Jornal de Piracicaba, Correio Popular e EPTV recebem favores de administrações tucanas em troca da satanização dos movimentos sociais e dos governos de esquerda; repórteres desses veículos também trabalham para a gaeta(*) em troca do silêncio sobre fraudes de silicone nas etapas municipais do Miss Brasil-Miss Universo
Da redação TV em Análise com Conversa Afiada
Para se perpetuarem no poder desde 1994, os tucanos de São Paulo se valem de uma verdadeira máquina de sustentação midiática amparada por esquemas de corrupção, aliciamento, falsificação de noticiários e terrorismo sobre entrevistados de modo a não denunciarem as falcatruas, seja no âmbito administrativo da esfera pública como na seara dos concursos municipais de beleza válidos pelo Miss Brasil-Miss Universo. Uma pesquisa informal feita por um ex-funcionário de dois jornais de Piracicaba, Flávio Luíz Sartori, para o site Conversa Afiada demonstra que o principal periódico da cidade, o Jornal de Piracicaba, além de deter o monopólio da verba publicitária a ponto de não permitir livre concorrência, sataniza em suas linhas editoriais as administrações feitas por partidos de esquerda.
Foi o que aconteceu entre 1989 e 1993 na gestão do petista José Machado. De acordo com Sartori, nesse período, as páginas do Jornal de Piracicaba foram usadas para atacar ferozmente a administração a ponto de apoiar escancaradamente a candidatura de Mendes Thame (PSDB), na eleição para prefeito em 1992. Com a chegada de Thame ao poder, em 1º de janeiro de 1993, as críticas ao governo municipal desapareceram. Quando os concursos de misses começaram a ganhar novo impulso na década de 2000, aliados do PSDB se valeram da participação de duas misses em realities da Globo para angariar espaços para os eventos no próprio jornal. Levantamento da atriz Sally Field e dos auditores do Rockgol constatou o aumento de 9.500% dos aportes da gaeta(*) promoções e eventos destinados ao Jornal de Piracicaba a pretexto de “incentivo ao turismo” e “apoio cultural”. Num dos empenhos, assinado por Nayla Micherif em 15 de janeiro de 2007, o JP recebeu R$ 7.853,62 em verba publicitária para divulgação do concurso de Miss Piracicaba, válido pelo Miss São Paulo-Universo. Apesar do montante recebido, a publicação não deu destaque nenhum ao concurso municipal, realizado em outubro de 2006.
Outro ex-funcionário do Jornal de Piracicaba (que não pode ter sua identidade revelada), demitido após publicar notas desfavoráveis ao então candidato a governador José Serra no pleito de 2006, relatou à detetive Olivia Benson ter recebido “uma enxurrada de cheques do chefão e da madame para não falar mal dos eventos (concursos) deles no teu jornal” (O “chefão” a que o jornalista se refere é Boanerges Gaeta Jr., capo da organização fraudadora do Miss Brasil-Miss Universo). Nayla, a “madame”, teria feito 17 telefonemas ameaçadores ao mesmo jornalista para não noticiar a condenação que sofrera em função de um processo movido pela 1ª substituta, posteriormente promovida a Miss Brasil 2002, Taíza Thomsen.
Em Campinas, Globo e Rede Anhanguera são ’socias’ dos roubos da tzarina mineira
Na mesma proporção que atacou e vilipendiou a administração do líder petroleiro Jacó Bittar (1989-93), o jornal Correio Popular, o principal da cidade, foi um dos poucos veículos de comunicação no país a se sustentar na cobertura dos concursos de misses mesmo após a saída do SBT do circuito. Em 1994, jornalistas do Correio forçaram comparações da miss Campinas da ocasião, Valéria Melo Péris (mais tarde eleita Miss Brasil) com a atriz americana Cyd Charisse (1922-2008), dos velhos musicais da MGM (ora pertencente aos japoneses da Sony). Após elegerem o prefeito Magalhães Teixeira para mais um mandato, dois anos antes, os donos do Correio Popular já visavam à expansão de seus negócios caso o PSDB chegasse aos governos paulista e federal. Dito e feito: com as eleições de Mário Covas (1930-2001, para o Palácio dos Baneirantes) e de Fernando Henrique Cardoso (para o Palácio do Planalto), a Rede Anhanguera de Comunicação se valeu do auxílio não só de verbas públicas estaduais como as vindas da Secretaria de Comunicação Insitucional da Presidência da República.
Também sediada em Campinas, a Empresa Paulista de Televisão (EPTV), afiliada da Globo, é outro braço regional do “esquema Gaeta”. Com 700 inserções sobre concursos de misses feitas em seus telejornais feitas desde 2007, a emissora se aproveitou do segundo lugar conquistado por Natália Guimarães no Miss Universo daquele ano para fazer a sua “propaganda” do concurso Miss Campinas. Escorada pela RAC, a EPTV usou ao menos 5 minutos e 37 segundos de seus três telejornais diários para promover visitas da então Miss Brasil à cidade ou às regiões cobertas por seu sinal (sul de Minas Gerais incluído) bem como etapas municipais do concurso nacional em troca de apoio publicitário compartilhado com propaganda oficial e compra de votos. Valendo-se da imagem de Natália, a EPTV aumentou o grau etílico das críticas às administrações petistas na sua área de cobertura. “Com um aparato como este, de propaganda a favor, em uma sociedade historicamente com tradições conservadoras, fica fácil para os tucanos se manterem no poder em São Paulo”, avalia Sartori. Idem para Nayla Micherif na coordenação (?) do Miss Brasil-Miss Universo.
