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Arquivo da Categoria Corrupção siliconada

11/11/2009 - 09:59

Julianna Margulies não lê o jornal da milícia da gaeta(*)

O que mais incomoda aos críticos da “jestão” Nayla Micherif no concurso Miss Brasil-Miss Universo é a liberdade de opinião da blogosfera brasileira e a independência editorial de certos setores da mídia ao noticiar certos concursos internacionais de beleza. Ou a recusa destes em noticiá-los. O texto “Putins da gaeta(*) jogam Miss Brasil 2010 aos leões. A ordem é emplacar Rayanne Morais no desespero” (26/10) despertou a ira desses setores que querem a manutenção dos jogos sujos do atraso que afundam cada vez mais a suposta credibilidade do certame.
O que irrita essa The Good Wife passageira da agonia, esse Lúcio Flávio do retrocesso missológico nacional, é a perspicácia da atmosfera livre da mídia de entretenimento em desnudar os podres poderes que regem a franquia pátria dos concursos Miss Universo e Miss Beleza Internacional. Espécie de Alicia Florrick (Julianna Marguiles) do tucanato mineiro, Nayla Fernanda Affonso Micherif parece viver uma atmosfera de parafuso quando é questionada sobre os maus resultados das representantes brasileiras em ambos os certames (O caso do Miss Universo para começar). Ou pior: nem sequer é questionada nem quer saber de perguntas negativas. Esse Nicolae Ceaucescu de saias do Lipstick Jungle das Alterosas não aceita mudanças mais flexíveis na concepção artística do Miss Brasil-Miss Universo de modo a equipará-lo ao Miss USA ou ao Miss Venezuela (o caso venezuelano é o que menos importa). Muito menos aceita mudança de calendário das etapas estaduais para alinhá-las à fall-season americana (é esse padrão que rege as datas dos concursos estaduais válidos pelo Miss USA).
Como na Romênia da “era Ceaucescu”, a Securitate da gaeta(*) usa a concessão da Rede Bandeirantes para erradicar divergências, manter controle sobre a liberdade de expressão e os meios de comunicação social e não tolerar qualquer tipo de oposição, principalmente aquela vinda de críticos como este, Rodrigo Vianna, Paulo Henrique Amorim, Chelsea Handler e Luís Nassif. Nayla ordena o culto à sua pessoa de forma a fazer com que o público missológico ache que o Miss Brasil tem uma só dona, uma pitonisa autoritária que pisa no pé de repórteres e agride cinegrafistas e humoristas da MTV Brasil. Atribui a si própria o título de Conducatorette (chefe) dos esquemas de fraude com cirurgias de implantes de próteses de silicone em candidatas estaduais, cooptação e aliciamento de jurados e manipulação de resultados no concurso nacional. Como Ceaucescu, Nayla não aceita que o Miss Brasil dela siga certos parâmetros do Miss Universo. Quer um exemplo? A introdução do sistema de pontuação exibido na transmissão televisionada, reintroduzido na disputa internacional em 2007.


Aqui, a jornalista da Record é impedida de entrar no set do The Good Wife do apagão de 11 de novembro de 2009

Da mesma forma que os assessores do Ministério das Minas e Energia fizeram com a equipe da Rede Record durante a edição desta manhã do Hoje em Dia com a repórter Verina Nunes, Nayla Micherif manda seus “assessores” e leões-de-chácara irem atrás dos blogueiros independentes que fiscalizam e denunciam a lentidão na elaboração de um calendário fixo para o concurso de Miss Brasil-Miss Universo. Nayla agride a liberdade de imprensa da mesma forma que a Xuxa. É por essas e outras que Julianna Margulies não assina o jornal Estado de Minas, nem lê a Folha da Ditabranda da gaeta(*). Nem vende a sua biografia para lobistas de ocasião travestidos de missólogos da milícia que quer eleger a todo custo Rayanne Morais como Miss Beleza Internacional 2009. De preferência, com o dinheiro suado do contribuinte mineiro (o qual pagou pelo apoio institucionnal às edições recentes do Miss Minas Gerais).

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.

Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção siliconada, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
05/11/2009 - 19:00

