24/04/2009 - 18:18

Netbooks 2.0: mais um desafio para o setor de PCs?
Uma nova categoria de netbooks, microcomputadores portáteis menores e mais baratos, pode abalar a estrutura do setor de tecnologia da informação este ano e tem o potencial de trazer novos concorrentes para um mercado já altamente competitivo.
A maior mudança nos computadores de tamanho reduzido estará naquilo que eles não terão: chips da Intel ou o sistema operacional Microsoft Windows, que dominam os atuais netbooks.
Os novos netbooks, que consomem menos energia, utilizarão a plataforma de processamento ARM, de baixo consumo, que hoje equipa nove em cada 10 celulares, em lugar do chip Intel Atom, que segue a arquitetura x86. A ARM Holdings licencia o uso de sua tecnologia para chips.
Até 10 modelos de netbooks equipados com chips ARM podem chegar ao mercado este ano, de acordo com a própria companhia, que se recusou a identificar os fabricantes específicos. Grandes fabricantes de computadores e os produtores terceirizados asiáticos estão igualmente interessados, disseram analistas.
Rob Enderle, analista do Enderle Group, classificou os novos netbooks como “profundamente incômodos” para a estrutura atual, afirmando que “esse é um mercado que coloca em risco a estrutura atual do setor de computadores pessoais”.
Embora os analistas digam ainda não ser claro se os consumidores adotarão com entusiasmo as novas máquinas ARM, o seu interesse foi despertado pela ênfase em eficiência energética, por preços que começam em 200 dólares e pela promessa de computação a qualquer lugar e a qualquer hora, em máquinas pequenas o bastante para caber em uma bolsa.
O que termina sacrificado é a familiaridade dos usuários com as interfaces convencionais dos computadores pessoais e seu imenso poder de processamento. Os netbooks Atom atuais, vendidos por entre 300 e 400 dólares, servem principalmente para acesso à internet e para aplicativos que não requeiram recursos gráficos sofisticados.
“Estamos bem no meio de uma imensa virada no mercado”, disse Eric Openshaw, líder de tecnologia da Deloitte nos Estados Unidos.
FONTE: INFO Online
Autor: Alessandro da Silveira - Categoria(s): Sem categoria
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24/04/2009 - 18:16
A Motorola apresentou nesta sexta-feira seu novo smartphone, o A3100. Com tela sensível ao toque, design atraente e diversos aplicativos, o modelo promete colocar a empresa na briga por esse segmento.
Com sistema operacional Windows Mobile 6.1 e interface personalizada pela Motorola, o aparelho tem navegação agradável e boa resposta da tela de 2,8 polegadas sensível ao toque. Para facilitar o uso, o celular traz ainda uma tracking ball e uma caneta stylus.
Em termos de conectividade, o A3100 é 3G e tem Wi-Fi, Bluetooth e entrada USB. A câmera, de 3 megapixels com flash embutido, também faz vídeos.
Além de receptor GPS, o navegador é o Motonav, da própria Motorola. Assim como os navegadores lançados pela empresa, possui os mapas de mais de 300 cidades completas e mais de 1.000 parciais, fornecidos pelo guia 4 Rodas. Por isso, também traz 440 mil pontos de interesse. Em relação à principal concorrente no mercado de GPS para celular (a Nokia), tem a vantagem de oferecer o aplicativo de navegação gratuitamente.
Outro destaque do aparelho são os aplicativos, muitos dos quais já vêm instalados. Entre eles, editores de textos e planilhas, jogos e aplicativos de redes sociais, como o Facebook.
O processador do A3100 é de 500 MHz e a memória, através de cartão microSD é de 8 GB, expansíveis até 32 GB. O preço sugerido para o aparelho é de R$ 1.599.
Atualização da linha de smartphones
A empresa anunciou também duas novas versões de sua linha de smartphones. O Q11 ganhou uma versão branca e corrigiu dois problemas da versão anterior: tem Wi-Fi e edita documentos de Office. O celular ainda tem aplicativo do MSN Messenger e 1 GB de memória. Já o A1200 passa a contar com widgets, como os do recém-lançado EM35.
