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Arquivo de outubro, 2009

30/10/2009 - 13:20

A Venezuela no Mercosul: esses colonistas(*) ainda não sabem quem é Rashida Jones

A esta hora, os universotários de redação formados pela UFRN e pela Universidade Potiguar (os mesmos que produziram os panfletos apócrifos em favor da ex-miss Brasil Larissa Costa[***]), devem estar se mordendo de ódio só porque a Comissão de Relações Exteriores do Senado brasileiro aprovou a entrada ontem da Venezuela(*****) no Mercosul. Esses imbecis, que atuam na milícia em tablóides sensacionalistas tipo Diário de Natal/O Poti, Oeste Notícias, Tribuna do Norte e outros periódicos menores, nunca tiveram sequer a pachorra de ao menos saber a biografia da atriz Rashida Jones, filha do legendário produtor Quincy Jones, ora nas manchetes por namorar o violinista (cantor, ma non troppo) John Mayer (não confundir com o ator mineiro José Mayer, aquele que recebeu cachê de R$ 800 mil para estrelar uma campanha cancelada da Vale do Rio Doce com o intuito de falar mal do Governo Lula em horário nobre).
Essa turma que, representada por Tasso “tenho jatinho porque (não) posso” Jerissati e pelos lobistas da ABERT, do Grupo Cunha Lima e do So You Think You Can Dance do atraso missológico deste país, fez grita nas páginas do lixão da revista Veja para criminalizar a nossa blogosfera independente através de seu vocero Eduardo Azeredo (paga-pau da Abril-Naspers, a editora que deixou Mandela na cadeia por 27 anos na África do Sul). Este arremedo de Ku-Klux-Klan dos trópicos, incitado a redigir textos odiosos a piauienses em lixos como a Folha, o Estadão e os pasquins ligados à Globo (inclusive os pertencentes a suas afiliadas regionais) nunca ouviu falar em Parks and Recreation, atual trabalho de Rashida (ex-The Office) na rede americana NBC (a série que, no Brasil ainda não tem emissora definida, acaba de ganhar a encomenda de uma temporada completa de 22 episódios).
Os racistas do homo-sacer tucanófilo da Band, da gaeta(****), dos ruralistas reacionários da UDR e das oligarquias direitistas nordestinas (as mesmas que pagaram, com o dinheiro tungado do contribuinte potiguar, as despesas de viagem de Larissa Costa às Bahamas para o Miss Universo em agosto último) não leram um detalhe sequer da vida de Rashida. Assim como empregam seu ódio editorial para se opor à entrada da Venezuela no Mercosul (considerado para esses terroristas do late-night como “droga”). E, principalmente, para dar mesada à Veja para fazer matéria contra a blogosfera não-alinhada a suas idiotices na semana que sucedeu ao Miss Brasil 2009. Esses imbecis de redação não sabem de nada.
Essa gente que fala mal do Piauí pelas costas (e sem nenhuma “prova irrefutável”), seja em época de reality-show globelezado ou qualquer outra circunstância ainda não escutou o grande Quincy Jones cantando no álbum Back on the Block, de 1989. Desconhece quem é Rashida Jones apenas para pensar que o leitor deste blog tem uma mente despovoada, Human Target potencial dos golpes de Estado pregados sem sucesso por seus telejornais fascistas (jornal nacional, jornal da band e outros). Os imbecis da direita redacional do “new journalism” do Padrão Hannah Montana de (Falta de) Qualidade (e de respeito aos direitos humanos) pensam que o brasileiro pobre e desinformado parece um Hommer Simpson das suas sandices idiotizantes. Pensam errado. Esse público, há muito tempo, aprendeu a jogar o Jornal da Paraíba no lixo. E a rasgar a revista Veja da mesma forma que Farrah Fawcett (em seu leito de morte) o fez com o National Enquirer (espécie de Extra ou Diário Gaúcho da ditabranda americana).

