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Arquivo da Categoria comportamento

19/10/2009 - 22:18

O que é potencial?

Você já parou para pensar sobre o que é potencial? Potencial está relacionado à potência, força, vigor, energia, poder, capacidade. Pode-se dizer que é um conjunto de aptidões próprias que nos levam a produzir algo. Potencial está relacionado a possibilidades.

Sendo assim, potencial é a capacidade de produzir respostas eficazes e está ligado a nossa inteligência que é o conjunto de nossas faculdades intelectuais compostas por nossas habilidades visuais, linguísticas, lógicas, musicais, corporais, interpessoais e intrapessoais.

A maneira pela qual nos servimos de nossa inteligência, é a caracterização de nossas potencialidades. Quanto mais amplo for nosso potencial, nossa capacidade de ver e criar, mais possibilidades de enxergar as oportunidades nós teremos, portanto, quanto mais maleáveis forem nossas crenças, mais fácil será lidar com as diversidades de respostas recebidas, isto é, as situações corriqueiras recorrentes em nossa rotina diária.

Nossas crenças são o conjunto de verdades que vamos acumulando durante os anos e muitas delas nós carregamos sem nem mesmo saber o porquê. Nós somos a personificação daquilo que acreditamos como verdadeiro, assim, somos aquilo que pensamos que somos. Concluímos então que se você pensa que pode, você de fato, PODE, e se pensa que não pode, a recíproca é verdadeira.

Teoricamente, muito bem explicado e entendido, porém, potencial, na vida prática, quer dizer o que? Tenho notado que a cada dia, o mercado de trabalho está mais exigente e seletivo, pois o que há alguns anos era diferencial, hoje virou fundamental, portanto, para se destacar em meio a tantos iguais, precisamos apresentar algo que nos distinga, e para isso, conhecer-se e saber quais são nossos potenciais é imprescindível.

Precisamos saber o que fazemos bem, em que posição atuamos melhor, no ataque ou na defesa, na organização, no planejamento, na operação? É você quem precisa saber, primeiro, onde quer atuar, para então, encontrar seu lugar!

Facilmente, abrimos mão de nossos sonhos e entregamos a responsabilidade por nossas vidas nas mãos de outras pessoas, sejam pais, maridos, chefes, amigos, entre outros. A matemática é simples, conheça-se, saiba definir seus valores e potenciais, alinhe sua vontade, sua capacidade e sua ação e escolha, não deixe que ninguém faça isso por você, assim você estará aproveitando todo o seu potencial.

Por Paula Pilastri, baseado no Workshop Qual é o seu potencial, apresentado por Suely Pavan  www.pavandesenvolvimento.com.br)

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, comportamento Tags: , ,
31/08/2009 - 17:04

Habilidades Profissionais Imprescindíveis no Futuro

Mais um texto em parceria com a Catho, por Tatiana Aude

Habilidades que hoje não eliminam um candidato num processo seletivo, no futuro serão as primeiras a serem avaliadas.

As mudanças estão acontecendo em escala geométrica e, por mais jovem que uma pessoa seja, não deve se considerar a ‘dona da verdade’ quando o assunto é critérios de seleção e mercado de trabalho. Consultamos especialistas de treinamento e de desenvolvimento de pessoas que afirmam: alguns requisitos, num futuro próximo, serão eliminatórios na briga por  vagas de emprego. Confira algumas competências apontadas pela gerente:

- Saber como agregar valor: “A pessoa precisa descobrir como ela dá resultado e impacta o resultado de uma empresa. Neste momento [de crise], utilizar essa ferramenta é chave! Também é importante detectar ações que não impactam o planejamento estratégico e eliminá-las”.

- Não ser workaholic, e sim produtivo: “É certo que você não consegue estabelecer, nos dias de hoje, horário fixo para trabalhar. As empresas estão ‘enxugando’ e quem fica assume novas realidades. Mas o que eu tenho a fazer é montar estratégicas para manter minha qualidade de vida. E pra isso não existe regra: eu posso trabalhar até 14 horas por dia e não me sentir estressada com isso, mas também não vale utilizar a situação para fazer figura no escritório. Tem que ser produtivo”.

