28/06/2009 - 19:05

SAÚDE
Brasil confirma primeiro óbito por Influenza A (H1N1)
Paciente gaúcho que esteve na Argentina faleceu no domingo (28.06)
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, confirmou no domingo (28.06)
a primeira morte relacionada ao vírus Influenza A (H1N1) no País.
Trata-se de uma pessoa adulta do Rio Grande do Sul, que esteve na Argentina
por sete dias. Também no domingo, foram confirmados 36 novos casos da doença.
Com isso, agora são 627 casos confirmados da nova gripe no Brasil.
Desses, quase todos já tiveram alta ou estão em recuperação.
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“No Brasil, a doença continua limitada e sem sustentabilidade”, afirmou o ministro.
“Isso significa que, até agora, somente foram registrados casos no Brasil de pessoas
que viajaram ao exterior ou que tiveram um contato próximo com elas”, completou.
Temporão frisou que há uma percepção, em todo o mundo, de queda da letalidade
relacionada ao novo vírus – atualmente, na faixa de 0,4%. No Brasil,
a taxa de letalidade é de 0,16%.
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Diante do primeiro óbito no País, Temporão reiterou que o Ministério da Saúde,
em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde, “tem feito tudo
o que é necessário para evitar que a doença se espalhe e que outros óbitos venham
a ocorrer, garantindo a segurança da população. As medidas continuam seguindo
a mesma linha traçada desde o início da execução do plano de contingência”.
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O ministro afirmou também que o Ministério da Saúde se antecipou a todas
as recomendações da Organização Mundial de Saúde e seguiu rigorosamente
as suas orientações e que o País conta com estrutura adequada para atender
à demanda da população.
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Além da morte ocorrida, o Ministério da Saúde acompanha mais um caso
de paciente que inspira cuidados. Está sendo investigada a morte,
na sexta-feira (26.06), de um paciente norte-americano no RS.
Segundo a secretaria estadual de saúde, exames preliminares revelaram
que não há evidências de que a causa da morte tenha sido o vírus H1N1.
Os resultados finais devem sair até amanhã. De acordo com as informações
divulgadas pelo Ministério da Saúde, atualmente, no Brasil, a maior parte
dos casos é leve e tem evoluído para a cura.
Temporão também ressaltou a necessidade de cuidados básicos, como lavar
bem as mãos com freqüência, evitar compartilhar pratos, talheres e alimentos,
cobrir a boca e o nariz ao tossir e espirrar, para evitar contato com secreções.
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AUMENTO – O ministro afirmou que o esse cenário era esperado porque houve
aumento do número de países com casos confirmados, tanto é que a Organização
Mundial de Saúde alterou o nível de Emergência de Saúde Pública de Importância
Internacional de nível 5 para nível 6 no último dia 11 de junho, caracterizando,
assim, a pandemia. Hoje, no mundo, são 114 países, com 71.320 casos confirmados
da doença e 320 óbitos.
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Temporão atribuiu o crescente de notificações ao aumento do número de viajantes,
em período de feriado e férias, para os países com transmissão sustentada do vírus.
Segundo a OMS, são eles: Estados Unidos, México, Canadá, Chile, Argentina, Austrália
e, nos últimos dias, também o Reino Unido. Além disso, teve início do inverno
no hemisfério sul, quando os casos de gripe, não só da Influenza A (H1N1), crescem.
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O ministro informou que, na semana passada, a diretora-geral da Organização
Mundial de Saúde anunciou que não há evidências de que o vírus A (H1N1)
esteja se misturando geneticamente a outros, o que é compatível com a baixa
letalidade observada atualmente. A queda mostra também que os tratamentos
disponíveis têm surtido efeito para a maior parcela dos infectados.
“No entanto, como a doença é nova, ainda devemos acompanhar a evolução
da letalidade, até porque esse índice é variável de país a país”, disse Temporão.
MAIS SOBRE A Influenza A (H1N1)
O que é a gripe suína ?