A mentira da Gaeta tem limite

Já se passaram pouco mais de dois meses da vexaminosa participação de Larissa Costa no Miss Universo e os (ir)responsáveis pelo Miss Brasil-Miss Universo ainda não moveram uma única palha em relação à edição 2010 do ceretame. Enquanto as demais competidoras da atual Miss Brasil no concurso nacional deste ano são tratadas a pão e água tanto pela mídia quanto pelas coordenações estaduais, Larissa segue recebendo o tratamento devido como se nada, absolutamente nada tivesse acontecido. Aconteceu sim.
Verdade seja dita, o reinado de Larissa Costa como Miss Brasil 2009 já acabou. Não há mais razão nenhuma de levá-la a participar de eventos, mesmo os seus organizadores e empresários estarem cientes de que a presença de uma Miss Brasil não-classificada nas semi-finais do Miss Universo não vai atrair atenção alguma. Pelo contrário: vai atrair a ira de torcedores insatisfeitos e de formadores de opinião estarrecidos com a farra de recursos públicos usada tanto na promoção de um lobby que jamais existiu como num voo promocional para Lisboa em junho último. O pagador do IPTU e da Taxa de Coleta de Resíduos (também conhecida como Taxa de Lixo) das cidades de Natal e São Gonçalo do Amarante sabe muito bem do que este Críticas está falando.
O mínimo que a sociedade brasileira pede agora, em nome do bom senso, da liberdade de imprensa e seu poder de fiscalização, da liberdade de expressão e do respeito ao uso do dinheiro público, é apenas uma coisa: Larissa Costa, renuncie ao título de Miss Brasil que não mereces vergar diante de tanta corrupção já tratada, abordada e comprovada por parlamentares e por defensores públicos. A sujeira que os dirigentes da Gaeta Promoções e Eventos insistem em varrer para debaixo do tapete para não afugentar os “contratos publicitários” da atual Miss Brasil é o retrato da degradação que atinge em cheio a indústria crescente dos concursos de beleza no Brasil.
Enquanto jornalistas de milícia brincam de serem as Ruths Ocumarez de ocasião nas redações refrigeradas do eixo Rio-São Paulo-Minas, o calendário das etapas estaduais do Miss Brasil/Miss Universo 2010 segue parado, sem um único planejamento super-prévio, como acontece no Miss USA. Ceará, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Amazonas, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Pará e Bahia trataram de seguir a nossa convocação feita em setembro último para adequarem os calendários de seus certames ao da fall-season da etapa americana do Miss Universo. E os outros Estados e o Distrito Federal? Vão continuar na mesma masmorra, na eterna promessa de enviar uma pretensa representante potencial do Brasil para levar o título de Miss Universo ao invés de só pregarem a conversa mole do “quem sabe”? Esse pessimismo pragmático das coordenações estaduais do Miss Brasil precisa acabar. Assim como a cadeia de inverdades inventada pelos marqueteiros da Gaeta.
O sonho de Larissa Costa acabou. A hora é de a Gaeta e seus franqueados estaduais acordarem para a realidade nua e crua da missologia brasileira.

Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção siliconada, Informes e editoriais, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , ,
27/10/2009 - 08:59

EXCLUSIVO: gaeta(*) usa misses capixabas para pregar golpe de estado e tirar Olimpíada do Rio

Os repórteres do Críticas, os jurados do So You Think You Can Dance?, do America’s Got Talent e os elencos de NCIS: Los Angeles, NCIS: Guabiraba da Mulher Moranguinho, NCIS: Rio-Vitória Diariamente pela Viação Itapemirim e NCIS: Guarapari mostram, com exclusividade, o plano da gaeta(*) promoções e eventos para fraudar os resultados do Miss Brasil 2010 em favor das candidatas já eleitas de Minas Gerais, Débora Lyra, e do Espírito Santo, Francienne Pavessi. Nossa equipe investigou, durante um mês, o rascunho de um plano de sabotagem de resultados do concurso nacional para conceder às duas misses estaduais, ambas nascidas no Espírito Santo, as vagas brasileiras para o Miss Universo 2010 e o Miss Beleza Internacional 2010. O texto é de Mano Brown, LL Cool J, Luís Nassif, Carlos Alberto Sardemberg, Kara DioGuardi, ACM Neto, Royce do Cavaco e Merval Pereira.
***
Coup D’Etat, fraude, farsa, quadrilha. É assim que os promotores do Ministério Público Federal e os redatores da série Law & Order: Criminal Intent definem o plano diabólico da Gaeta Promoções e Eventos para influenciar jornalistas e corromper jurados com o intuito de construir resultados de modo a colocar as misses Minas Gerais, Débora Lyra, e Espírito Santo, Francienne Pavessi, nas duas primeiras colocações do concurso Miss Brasil 2010, cuja data e local ainda nem sequer foram marcados. De acordo com relatórios obtidos com exclusividade pela reportagem do TV em Análise Críticas, assessorada por jurados do So You Think You Can Dance?, há evidências claras de participação de diretores da Gaeta na construção da farsa eleitoreira, destinada não só a favorecer a candidatura do tucano Aécio Neves à Presidência da República em 2010. Mas a fabricar manchetes favoráveis na mídia para as duas candidatas ao concurso nacional.
De acordo com a atriz Cote de Pablo, que interpreta a agente do Mossad Ziva David na série NCIS da rede CBS (retransmitida no Brasil pelo AXN), “[esses papéis] são o indício claro de uma farsa para privilegiar os padrinhos políticos dos coordenadores estaduais não só da Miss Minas Gerais, mas também da Miss Espírito Santo”. Vale lembrar que, nos registros de manchetes do site oficial do Miss Brasil referentes a outubro de 2009, houve favorecimento explícito à divulgação, supostamente “a título de promover o turismo”, do concurso capixaba em detrimento do concurso mineiro. “Isso prejudicou bastante e até inviabilizou a transmissão nacional do Miss Minas que estava originalmente agendada. E por essa razão, a emissora geradora do evento (a Band) teve que transmitir um jogo de futebol feminino para não arcar com maiores prejuízos”, disse de Pablo/Ziva.

