ronaldo Rosas (então na sucursal carioca do canal, futuro co-apresentador do Jornal da Manchete) disse que “muitos (fúncionários do canal, ênfase minha-J.E.L.) choraram”, o mundo fora da esfera global parecia ter desabado tanto quanto no apocalíptico enredo da série americana FlashForward, da ABC, cujos primeiros promos no AXN já estão no ar (É ver os intervalos vespertinos do Law & Order: Criminal Intent do Brasil Urgente para comprovar).
Para terminar, uma pergunta: onde estavam os “700 moralistas” da Uni(o)ban (que “violentaram” a estudante Geysi Arruda) no dia em que a advogada Lyda Monteiro da Silva abriu uma carta bomba que a mataria um mês e 20 dias após Eveline levar um baile da americana Shawn Weatherly nas preliminares do concurso de Miss Universo, realizado em Seul? Onde estava o movimento Cansei, do qual faz parte o presidente da seccional paulista da entidade Luiz Flávio D’Urso? A impunidade desse caso é preocupante, mas ,de maneira alguma, deve ser acobertada por uma inocente letra romântica de Roberto e Erasmo Carlos, escudada nos tradicionais especiais de fim-de-ano. Aviso importante: o deste ano vai concorrer com a festa de Natal de A Fazenda 2 na Rede Record. Engulam essa, Armando Nogueira, Alberico Souza Cruz e Ali Camel(*)!

(*)É o indivíduo que se utiliza da Globo (e de suas empresas-satélite pertencentes a afiliadas, como a cearense TV Diário) para povoar mentes desérticas e disseminar idéias golpistas e conservadoras que dão errado

Autor: João Lima - Categoria(s): Abby Sciuto do Forrogode do Evanescence da Marimoon, Ibopes da vida, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, United States of Tara Conner, personalidades, realidade brasileira Tags: , , , , , ,
07/11/2009 - 11:22

Numb3rs para efeito de comparação

Se a transmissão do último concurso de Miss Universo pela Band registrou módicos 2 pontos de média, a do Latin Grammy anteontem foi ainda pior: 0,6 pontos na medição realizada na Grande São Paulo. Ainda assim, se a audiência do certame de beleza continuar a descer ladeira abaixo em 2010, há na emissora quem cogite a possibilidade de uma não-renovação dos acordos com a Miss Universe Organization e com a Gaeta Promoções e Eventos.
Mas, atenção: o caso do Miss Brasil merece uma atenção à parte. Nada relacionado com números de audiência por ora. E sim, com cifras e pagamento da multa rescisória (caso a direção da emissora opte pela retirada das misses da grade de eventos da casa por razões de estratégia corporativa).
A convenção da rede paulista será realizada entre os dias 26 e 29 na Bahia. A continuidade ou não dos acordos com a Gaeta está entre os assuntos a serem tratados. Já há missólogos apreensivos com essa reunião. E temerosos de que o pior aconteça.
***
O que preocupa a direção da Band na questão do Miss Brasil e do Miss Universo é a perda cada vez maior de audiência de ambos os certames, apesar da empatia que estes tem junto não só a seu público como o de outras redes. Preocupada com as investidas constantes da concorrência após o segundo lugar de Natália Guimarães no Miss Universo 2007, a cúpula da Band pouco ou nada fez para impedir que as vencedoras do Miss Brasil a partir de então fossem assediadas para aparecerem em programas da esfera global. Daí o medo entre os Saad de a rede da famíglia Marinho tomar o Miss Brasil para si. Não para transmití-lo e sim para usá-lo como arma de alienação ideológica em seus programas, realities e telejornais.
Os casos das exposições desnecessárias de Natália Anderle e de Larissa Costa em humorísticos dominicais e de misses estaduais em Brothers & Sisters da Cantora Josy(*) e telejornais facciosos do daytime fizeram a pareceria Band/Gaeta tremer nas bases. Setores da direção da Band acharam que a transmissão do concurso fora uma imposição da Rede Globo após esta tomar da Rede TV! os direitos do evento em 2003. E, aparentemente, tê-los passado à Band por achar que concurso de miss não seria um bom negócio principalmente após o caso da miss cassada Joseane Oliveira.
À Band de nada adianta continuar com o concurso de Miss Brasil se candidatas estaduais que já competiram no evento, como a cearense Khrisley Karllen, aparecem impunemente num jornal hoje editado por Ali Camel(**) a pretexto de derrubar o atual governo federal. Não tem serventia nenhuma a continuidade de um concurso nacional de beleza se este tem suas virtudes deturpadas por ensaios não-autorizados de nudez de misses estaduais reinantes (vejam o caso recente da pernambucana Michelle Fernandes). E nem adianta continuar a incentivar a participação brasileira em um concurso internacional de beleza, cujos índices só fazem despencar a cada ano. Principalmente pela má visibilidade que lhe é dado na mídia e pela desatenção jornalística que recebe.
A Band tem jornalistas competentes isso não se nega. Mas, o fato é que a emissora não quer empregar sua força de trabalho para cobrir jornalisticamente o Miss Universo porque não quer. É sintoma de burrice administrativa e de incompetência da pior espécie. E, como de praxe, a culpa cai toda nas costas dos coordenadores do Miss Brasil (ou da miss Brasil, se for o caso).

