Arquivo da Categoria Axé-besteirol
25/11/2009 - 08:08
No entanto, emissora pode acabar perdendo certame para a Record; vice-Miss Universo de 2007 seria “mascote” de uma eventual transição
Da redação TV em Análise
Para não perder um de seus principais eventos de grade para a concorrência, a Bandeirantes vai tentar apostar suas últimas fichas para tentar assegurar a transmissão do Miss Brasil 2010. Apesar de estar focada na Copa do Mundo e nas eleições, a emissora vai tentar reverter junto aos organizadores a oferta feita junto à Rede Record, missão esta praticamente impossível a preço de agora. Ainda assim, setores da direção da própria Band contrários aos concursos de beleza acham que a remoção do Miss Brasil bem como do Miss Universo é a melhor saída para concentrar esforços em transmissões esportivas e outros eventos, o que não será fácil.
Na reunião de afiliadas que acontece até esta sexta-feira em Sauípe (BA), ninguém da direção da Band vai tratar do assunto Miss Brasil: o tema já é proibido dentro da própria cúpula devido aos baixos índices de suas últimas transmissões no Ibope. Internamente, há um consenso para que concurso de miss, na órbita da Band, seja definitivamente coisa do pretérito perfeito do indicativo.
Caso recue da desistência do Miss Brasil, a Band deverá trabalhar para antecipar para abril a data do concurso nacional de beleza. Tudo porque boa parte de sua equipe vai viajar em maio para a cobertura e as transmissões da Copa do Mundo FIFA na África do Sul. Todos os passaportes, incluído o da apresentadora Renata Fan, estão carimbados para o país africano. Entre os especialistas em concursos, os denominados missólogos, uma data já é trabalhada: 23 de abril, sexta-feira. Mas, se depender do humor habitual, esta passaria a ser marcada para o dia seguinte, sábado (24). A intenção dessa data é, além de realizar a etapa brasileira do Miss Universo em Brasília, integrá-la às festividades dos 50 anos da capital federal.
No entanto, o atual impasse da Band junto à Gaeta Promoções e Eventos parece ter melado as negociações junto ao Governo do Distrito Federal. Nayla Micherif trabalha contra o tempo para acertar os direitos televisivos, dos quais o Morumbi não quer nem ouvir falar ou saber. Caso a Band recuse o Miss Brasil em definitivo (por sua postura cabeça-dura), a Record deverá ser a próxima casa das misses brasileiras. Natália Guimarães, vencedora do concurso nacional de 2007 e segunda colocada do Miss Universo do mesmo ano, deverá ser a grande avalista dessa mudança. A fiel da balança missológica televisionada brasileira está aí.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Força da Grana, Ibopes da vida, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, concursos de beleza
Tags: audiência, Band, Brasília, corporativismo, eventos especiais, festividades, indefinções, Miss Brasil, Natália Guimarães, negociações, Patrimônio Cultural da Humanidade, Rede Record
24/11/2009 - 22:10
Passaram-se 27 anos da última oportunidade que o monopólio da Globo (isso mesmo, monopólio!) ganhou alguma estatueta no Emmy destinado a emissoras não-americanas. De lá para cá, aumentaram as concessões dadas a canais de redes concorrentes, a TV a cabo deu mostras de sua força (embora inibida pelos lobbies da família Marinho contra novas concessões de operadoras país afora) e a própria Globo sentiu na carne o gosto amargo da derrota para a livre concorrência. Nesse hiato, entre o especial Morte e Vida Severina e a novela-documentário Caminho das Índias muita coisa foi feita no campo tecnológico. Começou-se a delinear a morte do sistema analógico em favor do digital, Bussunda morreu junto com a comédia do Casseta e Planeta, duplas sertanejas apresentaram programas no daytime dominical e por aí vai. Cenas de uma televisão brasleira regada a guerras editoriais de desespero e imbecilidade política.