Esquema inclui troca de favores e propinas a jornalistas de oposição ao ‘esquema Gaeta’

Segundo o laudo preliminar da perícia dos atores da série NCIS: Guabiraba da Gracyanne do Tchakabum, foram distribuidos, nos 15 dias seguintes às eleições de Débora e Francienne nos seus Estados, 1200 cheques de valores que variam entre R$ 5 (o que dá para pagar um lanchinho na Lanchonete do Estadão em São Paulo, a mesma citada na reportagem dos cheques anti-simpatizantes de Mariana Valente exibida em agosto pelo Chantástico/Primetime: Show de Mentiras da TV Globo/Dateline da Chuíça) a 11.483,53 (valor esse que pagaria duas passagens de ida e volta entre Vitória e São Paulo), distribuídos a jornalistas do Novo Jornal e de sites de oposição como o Conversa Afiada, o Críticas, Cloaca News, Na Maria News, RS Urgente, a revista Carta Capital e até o norte-americano The Huffington Post. Agentes do FBI e do NCIS prenderam 18 funcionários das Organizações Globo, da Rede Gazeta de Comunicação e da Gaeta envolvidos na construção da fraude.
Ainda de acordo com o laudo, os acusados (cujos nomes não poderão ser divulgados para não atrapalhar as investigações) também ofereciam propostas de emprego em suas firmas em troca do silêncio sobre as denúncias que agora pesam contra os diretores do Miss Espírito Santo, do Miss Minas Gerais e do Miss Brasil-Miss Universo. “Em minha cidade, Checotah, isso se chama formação de quadrilha. Quem fez essa fraude é gente da pior espécie. Isso é roubo e pode até dar pena de morte!”, disse, horrorizada, a cantora Carrie Underwood em entrevista ao Fala Oklahoma (não confundir com o Fala Brasil nem com o Hoje em Dia) da Rede Record.

Gaeta e Globo teriam feito acordo não sobre o Miss Brasil, mas sim para tirar a Olimpíada do Rio e levá-la para Madri, diz ator de Law & Order: CI

Depois de Chicago perder a indicação para sediar a Olimpíada de 2016, diretores da Central Globo de Jornalismo e da gaeta promoções e eventos já estariam trabalhando na surdina para inverter a pauta de seus noticiários, antes favoráveis à candidatura do Rio de Janeiro, para tirar da capital carioca a sede da competição. Preocupados com a repercussão negativa causada pelo episódio The Glory That Was… da série Law & Order: Criminal Intent, os executivos, ao invés de processarem a USA Network, decidiram partir para outra frente de batalha. Não a da transmissão do Miss Brasil pela rede carioca e sim do golpe de Estado que pretende tirar o Rio da cena olímpica.
“Esses ‘constitucionalistas’ da Globo pensam que nós somos idiotas. Não fizemos coisa errada ao produzir The Glory That Was…. Nós queríamos mostrar exatamente ao contribuinte brasileiro o quanto dispendioso e negativo pode ser sediar uma Olimpíada. Ainda mais, regada a um lobby suspeito de corrupção. Essa foi a mensagem que Law & Order: CI quis passar do sub-mundo do movimento olímpico”, disse em nota o produtor-executivo Dick Wolf, que escreveu o controvertido episódio. Para o ator Jeff Goldblum, que interpreta o detetive Zach Nichols, “isso (o comportamento da Globo após a escolha do Rio para sediar os Jogos) é sinal de desespero por parte deles (os brasileiros), que nunca sediaram uma Olimpíada”.
De acordo com reportagem do Conversa Afiada, além do “acordo” com a Gaeta, há a intenção da Globo em levar para Madri a sede dos Jogos de 2016. “Isso cheira a golpe de Estado. Isso é banditismo”, disse o ator Vincent D’Onofrio que interpretou o detetive Robert Goren até a oitava temporada, cujo final vai ao ar esta semana no AXN. D’Onofrio, que não renovou para a nona temporada, acredita que “tanto uma firma (a Gaeta) como outra (a Globo) podem estar envolvidas em um golpe de Estado”. O caso de corrupção envolvendo as candidatas de Minas e Espírito Santo para o Miss Brasil 2010 pode ser só o seu prenúncio.

(Com reportagem de Diane Sawyer, Charles Gibson, Mallu Magalhães, David Cook, Josa da Padaria, Chicão da Farmácia, David Archuleta, Hermes e Renato, Monetário & Financeiro, Cacique & Pajé, e Tota do Posto)

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.

Autor: João Lima - Categoria(s): Abby Sciuto do Forrogode do Evanescence da Marimoon, Corrupção siliconada, Elliot Stabler da direita, Eventos, Força da Grana, Imperialismo midiático, Joia da coroa, Mondo cane, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, corrupção nos concursos de beleza, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , ,
13/10/2009 - 08:58

Débora Lyra, o grande projeto eleitoral do tucanato mineiro para o Miss Brasil 2010

