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Arquivo de junho, 2009

30/06/2009 - 17:57

Bahamas 2009: quem vai tirar Larissa e Mariana do top 15?

Do TV em Análise

Até o fechamento desta nota, 76 países e territórios já elegeram suas representantes para o certame. A Albânia ainda não anunciou o nome de sua candidata.

Quem vai suceder Dayana Mendoza?
Duas brasileiras estão na disputa
País Candidata Idade Altura Cidade de origem ou residência
Angola Nelsa Alves 21 1,75 Luanda
Argentina Johanna Lasic 20 1,82 Buenos Aires
Aruba Dianne Croes 21 1,79 Oranjestad
Austrália Rachel Finch 20 1,76 Townsville
Bahamas* Kiara Sherman 25 1,68 Freeport
Bélgica Zeynep Sever 20 1,76 Molenbeek
Bolívia Dominique Peltier 21 1,80 Cochabamba
Brasil Larissa Costa 25 1,76 Natal
Bulgária Elitsa Lubenova 18 1,73 Dve Mogili
Canadá Mariana Valente 23 1,75 Richmond Hill
Ilhas Cayman Nicosia Lawson 26 1,75 George Town
China Jing Yao Wong 19 1,81 Província de Shandong
Colombia Michelle Rouillard 22 1,73 Popayán
Costa Rica Jessica Umaña 21 1,75 Moravia
Croácia Sarah Cosic 20 1,78 Split
Curaçao Ashanta Macauly 23 1,66 Willemstad
Chipre Kielia Giasemidou 19 1,68 Nicósia
República Tcheca Iveta Lutovská 26 1,83 Trebon
República Dominicana Ada de La Cruz 22 1,83 Villa Mella
Equador Sandra Vinces 18 1,79 Portoviejo
Egito Elham Wagdi 25 1,75 Cairo
El Salvador Mayella Mena 20 1,74 San Salvador
Estônia Diana Arno 25 1,81 Talin
Etiopia Melat Yante 19 1,82 Adis Abeba
Finlândia Essi Pöysti 21 1,74 Jyväskylä
França Chloé Mortaud 19 1,80 Bénac
Geórgia Lika Ordhzonikidze 18 1,75 Tblisi
Gana Jennifer Koranteng 22 1,80 Acra
Grécia Vivianna Kampanille-Zagorianakou 19 1,80 Atenas
Guam Racine Manley 24 1,68 Agatna
Guatemala Lourdes Figueroa 21 1,77 Cidade da Guatemala
Hungria Zsuzsa Budai 21 1,81 Budapeste
Islândia Ingibjörg Ragnheiõur Egilsdóttir 24 1,79 Austurland
Índia Ekta Choudry 23 1,77 Delhi
Irlanda Dianna Donnelly 20 1,75 Dublin
Israel Yulia Liubianitzki 20 1,76 Haifa
Itália Laura Valenti 25 1,75 Milão
Japão Emiri Miyasaka 25 1,71 Tóquio
Casaquistão Olga Nikitina 20 1,84 Karaganda
Coreia Seon Nari 22 1,68 Seul
Kosovo Marigona Dragusha 18 1,73 Pristina
Líbano Martine Andraos 18 1,72 Beirute
Malásia Ng Li Vun 21 1,74 Kota Kinablu
Maurício Anaïs Veerapatren 22 1,83 Curepipe
México Karla Carrilo 21 1,76 Guadalajara
Montenegro Mariana Milhajhovic 19 1,80 Plavinica
Holanda Avalon-Chanel Weyzig 19 1,69 Zwolle
Nova Zelândia Katie Taylor 22 1,75 Auckland
Nicarágua Indiana Sanchéz 21 1,77 Manágua
Nigéria Sandra Othowo 20 1,73 Asaba
Marianas do Norte Sorene Maratita 18 1,68 Saipan
Noruega Eli Landa 25 1,76 Stravanger
Panamá Diana Broce 22 1,70 Las Tablas
Peru Karen Schwarz 24 1,78 Lima
Filipinas Pamela Bianca Manalo 22 1,78 Manila
Polônia Angelika Jakubowska 20 1,75 Luban
Porto Rico Mayra Matos 20 1,78 Cabo Rojo
Romênia Elena-Bianca Constatntin 20 1,74 Piatra-Neamt
Rússia Sofia Rudieva 18 1,78 São Petersburgo
Sérvia Dragana Atlija 21 1,80 Belgrado
Cingapura Rachel Kum 24 1,70 Cingapura
Eslováquia Denisa Mendrejová 23 1,75 Bratislava
Eslovênia Mirella Korac 22 1,71 Ljubljana
África do Sul Tatum Keshawar 24 1,81 Durban
Suécia Renate Cerljen 21 1,75 Staffanstorp
Tanzânia Iluminata James 23 1,78 Mwanza
Tailândia Chutima Durongdej 23 1,77 Bangcoc
Turquia Begüm Kiziltug 23 1,75 Izmir
Turks e Caicos Jewel Selver 22 1,57 Grand Turk
Reino Unido Clair Cooper 26 1,73 Londres
Ucrânia Kristina Koz-Gotlib 26 1,75 Donetsk
Uruguai Cinthia Dottone 20 1,79 Montevidéu
Estados Unidos Kristen Dalton 22 1,70 Wilmington
Venezuela Stefania Fernández 18 1,78 Mérida
Vietnã Võ Hoàng Yên 20 1,79 Ho Chi Minh
Zâmbia Andella Chileshe Matthews 21 1,78 Ndola

