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02/07/2009 - 15:14

Se for a Índia, visite:

Nova Delhi_é a capital do país.Merece destaque,pelo contraste entre a numerosa população pobre e os luxuosos templos,palácios e ruínas monumentais.Muito legal!

Mumbai_se quiser ir á Índia,deve passar por lá.Pode fazer um bom lanche,já que a gastronomia é um destaque.

Jaipur_é a cidade das”pedras avermelhadas”.As muralhas e os fortes te levam ao mundo medieval-contempo.

Khajuraho_as esculturas se destacam aqui(Cuidado com as crianças!)O erotismo esta marcate nas esculturas.

Agra_se você não passar por lá em sua viagem é um falso turista.Lá esta o Taj Mahal,uma das mais deslumbrantes construçoes do mundo.

Varanasi_é uma caidade sagrada,ao lado do curioso Rio ganges:por mais que dê nojo a um turista,é puro para os hindus.É impressionante o tanto que eles cultuam o rio,o que devemos respeitar.

Kathmandu_completando o seu tour,é de lá que você parte para o Himalaia.É um ótimo passeio e..sem medo do”Abominável homem das Neves”

_sua viagem será inesquecível.Mas não se esqueça:devemos sempre respeitar outras culturas,por mais estranhas que nos pareçam!

Guilherme Brugger Garcias

Autor: montessori_211@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
02/07/2009 - 14:49

Comida Indiana no Microondas!!!

A India possui uma cultura milenar, cujos costumes são bem tradicionais e conservadores. Apesar disso, a India não parou no tempo e se adaptou a modernidade e as novas tecnogias. Vejam um exemplo: Lá, o ato de cozinhar, é feito como uma oração e antes de ser consumido, o alimento é oferecido em comunhão ao Supremo, geralmente em um altar doméstico, com devoção e amor. Após essa oferenda, o alimento torna-se prasadam (misericórdia). Só então será compartilhado por todos. A dieta indiana é majoritariamente vegetariana e a arte de combinar os alimentos com diferentes temperos e especiarias sempre foi um motivo de pesquisa e fascínio desde muito tempo, quando todos os povos acorriam à Índia por suas riquezas e especiarias. Apesar de toda essa tradição, descobrimos uma receita indiana, bem no metodo ocidental: COZINHAR NO MICROONDAS!!! Aí vai uma recitinha básica, para vocês:

                              Aloo Rajma ka Salad   

                          (Salada de Batata e Feijão)

Porções: 4
Tempo de preparo(aprox.): 5 minutos
Estilo: Vegetariano do Norte da Índia

INGREDIENTES:

4 batatas cozidas, descascadas e cortadas em cubos
2 xícara(s) de feijão cozido
2 cebola(s) bem picada(s)
1 pimenta(s) verde(s) amassada(s) com sal
1 colher(es) de chá de óleo
sal, pimenta-do-reino e suco de limão à gosto
coentro ou salsa para guarnição

MODO DE PREPARO:

  • Coloque o óleo em uma tigela funda, própria para microondas. Adicione a cebola e a pimenta. Leve ao microondas em potência alta (100%) por cerca de 2 minuto(s) ou até que a cebola fique transparente.
  • Misture as batatas cortadas, o feijão, sal, pimenta e suco de limão. Cubra a tigela com filme plástico ou tampe e leve novamente ao microondas em potência alta (100%) por 2 minuto(s).

DICAS:

  • Quando o tempo de cozimento em forno de microondas para um passo da receita exceder 2 minutos, é recomendável que se mexa regularmente em intervalos, para evitar que queime.
  • Tempo de descanso é um passo muito importante para se completar o processo de cozimento do prato no microondas. O ideal é que se deixe o prato descansar por 5 minutos antes de servir.
    Sirva gelada ou à temperatura ambiente com:coentro ou salsa picada.

                                                                                            Felipe Carvalho de Macêdo

Autor: montessori_211@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
30/06/2009 - 20:00

A India que a novela não mostra!!!