(*)Não tem nada a ver com cólon da Juliana Alves, da Gyselle Soares ou de qualquer outra ex-fratella. São milicianos mineiros, paulistas e cariocas de redação do PIG(**) engajados em derrubar o presidente Lula e promover a volta da direita ao poder. E assim se comportarão sempre que um presidente tiver origem no trabalho e não no capital, no Brasil, no Mundo e na história da exploração espacial. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, chamam seus patrões de colegas. É essa gente aí que quer fraudar o resultado do Miss Brasil 2010 para favorecer a capixaba Débora Lyra, candidata à etapa nacional do Miss Universo por Minas Gerais
(**)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories
(***)Larissa Costa é a Miss Brasil 2009 que ainda vai renunciar ao título por ter voado para Lisboa e Nassau às expensas dos pagadores do IPTU e da Taxa de Lixo das cidades de Natal e São Gonçalo do Amarante.
(****)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
(*****)A Venezuela é a Fábrica de Misses que o PIG(**) insiste em negar que exista, a pretexto de desviar o foco de suas matérias sensacionalistas anti-blogosfera e anti-Internet

Autor: João Lima - Categoria(s): Egos da mídia, Elliot Stabler da direita, Força da Grana, Imprensa monopolista, Inezita Barroso, Jornalismo, Mondo cane, Variedades, Viola Minha Pistola Tags: , , , , , , ,
29/10/2009 - 10:46

O que interessa à TV Diário não é o Miss Ceará. Mas a faxina no seu departamento de jornalismo

Depois de perder seu sinal nas parabólicas por ordem da Rede Globo, a TV Diário de Fortaleza está prestes a sofrer outro revés. Com a debandada de seus jornalistas para a emissora do monopólio de Hannah Montana em Juazeiro do Norte do Padre Cícero, seus informativos ficaram cada vez mais acéfalos, sem rumo ou discurso próprios. O suposto acordo para a transmissão do Miss Ceará 2010, tão propalado na blogosfera missológica, na verdade não passa de uma farsa para encobrir os verdadeiros intentos globais na área de concursos de beleza.
É louvável o trabalho de Jorlene Cordeiro até aqui para colocar o Miss Ceará, em termos de data, no mesmo patamar das etapas estaduais do Miss USA. Mas o pouco caso do duo Diário/Globo Verdes Mares com concursos de misses pode por esse esforço por água abaixo. Já cansamos de dizer o quanto desprezível é a conduta editorial das afiliadas da Globo para com esse tipo de evento: pagar para não transmitir e usá-lo como estampa de marketing em seus breaks comerciais regados a anunciantes ligados à oligarquia Jerissati (disso, a perita Lindsey Monroe, vivida pela atriz Anna Belknap em CSI: NY, sabe muito bem).
Risível é ver milicianos de redação como o incutido no Jornal de Uberaba escreverem que “é preferível ver um espetáculo de beleza (regado a desvio de verba pública-J.E.L.) a verem uma Dilma Rousseff e um Sarney mentirem (?) descaradamente em seus mais recentes “escândalos” de corrupção (fabricados pela milícia do PIG, investigada pela blogosfera e pelo detetive Mac Taylor, que não vê o jornal nacional inventar que Lula é o responsável pela epidemia de crack, replicada pelo sensacionalismo de O Globo)”. Repugnante é ver uma empresa satélite da Globo (a TV Diário, ligada ao Sistema Verdes Mares) “assumir” o co-patrocínio de um concurso que nem sequer irá transmitir. Tudo em favor de seus interesses.
O que interessa ao duo Globo Verdes Mares/Diário não é transmitir o Miss Ceará. Mas sim transformar o evento em arma sensacionalista de jornalismo mundo-cão da mentalidade de Ali Camel(*) em programas idiotizantes do daytime e promoção pessoal de empregados do monopólio da informação e de ex-integrantes do cast do Brothers & Sisters da Cantora Josy(**), no próximo dia 14 de dezembro no resort Vila Galé, pertencente a investidores portugueses.
O “espetáculo de beleza” do PIG cearense não é o concurso local de miss. Mas, sim, a espetacularização das ancas das aprendizes da cantora Josy incrustadas nos simulacros de bandas de forró travestidas de boy-bands ou Girl Power da oligarquia local.

(*)Ali Camel é o jornalista da Globo que tenta povoar mentes despovoadas (como as da TV Diário) com golpes de Estado que nunca dão certo.
(**)Não tem nada a ver com a saga da família Walker, protagonizada por Sally Field e Calista Flockhart. É um reality de verão da Globo cujo apresentador (Pedro Bial) comporta-se como um exímio comentarista de moda-praia e inventa neologismos dantescos e grotescos como “Gyselle Cajuína” para se referir depreciativamente à cantora e dançarina piauiense Gyselle Soares, competidora em 2008.

