iG
iBest BrTurbo

14/01/2010 - 13:50

COLUNA DA SEMANA: o American Idol depois de Simon e Paula

O fim do ciclo do ouro de Paula Abdul no American Idol

Não chega a ser surpresa nenhuma a troca de cadeiras para a nona temporada do American Idol que estreou ontem à noite no canal pago Sony. A saída da cantora Paula Abdul do corpo de jurados é coisa para ser encarada com a devida naturalidade. Afinal, ninguém em sã consciência agüenta ficar oito anos seguidos na árdua tarefa de exercer o lado bom, conselheiro na revelação da nova nata da música americana.
Entre 2002 e 2009, Abdul, 47, ajudou a formar uma escola de promessas que acabariam por solidificar seus nomes na indústria fonográfica, cinematográfica e, em alguns casos, na atuação televisiva de drama policial de horário nobre. Os 30 milhões de telespectadores americanos que assistiram à primeira noite do Idol sem Paula, na noite da última terça-feira pela FOX, entenderam que estava mais que no momento de mudar. E reciclar a fórmula para melhorar.
A chegada da apresentadora Ellen DeGeneres para ocupar o assento antes de Paula representa bem o espírito a que se propõe o American Idol. Antes que sua concepção seja engolida pela proposta de Simon Cowell (o britânico que pediu para sair antes do lançamento do atual ciclo) de transpor para os padrões americanos a fórmula bem-sucedida de X-Factor, que revelou ao mundo a cantora Leona Lewis.
O final da “era Paula” no Idol é uma coisa. Já o Idol após Simon, passa a ser um capítulo separado a ser pensado e meditado após a final do programa, prevista para maio. Abdul sai, mas as lições de incentivo aos calouros que soltaram suas vozes, fosse para cantar comédia ou cantar de verdade, entram definitivamente no livro de ouro do padrão de comportamento da cultura de realities. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (17/1)

Autor: João Lima - Categoria(s): Coluna da Semana, Música, Reality-shows Tags: , , , , , , ,
30/12/2009 - 19:43

COLUNA DA SEMANA DE ANO NOVO: A grande década dos realities

A grande década da televisão de reality shows

Impossível nessa altura do campeonato fazer uma retrospectiva de 2009 no cenário televisivo. Pior ainda em se tratando do final de uma década, a década de 2000 (ou os anos 00, como queiram). O grande feito televisivo dos anos 00 não foi o surgimento de nenhuma nova grande força na mídia (basta as já existentes). Mas do nascimento, crescimento e evolução contínua dos reality-shows competitivos.
Pensar que essa coisa toda começou com um mero programa da CBS americana denominado Survivor, adaptado pela esfera global com o selo de No Limite, não é mera ilusão diante da selva de programas do gênero (entre musicais, programas de talentos e jogos corporativos) que pipocariam cá após 2001, com a Casa dos Artistas, célula tronco do SBT para o que é hoje A Fazenda. Mas não com essa aura toda de especial de Natal e passagem de ano.
Não foi à toa que a tsunami dos realities varreu numa onda só todos os conceitos arcaicos de se fazer televisão. O Big Brother, incorporado ao calendário global em 2002, virou a máquina de mídia de anônimos mais importante que se tem registro neste país. Odeiem ou não, o “establisment” dos realities veio para ficar. Em cores, tons, sons e sinais audiovisuais permanentes, definitivos e irreversíveis. A coisa colou.
No ritual sagrado de passagem dos anos 00 para os anos 10 ou 2010, o padrão cultural de comportamento dos reality shows de competição se traduz nos sonetos dos derivativos da franquia do American Idol, nas guerrinhas de passarela do padrão America’s Next Top Model e nas pranchetas de estilista do Project Runway. Guardadas as proporções, este é o Feliz Ano Novo da televisão de realidade.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (3/1). Feliz Ano Novo!