Da ira inicial com os noticiários da manhã na Grande Rede (todos pró-Globo) ao artigo de Daniel Castro no portal R7 passaram-se mais de 12 horas para que eu tentasse entender a real dimensão da coisa. Apesar de ser uma vitória dos profissionais do medius televisivis brasiliensis, o laureamento de Caminho… não deixa de ser questionável. Para se ter uma ideia do perigo que representa o monopólio da esfera global na difusão de suas telenovelas mundo afora, remetamo-nos a uma pensata de Luís Nassif que comparava o diretor de jornalismo da casa a um ator pornô. Foi essa assepsia que o Padrão Global/Padrão Fantástico quis vender aos jurados do Emmy Internacional. Vendeu bem, a ponto de Juliana Paes dar uma bofetada na cara dos responsáveis pelo Emmy americano (este sim, mais democrático, por pernitir o rodízio de redes na sua transmissão televisiva doméstica). Usaram a Maya da trama já encerrada para vender uma Índia falsificada. Tão falsa quanto as novelas dos primórdios globais de Glória Magadan (morta em 2001), todas gravadas nos estúdios do Jardim Botânico.
Digam o que quiserem, amanhã ou depois de amanhã. Vitória brasileira (seja em concurso de beleza, no automobilismo, na moto-velocidade, no futebol ou na sétima arte) não se questiona. O que se quer condenar aqui é o comportamento monopolista na distribuição dos espaços brasileiros nesta edição do Emmy Internacional. Nesta, para ficarmos bem claros.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Corrupção na mídia, Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Globelezação, Ibopes da vida, Mondo cane, Mídia regional, Projetos especiais, Samba de Uma Nota Só, realidade brasileira, Ética jornalística
Tags: Caminho das Índias, Emmy Internacional, monopólio da informação, retrocesso, telenovelas
03/11/2009 - 15:05
“Eu vou olhar nos seus olhos e dizer: ‘críticas ao meu trabalho, independente de serem positivas ou negativas, eu não vou aceitar nunca’. Sabe por quê? Eu não preciso de parâmetro de ninguém, eu faço o que o meu coração me colocar para fazer. Quando eu subo no palco, eu dou a minha alma. Quem está comigo sabe e quem não está também sabe. Quando você falar comigo, seja jornalista, tenha ética, não faça o seu leitor pensar como você, faça ele ficar livre para pensar o que quiser. Exponha a verdade.”
(De Cláudia Leitte, na sua visão de “liberdade de expressão” ao jornalista baiano Alex Lopes)
O episódio da agressão de agentes de segurança da cantora Cláudia Leitte a um jornalista da TV Aratu (afiliada do SBT na Bahia) deixou lições claras do verdadeiro barril de pólvora que é a relação da imprensa com artistas estabelecidos da axé-music, os recording artists que gozam de livres espaços nos veículos de comunicação do PIG(*) e do movimento Cansei.
Veja a nota do Universo Axé, do repórter Alex Lopes sobre o incidente
Os publicistas de Claudinha, como a cantora é conhecida nos meios musicais e fora deles, venderam ao site EGO (da Globocom, ligada à Rede Globo, mesmo site que “elegeu” Rayanne Morais como Miss Brasil 2009) a farsa montada para prejudicar o trabalho de Alex Lopes, jornalista formado em uma das principais universidades baianas e influente formador de opinião no mundo do Carnaval baiano e dos sub-gêneros musicais criados por ele, como a axé-music. Até o R7, da Record, entrou na conversa colocando na grade da Record News a seguinte manchete: “Cláudia Leitte acusa jornalista de se auto-promover”.
O curioso nessa história toda é que Cláudia estudou Comunicação Social (habilitação Jornalismo) sem ao menos ter concluído o curso, da mesma forma que fez com as faculdades de Direito e Música. Do alto de seus 29 anos de idade e oito de carreira, a ex-vocalista do Babado Novo parece não ter aprendido a discernir o que é fonte confiável do que não é. Trata certos jornalistas e blogueiros independentes na vara, no mesmo modus operandi com que a governadora tucana gaúcha Yeda Crusius agride a imprensa que cobre os escândalos de seu governo ora agonizante.
Escolhemos colocar a frase na abertura para resumir bem o estado de desrespeito com que Cláudia Leitte trata parte da imprensa baiana. Alex Lopes trabalha na Aratu, afiliada da Globo no Estado entre 1969 e 1987 (quando perdeu seu contrato para a TV Bahia). De lá para cá, a emissora do galinho já vergou as afiliações da antiga Manchete e da CNT até passar para a malha do SBT em 1997, em função da compra da TV Itapoan pela Rede Record. Cláudia só estrearia na cena musical baiana em 2001.