‘Esquema Globo/RAC’ encobriu farsa siliconada da atual Miss São Paulo-Universo
Com a descoberta da repetição da fraude dos implantes de silicone que elegeram Natália Anderle como Miss Brasil 2008 no concurso Miss São Paulo 2009, o Padrão Global/Padrão Fantástico começou a se desmoralizar na cobertura dos concursos estaduais de beleza. Nascida na Bahia, Sílvia Novais foi descoberta por olheiros através do seu perfil em uma rede de relacionamentos. Mas, o que era para se transformar em conto de Cinderela, na verdade, se traduziu numa rerun da rede de mentiras que acompanhou a velocista norte-americana Marion Jones até os últimos dias de sua carreira esportiva, em 2007. EPTV/Globo e Correio Popular passaram todos esses meses de reinado de Sílvia como miss estadual acobertando a farsa que se desenhou por trás de sua eleição. Usaram jornais e telejornais para difundirem mentiras sobre cirurgias estéticas, se valendo até de depoimentos de ex-misses como Adalgisa Colombo. Tramaram uma farsa para vender um artifício de anteprojeto de mulher-ceasa, não de nova Martha Rocha.
Em Campinas, EPTV e Correio Popular manipulam seus noticiários de forma a endeusar a atual Miss São Paulo. Mas esquecem que a mesma cantilena da anabolização estética de rainhas da beleza, em 1998, custou a vida da ex-medalhista olímpica americana Florence Griffith Joyner. EPTV e Correio querem que as sucessoras de Sílvia, seja no plano municipal, estadual ou nacional sejam espelhadas em Flo-Jo, não em Natália-G ou Martha. Querem a produção de cadáveres para abastecer suas linhas editoriais abutres da democratização da informação, amparadas pela impunidade dos dirigentes da gaeta(*).
A ausência de denúncias contra o embuste que se tornou a eleição da atual Miss São Paulo contribuiu bastante até aqui para a manutenção da imagem de boa moça que Sílvia tem cultivado junto aos períodicos campineiros. Dois jornalistas que tentaram denunciar as cirurgias a que a atual detentora do título estadual se submetera foram demitidos após tentarem publicar uma série de notas provando a existência de um esquema na cidade, semelhante ao usado por Evandro Hazzy para tentar influenciar os jurados do Miss Brasil para dar notas favoráveis às misses gaúchas que coordena. As notas, originalmente escritas para o Correio Popular, foram vetadas para publicação, segundo seus responsáveis, “para preservar interesses de anunciantes e parceiros”. E os interesses da sociedade civil organizada e dos direitos do cidadão nesse caso, como ficam?
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
Está para se formar o maior bolo de suspeitas e suspeições sobre os nomes constantes da relação de candidatas já eleitas para o título de Miss Ceará 2010, auspiciado pela TV Diário (coligada à afiliada da Globo no Estado, a TV Verdes Mares) e promovido por uma ex-competidora no concurso nacional (Jorlene Cordeiro). O que se questiona aqui não é o trabalho da direção estadual, mas os métodos de cabresto utilizados nas eleições de certas candidatas municipais. Nem Perez Hilton (que ontem deu as caras na transmissão do American Music Awards, pela TNT) seria capaz de decifrar que Daiane Gonçalves (Barbalha), Geórgia Busgaib (Caucaia), Anastácia Albuquerque (Crateús) e Leidaiane Pereira (Ibicutinga) teriam sido indicadas pelos respectivos coronéis políticos de suas cidades. Contaminação oligárquica à vista.
Se lesse o Aurélio, Marco Antonio Lavandera (verdadeiro nome do blogueiro americano de celebridades) encontraria nas candidatas de Nova Russas, Pacajus, Quixadá e Quixeramobim o significado exato de oligarquia. Oligarquia midiática essa que contamina os tecidos da atual infra-estrutura de organização do Miss Ceará, atada aos jogos sujos de desinformação e de alienação do Padrão Global/Padrão Fantástico. Isadora Araújo, Thamires Leme, Kaianny Mota (olha o sobrenome aí gente!) e Ruanna Fernandes não são candidatas ao título de Miss Ceará. Mas a uma das vagas nas casas do Brothers & Sisters da Cantora Josy(*), na mesma ABC.
