17/07/2010 - 10:22
No Mês de Junho, nós estamos entrando em uma série de grandes alinhamentos Planetários que serão muito poderosos e provavelmente trarão grandes mudanças à Terra e no modo com que vivemos nela. Preparem-se mais um pouco para experiências tipo “Panela de Pressão”, pois a Evolução nos chuta para nos elevar do Velho para o Novo!
Estes Alinhamentos começam no dia 13 de Junho, quando uma Grande Cruz começa a se formar. Este é o termo astrológico para quando os planetas se alinham no eixo de uma cruz no zodíaco. Isto cria intensa pressão e as coisas começam a mudar! Isto continuará conosco na maior parte de Junho. Também em Junho é o Solstício, no dia 21 e um Eclipse Lunar Parcial no dia 26; ambos são momentos poderosos. Em Julho há outro poderoso alinhamento chamado “Régua T” e um Eclipse Solar no dia 11 de Julho, todos antecedendo o “Ano Novo” e o Portal de Leão, no dia 26 de Julho! Em Agosto haverá uma Grande Cruz, e tudo isto culminará no poderoso momento do Portal 10/10/10, quando “nasceremos” em outro nível de Ser.
Eu estou certa de que a maior parte de nós sentiu os inícios destas mudanças planetárias em nossas vidas. Eu percebi que após um longo período em que me sentia equilibrada e feliz, subitamente me senti cansada ao ponto de exaustão. Eu não estava dormindo muito bem, e continuava esquecendo as coisas. Eu também sentia como se o tempo estivesse passando muito rápido e não houvesse tempo suficiente para fazer todas as coisas que precisavam ser feitas, e muito menos descansar, relaxar e curtir a vida! Evidência de outra aceleração nos “diferenciais do tempo”, como Miguel gosta de chamar esta coisa que chamamos “tempo”. O tempo, certamente, não é linear, como costumávamos acreditar! Até agora, sabemos que ele é elástico, e que se estende e se contrai, dependendo de fatores holográficos e quânticos na Noosfera.
Sim, eu amo esta palavra, “Noosfera”. É uma palavra que descreve a Nova Terra da Quinta Dimensão, e, basicamente, significa um sistema interligado, baseado na troca de informações. Sim, isto é o que estamos nos tornando. Para aqueles que viram “Avatar”, e vamos enfrentá-lo, quem não viu, pense em Pandora e nas florestas.
Interdependência. .. conexão… e uma rede biológica de conexão, baseada na energia da Essência Divina da Vida compartilhada por todos! Noosfera!
Eu estive achando cada vez mais difícil escrever recentemente, e uma das razões foi que embora eu saiba que esta transformação se refere a nós, como indivíduos únicos em corpos humanos, após quase quinze anos com a ascensão, eu senti que provavelmente estamos todos olhando na direção errada durante muito tempo. Esperando que os Extraterrestres aterrissem, ou se concentrando em liberarmos, nos purificarmos e nos religarmos novamente pela milionésima vez, ou tentando manifestar a riqueza e o poder ilusório que é sempre prometido. Toda uma indústria de pessoas surgiu oferecendo meios de oferta e de consumo para fazer a vida funcionar para vocês na Nova Energia. E, entretanto, tantas pessoas estão ainda lutando na mudança que parece nunca acontecer, e que sempre acontecerá muito em breve, e isto tem sido por muito tempo até agora. 2012? Não, eu não penso assim. Agora… e em curso…
A mudança é que mudamos de uma sociedade baseada em indivíduos únicos, todos perseguindo os seus sonhos individuais de riqueza e de sucesso, para uma “Noosfera”, um organismo complexo que compartilha informações a fim de prosperar e de sobreviver. Nossas e re-ligações individuais têm sido para nos adaptarmos a funcionar no ambiente da Noosfera.
Isto significa que se continuarmos a perseguir o caminho da riqueza e do sucesso individual, estaremos realmente contra o fluxo da evolução. Não admira que nos agitemos, lutemos e nos sintamos atordoados, enojados e cansados, quando seguimos contra a corrente da evolução.
Nós estamos agora ligados para trabalharmos em Comunidade, em Grupos, e para o bem maior do Todo, a Noosfera. Nós compartilhamos informações, evoluímos e crescemos quando experienciamos a nossa conexão para o bem maior do todo! Naturalmente, nós somos ainda indivíduos, mas estamos agora “conectados” e temos que honrar esta conexão, mesmo que honremos as nossas vidas individuais. Enquanto nos habilitamos, precisamos estar habilitando o grupo ou a comunidade para a qual pertencemos.
Nos últimos meses, eu experienciei muitos tipos de Comunidades dentro da Noosfera. Eu experienciei o que eu chamo de “Família de Luz”, a Comunidade Global de Trabalhadores da Luz. Se vocês estiverem lendo isto, provavelmente são parte desta comunidade de algum modo. Nós amamos escrever e usamos a internet para compartilharmos os nossos insights e pensamentos. Nós também nos reunimos como grupos, e quando eu estive no Oriente Médio e na Europa recentemente, me encantei com a poderosa energia do grupo desta comunidade, enquanto compartilhamos e celebramos a Quinta Dimensão ou a Consciência de Grupo juntos.
Então, há outros tipos de Comunidades. Quando estive em Portugal, visitei Tamera, que é uma comunidade intencional que se denomina um “Biótopo de Cura”. O seu propósito é ser um ponto ou Nodo Evolutivo, onde um modo alternativo de viver além da guerra e da violência possa ser alcançado. O seu foco está na Paz, tanto Globalmente quanto em sua comunidade de cerca de 200 pessoas que vivem e trabalham na terra da Comunidade. Há muitas destas comunidades intencionais surgindo por todo o Planeta, e elas criam outro nível de compartilhamento de informação e de energia evolutiva na Noosfera.
Há comunidades que são mais flexíveis. Grupos de pessoas que se unem para compartilhar, geralmente pessoas que têm vidas comuns nas cidades, mas que buscam um grupo de pessoas com idéias similares e energias para as atividades e reuniões relacionadas aos seus interesses e crenças. Estas podem ser em tempo real, ou podem ser grupos virtuais no ciberespaço.
A informação está em movimento, a troca de informações do sistema Planetário está intenso, e estamos surgindo como uma nova espécie que se expressa através de suas Conexões. Nós estamos aprendendo a resolver os problemas e criar espaços para nossas vidas e nossos sonhos nesta nova área de interligação.