*Pais-sede do concurso
***
As últimas etapas nacionais agendadas são as da Guiana (4/7), Alemanha (5/7), Paraguai (10/7), Espanha (18/7), Antígua e Barbuda, Dinamarca e Honduras (25/7). O embarque das candidatas deve acontecer entre 1º e 3 de agosto. As preliminares estão marcadas para o dia 16 e a final televisionada do certame acontece no dia 23 do mesmo mês no resort Altantis Paradise Island, em Nassau (Bahamas).

Autor: João Lima - Categoria(s): Eventos, Joia da coroa, Outras Venezuelas, Projetos especiais, Radar das misses, concursos de beleza Tags: , ,
30/06/2009 - 17:48

Giuliana Rancic e Mano Brown querem saber: onde estão as contas da gaeta?

Por ora, temos apenas aquelas reportadas pelo jornalista brasiliense Leandro Fortes, da revista Carta Capital. Com a astúcia de quem denunciou as cenas de trabalho infantil no programa Jon e Kate + 8, do canal pago Discovery Home & Health, Fortes (que está sendo processado pelo Último Rei de Diamantino/MT, o Idi Amin Dada do Supremo Tribunal Federal) abriu os cofres do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), presidido pelo capo Gilmar Dantas Mendes.
Até agora, não se tem notícia de nenhum órgão de imprensa ou jornalista neste país que, “alguém um dia te disse que era nosso” (segundo Herbert Vianna), tenha chegado às caixas-pretas contábeis da firma promotora do concurso Miss Brasil-Miss Universo. Segundo a cabeleira black-power de Jennifer Hudson nas audições do American Idol de 2004, há indícios fortíssimos de caixa 2 e evasão de divisas. O sigilo da “auditoria” contratada sobre as notas das candidatas estaduais nas provas classificatórias de traje de banho e traje de gala está a um passo de ser quebrado a partir do certame de 2010.

Autor: João Lima - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , , , , , ,
30/06/2009 - 17:12

A globo mente até sobre concurso de miss, inclusive no FSM de Belém

Este Youtube de hoje foi localizado em meio a uma navegação de rotina no Conversa Afiada. A periodista Laíse Santos aguentou calada (até onde pode) a faixa de protesto contra a cobertura tendenciosa da emissora paraense da rede ao Fórum Social Mundial.