Podem até me chamar de hipócrita ou imbecil. Mas o fato é que a miss Quixadá Kaiany, de longe, carrega o DNA do sobrenome do ocupante do Palácio da Abolição no período pré-Tasso (1983-1987). Achar a combinação com o governador que, nas enchentes de 1985, distribuía ovos de helicóptero para os atingidos pelas chuvas é fácil. Até à escrita deste texto, não foi encontrado o sobrenome de nenhum dos integrantes dos clãs Jerissati, Gomes e Queiroz no bolo de candidatas (até agora são 16, de um total de 30 esperadas) já eleitas para esta edição do Miss Ceará. 14 de dezembro está aí. Agora, a Veja, a Última Flor do Fáscio do nosso mass-media, que trate de investigar essa gente. Leia mais sobre Gonzaga Mota e a “lenda dos ovos”
(*)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008.
Após serem difamados pelo governador Sérgio Cabral e pelo prefeito Eduardo Paes, os agentes da Divisão de Casos Especiais (Gramaticais) da polícia de Nova York, do FBI e da Interpol, acompanhados de repórteres do jornal da cultura, do jornal nacional e de um comediante do Rockgol MTV chegam à Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro, com um mandado de prisão nas mãos. E com um aparato de segurança não visto nem mesmo nas séries Plantão de Polícia, Força-Tarefa e A Lei e o Crime. Muito menos em CSI, NCIS ou na América pós-11 de setembro de 2001.
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ZACH NICHOLS (Jeff Goldblum): Police!
MEGAN WHEELER (Julianne Nicholson, com o megafone na mão): Police! We have a prison order by Supreme Court of the United States and the Brazilian Federal Public Ministry! Right on the window!
(Passam se cinco minutos e são disparados os primeiros tiros de advertência. Lá dentro, a chefe do esquema de corrupção no Miss Brasil-Miss Universo, Nayla Micherif, seguia sua rotina de trabalho. Atendia um telefonema até ser interrompido por uma de suas secretárias):
SECRETÁRIA: Nayla, a Polícia está lá embaixo com uma ordem de prisão contra a senhora!
NAYLA: Diga a esses imbecis que já passei pela mesma provação diante do Datena outro dia. Mande esses americanos imbecis irem para a p… que pariu!
SECRETÁRIA: Vou avisá-los.
(Nayla sai de seu escritório, na sede da gaeta[*], pega um cassetete, e desce para a rua onde estão os policiais).
CAP. DANIEL ROSS (Eric Bogosian): Any sign of our deffendant, Nayla Micherif?
WHEELER: No, capitain.
ROSS: Grab a walkie-talkie to communicate the agents who stay inner the gaeta’s(*) office building.
WHEELER: Right now.
WHEELER: Agents, let’s enter on the Nayla’s office now!
(Um dos agentes do FBI toca a porta)
AGENTE 1: Police!
(Nesse instante, os detetives entram no prédio com o mandado de prisão).
O ambiente é de tensão no prédio onde funciona o escritório da gaeta(*). Funcionários estão apreensivos com a possível prisão da pessoa que ajudou a revelar Grazi Massafera e Natália Guimarães. Alguns boletins noticiosos não-alinhados ao PIG(*), como o Conversa Afiada e o portal Vermelho entram com a seguinte manchete: “URGENTE: Polícia invade escritório de diretora do Miss Brasil” ou “Agentes do FBI estão à caça de Nayla Micherif, dizem fontes”. Ninguém do terrorismo midiático do Padrão Global/Padrão Fantástico (especializado em canonizar as misses Brasil Universo reinantes de 2007 para cá) noticia a operação. Estão todos de mãos atadas com a gaeta(*) (se falar mal, perde o emprego).
NAYLA: Quem é?
WHEELER: NYPD! FBI! Hands on the floor!
NICHOLS: Great beauty pageant you organize! Neither Miss Puerto Rico have this “mega-structure”.
NAYLA: Tire as mãos de cima de mim!
WHEELER: You can explain better this infra-structure on Federal Police precinct.
Nayla sai algemada da sede da gaeta(*) sob manifestações de solidariedade. “Não acredite nessa Newsweek, são uns idiotas, uns tresloucados!”, diz a funcionária de uma multinacional francesa de metalurgia que tem contratos milionários com a jestão tucana de José Serra em São Paulo. Surpreendentemente, ninguém a xinga de “ladra!” e “assassina!”.
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“A diretora do concurso Miss Brasil, Nayla Micherif, foi levada agora há pouco para a sede da Polícia Federal no Centro do Rio de Janeiro. Não foram divulgados detalhes da operação que prendeu a empresária, que venceu o concurso em 1997. Novas informações a qualquer momento”, anuncia um perplexo Ricardo Boechat no plantão do jornal da band. Ao saber da notícia, o capitão Ross desliga o televisor e xinga:
ROSS: Mentally disturbed! What college this idiot studied?
ALEXANDRA EAMES (Kathryn Erbe): I don’t know.
NICHOLS: Boechat reported the Nayla’s arrestment by pretext to undercover the corruption charges against the political scheme which the former Miss Brasil titleholder supports in her homeland State, Minas Gerais.
WHEELER: According to the records, Nayla was born in Ubá, the some homeland city of deceased composer Ary Barroso. She assumed her function at Miss Brasil organization in 2001, after the enesym change of coordination after cancellation of thus by SBT network, in 1991.
