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Arquivo de novembro, 2009

27/11/2009 - 09:10

Caetano ataca a Veja e Globo dá as costas

Do Portal Vermelho

O Globo escondeu de seus leitores a melhor parte da entrevista que Caetano Veloso concedeu ao jornalista e blogueiro Jorge Bastos Moreno. O depoimento omitido na edição desta quinta-feira (26) do jornal — mas apresentado em áudio na Rádio do Moreno — é uma enfurecida denúncia de Caetano contra a revista Veja. (leia aqui a continuação do texto assinado por André Cintra).

Autor: João Lima - Categoria(s): Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Jornalismo, Poderes ocultos, Podres poderes, realidade brasileira, Ética jornalística Tags: , , ,
27/11/2009 - 08:56

DENÚNCIA: Globo faz ocupação irregular em terreno do governo paulista

Do Conversa Afiada

A sede da Rede Globo em São Paulo ocupa uma área verde de 11 mil metros quadrados que pertence ao Governo do Estado de São Paulo. Portanto, paga com o dinheiro do contribuinte. A empresa da família Marinho usa a área pública como se fosse propriedade particular, grilada. Abaixo, a reportagem da Rede Record explica direito a coisa:

Autor: João Lima - Categoria(s): Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Globelezação, Imprensa monopolista, Mondo cane, Olivia Benson do tucanato, realidade brasileira Tags: , , , ,
26/11/2009 - 11:32

UOL ataca afiliada baiana do SBT. E Flávio Ric(c)o chama Adam Lambert às falas

A pretexto de defender os “bons costumes” do Padrão Global/Padrão Fantástico, Flávio Ric(c)o rasgou mais uma vez todos os procedimentos elementares de jornalismo independente, como o fez na nota “Morbidez”, de sua colona(*) Canal 1. Repare:
“O programa “Na Mira”, da TV Aratu (afiliada do SBT-ênfase minha, J.E.L.), na Bahia, ontem na hora do almoço botou no ar uma cena chocante (típica da Salvador dos dias atuais, ênfase minha, J.E.L.), aliás, especialidade (sic) do programa: um cidadão, vítima de latrocínio, com o corpo estirado no chão ao lado de uma poça de sangue.
Tudo mostrado nos mínimos detalhes (sic). Um circo do horror (sic)”.
Ric(c)o não cita que a Aratu é afiliada do SBT porque não quer. Se citasse, Daniela Beyruti teria um ataque de nervos com o “padrão de comportamento” de certas afiliadas nesta Terra de Gigantes. Ric(c)o cita o caso da Aratu porque é inimigo político da emissora e amigo de primeira hora da Globo, dos herdeiros políticos de ACM, de José Serra “Nosferatu dos velinhos paulistas”, de Aécio “financiador de fraudes em concursos de misses” Neves e das transnacionais americanas e espanholas escravagistas e opressoras do desespero.
Na mesma hora do almoço, a 949 km da sede da TV Aratu (ex-Globo, ex-Manchete e ex-CNT), o jpb dava um exercício deprimente de mau jornalismo, dantesco, grotesco, estúpido (para não dizer outras coisas) ao não noticiar o escândalo do programa “Leite da Paraíba”, no segundo governo do tucano Cássio Cunha Lima, cassado em fevereiro por abuso de poder e compra de votos. O mesmo jpb não noticiou que o Supremo Tribunal Federal negou a enésima liminar do tucano (apoiado por seus amigos do mass-media) que pedia eleições indiretas para governador, já que estamos a menos de um ano das eleições gerais em outubro de 2010 (Essas notícias foram dadas no Correio Debate, de Hélder Moura, sobre o qual Ric[c]o ainda não gritou).
De duas uma: ou Ric(c)o é analfabeto ou não sabe o que é o Brasil real, não manipulado pelas novelas imbecilizantes da Globo. Detalhe: ele já foi funcionário da emissora da famíglia Marinho.