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Mídia regional, Nossas Venezuelas, Projetos especiais, Água oxigenada Tags: , ,
28/10/2009 - 14:58

Informação importante sobre o fim de ER

Ao contrário do que havíamos publicado na crítica “A última festa à fantasia da série médica ER” (postada aqui em 22/10 e publicada no Notícia da TV do JMN três dias depois), a maratona de despedida da trama começa às 20h (hora de Teresina, 19h Manaus e Rio Branco), e não às 19h, com a retrospectiva. As informações anteriores relativas a horário foram mantidas.

Informação adaptada a partir de nota do NaTelinha

Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais, Séries Tags: , ,
28/10/2009 - 14:42

Assunto da semana: Warehouse 13 começou

Estréia de Warehouse 13 é o novo momento na TV paga

Pode até parecer mentira, mas é um fato mais que provado. O piloto da série policial de ficção científica Warehouse 13 (Warner, 2ª, 22h) levado ao ar na última segunda-feira foi uma mostra bem clara de como devem ser conduzidas, daqui para frente, as estréias de novas temporadas ou novas produções nos nossos canais pagos. O poder da Internet e de outros meios pesou bastante nessa mudança. Amém.
Euforia com essa mexida de grade à parte, o início de Warehouse 13 não foi essa coisa toda em termos de premissa. Longa e achatada num enredo de duas horas, a apresentação das credenciais da trama do Syfy americano (lá é a nova denominação do Sci-Fi Channel) ao público brasileiro pareceu mais morna do que uma série policial usual. O que move o propósito de Warehouse não é o crime comum. Mas sim o sobrenatural do Serviço Secreto.
Com enredo misturando referências a Arquivo X com procedimentos habituais de séries que envolvam investigações empreendidas pelo FBI (a Polícia Federal americana), Warehouse 13 é, em termos, uma espécie de cruzamento informal de Criminal Minds com a fórmula de sucesso que projetou ao mundo o ator David Duchovny durante a década passada. Cada coisa a seu devido tempo.
Na nova ordem da programação da TV paga brasileira de estréias antecipadas, Warehouse 13 é o pano de fundo da padronização da ficção policial já antecipada por produções tipo “Fringe”. E, sobretudo, a cereja de um bolo de receita complexa e bastante complicada de se fazer. A ficção de serviço reservado de Warehouse segue exatamente essa culinária escrita de horário nobre. Assim seja. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (1º/11)

Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais, Séries, Vasto mundo Tags: , , , , , ,
27/10/2009 - 18:40

Entenda os critérios de seleção dos artistas da NBC que vão ao júri do Miss Universo e Miss USA

É uma coisa bastante heterodoxa, mas é um fato comum: a cada início de mid-season na TV norte-americana (especificamente na NBC, atual geradora do Miss Universo) fica a pergunta. De qual série sairá um dos jurados do Miss USA do ano em curso (em 2009 foi Kenan Thompson, do Saturday Night Live)? Feita essa pergunta no âmbito americano, passemos à outra, já na seara do concurso internacional. É o que iremos explicar agora.
Quando a NBC começou a transmitir o Miss Universo em 2003, mal dava tempo de se dar um critério à escolha de quem, dos elencos das n produções (entre séries, novelas e programas de variedades), iria ocupar assento no júri pela emissora. Chegou se ao ponto, num primeiro momento, de chamar gente de novela vespertina tipo Days of Our Lives (que sequer passava no Brasil àquela altura). Corrigiram-se algumas discrepâncias já a partir de 2005, quando o produtor executivo das séries Friends e Joey foi a Bangcoc para integrar a banca que sagrou Natalie Glebova. Carson Kressley, do Queer Eye, também foi na caravana da NBC, pelas cores da Bravo Network (canal que exibia a atração por lá).
Com as oscilações de data entre as edições 2006 (julho) e 2007 (maio) do Miss Universo, a escolha do “artista da NBC” que ficou com a vaga no júri ficou uma coisa um tanto quanto aleatória. Sem ainda nos interessarmos pela grade americana àquele momento, ficamos meio suspeitos para qualquer análise eventual. Regra idêntica valeu para o Miss Universo 2008. Valeu? Nada disso.
Nos dois anos acima, os nomes de James Lesure (Las Vegas) e James Kyson-Lee (Heroes) foram para a pauta porque suas séries ainda estavam no ar, fossem em episódios inéditos ou reprises. Mesma coisa valeu para Nadine Velásquez (da extinta My Name is Earl, 2008) e Tamara Tunie (Law & Order: Special Victims Unit, 2009). O que interessa não é o conjunto da obra na temporada. Mas sim se a série em que o artista pretendido está ou não nas reprises de séries da programação de verão, normalmente preenchida por realities como o America’s Got Talent. Foi desse programa que saiu o nome de Jerry Springer para embarcar para o Vietnã especialmente para conduzir o certame ao lado da Spice Girl Mel B.
Para 2010, o que esperamos é que não haja outra oscilação brusca na data do Miss Universo (de agosto para fins de maio, dependendo do acordo a ser fechado com o próximo país-sede) para acabarmos forçando juízos precipitados. Preocupação essa que aflige tanto críticos televisivos como missólogos declarados de carteirinha. Essa é a verdade.
Agora, é esperar para ver.