Como empregada da Organização Rômulo Maiorana, Laíse tem horror ao American Idol. Por obrigação contratual (y orden superiora), está terminantemente proibida de falar em Ryan Seacrest e Rodrigo Faro. Como cidadã paraense, Laíse parece alheia aos Norman Gentles que insistem em aparecer no Jornal (what?) Liberal (sic) para colocarem em letras garrafais: “GLOBO MENTE”.
Desde a idade da pedra lascada, o jornal nacional não sabe (e jamais saberá) como cobrir um concurso de miss. Quando Natália Guimarães foi segunda colocada no Miss Universo 2007, o jn NÃO DEU UM SEGUNDO SEQUER para noticiar o feito da juiz-forana em sua edição regular de 29 de maio de 2007. Deixou a batata quente nas mãos do Grammar Murder Diego Topetão do Ryan Seacrest na Época do Primeiro American Idol Alemão.
Diego Alemão agora está preso sob a custódia dos detetives Robert Goren e Alexandra Eames do Law & Order: Criminal Grammar. De acordo com o According to Jim da gaeta, falar “crasse” ao invés de “classe” em um programa de cadeia nacional tipo Chantástico(*) não é crime. Mas, segundo o Código Penal, o Manual de Redação da Folha(**) da ditabranda das mulheres-ceasa e das Sexy Dolls do atraso cultural y editorial deste país, as Normas de Redação do Washington Post e da NBC News e o que mais reza nosso mais comezinho bom-senso, falar “crasse” ao invés de “classe” no mesmo programa dá pena de 12 a 30 anos de reclusão ou perpétua. Assinado, promotor público Ron Carver (que não se vende aos esqueminhas do PSDB e da máfia Micherif-Hazzy).

(*)Combinação da chantagem jornalística do padrão global para dar Ibope e vender jornal e revista com a estética ultrapassada e retrógada do Fantástico, capenga na audiência
(**)Folha é o jornal da ditabranda, do Rafinha do emocore, do preconceito contra mulheres piauienses, do Cansei, do O2 Neurônio, do Oddium contra o Datena, a regionalização da televisão, a independência editorial e a liberdade de expressão, da Rayanne Morais “eleita” Miss Brasil pelo site EGO da Globo e que, no ano em que a mineira Elaine Guimarães ficava em qunto lugar no Miss Universo, alugava seus carros de reportagem para os órgãos da repressão e é sócio da mesma Globo no jornal de negócios Valor Econômico

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Cansei, Ceasa feminina, Corrupção siliconada, Ecochatos, Egos da mídia, Em causa própria, Falsos ídolos, Força da Grana, Funk baixaria, Globelezação, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa, Imprensa monopolista, Independência editorial, Mídia regional, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, concursos de beleza, sub-celebridades, Água oxigenada, Ética jornalística, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , , ,
29/06/2009 - 12:02

CSI: Natal: Bonasera é espancada pelos Larissa’s Boyz II Men; Taylor chama a Interpol

Alerta de spoiler: Se este texto não interessa a você ou lhe incomoda, passe para a nota abaixo

Após tentar embarcar na Rodoviária da Cidade Nova para João Pessoa em um ônibus da Viação Nordeste, a agente da Divisão de Crimes Eleitorais do FBI Stella Bonasera (Melina Kanakaredes) é espancada por seguranças que se dizem “amigos” e simpatizantes da candidatura da Miss Brasil Larissa Costa ao título de Miss Universo.

BONASERA: What are you want? My departure is now. I’m enter in the bus now. What are you doing here?
SEGURANÇA 1: Você não pode embarcar nesse ônibus, senhora.
BONASERA: Senhora what? I’m not speaking portuguese. I’m greek-american. I’m agent from FBI. I’m still working here. Now, leave me alone and release me for my job.
SEGURANÇA 2: O que você quer dizer com isso, madame? A gente não fala inglês mas sabemos muito bem o que você quer aqui na nossa cidade.
DESPACHANTE: O carro vai sair agora! Vamos entrar, vamos entrar!
BONASERA: Listen, my departure is now. Please, keep off your hands of me or I call to police now. You are not cops. You are difficultating my work. You are embaracing my investigation. Release me, now!
(Começam os socos dos “seguranças” de Larissa Costa).
SEGURANÇA 3: Isso é para você não falar mal da nossa Miss Brasil e parar de difamar a nossa cidade.
BONASERA: Difaming what? So, take it!
(Bonasera derruba os “Larissa Costa’s Boyz II Men” e consegue embarcar, amparada por outros passageiros)