Autor: João Lima - Categoria(s): Coluna da Semana, Editoriais, Informes, Reality-shows Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
19/11/2009 - 13:48

Esses “sábios” da gaeta(*) não sabem quem é Matt Giraud. Nem querem saber o que o foi o Great American Songbook


Espectador reage após ver entrevista de Martha Rocha ao Mau Dia Rio

Tomando como base o que Martha Rocha “comentou” acerca da entrevista tendenciosa de Nayla Micherif e Evandro Hazzy ao Toda Sexta do dia anterior à eleição de Larissa Costa como a representante brasileira no último Miss Universo, há mais chances de mantermos o que fora escrito originalmente do que capitular às distorções de oportunistas de plantão. E assim será feito.
Veja o cancioneiro que a gaeta(*) quer sabotar para o Miss Brasil 2010 ser sediado… em Brasília
Como já havíamos dito acerca da eliminação de Matt Giraud do último American Idol, ele e a gaeta(*) perderam o ônibus leito da história do Miss Brasil e do Miss Universo ao deixarem que Martha Rocha (não a ex-miss Brasil, acredito) tenha deturpado nossa visão acerca do assunto. Os “universotários” de redação do RJTV, do Mau Dia Brasil e do Por Fora da Hora da Globo News não querem saber quem foram Richard Rodgers e Lorenz Hart. Os estagiários de redação da massa de manobra de Ali Camel(**) não estão interessados em saber que My Funny Valentine (composta em 1937 para o musical Babes in Arms) apareceu em mais de 1300 álbuns, cantados por mais de 600 artistas. Da finada Aaliyah ao próprio Giraud, passando por Chet Baker, Frank Sinatra, Miles Davis, Barbra Streisand (não confundir com Bárbara Palacios) e muitos outros.
Os chefes e tzares da gaeta(*) não estão interessados na discografia de Matt Giraud nem na de nenhum dos vencedores ou finalistas do AI. Querem que o Miss Brasil em termos musicais continue a ser esse duto de lixo tóxico empulhado pelas grandes gravadoras. Nayla Micherif não quer saber de Ruben Studdard ou Fantasia Barrino e sim de Jorge Aragão ou de Alexandre Pires.
Se Martha Rocha pesquisasse mais um pouco, descobriria que quando Natália Guimarães ficou em segundo no Miss Universo (em 2007), My Funny Valentine fora gravada nas vozes de Thomas Quashtoff, Joey McIntyre e Tiger Lilies em seus respectivos trabalhos. E não estaria submetida aos joguinhos de manipulação editorial impostos goela abaixo pela dita “imprensa missológica”.

(*)gaeta é o modo como a Gaeta Promoções e Eventos deve ser escrita; sempre em minúsculas, para provar o quanto o Brasil é uma sub-Venezuela ou um Porto Rico tamanho-família (tipo esses sanduíches Whooper do Burger King, Big Bob, Big Mac e afins) em termos de misses.
(**)”Ali Camel é aquele que se utiliza da Globo para povoar mentes desérticas e disseminar idéias golpistas e conservadoras sem muito sucesso”. (Paulo Henrique Amorim)

Publicado originalimente no Críticas em 14/11

Autor: João Lima - Categoria(s): Editoriais, Música, Misses, Projetos Especiais, Reality-shows Tags: , , ,
04/08/2009 - 13:33

Elaine Guimarães, a contravenção, os carros da Folha, os tacões da ditabranda e o concerto para Bangladesh