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Autor: sortimentos@brturbo.com.br - Categoria(s): saúde
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09/05/2009 - 22:00

ALERTA GRIPE SUÍNA
Orientação aos viajantes:
Aos viajantes que se destinam às áreas afetadas nos EUA e México, recomendam-se:
• Evitar locais com aglomeração de pessoas;
• Evitar o contato direto com pessoas doentes;
• Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;
• Evitar tocar olhos, nariz ou boca;
• Cobrir o nariz e a boca com um lenço quando tossir ou espirrar;
• Lavar as mãos freqüentemente com sabão e água, especialmente depois de tossir
ou espirrar;
• Em caso de sintomas, procurar assistência médica e informar história de contato
com doentes e viagens;
• Não usar medicamentos sem orientação médica.
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Aos viajantes que retornaram nos últimos 10 dias do México ou das áreas afetadas
dos EUA e que apresentem os sinais e sintomas da gripe suína devem:
• Procurar assistência médica na unidade de saúde mais próxima;
• Informar ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem.
Autor: sortimentos@brturbo.com.br - Categoria(s): saúde
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07/05/2009 - 18:33

SAÚDE
Gripe suína preocupa brasileiros
A “nova” modalidade de gripe, que se apresenta como um quadro de infecção
respiratória, chama atenção por atingir a população jovem, faixa etária
em que não é frequente adquirir esse tipo de infecção. Existem algumas variantes
pertencentes aos subtipos do vírus Influenza que possuem alterações genéticas,
capazes de atribuir características diferentes da infecção habitual. Estas alterações
podem acarretar mudanças no padrão de transmissão do vírus, na forma clínica
de apresentação da doença e até mesmo na resposta ao tratamento.
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Segundo especialistas, o vírus Influenza A, chamado de H1N1 que causa a infecção,
possui diferentes variantes que acometem não somente os suínos, mas as aves
(gripe aviária) e mesmo os seres humanos, causando o conhecido quadro de “gripe”.
Os vírus que acometem os animais podem também ser transmitidos ao homem,
causando quadro clínico semelhante, mas habitualmente estes quadros são sem
gravidade.
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No México, em decorrência de um surto de gripe em suínos, algumas pessoas
foram infectadas com o Influenza suíno e desenvolveram quadros respiratórios
infecciosos, altamente contagiosos. Com suspeita de transmissão de pessoa
a pessoa, a disseminação desta nova variante do Influenza pode assumir proporções
graves para a população, não somente do México, mas em todo o mundo.
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O quadro clínico da doença pode variar desde a ausência de sintomas até a cenários
mais severos. Normalmente os sintomas tem sido de uma gripe mais forte, que
se apresenta de maneira repentina, com febre alta (superior a 39ºC), dor de cabeça
intensa, dores musculares e de articulações, tosse, irritação nos olhos e fluxo nasal.
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O vírus da influenza pode ser transmitido de forma direta, através das secreções
das vias respiratórias de uma pessoa contaminada ao falar, espirrar, ou tossir;
ou de forma indireta, por meio das mãos que, após contato com superfícies
recentemente contaminadas por secreções respiratórias de um indivíduo infectado,
podem carrear o agente infeccioso diretamente para a boca, nariz e olhos.
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Segundo a OMS, não há registro de transmissão deste novo subtipo da influenza
suína para pessoas por meio da ingestão de carne de porco e produtos derivados.
O vírus da influenza suína não resiste a altas temperaturas (70ºC), temperatura
em que os alimentos são cozidos ou assados.
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Tratamento
Existem medicações antivirais específicas que podem ser utilizadas para tratamento
dos pacientes acometidos pela Influenza suína. O Ministério da Saúde dispõe
de estoque destas medicações para o caso de detecções de casos no Brasil.
A Organização Mundial de Saúde está trabalhando para a obtenção de uma vacina
contra a doença, mas ainda não se dispõe de uma imunização específica
para este surto, pois é necessário que esta vacina contenha informações
das variantes suínas do vírus Influenza, responsáveis pelas infecções atuais.
“As vacinas de Influenza disponíveis para a gripe em idosos e crianças
provavelmente não conferirão proteção contra a gripe suína, portanto não são
indicadas como medida de proteção ou prevenção”, alerta o médico.
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Medidas
No Brasil iniciou-se um Plano de Contingência e Controle da doença,
coordenado pelo Ministério da Saúde, sobretudo nos Portos e Aeroportos nacionais
com o objetivo de realizar uma vigilância da doença, através da detecção precoce
de possíveis casos suspeitos. Estas ações serão intensificadas nos vôos provenientes
do México, mas como há casos relatados também em outros países, a vigilância
é praticamente geral.
