Arquivo da Categoria Força da Grana
25/11/2009 - 08:08
No entanto, emissora pode acabar perdendo certame para a Record; vice-Miss Universo de 2007 seria “mascote” de uma eventual transição
Da redação TV em Análise
Para não perder um de seus principais eventos de grade para a concorrência, a Bandeirantes vai tentar apostar suas últimas fichas para tentar assegurar a transmissão do Miss Brasil 2010. Apesar de estar focada na Copa do Mundo e nas eleições, a emissora vai tentar reverter junto aos organizadores a oferta feita junto à Rede Record, missão esta praticamente impossível a preço de agora. Ainda assim, setores da direção da própria Band contrários aos concursos de beleza acham que a remoção do Miss Brasil bem como do Miss Universo é a melhor saída para concentrar esforços em transmissões esportivas e outros eventos, o que não será fácil.
Na reunião de afiliadas que acontece até esta sexta-feira em Sauípe (BA), ninguém da direção da Band vai tratar do assunto Miss Brasil: o tema já é proibido dentro da própria cúpula devido aos baixos índices de suas últimas transmissões no Ibope. Internamente, há um consenso para que concurso de miss, na órbita da Band, seja definitivamente coisa do pretérito perfeito do indicativo.
Caso recue da desistência do Miss Brasil, a Band deverá trabalhar para antecipar para abril a data do concurso nacional de beleza. Tudo porque boa parte de sua equipe vai viajar em maio para a cobertura e as transmissões da Copa do Mundo FIFA na África do Sul. Todos os passaportes, incluído o da apresentadora Renata Fan, estão carimbados para o país africano. Entre os especialistas em concursos, os denominados missólogos, uma data já é trabalhada: 23 de abril, sexta-feira. Mas, se depender do humor habitual, esta passaria a ser marcada para o dia seguinte, sábado (24). A intenção dessa data é, além de realizar a etapa brasileira do Miss Universo em Brasília, integrá-la às festividades dos 50 anos da capital federal.
No entanto, o atual impasse da Band junto à Gaeta Promoções e Eventos parece ter melado as negociações junto ao Governo do Distrito Federal. Nayla Micherif trabalha contra o tempo para acertar os direitos televisivos, dos quais o Morumbi não quer nem ouvir falar ou saber. Caso a Band recuse o Miss Brasil em definitivo (por sua postura cabeça-dura), a Record deverá ser a próxima casa das misses brasileiras. Natália Guimarães, vencedora do concurso nacional de 2007 e segunda colocada do Miss Universo do mesmo ano, deverá ser a grande avalista dessa mudança. A fiel da balança missológica televisionada brasileira está aí.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Força da Grana, Ibopes da vida, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, concursos de beleza
Tags: audiência, Band, Brasília, corporativismo, eventos especiais, festividades, indefinções, Miss Brasil, Natália Guimarães, negociações, Patrimônio Cultural da Humanidade, Rede Record
24/11/2009 - 22:10
Passaram-se 27 anos da última oportunidade que o monopólio da Globo (isso mesmo, monopólio!) ganhou alguma estatueta no Emmy destinado a emissoras não-americanas. De lá para cá, aumentaram as concessões dadas a canais de redes concorrentes, a TV a cabo deu mostras de sua força (embora inibida pelos lobbies da família Marinho contra novas concessões de operadoras país afora) e a própria Globo sentiu na carne o gosto amargo da derrota para a livre concorrência. Nesse hiato, entre o especial Morte e Vida Severina e a novela-documentário Caminho das Índias muita coisa foi feita no campo tecnológico. Começou-se a delinear a morte do sistema analógico em favor do digital, Bussunda morreu junto com a comédia do Casseta e Planeta, duplas sertanejas apresentaram programas no daytime dominical e por aí vai. Cenas de uma televisão brasleira regada a guerras editoriais de desespero e imbecilidade política.
Da ira inicial com os noticiários da manhã na Grande Rede (todos pró-Globo) ao artigo de Daniel Castro no portal R7 passaram-se mais de 12 horas para que eu tentasse entender a real dimensão da coisa. Apesar de ser uma vitória dos profissionais do medius televisivis brasiliensis, o laureamento de Caminho… não deixa de ser questionável. Para se ter uma ideia do perigo que representa o monopólio da esfera global na difusão de suas telenovelas mundo afora, remetamo-nos a uma pensata de Luís Nassif que comparava o diretor de jornalismo da casa a um ator pornô. Foi essa assepsia que o Padrão Global/Padrão Fantástico quis vender aos jurados do Emmy Internacional. Vendeu bem, a ponto de Juliana Paes dar uma bofetada na cara dos responsáveis pelo Emmy americano (este sim, mais democrático, por pernitir o rodízio de redes na sua transmissão televisiva doméstica). Usaram a Maya da trama já encerrada para vender uma Índia falsificada. Tão falsa quanto as novelas dos primórdios globais de Glória Magadan (morta em 2001), todas gravadas nos estúdios do Jardim Botânico.