Já no carro da Viação Nordeste, Bonasera tem sua segurança reforçada e os passageiros tem uma viagem tranquila. Carros da Polícia Federal e das polícias civil da Paraíba e Rio Grande do Norte, guiados por policiais insatisfeitos com as fraudes nos concursos de beleza de seus respectivos Estados, fazem o comboio até a Rodoviária Severino Camelo. Em João Pessoa, Bonasera sai do ônibus e encontra com Mac Taylor (Gary Sinise), que estava em uma das viaturas do comboio.

TAYLOR: What’s happened, Stella?
BONASERA: I’m so afraid here. Plaese, call for Interpol. People of here is so cruel and disgusting. I don’t have freedom to work…
(Bonasera começa a chorar de medo)
TAYLOR: Don’t worry, please? Our invesigations will be continued by the FBI, the brazilian Public Ministery and Federal Police in partnership with the Interpol. I’m secure what the brazilian pageantry mafia will be in the jail. Be careful.

Na manhã seguinte, Taylor e Bonasera já estão em Brasília. Levam as provas colhidas no Rio Grande do Norte para o Instituto Nacional de Criminalística e para o escritório brasileiro da Interpol. Deputados do PSOL procuram os agentes americanos e querem detalhes da investigação.

DEP. LUCIANA GENRO: Good morning, agents.
BONASERA: Good morning, mrs. deputy. What taken you here?
GENRO: Sinto muito pelo ocorrido com a senhora, detetive Bonasera. Soube do seu espancamento brutal pela mídia, mas a banda podre da mídia que protege a miss que vocês investigam não deu a mínima para seu caso.
TAYLOR: What? The brazilian media is paid by a beauty queen?
GENRO: Isso mesmo que você colocou, detetive Taylor.
BONASERA: It’s true. I’m readed an article by national blogger João Lima, an television critic and independent thinker about the brazilian media, specially that it linked or owned by the “Esquema Globo”.
GENRO: Sei.
TAYLOR: According to its historic, in day after the Miss Brasil 2009 pageant, the page called TV em Análise Críticas had more than 1.100 pageviews.
BONASERA: It’s more ratings than Perez Hilton.
TAYLOR: Not that so.

(continua…)

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, CSI Cabrobó, Cansei, Ceasa feminina, Corrupção siliconada, Eventos, Falsos ídolos, Força da Grana, Funk baixaria, Globelezação, Hannah Montana e suas Grandes Irmãs, Horatio Caine, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa, Imprensa monopolista, Independência editorial, Joia da coroa, Mídia regional, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, Séries, The Star Spangled Banner, concursos de beleza, Água oxigenada, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
28/06/2009 - 14:24

O que interessa ao PIG não é a música de Lil Rounds; são as ancas da ex-fratella Priscila