- Voluntariado e hobbies: “Têm peso numa contratação, embora não sejam tudo. O que se deve atentar é que não vale eu ter um hobbie bacana ou no final de semana carregar criancinhas na creche se isso não está inserido na minha consciência sustentável. Tem que fazer parte de uma crença de valor que a pessoa possui”.

- Acompanhar a tecnologia digital: “Além de ter as habilidades pessoais e profissionais, o candidato do futuro vai precisar refiná-las e aprimorá-las com esses recursos. A tecnologia digital vai ser usada no aprimoramento das atividades e não simplesmente como um recurso técnico”.

- Independência responsável: “O profissional precisa se conhecer bem para buscar recursos necessários ao seu crescimento, bem como definir as ações que o levarão a alcançar os objetivos propostos para a sua carreira. Ou seja, tem que saber o que quer e confiar no seu potencial, refletindo credibilidade e determinação em suas atitudes”.

- Colocar em prática o home office:”É preciso ser empreendedor, ter flexibilidade para inovar e resolver problemas, o profissional do futuro pensa e age como se a empresa fosse sua”.

- Consciência ambiental: “Em breve as entrevistas poderão abordar temas como o uso racional dos recursos naturais, reciclagem, ética e cidadania, entre outros.”

Fonte: Empregos Catho Online

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Recolocação Profissional, comportamento Tags: , ,
20/08/2009 - 17:29

Qual é o seu potencial?

Muito se fala em talentos, competências, criatividade e potencial… Mas você sabe quais são os teus talentos, competências, criatividade e potencial?
Quer descobrir?

Então participe da sessão de descobertas que acontecerá no dia 19/09/2009 (sábado), das 9:30 às 17:00, com Suely Pavan.

Local: EVOÉ SALA DE ESTAR Rua José Maria Lisboa, 1326 Jardins  São Paulo  SP

Neste dia você descobrirá aquilo que lhe abre os caminhos nos campos profissional, relacional e afetivo: AS SUAS POTÊNCIAS.É com o conhecimento delas que você pára de bater cabeça na profissão/emprego errado, ou no relacionamento que não dá frutos.

Além deste trabalho de autodescoberta você também receberá por e-mail, 15 dias após o workshop, o seu Laudo de Potenciais, confeccionado exclusivamente pela PAVAN DESENVOLVIMENTO além de dicas para melhorar e desenvolver potenciais latentes (escondidos).
E tudo por um único valor: R$ 250,00.

Nós da Pavan sabemos nosso potencial: nascemos para desenvolver pessoas de um jeito diferente, mas rigorosamente científico. Você sabe o seu?

Não utilizaremos nenhuma prática esotérica ou alternativa. Dê uma olhada aqui no nosso site e veja como trabalhamos. Este trabalho é totalmente inédito, só se nos copiarem você verá algo como este folder!!

Solicite já a sua inscrição através do e-mail

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Cursos, Networking, Pessoal, comportamento, eventos Tags: , , , , ,
08/08/2009 - 17:23

O profissional de secretariado como agente facilitador

Em função das mudanças no perfil profissional do secretariado, podemos classificá-los como agentes facilitadores dentro das companhias.No desenvolvimento de suas atividades, eles aprimoraram a parceria, pois trabalham ao lado dos responsáveis pelas tomadas de decisões e auxiliam na busca do atendimento dos objetivos comuns à equipe.

Há tempos, tarefas operacionais como: atender ao telefone, digitar documentos e arquivar deixaram de ser suas principais atribuições, hoje, eles assumem, também, funções mais estratégicas, as quais são entendidas como orientações e decisões futuras, isto é, o conjunto de decisões que determinarão o comportamento exigido pela empresa em um determinado espaço de tempo.

Assim, suas novas atribuições abrangem a gestão da comunicação interna, a análise e a triagem de documentos e informações e a elaboração de apresentações, relatórios e correspondências, visto o seu amplo conhecimento lingüístico.

Por ocuparem também, uma posição de mediadores, eles desenvolvem o trabalho em equipe e as intermedeiam as relações humanas, pois, muitas vezes, são o elo na cadeia de informações entre os subordinados e as chefias.

A relação com o público externo também é um diferencial na nova configuração de suas tarefas, pois eles também atuam como organizadores de eventos e, em algumas empresas, como relações públicas.