Não se trata mais de “EU”, mas sim de “NÓS”. Ou talvez a como “EU” se encaixa em “NÓS” ou se equilibra em “NÓS”.
Os dois dramas principais que estão acontecendo agora, no Oriente Médio e no Golfo do México, são ambos, exemplos para mim de como este novo sistema funciona. Pessoas por todo o mundo e em todos os níveis estão trocando informações e opiniões, e contribuindo para a resolução destes problemas e a criação de novos modos de fazer as coisas. A Noosfera está se intensificando com informações e idéias, e novos modos de pensar estão surgindo. Adicionem a isto, a poderosa energia dos Alinhamentos Planetários discutidos anteriormente e vocês têm uma mistura poderosa e dinâmica! Evolução! Evolução Rápida!
E, mais ainda, a informação não inclui somente informações acadêmicas racionais, mas sentimentos, compaixão e amor, pois a “ligação” com a Quinta Dimensão, nos permite expressar e criar a partir deste nível.
Sim, a “Mudança” realmente.
Como fazermos individualmente a mudança, depende em grande proporção de como fluímos com a energia da Nova Noosfera Planetária.
Como estamos confortáveis com a idéia de desistirmos da luta e da perseguição individual da riqueza e da felicidade, substituindo- as pela preocupação com toda a Rede da Vida da qual somos parte! Uma vez que aceitamos isto, diminuímos a resistência e o stress, enquanto o nosso corpo evolui em direção a este novo modo de ser. Aceitamos que somos amados e apoiados, até mesmo quando oferecemos amor e apoio.
Um dos exercícios que eu fiz com grupos de pessoas em recentes encontros foi lhes mostrar como esta energia funciona. Nós criamos um círculo para representar o círculo da vida e romper com os conceitos lineares. Então damos as mãos, e, em seguida, colocamos os nossos braços ao redor da pessoa de cada lado para criar um círculo estreitamente ligado. Após alguns momentos, enquanto a energia flui através do círculo, as pessoas começam a balançar juntas e um ritmo é estabelecido pelo grupo, no qual todos estão incluídos, um fluxo natural da energia em grupo. Todos se sentem entusiasmados, amorosos e apoiados. Então, eu lhes peço que considerem o que aconteceria se eles caíssem. Bem, naturalmente, vocês não podem cair, no que se refere a cada pessoa que está do seu lado e isto se aplica a cada pessoa no grupo. Vocês são apoiados e continuarão a ser apoiados pelo grupo enquanto eles fluir junto. Então, eu lhes mostro o que acontece se eles forem contra o fluxo do grupo, simplesmente me movendo em outra direção. Isto atrapalha o fluxo do grupo e as pessoas perdem o seu equilíbrio e começam a cair! Do mesmo modo, quando o fluxo é interrompido na vida, nós começamos a cair e perdemos o apoio e nos tornamos ansiosos.
Os “sintomas” da ascensão não desaparecerão milagrosamente quando chegarmos à 2012, ou quando vivermos no Paraíso, se tivermos suficiente sorte, mas sim, quando aceitarmos que evoluímos em algo muito novo e diferente que se expressa de um modo diferente. Através da Conexão, do Amor e da Comunidade!
O Paraíso é um conceito maravilhoso, e é parte da Nova Terra, mas é e será uma manifestação da Conexão interior alcançada e o equilíbrio e a estabilização da Noosfera no futuro. Haverá mais informações chegando nos próximos meses para realizar isto, a partir das Dimensões Superiores, enquanto somos guiados para o nosso espaço particular na Realidade da Nova Terra. Mas, por agora, enquanto entramos neste momento de pressão e de mudança, lembrem-se de se permitirem fluir com a energia da Conexão e da Comunidade.
Vocês são Amados e Apoiados, pois vocês Amam e Apóiam. Vocês não cairão. Vocês são parte do Todo. Uma parte da Noosfera. Uma parte de “Nós”. E Nós somos Um e Nós somos Poderosos.
E, sim, estamos na Quinta Dimensão da Luz!
© 2009-10 Celia Fenn e Starchild Global
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Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@ yahoo.com. br
Autor: lizzy67vieira@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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04/07/2010 - 18:30
A Mandala além de ser uma arte é também uma ciência, porque o arquétipo original de qualquer mandala, tem comprovadamente sua origem na geometria.
Em qualquer mandala a geometria está inserida, o que é comprovadamente explicado pela formação dos princípios de linhas básicas que retratam a polaridade dos aspectos masculino e feminino que compõem esta dimensão em que nós, seres humanos vivemos.
Segundo os egípcios a Geometria Sagrada, tem suas bases. na reta (masculino) e na esfera (feminino). E a partir das bases dessa geometria os movimentos foram criados e temos a formação do Universo, retratada pela figura da Flor da Vida.
Esse mesmo arquétipo faz parte de todas as partículas que compõem este universo, que são mandalas menores que na união formam a “ Grande Mandala que é o próprio Universo”, onde “Eu”, “Você”, “ Nós”, estamos e somos parte deste conjunto, unidos com outras mandalas de todos os outros reinos, outras estrelas e galáxias , formando parte de um grande corpo “ o Grande Universo” – “Deus” – Espírito Universal” – “Cosmos” – “Jeová”, em fim o “ Grande “ Eu Sou”.
“ O Princípio, Meio e Fim”.
Este código (da flor da vida) está impresso , no sistema genético da vida humana a nível celular, e no planeta terra, e é por isso que todo o ser humano, mesmo que inconscientemente, imediatamente reconhece e se identifica com esse arquétipo.
Sabemos que somos pequenas mandalas em movimento numa órbita microcósmica que é o nosso universo individual, girando em torno do nosso próprio centro, que nada mais é que o reflexo do macrocósmico, centro ou ponto onde tudo começa.
Nossas responsabilidade e consciência de unidade precisam ser, extremamente trabalhadas a partir do universo individual, para que o reflexo no sentido contrário, ou seja, a Globalização seja realizada, sentida e vivida em plenitude.
E nesses momentos de transição, mudança de era e formação de uma nova raça, está sendo necessário que todos busquem sintonizar no despertar da consciência, para poder fortalecer o seu próprio veículo de Luz, fortalecer também o veículo de Luz do Planeta para que este possa cumprir a sua missão, passar pela iniciação que esperam todos aqueles que vivem e servem em todos os níveis, unicamente “ A Vontade de Deus”.
