07/12/2011 - 14:46
quem diria que os países ricos estrariam em crise???????
Os próprios economistas falam que a economia funciona em ciclos,
Então desta forma, é normal explorar e ser explorado??????
Criar crises e desemprego, criar formas de colocar as populações em convulsão social, falta gêneros básicos.
O que é curioso é que esses mesmos países criticavam as economias em desenvolvimento com suas fórmulas mágicas de riqueza, mas o que nao diziam é que suas fórmulas não levavam em conta a honestidade dos governos.
Parece que as políticas públicas das nações ricas não são tão eficientes quanto pregavam a alguns anos.
Parece que todo o recurso de que a humanidade precisa é finito, parece que a crise acontece para reduzir a soberba dos orgulhosos, e oportunidade para os que precisam crescer.
O que os ricos vão fazer agora??????? Exportar dívidas, decretar a segregação econômica racial? Será que os imigrantes que vivem lá e que fazem os serviços que eles não querem mais são os culpados da crise?
Pregar a xenofobia é a solução? Os capitais derivativos são invensão do neo liberalismo, portanmto nada mais óbvio que o próprio neoliberalismo crie a fórmula para solucionar as crise de capitais especulativos.
A luxo e a fartura artificial chegou à ruína, explora a Terra em mais do que ela suporta dá nisso, imaginem esse modelo neoliberal, que só leva em conta o acúmulo de capital, a riqueza sem rosto, somar o lucro e socializar a miséria.
Não trata-se de uma luta de classes mas de uma reflexão até onde uma simples marca pode valer mais do que um montão de comida para alimentar os famintos da Terra.
Todos tem que ter acesso digno ao trabalho, nada de graça pode ser sustentável, e receber um sustento normal por este.
Os grandes fluxos de capitais valorizam a futilidade dos papéis de dívidas malucas de governos miopes que se venderam às grandes corporações.
Como dizia o grande poeta Fernando Pessoa:
Navegar é preciso, viver não é preciso.
Preciso aqui é de precisão, tecnologia forma sistemática de fazer.
Neste novo mundo de capitais o que é mais preciso? O ter ou o ser?
Autor: xiston@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
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27/11/2011 - 06:16
Está chegandoo a época do ano que deveria apenas ter uma conotação religiosa.
Se falarmos em religião, pode acontecer de alguém não gostar,mas o fato concreto é que se esta data do natal foi para comemorar o nascimento de Jesus então porque este assunto surge aqui???????????
Simples, o aniversariante está deixando de ser o foco desta data, o natal, para no mundo moderno nos depararmos com o consumo sem freios.
Época de compras e mais compras,os fabricantes fazem lançamentos de novos equipamentos, que as vezes nem são tão novos assim, levam uma pequena maquiagem para dar a entender que devem ser comprados.
E quanto aos países que não tem essa possibilidade,será que são menos felizes????????
E nesta época de tanto consumo, como fica o planeta??????
Com tanto consumo, no sentido linear da venda: fabricação transporte estoque e ponto de venda.
Quando o consumidor pega o produto, este não mais existe para os grandes capitalistas, que só projetam as coisas até o ponto de venda.
Porque digo isto? Basta ver que o descarte sempre fica por conta do consumidor, julgar que algo está obsoleto é papel do consumidor, descarta-lo também, e onde descarta-lo é outro debate.
Sei que existem lugares neste mundo que tem trabalhos melhores ou piores em relação ao descarte, mas é importante sempre refletir, o descarte está nas mãos do consumidor final.
Onde estão as grandes corporações? Criaram uma filosofia do ponto de venda, observem as embalagens dos produtos, são concebidas para o transporte apenas até a venda.
O produto parece que morre após o milagre da venda…
Com então equacionar modernidade,sustentabilidade, consumo, religião, veja que esta última questão esta sendo desvirtuada para se transformar no grande momento de compras do ano.
Não é o questionamento da data em si ou o que ela represente, mas no que se transforma ano a ano.
Enfeites, luzes, tudo isso é muito bom, aqui no Brasil gera muitos empregos, a economia se aquece.
Mas é possível colocar a seguinte questão como comparação:
Já viram como fica um local depois de uma tempestade, fica tudo revirado, e é preciso recomeçar de novo, assim também é esta data de tanto consumo.
Pois é assim que acontece depois do natal, milhões de embalagens enormes vazias, papeis de presente, produtos obsoletos descartados, que não tem nenhum link com o novo que acaba de chegar, isto é sustentável??????????
O autor James Lovelock em seu livro a Vingança de Gaia, faz várias reflexões sobre se a Terra (Gaia) vai aguentar tanta agressão.
Olha o consumo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Autor: xiston@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
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15/11/2011 - 07:20
Desde o os tempos mais antigos, o trabalho sempre afetou o meio ambiente.