Pouco a pouco, as empresas estão percebendo que, esses profissionais têm sua profissão regulamentada, há inúmeros cursos de formação técnica, tecnológica e superior, bem como, há cursos de atualização nos mais diversos assuntos de interesse da categoria, e há profissionais muito capacitados, com formação multifuncional e multicultural.

E essa formação fornece subsídios para que o profissional de secretariado consiga lidar com a diversidade dos assuntos que transitam em sua mesa. O perfil proativo e comprometido, além da discrição e da percepção e atenção aos detalhes são características que destacam o perfil.

O trabalho de um secretário, além de ser eficiente, isto é, correto e de boa qualidade, precisa ser eficaz, atingindo, totalmente, o resultado esperado pela companhia.

Assim, o profissional em constante atualização tem um lugar garantido nas organizações, pois eles são vistos como parceiros. Como profissionais que facilitam o trabalho de seus gestores e colaboram para que a empresa atinja seus resultados.

by Paula Pilastri

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Secretariado, comportamento Tags: , , ,
29/07/2009 - 16:54

Globalização e Competitividade aplicada à Vida

As pessoas, atualmente, são levadas a buscar um desempenho excepcional; ouvimos, frequentemente, que o mundo está Globalizado e que as informações se tornam obsoletas com uma incrível rapidez. Mas, será que é o mundo que está globalizado ou há pessoas mais bem preparadas e mais ágeis e “globalizadas” que você? Intrigante essa pergunta, não?

Foi assim que Orlando Pavani iniciou sua palestra na noite de 28/07, na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, abordando o tema: “Globalização e Competitividade aplicada à Vida”.

Pavani nos mostrou que precisamos nos questionar sobre os conhecimentos adquiridos ao longo do tempo, eliminar o que não se aplica mais, para então, adquirir novas formas de pensar e, principalmente, AGIR.

“É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe. (Epíteto, 50-130 a.C.).”

Somos seres em busca de conforto e acomodação e qualquer coisa que nos faça sair dessa zona conhecida ou que afronte nossos conhecimentos pré-estabelecidos provoca, automaticamente, uma reação de resistência e passamos a reclamar e nos lamentar pelo desconforto gerado.

Porém, na vida nem sempre encontraremos quem concorde com nossas ideias e atitudes e, frequentemente, seremos confrontados.

Precisamos abrir mão do comodismo, do protecionismo, da permissividade, parar de reclamar e nos lamentar e AGIR. Tomar uma ATITUDE, pois é a falta de atitude que leva as pessoas ao fracasso. Momentos de crise sempre irão existir e precisam ser vistos como oportunidades. Pare de olhar para o passado e volte seu olhar para o futuro.

“Na nossa vida, 90% está relacionado à como reagimos às circunstâncias e 10% ao que de fato nos ocorre. (Stephen Covey, o princípio 90-10).”

Agir é a única saída. É o que vai nos trazer novamente a sensação de conforto, pois quando somos postos à prova, buscamos forças interiores para mostrar nossas reais capacidades.

Porém, para acessar essa força interior, precisamos estar conscientes de nossas emoções. Precisamos ser capazes de percebê-las, nomeá-las e entende-las. Somente através do autoconhecimento que estaremos capacitados a lidar com nossas emoções. Quando conseguirmos acessar todas as informações que há em nosso interior, perceberemos que não será necessário mais nenhum impulso ou estímulo exterior para chegar aonde queremos.

A Gauss Consulting promove treinamentos de Automotivação e de Alto Impacto que nos ajudam a entrar em contato com nossa força interior.

Quer saber mais? Acesse: http://www.gaussconsulting.com.br/si/site  

Paula Pilastri

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, Cursos, Networking, comportamento, eventos Tags: , ,
27/07/2009 - 19:52

Las claves del networking profesional

La estratégica gestión de la red de contactos es un interesante recurso que puede cultivarse con objetivos personales, profesionales e incluso sociales. No hay normas escritas. De hecho, en esta estratégica disciplina hay mucho de sentido común y “buen hacer”. No obstante, para establecer una sólida base sí podemos presentaros un interesante decálogo de premisas a seguir…

Evidentemente, el concepto como tal no es nuevo, aunque sí es cierto que últimamente todo el mundo habla de ello.