  A Índia tem 1,1 bilhão de habitantes e 92% da população é considerada pobre ou miserável, pelos padrões da ONU . Suas ruas são repletas de lixo e não existe higiene no preparo dos alimentos nas ruas. Os animais andam e defecam por todos os lugares, sendo recebidos até dentro das casas, pois muitos são considerados deuses, como as vacas. Essa miseria é causada pelo domínio das castas sob apoio de uma religiosidade traiçoeira e mórbida.

Observe a reportagem abaixo e as fotos a seguir ( não são montagens ):

 

  O Rio Ganges é extremamente sujo, cheio de lixo , esgoto e cadáveres passam boiando a todo o momento, isso de ser atribuído ao Ganges a origem e o fim da vida, por esse motivo eles costumam jogar seus mortos nos rios quando não conseguem queimá-los.E ASSIM, PESSOAS E CARNIÇA DE DEFUNTOS CONVIVEM LADO A LADO NO RIO”SAGRADO”. Portanto,a ilusão de uma religião e um mundo fantástico vindo das Índias, promovida pela Rede Globo, cai diante da realidade do país em foco. Sua religiosidade e os seus inúmeros deuses de nada serviram para no mínimo conduzir esse povo num caminho de bom senso, de eqüidade, de higiene. Ao contrário de se procurar assimilar sua cultura e crença ignorando a sua realidade, precisamos levá-los à verdade.  

 

                                                                     Felipe Carvalho de Macedo

Autor: montessori_211@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
30/06/2009 - 18:00

Hinduísmo

 

O Hinduísmo é uma das religiões mais antigas do mundo. Não há um fundador desta religião. O Hinduísmo, na verdade, se compõem de toda uma intersecção de valores, filosofias e crenças, derivadas de diferentes povos e culturas.

Para compreender o Hinduísmo, é fundamental situá-lo historicamente. Por volta de 3 000 a.C., a Índia era habitada por povos que cultuavam o Pai do Universo, numa espécie de fé monoteísta. Pouco depois, em 2 500 a.C., floresceu a civilização dravídica, no vale do rio Indo, região que hoje corresponde ao Paquistão e parte da Índia. Os drávidas eram adeptos de uma filosofia de louvor à natureza, de orientação matriarcal e baseada no princípio da não-violência. Porém, em 1 500 a.C., os arianos invadiram e dominaram aquela região, reduzindo os antigos drávidas à condição de “párias” – espécie de sub-classe social, que até hoje permanece sendo a casta mais baixa da pirâmide social indiana.

Hinduísmo Védico e Hinduísmo Bramânico

Na primeira fase do Hinduísmo, que recebe o nome de Hinduísmo Védico, temos o culto aos deuses tribais. Dyaus, ou Dyaus-Pitar (”Deus do Céu”, em sânscrito), era o deus supremo, consorte da Mãe Terra. Doador da chuva e da fertilidade, ele gerou todos os outros deuses. O Sol (Surya), a Lua (Chandra) e a Aurora (Heos) eram os deuses da luz. Divindades menores e locais são as árvores, as pedras, os rios e o fogo. A partir da influência ariana, o simbolismo de Dyeus passou por uma transformação e tornou-se Indra, jovem divindade que rege a guerra, a fertilidade e o firmamento. Indra representa os aspectos benevolentes da tempestade, em contraposição a Rudra, provável precursor do deus Shiva, o destruidor. Também nesse período surgiram diversas outras divindades, inclusive Asura, representante das forças maléficas.

Na segunda fase do Hinduísmo, que recebe os nomes de Vedanta (fim dos Vedas) ou Hinduísmo Bramânico, ocorre a ascensão de Brahma, a divindade que simboliza a alma universal. Brahma é um dos deuses que compõem o Trimurti (Trindade) do Hinduísmo. Ele representa a força criadora. Os dois outros deuses são Vishnu, o preservador, e Shiva, o destruidor. Neste momento, surge a figura dos brâmanes, que compõem a casta sacerdotal da tradição hindu. Os rituais ganham uma série de componentes mágicos e elaboram-se idéias mais complexas acerca do Universo e da alma, inclusive conceitos como o de reencarnação e o de transmigração de almas.