FONTE: WNews
Autor: Alessandro da Silveira - Categoria(s): Sem categoria
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23/04/2009 - 17:50
Os profissionais que estão entrando no mercado de trabalho, pertencentes à chamada geração Y (nativos digitais, que no Brasil representam profissionais de até 25 anos), estão muito adaptados às novas tecnologias de interação e comunicação pela internet, mas não estão preparados para o que está por vir no futuro profissional.
A informação vem de um estudo da Accenture, realizado com jovens norte-americanos, que mostra que a nova geração de profissionais quer tecnologia personalizada no mercado de trabalho e, para a preocupação das empresas, não se preocupam muito com privacidade. Segundo o estudo, mais de 60% desses jovens não têm conhecimento das políticas de suas companhias em relação à tecnologia da informação ou não têm incentivos para seguir essas regras.
Mesmo sem a aprovação da empresa, muitos jovens utilizam tecnologias para seu dia-a-dia que não são fornecidas pelo empregador. Entre elas, estão os celulares (39%), mensagens instantâneas (27%) e redes sociais (28%).
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Para Roldofo Esenbach, analista da Accenture, essa realidade pode ser facilmente transportada para o mercado brasileiro. “Esses jovens, representantes da geração Y, nasceram com tecnologia, acesso virtual, ferramentas de compartilhamentos e de troca de ideias. É natural que eles queiram encontrar esse mesmo cenário no ambiente de trabalho, mas a realidade não é bem essa”, afirma.
De acordo com o analista, o ponto crítico é a vulnerabilidade de informações que isso gera. “Esses jovens precisam ter mais informação sobre as consequências de se divulgar informações corporativas. A falta de maturidade com relação ao risco da falta de privacidade permeia suas vidas pessoais. Quando isso é transportado para o mundo corporativo, o risco se multiplica”, diz.
Ricardo Basaglia, gerente da divisão de TI da Michael Page do Brasil, afirma que não há como evitar o choque que um jovem profissional vai sentir ao entrar em uma empresa do modelo tradicional. “Um jovem acostumado com o iPhone, onde instala e retira aplicativos com extrema facilidade, vai sentir um grande impacto quando tiver de lidar com um ERP totalmente travado. Ele sabe qual é o potencial da tecnologia, mas ainda não tem como entender por que a empresa necessita daquele sistema e não percebe que as mudanças são muito mais lentas no lado corporativo”, afirma.
Na visão do consultor, é desleal comparar a velocidade da internet e o ambiente corporativo. Enquanto a grande rede pode funcionar na base da experimentação, a empresa só pode incorporar tecnologias que estiverem 100% testadas e funcionais. “O processo de educação desses jovens passa por deixar isso muito claro para eles, até porque em pouquíssimos ambientes profissionais ele vai encontrar exatamente o que deseja em termos de tecnologia e de facilidades de comunicação”, complementa.
Segundo Robert Andrade, analista da consultoria Robert Half, é um desafio grande mostrar limites a esses jovens e mantê-los motivados ao mesmo tempo. “A empresa tem que definir sua política de acesso a informações e precisa divulgar isso para os jovens. Ao mesmo tempo, a gente percebe que aos poucos os jovens estão mais conscientes sobre a necessidade de manter a privacidade. Até as redes sociais estão implementando opções mais seguras”, afirma.
Para Andrade, ainda que precise tirar ferramentas dos jovens, as empresas precisam compensar com outros benefícios, como áreas de convivência, treinamentos e até mesmo na oferta de maneiras alternativas para que os jovens possam continuar se comunicando e trocando informações.
Como os demais analistas ouvidos pela reportagem, Andrade concorda que as empresas devem procurar entender um pouco melhor a dinâmica de trabalho dos jovens e estudar formas de garantir um pouco mais de flexibilidade no que diz respeito ao uso das novas tecnologias, ainda mais diante dos números do estudo da Accenture, que indica que 52% dos jovens afirma que a utilização do estado da arte em tecnologia é um fator importante na hora de escolher um trabalho.
Empresas buscam soluções
A Cast Informática, empresa de software, já experimentou dois cenários diferentes: um no qual todas as novas tecnologias da internet eram liberadas e um segundo momento, no qual houve a necessidade de se implantar um maior controle.