Digam o que quiserem, amanhã ou depois de amanhã. Vitória brasileira (seja em concurso de beleza, no automobilismo, na moto-velocidade, no futebol ou na sétima arte) não se questiona. O que se quer condenar aqui é o comportamento monopolista na distribuição dos espaços brasileiros nesta edição do Emmy Internacional. Nesta, para ficarmos bem claros.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Corrupção na mídia, Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Globelezação, Ibopes da vida, Mondo cane, Mídia regional, Projetos especiais, Samba de Uma Nota Só, realidade brasileira, Ética jornalística
Tags: Caminho das Índias, Emmy Internacional, monopólio da informação, retrocesso, telenovelas
22/11/2009 - 15:14
Após serem difamados pelo governador Sérgio Cabral e pelo prefeito Eduardo Paes, os agentes da Divisão de Casos Especiais (Gramaticais) da polícia de Nova York, do FBI e da Interpol, acompanhados de repórteres do jornal da cultura, do jornal nacional e de um comediante do Rockgol MTV chegam à Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro, com um mandado de prisão nas mãos. E com um aparato de segurança não visto nem mesmo nas séries Plantão de Polícia, Força-Tarefa e A Lei e o Crime. Muito menos em CSI, NCIS ou na América pós-11 de setembro de 2001.
***
ZACH NICHOLS (Jeff Goldblum): Police!
MEGAN WHEELER (Julianne Nicholson, com o megafone na mão): Police! We have a prison order by Supreme Court of the United States and the Brazilian Federal Public Ministry! Right on the window!
(Passam se cinco minutos e são disparados os primeiros tiros de advertência. Lá dentro, a chefe do esquema de corrupção no Miss Brasil-Miss Universo, Nayla Micherif, seguia sua rotina de trabalho. Atendia um telefonema até ser interrompido por uma de suas secretárias):
SECRETÁRIA: Nayla, a Polícia está lá embaixo com uma ordem de prisão contra a senhora!
NAYLA: Diga a esses imbecis que já passei pela mesma provação diante do Datena outro dia. Mande esses americanos imbecis irem para a p… que pariu!
SECRETÁRIA: Vou avisá-los.
(Nayla sai de seu escritório, na sede da gaeta[*], pega um cassetete, e desce para a rua onde estão os policiais).
CAP. DANIEL ROSS (Eric Bogosian): Any sign of our deffendant, Nayla Micherif?
WHEELER: No, capitain.
ROSS: Grab a walkie-talkie to communicate the agents who stay inner the gaeta’s(*) office building.
WHEELER: Right now.
WHEELER: Agents, let’s enter on the Nayla’s office now!
(Um dos agentes do FBI toca a porta)
AGENTE 1: Police!
(Nesse instante, os detetives entram no prédio com o mandado de prisão).
O ambiente é de tensão no prédio onde funciona o escritório da gaeta(*). Funcionários estão apreensivos com a possível prisão da pessoa que ajudou a revelar Grazi Massafera e Natália Guimarães. Alguns boletins noticiosos não-alinhados ao PIG(*), como o Conversa Afiada e o portal Vermelho entram com a seguinte manchete: “URGENTE: Polícia invade escritório de diretora do Miss Brasil” ou “Agentes do FBI estão à caça de Nayla Micherif, dizem fontes”. Ninguém do terrorismo midiático do Padrão Global/Padrão Fantástico (especializado em canonizar as misses Brasil Universo reinantes de 2007 para cá) noticia a operação. Estão todos de mãos atadas com a gaeta(*) (se falar mal, perde o emprego).
NAYLA: Quem é?
WHEELER: NYPD! FBI! Hands on the floor!
NICHOLS: Great beauty pageant you organize! Neither Miss Puerto Rico have this “mega-structure”.
NAYLA: Tire as mãos de cima de mim!
WHEELER: You can explain better this infra-structure on Federal Police precinct.
Nayla sai algemada da sede da gaeta(*) sob manifestações de solidariedade. “Não acredite nessa Newsweek, são uns idiotas, uns tresloucados!”, diz a funcionária de uma multinacional francesa de metalurgia que tem contratos milionários com a jestão tucana de José Serra em São Paulo. Surpreendentemente, ninguém a xinga de “ladra!” e “assassina!”.
***
“A diretora do concurso Miss Brasil, Nayla Micherif, foi levada agora há pouco para a sede da Polícia Federal no Centro do Rio de Janeiro. Não foram divulgados detalhes da operação que prendeu a empresária, que venceu o concurso em 1997. Novas informações a qualquer momento”, anuncia um perplexo Ricardo Boechat no plantão do jornal da band. Ao saber da notícia, o capitão Ross desliga o televisor e xinga:
ROSS: Mentally disturbed! What college this idiot studied?
ALEXANDRA EAMES (Kathryn Erbe): I don’t know.
NICHOLS: Boechat reported the Nayla’s arrestment by pretext to undercover the corruption charges against the political scheme which the former Miss Brasil titleholder supports in her homeland State, Minas Gerais.
WHEELER: According to the records, Nayla was born in Ubá, the some homeland city of deceased composer Ary Barroso. She assumed her function at Miss Brasil organization in 2001, after the enesym change of coordination after cancellation of thus by SBT network, in 1991.
ROSS: She need us a lot of explanaitions.
***
EAMES: Is a second time you stay here. What are you did during your Miss Brasil directing term?
NAYLA: Vocês querem me transformar num Celso Pitta de saias, não é?