(*)Não tem nada a ver com a saga da família Walker protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) se comporta como um exímio comentarista de moda-praia a ponto de inventar neologismos depreciativos como “Gyselle Cajuína”, para se referir à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares (participante da oitava temporada, em 2008)
(**)Ali Camel é o jornalista da Globo que quer povoar mentes despovoadas com golpes de estado plantados e tentados sem sucesso

Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Eventos, Força da Grana, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Numb3rs, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo, concursos de beleza, realidade brasileira Tags: , , , , , , ,
25/10/2009 - 16:43

Juliana Alves e a teoria da reprodução das espécies. E da involução da grande imprensa

Não temos muito o que discutir em relação à beleza da atriz de telenovelas Juliana Alves desnudada para a edição deste mês da revista Playboy. Para quem conferiu as poderosas ancas de 100 cm, não basta só falar de beleza superficial (como os outros blogueiros vão querer escrever ou já escreveram). Para melhor definir o que é Juliana Alves, eis um verso de Isto Aqui O Que É de Caetano Veloso, gravada em 1988:

Morena boa, que me faz penar
Bota a sandália de prata
E vem pro samba sambar

É mera bobagem achar que a curiosidade masculina em ver os poros, a flora reprodutiva e o gineceu de Alves (coisa concernente à essa estudantada que está entre o fim do ensino fundamental e o começo do ensino médio) vai estimular a imaginação besta de alguns bobos da corte da grande mídia que usam suas colonas(*) de jornal para tecer seus comentários oposicionistas idiotas como ração para uma oposição sensacionalista, ávida por cenas de baixaria editorial travestida de bom jornalismo diário. Bom jornalismo?
Nos versos de Ary Barroso regravados por Caê (e escritos originalmente em 1942), estão as ligações concretas deste texto com o (sub)mundo do samba: Juliana Alves já foi rainha de bateria da Unidos de Vila Isabel no último Carnaval. E, para 2010, cedeu sua vaga a uma certa Gracyanne Barbosa. A do Tchakabum e noiva do pagodeiro Belo, ora na condicional.
Na ligação concreta de Juliana Alves com o PIG(**) reside não só o fato de esta ser atriz da Globo: mas de já ter participado de seu principal reality, em 2003, na mesma leva da miss Brasil cassada Joseane Oliveira e da futura humorista Sabrina Sato. A aliança entre o PIG(**), as curvas de Juliana Alves e o Carnaval rende um samba de crioulo doido mal redigido por mulatólogos de plantão travestidos de milicianos político-partidários. Essa é a grande chaga da coisa.
Como pudemos depreender, nem todo encanto deve ser encarado na linguagem excessivamente agridoce dos poetas e poetinhas. É preciso também pensar direito e abrir os olhos sobre quem realmente está se falando.
Juliana Alves pode “até bater um bolão”. Mas é preciso ter atenção aos detalhes sórdidos dos bastidores dos operativos midiáticos que a empregam neste momento. Afinal, Caminho das Índias foi uma falsificação grosseira do PIG(**) para cima dos documentários do Discovery Channel ou do National Geographic. Fazer um documentário do universo do corpo de uma passista é fácil. Difícil é achar conversas mais convincentes para as barbaridades editoriais que antecedem os requintes de crueldades do desespero da baixaria telenovelesca globelezada no ritmo e no compasso da bela Juliana Alves com seu constante crepúsculo nos Numb3rs do Ibope. A concorrência das séries americanas do canais pagos (e do SBT também), da livre informação e de telenovelas concorrentes (caso do sorriso metálico de Gisele Itié em Bela, a Feia) agradece.

