PORTO ALEGRE AGENDA TEATRO Espetáculo Vestido de Noiva no Theatro São Pedro
PORTO ALEGRE AGENDA TEATRO
Espetáculo Vestido de Noiva no Theatro São Pedro
Depois de Salmo 91 e Calígula, o diretor Gabriel Villela leva ao palco Vestido
de Noiva, de Nelson Rodrigues, peça considerada marco inicial do moderno
teatro brasileiro, encenada pela primeira vez em 1943 por Ziembinski.
A montagem é uma combinação de estilos dramáticos.
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A protagonista Alaíde (Leandra Leal) é uma mulher que vive um triângulo amoroso
com seu marido Pedro (Marcello Antony) e sua irmã Lúcia (Vera Zimmermann).
Depois de uma discussão com Lúcia, Alaíde é atropelada. Desacordada, alternando
entre o sonho e a realidade, ela revive passagens de sua vida: o dia de seu
casamento, o suposto assassinato que cometeu contra seu marido e os planos
de Pedro e Lúcia de matá-la. Essas lembranças e alucinações são conduzidas
pela figura de Madame Clessi (Luciana Carnieli), uma prostituta idolatrada por Alaíde.
A mente da protagonista é povoada ainda pelas figuras da mãe, dos médicos,
dos jornalistas que cobrem o acidente, das prostitutas do bordel de Clessi -
personagens vividos pelos outros seis atores do elenco.
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Polêmica desde a época da primeira montagem, Vestido de Noiva integra,
segundo o professor e Dr. Sábato Magaldi, estudioso de Nelson Rodrigues,
a série de peças psicológicas do dramaturgo, com uma linguagem forte
que transporta para o palco a profunda angústia presente nos textos do autor,
que chocam e emocionam o público há gerações pelo modo cru e abrupto
de retratar a realidade velada da classe média carioca.
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Realidade, memória e alucinação
Estruturado em três planos intercalados que remetem a diferentes dimensões:
realidade, memória e alucinação. Em um constante jogo entre realidade
e alucinação, questiona-se a distorção e a subjetividade da realidade,
bem como as fronteiras entre o real e onírico.
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.
No que se refere aos três planos, o diretor Gabriel Villela não segue a proposta
arquitetônica de Santa Rosa, cenógrafo da montagem original de Ziembinski
dos anos 40. Gabriel privilegia o trabalho de ator e o texto. A passagem para cada
um dos planos recai mais sobre a capacidade dos atores de contar a história
do que a cenografia em si. “Os três planos estão presentes originalmente
de acordo com as rubricas do autor. O palco só não está dividido em três níveis.
A condução do pensamento do espectador para cada um deles se dá por meio
de outros artifícios que não sejam oriundos da cenografia, principalmente através
da interpretação e da luz”, afirma o diretor.
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Escrita por Nelson Rodrigues em três atos, a encenação de Gabriel tem dois atos,
divididos por um intervalo de 15 minutos.
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“Vestido de Noiva”
:: Onde : Theatro São Pedro
:: Endereço: Praça Marechal Deodoro s/n
:: Temporada : de 21 a 23 de Agosto de 2009 | Sex e Sáb 21h, Dom 18h
:: Ingressos:
- Platéia: 90,00
- Camarote Central e Cadeira Extra: 80,00
- Camarote Lateral: 60,00
- Galerias: 40,00
:: Mais informações : (51) 3227-5300.
de Noiva, de Nelson Rodrigues, peça considerada marco inicial do moderno
teatro brasileiro, encenada pela primeira vez em 1943 por Ziembinski.
A montagem é uma combinação de estilos dramáticos.
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A protagonista Alaíde (Leandra Leal) é uma mulher que vive um triângulo amoroso
com seu marido Pedro (Marcello Antony) e sua irmã Lúcia (Vera Zimmermann).
Depois de uma discussão com Lúcia, Alaíde é atropelada. Desacordada, alternando
entre o sonho e a realidade, ela revive passagens de sua vida: o dia de seu
casamento, o suposto assassinato que cometeu contra seu marido e os planos
de Pedro e Lúcia de matá-la. Essas lembranças e alucinações são conduzidas
pela figura de Madame Clessi (Luciana Carnieli), uma prostituta idolatrada por Alaíde.
A mente da protagonista é povoada ainda pelas figuras da mãe, dos médicos,
dos jornalistas que cobrem o acidente, das prostitutas do bordel de Clessi -
personagens vividos pelos outros seis atores do elenco.
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Polêmica desde a época da primeira montagem, Vestido de Noiva integra,
segundo o professor e Dr. Sábato Magaldi, estudioso de Nelson Rodrigues,
a série de peças psicológicas do dramaturgo, com uma linguagem forte
que transporta para o palco a profunda angústia presente nos textos do autor,
que chocam e emocionam o público há gerações pelo modo cru e abrupto
de retratar a realidade velada da classe média carioca.
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Realidade, memória e alucinação
Estruturado em três planos intercalados que remetem a diferentes dimensões:
realidade, memória e alucinação. Em um constante jogo entre realidade
e alucinação, questiona-se a distorção e a subjetividade da realidade,
bem como as fronteiras entre o real e onírico.
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No que se refere aos três planos, o diretor Gabriel Villela não segue a proposta
arquitetônica de Santa Rosa, cenógrafo da montagem original de Ziembinski
dos anos 40. Gabriel privilegia o trabalho de ator e o texto. A passagem para cada
um dos planos recai mais sobre a capacidade dos atores de contar a história
do que a cenografia em si. “Os três planos estão presentes originalmente
de acordo com as rubricas do autor. O palco só não está dividido em três níveis.
A condução do pensamento do espectador para cada um deles se dá por meio
de outros artifícios que não sejam oriundos da cenografia, principalmente através
da interpretação e da luz”, afirma o diretor.
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Escrita por Nelson Rodrigues em três atos, a encenação de Gabriel tem dois atos,
divididos por um intervalo de 15 minutos.
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“Vestido de Noiva”
:: Onde : Theatro São Pedro
:: Endereço: Praça Marechal Deodoro s/n
:: Temporada : de 21 a 23 de Agosto de 2009 | Sex e Sáb 21h, Dom 18h
:: Ingressos:
- Platéia: 90,00
- Camarote Central e Cadeira Extra: 80,00
- Camarote Lateral: 60,00
- Galerias: 40,00
:: Mais informações : (51) 3227-5300.
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