ROBERT GOREN (Vincent D’Onofrio): NOT necessarialy look-a-like Pitta. But we have a lot of prizes for your excellent work joining the Miss Universe Organization. Lie, corruption, fraud, traffic of influence, false representative, larceny, blackmail, extorsion. Your work is NOT reveal a look-a-like Grazi Massafera ou Natália Guimarães. YOUR work is a plotting of false lobbies to brazilian candidates for Miss Universe title.
EAMES: And also, you used the same scheme to attempt to influence results of Miss International 2009 pageant, at comunist China. Used the Minas’ media to influence and made a hoax involving the name of Rayanne Morais.
NAYLA: Não é verdade! Diz pra mim que não é verdade!
NICHOLS: At Miss Universe 2007 pageant, my cousin who traveled to Mexico City to support Miss USA Rachel Smith, told me about corruption stories involving your person within the judges. I see what the NBC telecast didn’t showed from the backstage.
NAYLA: A Natália chegou lá porque era linda e carismática não porque eu teria roubado, seus imbecis! Vermes! Safados!
EAMES: The history what we earned in the Bandeirantes TV headquarters in São Paulo is yet fresh in our minds to the date. We don’t forgot your mise-en-scene to assault Detective Goren and insulted the image of american police.
(Nayla agarra Eames pelo pescoço e tenta enforcá-la).
NICHOLS: Quiet!
(Os agentes contem Nayla e a levam de volta para a cela).
GOREN: Great example.
***
(**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
Autor: João Lima - Categoria(s): Força da Grana, Gerson Law & Order, Hannah Montana e suas Grandes Irmãs, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Joia da coroa, Mondo cane, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, Séries, corrupção nos concursos de beleza, realidade brasileira, Ética nos concursos de beleza
Tags: Aécio Neves, Alexandra Eames, AXN, Band, corrupção, corrupção no Miss Brasil, Daniel Ross, estelionato, fraude eleitoral, fraude siliconada, fraudes em concursos de beleza, Gaeta, Law & Order: Criminal Grammar, Law & Order: Crminal Intent, Megan Wheeler, Miss Beleza Internacional, Miss Universo 2007, Miss USA, Nayla Micherif, NBC, plantão da Band, PSDB, Rachel Smith, Rayanne Morais, Robert Goren, tucanato mineiro, USA Network, Zach Nichols
21/11/2009 - 11:12
Na última terça-feira (17), Brasília deveria ter sido confirmada como sede do Miss Brasil-Miss Universo 2010. No How I Met Your Mother da gaeta(*), nenhuma das manchetes trata do assunto. Diretores da firma organizadora do concurso nacional tentam abafar o caso, não repassando mais nenhuma informação sobre as negociações com o Governo do Distrito Federal nem à imprensa, muito menos a blogues e sites especializados.
Tradução livre: Nayla Micherif e seus comparsas tentam criar uma verdadeira cortina de fumaça para acobertar um acordo financeiro secreto com o Democratas de Brasília que envolveria troca de favores, pagos pelos moradores da capital federal. Publicidade oficial à farta aí incluída.
Autor: João Lima - Categoria(s): Eventos, Força da Grana, Joia da coroa, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, concursos de beleza, realidade brasileira, Ética nos concursos de beleza
Tags: Brasília, Democratas, Miss Brasil 2010, Nayla Micherif, negociatas
20/11/2009 - 08:36
No Boletim de Ocorrência da Canal 1 denominado “manchetes que podem mudar a humanidade”, Flávio Ric(c)o, porta-voz do imperialismo americano e das multinacionais que querem boicotar a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), escreve:
“Mais uma da série “notícias que podem mudar o rumo da humanidade”: Danielle Winits e o filho Noah tomam sorvete para se refrescar.
Nota corajosamente postada num site (esse site é o EGO, ligado à Globo)”.
O EGO é o mesmo site que “elegeu” Rayanne Morais como Miss Brasil 2009 numa votação fraudulenta (clique aqui para ver o resultado do estelionato eleitoral que acabaria dando a coroa de facto à potiguar Larissa Costa).
No entanto, outro site (o Escrevinhador, de Rodrigo Vianna) postou corajosamente a notícia que Ric(c)o não quis postar (para não prejudicar suas ligações umbilicais com a Rede Globo). Essa sim, é para “mudar o rumo da humanidade” (ou a falta dela): “TIM, Oi e Telefonica querem dar golpe na Confecom: elas já entraram para o PIG(*)? Vamos reagir!”.
Isso sim é coragem jornalística que os Backstreet Boys II Men do atraso cultural brasileiro querem encobrir em favor de abusos de poder. Como o verificado na recente concessão de título de cidadão pernambucano aos músicos paraenses da banda Calypso. Propositura de um parlamentar do Democratas, amicíssimo de Ric(c)o e notório lobista da Globo e dos interesses escravagistas dos tacões assassinos dos usineiros e das empreiteiras.
Flávio Ric(c)o usa como Hino Nacional a letra de The Star-Spangled Banner e não os versos de Osório Duque Estrada escritos em 1822, logo após a nossa independência de Portugal.