Somos seres sociales por naturaleza y nos relacionamos entre nosotros desde el principio de los tiempos. Lo que es “más nuevo” es la manera en como se trabaja y, sobre todo, el gran refuerzo que aportan y proporcionan las diversas herramientas tecnológicas que desde hace algunos años están a nuestra disposición.

1. Actuar con generosidad.
Se empiece en el momento en que se empiece, siempre hay que hacerlo “sembrando” y sin esperar nada a cambio. En nuestro particular lenguaje, el de los networkers, es lo que se conoce como “dar para recibir”. El actuar por puro interés y además bajo un punto de vista individual es una estrategia posible, pero en absoluto recomendable. Hay que recordar siempre que el mundo es muy pequeño (vamos, un pañuelo) y aunque este comportamiento pueda parecer que funciona, a la larga se verá que es totalmente contraproducente.

2. Pensar estratégicamente.
Hacer contactos es, o parece, una tarea muy fácil. Parece tan sencillo como, si se quiere, hacer un clic con el ratón de nuestro ordenador. Pero hacerlo de manera metódica y productiva es bastante diferente. El trabajo de red siempre debe regirse por un hilo conductor llamado “estrategia” que, además, debe ser personal e intransferible. Y la creación de esta estrategia debe basarse en:
a) saber que tengo (análisis),
b) preguntarse para que lo quiero (reflexión)
c) planificar cómo lo voy a hacer (objetivos).

3. Darse tiempo.
Hay que tener claro que los resultados no van a ser inmediatos. O, al menos, que aquellos que se obtienen a corto plazo (que, evidentemente, también los hay) sólo son la punta del iceberg de los que permiten que la red empiece a “funcionar sola”. ¿Y cuándo pasa eso? Muy fácil, cuando son los otros los que hablan de ti y de lo buenos que son tus servicios o cualidades profesionales. Y eso sólo se consigue demostrando “lo que se vale” y obteniendo la confianza de los demás, que por cierto, cuesta mucho de ganar y muy poco de perder.

4. Convertirlo en filosofía de vida.
El buen network nunca puede plantearse como una actividad, ya me permitiréis que lo diga así, de carácter “extraescolar”. Al igual que las buenas ideas no tienen horario fijo, los buenos contactos pueden surgir en el momento o situación menos pensada. Por tanto, debe formar parte de nuestra vida diaria. Y para ello, lo más importante es entender que se requiere este “cambio de chip”.

5. Ser proactivo.
Aunque a algunas personas les pueda costar más que a otras, es muy importante “dejar la timidez en casa”. Ser lo que se conoce como “flor de pared”, es decir, querer observar más que ser observado no es una postura atractiva ni productiva. En nuestro trabajo de red hay que buscar, invertir, localizar, explicar, conocer, contactar y navegar. Es decir, crear y provocar continuamente nuevas situaciones de network.

6. Encontrar el equilibrio perfecto correcto.
No olvidemos que las redes de contactos tienen un elemento básico: las personas. Por lo tanto, nunca se puede perder el contacto personal, que además es innato a la persona humana. Es más, el contacto virtual mejora exponencialmente tras un contacto presencial. Por tanto, ni se puede hacer todo el trabajo de manera virtual ni tampoco de manera presencial. Hay que buscar y encontrar el equilibrio perfecto.

7. Dominar el arte de la comunicación (verbal y no verbal).
Una cosa está clara, los “demás” no están ahí para escucharnos eternamente. Es más, a veces no hace ni falta. Los diez primeros segundos de establecimiento de contacto son suficientes para crearse “la impresión” que luego lo regirá todo. Hay que aprender a controlar todos los aspectos comunicativos que nos rodean. A nivel verbal, por supuesto, con presentaciones concisas, diferentes y originales. Y a nivel no verbal, que casi se puede decir que llega a ser más importante que el discurso en si, a controlar todos aquellos aspectos (como la vestimenta, el maquillaje, la postura corporal, los complementos, etc.) que sin lugar a duda influyen y mucho.