Por isso, trago esse tema com um enfoque maior para a conscientização, disciplina e a necessidade de informar quão importante é para todos nós, a nossa responsabilidade no esforço e trabalho de busca do auto-conhecimento, aprimoramento, crescimento para que possamos permanentemente fortalecer a mandala pessoal que nós somos e assim participar da reprogramação global da Grande Mandala do planeta terra e da maior mandala que é o próprio UNIVERSO.
Fatima dos Anjos
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MANDALA – JUNG
Universalmente a mandala é o símbolo da totalidade, da integração e da harmonia.
A união dos opostos num nível mais alto da consciência, não é uma questão racional e muito menos uma questão de vontade, mas um processo de desenvolvimento psíquico, que se exprime em símbolos.
Mandala significa círculo e particularmente círculo mágico. As mandalas não se difundiram somente através do oriente, A Idade Média e em especial a baixa Idade Média é rica de mandalas cristãs. Em geral o Cristo é figurado no centro e os quatro evangelistas ou seus símbolos, nos pontos cardeais. Horus e seus quatro filhos foram representados da mesma forma, entre os egípcios.
A maioria das mandalas tem a forma do quatérnio, o que lembra o número básico: a tetraktys de uma flor, de uma cruz ou roda, tendendo nitidamente para pitagórica.
Essas imagens brotam espontaneamente de suas fontes. Uma delas é o inconsciente, que produz de modo natural fantasias dessa espécie. A outra fonte é a vida que, quando vivida com plena devoção, proporciona um pressentimento do si-mesmo, da própria essência individual. Ao expressar-se esta última nos desenhos, o inconsciente reforça a atitude de devoção à vida.
De acordo com a concepção oriental, o símbolo mandálico não é apenas expressão, mas também atuação. Ele atua sobre seu próprio autor. Oculta-se neste símbolo uma antiqüíssima atuação mágica, cuja origem é o “circulo de proteção”, ou “círculo encantado”, cuja magia foi preservada em numerosos costumes populares.
A meta evidente da imagem é traçar um “sulcus primigenius”, um sulco mágico em redor do centro, que é o templo ou temenos (área sagrada) da personalidade mais íntima, a fim de evitar uma possível “efluxão” ou preservá-la, por meios apotropaicos, de uma eventual distração devido a fatores externos O “aproximar-se circundando”, ou “circumambulatio”, exprime-se, através da idéia de “circulação”. Esta última não significa apenas o movimento em círculo, mas a delimitação de uma área sagrada por um lado e, por outro, a idéia de fixação e concentração;
Psicologicamente, a circulação seria o ato de “mover-se em círculo em torno de si mesmo”, de modo que todos os lados da personalidade sejam envolvidos. “Os pólos de luz e de sombra entram no movimento circular”, isto é, há uma alternância de dia e noite. A vontade consciente não pode alcançar uma tal unidade simbólica, uma vez que a consciência, nesse caso, é apenas uma das partes. Seu opositor é o inconsciente coletivo que não compreende a linguagem da consciência. É necessário contar com a magia dos símbolos atuantes, portadores das analogias primitivas que falam ao inconsciente.
Só através do símbolo o inconsciente pode ser atingido e expresso; este é o motivo pelo qual a individuação não pode, de forma alguma, prescindir do símbolo. Este, por um lado, representa uma expressão primitiva do inconsciente e, por outro, é uma idéia que corresponde ao mais alto pressentimento da consciência.
A mandala trabalha os seguintes aspectos pessoais: físico, emocional e energético. No aspecto físico, promove-se o bem-estar, o relaxamento e a prevenção do estresse. Emocionalmente, pode trabalhar conteúdos oriundos de emoções antigas, atuais ou futuras, pois sinaliza aqueles que irão emergir.
“A mandala possui uma eficácia dupla: conservar a ordem psíquica se ela já existe; restabelecê-la, se desapareceu. Nesse último caso, exerce uma função estimulante e criadora.”
Referência bibliográfica:
1. Jung Carl Gustave. O Segredo da Flor de Ouro. Editora Vozes, 1971, Petrópolis, RJ.
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ARTE DAS MANDALAS
A mandala é uma ferramenta para se conectar com o universo, com a essência da vida… Mas também pode nos levar ao encontro de nossas mais desconhecidas características pessoais. A força das formas e das cores tem poderes incríveis… Entenda a mandala e descubra o que ela pode fazer por você
Mandala (Sânscrito: “círculo”) no budismo tântrico e no hindu é um diagrama simbólico usado em ritos sagrados e como um instrumento de meditação. A mandala é, basicamente, uma representação do universo, uma área consagrada que serve como um receptáculo para os deuses e como um ponto de união das forças universais. O homem (o microcosmo) mentalmente “entrando” na mandala e “proseguindo” para seu centro é uma analogia dos processos cósmicos de desintegração e da reintegração. — Enciclopédia Britannica
Mandala é uma imagem circular composta por um padrão de formas que se repetem simetricamente em torno de um ponto central. Tão simples assim? Na verdade não. Uma mandala é muito mais que um simples desenho. O que confere a ela, então, a força e a magia pelas quais é conhecida?
Integração cósmica, processos de cura, contemplação divina, meditação, relaxamento, busca espiritual, função terapêutica… São inúmeras as possíveis utilizações dessas poderosas imagens.
A Mandala é um daqueles assuntos ‘clássicos e consagrados’ que tem significado tão profundo e abrangente que torna-se difícil, por vezes, encontrar definições fiéis ao seu rico sentido.
Se pensarmos bem iremos encontrar infinitas mandalas na natureza. O Sol, a Lua, um botão de rosa, algumas frutas e a própria terra são formas circulares. Assim como podem ser considerados círculos conceituais os da amizade e os familiares, por exemplo.
Esta forma geométrica básica possui grande força simbólica. O espaço interior, onde as formas se desenvolvem, é sagrado. O limite circular é, portanto, a divisão entre o divino e o mundano, entre a consciência e a inconsciência, entre a alma e a matéria, entre a união e a desagregação.
A palavra Mandala encontra sua origem na antiga língua hindu, o sânscrito. Esta palavra significa “círculo”, mas uma mandala é muito mais que uma forma. Ela representa a totalidade, a perfeição, a qualidade do que é completo. Há milhares de anos ela é um instrumento de contemplação do divino e meditação. Seria com se fosse o mundo projetado geometricamente e reduzido a uma amostra essencial, totalizante. Significa a unidade, a parte que representa o todo.
Existem muitas abordagens sobre o assunto, cada parte do mundo tem sua maneira de interagir e utilizar as mandalas. São do Oriente os primeiros registros de sua utilização, para fins religiosos, mas desde o tempo das cavernas já se tem notícia de sua existência por meio de desenhos encontrados em cavernas.