ROSS: She need us a lot of explanaitions.
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EAMES: Is a second time you stay here. What are you did during your Miss Brasil directing term?
NAYLA: Vocês querem me transformar num Celso Pitta de saias, não é?
ROBERT GOREN (Vincent D’Onofrio): NOT necessarialy look-a-like Pitta. But we have a lot of prizes for your excellent work joining the Miss Universe Organization. Lie, corruption, fraud, traffic of influence, false representative, larceny, blackmail, extorsion. Your work is NOT reveal a look-a-like Grazi Massafera ou Natália Guimarães. YOUR work is a plotting of false lobbies to brazilian candidates for Miss Universe title.
EAMES: And also, you used the same scheme to attempt to influence results of Miss International 2009 pageant, at comunist China. Used the Minas’ media to influence and made a hoax involving the name of Rayanne Morais.
NAYLA: Não é verdade! Diz pra mim que não é verdade!
NICHOLS: At Miss Universe 2007 pageant, my cousin who traveled to Mexico City to support Miss USA Rachel Smith, told me about corruption stories involving your person within the judges. I see what the NBC telecast didn’t showed from the backstage.
NAYLA: A Natália chegou lá porque era linda e carismática não porque eu teria roubado, seus imbecis! Vermes! Safados!
EAMES: The history what we earned in the Bandeirantes TV headquarters in São Paulo is yet fresh in our minds to the date. We don’t forgot your mise-en-scene to assault Detective Goren and insulted the image of american police.
(Nayla agarra Eames pelo pescoço e tenta enforcá-la).
NICHOLS: Quiet!
(Os agentes contem Nayla e a levam de volta para a cela).
GOREN: Great example.
*** (**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
Na última terça-feira (17), Brasília deveria ter sido confirmada como sede do Miss Brasil-Miss Universo 2010. No How I Met Your Mother da gaeta(*), nenhuma das manchetes trata do assunto. Diretores da firma organizadora do concurso nacional tentam abafar o caso, não repassando mais nenhuma informação sobre as negociações com o Governo do Distrito Federal nem à imprensa, muito menos a blogues e sites especializados.
Tradução livre: Nayla Micherif e seus comparsas tentam criar uma verdadeira cortina de fumaça para acobertar um acordo financeiro secreto com o Democratas de Brasília que envolveria troca de favores, pagos pelos moradores da capital federal. Publicidade oficial à farta aí incluída.
Para impedir que fãs e missólogos saibam qual o verdadeiro calendário dos concursos estaduais do Miss Brasil-Miss Universo, os (des)organizadores da gaeta(*) colocaram um anúncio do Google para impedir o acesso a seções estratégicas. Até o acesso à história e ao lado “institucional” do concurso nacional permanece bloqueado aos internautas.
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
Da mesma forma que o falecido âncora americano Peter Jennings (1938-2005, embora canadense da gema) teve a coragem de anunciar ao vivo e em rede nacional de televisão que estava com câncer de pulmão em mensagem gravada exibida no dia 5 de abril de 2005, a empresária Nayla Fernanda Affonso Micherif, 33, deveria sair de seu assento na sede mineira da Gaeta Promoções e Eventos e tratar de fazer o mesmo, para os televidentes da Rede Bandeirantes, para admitir, de uma vez por todas, que está com húbris.
Não se trata aqui de prejulgar essa ou aquela pessoa, mas da proposta que nós, como blogueiros independentes, fazemos em nome da limpeza editorial e da liberdade de expressão na Internet brasileira. Acossada por sucessivas cobranças de resultados após o 23 de agosto, Nayla está afundada na mais profunda angústia pós-derrota de uma representante brasileira no Miss Universo. Situação essa que, caso Rayanne Morais não passe às semi-finais do Miss Beleza Internacional, tende a se agravar. Para a Band, o Miss Brasil de Nayla está na linha de tiro.
A mesma doença que levou Jennings e a atriz brasileira Mara Manzan dias atrás não deve ser confundida, em hipótese alguma com húbris. De acordo com a Wikipedia, húbris (ou hybris) é um conceito grego que pode ser traduzido como “‘tudo que passa da medida, descomedimento’”, e que, atualmente, alude a uma confiança excessiva, um orgulho exagerado, presunção, arrogância ou insolência (originalmente contra os coordenadores de estados menores e suas respectivas misses), que com freqüência termina sendo punida”.
Nas acepções primárias da gaeta(*), aludia a um desprezo temerário pelo espaço pessoal alheio (o dos atuais organizadores do Miss Mundo Brasil), unido à falta de controle sobre os próprios impulsos, sendo um sentimento violento inspirado pelas paixões exageradas (as dos venezuelanos por concursos de misses, por exemplo), consideradas doenças por seu caráter irracional e desequilibrado e, concretamente por Até (a fúria contra a imprensa ou o orgulho da auto-promoção pessoal). Opõe-se a sofrósina, a virtude da prudência, do bom senso, do comedimento, do respeito ao telespectador e ao uso do dinheiro público (os casos do Voo Colombo e da farsa de Débora Lyra no último Miss Minas Gerais, para ilustrar).