Para plantar, é necessário mexer na terra, limpar o terreno, semear, aguardar as chuvas, colher, lançar os resíduos da colheita.
Isso não era problema,pois as quantidades eram pequenas e as comunidades também.
Mas à medida que o mundo foi se tornando mais complexo, isso foi mudando, a subsistência passou a ser um grande complexo de sobras não utilizadas e descartadas.
Enquanto os antigos tinham abundância de espaço, hoje o espaço está quase que totalmente ocupado.
As terras boas, ou habitáveis,seriam de certa forma também boas para cultivo e as partes não ocupadas são ruins, comm desertos, geleiras, pedras enfim,não servem para as mais diversas formas de ocupação humana.
Então como equacionar, população, espaço, resíduos, produção,ciclos econômicos especulação financeira, enfim o mundo complexo.
Este mundo complexo, se devora todos os dias, o seu excremento destroi o seu meio de sobrevivência.É como se defecassemos na mesa do jantar.
Como equacionar tantas questões sem ser um ambientalista chato e radical?
Será que um simples texto pode provocar mudanças de hábito?
Aqui em casa eu tinha um monitor VGA que durou 15 anos, eu o comprei novo em 1995, e funcionou bravamente até agora.É claro que o consertei algumas vezes.
Acho que consegui não ser tão consumista, acabei por comprar um novo LED por conta do consumo, mas quase que ainda conserto o velho monitor.rsrsrsrs
Será que coisas pequenas como esta ajudam? Talvez a resposta esteja no futuro, mas com certeza é possível fazer algo.
Tenho também um velho computador que roda XP com processador PIII 700, sabe ele roda muito bem, consigo fazer um montão de coisas interessantes.
O modismo provoca o descarte, o consumismo torna o novo em obsoleto apenas por modismo, e nós somos quase que escravizados por isso.
Mas uma coisa intriga a moderna sociedade; se não compramos, não geramos emprego, e assim por diante, só que se o consumo é linear, as matérias primas não o são.
Vejam as folhas de uma árvore, se as folhas velhas não caírem, não há lugar para as folhas novas.
Mas onde caem as folhas velhas??????????
Sempre em volta da árvore, e as folhas se decompõem e viram novamente matéria prima no solo para voltarem a ser os nutrientes para as raízes da árvore.
Essas rotas de importação modernas, levam tecnologias a lugares remotos, mas e os aparelhos velhos vão para onde?
Para os lixões e sucatões das grandes cidades.
Alguns ganham muito dinheiro com tecnologias novas, e os que as consomem se enterram em montanhas de coisas obsoletas.
Será que um dia quando acabarem as matérias primas, os exportadores de tecnologia vão querer comprar velhos aparelhos para aproveitar as matérias primas????????
No mundo moderno, qual o papel de cada coisa na sociedade complexa??????????????
Autor: xiston@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
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13/11/2011 - 10:45
Eleições 2011 no Sindicato dos trabalhadores em água esgoto e meio ambiente do estado de São Paulo.
No último dia 11 de novembro aconteceu a apuração de segundo turno da eleições 2011.
A chapa 1 venceu com 4254 votos vencendo a chapa 4 que alcançou 3499 votos.
A gestão 2012-2015 será de grande trabalho por esta categoria tão importante na qualidade de vida das pessoas.
O empenho por este estado tão grande e populosos foi decisivo, e mostra o quanto de trabalho teremos pela frente.
Sem desanimar, e com muito empenho faremos desta grande categoria de trabalhadores uma referência em trabalho de meio ambiente.
Um forte abraço
Hilton (diretor de base)
Autor: xiston@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
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12/10/2011 - 12:44
Visite nossa página da chapa da situação, para continuar por um bom trabalho!
http://www.chapa1sintaema.com.br
Nos últimos três anos a categoria não perdeu nem um direito, ao contrário, manteve e ampliou conquistas.

Símbolo da chapa 1 Sintaema SP
Mesmo sofrendo oposição dentro do próprio sindicato, com a discordância das demais tendências em relação a muitas das nossas ações, conseguimos bons acordos coletivos para os trabalhadores das empresas públicas e privadas, conquistas estas que foram construídas ao longo de muitos embates.
Nesses últimos anos enfrentamos o patronato com grandes protestos, como o “Onda Suja” e os atos contra as demissões e mazelas promovidas pelo então presidente da Sabesp, Gesner Oliveira, quando fomos às ruas com as fotos dele, da secretária e do governador em pirulitos gigantes para mostrar à população que eles queriam demitir trabalhadores.