Morbidez II

Se Ric(c)o tivesse o cuidado de ler os noticiários sobre o American Music Awards do último domingo, constataria que, logo na hora da janta de algumas famílias americanas, o cantor Adam Lambert (segundo colocado da oitava temporada do American Idol) protagonizou outra cena chocante, especialidade dele próprio. Com timbres vocais capazes de estourar até vidraça de barraca de praia na orla de Tambaú, Lambert protagonizou um verdadeiro circo de horrores contra a família americana ao fazer o debute de seu single de estreia, For Your Entertainment. Lambert usou das concessões de TV aberta (entre próprias e de afiliadas) da Disney/ABC para protagonizar uma cena mais nojenta que a descrita acerca do telejornal policialiesco do SBT da Bahia: beijou a boca de um dos integrantes de sua banda e protagonizou cenas de cunho sexual com um de seus bailarinos em cadeia nacional de televisão na base do grito.
Como na Aratu, a baixaria de Lambert foi mostrada aos americanos nos mínimos detalhes.
Circo de horror é Lambert protagonizar isso que o senhor e a senhora vão ver abaixo:

Qualquer universotário de redação de mente bem sensata saberia discernir um tipo de sensacionalismo (o da mídia de oposição ao esquema dos herdeiros de ACM) de outro (o do grito de Lambert regado a obscenidades em pleno primetime). Nenhum professor universitário de comunicação seria capaz de compactuar com circos de horrores, como o que Lambert fez na ABC (cá retransmitido pelo canal pago TNT). Agora, cabe aos executivos da Rede Record repensar a hipótese de “convidar” Adam Lambert para cantar na grande final do Ídolos, dia 16 de dezembro no Teatro Bradesco (SP). Se é que essa hipótese exista.
A Aratu é inimiga declarada da Rede Bahia desde criancinha (em 1987, perdeu na Justiça a afiliação global para a cáfila carlista).
Flávio Ric(c)o tem ódio da Aratu porque é lá que trabalha o repórter Alex Alves (editor do site Universo Axé), agredido covarddemente por leões de chácara da cantora (?) Cláudia Leitte.
Flávio Ric(c)o tem nojo da Aratu porque ela não pertence ao esquema midiático do PSDB/Demos na Bahia. E Ric(c)o é um de seus porta-vozes no plano nacional para a imprensa especializada em TV.
Ontem, Luciana Gimenez, recebeu um Zé Pedágio tão desesperado quanto Lambert para tentar ocultar a pesquisa CNT/Sensus que auferiu queda nos seus índices de intenção de voto para a disputa presidencial de outubro próximo.
Rede TV!, Globo, Folha, Abril, Estadão, Band e ABC parecem estar formando uma aliança para tentar colocar Serra no Planalto a partir de 1º de janeiro de 2011. E instaurar a Kristallnacht da democratização da informação na Internet brasileira por intermédio de seus pressupostos mineiros, Nayla Micherif e Eduardo Azeredo, encarregados de implantar a “Internet chinesa” nos nossos computadores.

(*)Não tem nada a ver com cólon da Gyselle Soares. São jornalistas do PIG(*) que atuam na milícia para defender o monopólio da informação, derrubar o presidente Lula e fraudar o resultado da próxima edição do Miss Brasil. E assim se comportarão sempre que um presidente tiver origem no trabalho, e não no capital, uma ex-fratella tiver origem no Estado mais pobre da federação, e não na elite branca separatista de São Paulo, no Brasil, no mundo, na Galáxia, na história do Super Bowl, do American Idol e antes da aposentadoria do ônibus espacial. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, “costumam chamar o patrão de colega”. É essa gente aí.
(**)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Corrupção na mídia, Egos da mídia, Força da Grana, Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Independência editorial, Mondo cane, Mídia regional, Poderes ocultos, Podres poderes, The Star Spangled Banner, realidade brasileira, Ética jornalística Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
26/11/2009 - 11:06

Assunto da semana: Trauma sobrevive?

Série Trauma é mais desacreditada do que parece

Na tentativa de consolar as “viúvas” de ER, Trauma (Warner, 4ª, 21h) parece-se apresentar como o anteprojeto de um Plantão Médico das ruas de San Francisco. Regado a papo de botequim e cenas de ação à farta, a trama paramédica da rede NBC prende-se mais na sua promessa do que na sua premissa. Errado? A julgar do momento atual não. Cancelar agora? Uma saída covarde para o público habitual.
Usar o corre-corre urbano para sair dos interiores do hospital de Chicago após 15 anos até parece uma saída acertada de quem idealizou Trauma. Mas, na seara da NBC para esta temporada, não é a única: Mercy (ainda sem emissora no Brasil) é a outra opção para tentar ocupar o lugar de ER não só em termos de grade. Mas de aceitação pelo público Com ares de mega-produção por capítulo, Trauma parece ter mentalidade mais de telefilme.
Com menos de 10 episódios já exibidos por aqui (contando o da última quarta-feira), Trauma se afirma mais pela correria de narração de helicóptero e interior de ambulância, digna de programas tipo o E24 da Bandeirantes. Fica a ligeira impressão de que, aparentemente, os produtores americanos da série andaram assistindo algum episódio do docudrama dos mesmos produtores do CQC. Incoerência.
O mesmo descrédito momentâneo que atinge Trauma na sua premissa inicial é típico de outras séries que, com o passar do tempo, foram caindo na aceitação do público e da crítica: 24 Horas é um exemplo desse tipo de situação. Mas, como todo humor é possível entre os executivos de TV nos Estados Unidos, há quem trabalhe com o engavetamento do programa ou não para amanhã. É mera sobrevida. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (29/11)

Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais, Mondo cane, Séries, The Star Spangled Banner Tags: , , , , , , , , , , ,
26/11/2009 - 09:10

Os pulsos das etapas estaduais do Miss Brasil 2010

Das próximas 23 candidatas ao título de Miss Brasil 2010, 21 serão eleitas em concursos estaduais ou distrital (caso de Brasília) e duas serão indicadas (Roraima e Alagoas). As quatro já confirmadas até aqui (Bruna Jaroceski/RS, Kátia Talon/MS, Débora Lyra/MG e Francienne Pavessi/ES) foram todas eleitas em certames. Destes, dois (Minas Gerais e Rio Grande do Sul) foram televisionados localmente. E suas audiências, apesar de Belo Horizonte e Porto Alegre figurarem nas medições do Ibope, jamais foram divulgadas.
Num universo de 27 candidatas, pode-se concluir que nove delas foram (ou ainda serão eleitas) dentro do período padrão do Miss USA. Período esse mais que adequado para fazer uma preparação mais competitiva das misses estaduais para o Miss Brasil-Miss Universo. E ainda insistem em não fazê-lo em nome do péssimo “jeitinho brasileiro”.
Na terra de Tara Conner, para se ter uma ideia, 38 candidatas (de um total de 51) já foram coroadas para o Miss USA 2010, cuja data foi anunciada durante a transmissão do Miss Universo 2009, em agosto último. No Brasil, Band e gaeta(*) preferiram o silêncio e facilitar os rumores de rompimento de parceria. Assim não dá.

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.

Autor: João Lima - Categoria(s): Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Projetos especiais Tags: , , , ,
26/11/2009 - 08:52

The Amazing Silence

Diretores da Gaeta Promoções e Eventos embarcaram na última hora para a China comunista para tentar apoiar Rayanne Morais nas horas que restam para o Miss Beleza Internacional 2009. Antes do embarque, ninguém quis se manifestar sobre as negociações para a definição da sede e data do Miss Brasil 2010. Extra-oficialmente, Brasília seria a cidade escolhida para receber a etapa brasileira do Miss Universo 2010. A data já estaria sacramentada: 24 de abril, um sábado. Falta apenas a confirmação da rede que irá transmitir o evento, uma vez que a Bandeirantes já avisou que não irá transmití-lo por razões estratégicas. Quais?
Com a saída da Band, especula-se que a Record possa assumir a transmissão do Miss Brasil pelos próximos anos.

Autor: João Lima - Categoria(s): Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Projetos especiais Tags: , , , , , ,
25/11/2009 - 19:00

Um silêncio impressionante

Durante o Miss Mundo Brasil 2009, em julho, a organização do concurso chegou a anunciar que a CNT iria transmitir o Miss Mundo 2009, marcado para o próximo dia 12 em Joanesburgo “ao vivo”, segundo seu press-release. Passaram-se quatro meses e nem a assessoria da própria emissora paranaense abriu a boca para dizer se vai haver transmissão ou não do concurso internacional.
Luciana Bertolini, mineira eleita com a faixa de Roraima, é o Brasil na disputa com outras 111 candidatas que já cumprem agenda entre Dubai e África do Sul. Por razões estratégicas, este ano, Londres foi a parada obrigatória para as competidoras confirmarem suas inscrições, fazerem suas medições e posarem para as primeiras fotos oficiais.

