Crescimento
Aos poucos, o TV em Análise Críticas vai acompanhando os passos de seu blog-mãe. Faz parte de um processo evolutivo de nossa filosofia editorial.
Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais Tags: Informes do blogCrítica televisiva e informação independente do mundo do entretenimento
Aos poucos, o TV em Análise Críticas vai acompanhando os passos de seu blog-mãe. Faz parte de um processo evolutivo de nossa filosofia editorial.
Autor: João Lima - Categoria(s): Informes e editoriais Tags: Informes do blogNa esteira das fórmulas de sucesso dos programas Miami Ink e Los Angeles Ink, o People+Arts levou ao ar na noite da última terça-feira (22h) aquele que, talvez, possa ser o embrião-piloto da versão nacional dos realities de tatuagem. Escolha óbvia, o Rio Ink é uma aposta dos canais Discovery para sedimentar a visão externa de cartão-postal dos nossos similares do que já dá certo nos Estados Unidos. Ponto.
A exemplo do que acontece nos programas paternos americanos, o Miami Ink (ou L.A. Ink?) nacional também tem lá sua porção de dramaticidade, quando parte da clientela vai ao estúdio para imprimir na pele lembranças de entes falecidos. Caso da estudante manauense que perdera o namorado no fatídico vôo 3054 (as fotos do prédio da TAM em chamas apareceram na edição). Ou do detonauta Tico Santa Cruz, que teve Iemanjá pintada na perna. Axé.
Por se tratar de um mero especial de 60 minutos, fica ainda impossível mensurar como seria a acepção do Rio Ink caso, a preço de hoje, fosse colocado como programa propriamente dito. Principalmente na casta de artistas globais e não-globais e competidores de BBB (depende do caso). Como documentário, no entanto, a rotina dos artistas do Banzai Tattoo já valeu por toda a programação do mês do canal pago.
Comparações à parte, o fato é que o Rio Ink ainda vai ter que precisar de muita tinta (não-tóxica, de preferência) para chegar ao patamar de estrelato já alcançado pelos artistas do programa-mãe. Para se ter uma idéia desse ambiente, Kat Von D, uma ex-participante do Miami Ink, pegou as malas e mudou-se de mala e cuia para Hollywood. Lá, conseguiu a visibilidade e o programa que queria. Até domingo.
Extraído da crítica inédita do caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo de finados (2/11) (J.E.L.).
A Rede TV! comprou os direitos de exibição da série Barrados no Baile. A original de fábrica, levada ao ar na década passada. A nova versão começa a ser transmitida dia 4 no Sony. Chamadas no ar de ambos os lados.
Autor: João Lima - Categoria(s): Notícias e Pessoal Tags: 90210, Barrados no Baile, Beverly Hills 90210, Canal Sony, Rede TV!, remakesQuem a colonista Fabíola Reipert pensa que é para criticar a cobertura da Record no caso de Santo André? Não custa nada lembrar que a Globo, sócia do Grupo Folha no Valor Econômico, explorou à farta, em 1998, a morte do cantor sertanejo Leandro (da dupla com Leonardo). E isso a empregada dos Frias no Agora São Paulo não reconhece. Em que país pensa que está? Na Chuíça do Padrão Fantástico e seus apaniguados políticos?
Autor: João Lima - Categoria(s): Imprensa, Música, Ética jornalística Tags: Agora São Paulo, Caso Eloá, colonista, Fabíola Reipert, Globo, Grupo Folha, Leandro e Leonardo, Valor EconômicoCom a venda dos direitos das Olimpíadas de 2012 para a Globosat, do monopólio global, ESPN Brasil e Bandsports tentarão a sub-compra destes. Mas, antes, terão de consultar a Record, dona dos direitos exclusivos em sinal aberto.
Autor: João Lima - Categoria(s): Esportes Tags: Monopólio, Olimpíadas, Rede RecordNão se trata necessariamente de uma defesa, mas de colocar a claro a quantas anda a velocidade da fabricação de factóides mentirosos sobre a vida pessoal da cantora e ex-competidora piauiense de reality-shows Gyselle Soares (participou de dois: a versão francesa da Ilha da Sedução, similar do programa exibido em 2002 pelo SBT e o último ciclo da gincana global de férias de início de ano). A patranha (misto de patrulha com sanha) é tão intensa a ponto de inventarem casos falsos com empregados do monopólio da esfera global.
Essa é a prática (e cartilha) irresponsável adotada por colonistas travestidos de noticiaristas de celebridades incrustados, em 99% de sua totalidade, em órgãos da mídia sulista alinhada com os interesses da patrulha mercadológica (e ideológica) globelezada. Caso de Fabíola Reipert, do Grupo Folha, que edita o Agora São Paulo e é sócio da Globo no jornal de negócios Valor Econômico.
Na mesma mão em que cobre tragédias como a ocorrida em Santo André, a banda podre da mídia brasileira de entretenimento inventa essas farsas para incitar, aparentemente, um preconceito disfarçado da imprensa sulista em relação aos leões do Norte-Nordeste. Querem vender jornais e revistas de cunho golpista (caso da Veja, IstoÉ e Época, por exemplo) à custa de falsidades ideológicas previstas no nosso Código Penal. E dar audiência aos Jerry Springers do Lipstick Jungle jornalístico vespertino (caso de Sônia Abrão) e aos Geraldos Riveras travestidos de serviçais do conservadorismo opressor do consórcio Arena-PSDB-Democratas-Projac (caso de Flávio Ricco, Ferreira Netto, Afanázio “Boca Suja” Jazadji y otros más). E a assessoria de Gyselle já sabe muito bem o tamanho do estelionato jornalístico produzido até aqui nos banheiros químicos fétidos, truncados, não-checados e deturpados da notícia.
Do começo da noite de sexta-feira até esta hora, não se tem falado noutra coisa que não tenha sido o desfecho trágico e atrapalhado do seqüestro da menina Eloá e de sua amiga Nayara num condomínio de classe média baixa em Santo André (região do ABC paulista). Obviamente, o tema já é considerado combustível garantido para a companhia circense de terrorismo psicológico “criada” pela ex-jurada e aspirante a “Jerry Springer do batom” Sônia Abrão y otros similares más.
Não vamos polemizar muito nessa história, pois a tradição da grande mídia sulista em transformar tragédias policiais em verdadeiros circos vem desde a extinção da censura pela Assembléia Nacional Constituinte de 1987-88. Isso sem contar as brigas recentes com o Palácio do Planalto, iniciadas em 2004 por conta do malfadado Conselho Federal de Jornalismo.
Agora, cabe apenas à polícia e à Justiça cumprir com os seus papéis de investigação e julgamento. Imprensa não é tribunal. Pensem nisso.
A partir de hoje, todas as críticas produzidas no formato da Coluna da Semana do nosso blog-mãe passarão a ter um pequeno resumo aqui neste espaço na segunda-feira imediatamente após a sua publicação no Jornal Meio Norte. Essa será uma oportunidade que nossos leitores passarão a ter já a partir da próxima semana, quando começa a reforma editorial dos blogs TV em Análise.
Com isso, o TV em Análise Críticas passará a ser atualizado todas as segundas-feiras. O resto da semana (terça a domingo) continuará destinado ao noticiário do nosso blog principal, sempre preservando nossa tradição de uma visão independente do mundo do entretenimento.
Boa leitura a todos!
João Eduardo Lima
Editor e craidor dos blogs TV em Análise