Neste tópico, vamos aos poucos desenvolver o assunto e esperamos poder contar com a participação e contribuição de todos.
Aqueles que já conhecem sobre o assunto e gostam de pintar mandalas, estou disponibilizando aos poucos no meu perfil um album de mandalas para pintar.
Mesmo sem conhecer do assunto, experimente terapeuticamente pintar um daqueles desenhos, deixando sua criança interior se expressar.
Depois não esqueça de contar-nos suas experiências.
O PODER DA MANDALA – UM CAMPO DE FORÇA
“…uma mandala pode alterar as vibrações daquilo que suas emanações atingem. E isso é uma realidade. Quando fazemos contato visual com uma mandala nossa energia se altera…”. Parte de um parágrafo do livro: Mandalas – Como usar a energia dos desenhos sagrados, de Celina Fioravante, Ed. Pensamento.
O poder de uma mandala está relacionado ao seu padrão de formas, cores e estrutura numérica. Estes elementos têm uma simbologia que se baseia na numerologia, na cromoterapia, assim como no conhecimento que o ser humano já tem em relação à visão e como as formas são percebidas por nossa mente e retina. Cada elemento é responsável por parte das vibrações que uma mandala é capaz de emanar na sua totalidade.
Assim como nas artes visuais, o poder das mandalas está exatamente naquilo que não podemos alcançar com palavras. Quando fazemos uma mandala pode-se dizer que ela é a expressão de nosso subconsciente, que por sua vez também não tem uma explicação definitiva, ou seja, ainda tem muito a ser explorado.
A composição das formas e das cores em uma mandala é muito importante, assim como sua forma circular e organizada em torno de um centro. Elas fascinam pela magia de seus movimentos. São símbolos que exprimem as riquezas incontáveis do subconsciente humano.
Nosso cérebro responde de maneira muito particular às imagens, que têm um poder intenso, real e indiscutível. Quem já não se sentiu calmo após ver um quadro azul e com formas organizadas e quase regulares? Pode parecer estranho, mas o poder de cura da mandala, suas características terapêuticas, sua capacidade de auxiliar na concentração e na meditação e, até, alterar estados de consciência, entre outras, deve-se à sua composição, a estes elementos acima citados e ao efeito que causam em nossa mente.
Pode ser constituída de múltiplas formas geométricas, com simbolismos gráficos e cores. A palavra, em si, significa “ ter atingido a iluminação perfeita e insuperável”.
Elementos da mandala e sua simbologia
“No interior da mandala há um ponto central, que representa a essência da mandala. Os outros elementos em geral parecem estar em ligação com este elemento e de certa forma dependem dele, pois se desenvolvem a partir de sua existência. Este ponto representa uma existência superior, a fonte de
toda criação…”. Este trecho do livro Mandalas, de Celina Fioravante, reafirma o sentido de unidade e totalidade de uma mandala, que se origina no centro dela, o começo de tudo. Esta é a simbologia do centro.
A simbologia das bases numéricas das mandalas baseia-se na numerologia. A divisão do espaço interior da mandala determina os números atuantes no desenho. Uma mandala que tem divisões cuja base numérica é o três, por exemplo, está ligada ao resultado de uma ação. Segundo a autora do livro, esta mandala representa realizações no plano da matéria a partir de motivações espirituais; ela simboliza o filho e o ar. O três é um número de comunicação, original e criativo
Já as cores são grandes responsáveis pelas emanações da mandala. O estudo das cores é muito vasto, existem muitas teorias que as classificam e definem suas particularidades. Uma delas é a cromoterapia, mais usada em processos de cura, por exemplo.Um exemplo pode ser dado a partir do vermelho: a influência do vermelho é estimulante e ativa. Afasta a depressão e tira o desânimo. Já a cor amarela incentiva e muda os pensamentos.
É uma representação do universo e de tudo que há nele. Khyil-khor é a palavra Tibetana para mandala e significa “centro do universo onde um ser totalmente iluminado habita”. Os círculos sugerem totalidade,unidade, o útero, completude e eternidade.
Elas não representam uma estranha realidade, e sim, um mundo iluminado que sempre existiu que é revelado quando as manchas da raiva, apego e ignorância são transformados. Paradoxalmente estes mundos iluminados são construídos das mesmas energias que nós, em nossa visão dualística, percebemos como raiva, apego e ignorância, mas no estado iluminado, inabalável, são vistos como força, compaixão e sabedoria. Portanto, mandalas são projetos arquitetônicos ou vistas aéreas de palácios celestiais constituídos de conceitos iluminados.
Antes mesmo de compreender seu significado maior, muito antes do surgimento das religiões e doutrinas, já havia o homem entrado em contato com o mundo simbólico da mandala. Desde o principio ela encontra-se inserida na humanidade – no momento em que o homem começou a organizar-se em grupos, formados à partir de uma figura central a irradiar algum tipo de influência ou autoridade, estava sugerida a mandala, que passou a fazer-se essencialmente presente em suas danças, cerimônias e rituais de iniciação na forma de riscos e sinais feitos no chão ou em pedras.
As mandalas estão por toda a parte. Vemos sua utilização na arte pictórica, na escultura e arquitetura (as construções de vários templos antigos tem como base a disposição a representar os 4 pontos cardeais). O círculo encerra, protege, conforta. Daí, nada mais natural que o inconsciente humano lançar ao exterior sua forma preferida e afim.
Nos rituais mágicos não pode faltar o círculo protetor. Nos rituais de cura e iniciações os participantes arranjam-se em círculos ou são colocados dentro deles. As crianças aprendem a brincar de roda e seus primeiros desenhos são tentativas de imitar um círculo. Essa é a disposição do universo e da natureza, que não criam linhas retas; estas, são um produto puramente humano. Usando um pouco de sensibilidade percebermos que temos no círculo algo de sagrado, de místico e de essência incognoscível
A mandala é passado, presente e futuro. Dos povos primitivos ao homem contemporâneo, a disposição circular sempre foi largamente utilizada em suas construções e agrupamentos. A modernidade trouxe linhas retas e duras em seus edifícios, no design de automóveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos e outros objetos. Mas, ao modo do fluxo e refluxo do mar, está retornando às suaves e harmoniosas formas curvas.
Não podemos falar em mandala sem pensar em “imagem”. E o que é a imagem senão a representação de um ideal?