O caso Cláudia Leitte vs. Aratu remete logo a outro episódio, ainda mais tenebroso: o que, nas eleições para a Assembléia Nacional Constituinte em 1986, o senador Antônio Carlos Magalhães chamou o repórter Antônio Fraga (então na Itapoan) de “f.d.p.”. A história narrada por Leandro Fortes ainda soa atual, principalmente sob a dominação dos egos de uma diva da axé-music em suas relações conturbadas com a mídia independente.
(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Música, Mídia regional, Samba de Uma Nota Só, Viola Minha Pistola
Tags: ACM, anos militares, axé-music, Bahia, carlismo, carnaval baiano, Cláudia Leitte, ditabranda, intimidação, liberdade de expressão, oligarquia, ritmos musicais, SBT, TV Aratu, TV Bahia
29/10/2009 - 10:46
Depois de perder seu sinal nas parabólicas por ordem da Rede Globo, a TV Diário de Fortaleza está prestes a sofrer outro revés. Com a debandada de seus jornalistas para a emissora do monopólio de Hannah Montana em Juazeiro do Norte do Padre Cícero, seus informativos ficaram cada vez mais acéfalos, sem rumo ou discurso próprios. O suposto acordo para a transmissão do Miss Ceará 2010, tão propalado na blogosfera missológica, na verdade não passa de uma farsa para encobrir os verdadeiros intentos globais na área de concursos de beleza.
É louvável o trabalho de Jorlene Cordeiro até aqui para colocar o Miss Ceará, em termos de data, no mesmo patamar das etapas estaduais do Miss USA. Mas o pouco caso do duo Diário/Globo Verdes Mares com concursos de misses pode por esse esforço por água abaixo. Já cansamos de dizer o quanto desprezível é a conduta editorial das afiliadas da Globo para com esse tipo de evento: pagar para não transmitir e usá-lo como estampa de marketing em seus breaks comerciais regados a anunciantes ligados à oligarquia Jerissati (disso, a perita Lindsey Monroe, vivida pela atriz Anna Belknap em CSI: NY, sabe muito bem).
Risível é ver milicianos de redação como o incutido no Jornal de Uberaba escreverem que “é preferível ver um espetáculo de beleza (regado a desvio de verba pública-J.E.L.) a verem uma Dilma Rousseff e um Sarney mentirem (?) descaradamente em seus mais recentes “escândalos” de corrupção (fabricados pela milícia do PIG, investigada pela blogosfera e pelo detetive Mac Taylor, que não vê o jornal nacional inventar que Lula é o responsável pela epidemia de crack, replicada pelo sensacionalismo de O Globo)”. Repugnante é ver uma empresa satélite da Globo (a TV Diário, ligada ao Sistema Verdes Mares) “assumir” o co-patrocínio de um concurso que nem sequer irá transmitir. Tudo em favor de seus interesses.
O que interessa ao duo Globo Verdes Mares/Diário não é transmitir o Miss Ceará. Mas sim transformar o evento em arma sensacionalista de jornalismo mundo-cão da mentalidade de Ali Camel(*) em programas idiotizantes do daytime e promoção pessoal de empregados do monopólio da informação e de ex-integrantes do cast do Brothers & Sisters da Cantora Josy(**), no próximo dia 14 de dezembro no resort Vila Galé, pertencente a investidores portugueses.
O “espetáculo de beleza” do PIG cearense não é o concurso local de miss. Mas, sim, a espetacularização das ancas das aprendizes da cantora Josy incrustadas nos simulacros de bandas de forró travestidas de boy-bands ou Girl Power da oligarquia local.
(*)Ali Camel é o jornalista da Globo que tenta povoar mentes despovoadas (como as da TV Diário) com golpes de Estado que nunca dão certo.
(**)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Mídia regional, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, Água oxigenada
Tags: mídia do Ceará, Miss Ceará, TV Diário
26/10/2009 - 18:40
Preocupados com a possível perda do atual contrato televisivo (com a Band), os organizadores do concurso Miss Brasil (Oficial, para o Miss Universo) trabalham não com os papéis para a assinatura do contrato com a nova casa (entre SBT ou Record). Mas sim com o lobby desesperado a ser feito em cima do nome da mineira Rayanne Morais para o Miss Beleza Internacional, marcado para o dia 28 de novembro na China Comunista.