Não há a menor dúvida de que a eleição da divinopolitana Débora Lyra como Miss Minas Gerais 2010 mascarou claramente as intenções eleitoreiras dos coordenadores do concurso estadual: usar a sua candidatura ao título de Miss Brasil como arma para angariar votos para a chapa Aécio Neves-Zé Pedágio nas eleições presidenciais de outubro, seis meses após a realização da etapa nacional do Miss Universo 2010 e pouco mais de dois após o concurso internacional (isso se Débora for julgada e credenciada para tal).
Os expedietes fraudulentos que se verificaram durante a realização do concurso Miss Minas Gerais 2010 (não televisionado nacionalmente pela Band para não prejudicar a Copa Santander Libertadores de Futebol Feminino) foram o estopim para uma série de denúncias a serem investigadas pelo Ministério Público nas próximas semanas no que diz respeito ao uso da verba pública estatal para o “patrocínio” do dito evento. Para se ter uma ideia, integrantes da bancada aecista na Assembleia Legislativa mineira faziam parte do júri, cuja independência foi manchada pela presença indesejada da tzarina Nayla Micherif, o Putin do Lipstick Jungle do atraso missológico brasileiro no Miss Universo e no Miss Beleza Internacional, pelo qual Rayanne Morais estará competindo no próximo mês na China Comunista.
O que José Alonso Dias, coordenador do Miss Minas e franqueado do Miss Brasil-Miss Universo para o Estado quer, no fundo, é usar seu evento como um verdadeiro showmício para a promoção das plataformas ideológicas direitistas dos comparsas ruralistas do Padrão Global/Padrão Fantástico na mídia futebolística brasileira. O Miss Minas Gerais sob a direção atual não é um concurso de beleza e sim um Saturday Night Live dos neo-liberais que querem atrasar o Brasil a partir de 2010. E, com isso, acabar com progressos educacionais implantados durante o Governo Lula, como o ProUni, a Bolsa Família, as operações da Polícia Federal no combate à corrupção e, claro, as conquistas das sedes da Copa de 2014 (sem concorrentes) e da Olimpiada de 2016 para a ex-Cidade Maravilhosa, reduto administrativo da máfia missológica nacional.
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Assim como sucedeu a Rayanne, a Band nacional já foi alertada pelos coordenadores do Miss Minas Gerais para “promover mais” a candidatura de Débora Lyra ao título de Miss Brasil 2010 nos seus programas, de modo a prejudicar a imparcialidade do concurso nacional a ser televisionado pela emissora dois meses após o Carnaval. Há também, nas mentes criminosas de alguns “missólogos” tucanos, o claro interesse de vincular uma possível vitória de Lyra no certame ao fortalecimento do apoio (ora raquítico) à fórmula direitista-globelezada Serra-Neves para deixar o Palácio do Planalto (ora em reformas) às moscas, na tarde de 1º de janeiro de 2011.
O que se espera de um Miss Brasil dominado pela corrupção eleitoral tucana, mais uma vez, é o predomínio do interesse coronelista de cabresto da Daslu das Alterosas. No Criminal Minds que se desenha para conspirar a coroação de Débora Lyra, perde mais uma vez o Brasil a chance de ter uma representante (para vencer a coroa de Miss Universo) eleita na base do carisma, e não da cooptação eleitoral geralmente regada a fraudes anabolizantes de implantes de silicone nos seios e outros procedimentos plásticos afins. A versão mineira da série criada por Jeff Davis adaptada e aclimatada para o “Caso FAC” e o caso dos “Envelopes Amarelos II” está aí à porta.

Autor: João Lima - Categoria(s): Cansei, Corrupção siliconada, Eventos, Falsos ídolos, Força da Grana, Gerson Law & Order, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Imprensa sulista-separatista, Independência editorial, Joia da coroa, Mondo cane, Mídia regional, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Oportunismo, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, concursos de beleza, corrupção nos concursos de beleza, personalidades, realidade brasileira, Água oxigenada, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , , , ,
12/10/2009 - 12:06

Miss USA 2010: a gaeta(*) precisa abrir o olho

Até esta data, feriado de 12 de outubro, 11 Estados já elegeram suas candidatas ao título de Miss USA 2010. Por aqui, apenas quatro candidatas já tinham sido eleitas para disputar o Miss Brasil-Miss Universo 2010. Gaeta e band estão brincando com o tempo (e com o dinheiro [público de Minas Gerais]). Pura irresponsabilidade.
Kristen Dalton vai coroar sua sucessora no dia 18 de abril. Em relação a data final do “reinado” de Larissa Costa, nada certo até aqui. E assim deve (ou melhor, nem deveria) permanecer até janeiro, para os (ir)responsáveis pelo concurso lavarem a sua cara e terem vergonha do prejuízo que já estão causando às coordenações locais.

(*)Não adianta escrever Gaeta Promoções e Eventos em maiuscula dado o grau de reincidência de denúncias de corrupção contra a direção nacional do Miss Universo no Brasil. Com uma imprensa conformista e complascente com as atividades criminosas da quadrilha de Nayla Micherif e Boanerges Gaeta Jr., fica cada vez mais difícil que, após Natália Guimarães, apareça outra candidata estadual neste país com a cancha de Rafaella Zanella e o carisma de Natália para arrebatar os corações e mentes dos jurados do concurso internacional.

Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção siliconada, Eventos, Força da Grana, Independência editorial, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, Radar das misses, Vasto mundo, concursos de beleza Tags: , , , , , ,
09/10/2009 - 12:58

As ligações de Evandro Hazzy com a máfia de Yeda Crusius (parte 1)