(*)Não tem nada a ver com cólon da Juliana Alves, da Gyselle Soares ou de qualquer outra ex-fratella. São milicianos mineiros, paulistas e cariocas de redação do PIG(**) engajados em derrubar o presidente Lula e promover a volta da direita ao poder. E assim se comportarão sempre que um presidente tiver origem no trabalho e não no capital, no Brasil, no Mundo e na história da exploração espacial. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, chamam seus patrões de colegas. É essa gente aí que quer fraudar o resultado do Miss Brasil 2010 para favorecer a capixaba Débora Lyra, candidata à etapa nacional do Miss Universo por Minas Gerais
(**)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Brothers & Sisters, Egos da mídia, Força da Grana, Gerson Law & Order, Globelezação, Ibopes da vida, Imprensa monopolista, Independência editorial, Reality-shows, Samba de Uma Nota Só, personalidades, realidade brasileira Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
23/10/2009 - 18:44

Fall-season/EUA: Um mês depois de estreias, conta do cancelamento ainda não está fechada

Das séries que estrearam nesta temporada americana até esta data, só The Beautiful Life foi tirada do ar devido a baixos índices de audiência. Pelo comportamento notado, vai ficar para segunda ou terça-feira o destino de produções como Trauma, Three Rivers e Accidentaly on Purpouse, que lutam para sobreviver nas respectivas faixas nobres. E você? Qual a sua perspectiva? Que produções são candidatas a irem para a faca do cancelamento?

(Com dados dos blogs TeleSéries e LiGado em Série)

Autor: João Lima - Categoria(s): Ibopes da vida, Numb3rs, Projetos especiais, Séries Tags: , , ,
16/10/2009 - 10:38

Vannucci, da Pan, encobre os roubos da gaeta(*). E não noticia mau desempenho da Band no Miss Universo 2009

Achamos no blog Parabólica, da rádio Jovem Pan, aquela que pode ser a descoberta da pólvora desde a conclusão do Projeto Genoma em 2000: o colonista(**) José Armando Vannucci, jurado do Troféu Imprensa do SBT e tal, simplesmente omitiu os números vergonhosos do Ibope da Rede Bandeirantes auferidos na Grande São Paulo para a transmissão do Miss Universo 2009, realizado no dia 23 de agosto, um domingo.
Como todo reino mineral já sabe, o concurso concorreu no Brasil com a final de A Fazenda 1, Chantástico(***), eliminação de No Limite 4, Pânico na TV, Dr. Hollywood, Programa Sílvio Santos e filme do SBT. Toda a blogosfera sabe, menos Vannucci, notório porta-voz do Globope do Projac.
Clique aqui para ver os Numb3rs do MU que Vannucci não publicou no blog da Pan para não perder o emprego
Veja também a curva decrescente do Ibope do certame na Band
Vannucci não colocou os números irrelevantes da Band para dar margem às interpretações enganosas da gaeta(*) sobre o “crescimento” do Miss Brasil a cada ano (veja o que diz o jornal catarinense O Barriga Verde a esse respeito).
Vannucci, José Armando, não noticiou a tragédia de Nassau porque não quis. Acha que concurso de miss só interessa se for para falar bem. Fazer crítica isenta e independente como nós fazemos, ele não quer porque seus superiores não permitem.
Clique aqui para ver qual é o real interesse da Globo nos concursos de misses

(*)Não adianta escrever Gaeta Promoções e Eventos em maiuscula dado o grau de reincidência de denúncias de corrupção contra a direção nacional do Miss Universo no Brasil. Com uma imprensa conformista e complascente com as atividades criminosas da quadrilha de Nayla Micherif e Boanerges Gaeta Jr., fica cada vez mais difícil que, após Natália Guimarães, apareça outra candidata estadual neste país com a cancha de Rafaella Zanella e o carisma de Natália para arrebatar os corações e mentes dos jurados do concurso internacional.
(**)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas mineiros do PIG(****) que atuam na milícia para derrubar o presidente Lula, falar mal do Piauí e tentar eleger Débora Lyra, na marra, como Miss Brasil 2010. E assim se comportarão na imprensa do Brasil, na cobertura da nona temporada do American Idol e na aposentadoria dos ônibus espaciais, prevista para 2010, sempre que uma ex-participante de Big Brother sair do Estado mais pobre do Brasil (e não dos Estados Unidos de Jennifer Aniston, Jennifer Hudson, Jennifer Garner, Jennifer Love Hewitt e Jennifer Lopez) para chamar a atenção da mídia. São jornalistas que, como diria Mino Carta, “chamam o patrão (geralmente ruralista e escravagista que apóia os “editoriais” da Band-J.E.L.) de colega”. É essa gente aí que quer denegrir, na chamada grande imprensa do eixo Rio-São Paulo, o projeto do Novo Piauí
(***)Combinação da chantagem jornalística do padrão global para dar Ibope e vender jornal e revista com a estética ultrapassada e retrógada do Fantástico, capenga na audiência
(****)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Brothers & Sisters, Ceasa feminina, Egos da mídia, Elliot Stabler da direita, Em causa própria, Eventos, Força da Grana, Gerson Law & Order, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa sulista-separatista, Joia da coroa, Mondo cane, Mídia regional, Nossas Venezuelas, Numb3rs, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, corrupção nos concursos de beleza, realidade brasileira, sub-celebridades, Ética jornalística, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , ,
13/10/2009 - 08:58