Autor: sortimentos@brturbo.com.br - Categoria(s): saúde
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07/05/2009 - 14:31

SAÚDE
Tire suas dúvidas sobre a gripe suína
A chefe do Departamento de Controle de Infecção do Hospital Nossa Senhora
das Graças, Dra. Viviane Maria de Carvalho Hessel Dias,
esclarece sobre essa nova doença
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Por que essa gripe com origem no México está sendo chamada
de gripe suína?
Dra. Viviane: Porque, originalmente, o vírus é causador de gripe em suínos.
Sua origem parece ser um vírus da gripe suína mutante.
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Só pessoas que tenham estado no México podem ter essa gripe?
Dra. Viviane: Não. A definição de caso suspeito é qualquer pessoa com sintomas
gripais/febris que no período de sete dias anteriores tenha tido contato próximo
com alguém que tenha a confirmação de infecção pelo vírus da gripe suína (H1N1).
Também deve ser considerado o diagnóstico diferencial de gripe suína se a pessoa
vive em alguma cidade dos Estados Unidos ou se viajou ao México ou esteve próximo
a pessoas com doença respiratória febril nas cidades dos Estados Unidos e México
nos sete dias precedentes.
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Pode-se comer normalmente a carne suína ou há restrições?
Dra. Viviane: Sim, desde que bem cozida.
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Quais os sintomas dessa gripe? Ela pode ser confundida
com uma gripe qualquer?
Dra. Viviane: Congestão nasal, tosse, febre, rinorréia, podendo em alguns casos
evoluir para pneumonia. Pode ser confundida sim.
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A taxa de mortalidade que as autoridades estão divulgando está na
casa dos 6%. Esse percentual pode aumentar?
Dra. Viviane: Sim, existe um risco considerável dessa situação tornar-se uma
pandemia e este percentual aumentar.
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Como cura essa gripe? É verdade que a cura só ocorre quando o caso
é detectado 48 horas após o contágio?
Dra. Viviane: Para este vírus existem antivirais ativos disponíveis,
porém sua melhor ação ocorre se iniciado após 48 horas do início dos sintomas.
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Como as pessoas podem se prevenir?
Dra. Viviane: Evitar contato com pessoas que apresentam doença respiratória febril
aguda suspeita e evitar realizar viagens internacionais. Se estiver doente, deve-se
ficar em casa, cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao espirrar ou tossir,
lavar as mãos constantemente com água e sabão, evitar tocar olhos, nariz e boca
sem antes lavar previamente as mãos.
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A vacina tradicional contra a gripe inibe a gripe suína?
Dra. Viviane: Não.
Autor: sortimentos@brturbo.com.br - Categoria(s): saúde
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06/05/2009 - 16:15

SAÚDE
O que é a gripe suína ?
Atenção do mundo se voltou para a gripe suína, que surgiu no México,
atingiu os Estados Unidos, Ásia, entre outros locais e já matou pessoas.
Mas, o que é a gripe suína? Para conhecermos um pouco mais sobre o vírus
e sabermos o que fazer caso sejamos contaminados, o doutor Dorival Duarte
de Lima, Infectologista e diretor clínico do Hospital Adventista de São Paulo,
em entrevista, responde:
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O mundo todo está falando em gripe suína, mas em que ela consiste realmente?
A gripe suína consiste em um processo infeccioso produzido por um vírus Influenza,
caracterizada por febre elevada, cefaléia severa, dores musculares e articulares
difusas, e manifestações respiratórias, como dor orofaríngea e tosse.
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O que é o vírus H1N1?
O vírus H1N1 é um vírus Influenza que pertence a uma família de vírus chamada
Orthomyxoviridae. Existem 3 tipos diferentes do vírus, o Vírus Influenza A,
o Influenza B e o Influenza C. O vírus Influenza A se caracteriza por possuir subtipos,
que são originados a partir de uma série de estruturas antigênicas, usualmente
proteínas em sua superfície, sendo as principais chamadas de Hemaglutininas
e Neuraminidases. Existem 15 diferentes Hemaglutininas, numeradas de 1 a 15,
às quais chamamos de H1 até H15, e 9 neuraminidases, classificadas de N1 até N9.