Definitivamente, os websites imbecilizantes do PIG(*) não tem interesse na boa música produzida pelos finalistas do American Idol. Definitivamente, a morte de Michael Jackson não é mais pauta para os órgãos da imprensa brazuca aliados ou não da empulhação do Padrão Global/Padrão Fantástico. Definitivamente, o site capixaba Maratimba.com assassina todas as normas gramaticais até mesmo numa mísera nota sobre a ex-Brother & Sister sul-matogrossesnse Priscila Pires.
Os “redatores” (se é que podemos chamar assim) desse sítio não sabem o que é bom jornalismo porque não leem o blog da Petrobrás, muito menos o Conversa Afiada, o blog do Rodrigo Vianna ou o Portal do Leão Lobo. O Maratimba tem horror ao David Cook, ao Kris Allen, à Carrie Underwood e à Martina McBride, de cuja lavra Lil Rounds fez uma belíssima ária de Independence Day na semana dedicada ao Grand Ole Opry da oitava temporada do AI.
Os “donos” do site Maratimba preferem ser orientados pelo Grand Ole Opry dos colonistas(**) de O Globo (e da Associação Nacional de Jornais da globelezação hannahmontanófila mercenária de Miley Cyrus e Xuxa Meneghel) do que por Randy Travis. O Maratimba prefere as diretrizes da ANJ do PIG do que de entidades independentes.
Os analfabetos do Maratimba não gostam do American Idol porque sua franquia brasileira não pertence à esfera global e sim à Rede Record. William Bonner e Fátima Bernardes são o Ant e Dec da linha editorial facciosa da cultura globelezada do Maratimba e de outras baboseiras cibernéticas do showbiz brazuca. O Maratimba prefere Stefhany(***) manobrada pela Skynet do monopólio do que ouvir a citara do Oriente Médio para Adam Lambert na sua interpretação de Ring of Fire, de Johnny Cash (lançada pelo próprio e co-escrita pela esposa June Carter no mesmo ano em que a sulista Ieda Maria Vargas ganhara o título de Miss Universo). O Maratimba não gosta de música country e sim de sertanojo pasteurizado.
O Maratimba também tem horror a Michael Sarver, Allison Iraheta, Kris Allen, Scott McIntyre, Alexis Grace e sua belíssima interpretação de Jolene da Dolly Parton, Danny Gokey, Anoop Desai, Megan Joy e Matt Giraud. Prefere dar espaço à sobra de estética e falta de propósito de Priscila Pires em sua vidinha pós-gincana.
O Maratimba não sabe quem é Ryan Seacrest (e nem quer saber). Muito menos de Rodrigo Faro. O Maratimba é o pus da democratização da informação retirado pelos médicos da série ER, liderados pela doutora Abby Lockhart (Maura Tierney). É a cercária da isenção editorial a que se propõe a mídia independente de entretenimento.

(*)In anyone serious democracy of the world, conservative, low technical quality and includding sensationalist newspapers and only one television network have influence as well in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party)
(**)Não se trata do colón de Denise Richards, mulher-melancia, jaca, moranguinho, pera (deixa as atrizes Marília e Sandra Pêra processarem), uva, maçã e filé do Mr. Catra, Gyselle Soares ou da cantora Jôsy do Gran Fratello. Se trata da visão kennethiana sombria que os imbecis da ditabranda da globelezação do coronelato paulista de Harvard, Sorbonne, USP e do Palácio dos Bandeirantes querem impor nos nossos ouvidos, olhos e mentes. Querem que, em termos missológicos-midiáticos, o Brasil continue a ser a mesma província em relação a Venezuela, Colômbia e Porto Rico. São contrários ao jornalismo independente e não leem o blog da Petrobrás (link no começo da nota). Não admitem a homossexualidade de Adam Lambert, admitida pelo próprio segundo colocado da oitava temporada do Ídolos americano ao 20/20 da rede ABC. Não gostam do American Idol e não sabem quem é Ryan Seacrest por que só se ateem ao velho ditado empulhado do último imperador da Ondina, ACM I: (”Se Adam Lambert não saiu no jornal nacional oficial do PIG, ele não existe”). Até 31 de maio, preferiam o BBB à Fazenda da Record. Quebraram a cara
(***) Não confunda a jovem piauiense com a real identidade da cantante ianque Lady GaGa (Stefani Gabriella Germanotta), muito menos com a vocal idem do No Doubt Gwen Stefani

Veja mais sobre a Stefhany cantando no Caldeirão do Padrão Global/Padrão Fantástico no sítio piauiense 180graus.com

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Cansei, Ceasa feminina, Ecochatos, Egos da mídia, Falsos ídolos, Força da Grana, Funk baixaria, Globelezação, Hannah Montana e suas Grandes Irmãs, Ibopes da vida, Imperialismo midiático, Imprensa, Imprensa monopolista, Independência editorial, Jornalismo, Kelly Clarkson, Música, Mondo cane, Mídia regional, Na surdina, Oportunismo, Poderes ocultos, Podres poderes, Reality-shows, Variedades, concursos de beleza, sub-celebridades, Ética jornalística Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
27/06/2009 - 20:30