Autor: João Lima - Categoria(s): Joia da coroa, Projetos especiais, concursos de beleza, convocação geral Tags: , , , , , ,
25/11/2009 - 18:44

A COBRANÇA ESTÁ AÍ

Passaram-se três meses da tragédia que foi a participação (?) da potiguar Larissa Costa no Miss Universo 2009. De 24 de agosto para cá, foram escritos dezenas de posts alertando para os erros que culminaram na sua desclassificação antes mesmo das semi-finais. Erros esses que nem são de hoje: remetem ao ano de 1989, quando o SBT começou a se desprender da indústria missológica nacional. Erros esses repetidos ano após ano, década após década. Na “gestão” Marlene Brito em carreira solo, o Brasil só obteve uma mísera classificação entre as semi-finalistas do Miss Universo. O ano? 1993, quando a ex-coordenadora do certame encarregada pelo SBT para tanto já amrgava seus piores dias na promoção de eventos desse porte.
Nas gestões Paulo Max/Paulo Max Filho e Ana Paula Sang somadas (1994-1998), o desastre foi ainda maior: um jejum de cinco anos sem classificação no Miss Universo, quebrado apenas no crepúsculo, no canto de cisne, no coma terminal da Singa Brasil, com Michela Marchi em Honolulu. Para se ter uma ideia do prejuízo brasileiro tomado nos anos 80, 90 e 2000 no Miss Universo, vamos ao seguinte comparativo:

GESTÃO SBT (1981-89)
Participações no Miss Universo: 9
Classificações: 4
Eliminações: 5

Após o cancelamento do Miss Brasil 1990, a situação só piorou. Repare:
“GESTÃO” MARLENE BRITO (1991-93)
Participações no Miss Universo: 3
Classificações: 1
Eliminações: 2

GESTÕES PAULO MAX/PAULO MAX FILHO/ANA PAULA SANG (1994-98)
Participações no Miss Universo: 5
Classificações: 1
Eliminações: 4

“JESTÃO” GAETA (1999-presente) (*)
Participações no Miss Universo: 11
Classificações: 3
Eliminações: 8

Tradução livre: as gestões Marlene/Paulos Max pai e filho/Ana Paula passaram oito anos brincando de coordenar etapa brasileira do Miss Universo como se isso fosse uma coisa irrelevante, inexpressiva, como o foi depois que o SBT assumiu essa brincadeira toda após herdar o espólio da Rede Tupi em 1981. Apesar de já ter levado ao ar o Miss Universo no Programa Sílvio Santos, o SBT não aprendeu a lidar direito com um evento de massas e grandes audiências (tal qual o Grammy, o Oscar, a Copa do Mundo e outros). O Grupo Sílvio Santos tratou concurso de miss Brasil como se fosse a coisa mais inexpressiva do mundo, diante da linha de shows de seu canal de TV. Pior para Marlene Brito, que só fez afundar ainda mais a nossa tradição no concurso internacional (A Paulos Max e Ana Paula couberam pegar as pás. Nayla Micherif e Boanerges Gaeta Jr. ficaram com a missão de fechar a sepultura do Miss Brasil. Mas eles, por teimosia e conveniência política, se negam a fazê-lo).
O que se precisa fazer para melhorar a reputação do Brasil como potência no Miss Universo é uma rigorosa reformulação do calendário das suas etapas estaduais, atualmente atrelado ao esquema do “deixa para depois do Carnaval”. Em países sérios como os Estados Unidos, isso não acontece. Lá, as etapas estaduais do Miss USA são realizadas de junho até, no máximo, janeiro do ano seguinte. Planejar corretamente esse calendário depende não só de boas intenções mas, principalmente, de vontade política. Isso a gaeta(**) não tem. O que interessa à gaeta(**) é colocar o “reinado” da Miss Brasil na ordem do dia. Isso tem que acabar. Antes mesmo do embarque de Larissa para o último Miss Universo, por que a gaeta(**) não pensou logo no Miss Brasil 2010? Por que os coordenadores dos Estados e de Brasília ficaram esse tempo todo acomodados, esperando a caravana passar, para tomar alguma providência quanto a seus certames? No dicionário do Miss USA, isso se chama “preguiça”. No do Miss Porto Rico, “irresponsabilidade”. No do Miss Bélgica (que acontece mês que vem), “incompetência”. Na cartilha do Miss Venezuela, “burrice”.
Mais: a fixação da data do Miss Brasil do ano seguinte ao da participação brasileira no Miss Universo do corrente ano precisa ser fechada com, pelo menos, sete meses de antecedência em relação à data proposta (normalmente meados de abril). O prazo para a definição da cidade-sede do Miss Brasil 2010 já se esgotou. E agora?

(*)Dados atualizados até 23 de agosto de 2009
(**)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.