Algumas vítimas ilustres da húbris são Agamenon, Cassandra, Echo, Édipo, Efilates, Egisto, Heitor, Herácles, Jasão, Odisseu, Orestes, Oto, Paris, Penteu, Prometeu, Sisifo(**).
Algumas vítimas da húbris na política brasileira: Fernando Collor, José Sarney, José Serra, Gilmar Dantas(***) e Fernando Henrique Cardoso.
Na história do Miss Brasil-Miss Universo, algumas vítimas da hubris são:
-Marisa Fully Coelho, atriz mineira sub-aproveitada pelo departamento de telenovelas do SBT que morreu vítima de acidente automobilístico há 11 anos atrás no trevo de Reduto;
-Rafaella Zanella, top 20 do Miss Universo 2006 renegada a torto e a direito pelos marqueteiros da gaeta(*) e pelos seus Backstreet Boys de redação;
-Fabiane Niclotti miss Brasil 2004 que teve TODOS os espaços da mídia sugados para uma certa Grazi Massafera, ora empregada da Globo;
-Sílvio Santos, que pensava que podia promover concurso de miss para formatá-lo como programa de auditório;
-Maria Augusta Nielsen, pitonisa da Socila quando o Miss Brasil era promovido no Maracanãzinho;
-Marlene Brito, diretora do Miss Brasil na “era SBT” que teve patrocínios negados por fazer carreira solo na promoção do concurso;
-Paulo Max, que tentou reerguer o Miss Brasil no prenúncio das fashion-weeks dos dias atuais;
-A próxima vítima fatal da hubris no contexto do Miss Brasil será a tzarina da gaeta(*) Nayla Micherif. Ela é aliada histórica do Grupo Folha e da Globo, que empreendem juntos o maior ataque à liberdade de informação no Brasil. Desde 1999, ambos são sócios do jornal de negócios Valor Econômico. Em 2009, através do site EGO, empreenderam uma tentativa de golpe para entronizar Rayanne Morais como a Miss Brasil do ano em questão.
Nayla é o Prometeu que roubou o fogo dos deuses da grande imprensa e, por tabela, jogou as transmissões do Miss Brasil da Rede Bandeirantes num verdadeiro precipício de audiência ano após ano. O Prometeu das mentiras missológicas, num único dia, deu cinco manifestações de furia. Uma, contra a Agência Globo, que publicou o fac-símile dos cheques do esquema de chantagem contra os jornalistas brasileiros que ousassem apoiar Mariana Valente no último Miss Universo. Outra, contra os humoristas do Rockgol MTV que fizeram piada com a cara do Datena. Duas, contra os roteiristas de Law & Order: Criminal Intent que falaram mal do Brasil. E a última, contra este espaço.
Quem é Prometeu das Alterosas para obrigar o que os jornalistas que irão cobrir o Miss Ceará 2010 devem dizer?
Quem ela pensa que é?
Mariska Hargitay?
Kanye West?
Nicolae Ceaucescu?
Josy Oliveira?
Tara Conner?
Fernanda Young?
Axl Rose?
Diogo Mainardi?
William Bonner?
Tony Show?
Os apresentadores dos policialescos das TVs cassistas-tucanófilas de João Pessoa?
Isso ainda vai acabar mal.
Como castigo a Prometeu, Zeus ordenou a Fernando Mitre acorrentá-la ao topo da torre da Band, na região da Avenida Paulista, onde todos os dias uma águia (ou corvo) ia dilacerar seu fígado que, por ser Prometeu imortal, regenerava-se.
Esse castigo (no Miss Universo) já dura 42 anos.
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses. (**)Algumas informações foram adaptadas do verbete “hubris” da Wikipedia e do texto “Gilmar sofre de hubris, pode ficar louco e ter um fim trágico”, originalmente publicado no Conversa Afiada em 19 de agosto de 2009 (***)Veja como um colonista(****) empregado das Organizações Globo se refere ao presidente do Supremo Tribunal Federal brasileiro (****)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas mineiros do PIG(*****) que atuam na milícia para derrubar o presidente Lula e tentar eleger Débora Lyra, na marra, como Miss Brasil 2010. E assim se comportarão na imprensa do Brasil, na cobertura da nona temporada do American Idol e na aposentadoria dos ônibus espaciais, prevista para 2010, sempre que uma ex-participante de Big Brother sair do Estado mais pobre do Brasil (e não dos Estados Unidos de Jennifer Aniston, Jennifer Hudson, Jennifer Garner, Jennifer Love Hewitt e Jennifer Lopez) para chamar a atenção da mídia. São jornalistas que, como diria Mino Carta, “chamam o patrão (geralmente ruralista e escravagista que apóia os “editoriais” da Band-J.E.L.) de colega”. É essa gente aí que vive falando mal do Piauí na grande imprensa. (*****)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
É pública e notória a intromissão dos diretores do concurso Miss Distrito Federal para interceder para que Brasília sedie a edição do Miss Brasil-Miss Universo 2010, como pôde ser comprovada na nota publicada por este Críticas no último sábado, a partir de informações do site especializado MissBrasil.org e do jornal Alô Brasília. O que pouca gente (ou ninguém saiba, ou jamais saberá) é que a mudança de sede do concurso (do eixo Rio-São Paulo para o centro do país) recebe as devidas bençãos dos comandantes-em-chefes do Palácio do Buriti, os quais já preparam uma vasta programação pelo cinquentenário da capital federal, no dia 21 de abril.