Ontem ao assistir ao SAP MTV (comandado pela Luísa Micheletti), chorei ao ver George Harrison cantando While My Guitar Gently Weeps no Concerto para Bangladesh, realizado no Madison Square Garden nova-iorquino na tarde e na noite de 1º de agosto de 1971. Naquela ocasião, foram arrecadados (em valores da época) módicos 243.418,51 (só em ingressos) em favor das vítimas das atrocidades políticas da Guerra de Independência do país asiático (ex-colônia inglesa como a Índia de Lara Dutta, Sushmita Sen e da censora Juliana Paes) e dos desabrigados pelo tufão Bhola, que atingiu a região no ano anterior assistidos pelo Unicef (o Fundo das Nações Unidas para a Infância).
Na sonora da guitarra solo de Eric Clapton estava o mais nítido sentimento de pena e revolta contra a má ultilização da verba pública num país da América do Sul denominado Brasil, cujos agentes públicos ligados à direita conservadora, atrasada e pseudo-neoliberal insistem em transformá-lo numa Venezuela sub-desenvolvida e mal copiada. Nas vozes dos 11 homens finalistas do American Idol da turma de David Cook, David Archuleta (e de Syesha Mercado) estavam os backing vocals perfeitos para completar esse soneto de protesto contra o uso de recursos do Erário de alguns Estados (Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, só para citar alguns) para apoiar suas respectivas candidatas ao título de Miss Brasil-Miss Universo (Só na edição de 2009, realizada no Memorial da América Latina no dia 9 de maio, os governos destinaram recursos de suas verbas sociais para pagar as despesas de estadia em São Paulo de misses como Rayanne Morais, Larissa Costa e Bruna Felisberto, cujas classificações só foram possíveis através de esquemas de compra de votos e extorsão de jurados, além da notória intimidação a jornalistas e blogueiros independentes).
Na época do Concerto para Bangladesh (lançado em filme em 1972 e mais tarde em DVD), era comum a Empresa Folha da Manhã S.A. (dona dos jornais Falha (ou Folha) de S. Paulo e agora s. paulo) emprestar seus carros de reportagem (ou reporcagem) para os torturadores assassinos da repressão incrustrada nos temidos DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) e DOI-CODI (Destacamento de Operações e Informações-Centro de Operações de Defesa Interna) e apoiada pela Rede Globo e afiliadas (que ainda exibiam o Programa Sílvio Santos) e pela revista Manchete (que dava ênfase aos concursos de misses neste país tanto quanto a agonizante rival O Cruzeiro, ligada aos Diários Associados).
A Folha emprestava seus Rural Willys de cobertura jornalística e distribuição de jornais para os torturadores na mesma velocidade que, nos dias atuais, a mídia afiliada da globo no Rio Grande do Norte dá “ênfase” aos concursos de beleza. E, da mesma forma, deturpa estatísticas em favor de audiências incautas e da vendagem de jornais furrecas travestidos de versões não-autorizadas de NCIS, CSI: NY, Law & Order, Law & Order: Special Victims Unit e Law & Order: Criminal Intent.
No Rio Grande do Norte dos dias atuais, Glaucia Marsilac é o George Harrison de calça justa, da saia justa da Maitê Proença no cassetete por assinatura(*) chamado Multishow e batom da manipulação de informações missológicas do Show de Horror do RNTV da InterTV Cabugi, operada pelo braço mineiro (com ramificações cariocas) do monopólio de Miley Cyrus e dos Jonas Brothers na terra de Gilliard e Marina Elali (Em 2008, a InterTV quis comprar a TV Leste de Governador Valadares (MG) para obrigar esta a renovar seu contrato de afiliação, que vigorava desde 1986-87 [quando parou de ser uma mera repetidora da Rede Manchete]. Deu com os burros n’água e a TV Leste migrou para a Record. No fim das contas, terminou comprando a inexpressiva TV dos Vales [afiliada deficitária e sem nenhuma expressão da rede paulista]).