8. Disponer de una buena agenda de actividades.
Los eventos presenciales son una fuente inestimable de obtención de nuevos contactos. Hay que tener claro que no se puede asistir a todos. Ni siquiera queriendo tendríamos tiempo suficiente. Y de hecho, tampoco sería productivo. Tener una buena y completa agenda, con periodicidad mensual si se puede, que recopile las citas que mejor encajen con la estrategia es realmente imprescindible para un correcto networking. Y, además, una buena agenda no se debe limitar a los eventos de network puro, sino que debe también contemplar eventos temáticos y sectoriales, así como otros que nos permitan mejorar nuestras habilidades comunicativas y personales.

9. Aumentar el valor de su red.
Sea cual sea su tamaño, hay que potenciar esa riqueza. Y para hacerlo, lo mejor es esforzarse en presentar nuestros contactos a terceros. Estos no se pueden ver únicamente como un tesoro personal. De esta manera, todos salimos ganando.

10. Reforzar con la tecnología.
Internet y las herramientas tecnológicas que actualmente están a nuestra disposición nos ayudan a gestionar mejor nuestro trabajo de red. Desde directorios profesionales virtuales a plataformas on-line específicas de network propias de la Web 2.0, su utilización no sólo nos ahorra tiempo sino que sobre todo nos aporta posibilidades antes inexistentes. Eso si, estas herramientas siempre deben ser vistas como un refuerzo o complemento y no como un sustituto del contacto presencial.

Fuente: http://www.emprendedoras.com/articulo_1865_las-claves-del-networking-profesional  

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, Espanhol, Networking, comportamento Tags: , ,
30/06/2009 - 08:41

Sugestões para manter o foco

Manter o foco não é algo que se ativa no começo do dia e se desativa no término do expediente, quando voltamos para casa. Dessa forma, precisamos manter o foco para atingir nossos objetivos, sempre.Algumas sugestões:
• Desvencilhe-se dos inputs não essenciais. É mais fácil manter a disciplina e o foco quando eliminamos os possíveis ladrões de atenção.
• Estabeleça um limite de tempo para a execução de suas tarefas. Talvez não seja necessário que todas as tarefas sejam finalizadas de imediato, mas estabelecer um cronograma para começá-las é fundamental.
• Deixe de divagar com ideias mirabolantes e concentre-se no agora. Pensar nunca pode substituir a ação, é mais produtivo parar 2 minutos para respirar e, em seguida, retomar o trabalho, mantendo o fluxo das atividades.
• Foque uma atividade de cada vez. Não se dedique a realizar tarefas simultaneamente, nenhuma sairá bem feita. É melhor realizar uma coisa bem, do que deixar várias inacabadas. Evite o perfeccionismo, pois, na maioria das vezes, ele é desnecessário.
• Identifique as tarefas essenciais. Para sentir que seu dia foi produtivo, é melhor realizar uma atividade crítica, que contribuirá para a progressão de seus objetivos, em vez de se dedicar a várias tarefas. Todos, temos dias bons e ruins. O melhor é reconhecer os dias ruins, e nesse caso, dedicar-se a apenas uma tarefa para que se tenha êxito.
• Mantenha o pensamento positivo. Muitas vezes, quando estamos estressados, é mais fácil pensar de forma negativa. Quando vivemos emoções negativas, temos a tendência a ver o “o copo meio vazio e não meio cheio”. Quando sintonizamos um estado positivo, nossa atenção e foco são mais afinados.
• Diferencie o que é urgente e o que é importante. Você dedica seu tempo a apagar incêndios ou a caminhar na direção de seus objetivos? Não interprete erroneamente algo que é urgente como algo importante. Importante é o que deve ser feito, se é urgente, você já perdeu o prazo.

Tenha um dia produtivo!

Por Paula Pilastri – baseado em texto de www.humanlevel.com

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): comportamento Tags: , , ,
18/06/2009 - 14:00

O que é iniciativa?

Uma das características mais importantes em uma pessoa é a iniciativa.A iniciativa é a qualidade que distigue uma pessoa notável, de uma pessoa medíocre.

O que é iniciativa? É desembaraço nas resoluções, energia e atividade. Ato daquele que é o primeiro a fazer ou a lembrar alguma coisa.