Autor: João Lima - Categoria(s): Datamisses, Projetos especiais Tags: , , , ,
27/10/2009 - 10:34

Miss Paraíba 2010: Preguiça ou irresponsabilidade?

Até o momento, não há nenhuma movimentação dos responsáveis pela franquia do Miss Brasil-Miss Universo no Estado da Paraíba com vistas à etapa estadual válida pelo certame nacional de 2010. Na grande rede, há menções a um certo “Grupo Pedro Neto: Misses Paraibanas”, mas não é esse o caso. Na página da Gaeta dedicada aos concursos estaduais, consta ainda o nome e o e-mail do ex-coordenador do Miss Paraíba David Franca. Ele foi desligado da franquia em fevereiro deste ano pela direção nacional.
Esclarecendo: este “Grupo Pedro Neto” cuida apenas da etapa local do Miss Terra Brasil, o qual não está em nosso foco. A cobrança pelo Miss Paraíba válido pelo Miss Brasil-Miss Universo vai continuar de forma incessante. Os colunistas sociais que se levantem de seus assentos nas redações refrigeradas para trabalhar a sério. Não para fazerem de conta que promovem esse ou aquele concurso. Não dá mais para agüentar esse descaso.

Autor: João Lima - Categoria(s): Nossas Venezuelas, Projetos especiais Tags: , , ,
27/10/2009 - 08:59

EXCLUSIVO: gaeta(*) usa misses capixabas para pregar golpe de estado e tirar Olimpíada do Rio

Os repórteres do Críticas, os jurados do So You Think You Can Dance?, do America’s Got Talent e os elencos de NCIS: Los Angeles, NCIS: Guabiraba da Mulher Moranguinho, NCIS: Rio-Vitória Diariamente pela Viação Itapemirim e NCIS: Guarapari mostram, com exclusividade, o plano da gaeta(*) promoções e eventos para fraudar os resultados do Miss Brasil 2010 em favor das candidatas já eleitas de Minas Gerais, Débora Lyra, e do Espírito Santo, Francienne Pavessi. Nossa equipe investigou, durante um mês, o rascunho de um plano de sabotagem de resultados do concurso nacional para conceder às duas misses estaduais, ambas nascidas no Espírito Santo, as vagas brasileiras para o Miss Universo 2010 e o Miss Beleza Internacional 2010. O texto é de Mano Brown, LL Cool J, Luís Nassif, Carlos Alberto Sardemberg, Kara DioGuardi, ACM Neto, Royce do Cavaco e Merval Pereira.
***
Coup D’Etat, fraude, farsa, quadrilha. É assim que os promotores do Ministério Público Federal e os redatores da série Law & Order: Criminal Intent definem o plano diabólico da Gaeta Promoções e Eventos para influenciar jornalistas e corromper jurados com o intuito de construir resultados de modo a colocar as misses Minas Gerais, Débora Lyra, e Espírito Santo, Francienne Pavessi, nas duas primeiras colocações do concurso Miss Brasil 2010, cuja data e local ainda nem sequer foram marcados. De acordo com relatórios obtidos com exclusividade pela reportagem do TV em Análise Críticas, assessorada por jurados do So You Think You Can Dance?, há evidências claras de participação de diretores da Gaeta na construção da farsa eleitoreira, destinada não só a favorecer a candidatura do tucano Aécio Neves à Presidência da República em 2010. Mas a fabricar manchetes favoráveis na mídia para as duas candidatas ao concurso nacional.
De acordo com a atriz Cote de Pablo, que interpreta a agente do Mossad Ziva David na série NCIS da rede CBS (retransmitida no Brasil pelo AXN), “[esses papéis] são o indício claro de uma farsa para privilegiar os padrinhos políticos dos coordenadores estaduais não só da Miss Minas Gerais, mas também da Miss Espírito Santo”. Vale lembrar que, nos registros de manchetes do site oficial do Miss Brasil referentes a outubro de 2009, houve favorecimento explícito à divulgação, supostamente “a título de promover o turismo”, do concurso capixaba em detrimento do concurso mineiro. “Isso prejudicou bastante e até inviabilizou a transmissão nacional do Miss Minas que estava originalmente agendada. E por essa razão, a emissora geradora do evento (a Band) teve que transmitir um jogo de futebol feminino para não arcar com maiores prejuízos”, disse de Pablo/Ziva.