Jennifer Love-Hewitt adverte: No Miss Universo 2009, não compre gato por lebre

Ao assistir à cena do episódio final da temporada de Ghost Whisperer, em que a ex-estrela de O Quinteto “dava à luz” a gatinhos lindos, fica a impressão de que os bichanos tem uma dentição bem-cuidada, mas perigosíssima como a dos morcegos jornalísticos serviçais e “amigos” da gangue de Nayla Micherif.
Como na ficção, a sensitiva Melinda Gordon teme que os gatinhos naylistas de Ghost Whisperer sirvam também, mas na vida real, para povoar os piores pesadelos da atual Miss Brasil Larissa Costa (e de seu séquito), principalmente no que diz respeito às suas chances nulas de classificação para o Miss Universo 2009.
Ao contrário dos detetives de Law & Order e CSI, Melinda não vê o PIG da gaeta e da Band. Melinda tem medo de assistir ao Jogo Aberto com Renata Courteney Cox-Arquette-Bonner-Bernardes-Ray Cyrus-Clarkson-Barrino-Underwood-Sparks-Hargitay-Field-Close-Messing-Ferrera-Fey-Love Fan. Melinda tem horror ao jornal nacional e aos órgãos de “imprensa” da globelezação direitista.
Na história das misses, Melinda vê o fantasma de Marisa Fully Coelho, única competidora brazuca no Miss Universo que já morreu (Sério, a Miss Brasil 1983 está morta há mais de 10 anos). Como na série da CBS, retransmitida por estas bandas no canal pago Sony, Melinda vê fantasmas. Tanto é que, ao acessar a página oficial da “organização” do concurso nacional, viu mais Boitatá, Saci Pererê e ET de Varginha do que uma Agenda propriamente dita de uma miss reinante.
A julgar pelo “noticiario favorável” dos últimos dias, Larissa Costa é uma Miss Brasil fantasma. Melinda Gordon não é boba. Tanto é que, na hora do Jornal da Band tratou de assistir ao Mediatrix Revelations no sítio Conversa Afiada.
Se continuar assim, Melinda Gordon vai enxergar mais que o Exu-Caveira evocado pelas bandas de extreme death metal, Sônia Abrão, Tony Show e os colonistas(*) do Padrão Global, Padrão Fantástico.

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27/06/2009 - 11:49

Dines: a mídia que Sarney ataca é a mesma que protege Hazzy e Larissa Costa

Saiu um texto muito interessante do colunista do iG Alberto Dines tentando inventar uma “pandemia” dos blogueiros contra a mídia do PIG(*) e aliada do Padrão Global, Padrão Fantástico. Interessante notar que Dines, ex-empregado do Jornal do Brasil, não toca uma única vez na proteção que o Globo, a Globo, a Folha da ditabranda das mulheres-ceasa, o Estadão e a Abril-Naspers recebem do (des)governo de José Serra “Bento Carneiro Vampiro Brasileiro”. Tanto é, que recentemente, a Secretaria de Educação paulista distribuiu encalhes de edições da Folha, do Estado e da Veja sem licitação.
Comportando-se assim, Dines protege não só a turma de Zé Pedágio como as máfias de Nayla Micherif e Evandro Hazzy que destroem a credibilidade dos concursos de misses neste país. Endossa os assassinatos estéticos como o cometido contra a modelo gaúcha Bruna Felisberto. Endossa as empulhações da baixaria globelezada de Ana Maria Braga, João Dória Jr., Sílvia Poppovic e dos demais artistas ligados ao movimento Cansei. Endossa a compra de votos em concursos estaduais patrocinados pelas forças retrógradas e conservadoras das quais Dines é amigão de longa data.
Fora seu trabalho no Observatório da Imprensa, Alberto Dines mostra com esse texto a sua face obscura: a de proteger o banditismo político-midiático-artístico-institucional que destrói a Terra de Vera Cruz, Vera Fischer e Vera Verão há cinco séculos sob o jugo do capitalismo ianque (leia-se: Hannah Montana e Miley Cyrus).