Lutamos pelos renovação de contratos da Sabesp, afastando assim a hipótese de privatização em muitos municípios; conseguimos, depois de muito barulho, barrar judicialmente as demissões dos trabalhadores pós-88. Depois de muita movimentação, conseguimos que a empresa negocie a questão do pagamento do déficit da Sabesprev, e as discussões estão avançando, após anos de luta.Também fizemos vários protestos contra o salário regional.
Mais recentemente temos a conquista da PPR igualitária na Cetesb, fruto de muita luta, além da implantação do Plano de Carreira, outra reivindicação histórica dos trabalhadores.
Conseguimos manter os trabalhadores da Saned, que agora será CAED, em seus postos de trabalho, isso não sem antes promover protestos e se impor em audiências públicas para garantir que os companheiros não fossem demitidos. Com muita luta, conseguimos ter avanços na PPR da Saned assinada há alguns dias.
Conquistamos a efetivação do pagamento do Adicional de insalubridade para mais de cem trabalhadores das Unidades de Conservação, uma antiga reivindicação dos companheiros da Fundação Florestal.
Expandimos a nossa base, trazendo companheiros e companheiras de empresas privadas do setor. Somos contra a privatização das empresas de saneamento, pois entendemos que água é vida, um bem público, e portanto, deve ser administrado pela gestão pública. Mas os trabalhadores das empresas privadas de saneamento são nossos companheiros, e vamos lutar por eles também!
Todos esses resultados foram concretizados porque acreditamos na luta, tomamos a frente das negociações e tivemos o apoio massivo da categoria. Juntos na luta!
Autor: xiston@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
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25/09/2011 - 10:34
A possibilidade de não utilizar o automovel se parece com a ideia de comer sem cozinhar.
É possível viver nos grandes centros urbanos sem automóvel?
Todo mundo fala contra, mas todos querem ter um, então que paradoxo é este?A indústria de automóveis quer que todos tenham um, mesmo que não haja estrada para isso.
Automóvel serve para ir do ponto A até o ponto B, dizer que a solução é a bicicleta, ou o metrô, ou grandes obras viárias é relativizar o problema.
Mesmo que todos os automóveis existentes hoje fossem elétricos, ainda assim teríamos o problemas de congestionamnetos, local para estacionar etc.
Esta é mais uma iniciativa demagógica que produz um resultado pífio.
Resultado mesmo seria se hovesse integração de trabalho, moradia, lazer ,cidade, escola, pois se as grandes metrópoles crescem desordenadamente, os grandes capitalistas nem ligam para isso.
Precisam de mão de obra barata, então buscar isso de longe só favorece o uso do automóvel.
Imaginem se um país fosse cortado por uma grande ferrovia rápida.
Se nesta ferrovia houvessem estações específicas; umas seriam escolas, outras centro de compras, outras indústrias, outras moradias etc de maneira intercalada e com um grande eixo principal e vários cruzamentos com outras de mesmas características!
A solução mais fácial seria criarmos o teletransporte que existe nos filmes da série Star Treck, com o senhor Spock nos controles, isso sim é transporte limpo, mas até inventar isso talvez a grande ferrovia seria o caminho viável com a tecnologia que temos hoje.
Desta forma sim, é possível pensar num dia mundial sem carro, de outra forma, é só hipocrisia de uns ambientalistas marqueteiros.
Vamos inventar o dia mundial sem fome??????????????????
Vou fazer um post sobre a minha idéia, em breve.
Me escrevam, vamos fazer esse dia mundial sem fome de verdade, o meio ambiente agradece!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Autor: xiston@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
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03/09/2011 - 22:20
Parece que um dia tudo acaba, ou por vida útil, visão capitalista; por tempo de vida, visão da biologia, extinção espécie predada etc…
Enfim, saber que tudo acaba, tem explicação em qualquer tipo de abordagem que se faça do assunto.
Mas o que dizer então se o fim for antecipado, por intolerância bélica, que leva a exaustão do solo ,da água, dos povos, da agricultura e tatas outras abordagens.
Sobre este assunto, vejam que o homem moderno, leia-se isto a partir da revolução industrial, da máquina a vapor enfim, já conseguiu fetos impossíveis.
Secou um mar, é isso mesmo, o Mar de Aral foi seco pela interferencia do homem, espécies que haviam em abundancia em certas regiões do globo já não existem mais.
Então o que dizer dessas guerras estúpidas?
O que dizer de nações civilizadas do primeiro mundo que entram na floresta amazônica e roubam insetos e plantas para patentear seus princípios ativos como descobertas suas?
São esses mesmos países ricos que não conseguem olhar para seus povos famintos de consumo, e os predadores capitalistas precisam explorar as riquezas dos menos favorecidos.
Não é um discurso de esquerda, mas uma reflexão sobre essas riquezas, dentre essas ricos e potentes paises, um deles já exauriu suas riquezas internas de petróleo.