***
Caso o Miss Brasil saia da Band (por pressões internas de diretores da emissora), a Gaeta Promoções e Eventos terá muito com o que se preocupar no arranjo de uma nova rede para transmitir o evento a partir do ano que vem. No Morumbi, a oposição ao nome de Nayla Micherif é bastante considerável. Principalmente pelo seu tolhimento às liberdades artísticas da emissora na escolha de apresentadores para o certame.
É extremamente grave o caso da solução de não continuidade do Miss Brasil na seara da Bandeirantes pelo fisiologismo de alguns de seus executivos. Executivos estes mais ortodoxos no que tange à transmissão de eventos (para essa turma, notoriamente de viés esquerdista, evento tem que ser a Indy, a Copa do Mundo, o Brasileirão, não concurso de miss).
***
Voltando à questão da lide, o que interessa à Gaeta agora, a preço de hoje, é usar da influência que sua direção tem na máquina do governo tucano de Minas Gerais para usar da tunga do contribuinte para fazer a publicidade oficial de uma Miss Brasil que irá concorrer a um título de beleza que sequer é televisionado no Brasil. Na mídia, ralas são as suas menções (salvo na blogosfera especializada). O drama de Vanessa Vidal, miss Brasil Internacional do ano passado (mostrado pelo blog de Luís Nassif), foi só a ponta do iceberg da incompetência midiática que cerca a húbris dos tzares da Gaeta.
O que interesssa aos chefões do eixo Rio-Divinópolis-BH não é propagandear a Miss Brasil Internacional Rayanne Morais. E sim, fazer de conta que ela não existe. Ou que é um mero pormenor a não ser noticiado.
(*)A gaeta pensa que o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família, tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, em termos de misses para enganar os trouxas da mídia golpista e o público incauto.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Elliot Stabler da direita, Independência editorial, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, Samba de Uma Nota Só, Todas as Venezuelas do mundo, Variedades, concursos de beleza, corrupção nos concursos de beleza, realidade brasileira
Tags: Band, cancelamentos, Miss Brasil, Rayanne Morais
23/10/2009 - 16:28
Foi fechada a lista de profissionais da Band a participar do Teleton’ 09, que começa hoje à noite. Renata Courteney Cox-Arquette-Hargitay-Field-Close-Love (Hewitt)-Fan(*) não está nela (veja quem irá comparecer de facto no evento benficente do SBT e da AACD).
Cruza de Renata Fan com Courteney Cox, Patricia Arquette, Mariska Hargitay, Sally Field, Glenn Close, Jennifer Love Hewitt e Wagner Love
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Projetos especiais, realidade brasileira, Água oxigenada
Tags: Band, Courteney Cox, Glenn Close, Jennifer Love-Hewitt, liberações, Mariska Hargitay, Renata Fan, Sally Field, SBT, Teleton, Wagner Love
23/10/2009 - 13:23
Não se trata de teoria de conspiração e sim de um fato concreto: a Chuíça(**) do Grupo Cunha Lima quer inventar factóides para derrubar o governador José Maranhão. As TV’s Cabo Branco e Tambaú (onde trabalham aspirantes a Stewies Griffin de Uma Família da Pesada formados na UFPB) já tramaram seu golpe de Estado com a cobertura da rebelião desta manhã no presídio do Róger, a ser usada por esses teóricos na campanha de devolução do poder aos oligarcas de Campina Grande já a partir de 2011.
Assim como sucedeu na cobertura das tensões recentes no Rio, o jpb quer fazer exploração da desgraça alheia para captação ilícita de votos via cestas básicas, contas de água, luz e telefone e envelopes amarelos. Por não estar atualmente no Governo, o esquema Cunha Lima não pode se valer de cheques-moradia nem de carros oficiais para exercer sua teia de manipulações.
Leia o que Paulo Henrique Amorim quer dizer com isso em relação ao comportamento da cabeça-de-rede do Grupo São Braz no mass-media paraibano
Nos seis anos da gestão Cássio, o PSDB lançou mão de seus “assessores” de imprensa para tentar abafar o caos que já se desenhava no sistema prisional paraibano. Os apresentadores dos programas “sensacionalistas” das emissoras ligadas ao PIG(*) da Paraíba, na verdade, se comportam como travestis de cabos eleitorais do esquema político que promoveu a calamidade no Estado entre 2003 e 2009. Não nos esqueçamos da teia de mentiras que essa turma insistiu em vender para a imprensa sulista em 2004, na ânsia de explorar a tragédia da Barragem de Camará (cuja manutenção DEVERIA ter sido feita pela gestão tucana).