(*)In anyone serious democracy of the world, conservative, low technical quality and includding sensationalist newspapers and only one television network have influence as well in Brazil. They were transformed in a political party, the PIG (Coupist Press Party)

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26/06/2009 - 19:54

Chuíça(*)/Fox News/Viação Itapemirim/Paula Abdul/Dan Rather: Essa é a impressão de Natal que Larissa Costa quer vender aos jurados do Miss Universo 2009

Saiu na Tribuna do Norte:

“As paradas de ônibus de Natal e Região Metropolitana já amanheceram lotadas hoje (23). Na avenida Maria Lacerda, em Nova Parnamirim, alguns passageiros chegaram aos pontos de ônibus antes das 6h e até as 7h nenhum ônibus havia passado. As 95 linhas que fazem o itinerário em Natal estão comprometidas por causa da greve dos rodoviários”.

A julgar pelo panorama descrito acima, essa é a “imagem positiva” (sic) que a Miss Brasil Larissa Costa pretende vender aos jurados do Miss Universo 2009, com um lobby inteiramente bancado pelo Estado. Como já assinalou uma vez o detetive Ron Carver (Courtney B. Vance) de Law & Order: Criminal Intent, “os contribuintes irão pagar a lua-de-mel [midiática]” de Larissa caso esta vença ou fique entre as cinco primeiras finalistas.
Mais à frente, o Panrotas questiona o dispêndio desnecessário de recursos públicos para a entourage idem patrocinada pelo Erário para, supostamente, “promover o turismo de Natal” em Lisboa e receber o mesmo evento dos portugueses em julho. Com Larissa Costa junto e a tiracolo.
A gaeta e a Band insistem em abafar esse mar de caos para limpar ao máximo a imagem não só de Larissa como de Natal e do Rio Grande do Norte para o mês do Miss Universo. Querem vender gato por lebre, como se Larissa fosse uma franca favorita ao título internacional. Não é. Querem usar dinheiro do povo para forçarem a compra de votos.
Nayla Micherif dá as costas para as notas realistas da mídia potiguar sobre o inferno em que se transformou a cidade da atual Miss Brasil. Nayla Micherif chama a mídia oposicionista a sua desorganização missológica de “mundo-cão” e “sensacionalista”. Nayla Micherif é analfabeta e não vê a CNN ou Fox News. Nayla Micherif vive no Brasil. No Brasil da empulahção midiática e da idiotização globelezada.

(*)Chuíça é o modo como a imprensa tucano-globelezada-monopolista-xenófoba-terrorista-hannahmontanófila de Natal regada a recursos públicos, a Band, Renata Courteney Cox-Arquette-Clarkson-Hudson-Barrino-Underwood-Sparks-Elali-Seacrest-Messing-Ferrera-Fey-Hargitay-Field-Close-Simpson-Wentz-Bonner-Love Fan e a gaeta tentam vender para o Brasil e o mundo a imagem de Larissa Costa para o Miss Universo 2009: IDH da China com dinamismo econômico pré-fabricado da Suíça, auspiciado pelo movimento Cansei de Beth Szafir, Hebe Camargo, Ana Maria Braga e João Doria Jr. (que, tal qual Anderle, endossou a afiliação da nova Miss Brasil à ONG golpista em seu Show Business) e, claro, pelos contribuintes do ICMS do Estado do Rio Grande do Norte

Autor: João Lima - Categoria(s): Axé-besteirol, Corrupção siliconada, Eventos, Falsos ídolos, Força da Grana, Mondo cane, Mídia regional, Nossas Venezuelas, Poderes ocultos, Podres poderes, Política nos concursos de beleza, Projetos especiais, Radar das misses, concursos de beleza, personalidades, Água oxigenada, Ética nos concursos de beleza Tags: , , , , , , , , ,
26/06/2009 - 12:54