Desta forma, um subtipo do vírus Influenza A será classificado dependendo
das estruturas antigênicas que combinarão suas hemaglutininas e neuraminidases
em sua superfície, dando assim as combinações alfa-numéricas que caracterizam
o tipo do vírus. A chamada “gripe suína”, então, é produzida pelo Vírus Influenza A
que contém em sua estrutura externa os antígenos 1 das Hemaglutininas
e o antígeno 1 das Neuraminidases, foneticamente expressa como H1N1.
O vírus Influenza A infecta uma série de espécies, que incluem o homem,
mas ademais do homem, outros animais, como os cavalos, os porcos, mamíferos
marinhos, e de forma especial aos pássaros. A infecção, no caso da pandemia,
isto é, uma epidemia que rompe fronteiras, iminente que vivemos, deve sua origem
à aquisição pelo homem do H1N1 a partir dos suínos, com propensão de disseminação
inter-humanos.
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Apesar de a gripe ser chamada de suína, o mercado que comercializa
este tipo de carne, assim como a Organização Mundial da Saúde,
garantem que o vírus não é transmitido pela ingestão do animal.
É isso mesmo?
Sim, efetivamente, a transmissão do vírus ocorre primariamente
pela via inalatória, isto é, pelo trato respiratório. Assim, a ingestão da carne
dos suínos, preparada de forma assada ou cozida, não representa risco de infecção.
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Como é o contágio?
A aquisição inicial da infecção, uma vez adquirida a partir dos animais,
e neste caso o porco, é transmitida em primeira instância pela via aérea.
Ou seja, uma pessoa infectada, ao tossir ou espirrar gera partículas em aerossol,
e estas partículas inaladas por uma pessoa susceptível, induzirá à infecção
do trato respiratório, com repercussão sistêmica.
Vale frisar que o período de incubação do vírus Influenza é curto, entre um
e três dias, após o qual o paciente começa com as manifestações clínicas,
que são febre usualmente acima dos 39 graus, dor de cabeça muito grave,
dores musculares e articulares, e sintomas respiratórios, como tosse,
dor na orofaringe. Se o quadro progride para a pneumonia viral, então falta de ar
é agregada, podendo levar à insuficiência respiratória e até à morte.
.
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Qual o método de tratamento?
Dr. Dorival: Pessoas com os sintomas acima, provenientes de ou que haja tido
contato com uma pessoa que provenha de uma área onde haja transmissão
ativa do vírus, deve procurar atenção médica imediatamente. Diante da suspeita
do caso, o paciente deve ser colocado em isolamento respiratório, para evitar
a disseminação da infecção. Existem duas drogas antivirais que têm atividade
contra o vírus Influenza H1N1, uma chamada Oseltamivir e a outra Zanamivir,
que devem ser administradas nas primeiras 72 horas desde o aparecimento
dos sintomas.
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A atual vacina da gripe tem algum efeito preventivo neste caso ou não?
Dr. Dorival: A atual vacina contra o vírus Influenza, com a qual nos encontramos
no período de administração nestes dias aqui no Brasil, é preparada a partir
de amostras do vírus Influenza obtido de diferentes países do mundo, e é preparada
com base nos vírus Influenza que circularam e produziram infecção na população
na estação anterior. Infecções pelo vírus Influenza ocorrem de forma primordial
nos meses de outono e inverno nos países temperados e frios. Nos países tropicais,
ainda que agravada no inverno, os casos de Influenza tendem a ocorrer durante
todo o ano. Desta forma, a vacina atual, é preparada com base nos determinantes
antigênicos do vírus influenza que circulou no inverno passado, e tem eficácia
para os determinantes antigênicos contra os vírus daquele então.
A vacina atual não tem ação contra o H1N1 que está na iminência de produzir
a pandemia que nos ameaça atualmente, não é uma saída para a gripe suína.
Isto significa que a vacina da gripe que, temos hoje, tem efeito sobre os vírus
influenza do ano passado, pois as vacinas são feitas baseadas no vírus do ano
anterior. A vacina para a gripe suína ou H1N1 levará meses ainda para
ser produzida disponibilizada.
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Autor: sortimentos@brturbo.com.br - Categoria(s): saúde
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