No Budismo (mandala) e Hinduísmo (yantra) são usadas como auxiliares na meditação e suas imagens são representações simbólicas de divindades e forças atuantes do Universo; o microcosmo no macrocosmo. O objetivo da meditação é a unificação, sendo que o retorno ao centro representa essa unificação, o encontro com o divino. Meditar é unificar-se, é encontrar-se com a divindade interior e as mandalas são portas de acesso a esse fim
A mandala, também conhecida por círculo mágico, é um elemento muito utilizado para meditação e em rituais e vivências para o auto conhecimento.
Toda mandala tem uma harmonia de formas que circudam um ponto central, sendo este ponto representativo da divindade, segundo a ótica oriental.
Repleta de simbolismos, em praticas meditativas e de autoconhecimento, trazem à tona aspectos do nosso ser enquanto seres divinos.
São numerosos os conceitos, formas, interpretações e toda a simbologia que envolve as mandalas.
Para os orientais, como os budistas e hindus, o camimho a ser alcançado é sempre o da iluminação e da divindade.
Fatima dos Anjos
Mandalas são símbolos ancestrais que representam o universo, um campo energético de muita força.
Sempre será a representação das potências divinas, uma apresentação dinamogênica povoada de imagens e símbolos divinos, própria para conduzir à iluminação quem medita sobre ela e quem a contempla. Simboliza o caminho da iluminação. O caminho a ser seguido por todo aquele, que já está consciente do propósito da trajetória terrena.
Na Filosofia oriental, a mandala (diagrama geométrico circular) tem sido usada há milhares de anos como auxiliar da meditação. Desde que Jung a introduziu na psicologia moderna, a palavra mandala, termo hindu que significa círculo, tem aparecido com freqüência cada vez maior em nossa linguagem ocidental. Como Jung descobriu, desenhos de mandala surgem espontaneamente em nossos sonhos em épocas de estresse, quando se faz necessária uma compensação para uma situação de vida cheia de conflitos. Com efeito, todas as mandalas aparecem originalmente como tentativas espontâneas da parte do inconsciente de criar a ordem.
A palavra mandala, em si, significa “ter atingido a iluminação perfeita e insuperável”. Sua origem vem do sânscrito.
“Manda” significa essência e “ la” significa completa.
As mandalas representam o Todo, e suas partes (unidades simbolizam o processo da iluminação, assim como o Todo se refere a Buda e as unidades a todas as pessoas. A realidade máxima é a unificação da matéria e energia e dos cinco primeiros elementos (terra, água, fogo, ar e Vazio/Éter ) com o sexto elemento, a consciência. A mandala representa a não-dualidade (união) da realidade máxima do Universo.
A mandala é movimento, é a roda da vida, a imagem do universo, que surge continuamente do mesmo centro, desenvolvendo-se para o exterior e ao mesmo tempo convergindo da multiplicidade para o centro unificador. Todo ser humano reconhece esse modelo básico, porque o traz dentro de si. È fácil abrir-se para compreender isso; queremos trilhar aqui o caminho mais fácil.
Visualmente, não são padrões simplesmente abstratos, mas podem conter figuras de deuses, Budas e Bodhisattvas. Seu uso na meditação treina a mente em práticas de visualizações complexas. No Budismo, isso é feito para ganhar controle mental, a capacidade de criar imagens mentais e entrar em contato com os Deuses e com outras forças psíquicas (criações mentais), e para alcançar estados alterados de consciência. A mandala é descrita como grande círculo de entidades mansas e iradas.
Como símbolo para meditação contemplativa, trabalhar com as mandalas sugere significados intermináveis. Em certos momentos em que nos sentirmos confusos, jogados de um lado para outro pelos altos e baixos da vida; a meditação sobre o centro de uma mandala nos acalma, colocando-nos em contato com sua eterna estabilidade. Ou quando nos sentirmos mortos e sem vida, a contemplação do movimento de uma mandala, ajuda-nos a estabelecer contato com a ilimitada energia da vida.
“Deus é uma esfera cujo centro
está em todos os lugares e cuja
circunferência está em lugar nenhum”.
(Provérbio Tibetano)
A sabedoria milenar dos mandalas praticada pelos povos orientais, acessa os mundos em que nossos sonhos se realizam. O círculo mágico da mandala origina-se de um desenho geométrico, análogo ao sol, de onde é emanada a energia.
O trabalho com as mandalas funciona como uma porta, que através da vontade e do conhecimento, nos possibilita abrir os portais de caminhos de saúde, prosperidade, harmonia no lar e amor:
Nos arquétipos das mandalas, encontramos as expressões das relações do homem com o Cosmos, a busca de conquistas e realizações espirituais e materiais.
Tendo em vista que a separatividade é uma condição humana, e que a materialidade só existe porque o espiritual está implícito, entendemos que os mandalas são um caminho para conhecer Deus. Através da história, chega até hoje ao nosso conhecimento que diversas culturas possuíam círculos mandálicos ricos em significados que retratavam o perfil de suas sociedades.
O primeiro mandala que chamou a atenção da humanidade, e até chegou a ser considerado o próprio Deus é o Sol.
Sendo o círculo a geometria sagrada que expressa o próprio universo, entende-se porque os orientais atribuíram aos mandalas a característica de representar graficamente o ritmo, o movimento e harmonia que regem todo o Universo, inclusive a natureza e o próprio ser humano.
Os hindus entendem que uma mandala representa o arquétipo de uma mente humana equilibrada, e por esse motivo trabalham a meditação focada nesses círculos com o objetivo de reordenar os processos e solucionar conflitos mentais.
O centro de uma mandala representa uma força misteriosa, de onde brota a energia que irradia em direção a periferia do círculo e para onde ela depois se recolhe.
A meditação com mandalas, pode abrir as portas da percepção e levar você a conhecer seus outros” eus”, mais profundos, chegando até a ultrapassar o plano pessoal para atingir uma vivência definida como supra pessoal, uma espécie de identificação e comunhão com o Universo, num momento verdadeiramente mágico.
Redescobrir as formas e os símbolos, que vamos encontrar nessa viagem como nossos, vai tornando cada vez mais fácil, uma vez que essas estruturas são universais. Elas não pertencem a ninguém e são comuns a todos – são pedras fundamentais da criação, uma parte do todo e ao mesmo tempo a totalidade. O próprio universo é uma mandala composta de incontáveis mandalas das mais diversas dimensões. Eis aqui uma espiral nebulosa.