Autor: João Lima - Categoria(s): Egos da mídia, Eventos, Informes e editoriais, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , ,
25/11/2009 - 08:38

Indefinição de direitos televisivos atrapalha calendário de estaduais do Miss Brasil 2010

Com pouco mais de cinco meses para a coroação da próxima representante brasileira no Miss Universo, os preparativos das etapas da maioria dos Estados para o concurso estão parados. Além da indefinição de datas, critérios arcaicos como indicações atrapalham ao invés de ajudar a acelerar os preparativos da coordenação nacional para o Miss Brasil-Miss Universo 2010. Bastante atrasada, a direção nacional está na China há vários dias. Preocupados, vários coordenadores estaduais já procuraram a Gaeta Promoções e Eventos sem sucesso para reclamarem de atraso nos cronogramas de produção e organização.
Estados com calendário de certames mais adiantado, como o Ceará, já procuraram a Gaeta para saber detalhes das negociações da sede e da data do Miss Brasil 2010, mas não foram atendidos. Em 2 de setembro, o Críticas alertou que o calendário dos concursos estaduais e municipais válidos pelo Miss Brasil-Miss Universo deveria se alinhar com o da fall-season do Miss USA (a mesma adotada para as programações das grandes redes americanas de TV). Dos Estados citados na matéria, Acre, Amapá, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte (Estado da atual Miss Brasil, Larissa Costa), Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins não tomaram nenhuma providência em relação à mudança de calendário dos respectivos concursos ou aclamações. Após a publicação do texto, as direções do Miss Amazonas, Miss Distrito Federal, Miss Mato Grosso, Miss Rondônia e Miss Santa Catarina adiantaram os anúncios das datas de seus certames estaduais. Alagoas terá candidata aclamada. Já Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná e Rio Grande do Sul decidiram se antecipar às denúncias do Críticas para marcar ou realizar seus certames para o Miss Brasil-Miss Universo.

Autor: João Lima - Categoria(s): Nossas Venezuelas Tags: , , ,
25/11/2009 - 08:08

Por Copa, Band vai solicitar antecipação de data do Miss Brasil 2010

No entanto, emissora pode acabar perdendo certame para a Record; vice-Miss Universo de 2007 seria “mascote” de uma eventual transição

Da redação TV em Análise

Para não perder um de seus principais eventos de grade para a concorrência, a Bandeirantes vai tentar apostar suas últimas fichas para tentar assegurar a transmissão do Miss Brasil 2010. Apesar de estar focada na Copa do Mundo e nas eleições, a emissora vai tentar reverter junto aos organizadores a oferta feita junto à Rede Record, missão esta praticamente impossível a preço de agora. Ainda assim, setores da direção da própria Band contrários aos concursos de beleza acham que a remoção do Miss Brasil bem como do Miss Universo é a melhor saída para concentrar esforços em transmissões esportivas e outros eventos, o que não será fácil.
Na reunião de afiliadas que acontece até esta sexta-feira em Sauípe (BA), ninguém da direção da Band vai tratar do assunto Miss Brasil: o tema já é proibido dentro da própria cúpula devido aos baixos índices de suas últimas transmissões no Ibope. Internamente, há um consenso para que concurso de miss, na órbita da Band, seja definitivamente coisa do pretérito perfeito do indicativo.
Caso recue da desistência do Miss Brasil, a Band deverá trabalhar para antecipar para abril a data do concurso nacional de beleza. Tudo porque boa parte de sua equipe vai viajar em maio para a cobertura e as transmissões da Copa do Mundo FIFA na África do Sul. Todos os passaportes, incluído o da apresentadora Renata Fan, estão carimbados para o país africano. Entre os especialistas em concursos, os denominados missólogos, uma data já é trabalhada: 23 de abril, sexta-feira. Mas, se depender do humor habitual, esta passaria a ser marcada para o dia seguinte, sábado (24). A intenção dessa data é, além de realizar a etapa brasileira do Miss Universo em Brasília, integrá-la às festividades dos 50 anos da capital federal.
No entanto, o atual impasse da Band junto à Gaeta Promoções e Eventos parece ter melado as negociações junto ao Governo do Distrito Federal. Nayla Micherif trabalha contra o tempo para acertar os direitos televisivos, dos quais o Morumbi não quer nem ouvir falar ou saber. Caso a Band recuse o Miss Brasil em definitivo (por sua postura cabeça-dura), a Record deverá ser a próxima casa das misses brasileiras. Natália Guimarães, vencedora do concurso nacional de 2007 e segunda colocada do Miss Universo do mesmo ano, deverá ser a grande avalista dessa mudança. A fiel da balança missológica televisionada brasileira está aí.

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Força da Grana, Ibopes da vida, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , ,
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