Esquema inclui troca de favores e propinas a jornalistas de oposição ao ‘esquema Gaeta’

Segundo o laudo preliminar da perícia dos atores da série NCIS: Guabiraba da Gracyanne do Tchakabum, foram distribuidos, nos 15 dias seguintes às eleições de Débora e Francienne nos seus Estados, 1200 cheques de valores que variam entre R$ 5 (o que dá para pagar um lanchinho na Lanchonete do Estadão em São Paulo, a mesma citada na reportagem dos cheques anti-simpatizantes de Mariana Valente exibida em agosto pelo Chantástico/Primetime: Show de Mentiras da TV Globo/Dateline da Chuíça) a 11.483,53 (valor esse que pagaria duas passagens de ida e volta entre Vitória e São Paulo), distribuídos a jornalistas do Novo Jornal e de sites de oposição como o Conversa Afiada, o Críticas, Cloaca News, Na Maria News, RS Urgente, a revista Carta Capital e até o norte-americano The Huffington Post. Agentes do FBI e do NCIS prenderam 18 funcionários das Organizações Globo, da Rede Gazeta de Comunicação e da Gaeta envolvidos na construção da fraude.
Ainda de acordo com o laudo, os acusados (cujos nomes não poderão ser divulgados para não atrapalhar as investigações) também ofereciam propostas de emprego em suas firmas em troca do silêncio sobre as denúncias que agora pesam contra os diretores do Miss Espírito Santo, do Miss Minas Gerais e do Miss Brasil-Miss Universo. “Em minha cidade, Checotah, isso se chama formação de quadrilha. Quem fez essa fraude é gente da pior espécie. Isso é roubo e pode até dar pena de morte!”, disse, horrorizada, a cantora Carrie Underwood em entrevista ao Fala Oklahoma (não confundir com o Fala Brasil nem com o Hoje em Dia) da Rede Record.

Gaeta e Globo teriam feito acordo não sobre o Miss Brasil, mas sim para tirar a Olimpíada do Rio e levá-la para Madri, diz ator de Law & Order: CI

Depois de Chicago perder a indicação para sediar a Olimpíada de 2016, diretores da Central Globo de Jornalismo e da gaeta promoções e eventos já estariam trabalhando na surdina para inverter a pauta de seus noticiários, antes favoráveis à candidatura do Rio de Janeiro, para tirar da capital carioca a sede da competição. Preocupados com a repercussão negativa causada pelo episódio The Glory That Was… da série Law & Order: Criminal Intent, os executivos, ao invés de processarem a USA Network, decidiram partir para outra frente de batalha. Não a da transmissão do Miss Brasil pela rede carioca e sim do golpe de Estado que pretende tirar o Rio da cena olímpica.
“Esses ‘constitucionalistas’ da Globo pensam que nós somos idiotas. Não fizemos coisa errada ao produzir The Glory That Was…. Nós queríamos mostrar exatamente ao contribuinte brasileiro o quanto dispendioso e negativo pode ser sediar uma Olimpíada. Ainda mais, regada a um lobby suspeito de corrupção. Essa foi a mensagem que Law & Order: CI quis passar do sub-mundo do movimento olímpico”, disse em nota o produtor-executivo Dick Wolf, que escreveu o controvertido episódio. Para o ator Jeff Goldblum, que interpreta o detetive Zach Nichols, “isso (o comportamento da Globo após a escolha do Rio para sediar os Jogos) é sinal de desespero por parte deles (os brasileiros), que nunca sediaram uma Olimpíada”.
De acordo com reportagem do Conversa Afiada, além do “acordo” com a Gaeta, há a intenção da Globo em levar para Madri a sede dos Jogos de 2016. “Isso cheira a golpe de Estado. Isso é banditismo”, disse o ator Vincent D’Onofrio que interpretou o detetive Robert Goren até a oitava temporada, cujo final vai ao ar esta semana no AXN. D’Onofrio, que não renovou para a nona temporada, acredita que “tanto uma firma (a Gaeta) como outra (a Globo) podem estar envolvidas em um golpe de Estado”. O caso de corrupção envolvendo as candidatas de Minas e Espírito Santo para o Miss Brasil 2010 pode ser só o seu prenúncio.