Não pensem que os titulares de revistas panfletárias tipo Caso de Polícia, Cidade em Ação, Paraíba Urgente, De Olho na Cidade e Programa Tony Show são apenas apresentadores de mundo-cão. Mundo-cão é a perversidade partidária-ideológica dessa gente principalmente no trato com esquemas políticos não-aliados aos de seus respectivos comandantes-em-chefe de corporação midiática. Tambaú, Cabo Branco, Clube e Miramar/Arapuan não são concessões públicas de radiodifusão: são apêndices de um partisan parasitológico que contaminou a pequena Paraíba às custas de escândalos tipo FAC, créditos da Cehap e outros.
Para os sistemas Arapuan, Paraíba, Tony Show, Marquise e os Diários Associados, na manhã de 23 de outubro de 2009 a Paraíba virou a Honduras brasileira. E José Maranhão, o Manuel Zelaya dessa gente reducionista e estreita.
(*)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
(**)Chuíça é a maneira como o Grupo Cunha Lima, o PIG(*) da Paraíba, tentou vender a imagem do Estado durante o governo cassado de Cássio: IDH da China com dinamismo econômico da Suíça
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Gerson Law & Order, Globelezação, Jornalismo, Poderes ocultos, Podres poderes, Ética jornalística
Tags: Golpe de Estado, imprensa sensacionalista, Paraíba, PIG
22/10/2009 - 18:43
Para inaugurar uma nova forma de exercermos nosso jornalismo independente mesmo à noite, na denominada faixa nobre, aqui cabem dois registros essenciais:
Primeiro: de OFuxico, vem a informação de que o ator de telenovelas Bruno Gagliasso se associará a Marcos Buaiz (sr. Wanessa Camargo, em respeito à sua discografia) e Fábio Faria (político potiguar conhecido pelo “caso da verba indenizatória” para pagar passagens à comunicadora Adriane Galisteu) num camarote do Carnatal’ 09 alusivo à indicação de Natal como sede das partidas da Copa do Mundo FIFA de 2014. Quem vai pagar a conta dessa indicação? A começar deste camarote, indiretamente, será o bolso cada vez mais apeado e saqueado do contribuinte potiguar e natalense (o caso do Voo Colombo a gente não esquece).
Segundo: saiu do Paranashop a pérola do dia: a Azul Linhas Aéreas será a responsável pelo transporte oficial das “personalidades” convidadas do Miss Paraná-Miss Brasil-Miss Universo 2010 (do eixinho Minas-São Paulo-Rio), a ser realizado no dia 6 de dezembro, novamente em Maringá. Indiretamente, houve o dedo de David Neelman, americano nascido no “túmulo do samba”, para essa negociação tão inusitada.
Detalhe 1: grande parte das cidades paranaenses que contará com candidatas no Miss Paraná’ 10 não tem sequer uma única pista de pouso (exceto as de fazendas). As misses terão de ir a Maringá por terra mesmo.
Detalhe 2: Por “personalidades”, entendam-se os manda-chuvas do combalido Miss Brasil-Miss Universo da Gaeta, ex-misses e um ou dois artistas. Difícil é convencer algum a aceitar ser jurado ou a cantar.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Egos da mídia, Música, Nossa Grana, Nossas Venezuelas
Tags: Carnatal, JetBlue, Miss Paraná, Natal, Primetime do blog
21/10/2009 - 16:36
Não estamos entendendo esta nota da Canal 1, a qual reporta para uma aventura arriscada do entrevistador fora da Rede TV!. Com contrato renovado para seu programa de entrevistas pagas de late-night no canal de Osasco, Amaury acertou um acordo separado com a E!, ligada à Sony Latin America, para apresentar um programete compacto de 30 minutos na faixa nobre. Para quem não tem sono (nem saco) para assistir às longas e intermináveis sessões de jabá eleitoreiro ou de que natureza for, a chegada do entrevistador à faixa nobre já é um alento. Resta saber até quando esse custo-benefício (em proveito próprio) vai compensar.
***
Ainda do saco da Canal 1, uma indagação: de que “perigosa volta ao passado” ensaiada pelo SBT Flávio Ric(c)o fala? Ao passado dos concursos de misses? Ou ao do famigerado Cocktail com Miele que enfureceu a extremista Tradição, Família e Propriedade (TFP) na spring-season de 1991-92?