“Nossa empresa é bastante jovem. No começo, tudo era aberto: redes sociais, programas de mensagens instantâneas e todos os sites. A empresa, no entanto, começou a perceber que poderia pagar um preço alto por permitir tudo, pois poderia ser responsabilizada por qualquer coisa errada que fosse feita por meio de sua estrutura, que inclui até o e-mail corporativo”, afirma Eduardo de Paulo Rocha, gerente de comunicação e marketing da empresa.
O desafio, a partir do momento que as ferramentas passaram a ser bloqueadas, era o de educar essas pessoas sobre os limites do uso dessas ferramentas, principalmente na fábrica de softwares, em Araraquara, que possui cerca de 300 funcionários com até 24 anos de idade. A solução encontrada pela Cast foi a de realizar um treinamento de cerca de seis meses antes que os jovens pudessem virar funcionários da empresa. “Elas necessitam disso, são profissionais que ainda não tiveram contato com o mundo corporativo.
Ainda assim, a empresa entende a necessidade de flexibilizar as regras para atender um pouco dos anseios da nova geração, que é muito mais produtiva quando consegue compartilhar informações e manter contato constante com amigos e família.
A alternativa encontrada pela Cast foi implantar sistemas internos, como o mensageiro instantâneo Spark e uma rede social para funcionários. “O mensageiro traz até mais produtividade, pois funcionários de Brasília, Araraquara e outras cidades se comunicam o tempo todo para tirar dúvidas sobre questões corriqueiras dos seus trabalhos, como SQL, banco de dados, entre outros”, enumera Rocha.
A rede social interna ajuda em duas frentes: além de oferecer uma ferramenta moderna para os funcionários, ainda faz com que todos conheçam as pessoas com quem está trabalhando. “Na verdade, trata-se de uma intranet mais dinâmica e adaptada aos padrões atuais de redes sociais”, diz Rocha.
FONTE: PCWorld
Autor: Alessandro da Silveira - Categoria(s): Sem categoria
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23/04/2009 - 17:48

Número de clientes da Vivo ainda é o maior.
As operadoras TIM e Oi foram as únicas a ganhar participação de mercado na telefonia celular em março.
Segundo dados divulgados nesta quinta-feira pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o país conquistou 1,308 milhão de novos clientes de celular no mês passado, alcançando o total de 153,673 milhões de usuários. O número de adesões, no entanto, é inferior aos 1,689 milhão adicionados no mesmo
O ranking entre as operadoras não se alterou e a Vivo continua a liderar o mercado em número de clientes, ainda que tenha perdido 0,10 ponto percentual em relação a fevereiro, para 29,70 por cento do total.
A Claro, segunda colocada, perdeu 0,8 ponto percentual sobre fevereiro e agora representa 25,84 por cento de todos os assinantes.
Já a TIM, que foi ultrapassada pela Claro no ano passado, cresceu ligeiramente de 23,45 por cento para 23,50 por cento do total em março, de acordo com a Anatel.
A Oi, que controlava 16,6 por cento dos assinantes do país em fevereiro, passou a responder por 16,80 por cento no mês passado.
Já a Brasil Telecom, cujo controle passou para as mãos da Oi em janeiro, reduziu sua presença para 3,87 por cento (era 3,94 por cento um mês antes).
FONTE: INFO Online
Autor: Alessandro da Silveira - Categoria(s): Sem categoria
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22/04/2009 - 17:10
Quem já não passou o carão de tomar umas a mais e ligar para um ex ou falar o que não devia para um chefe? Com dois aplicativos do iPhone você pode evitar o desgaste desnecessário e a ressaca moral no dia seguinte às bebedeiras.
O “The Bad Decision Blocker ” e o “Don’t Dial! ” permitem que você bloqueie contatos pelo tempo desejado – ou melhor, necessário para que você não dê vexame no telefone.
Com o “Don’t Dial! ” dá até para escolher um guardião para o seu telefone. Ele digita uma senha para bloquear o contato desejado e passa a ser o único com autoridade para desbloqueá-lo.
Os dois vão bem com o recurso do Gmail que coloca suas habilidades matemáticas à prova antes de permitir que você mande e-mails “inapropriados” depois de tomar uns gorós.
Se você ainda não saiu pro happy hour, ainda dá tempo de baixar o seu….
FONTE: INFO Online
Autor: Alessandro da Silveira - Categoria(s): Sem categoria
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