(Com reportagem de Diane Sawyer, Charles Gibson, Mallu Magalhães, David Cook, Josa da Padaria, Chicão da Farmácia, David Archuleta, Hermes e Renato, Monetário & Financeiro, Cacique & Pajé, e Tota do Posto)

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.

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26/10/2009 - 18:40

Putins da gaeta(*) jogam Miss Brasil 2010 aos leões. A ordem é tentar emplacar Rayanne Morais no desespero

Preocupados com a possível perda do atual contrato televisivo (com a Band), os organizadores do concurso Miss Brasil (Oficial, para o Miss Universo) trabalham não com os papéis para a assinatura do contrato com a nova casa (entre SBT ou Record). Mas sim com o lobby desesperado a ser feito em cima do nome da mineira Rayanne Morais para o Miss Beleza Internacional, marcado para o dia 28 de novembro na China Comunista.
***
Caso o Miss Brasil saia da Band (por pressões internas de diretores da emissora), a Gaeta Promoções e Eventos terá muito com o que se preocupar no arranjo de uma nova rede para transmitir o evento a partir do ano que vem. No Morumbi, a oposição ao nome de Nayla Micherif é bastante considerável. Principalmente pelo seu tolhimento às liberdades artísticas da emissora na escolha de apresentadores para o certame.
É extremamente grave o caso da solução de não continuidade do Miss Brasil na seara da Bandeirantes pelo fisiologismo de alguns de seus executivos. Executivos estes mais ortodoxos no que tange à transmissão de eventos (para essa turma, notoriamente de viés esquerdista, evento tem que ser a Indy, a Copa do Mundo, o Brasileirão, não concurso de miss).
***
Voltando à questão da lide, o que interessa à Gaeta agora, a preço de hoje, é usar da influência que sua direção tem na máquina do governo tucano de Minas Gerais para usar da tunga do contribuinte para fazer a publicidade oficial de uma Miss Brasil que irá concorrer a um título de beleza que sequer é televisionado no Brasil. Na mídia, ralas são as suas menções (salvo na blogosfera especializada). O drama de Vanessa Vidal, miss Brasil Internacional do ano passado (mostrado pelo blog de Luís Nassif), foi só a ponta do iceberg da incompetência midiática que cerca a húbris dos tzares da Gaeta.
O que interesssa aos chefões do eixo Rio-Divinópolis-BH não é propagandear a Miss Brasil Internacional Rayanne Morais. E sim, fazer de conta que ela não existe. Ou que é um mero pormenor a não ser noticiado.

(*)A gaeta pensa que o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família, tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, em termos de misses para enganar os trouxas da mídia golpista e o público incauto.

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Elliot Stabler da direita, Independência editorial, Joia da coroa, Nossas Venezuelas, Olivia Benson do tucanato, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, Samba de Uma Nota Só, Todas as Venezuelas do mundo, Variedades, concursos de beleza, corrupção nos concursos de beleza, realidade brasileira Tags: , , ,
26/10/2009 - 14:57

Band arma operação para afastar ex-misses de seus quadros

Pode até não parecer verdade, mas é um fato praticamente consumado: após a Rede Bandeirantes planejar não renovar o contrato de transmissão do Miss Brasil a partir de 2011, há setores mais radicais e ultra-conservadores na emissora que defendam a demissão ou a não renovação dos contratos das ex-misses que apresentam programas ou telejornais na casa. A questão surgiu depois que Patrícia Maldonado foi escalada para ser efetivada no dominical Band Esporte Clube. A atual apresentadora, a ex-miss Rio Grande do Sul Luíze Altenhofen, ainda está na licença-maternidade. Aguardem cenas dos próximos episódios.
Esse corte não incluiria Flávia Cavalcante, repórter local da Band São Paulo.