Estão para vir à tona na grande imprensa as primeiras denúncias ligando o coordenador do Miss Rio Grande do Sul, Evandro Hazzy, com a máfia tucana que governa o Estado desde 1º de janeiro de 2007. Até a posse de Yeda Romato Crusius, as gaúchas que representavam o Brasil no Miss Universo sob a coordenação de Hazzy vinham tentando galgar classificações para as semi-finais do certame. No entanto, essas dificuldades foram causadas sobretudo pelo governo petista de Olívio Dutra, que negou à RBS-TV (afiliada da Globo) maior apoio ao evento, todo feito à base de investimentos privados.
Com Dutra fora do Palácio Piratini, em 1º de janeiro de 2003, Hazzy procurou o novo governador Germano Rigotto para tratar do Miss Rio Grande do Sul 2004. Mas havia um porém: a então Miss Brasil 2002 Joseane Oliveira, já saída de suas obrigações como miss estadual, acabara de ser escalada para o terceiro ciclo do Gran Fratello Brazylia da Rede Globo. O problema, àquela altura, não estava mais nas mãos de Hazzy e sim do empresário carioca Boanetges Gaeta Jr., diretor responsável pela coordenação brasileira do Miss Universo.
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Inscrita nos concursos estadual e nacional como Joseane Karina Oliveira Sousa, a Miss Brasil de então viu seu mundo desabar na tarde de 2 de fevereiro daquele ano, quando Evandro Hazzy sacou da certidão oculta de casamento que alterara seu sobrenome para Joseane Karina Oliveira Prontesco Gruntzell. A partir de então, Hazzy nunca mais pôde promover o Miss Rio Grande do Sul sob os cuidados da RBS. Seus diretores, receosos e sabedores da farsa, mandaram-no passear na calçada do número 189 da Rua Rádio e TV Gaúcha, no bairro porto-alegrense de Santa Tereza.
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Proibido de aparecer na sede do Grupo RBS, Hazzy procurou o diretor da TV Bandeirantes Leonardo Meneghetti, quando a matriz da rede em São Paulo já havia fechado os acordos de transmissão do Miss Brasil, do Miss Universo e do Miss Mundo. Levou o Miss Rio Grande do Sul de Santa Tereza para o número 183 da rua Delfino Riet, no Morro Santo Antônio, em questão de dias. Finalmente, Hazzy pôde procurar os auxiliares de Rigotto para tratar do patrocínio estatal ao Miss Rio Grande do Sul 2004, realizado na cidade serrana de Gramado. Coisa pequena diante da inundação de anunciantes e empresas que tentavam procurar a unidade gaúcha da Band à cata de espaços comerciais.
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A eleição de Fabiane Niclotti como Miss Brasil 2004 fortaleceu ainda mais as ligações políticas do concurso coordenado por Hazzy com a Rede Bandeirantes. Mesmo com a não-classificação desta no Miss Universo, o diretor do Miss Rio Grande do Sul já trabalhava na produção do concurso de 2005, realizado no dia 1º de outubro de 2004, também em Gramado. A cidade continuou a ser sede do evento até 2006-2007, quando a final do Miss Rio Grande do Sul foi realizada em Canoas, na Grande Porto Alegre.
Com a coroação de Carolina Prattes Nery realizada dias após a eleição para o governo estadual, Hazzy começou a conversar com setores do futuro governo da tucana Yeda Crusius para tratar de assuntos relacionados ao apoio estatal ao concurso local de beleza válido pelo Miss Brasil-Miss Universo. Os aportes do Gabinete Civil da Governadora para o “patrocínio institucional” do Miss Rio Grande do Sul continuaram, mesmo com a orientação do PSDB em não apoiar eventos promovidos por empresas concorrentes da Globo, como é o caso da Band.
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Com a deflagração da Operação Rodin, em setembro de 2007, começaram a ser expostas nos fóruns especializados em concursos de beleza as vísceras de um esquema de corrupção política que envolveu benesses do Estado em troca de espaços comerciais na grade da Band de Porto Alegre. A eleição de Natália Anderle para representar o Estado no Miss Brasil 2008 foi o início da formação embrionária desse esquema, que envolveu extorsão a jornalistas revelada em 12 de fevereiro de 2008 pelo blog TV em Análise:

“Com menos de um terço das candidatas estaduais já eleitas, o concurso Miss Brasil 2008 já tem uma vencedora “virtual” na acepção de alguns jornalistas e experts no assunto. Para essa turma, a gaúcha Natália Anderle já é a miss eleita a pouco mais de dois meses da data da disputa nacional, agendada para 13 de abril em São Paulo.
Esse “PIG paralelo” insiste em bater na mesma tecla que levou algumas vencedoras pré-fabricadas a entrarem na noite final como misses Brasil já declaradas. Mas a história mostra que nem sempre a coisa foi assim: em 1983, sua conterrânea Rejane Heiden foi “aclamada” aos quatro cantos de São Paulo e em todos os setores do SBT, que promovia o evento. No entanto, a apuração mostrou que a candidata de Minas Gerais, Marisa Coelho (já morta), fizera a rapa para desespero dos crédulos e incautos da ocasião”.

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A prova cabal da existência dessa rede de favores foi uma entrevista dada por Anderle ao colonista(*) Amaury Jr., exibida no dia 9 pela Rede TV!. No dia 14, o TV em Análise denunciou o comportamento questionável do apresentador ao entrevistar determinadas detentoras de títulos estaduais de beleza, sobretudo as que venceram o Miss Rio Grande do Sul a partir de 2006-2007. “Desde que estreou seu programa na Rede TV! no fim de 2002, após uma conturbada saída da Record, o festeiro-entrevistador Amaury Jr. derrapa feio quando vai entrevistar candidatas a Miss Brasil antes mesmo destas concorrerem ao título nacional. Em dezembro de 2006, ao conversar com a miss Rio Grande do Sul de então, Carolina Prates Nery, muitos já a apontavam como a “sucessora” de Rafaella Zanella (que àquela altura já passara adiante a coroa estadual)”, registrou a matéria.
***
Com a CPI do Detran já na berlinda na Assembléia gaúcha, começaram a surgir as primeiras provas de que a eleição de Natália Anderle como Miss Brasil 2008 foi uma farsa para atender os interesses políticos-partidários de Hazzy e da governadora Yeda Crusius. Setores do PSDB gaúcho trabalharam para cooptar votos de jurados do concurso nacional, entre eles os apresentadores Raul Gil e Márcia Goldschmidt. Com Anderle eleita, a Band passou a aumentar o grau de proteção a Crusiuis em seus telejornais, principalmente no Jornal da Band.
Até onde se sabe, a Band usou até onde pôde sua máquina de mentiras para tentar endeusar Anderle e defender uma improvável vitória brasileira no Miss Universo, marcado para o dia 13 de julho, no Vietnã. Anderle não se classificou e a emissora amargou o segundo pior Ibope médio das transmissões deste tipo de evento: 3,6 pontos na medição do Ibope realizada na Grande São Paulo.