Ric(c)o já foi diretor do programa do falecido Ferreira Netto na Band. E Ferreira, como contou Mario Sérgio Conti, acabou demitido da emissora em 1983 por aceitar propina de pessoas ligadas ao então governador do Amazonas, Amazonino Mendes (corrijam se esta informação estiver errada) para aceitar que sua entrevista fosse ao ar. João Saad, dono da emissora, soube do blackmail armado pelos peemedebistas manauaras e mandou Ferreira ir passear em frente ao número 13 da Rua Radiantes, Morumbi.
Ric(c)o já passou por praticamente todas as emissoras grandes do país, baseadas no eixo Rio-São Paulo. Noutro dia, falou maldades do apresentador Geraldo Luís, da Rede Record, como se estivesse escrevendo um episódio de PR para a TV Diário, ligada à Globo e ao grupo do coronel tucanófilo Tasso Jerissati (aquele que diz que “tem jatinho porque pode”).
Ric(c)o atualmente possui esse verdadeiro Prêmio Pulitzer da crítica televisiva de extrema direita ancorada na imprensa raivosa do “Sul Maravilha”.
Ric(c)o é porta-voz da direita tucana na crônica televisiva além de advogar pela perpetuação do monopólio da informação. O UOL (onde o colonista[***] atualmente trabalha) pertence aos grupos Folha e Abril. A Folha, por sua vez, é sócia da Globo no jornal de negócios Valor Econômico. E a Abril, da sul-africana Naspers, que apoiou o regime de apartheid que manteve Nelson Mandela na cadeia por 27 anos.
Ric(c)o usa vários chapeus (veja quais são). Mas, nas suas linhas, não esconde seu ódio aos piauienses (a conduta de apoio ao Rafinha do Emocore no Brothers and Sisters da Gyselle Soares[*****], não confundir com o Brothers & Sisters da Cantora Josy[****], foi o exemplo mais claro de seu escárnio jornalístico contra os nordestinos).
Na surdina, Ric(c)o atua como miliciano da gaeta(**), a Securitate da missologia nacional. Pensa que Renata Fan é ao mesmo tempo, Courteney Cox, Patrícia Arquette, Mariska Hargitay, Sally Field, Glenn Close, Elisabeth Moss, Kyra Sedgwick ou Holly Hunter. Advoga para a mílícia de Zé Pedágio e Aécio Neves na mesma velocidade que estes se negam a pagar os precatórios dos velhinhos e sucateiam as pequenas empresas de seus respectivos Estados.
(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
(**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
(***)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas mineiros do PIG(*) que atuam na milícia para derrubar o presidente Lula e tentar eleger Débora Lyra, na marra, como Miss Brasil 2010. E assim se comportarão na imprensa do Brasil, na cobertura da nona temporada do American Idol e na aposentadoria dos ônibus espaciais, prevista para 2010, sempre que uma ex-participante de Big Brother sair do Estado mais pobre do Brasil (e não dos Estados Unidos de Jennifer Aniston, Jennifer Hudson, Jennifer Garner, Jennifer Love Hewitt e Jennifer Lopez) para chamar a atenção da mídia. São jornalistas que, como diria Mino Carta, “chamam o patrão (geralmente ruralista e escravagista que apóia os “editoriais” da Band-J.E.L.) de colega”. É essa gente aí que vive falando mal do Piauí na grande imprensa.
(****)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008.
(*****)Não confundir com a série da rede americana NBC levada ao ar em 1979
Autor: João Lima - Categoria(s): Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Globelezação, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Independência editorial, Nossa Grana, The Star Spangled Banner, personalidades, realidade brasileira
Tags: Boletim de Ocorrência, Confecom, Danielle Winits, liberdade de imprensa, liberdade de informação, PIG, Rayanne Morais
16/11/2009 - 11:48
É pública e notória a intromissão dos diretores do concurso Miss Distrito Federal para interceder para que Brasília sedie a edição do Miss Brasil-Miss Universo 2010, como pôde ser comprovada na nota publicada por este Críticas no último sábado, a partir de informações do site especializado MissBrasil.org e do jornal Alô Brasília. O que pouca gente (ou ninguém saiba, ou jamais saberá) é que a mudança de sede do concurso (do eixo Rio-São Paulo para o centro do país) recebe as devidas bençãos dos comandantes-em-chefes do Palácio do Buriti, os quais já preparam uma vasta programação pelo cinquentenário da capital federal, no dia 21 de abril.
O que a repórter Katie Couric ainda não decifrou de sua conversa com o rapper boca-suja Lil’ Wayne às vésperas do Grammy 2009 é que Nayla Ceaucescu-Micherif entra na jogada não para ajudar. Mas para atrapalhar em favor de seus acordos de televisão. Nayla não quer que o Miss Brasil aconteça em Brasília por que não interessa fazer o concurso na capital do poder, logo num momento tão importante como o que se espera (a ela, só interessa fazer o concurso no Rio ou em São Paulo). Do diálogo travado no Katie Couric’s Grammy Special às notas do MissBrasilorg e do Alô Brasília (um dos jornais de sustentação ao governo de José Roberto Arruda) se passaram exatos nove meses. Tempo suficiente para Couric descobrir o tamanho da encrenca em que estava se metendo ao abrir a boca diante dos chefões do Democratas candango e do governante local de momento.