À medida que o praticante se torna mais hábil, as entidades da mandala ajudam-no a superar os obstáculos ao longo do caminho. As entidades são reconhecidas como tendo vida própria e também como criações mentais. Ao identificar com as entidades, o aluno atinge o Vazio de todas as coisas. O aluno e a mandala e o aluno e a entidade formam unidades e ambos fazem parte do Vazio. A entidade e a mandala são desenhadas no coração, e o aluno se transforma em entidade. Em linguagem alquímica, “o objeto de adoração, e a pessoa a adorar são os mesmos”.
A mandala é uma entrada para os Registros Akáshicos, o livro de registros de cada espírito encarnado. Todos os exercícios e práticas com mandalas têm como objetivo o treinamento mental – meditação, visualização, contato com entidades, concentração e movimentação da energia pelo corpo. O treinamento da mente é capaz de alterar a realidade.
A iluminação requer a perfeita união da sabedoria com a compaixão. A compreensão direta da não existência do eu faz parte da sabedoria, e a compaixão é atitude mais eficaz para acabar totalmente com a ilusão e o egoísmo.
O ego/eu representa separação, ao passo que não-existência do eu traz a unidade. Bodhi é o nome que se dá para o desejo de compaixão de iluminação. Dessa fonte vem a liberação da energia da sabedoria e da compaixão. O fluxo da energia Bodhi é incorporado nas presenças celestes.
A meditação através do uso da imagem de mandalas, vai proporcionar ao praticante o acesso a esta sabedoria e o seu desenvolvimento espiritual.
Além dois tópicos, estarei disponibilizando mandalas para exercício da pintura.
Este exercício nos remete as camadas mais profundas do nosso ser, trazendo a luz da nossa consciência situações que precisam ser trabalhadas.
E a através do exercício da pintura dessas mandalas, estaremos modificando os pradões de cristalizações que não nos servem mais ao mais alto propósito divino em nossas vidas.
ARTETERAPIA ATRAVÉS DAS MANDALAS E AS POSSIBILIDADES CURATIVAS
DESTA PRÁTICA
É do pleno conhecimento de todos que a arte de um modo geral, coloca o ser humano em contato com o seu potencial criativo, desenvolvendo habilidades e levando-o a descobertas expressivas na vida.
Inclusive é um dos meios terapêuticos reconhecidos pelos profissionais da área da Saúde – médicos, psicólogos e terapeutas de maneira geral, que têm compreendido, de maneira crescente, como a Arte Terapia pode acelerar e potencializar o crescimento do indivíduo e os seus processos de recuperação, sejam eles físicos, mentais ou emocionais.
Através de linguagens como o desenho de formas e a pintura, a Arte Terapia possibilita estimular e fortalecer as forças criativas, melhorar a auto-estima, enfrentar bloqueios emocionais, favorecendo o auto conhecimento e cultivando a expressão da individualidade. São estes aspectos que permitem à Arte Terapia, ser um elemento valioso quando realizado em cooperação com outros processos terapêuticos, medicamentosos ou não.
A prática de desenhar e pintar mandalas, como a atividade artística em geral, é por si mesma uma prática sadia que expressa e combina percepção, sentimento e vontade, por isso leva o homem a uma expressão integral. Por esse motivo desperta poderes curativos (ocurador interno), o que em outras ocupações muitas vezes não há chance para que as pessoas expressem totalmente seus potenciais.
Através das cores, formas ritmos e movimentos, a pessoa reaprende a expressar seus sentimentos de maneira estruturada, possibilitando a ação direta do EU no mundo possibilitando resgatar todo potencial criativo e curativo que a arte pode oferecer.
A capacidade de criar é uma virtude da alma que palpita em cada coração e que aguarda nossa permissão para despertar deste ímpeto e desabrochar desta chama, que fará de nós criadores e condutores da nossa própria vida.
Pinte as mandalas a seguir e procure dar as cores que você acha necessárias para colorir a sua vida e através desta prática desperte o potencial criativo que está em você aguardando a possibilidade de se manifestar, além de poder usufruir dos benefícios do relaxamento e alívio das tensões do dia a dia.
Fatima dos Anjos
A GRANDE MANDALA
(A Fonte e a ligação)
por Fatima dos Anjos
O Ser Humano
Criado a imagem e semelhança de Deus
Possuí no âmago do seu ser
A essência da divindade que o criou.
Tem no mais profundo do seu ser
Um imenso Sol disposto a brilhar.
Entretanto, na sua natureza animal,
Perdido entre lamentos e sofrimentos,
Esqueceu e não deixou este Sol se expressar
Para a sua vida iluminar!
Este Sol é O Espírito, O Ponto,
Que está em todos os lugares
Esperando por todos aqueles
Que buscam encontrá-lo.
No eterno movimento que se constituí a vida,
Um dia na eternidade iremos encontrá-lo.
Esta Energia
Que na sua alternãncia se movimenta e propaga,
Nos propicia as oportunidades que se apresentam
Através das mudanças e transformações
Movendo assim,
A Roda da nossa Vida (nossa Mandala Indivisual),
Bem como, proporcionando O Movimento Universal
Da Grande Roda Do Universo,
Que é O Círculo, o principal Símbolo
Para o entendimento dos mistérios da vida
Que está impresso em toda natureza.
Deus!!! (Príncípio e o Fim)
A mandala representa o Universo e está presente na natureza e em símbolos utilizados em diversas culturas há muitos anos. É um termo sânscrito que tem como significado círculo mágico. A definição de mandala está presente na ciência, na religião, na arte.
Sua simbologia inclui todas as figuras dispostas em volta de um centro. Um grande exemplo é a Via Láctea, nossa galáxia, que se desenvolve a partir de um núcleo. Pode ser um simples desenho (como a estrela de Davi), como pode ser bem mais complexo como os antigos desenhos religiosos do Tibet ou os grandes vitrais das igrejas medievais. Na verdade, toda forma circular, quadrangular ou qualquer outra que insinue a presença de um centro em torno do qual todo um complexo se organiza pode ser tida como uma forma mandálica.
Desenhar uma mandala, colorir ou apenas olhar para ela durante algum tempo, nos leva à uma profunda realização interna de paz e encontro com nosso Deus interior. É uma terapia que auxilia no processo de auto conhecimento e realização pessoal. Uma integração consigo mesmo, onde criamos um símbolo pessoal representativo de quem somos naquele instante.