Randy Jackson: Michael era o Rei dos Reis do pop

“Não haverá um outro Michael como Ele”. Dentre tantas sentenças ditas por músicos e especialistas sobre o falecimento súbito de Michael Jackson, 50, na tarde de ontem em Los Angeles, a do jurado do American Idol ao E! News foi a mais definitiva e verdadeira. Para o PIG, Michael era apenas o rei do pop.
Estão todos errados: Michael era o Rei supremo do pop. O Rei divino da indústria do entretenimento. O Santo Graal do mass-media mundial de clipes do Padrão Global, Padrão Fantástico à chegada da MTV Brasil em 20 de outubro de 1990 às 12h (hora de verão) com Astrid Fontenelle. O Rei de todos os reis dos sub-derivados do pop após 1982, quando Thriller chegou às lojas e estações de rádio e TV de todo o mundo (Eu disse: TODO o mundo, da China comunista à favela da Xuxa, da então república sovietica do Uzbequistão à Guabiraba de Cima, de Vanuatu a Mossoró, de Papua Nova-Guiné às senzalas gilbertianas canavieiras de Goiana, de Palau a Natal, de Guam ao Bodocongó e das Marianas do Norte, passando por Perth, Moscou, Helsinki, Fortaleza e os porões da corrupção da ditabranda de Brasília ocultada pelo jornal nacional e denunciada pelo Jornal Bandeirantes, pelo Marcelo Tas na pele de Ernesto Varela e nas letras dos Ratos de Porão, Os Inocentes e Racionais MC’s). O Rei supremo de todos os reis do pop pasteurizado ou não em sub-gêneros, sejam eles os grupos vocais femininos do “Girl Power”, as boy-bands do agronegócio brasileiro, as b-bands do pagode mauricinho paulistano, os New Kids on The Blocks e Westlifes do forró industralizado do Nordeste brasileiro regado a corrupção eleitoral, água oxigenada, soda caustica, implantes de silicone, cheques-moradia e empulhações midiaticas para compra de votos. O Rei superior da música internacional. O senhor do padrão MTV.
Enfim, nos ditames de Randy Jackson (endossados por Marco Camargo, Paula Lima, Kid Vinil, Augusto Xavier, Sheryl Crow, Simoninha e Max de Castro), Michael Jackson não era somente o rei do pop (como escrito nos jornalões e jornalecos do PIG desta sexta-feira). Era o Rei dos Reis de toda a música pop.
Para os assassinos estéticos de misses como Bruna Felisberto (e o mundo em geral), Jacko vai fazer falta.

Autor: João Lima - Categoria(s): Imperialismo midiático, Imprensa monopolista, Independência editorial, Informes e editoriais, Música, Variedades, personalidades, Água oxigenada Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,
25/06/2009 - 01:07

Assunto da semana: o adeus de Abby na última temporada de ER

O livro sagrado da doutora Abby da série ER

É difícil tentar explicar numa ótica mais precisa a partida de uma personagem importante de série dramática como a doutora Abby Lockhart (Maura Tierney), ainda mais em se tratando de uma produção de peso, icônica e épica como a série ER/Plantão Médico (Warner, 4ª, 22h). No episódio levado ao ar na noite de São João, a leitura dos versos bíblicos do “Livro de Abby” foi o grande combustível da fogueira ficcional.
A “grande década” da doutora Abby em ER, como ela mesma descrevera para seus ex-colegas atônitos e surpresos, foi uma espécie de transição entre o carisma de George Clooney e o ocaso do enredo da trama médica da NBC. Foi o divisor de águas entre uma série de ator campeão de cartas e desejo feminino e outra mais documental, dramática e conceitual. A fronteira entre o topo da audiência e seu declínio. Começo, meio e começo do fim.
Se fosse escrita por Janete Clair, tal qual Vende-se um Véu de Noiva (SBT), a vida da doutora Abby Lockhart renderia uma trama à parte. E assim foi feito para marcar a despedida de Maura Tierney do enredo. Logo, uma semana depois de a médica vivida por Angela Bassett (que já interpretou a diva pop Tina Turner nas telonas) assumir as rédeas do pronto-socorro mais famoso do horário nobre.
Com o início da última temporada de ER no Brasil, pode-se deduzir a mesma sentença que Galvão Bueno proferiu na transmissão da cerimônia de encerramento das Olimpiadas de Los Angeles, em 1984: “Isso é o começo do fim”. Começo interessante para o fim de uma grande biografia desenhada com sangue, suor, lágrimas e lembranças de um período importante da teledramaturgia médica. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (28/6)

Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais, Séries Tags: , , , , , , , , , , ,
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