Amanhã, saiba quem são os integrantes da máfia do Detran que contribuíram com a eleição de Anderle. E ainda esta semana no Críticas: a fraude das cirurgias plásticas e dos implantes de silicone para influenciar os resultados do Miss Brasil em favor das candidatas gaúchas. A participação do governo Yeda na cooptação dos jurados do Miss Universo 2008. E uma revelação assustadora: qual foi a real origem do codinome “Bruna Jackson”?.

Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção siliconada, Elliot Stabler da direita, Eventos, Falsos ídolos, Força da Grana, Imprensa monopolista, Imprensa sulista-separatista, Joia da coroa, Mídia regional, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, Southland do sensacionalismo, corrupção nos concursos de beleza, realidade brasileira, Ética nos concursos de beleza Tags: , , ,
06/10/2009 - 16:40

Law & Order: Criminal Grammar(*): Nichols examina a “reporcagem” do jornal (?) hoje sobre a invasão da Cutrale pelo MST

Depois de ter investigado a fundo a contabilidade das despesas de viagem da “comitiva” de Larissa Costa ao Miss Universo 2009, o detetive sênior Zach Nichols (Jeff Goldblum) assistiu à materia do jornal (?) hoje do monopólio de Hannah Montana sobre a invasão (sic) de uma fazenda paulista por integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra). Enquanto, isso a detetive Megan Wheeler (Julianne Nicholson) entra na sala de Nichols para verificar o que estava acontecendo.
WHEELER: Hello!
NICHOLS: Psst! I’m watching a reporting on TV Globo International…
WHEELER: About what?
NICHOLS: An invasion of orange farm in brazilian State of São Paulo by MST, portugusese call-letters for Landless Workers’ Movement.
CAP. DANIEL ROSS: Pay attention on this news!
(a “matéria” da Globo continua, atacando o MST e insinuando ligações da Cutrale, pretensa dona das terras invadidas, com o episódio)
Enquanto o presidente da Federação da Agricultura de São Paulo (Faesp) é entrevistado pelos jurados do American Idol do desespero direitista diante dos avanços sociais promovidos pelo Governo Lula, Nichols comenta: “Idiots! Stupids!”.
A matéria acaba e a conversa continua.
NICHOLS: According to the suppoused reporting, MST invaded and vandalizated a farm owned by Cutrale, the largest orange juice producer of Brazil. The interests of TV Globo on this history is benefit the candidateship of São Paulo’s current governor, José Serra. In 2002, when Serra was Health ministry, occoured the “Ambulance Scandal”, in refers to the ambulances super-profited acquirition from municipalities.
ROSS: According the Veja magazine, in 2005, was reported to help the PCC, the most powerful prison-criminal gang of São Paulo.
NICHOLS: MST denied the link with the “Party”
WHELLER: What party? The party of beauty pageant mafia from Minas Gerais state? The mafia of Coupist Press Party, leaded by TV Globo, Veja and the newspapers Folha de S. Paulo and O Estado de S. Paulo?
NICHOLS: The “party” is the Primeiro Comando da Capital.
ROSS: And the “party” of media is the PIG, political parties Democrats, PSDB and UDR, the national right-wing farmers union which pays editorials in a major TV network Bandeirantes. Its owners has 16 farms on Bragança Paulista area and writes editorials attacking the president Lula agrarian policies.
WHEELER: PIG is a brazilian news right-wing crap.
NICHOLS: Exactly these idiots who said our screenwriters were desperate on The Glory That Was…CI episode. And claimed us as “ridiculous and pathetic”.
ROBERT GOREN: Pathetic is Joelmir Betting.
(silêncio na sala)


Goren mostra o Youtube do “editorial” da Band onde trabalha Renata Courteney Cox-Arquette-Hargitay-Field-Close-Love (Hewitt)-Fan e estão atualmente os direitos televisivos do Miss Brasil-Miss Universo