O que a repórter Katie Couric ainda não decifrou de sua conversa com o rapper boca-suja Lil’ Wayne às vésperas do Grammy 2009 é que Nayla Ceaucescu-Micherif entra na jogada não para ajudar. Mas para atrapalhar em favor de seus acordos de televisão. Nayla não quer que o Miss Brasil aconteça em Brasília por que não interessa fazer o concurso na capital do poder, logo num momento tão importante como o que se espera (a ela, só interessa fazer o concurso no Rio ou em São Paulo). Do diálogo travado no Katie Couric’s Grammy Special às notas do MissBrasilorg e do Alô Brasília (um dos jornais de sustentação ao governo de José Roberto Arruda) se passaram exatos nove meses. Tempo suficiente para Couric descobrir o tamanho da encrenca em que estava se metendo ao abrir a boca diante dos chefões do Democratas candango e do governante local de momento.
Na mesma edição do 60 Minutes que tratou do apagão de Itaipu, a CBS tratou ontem dos documentos secretos do acordo entre a gaeta(*) promoções e eventos, o Governo do Distrito Federal, os responsáveis locais pelo Miss Brasil-Miss Universo e donos de empreiteiras amigas do governador mineiro Aécio Neves, as quais ficarão responsáveis pela estrutura mínima de acomodação das candidatas. Falso: na tratativa com a gaeta(*), Cloves Nunes disse que o concurso nacional de 2010 seria no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, prontinho da silva para receber o certame. A data (23 de abril) não constaria de nenhum acerto televisivo. Mas este, por tabela, a Rede Bandeirantes terá de engolir (se quiser continuar a apostar caro em misses e acabar quebrando a cara).
Nos papéis aos quais o 60 Minutes teve acesso há um cheque administrativo da própria gaeta(*), assinado por Nayla, para que Arruda não aceite sediar o Miss Brasil-Miss Universo 2010, no valor de R$ 50 mil. Se esse cheque existiu, isso não nos interessa. O que interessa à gaeta(*) agora não é o Miss Brasil 2010 e sim montar o esquema de achaque e extorsão aos jurados do Miss Beleza Internacional 2009. Caso Rayanne Morais não passe as semi-finais no próximo dia 28, Nayla Ceaucescu já avisou a seus pares na gaeta(*) que está redigindo a sua carta de renúncia da mesma forma que o capitão James Deakins (Jamey Sheridan) o fez no final da quinta temporada de Law & Order: Criminal Intent(****).
Como Deakins, Nayla se diz vítima de uma conspiração dentro de seu próprio concurso para apeá-la de seu comando, instigada contra ela por ex-coordenadores estaduais da região Nordeste insatisfeitos com suas práticas abusivas, autoritárias e totalitárias e em vias de denunciá-la à Folha(***), ao Chantástico(**) e ao So You Think You Can Dance? do atraso missológico nacional, o jornal bandeirantes e o jornal nacional (O que impede o ex-coordenador do Miss Alagoas, Paulo Magalhães, de fazê-lo até no Ministério Público, na Polícia Federal e na Interpol é o seu silêncio). Ao mesmo tempo que se passa de vítima, Nayla banca o Aguinaldo Timóteo no caso da escolha da sede do Miss Brasil 2010: não vem para ajudar, só traz confusão e discórdia.
No jogo de empurra entre a gaeta(*) e o GDF para a sede do Miss Brasil-Miss Universo 2010, o principal penalizado é o contribuinte tungado de Brasília. Para se ter uma idéia do custo-malefício que representa sediar uma edição desse certame, suponhamos que o pagador do ICMS ou do IPVA tenha que destinar uma parte de seus impostos para bancar as despesas de organização do concurso nacional. Não vai acabar pagando nada. Afinal, a audiência televisiva do evento é insignificante para cobrir os rombos causados por lobbies fracassados em concursos internacionais nos últimos 10 anos. E, principalmente, os prejuízos acumulados pela gaeta(*) entre 1999 e 2002 (que acabam sugando a suposta “credibilidade” do certame). Na lógica (globelezada) de José Roberto Arruda é mais interessante transmitir um show gratuito de Sir Paul McCartney diante do Congresso Nacional do que um concurso de beleza combalido e agonizante.