Fazer uma mandala exige disciplina para reunir todos os aspectos dispersos de sua vida, encontrar um centro e dirigir-se a ele. Você tenta harmonizar seu círculo com o círculo universal. As mandalas são gráficos perfeitos e belos. Mostram os caminhos para chegar ao nosso próprio centro e estado de contemplação, permitindo ver o mundo como ele é exatamente, sem ilusões.
A Importância das Cores nas Mandalas
Vermelho
A cor do amor, da atração, força e vitalidade. Pode ser usada para dar energia a alguém que está diante de situações difíceis e sente-se acuado. Para aumentar a paixão entre casais e o empenho em tudo que se faz. Bom para negócios novos que precisam de agilidade e constância de criatividade (novas idéias e rápida aplicabilidade).
Azul
A cor da paz, relaxamento, suavidade e paciência. Pode ser usada para pessoas que estão passando por momentos de stress, com características de inquietação, tensão ou simplesmente para acalmar o ambiente e os que estiverem ali. Bom para consultórios, clinicas de psicologia e outros negócios onde as pessoas externem problemas ,pois ajuda a colocá-los de maneira mais clara e calma proporcionando uma auto-avaliação e respostas assertivas e racionais sobre as possíveis resoluções.
Amarelo
A cor do pensamento, ativadora da mente e energizante. Pode ser usada para estimular o aprendizado, revigorar as energias e para nos manter alertas. Ideal para estimular os estudos e para pessoas com algum problema de memória ou falta de concentração. Bom para negócios educacionais e todo estabelecimento que lide com pensamento e concentração. Estimula a conquista e por isso é usada em negócios de vendas (conquista como aquisição de algo).
Verde
A cor da cura e saúde. Pode ser usada para diminuir problemas de saúde, não esquecendo que o verde tem um pouco do azul e do amarelo e trás consigo as características destas duas cores. Bom para negócios como lugares de descanso, clínicas, hospitais, consultórios.
Lilás
A cor da elevação espiritual, bondade e harmonia. Pode ser usada por alguém que se sente injustiçado sem motivo real, alguém em busca de explicações sobre a existência e a religiosidade, não esquecendo que o lilás tem um pouco do azul e trás consigo as características desta cor. Bom para templos, lugares de retiro espiritual, consultórios de medicina alternativa, lugares de descanso e tratamentos de desequilíbrio mental.
Laranja
A cor da energia. É a mistura de vermelho e amarelo e trás em si as qualidades de ambas de maneira equilibrada. Boa para todos os ambientes se aplicando a todos os tipos de negócio.
Branco
A cor que é a junção de todas as cores existentes na natureza. Representa a explosão de energia equilibrada funcionando como transformadora de qualquer desequilíbrio energético, muito usada para energização de pessoas com depressão e falta de coragem para começar algo. Purifica e equilibra o indivíduo e o ambiente. Bom para qualquer ambiente e negócio.
O mais importante é que todas as cores podem trazer benefícios e podem ser usadas em todos os ambientes havendo reserva apenas para os lugares de descanso e a predominância das cores fortes de muita energia ativa.
simbologias e geometrias
As formas geométricas estão diretamente ligadas à diferentes simbologias e números, muito interessantes de se interpretar.
O Círculo
Está sempre presente nas mandalas, pois é ele que cria o campo de vibração existente em todas elas. Indo mais além, dá pra se dizer que ele é responsável por criar uma camada de proteção que separa o sagrado do profano, transmitindo e energia hipnotizante para nossos olhos. Além disso, uma mandala pode ser formada por inúmeros círculos. Ele é o símbolo do céu.
O Triângulo
Também bastante comum nas mandalas, está relacionado ao número três e seus derivados. É um símbolo sagrado, pois representa o homem e sua busca espiritual, a concretização com Deus. É interessante que o triângulo esteja sempre com um de seus vértices para cima, apontando para o alto, mostrando a aspiração de busca espiritual.
O Quadrado
Indica a vibração do número quatro, que simboliza a matéria, o mundo das ações e realizações físicas, em um plano puramente terrestre. Não há muita espiritualidade no quadrado, mas seu poder está na realização no plano material, pois tem uma boa estrutura alicerçada no O Pentágono e o Pentagrama
São vibrações do número cinco, sempre leves e renovadoras. O pentágono lembra o quinto elemento, o éter. Já o pentagrama ou estrela de cinco pontas tem uma forte ligação simbólica com a magia e alquimia, emanando vibrações de liberdade de ação e pensamento.
O Hexágono e Estrela de Seis Pontas
São formas da dupla aspiração espiritual humana, pois o seis é o dobro do três, que simboliza a busca espiritual. O hexágono simboliza a busca, principalmente no ambiente familiar, com seus apegos e desapegos. A estrela de seis pontas ou Estrela de Davi representa a fé aplicada à vida material e a fé transformada numa ligação real com o divino, chamada religação.
Os Polígonos Estrelados
Muito comuns nas mandalas, pois têm uma força vibracional muito leve e inspiradora e sua simbologia está ligada à base numérica em que estão estruturados.
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Fonte: http://portalarcoiris.ning.com
Por: Fátima dos Anjos
Autor: lizzy67vieira@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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23/03/2009 - 21:44

VERMELHO

Boa parte do poder atribuído ao vermelho está no fato de ele ser a cor do sangue. Muitos , ao responder um questionário sobre cores,fazem essa ligação. É interessante notar que um número igual de pessoas associa a cor vermelha com o fogo. O fogo sugere calor, bem como o poder para destruir, purificar e transformar.
Os ensinamentos dos índios cheroqui apresentam um desafio semelhante para aqueles que escolhem trilhar o caminho da sabedoria. Para esses índios, o vermelho representa um fogo interior sagrado, que simboliza a escolha de ” articular-se e viver de uma maneira sagrada”.(Ywahoo,1987,41).
A antiga ciência da astrologia proporciona outra visão da cor como um aspecto da vida humana. A cor vermelha está associada com Marte , o deus da guerra. Marte rege os nascidos sob os signos de Escopião e Áries, conferindo-lhes paixão, vigor e coragem imprudente. Desse ponto de vista , o vermelho pode ser considerado a expressão natural do temperamento ativo que alguns associam com a masculinidade.
* força , energia , entusiasmo , autoconfiança , sexualidade , princípio ativo.

LARANJA

O laranja é a cor da lua cheia no equinócio de outono, das abóboras e das folhas no outono. Goethe diz que a cor laranja ” dá uma impressão de calor e alegria , uma vez que representa o matiz do brilho mais intenso do fogo e da radiância mais suave do sol poente “.