WHEELER: The Bandeirantes television are plotting a coup d’Etat against Lula
***
No dia seguinte, Wheeler e Nichols ouvem o “representante” dos interesses da Cutrale em Nova York, Rodrigo Bocardi:
NICHOLS: Great story what you made!
BOCARDI: Thanks.
WHEELER: The reason what we are here in this office are the involvment of your employers in Brazil with the right-wing ruralist movement, called UDR. According to the media of your country, since 2007 Globo is sharing national soccer champhionships ownership rights with Bandeirantes network. And Bandeirantes’ owner, João Carlos Saad, alias Johnny, is owner of 16 farms in Bragança Paulista, São Paulo state. Globo and Bandeirantes using its newscasts programs to airing editorials pro-plot coup d’Etat against current president Luís Inácio Lula da Silva. Joelmir Betting, the current economic commentator of Band, was Globo’s employee from 1985 to 2003, when he was fired due to a TV commercial to bank Bradesco, the largest financial group of Brazil.
BOCARDI: I don’t understand what are you say.
NICHOLS: I see an notable lie articulate to pull out Lula from the office.
WHEELER: Your recent coverage on Honduras crisis is a evidence against right-wing Globo TV tendencious editorial line.
Bocardi é o porta-voz da Cutrale para o jornal nacional assim como Sônia Abrão e Luciana Gimenez o são na Rede TV!, Betting, Renata Fan, Bóris Casoy e Nayla Micherif o são na Band, Carlos Nascimento o é no SBT e por aí vai. Abrão e Gimenez são as porta-vozes da linha editorial tendenciosa do Rede TV! News adotada ontem em cima do “caso Cutrale”. Betting, Fan e Micherif escondem nos seus telejornais e concursos de beleza que as terras da fazenda Santo Henrique pertencem à União e são, desde 2006, alvo de ação do Incra, que reinvindica a propriedade da área.
***
WHEELER: According to Incra documents, the area of Saint Henrich farm are grilated by Cutrale family for producing orange juice to Coca-Cola Company.
NICHOLS: My God!
WHEELER: Cutrale sells orange juice to Coca-Cola, one of the official sponsors of Miss Brasil-Universe pageant.
ROSS: The pageant director, Nayla Micherif, is farm owner in her homeland State, Minas Gerais, like the Bandeirantes owners. Both of them uses its newscasts and beauty pageants to read editorials anti-Lula government.
WHEELER: Another day, president Obama said Lula “that’s the guy”> Lula is a most popular active state chief in office of the world.
NICHOLS: Globo and Bandeirantes’ journalists and artists are jealouses. They don’t know about are saying in a public concessions.
ROSS: By legal point, Nayla Micherif uses her pageant to read editorials against PT party and pro-corrupt government gestion shock from Aécio Neves. In 2007, Natália Guimarães, Minas Gerais contestant, readed an editorial prepared by Nayla aganist PT national directory members and parlamentaries.
NICHOLS: That’s explain her defeat by Riyo Mori from Japan.
WHEELER: Ask for Tony Romo of Dallas Cowboys. He was judge at Miss Universe 2007 pageant.
ROSS: Detectives, call now to Romo’s representant. We need to earning his testimony as soon is possible.

(continua… se a Band, a gaeta e a UDR ainda deixarem)

(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção na mídia, Corrupção siliconada, Eventos, Falsos ídolos, Força da Grana, Globelezação, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Imprensa sulista-separatista, Joia da coroa, Mondo cane, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Projetos especiais, Séries, The Star Spangled Banner, corrupção nos concursos de beleza, Ética jornalística Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
05/10/2009 - 14:04

O fim dos concursos de misses na Band está próximo

Embora tenha vendido cinco cotas de patrocínio para o concurso deste ano valendo R$ 20 milhões (a preço de tabela), há na Rede Bandeirantes de São Paulo uma forte corrente para que os concursos de Miss Brasil, Miss Universo, bem como as respectivas etapas estaduais, não sejam mais televisionados a partir de 2010. Como a coluna Canal 1 apurou hoje (“Band puxa o freio e deve transmitir o Grammy daqui”, UOL Televisão, 5/10, 0h05), as prioridades da emissora paulista para o próximo ano são o lançamento de La Liga, a cobertura da Copa do Mundo FIFA na África do Sul e as eleições gerais de outubro. As afiliadas já estão sendo orientadas neste sentido.
A seguir, uma prova da falta de simancol da imprensa da Band, atestada no texto de O Barriga Verde:

“A 55ª edição do concurso, que acontece neste sábado, 9, no Memorial da América Latina, na capital paulista, dá mostras de que a empreitada (?) está dando certo. “Pegamos um produto desgastado e estamos buscando (?) retomar a credibilidade. A cada ano ele tem movimentado mais dinheiro e atraído mais patrocinadores. Lá na Venezuela, país forte na área, eles precisam rejeitar patrocínio. Um dia queremos chegar lá”, conta Boanerges Gaeta Jr., diretor executivo da Gaeta.

A empresa e a Bandeirantes, parceira nas transmissões desde 2003 e que tem contrato até 2010, venderam cinco cotas de patrocínio que somadas têm valor de tabela superior a R$ 20 milhões. Além disso, a marca de calçados Miucha, calçado oficial das misses, lançará durante o concurso o primeiro produto licenciado do evento, a linha Miucha Miss Brasil. “É a primeira vez que temos uma marca associada e a ideia é expandir. Já existem alguns produtos em estudo”, diz Gaeta Jr, sem dar detalhes”.