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses. (**)Combinação da chantagem jornalística do padrão global para dar Ibope e vender jornal e revista com a estética ultrapassada e retrógada do Fantástico, capenga na audiência (***)Folha é o jornal que não se deve deixar a avó ler porque publica palavrões e fotos de nudez de miss estadual pernambucana em pleno reinado. É também o jornal em que Cássio Cunha Lima concede entrevista DEPOIS de cassado para saber do seu processo, da ditabranda, das mulheres-fruta, do Rafinha do emocore, do ódio a piauienses, da Carla Perez lecionando “i de iscola” e que, quando Elaine Parreira Guimarães ficou em qunto lugar no Miss Universo 1971, emprestava os carros de reportagem aos torturadores (****)Algumas informações foram adaptadas à realidade brasileira a partir do verbete do episódio The Good na Wikipedia
Espectador reage após ver entrevista de Martha Rocha ao Mau Dia Rio
Tomando como base o que Martha Rocha “comentou” acerca da entrevista tendenciosa de Nayla Micherif e Evandro Hazzy ao Toda Sexta do dia anterior à eleição de Larissa Costa como a representante brasileira no último Miss Universo, há mais chances de mantermos o que fora escrito originalmente do que capitular às distorções de oportunistas de plantão. E assim será feito. Veja o cancioneiro que a gaeta(*) quer sabotar para o Miss Brasil 2010 ser sediado… em Brasília
Como já havíamos dito acerca da eliminação de Matt Giraud do último American Idol, ele e a gaeta(*) perderam o ônibus leito da história do Miss Brasil e do Miss Universo ao deixarem que Martha Rocha (não a ex-miss Brasil, acredito) tenha deturpado nossa visão acerca do assunto. Os “universotários” de redação do RJTV, do Mau Dia Brasil e do Por Fora da Hora da Globo News não querem saber quem foram Richard Rodgers e Lorenz Hart. Os estagiários de redação da massa de manobra de Ali Camel(**) não estão interessados em saber que My Funny Valentine (composta em 1937 para o musical Babes in Arms) apareceu em mais de 1300 álbuns, cantados por mais de 600 artistas. Da finada Aaliyah ao próprio Giraud, passando por Chet Baker, Frank Sinatra, Miles Davis, Barbra Streisand (não confundir com Bárbara Palacios) e muitos outros.
Os chefes e tzares da gaeta(*) não estão interessados na discografia de Matt Giraud nem na de nenhum dos vencedores ou finalistas do AI. Querem que o Miss Brasil em termos musicais continue a ser esse duto de lixo tóxico empulhado pelas grandes gravadoras. Nayla Micherif não quer saber de Ruben Studdard ou Fantasia Barrino e sim de Jorge Aragão ou de Alexandre Pires.
Se Martha Rocha pesquisasse mais um pouco, descobriria que quando Natália Guimarães ficou em segundo no Miss Universo (em 2007), My Funny Valentine fora gravada nas vozes de Thomas Quashtoff, Joey McIntyre e Tiger Lilies em seus respectivos trabalhos. E não estaria submetida aos joguinhos de manipulação editorial impostos goela abaixo pela dita “imprensa missológica”.
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses. (**)”Ali Camel é aquele que se utiliza da Globo para povoar mentes desérticas e disseminar idéias golpistas e conservadoras sem muito sucesso”. (Paulo Henrique Amorim)
O que mais incomoda aos críticos da “jestão” Nayla Micherif no concurso Miss Brasil-Miss Universo é a liberdade de opinião da blogosfera brasileira e a independência editorial de certos setores da mídia ao noticiar certos concursos internacionais de beleza. Ou a recusa destes em noticiá-los. O texto “Putins da gaeta(*) jogam Miss Brasil 2010 aos leões. A ordem é emplacar Rayanne Morais no desespero” (26/10) despertou a ira desses setores que querem a manutenção dos jogos sujos do atraso que afundam cada vez mais a suposta credibilidade do certame.
O que irrita essa The Good Wife passageira da agonia, esse Lúcio Flávio do retrocesso missológico nacional, é a perspicácia da atmosfera livre da mídia de entretenimento em desnudar os podres poderes que regem a franquia pátria dos concursos Miss Universo e Miss Beleza Internacional. Espécie de Alicia Florrick (Julianna Marguiles) do tucanato mineiro, Nayla Fernanda Affonso Micherif parece viver uma atmosfera de parafuso quando é questionada sobre os maus resultados das representantes brasileiras em ambos os certames (O caso do Miss Universo para começar). Ou pior: nem sequer é questionada nem quer saber de perguntas negativas. Esse Nicolae Ceaucescu de saias do Lipstick Jungle das Alterosas não aceita mudanças mais flexíveis na concepção artística do Miss Brasil-Miss Universo de modo a equipará-lo ao Miss USA ou ao Miss Venezuela (o caso venezuelano é o que menos importa). Muito menos aceita mudança de calendário das etapas estaduais para alinhá-las à fall-season americana (é esse padrão que rege as datas dos concursos estaduais válidos pelo Miss USA).