No Ocidente , o laranja não é uma cor litúrgica tradicional. No entanto ele possui um importante simbolismo espiritual, sendo associado com experiências como a de Jó , de aprofundamento da compreensão espiritual por meio do infortúnio, da rejeição ou da alienação dos companheiros.
Na Índia houve um tempo em que o laranja era a cor da roupa usada por criminosos condenados a caminho da execução. Ascetas mendicantes adotaram trajes dessa cor como sinal de que não faziam parte da sociedade comum. O Buda vestia mantos de cor laranja para exprimir sua renúncia a uma vida de prazeres suntuosos. Até hoje muitos que iniciam sua vida de austeridade em busca da iluminação seguem seu exemplo e vestem roupas dessa cor.
* alegria , generosidade , sabedoria , poder , fim de ciclo , amadurecimento da meia-idade.

AMARELO

O amarelo é a cor do sol. A luz , o calor e o poder doador de vida desse astro são simbolizados por essa cor. Goethe considerava o amarelo a cor mais próxima da luz. Talvez pelo fato de estar associado com o sol , nossa maior fonte de luz , o amarelo se tornou um símbolo da capacidade de “ver” , ou de entender. Ele sugere a qualidae divina da consciência que possibilita ao homem elevar-se acima do instinto , e pensar , planejar e imaginar coisas que não vê. Em seu trabalho com mandalas , Kellogg considera o amarelo um importante indicador do desenvolvimento da consciência , da percepção de si mesmo e da individualidade.
* ativa o raciocínio e a comunicação, para os cheroquis é o caminho do leste -sabedoria , mas à medida que torna-se pálido ou para a cor do enxofre , torna-se a cor da traição , do ciúme , da inveja.

VERDE

O verde é a cor da natureza, com seu odor revigorante, onde proliferam as criaturas que vivem e crescem. O verde faz-nos lembrar a renovação cíclica do mundo naturaaal, que morre e renasce a cada primavera, novo e cheio de potencial. essa cor simboliza o princípio do crescimento natural e saudável e a capacidade de nutrir os seres vivos.
Santa Hildegarda dava muita iimportância à cor verde. Para ela, essa cor era o símbolo de uma fonte de energia que mantinha as coisas dos homens “úmidas” de vida. O verde expressa a presença de Deus nas questões terrenas. A concepção de Hildegarda sobre a divindade abrangia atributos tanto masculinos como femininos. Sua escolha dessa cor como símbolo de Deus é semelhante à visão de kellogg, que a considera uma representação dos paais arquetípicos em harmonia.
A melhor maneira de interpretar o verde é como símbolo da própria Mãe Natureza. essa figura mítica sobrevive no pensamento moderno como um vestígio dos tempos em que se reverenciava o próprio milagre da vida. O verde em suas mandalas talvez seja um lembrete do poder que a vida tem de criar, curar e renovar-se. Conhecendo esse poder, talvez você também possa descobrir a presença do divino.

ROSA

A cor rosa está associada com o corpo físico. Nas mandalas, em geral revela os prazeres e dores experimentados no corpo físico. Kellogg escreve que “os seres humanos identificam (…) os tons de rosa com os órgãos tenros e sensíveis, com os músculos e com os tecidos conjuntivos mais suscetíveis às tensões emocionais” (1977,124). Ao seu ver , uma grande proporção de rosa numa mandala “pode significar reconhecimento da própria vulnerabilidade, medo de expor-se e necessidade de ser cuidado”.

AZUL

O azul faz lembrar um céu límpido, grandes extensões de água e sombras serenas. Essa cor sugere calma, tranquilidade e paz. de fato, as pesquisas mostram que a resposta elétrica do cérebro ao azul é o relaxamento (Birren,1988). Será essa a razão por que tantas pessoas gostam do azul? Ou será talvez a fascinação por algo que está além do nosso alcanse, como sugeriu Goethe?
De acordo com Jung, o azul “significa altitude e profundidade” (1974,287). Uma explicação para isso pode estar no fato de a vastidão do céu estar sempre sobre a nossa cabeça, e tão allto e distante quanto os nossos olhos conseguem ver. Da mesma forma, o oceano desafia a nossa mente a ir além de seus limites, tentando imaginar a amplidão e a profundidade de suas águas. Nossa experiência com o azul na natureza nos fala de realidades que transcendem a escala humana e incita a nossa intuição a entender o imenso esquema do qual fazemos parte.. O uso do azul em imagens sagradas é um modo de trazer essa imensidão para uma escala que possa ser compreendida pela mente humana.
O azul como símbolo da água também remete a outros significados. A água limpa, nutre, refresca e transforma as substâncias, dissolvendo-as. Também foram descobertos outros significados bem diferentes para o azul. Segundo os psicólogos junguianos, essa cor sempre se associa com a função do pensamento. Embora ressalvando que “a correspondência das cores com as respectivas funções varia de acordo com as diferentes culturas e grupos, e mesmo indivíduos”, Jolande jacobi observa que o azul ” a cor do ar vazio, do céu límpido, é a cor do pensamento…” (1979,97).

ROXO/VIOLETA

O roxo é a cor da realeza, do mar vinho-escuro e das violetas na neve. Uma vez que era obtida antigamente com uma tintura rara e de alto valor comercial, a cor roxa naturalmente se tornou prerrogativa dos ricos e dos membros da família real. No entanto, paradoxalmente, o roxo nos é oferecido gratuitamente pela exibição natural das flores da primavera: violetas, açafrões, íris, todas estão aí para serem apreciadas. Nessas lindas flores o roxo é um sinal de vida, florescendo em qualquer lugar.
A cor roxa também pode significar o processo de evolução pessoal. Ela expressa a turbulenta energia motriz daquele que procura tornar-se livre num novo nível de ser. Kellogg afirma que a cor roxa se refere à unidade psicológica com a mãe, vivenciada por todos antes de o ego emergir da matriz maternal. A separação psicológica da mãe é revelada pelo aparecimento do vermelho onde antes haviaa o roxo. “O roxo precede a purificação do vermelho, que simboliza a liberação de energia a serviço de metas individuais” (1977,123).
Fotos: Sílvia Vieira
Texto: Extraído do livro “O Autoconhecimento Através das mandalas” , Suzanne F. Fincher.Ed.Pensamento.
O significado das cores são interpretação da autora acima, e o texto retirado de uma única fonte, portanto não devemos prender-nos a eles – devemos sim, pesquisar outras fontes e sentir qual o significado que damos a cada uma (cor).
Autor: lizzy67vieira@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria
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