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Eventos, Força da Grana, Joia da coroa, Jornalismo, Variedades, personalidades, Ética jornalística
Tags: Amaury Jr., E!, entrevistadores, Rede TV!
12/10/2009 - 18:03
Já não é de hoje a promessa de que a empresária Márcia Meirelles tenta, supostamente, dar “novos ares” ao concurso Miss Amazonas válido pelo Miss Brasil-Miss Universo. Desde que o acordo com a então TV Rio Negro foi por água abaixo em 2007 (talvez influenciado pela presença do político Dexter Wallace Souza nas fileiras de um certo Canal Livre[*]), Márcia tem penado para tentar reinventar ou até mesmo bater cabeça sobre o que fazer e o que não fazer com a escolha das representantes amazonenses para o principal concurso de beleza do país. E, dentre os televisionados, o de maior audiência.
Agora, leia textualmente com atenção o que diz o PR da coordenação amazonense, reproduzido do Grau10.net:
“A Organização do Miss Amazonas quer encontrar (?) uma beleza amazônica para representar (?) o Estado no Miss Brasil Universo 2010. Além de belas e inteligentes, procuramos jovens dinâmicas, comunicativas, com boa passarela, simpatia, determinação e vontade (?) de vencer!
Exigências (isso a gente concorda):
•Ter entre 18 e 25 anos de idade;
•Não ter filhos ou estar grávida;
•Não ser/ ter sido casada;
•Ter mais de 1.70 m de altura;
•Não ter feito trabalhos de nudez (é aí que reside a raiz do problema; caso a vencedora vá para aterros sanitários de realities tipo Brothers & Sisters com a Julie Chen da caravana jn das eleições presidenciais passadas conhecida pelo nome de Pedro Bial, Márcia terá muito o que conversar com a Miss Universe Organization nos Estados Unidos de Tara Conner. Não nos esqueçamos do que quase aconteceu com Michelle Fernandes a ponto de ter a sua faixa de Miss Pernambuco cassada por ter posado nua durante seu reinado);
A escolhida receberá o título de Miss Amazonas 2010, viajará, com tudo pago, para São Paulo, onde representará o Amazonas no maior concurso de beleza do país – o Miss Brasil.
Terá também a oportunidade de conviver com moças do país todo, ampliar sua rede de relacionamentos, projetar-se (?) na mídia e, caso seja a vencedora da etapa nacional, terá o direito de representar o Brasil no maior concurso de beleza do planeta – o Miss Universo”.
“A seletiva para o Miss Amazonas 2010 acontecerá dia 29 de outubro no Eckolounge em Manaus, a partir das 20h. A grande final acontecerá no mês de novembro (mas, em que data?)”.
Se persistir a política da tapeação, ficará muito difícil tentar encaixar o certame como evento ao vivo da Band Manaus (nova denominação dada à TV Rio Negro). A complicada relação do passado sombrio de Wallace prejudica violentamente a midiatização do Miss Amazonas para todo o Estado. Para piorar, Márcia Meirelles tentou em 2006 uma suposta “parceria” com a Rede Amazônica, mas a titulo de quê? Money for Nothing.
Na agonia que se começa a desenhar para os bastidores do Miss Brasil 2010, o caso amazonense soa como um grito de preocupação.
(*)Não tem nada a ver com o Meet the Press dos golpistas do jornalismo da Band. É um Dexter não-autorizado do daytime da ex-TV Rio Negro que Wallace apresentava no Amazonas travestido de “programa jornalístico” desesperado à custa da audiência golpista da Band Amazonas
(**)Não confundir com ER, a série que deu fama a George Clooney. O episódio com o Dr. Ross vai ao ar nesta quarta-feira, às 21h (hora de Manaus), no canal pago Warner.
Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Brothers & Sisters, Datamisses, Eventos, Força da Grana, Globelezação, Ibopes da vida, Joia da coroa, Mídia regional, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, Radar das misses, concursos de beleza, realidade brasileira, Água oxigenada
Tags: baixaria do daytime, Band Amazonas, Canal Livre (programa policial), Cecília Stadler, Criminal Minds, Dexter (série), Manaus, Márcia Meirelles, Miss Amazonas, Miss Brasil, Miss Universo, Terezinha Morango, TV Rio Negro, Wallace de Sousa
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