Autor: João Lima - Categoria(s): Nossas Venezuelas, Variedades, realidade brasileira Tags: , , , , , ,
25/10/2009 - 16:43

Juliana Alves e a teoria da reprodução das espécies. E da involução da grande imprensa

Não temos muito o que discutir em relação à beleza da atriz de telenovelas Juliana Alves desnudada para a edição deste mês da revista Playboy. Para quem conferiu as poderosas ancas de 100 cm, não basta só falar de beleza superficial (como os outros blogueiros vão querer escrever ou já escreveram). Para melhor definir o que é Juliana Alves, eis um verso de Isto Aqui O Que É de Caetano Veloso, gravada em 1988:

Morena boa, que me faz penar
Bota a sandália de prata
E vem pro samba sambar

É mera bobagem achar que a curiosidade masculina em ver os poros, a flora reprodutiva e o gineceu de Alves (coisa concernente à essa estudantada que está entre o fim do ensino fundamental e o começo do ensino médio) vai estimular a imaginação besta de alguns bobos da corte da grande mídia que usam suas colonas(*) de jornal para tecer seus comentários oposicionistas idiotas como ração para uma oposição sensacionalista, ávida por cenas de baixaria editorial travestida de bom jornalismo diário. Bom jornalismo?
Nos versos de Ary Barroso regravados por Caê (e escritos originalmente em 1942), estão as ligações concretas deste texto com o (sub)mundo do samba: Juliana Alves já foi rainha de bateria da Unidos de Vila Isabel no último Carnaval. E, para 2010, cedeu sua vaga a uma certa Gracyanne Barbosa. A do Tchakabum e noiva do pagodeiro Belo, ora na condicional.
Na ligação concreta de Juliana Alves com o PIG(**) reside não só o fato de esta ser atriz da Globo: mas de já ter participado de seu principal reality, em 2003, na mesma leva da miss Brasil cassada Joseane Oliveira e da futura humorista Sabrina Sato. A aliança entre o PIG(**), as curvas de Juliana Alves e o Carnaval rende um samba de crioulo doido mal redigido por mulatólogos de plantão travestidos de milicianos político-partidários. Essa é a grande chaga da coisa.
Como pudemos depreender, nem todo encanto deve ser encarado na linguagem excessivamente agridoce dos poetas e poetinhas. É preciso também pensar direito e abrir os olhos sobre quem realmente está se falando.
Juliana Alves pode “até bater um bolão”. Mas é preciso ter atenção aos detalhes sórdidos dos bastidores dos operativos midiáticos que a empregam neste momento. Afinal, Caminho das Índias foi uma falsificação grosseira do PIG(**) para cima dos documentários do Discovery Channel ou do National Geographic. Fazer um documentário do universo do corpo de uma passista é fácil. Difícil é achar conversas mais convincentes para as barbaridades editoriais que antecedem os requintes de crueldades do desespero da baixaria telenovelesca globelezada no ritmo e no compasso da bela Juliana Alves com seu constante crepúsculo nos Numb3rs do Ibope. A concorrência das séries americanas do canais pagos (e do SBT também), da livre informação e de telenovelas concorrentes (caso do sorriso metálico de Gisele Itié em Bela, a Feia) agradece.

(*)Não tem nada a ver com cólon da Juliana Alves, da Gyselle Soares ou de qualquer outra ex-fratella. São milicianos mineiros, paulistas e cariocas de redação do PIG(**) engajados em derrubar o presidente Lula e promover a volta da direita ao poder. E assim se comportarão sempre que um presidente tiver origem no trabalho e não no capital, no Brasil, no Mundo e na história da exploração espacial. São jornalistas que, de acordo com Mino Carta, chamam seus patrões de colegas. É essa gente aí que quer fraudar o resultado do Miss Brasil 2010 para favorecer a capixaba Débora Lyra, candidata à etapa nacional do Miss Universo por Minas Gerais
(**)In anyone serious democracy of the world, low technical, conservative and also sensationalist newspapers and only one television network has influence as have in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party). These are their stories

Autor: João Lima - Categoria(s): Brothers & Sisters, Egos da mídia, Força da Grana, Gerson Law & Order, Globelezação, Ibopes da vida, Imprensa monopolista, Independência editorial, Reality-shows, Samba de Uma Nota Só, personalidades, realidade brasileira Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
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