Na época em que o Grupo Folha financiava o aluguel de seus carros para a repressão (e do Concerto para Bangladesh, a mineira Elaine Parreira Guimarães acabara de obter o quinto lugar no concurso de Miss Universo. A ligação deste último sobrenome com o do notório capitão Aílton Guimarães Jorge, chefão da contravenção carioca do jogo do bicho no samba e da repressão política na então Cidade Maravilhosa, não deve ser encarada como uma mera coincidência: precisa ser bem pensada para que as novas levas de universitários de nossas escolas de comunicação não sejam enganadas e sejam transformadas pelo PIG em “universotários” (conceito ditado pelo Lobão numa entrevista ao programa da Marimoon no ano passado). A mesma regra vale para a juiz-forana Natália Guimarães, que vai comentar o certame deste ano num canal a cabo.
O Rio Grande do Norte é a Bangladesh missológica nacional, com IDH do país asiático (devastado pelo tufão Bhola de 1970 e da guerra sangrenta por sua independência) com dinamismo econômico maquiado da Tailândia, regado a ação publicitária de David Beckham ao vivo na CNN numa praia chamada Cabo de São Roque. Ali, nenhuma pilastra de seu projeto de resort foi erguida até agora. Como a Meredith Vieira do Mau Dia Brasil, os executivos gringos de Beckham e do ator Antonio Banderas (ouvidos pelo repórter Luciano Júnior) colocam a culpa na crise. Crise essa causada pelo estelionatário Bernard Maddoff (agora atrás das grades) e pelas extravagâncias dos fundos imobiliários Fannie Mae e Freddie Mac (a dupla não-sertaneja das marolinhas do PIG).
Está mais que na hora dos apoiadores brasileiros da Miss Universo Canadá, neste ano a paulista Mariana Valente, se engajarem e organizarem um Concerto para (a Liberdade de Expressão na) Bangladesh (Missológica Brasileira), em favor da verdade dos fatos. E contra a manipulação imposta pelos coroneis tucanófilos mineiros-cariocas da gaeta e de Chico de Oliveira (coordenador estadual da Miss Brasil da máfia de Nayla Micherif).
Até o fechamento deste post, às 13:17, o Alberto Contador da Miss Universe Organization apontava Larissa Costa com apenas DOIS centésimos de diferença atrás da indonésia Zivanna Letisha Siregar (22713 votos e média de 2,84 contra 39513 votos e média de 2,86). Mariana amargava um preocupante 27º lugar (média de 2,54 e 1373 votos). E, sem sequer figurar nas listas de favoritas da GlobalBeauties, Missosology e outras revistas eletrônicas especializadas.
É por essas e outras razões que nomes do porte de Jill Hennessy, Peaches, Avril Lavigne, Alanis Morisette, Bryan Adams, Celine Dion, Chad Kroeger do Nickelback, Shenae Grimes do Barrados no Baile original, Shania Twain, Mallu Maglhães, Adryana Ribeiro, Fabrizio Martinelli, Luís Carlos do Raça Negra, Megh Stock da extinta banda Luxúria e André Matos (ex-Shaaman e Angra) precisam cantar While My Guitar Gently Weeps para angariar fundos em favor da democratização da informação em nossa pobre blogosfera, missológica ou não. E contra as deturpações que atravessam o samba-enredo de nossa história de lutas, glórias, mártires e infortúnios.