Na mesma edição do 60 Minutes que tratou do apagão de Itaipu, a CBS tratou ontem dos documentos secretos do acordo entre a gaeta(*) promoções e eventos, o Governo do Distrito Federal, os responsáveis locais pelo Miss Brasil-Miss Universo e donos de empreiteiras amigas do governador mineiro Aécio Neves, as quais ficarão responsáveis pela estrutura mínima de acomodação das candidatas. Falso: na tratativa com a gaeta(*), Cloves Nunes disse que o concurso nacional de 2010 seria no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, prontinho da silva para receber o certame. A data (23 de abril) não constaria de nenhum acerto televisivo. Mas este, por tabela, a Rede Bandeirantes terá de engolir (se quiser continuar a apostar caro em misses e acabar quebrando a cara).
Nos papéis aos quais o 60 Minutes teve acesso há um cheque administrativo da própria gaeta(*), assinado por Nayla, para que Arruda não aceite sediar o Miss Brasil-Miss Universo 2010, no valor de R$ 50 mil. Se esse cheque existiu, isso não nos interessa. O que interessa à gaeta(*) agora não é o Miss Brasil 2010 e sim montar o esquema de achaque e extorsão aos jurados do Miss Beleza Internacional 2009. Caso Rayanne Morais não passe as semi-finais no próximo dia 28, Nayla Ceaucescu já avisou a seus pares na gaeta(*) que está redigindo a sua carta de renúncia da mesma forma que o capitão James Deakins (Jamey Sheridan) o fez no final da quinta temporada de Law & Order: Criminal Intent(****).
Como Deakins, Nayla se diz vítima de uma conspiração dentro de seu próprio concurso para apeá-la de seu comando, instigada contra ela por ex-coordenadores estaduais da região Nordeste insatisfeitos com suas práticas abusivas, autoritárias e totalitárias e em vias de denunciá-la à Folha(***), ao Chantástico(**) e ao So You Think You Can Dance? do atraso missológico nacional, o jornal bandeirantes e o jornal nacional (O que impede o ex-coordenador do Miss Alagoas, Paulo Magalhães, de fazê-lo até no Ministério Público, na Polícia Federal e na Interpol é o seu silêncio). Ao mesmo tempo que se passa de vítima, Nayla banca o Aguinaldo Timóteo no caso da escolha da sede do Miss Brasil 2010: não vem para ajudar, só traz confusão e discórdia.
No jogo de empurra entre a gaeta(*) e o GDF para a sede do Miss Brasil-Miss Universo 2010, o principal penalizado é o contribuinte tungado de Brasília. Para se ter uma idéia do custo-malefício que representa sediar uma edição desse certame, suponhamos que o pagador do ICMS ou do IPVA tenha que destinar uma parte de seus impostos para bancar as despesas de organização do concurso nacional. Não vai acabar pagando nada. Afinal, a audiência televisiva do evento é insignificante para cobrir os rombos causados por lobbies fracassados em concursos internacionais nos últimos 10 anos. E, principalmente, os prejuízos acumulados pela gaeta(*) entre 1999 e 2002 (que acabam sugando a suposta “credibilidade” do certame). Na lógica (globelezada) de José Roberto Arruda é mais interessante transmitir um show gratuito de Sir Paul McCartney diante do Congresso Nacional do que um concurso de beleza combalido e agonizante.
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
(**)Combinação da chantagem jornalística do padrão global para dar Ibope e vender jornal e revista com a estética ultrapassada e retrógada do Fantástico, capenga na audiência
(***)Folha é o jornal que não se deve deixar a avó ler porque publica palavrões e fotos de nudez de miss estadual pernambucana em pleno reinado. É também o jornal em que Cássio Cunha Lima concede entrevista DEPOIS de cassado para saber do seu processo, da ditabranda, das mulheres-fruta, do Rafinha do emocore, do ódio a piauienses, da Carla Perez lecionando “i de iscola” e que, quando Elaine Parreira Guimarães ficou em qunto lugar no Miss Universo 1971, emprestava os carros de reportagem aos torturadores
(****)Algumas informações foram adaptadas à realidade brasileira a partir do verbete do episódio The Good na Wikipedia
Autor: João Lima - Categoria(s): Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Podres poderes, Projetos especiais, corrupção nos concursos de beleza, Ética nos concursos de beleza
Tags: Brasília, DEM, Democratas, Gaeta, Miss Brasil 2010, Nayla Micherif, negociatas
09/11/2009 - 07:40
Para efeito de comparação, cada cota individual de patrocínio do Gran Fratello Brazylia 10 vale R$ 13,5 milhões. Se somadas as cinco cotas já comercializadas da gincana globelezada vai se chegar à seguinte constatação:
1-O valor somado das cinco cotas do concurso Miss Brasil 2009 (R$ 20 milhões), transmitido pela Band, supera o oferecido a cada cabeça de pessoa jurídica que acertou patrocinar a décima temporada do Brother$ & Sisters da Cantora Josy(*) na rede americana CBS(**), comandada pela Julie Chen(****) da caravana jn das eleições presidenciais passadas;
2-Se somarmos as cinco cotas do Brothers & Sisters da Cantora Josy(*), chegaremos à cifra de R$ 67,5 milhões. Ou seja, em termos comerciais, o Gran Fratello da CBS(**) vale mais comercialmente do que o morimbundo concurso de beleza, mal-administrado pela gaeta(***) há 11 anos e que, nos últimos seis anos, tem servido mais como trampolim das ligações políticas de seus diretores com o projeto golpista do PSDB/Demos endossado pela mesma emissora do GFB.