O que Gaeta, o chefão da turma não conta, é que concurso de miss no Brasil é um evento caro e dispendioso para ser transmitido. E, a julgar pelas participações vergonhosas de nossas representantes no Miss Universo nos dois últimos anos, há uma mostra bem clara de que esse investimento, ao contrário do que o diretor do Miss Brasil-Miss Universo diz, na verdade está se transformando numa verdadeira dor de cabeça para a alta cúpula do Morumbi. Para se ter uma idéia, a Band, nos dois últimos anos, acumulou um prejuízo (segundo nossas modestas estimativas) na casa de R$ 200 milhões com patrocínios vendidos a concursos que, nas aferições do Ibope realizadas na Grande São Paulo, se transformaram em verdadeiras tragédias.
Para chegar ao nível da Venezuela, como propõe Gaeta, o Brasil precisa trabalhar muito. Boas intenções midiáticas e ilusórias, como as que o executivo propõe, não bastam. O que mais importa e diminuir o nível de trolóló a que o modus operandi do certame nacional nas suas relações com a Band tem sido jogado nos últimos anos. Especialmente depois do segundo lugar de Natália Guimarães no Miss Universo 2007.
O que mais interessa à sociedade brasileira neste momento, no campo missológico com vistas à escolha de nossas candidatas a Miss Universo, não é a falácia. Mas a aplicação, na prática, das variadas promessas não cumpridas pela Gaeta Promoções e Eventos desde 2003 na sua parceria desastrosa com a Band. Desastre este agravado pelas desclassificações de Natália Anderle e Larissa Costa na disputa internacional, Desastre este traduzido na rejeição do público e dos anunciantes (e não na rejeição DE anunciantes como insinua Gaeta) com um concurso usado meramente como palanque eleitoral (Nayla Micherif, sócia de Gaeta, é notória apoiadora das políticas de cerceamento à liberdade de expressão empreendidas pelo governador mineiro Aécio Neves).
O que interessa à Gaeta não e fazer do Miss Brasil-Miss Universo um grande evento, mas um grande programa de exploração e adulação política.

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Corrupção siliconada, Egos da mídia, Elliot Stabler da direita, Em causa própria, Eventos, Força da Grana, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, concursos de beleza, realidade brasileira, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , ,
01/10/2009 - 16:51

Quem patrocina o Miss Minas Gerais é você

Da vasta relação de patrocinadores da etapa mineira do Miss Brasil-Miss Universo 2010, chama a atenção o Governo estadual do “choque de gestão” do tucano Aécio Neves. Isso em meio a empresas como Ricardo Eletro, Unimed Divinópolis, FIEMG (a Federação das Indústrias), a Oi (da turma dos Jerissati), a Cervejaria Petrópolis, (dona da marca Itaipava), o banco Bonsucesso e a prefeitura da cidade-sede do certame, apenas para citar alguns casos.
Mas, o que o contribuinte divinopolitano e mineiro não sabem é que parte dos impostos que o cidadão incauto paga vai para o patrocínio do concurso estadual de beleza. A Band, emissora do certame, é cúmplice desse operativo todo. Uma parcela do IPTU de Divinópolis vai para o custeio das despesas com a organização do evento. Mas não exatamaente: a Look Top Beauty é sediada na cidade. Parre do ICMS que o empresário paga vai para a publicidade oficial em cima do certame. A julgar pelo pós-Natália Guimarães, os aportes estatais no Miss Minas Gerais-Universo subiram se comparados com o concurso de 2006-2007. Uma cifra astronômica e tanto.
Se fosse em um governo petista, a “gentileza” cultural do Erário (tucano) com o Miss Minas Gerais seria severamente revista. Não seria bom negócio um governo de esquerda patrocinar esse tipo de evento. A menos que isso já tenha ocorrido uma vez (quando Zeca do PT governava o Mato Grosso do Sul).

Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção siliconada, Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Joia da coroa, Mídia regional, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, corrupção nos concursos de beleza Tags: , ,
24/09/2009 - 19:14

O Críticas e o Miss Brasil 2010

Do que se sabe até agora sobre o concurso nacional do ano que vem, nada. Na Band, as reuniões atuais com vistas a 2010 são somente sobre o que vai ser feito da grade diurna e o Carnaval. Miss Brasil e Miss Universo, na pensata de alguns diretores mais sensatos, nunca mais.
A julgar pelos resultados desastrosos no Ibope de 23 de agosto na faixa entre 22 e 0h, o grande consenso nas alas mais radicais da cúpula da Band é cortar o mal (os concursos de misses) pela raiz. Mas as ligações politicas (leia-se: Aécio Neves, governador mineiro) de alguns diretores não alinhados com esse pensamento podem pesar contra aqueles que querem o banimento definitivo dos concursos de beleza da grade da emissora.
O Miss Minas Gerais 2010 será já no próximo sábado (3/10). Há setores da programação e da área técnica trabalhando para que o concurso estadual seja transmitido em rede nacional. Mas, a resistência de um certo grupo na diretoria da Band a esse tipo de evento pode por tudo a perder. Só o público mineiro assistiria o evento, a ser realizado em Divinópolis. Os teletecas do Morumbi estão divididos entre dar espaço ou não a Rayanne Morais, a Miss Brasil rebelde da mídia golpista do PIG. Partido no qual a própria Band (via ruralistas) toma parte.

Autor: João Lima - Categoria(s): Abby Sciuto do Forrogode do Evanescence da Marimoon, Axé-besteirol, Cansei, Corrupção siliconada, Datamisses, Egos da mídia, Elliot Stabler da direita, Eventos, Força da Grana, Gerson Law & Order, Imperialismo midiático, Imprensa sulista-separatista, Independência editorial, Joia da coroa, Mondo cane, Mídia regional, Nossa Grana, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, Radar das misses, Southland do sensacionalismo, concursos de beleza, corrupção nos concursos de beleza, personalidades, realidade brasileira, Água oxigenada, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , , , ,
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