(*)Empregamos esse conceito porque, na definição de Brasil segundo o livro bairrista-racista de Ali Kamel, “TV a cabo de pobre é cassetete”.

Autor: João Lima - Categoria(s): Editoriais, Eventos, Imprensa marrom, Música, Misses, Personalidades, Projetos Especiais, Registros Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
14/07/2009 - 11:55

Ryan, invejai os exitos de Rodrigo Faro!

Se o titular do American Idol renovou até 2012, Ryan Seacrest vai se assustar ao saber que o apresentador do Ídolos da Record renovou até 2017.
A diferença é que Ryan tem cinco empregos. Rodrigo Faro, neste pais (que, segundo o músico Herbert Vianna, alguem te disse que um dia era nosso), só tem um.

Autor: João Lima - Categoria(s): Música, Notícias, Reality-shows, Variedades Tags: , , , , , , ,
19/06/2009 - 10:53

Bahamas 2009: Mais um nome para o listão de Trump; quem vai apresentar o Miss Universo?

Depois da exibição do segundo episódio da última temporada de ER na Warner, anteontem à noite, ficou cada vez mais nítida a impressão de que Angela Bassett é, além de uma grande atriz, uma forte candidata a ser mestre-de-cerimônias do Miss Universo 2009 (ou integrar seu corpo de jurados). Isso, apesar de a mídia missológica já ventilar nomes como os de Sanjaya Malakar, Spencer e Heidi Pratt, Janice Dickinson e Stephen Baldwin para ambos os postos. Ou, nos casos de Heidi e Sanjaya (ambos cantores), fazerem os dois números musicais da noite (provas de trajes de banho e de gala, respectivamente).
Com a força da personagem de Bassett no programa (a doutora Catherine Banfield, nova chefe do pronto socorro da ficção), essa condição ficaria cada vez mais evidenciada. Mas ER já acabou nos Estados Unidos e, por lá, essa hipótese parece cada vez mais nula. Apostar em nomes do elenco de I’m a Celebrity… Get me Out of Here! é a grande saida da NBC para preencher o vacuo de estrelas que vai ficar no júri. Isso dada a lapada de renovação que a grade nobre da emissora vai sofrer a partir de setembro.
Mas, atenção: há a possibilidade de Bassett e seu marido, o ator Courtney B. Vance, o ex-promotor Ron Carver de Law & Order: Criminal Intent, formarem o primeiro casal de apresentadores afro-descendentes de toda a história do Miss Universo. Um grande progresso, afinal será (se isso se confirmar) a primeira dupla afro-americana a comandar o certame.
Feitas as apostas, agora é esperar até agosto para ver quem (da lista octópula ou não) vai ser contemplado com os postos de mestres-de-cerimônia, jurados ou atrações musicais. Isso, apesar de o site oficial do certame ainda não ter dito nada a respeito.

Autor: João Lima - Categoria(s): Eventos, Música, Misses, Notícias, Projetos Especiais, Variedades Tags: , , , , , , , , , , , , ,
18/06/2009 - 11:31

O mundo-cão da idiotização de Hannah Montana

Desde que o Brasil foi descoberto há pouco mais de cinco séculos atrás, a mídia de entretenimento do país é vítima de todo golpe possível das artimanhas idiotizantes e alienantes das arapucas armadas pelo imperialismo criminoso das Organizações Globo e de seus “amiguinhos” políticos, rularlistas, pedófilos, pseudo-intelectuais, escravagistas, assassinos de trabalhadores rurais, blogueiros independentes e jornalistas de oposição ao “establishment” globelezante, feministas radicais e liberticidas incrustados nos gabinetes refrigerados das redações do eixo Rio-São Paulo. Notadamente àquelas ligadas à ditabranda do Grupo Folha e ao regime racista do Grupo Abril-Naspers.
Curiosamente, a mesma Abril-Naspers é sócia da norte-americana Viacom na MTV Brasil. É a mesma Abril-Naspers que recebe benesses do governo tucano de José Serra na distribuição de encalhes de suas revistas para as escolas da sucateada rede de ensino de São Paulo (incluindo-se aí os famosos “livros pornográficos” que tem ex-Sisters na capa). A mesma Abril-Naspers que apóia abertamente a PEC do Calote, para desespero de famílias de aposentados que há anos amargam na fila para receber uma mísera indenização do Estado ou dos municípios. A Abril-Naspers apóia o genocídio dos velhinhos paulistas e das viuvinhas do calote indenizatório. Defende o Holocausto da democratização da informação e o amordaçamento da liberdade de opinião.
Por outra frente, a Globo e os Grupos Estado e Folha trabalham linhas editoriais fascistas, que remontam aos piores tempos de Mussolini e Hitler. Impõem tecnologia digital para a ânsia do atendimento aos interesses da cartolagem da FIFA e da CBF. Impõem alienação às mentes mais sensatas. Tentam comprar jurados independentes de concursos de misses para fabricar as suas. Fazem conchavos com as piores espécies de políticos das Minas Gerais para endossar as práticas criminosas dos promotores locais de concursos de beleza na sociedade que estes mantem com missólogos gaúchos. E, por fim, acobertam os crimes médicos dos amigos destes últimos. São sócios num jornal de negócios (Valor Econômico) e num site de classificados (o Zap) para tentarem confundir a opinião pública. Pagam mesadas a jornalistas desses grupos para não emitirem opiniões que não sejam as de suas mentalidades coronelistas atrasadas.
Num pais em que se fazem homens e livros, como já assinalou Monteiro Lobato, a espinha dorsal de sua mídia trabalha com uma mentalidade amercanófila-cachorra de baile funk da Gaiola das Popozudas do tucanato do tacão repressor da USP/Sorbonne/Harvard. Troca Kelly Key por Miley Cyrus em troca de favores mercenários-imbecilizantes causadores do atraso educacional deste país. Coloca Hannah Montana nas suas casas para provocar o aumento da repetência e da evasão escolar na rede pública e privada de ensino. Pensa erradamente que novela da Record, SBT ou Band é coisa passageira. Não é. Novela na concorrência não se mede só por audiência e sim pelos empregos que gera à classe artística. E pela liberdade de mercado que proporciona. Ídolos não é oportunismo, A Fazenda também não o é. Não estamos atrás de novos Diegos Alemão ou Íris Stefanellis e sim de nossos David Cooks, Kellys Clarkson, Ruben Studdards, Fantasias Barrino, Carries Underwood, Taylors Hicks, Jordins Sparks ou Kris Allens. Rafael Barreto e Rafael Bernardo estão aí para provar o quanto esses idiotas estão errados.