Mais História – A terceira fase

No século 12, a Índia é invadida pelos muçulmanos, e grande parte de sua população é forçada à conversão. Aliás, o termo hindu designava qualquer pessoa nascida na Índia, mas a partir do século 13 este termo ganhou uma conotação religiosa, tornando-se sinônimo de “nativo não-convertido ao Islamismo”.

A influência muçulmana se faz sentir dentro da ritualística hindu, pois uma das características marcantes do Hinduísmo é sua capacidade de absorver novos elementos e agregá-los ao seu sistema de crenças. Isso também ocorre quando, no século 18, o Cristianismo se insere no universo indiano, pela influência predominante dos colonizadores franceses.

Este Hinduísmo híbrido também se divide em várias correntes, cujos expoentes são gurus como Sri Ramakrishna (1834-86), Vivekananda (1863-1902) e Sri Aurobindo (1872-1950). O que essas correntes têm em comum é a preocupação em estender o trabalho espiritual ao âmbito social, por meio de trabalhos filantrópicos e assistenciais.

Por força dessa nova fase, a própria organização social da Índia – em sistema de castas -, começa a perder o sentido, pois existe um clamor ético por igualdade e solidariedade. O maior mestre do Hinduísmo moderno é Mahatma Gandhi (1869-1948), conhecido no Ocidente como chefe político, mas venerado na Índia como guru espiritual. Gandhi, adepto da Ahimsa (o princípio da não-violência), apregoava a importância do homem exercer perfeito controle sobre si mesmo.
Hoje, o Hinduísmo é a crença predominante na Índia. Mais do que uma religião, ele se caracteriza como uma tradição cultural, que engloba modo de viver, ordem social, princípios éticos e filosófica.

As Escrituras Sagradas

VEDAS: Primeiros livros do Hinduísmo, surgidos aproximadamente no ano de 1 000 a.C., que aglutinam quatro coletâneas de textos. Dentre eles, destaca-se o Mahabharata, que contém o poema épico Bhagavad Gita (A Canção do Senhor). O conteúdo dos Vedas oscila entre o Monoteísmo (culto a um deus único) e o Politeísmo (culto a diversos deuses).

UPANISHADS: Essas escrituras, que podem ser traduzidas como Doutrinas Arcanas, foram redigidas por místicos que representam o expoente máximo do Bramanismo (uma das vertentes do Hinduísmo). Sua estrutura é a de uma série de diálogos entre mestres e discípulos, cujo ensinamento fundamental é o seguinte: o mundo em que vivemos é feito de maya (ilusão), e embora possamos ter a impressão de que o mundo é real, a única verdade é Brahma, a divindade suprema.

Fundamentos importantes

  • Para o Hinduísmo, as pessoas possuem um espírito (atman), que é uma força perene e indestrutível. A trajetória desse espírito depende das nossas ações, pois a toda ação corresponde uma reação – Lei do Carma.
  • Enquanto não atingimos a libertação final – chama de moksha -, passamos continuamente por mortes e renascimentos. Este ciclo é denominado Roda de Samsara, da qual só saímos após atingirmos a Iluminação.
  • Os rituais se compõem de dois elementos principais: Darshan, que é a meditação / contemplação da divindade, e o Puja (oferenda).
  • A alimentação vegetariana é um dos pontos essenciais da filosofia hindu. Isso porque é livre da impureza (morte / sangue), e como todo alimento deve ser antes oferecido aos deuses, não se poderia ofertar algo que fosse “sujo”.
  • As preces são entoadas como cânticos no idioma sânscrito, língua “morta” que deu origem ao hindi e a um grande número de dialetos praticados na Índia. Essas preces recebem o nome de mantras. Os mantras são dirigidos a diversas divindades, ou estimulam qualidades pessoais. Em geral, são entoados 108 vezes, e para sua contagem utiliza-se o japa-mala (colar de contas), uma espécie de “rosário”, confeccionado em sândalo ou com sementes de rudraksha (árvores consideradas altamente auspiciosas pela tradição indiana).