Como na Romênia da “era Ceaucescu”, a Securitate da gaeta(*) usa a concessão da Rede Bandeirantes para erradicar divergências, manter controle sobre a liberdade de expressão e os meios de comunicação social e não tolerar qualquer tipo de oposição, principalmente aquela vinda de críticos como este, Rodrigo Vianna, Paulo Henrique Amorim, Chelsea Handler e Luís Nassif. Nayla ordena o culto à sua pessoa de forma a fazer com que o público missológico ache que o Miss Brasil tem uma só dona, uma pitonisa autoritária que pisa no pé de repórteres e agride cinegrafistas e humoristas da MTV Brasil. Atribui a si própria o título de Conducatorette (chefe) dos esquemas de fraude com cirurgias de implantes de próteses de silicone em candidatas estaduais, cooptação e aliciamento de jurados e manipulação de resultados no concurso nacional. Como Ceaucescu, Nayla não aceita que o Miss Brasil dela siga certos parâmetros do Miss Universo. Quer um exemplo? A introdução do sistema de pontuação exibido na transmissão televisionada, reintroduzido na disputa internacional em 2007.
Aqui, a jornalista da Record é impedida de entrar no set do The Good Wife do apagão de 11 de novembro de 2009
Da mesma forma que os assessores do Ministério das Minas e Energia fizeram com a equipe da Rede Record durante a edição desta manhã do Hoje em Dia com a repórter Verina Nunes, Nayla Micherif manda seus “assessores” e leões-de-chácara irem atrás dos blogueiros independentes que fiscalizam e denunciam a lentidão na elaboração de um calendário fixo para o concurso de Miss Brasil-Miss Universo. Nayla agride a liberdade de imprensa da mesma forma que a Xuxa. É por essas e outras que Julianna Margulies não assina o jornal Estado de Minas, nem lê a Folha da Ditabranda da gaeta(*). Nem vende a sua biografia para lobistas de ocasião travestidos de missólogos da milícia que quer eleger a todo custo Rayanne Morais como Miss Beleza Internacional 2009. De preferência, com o dinheiro suado do contribuinte mineiro (o qual pagou pelo apoio institucionnal às edições recentes do Miss Minas Gerais).
(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
Já se passaram pouco mais de dois meses da vexaminosa participação de Larissa Costa no Miss Universo e os (ir)responsáveis pelo Miss Brasil-Miss Universo ainda não moveram uma única palha em relação à edição 2010 do ceretame. Enquanto as demais competidoras da atual Miss Brasil no concurso nacional deste ano são tratadas a pão e água tanto pela mídia quanto pelas coordenações estaduais, Larissa segue recebendo o tratamento devido como se nada, absolutamente nada tivesse acontecido. Aconteceu sim.
Verdade seja dita, o reinado de Larissa Costa como Miss Brasil 2009 já acabou. Não há mais razão nenhuma de levá-la a participar de eventos, mesmo os seus organizadores e empresários estarem cientes de que a presença de uma Miss Brasil não-classificada nas semi-finais do Miss Universo não vai atrair atenção alguma. Pelo contrário: vai atrair a ira de torcedores insatisfeitos e de formadores de opinião estarrecidos com a farra de recursos públicos usada tanto na promoção de um lobby que jamais existiu como num voo promocional para Lisboa em junho último. O pagador do IPTU e da Taxa de Coleta de Resíduos (também conhecida como Taxa de Lixo) das cidades de Natal e São Gonçalo do Amarante sabe muito bem do que este Críticas está falando.
O mínimo que a sociedade brasileira pede agora, em nome do bom senso, da liberdade de imprensa e seu poder de fiscalização, da liberdade de expressão e do respeito ao uso do dinheiro público, é apenas uma coisa: Larissa Costa, renuncie ao título de Miss Brasil que não mereces vergar diante de tanta corrupção já tratada, abordada e comprovada por parlamentares e por defensores públicos. A sujeira que os dirigentes da Gaeta Promoções e Eventos insistem em varrer para debaixo do tapete para não afugentar os “contratos publicitários” da atual Miss Brasil é o retrato da degradação que atinge em cheio a indústria crescente dos concursos de beleza no Brasil.
Enquanto jornalistas de milícia brincam de serem as Ruths Ocumarez de ocasião nas redações refrigeradas do eixo Rio-São Paulo-Minas, o calendário das etapas estaduais do Miss Brasil/Miss Universo 2010 segue parado, sem um único planejamento super-prévio, como acontece no Miss USA. Ceará, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Amazonas, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Pará e Bahia trataram de seguir a nossa convocação feita em setembro último para adequarem os calendários de seus certames ao da fall-season da etapa americana do Miss Universo. E os outros Estados e o Distrito Federal? Vão continuar na mesma masmorra, na eterna promessa de enviar uma pretensa representante potencial do Brasil para levar o título de Miss Universo ao invés de só pregarem a conversa mole do “quem sabe”? Esse pessimismo pragmático das coordenações estaduais do Miss Brasil precisa acabar. Assim como a cadeia de inverdades inventada pelos marqueteiros da Gaeta.
O sonho de Larissa Costa acabou. A hora é de a Gaeta e seus franqueados estaduais acordarem para a realidade nua e crua da missologia brasileira.