Autor: João Lima - Categoria(s): Editoriais, Imprensa marrom Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,
17/03/2009 - 12:09

Lá e cá

Enquanto aqui no Brasil, Naiá e Josiane brigam para permanecerem na famosa gincana globelezada, no American Idol os 11 finalistas que sobraram vão para mais uma série de shows individuais, sempre com músicas de um determiado artista. O resultado você confere sábado (18h) no Sony.

Autor: João Lima - Categoria(s): Música, Reality-shows Tags: , , , ,
12/03/2009 - 13:22

COLUNA DA SEMANA

Repescagem do oitavo American Idol serviu como coador

Sabe aquela máxima do “sempre cabe mais um”? O mote do comercial de desodorante dos anos 80 do século passado foi levado em conta na decisão inédita do júri do American Idol (Sony, sábado, 18h e domingo, 19h) em conceder 13 ao invés das habituais 12 vagas para a fase final, que começou neste fim-de-semana. Isso, após um doloroso e traumático processo de repescagem, regado a choro.
O recurso da repescagem, adotado no programa especial exibido aqui no domingo passado, estava em desuso desde os primórdios da versão norte-americana do programa Ídolos, entre 2002 e 2004. Dessa casca saiu gente como a também atriz Jennifer Hudson, ganhadora do Oscar e do Grammy local. Não deixa de ser uma má idéia. Mas dá a impressão aparente de o Idol ter se amoldado à bolha de vidro do último BBB. Coincidência?
Seguindo ou não essa estética, o fato é que os produtores do American Idol chegaram à fórmula da repescagem inspirados na assepsia das competições milionárias, midiáticas e cinematográficas do futebol americano. Acertaram nesse ponto. O problema nesse parâmetro é privar o público de alguns candidatos mais performáticos e menos aclimatados as exigências do mercado fonográfico. Sem comentários.
Com o carro de transporte alternativo do oitavo AI já lotado, resta dizer que não há espaço para exibicionistas profissionais e cantores de chuveiros que lotaram as sessões de teste realizadas em várias partes dos Estados Unidos e até na ilha de Porto Rico. Desde garota de biquíni até um tal de “Norman Gentle”, esses aspirantes a pop-star contentam-se agora com os minutos de fama que lhes restam. Até domingo.

Publicação simultânea com o caderno Notícia da TV do Jornal Meio Norte que circula no domingo (15/3)

Autor: João Lima - Categoria(s): Música, Reality-shows Tags: , , , , , ,
Voltar ao topo