Débora Lyra, o grande projeto eleitoral do tucanato mineiro para o Miss Brasil 2010

Não há a menor dúvida de que a eleição da divinopolitana Débora Lyra como Miss Minas Gerais 2010 mascarou claramente as intenções eleitoreiras dos coordenadores do concurso estadual: usar a sua candidatura ao título de Miss Brasil como arma para angariar votos para a chapa Aécio Neves-Zé Pedágio nas eleições presidenciais de outubro, seis meses após a realização da etapa nacional do Miss Universo 2010 e pouco mais de dois após o concurso internacional (isso se Débora for julgada e credenciada para tal).
Os expedietes fraudulentos que se verificaram durante a realização do concurso Miss Minas Gerais 2010 (não televisionado nacionalmente pela Band para não prejudicar a Copa Santander Libertadores de Futebol Feminino) foram o estopim para uma série de denúncias a serem investigadas pelo Ministério Público nas próximas semanas no que diz respeito ao uso da verba pública estatal para o “patrocínio” do dito evento. Para se ter uma ideia, integrantes da bancada aecista na Assembleia Legislativa mineira faziam parte do júri, cuja independência foi manchada pela presença indesejada da tzarina Nayla Micherif, o Putin do Lipstick Jungle do atraso missológico brasileiro no Miss Universo e no Miss Beleza Internacional, pelo qual Rayanne Morais estará competindo no próximo mês na China Comunista.
O que José Alonso Dias, coordenador do Miss Minas e franqueado do Miss Brasil-Miss Universo para o Estado quer, no fundo, é usar seu evento como um verdadeiro showmício para a promoção das plataformas ideológicas direitistas dos comparsas ruralistas do Padrão Global/Padrão Fantástico na mídia futebolística brasileira. O Miss Minas Gerais sob a direção atual não é um concurso de beleza e sim um Saturday Night Live dos neo-liberais que querem atrasar o Brasil a partir de 2010. E, com isso, acabar com progressos educacionais implantados durante o Governo Lula, como o ProUni, a Bolsa Família, as operações da Polícia Federal no combate à corrupção e, claro, as conquistas das sedes da Copa de 2014 (sem concorrentes) e da Olimpiada de 2016 para a ex-Cidade Maravilhosa, reduto administrativo da máfia missológica nacional.
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Assim como sucedeu a Rayanne, a Band nacional já foi alertada pelos coordenadores do Miss Minas Gerais para “promover mais” a candidatura de Débora Lyra ao título de Miss Brasil 2010 nos seus programas, de modo a prejudicar a imparcialidade do concurso nacional a ser televisionado pela emissora dois meses após o Carnaval. Há também, nas mentes criminosas de alguns “missólogos” tucanos, o claro interesse de vincular uma possível vitória de Lyra no certame ao fortalecimento do apoio (ora raquítico) à fórmula direitista-globelezada Serra-Neves para deixar o Palácio do Planalto (ora em reformas) às moscas, na tarde de 1º de janeiro de 2011.
O que se espera de um Miss Brasil dominado pela corrupção eleitoral tucana, mais uma vez, é o predomínio do interesse coronelista de cabresto da Daslu das Alterosas. No Criminal Minds que se desenha para conspirar a coroação de Débora Lyra, perde mais uma vez o Brasil a chance de ter uma representante (para vencer a coroa de Miss Universo) eleita na base do carisma, e não da cooptação eleitoral geralmente regada a fraudes anabolizantes de implantes de silicone nos seios e outros procedimentos plásticos afins. A versão mineira da série criada por Jeff Davis adaptada e aclimatada para o “Caso FAC” e o caso dos “Envelopes Amarelos II” está aí à porta.

Autor: João Lima - Categoria(s): Cansei, Corrupção siliconada, Eventos, Falsos ídolos, Força da Grana, Gerson Law & Order, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Imprensa sulista-separatista, Independência editorial, Joia da coroa, Mondo cane, Mídia regional, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Oportunismo, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, concursos de beleza, corrupção nos concursos de beleza, personalidades, realidade brasileira, Água oxigenada, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , , , ,
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