Se fizeram isso em seu próprio solo, imaginem o que pode acontecer em solo alheio, só que o solo alheio fica na mesma casa, a Terra.
Mas surge uma outra reflexão, se a Terra é a casa de todas as nações, então o que dizer desta visão de que o problema é dos outros?
Não existe o jogar fora, mas apenas tirar o lixo da vista.
Então que tipo de mundo deixaremos para as futuras gerações?
Vamos destruir agora ou deixar que as futuras gerações façam isso?????????????????????
Autor: xiston@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
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28/08/2011 - 20:57
Até quando?
Quantas vítimas os americanos fizeram antes desse dia?
Como fazer uma ligação de fatos de geopolítica com meio ambiente e sustentabilidade?
Vamos começar, uma gerra constroi ou destroi? A sucata da gerra serve para quê?Os Mortos são devidamente enterrados? Os feridos e mutilados não são em última análise um passivo ambiental?
De que forma esses mutilados poderão se relacionar com o meio em que vivem?Vão depender para o resto de suas vidas de ajudas humanitárias?
Como então equacionar tamanha desgraça?
Enquanto os americanos fazem até filme de sua propria desgraça,e ainda ganham dinheiro com isso, o que estes mesmos fizeram para ajudar os países que foram dizimados pela sua hegemonia militar?
Fruto de grande vaidade e intolerância, uma guerra não ajuda o meio ambiente em nada;
Do ponto de vida humano, o cenário de uma guerra é um desastre ambiental no sentido literal e mais profundo que o termo pode alcançar.
Falar contra a guerra produzida pelos americanos não é incitar um movimento xenofóbico contra estes, mas produzir uma reflexão sobre o que tanta desgraça bélica pode produzir.
Por exemplo, a guerra do Vietnam, teve o agente laranja, que servia para destruir as matas por meio de bombardeios, para facilitar o avanço das tropas;Mas ainda hoje, mais de 30 anos depois, produz deformações nas crianças da região, prejudicou a vegetação, contaminou as águas, enfim tudo que a diplomacia míope das grandes potências fazem questão de não comentar.
O dia 11 de setembro é chamado de o maior ataque terrorista da história, que a quebra do Banco Leman Brothers foi a maior crise financeira?
Tudo exagero?,a maior tragédia da humanidade moderna é a arrogância de governos loucos que chegaram ao poder e esquecem que lá fora, também tem pessoas semelhantes a eles, e que só gostariam de viver suas vidas sem guerras estúpidas e sujas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Autor: xiston@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
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28/07/2011 - 20:20
Ter a maior dívida do mundo pode ser um bom sinal.
talvez agora, com a necessidade de parar com o desperdício absurdo, possa ensinar a esses capitalistas sangue sugas que existe mais do que o lucro.
Entender que o capital produz os “gadgets” que são velozmente sucateados, veja o caso dos IPHONES, duas versões por ano.
Mas uma perguntinha, como isso tudo é viabilizado?????
Veja o vídeo história das coisas ( Story of stuff) no youtube.
É possível afirmar com certeza, que a dívida contraída pelo capitalismo irracional e sem bases sustentáveis gerou um passivo mais do que financeiro.
O passivo financeiro se confunde com o ambiental, pois os custos dos tratamentos dos “gadgets” obsoletos tem que ir para um lugar.
Custos de transporte armazenagem e tratamento, quando acontecem.
Existem também as nações caridosas que exportam “gratuitamente” tecnologias para nações miseráveis.
Claro que esta frase é pura retórica, o que exportam mesmo é uma montanha de monitores tvs e tudo que podem para países pobres.
Mas calma, uma parte desse lixo até funciona.
O calote financeiro poderá acontecer ou não, mas o mundo convive com o calote ambiental a muito tempo.
Autor: xiston@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
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18/06/2011 - 11:00
Sempre que acontecem grandes desastres na história do homem, este acaba por sentir asua impotência diante das forças naturais.
A humanidade já produziu maravilhas,é quase uma força que compete com a natureza.
Até onde pode ir a saga do homem em controlar a natureza?
Um terremoto como este do Japão, mostra quem manda, e quem está no controle.
Mas existem grandes imbecis que dizem que um terremoto pelo aquecimento global, bem como o tsunami que se seguiu.
Ora isso no mínimo é falta de conhecimento e raciocínio,pois o dia que o homem conseguir mecher na terra a ponto de provocar um terremoto, pode ter certeza,não vai ter ninguém depois do desastre para contar história.
Confundir os fenômenos, colocar um sensacionalismo barato sobre uma tragédia real, é no mínimo irresponsabilidade daqueles que ganham muito com a tragédia, a mídia tadicional burra e conservadora, a serviço dos poderosos.
Autor: xiston@ig.com.br - Categoria(s): Notícias
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