3-Divididas por cinco, as cotas de patrocínio do Miss Brasil 2009 valeram, a preço de tabela, R$ 4 milhões cada uma. Portanto, R$ 9,5 milhões a menos do que a esfera global cobrou para renovar ou trocar os patrocínios do GFB de 2009 para 2010. Ou, de forma multiplicada, três vezes menos em relação à gincana de veraneio da rede da famíglia Marinho.
Fonte dos números do Brothers & Sisters da Cantora Josy(*): a colona(******) Zapping da Folha Online
(*)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008.
(**)Não é Columbia Broadcasting System, emissora americana que já transmitiu o Miss Universo, e sim Cabugi Broadcasting System, braço globelezado potiguar de sustentação à pseudo-candidatura de Larissa Costa ao título internacional de 2009
(***)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
(****)Pedro Bial é a Julie Chen do inverno americano do PIG(*****), que em 2008, devido à greve de roteiristas, foi obrigada a apresentar uma edição especial do Big Brother americano na CBS. E Julie Chen, em 2006 no papel de Bial, fez parte da caravana jn que impediu a reeleição do presidente Lula já no primeiro turno e tentou fazer o mesmo no segundo. Resultado: Geraldo Alckmin, candidato tucano apoiado por Chen, tomou uma bela surra nas urnas brasileiras (61 a 39, segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral)
(*****)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
(******)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São milicianos mineiros, paulistas e cariocas de redação do PIG(*****) engajados em derrubar o presidente Lula e promover a volta da direita ao poder. E assim se comportarão sempre que um presidente tiver origem no trabalho e não no capital, no Brasil, no Mundo e na história da exploração espacial, da entrega do Oscar e do American Idol. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, chamam seus patrões de colegas. É essa gente aí que quer fraudar o resultado do Miss Brasil 2010 para favorecer a capixaba Débora Lyra, candidata à etapa nacional do Miss Universo por Minas Gerais
Autor: João Lima - Categoria(s): Brothers & Sisters, Eventos, Força da Grana, Joia da coroa, Numb3rs, concursos de beleza
Tags: Brothers & Sisters, Brothers & Sisters da Cantora Josy, CBS, cifras, concursos de beleza, gincanas, Globope, Golpe de Estado, Josy Oliveira (cantora), Julie Chen, mercado publicitário, PIG
07/11/2009 - 11:22
Se a transmissão do último concurso de Miss Universo pela Band registrou módicos 2 pontos de média, a do Latin Grammy anteontem foi ainda pior: 0,6 pontos na medição realizada na Grande São Paulo. Ainda assim, se a audiência do certame de beleza continuar a descer ladeira abaixo em 2010, há na emissora quem cogite a possibilidade de uma não-renovação dos acordos com a Miss Universe Organization e com a Gaeta Promoções e Eventos.
Mas, atenção: o caso do Miss Brasil merece uma atenção à parte. Nada relacionado com números de audiência por ora. E sim, com cifras e pagamento da multa rescisória (caso a direção da emissora opte pela retirada das misses da grade de eventos da casa por razões de estratégia corporativa).
A convenção da rede paulista será realizada entre os dias 26 e 29 na Bahia. A continuidade ou não dos acordos com a Gaeta está entre os assuntos a serem tratados. Já há missólogos apreensivos com essa reunião. E temerosos de que o pior aconteça.
***
O que preocupa a direção da Band na questão do Miss Brasil e do Miss Universo é a perda cada vez maior de audiência de ambos os certames, apesar da empatia que estes tem junto não só a seu público como o de outras redes. Preocupada com as investidas constantes da concorrência após o segundo lugar de Natália Guimarães no Miss Universo 2007, a cúpula da Band pouco ou nada fez para impedir que as vencedoras do Miss Brasil a partir de então fossem assediadas para aparecerem em programas da esfera global. Daí o medo entre os Saad de a rede da famíglia Marinho tomar o Miss Brasil para si. Não para transmití-lo e sim para usá-lo como arma de alienação ideológica em seus programas, realities e telejornais.
Os casos das exposições desnecessárias de Natália Anderle e de Larissa Costa em humorísticos dominicais e de misses estaduais em Brothers & Sisters da Cantora Josy(*) e telejornais facciosos do daytime fizeram a pareceria Band/Gaeta tremer nas bases. Setores da direção da Band acharam que a transmissão do concurso fora uma imposição da Rede Globo após esta tomar da Rede TV! os direitos do evento em 2003. E, aparentemente, tê-los passado à Band por achar que concurso de miss não seria um bom negócio principalmente após o caso da miss cassada Joseane Oliveira.
À Band de nada adianta continuar com o concurso de Miss Brasil se candidatas estaduais que já competiram no evento, como a cearense Khrisley Karllen, aparecem impunemente num jornal hoje editado por Ali Camel(**) a pretexto de derrubar o atual governo federal. Não tem serventia nenhuma a continuidade de um concurso nacional de beleza se este tem suas virtudes deturpadas por ensaios não-autorizados de nudez de misses estaduais reinantes (vejam o caso recente da pernambucana Michelle Fernandes). E nem adianta continuar a incentivar a participação brasileira em um concurso internacional de beleza, cujos índices só fazem despencar a cada ano. Principalmente pela má visibilidade que lhe é dado na mídia e pela desatenção jornalística que recebe.