O mantra mais importante é o OM, “sílaba sagrada” que representa o próprio nome de Deus. OM é a semente de todos os mantras e princípio da

Autor: montessori_211@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
28/06/2009 - 09:17

Principais Pontos Turísticos

                               Resumidamente, os principais monumentos da Inda são:

- Edifício da Corporação Municipal
- Museu do Príncipe de Gales
- Bairro do Forte
- Torres do Silêncio
- Museu Ship Vikrant
- Galeria Nacional de Arte Moderna
- Galeria de Arte Jehangir
- Zoológico de Mumbai
- Jardins Victória

Aqui vai um poco da História dos monumentos mais belos e interessantes da india:

 

              Portal da Índia

  A Porta da Índia é um monumento situado no chamado “caminho dos reis” ou Rajpath na cidade indiana de Nova Delhi.
      

Este arco do triunfo, chamado inicialmente “Memorial de todas as guerras indianas”, foi construído  para lembrar os soldados indianos caídos durante a Primeira Guerra Mundial e as Guerras Afegãs de 1919. Os nomes destes soldados, 85.000 no total, estão inscritos nas paredes do monumento.
A construção da Porta da Índia, de um estilo claramente colonial, começou em 1921 e terminou em 1931. Desde 1971 que se encontra sob o monumento um túmulo do soldado desconhecido com uma chama eterna, conhecida como Amar Jawan Jyoti, dedicada a honrar os soldados desconhecidos mortos nos confrontos entre Índia e Paquistão que tiveram lugar nesse mesmo ano.
Na parte superior do monumento pode ler-se o seguinte texto:
“Aos mortos do exército da Índia que caíram com honra em França e Flandres, Mesopotâmia e Pérsia, este de África, Gallipoli e em qualquer lugar do próximo ou longínquo oriente e na sagrada memória dos que deixaram seus nomes inscritos ao cair na Índia ou na fronteira noroeste durante a Terceira Guerra Afegã.”
O monumento tem uma altura total de 42 metros e está situado na confluência de diversas ruas importantes. O trânsito em redor deste arco de triunfo é muitas vezes motivo de conflito devido aos contínuos cortes na circulação provocados pelo risco de ataques terroristas. A zona onde se situa a Porta da Índia, rodeada de zonas relvadas, é um dos destinos preferidos das famílias de Delhi durante os dias.  

    Hotel Taj Mahal

 

 Mumtaz-j-Mahal, a esposa favorita de Xá Djahan, quinto rei da dinastia mongol que reinou de 1628 a 1658, deu ao xá da Índia 7 filhos. Morreu depois do nascimento do oitavo, em 1629, no sul da Índia. O Grande Mongol mandou transportar seu corpo para Agra, onde foi enterrada nos jardins junto ao rio Djamma. Em homenagem a sua esposa, o Imperador mandou construir sobre o seu túmulo um monumento.

  O Xá Djahan, mandou vir os mais famosos arquitetos e artistas para a construção do monumento que veio representar todo o seu amor por Mumtaz-j-Mahal, o Taj Mahal. Vinte mil trabalhadores estiveram ocupados durante 17 anos para erguer-lo.   

   A simplicidade do desenho e a suntuosidade da realização misturam-se numa maravilha de arte que compete, em matéria de sublime beleza, com os templos gregos e as mais famosas catedrais da Idade Média e do renascimento.

 

    Museu Mahatma Gandhi

 

Conhecido popularmente por Mahatma Gandhi, foi um dos idealizadores e fundadores do moderno estado indiano e um influente defensor do Satyagraha(princípio da não-agressão, forma de protesto)como um meio de revolução. Gandhi se envolveu com o Congresso Nacional Indiano e com o movimento pela independência. Sua prisão foi decretada diversas vezes pelas autoridades inglesas, prisões às quais sempre se seguiram protestos pela sua libertação.  Entretanto, no dia 13 de Janeiro de 1948 , Gandhi foi assassinado a tiros, em Nova Déli, por Nathuram Godse, um hindu radical que responsabilizava Gandhi pelo enfraquecimento do novo governo ao insistir no pagamento de certas dívidas ao Paquistão. Godse foi depois julgado, condenado e enforcado, a despeito do último pedido de Gandhi que foi justamente a não-punição de seu assassino.

                                                                                      Luíz Herrique P. Duarte

 

 

 

 

Autor: montessori_211@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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