A Band tem jornalistas competentes isso não se nega. Mas, o fato é que a emissora não quer empregar sua força de trabalho para cobrir jornalisticamente o Miss Universo porque não quer. É sintoma de burrice administrativa e de incompetência da pior espécie. E, como de praxe, a culpa cai toda nas costas dos coordenadores do Miss Brasil (ou da miss Brasil, se for o caso).
(*)Não tem nada a ver com a saga da família Walker protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) se comporta como um exímio comentarista de moda-praia a ponto de inventar neologismos depreciativos como “Gyselle Cajuína”, para se referir à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares (participante da oitava temporada, em 2008)
(**)Ali Camel é o jornalista da Globo que quer povoar mentes despovoadas com golpes de estado plantados e tentados sem sucesso
Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Eventos, Força da Grana, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Numb3rs, Projetos especiais, Todas as Venezuelas do mundo, concursos de beleza, realidade brasileira
Tags: Band, cancelamentos, convenções, Ibope, Ibope das misses, Latin Grammy, Miss Brasil, Miss Universo
01/11/2009 - 09:40
Afogada em dívidas depois de duas desclassificações consecutivas no Miss Universo após 2007 (ano em que o Brasil obteve sua última classificação para as finais), a Gaeta Promoções e Eventos, responsável pelo Miss Brasil-Miss Universo gasta seus últimos tubos na vã tentativa de fazer o lobby da segunda colocada do concurso nacional deste ano, a mineira Rayanne Morais, na participação desta no concurso Miss Beleza Internacional 2009, marcado para o próximo dia 28 em Chengdu (China comunista). Lobby esse que terá um custo muito grande para o bolso do contribuinte tanto o mineiro quanto o da cidade de Divinópolis.
É notório o desespero dos missólogos aliados da Gaeta quanto às críticas ao uso do dinheiro público na promoção abusiva da imagem de Rayanne na mídia, em grande parte custeada com a arrecadação desviada dos recursos do ICMS e de programas sociais aos quais a gestão Aécio Neves não dá a mínima atenção. Tratar concurso de beleza como “evento cultural”, ao contrário do que os tucanos ortodoxos pensam, não é o espetáculo a que se quer ver ao invés de “ver Dilma e Sarney mentirem”. Mentira: a “cultura da beleza” apregoada pelos milicianos de Rayanne na imprensa mineira é o câncer que só agrava a corrupção estatal. Sobretudo aquela praticada nos governos do PSDB e do DEM.
Com o rombo nos cofres cada vez mais evidente, fica cada vez mais difícil a sobrevida da Gaeta enquanto empresa organizadora de concursos de misses. Situação essa que não é nem nova: de 1999 a 2002 (anos iniciais dessa fase então não-midiatizada do Miss Brasil), nenhuma das representantes brasileiras no Miss Universo conseguiu vaga na semi-final do certame. Cenário idêntico ocorreu entre 1999 a 2005, em relação ao Miss Beleza Internacional. Curiosamente, também esses foram todos os anos em que a concessão brasileira do Miss Mundo esteve sob a sua tutela (1999 a 2005).
A Gaeta não tem projeto algum como firma organizadora do Miss Brasil. Inventa marolinhas. Sua principal fonte de renda de 2002 para cá tem sido os acordos de direitos de transmissão (inicialmente com a Rede TV! e depois com a Band). Mas é exatamente na fase da Band que a situação da Gaeta junto às direções do Miss Mundo, Miss Universo e Miss Beleza Internacional se torna cada vez mais crítica. Pobre em lobbies internacionais (ou, talvez, sem nenhuma cancha para tanto), a turma de Nayla Micherif tem se comportado de forma amadorística nesse campo. Não sabe usar direito seu tempo de televisão, exceto para fazer propaganda enganosa de si mesma. Nayla é uma mentirosa nesses termos. E, em termos missológicos, o Brasil está sim no fundo do poço.
Se quiserem fazer lobby para Rayanne Morais no Miss Beleza Internacional que o façam. Mas não saqueando as economias do povo de Minas Gerais, como propõem a Gaeta, a Look Top Beauty, a Band, os milicianos do PSDB-DEM, a Confederação Nacional da Agricultura e o movimento Cansei. Fazendo assim, Nayla e Boanerges Gaeta Jr. estão sim é abrindo portas para a decretação da falência da Soletur da missologia nacional.
Nos Estados Unidos e na Suécia, potências missológicas sérias da América do Norte e da Europa (no Miss Universo), essa prática dá cadeia. A democracia brasileira moderna não tolera aspirantes a Rod Blagojevich de saias e batom do atraso missológico do clubinho da esquina midiática-tucanófila-aecista-ruralista do Lipstick Jungle das Alterosas. Já nos bastaram os escândalos de corrupção envolvendo a venda da vaga do presidente Barack Obama no Senado americano para tamanha comparação.
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
Autor: João Lima - Categoria(s): Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Mídia regional, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, corrupção nos concursos de beleza, Ética nos concursos de beleza
Tags: dívidas, Erário, má aplicação de recursos públicos, Miss Beleza Internacional, Rayanne Morais
30/10/2009 - 13:20
A esta hora, os universotários de redação formados pela UFRN e pela Universidade Potiguar (os mesmos que produziram os panfletos apócrifos em favor da ex-miss Brasil Larissa Costa[***]), devem estar se mordendo de ódio só porque a Comissão de Relações Exteriores do Senado brasileiro aprovou a entrada ontem da Venezuela(*****) no Mercosul. Esses imbecis, que atuam na milícia em tablóides sensacionalistas tipo Diário de Natal/O Poti, Oeste Notícias, Tribuna do Norte e outros periódicos menores, nunca tiveram sequer a pachorra de ao menos saber a biografia da atriz Rashida Jones, filha do legendário produtor Quincy Jones, ora nas manchetes por namorar o violinista (cantor, ma non troppo) John Mayer (não confundir com o ator mineiro José Mayer, aquele que recebeu cachê de R$ 800 mil para estrelar uma campanha cancelada da Vale do Rio Doce com o intuito de falar mal do Governo Lula em horário nobre).
Essa turma que, representada por Tasso “tenho jatinho porque (não) posso” Jerissati e pelos lobistas da ABERT, do Grupo Cunha Lima e do So You Think You Can Dance do atraso missológico deste país, fez grita nas páginas do lixão da revista Veja para criminalizar a nossa blogosfera independente através de seu vocero Eduardo Azeredo (paga-pau da Abril-Naspers, a editora que deixou Mandela na cadeia por 27 anos na África do Sul). Este arremedo de Ku-Klux-Klan dos trópicos, incitado a redigir textos odiosos a piauienses em lixos como a Folha, o Estadão e os pasquins ligados à Globo (inclusive os pertencentes a suas afiliadas regionais) nunca ouviu falar em Parks and Recreation, atual trabalho de Rashida (ex-The Office) na rede americana NBC (a série que, no Brasil ainda não tem emissora definida, acaba de ganhar a encomenda de uma temporada completa de 22 episódios).
Os racistas do homo-sacer tucanófilo da Band, da gaeta(****), dos ruralistas reacionários da UDR e das oligarquias direitistas nordestinas (as mesmas que pagaram, com o dinheiro tungado do contribuinte potiguar, as despesas de viagem de Larissa Costa às Bahamas para o Miss Universo em agosto último) não leram um detalhe sequer da vida de Rashida. Assim como empregam seu ódio editorial para se opor à entrada da Venezuela no Mercosul (considerado para esses terroristas do late-night como “droga”). E, principalmente, para dar mesada à Veja para fazer matéria contra a blogosfera não-alinhada a suas idiotices na semana que sucedeu ao Miss Brasil 2009. Esses imbecis de redação não sabem de nada.
Essa gente que fala mal do Piauí pelas costas (e sem nenhuma “prova irrefutável”), seja em época de reality-show globelezado ou qualquer outra circunstância ainda não escutou o grande Quincy Jones cantando no álbum Back on the Block, de 1989. Desconhece quem é Rashida Jones apenas para pensar que o leitor deste blog tem uma mente despovoada, Human Target potencial dos golpes de Estado pregados sem sucesso por seus telejornais fascistas (jornal nacional, jornal da band e outros). Os imbecis da direita redacional do “new journalism” do Padrão Hannah Montana de (Falta de) Qualidade (e de respeito aos direitos humanos) pensam que o brasileiro pobre e desinformado parece um Hommer Simpson das suas sandices idiotizantes. Pensam errado. Esse público, há muito tempo, aprendeu a jogar o Jornal da Paraíba no lixo. E a rasgar a revista Veja da mesma forma que Farrah Fawcett (em seu leito de morte) o fez com o National Enquirer (espécie de Extra ou Diário Gaúcho da ditabranda americana).
(*)Não tem nada a ver com cólon da Juliana Alves, da Gyselle Soares ou de qualquer outra ex-fratella. São milicianos mineiros, paulistas e cariocas de redação do PIG(**) engajados em derrubar o presidente Lula e promover a volta da direita ao poder. E assim se comportarão sempre que um presidente tiver origem no trabalho e não no capital, no Brasil, no Mundo e na história da exploração espacial. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, chamam seus patrões de colegas. É essa gente aí que quer fraudar o resultado do Miss Brasil 2010 para favorecer a capixaba Débora Lyra, candidata à etapa nacional do Miss Universo por Minas Gerais
(**)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
(***)Larissa Costa é a Miss Brasil 2009 que ainda vai renunciar ao título por ter voado para Lisboa e Nassau às expensas dos pagadores do IPTU e da Taxa de Lixo das cidades de Natal e São Gonçalo do Amarante.
(****)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
(*****)A Venezuela é a Fábrica de Misses que o PIG(**) insiste em negar que exista, a pretexto de desviar o foco de suas matérias sensacionalistas anti-blogosfera e anti-Internet
Autor: João Lima - Categoria(s): Egos da mídia, Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Imprensa monopolista, Inezita Barroso, Jornalismo, Mondo cane, Variedades, Viola Minha Pistola
Tags: colonista, guitarristas, John Mayer, PIG, Quincy Jones, Rashida Jones, Tasso Jerissati, Venezuela
Voltar ao topo