Notável é tudo o que é considerável, extraordinário e digno de atenção e medíocre é o que é mediano, sofrível, aquele que está no meio, insignificante.

Portanto é você quem decide o que quer ser e alcançar em sua vida.

Pessoas com iniciativa são realizadoras, fazem o que precisa ser feito, sem que seja necessário alguém solicitar.

Elas resolvem problemas em vez de criá-los, ignorá-los ou de transferi-los para os outros.

Têm como marca registrada a qualidade do que executam. Elas se comprometem com seus objetivos e correm riscos calculados para atingi-los.

Portanto, tome as rédeas de sua vida e conduza-a ao caminho do sucesso!

por Paula Pilastri

Tome a iniciativa, empregado!
por Zenaide Carvalho – fonte: www.administradores.com.br

“Quando for incumbido de um trabalho mais difícil e penoso, não resmungue, não reclame, mas veja nele uma chance de desenvolver-se.” (M.Taniguchi)

Há mais de quarenta anos a frase acima consta no livro Dinamize sua Capacidade, de Masaharu Taniguchi. Um ensinamento de 1966 continua atualíssimo.

Em uma obra lançada no Brasil este ano – 1001 Maneiras de Tomar a Iniciativa no Trabalho, de Bob Nelson, o resultado de uma pesquisa feita com empregados é revelado. A pergunta era: “Qual a coisa mais importante para progredir no local de trabalho?” Quase oito mil pessoas participaram da pesquisa.

O item mais importante – respondido por mais da metade dos participantes da pesquisa responderam: INICIATIVA. Os outros resultados mais importantes ficaram entre “inspiração”, “inteligência” e “sagacidade política”, seja lá o que isso significa.

E o que é iniciativa? É a vontade de fazer mais, é começar algo, é propor algo novo, arregaçar as mangas e efetivamente fazer. Ter iniciativa também é não esperar alguém mandar você fazer, é pensar no resultado do que o seu trabalho, o seu esforço irá produzir no todo e nos seus “clientes”. Clientes aqui, entre aspas, pois todos somos clientes uns dos outros, já percebeu? Se você atua no setor financeiro, seus clientes diretos podem ser os outros departamentos, a diretoria. Se você atua na limpeza, seus clientes são os próprios colaboradores e até mesmo os clientes da empresa, os externos.

Mas se esse conceito está parecendo altruísta demais – fazer pelos outros, lembre-se que ao tomar a iniciativa não só leva benefícios a terceiros, mas principalmente a você, em seu ambiente de trabalho e em qualquer outro local. A grande vantagem é que no seu ambiente de trabalho você estará desenvolvendo sua capacidade de conhecer novas atividades, fazer melhor o que já faz e – o que é muito valorizado – trazer novas idéias e novas formas de fazer. E isso ninguém tira mais de você, quer seja na empresa onde está hoje, quer na próxima. É uma questão de hábito.

No mesmo livro, Bob Nelson nos lembra que em quase sua totalidade as rotinas profissionais já estão pré-determinadas. Mas falamos em quase, não na totalidade. O empregado que é inovador, questionador e criativo, tem mais chance de buscar novas soluções – mais rentáveis e que tratam mais produtividade à empresa. Através da iniciativa.

Uma das grandes capacidades humanas é imaginar. Os grandes feitos aconteceram a partir da imaginação, de homens visionários. Então, se você deseja crescer na sua empresa, imagine situações melhores. Mas não pare por aí. Só imaginar não traz resultados. Coloque suas idéias no papel, pesquise, mude, questione-se sempre de que forma você pode fazer melhor. E efetivamente faça. Não basta só ter iniciativa. Tem que ter “acabativa” também.

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, comportamento Tags: , ,
08/06/2009 - 11:26

Os Fracassos de Michael Jordan

“Errei mais de 9.000 cestas e perdi quase 300 jogos. Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo… e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que sou um sucesso.”

Michael Jordan

Os Fracassos de Michael Jordan, e os seus

Se o maior jogador de basquete da história, responsável pela quebra de praticamente todos os recordes mundiais desse esporte, aceita e supera cada falha, cada fracasso, e ainda diz que foram eles que o tornaram um sucesso mundial, por que tanta preocupação com os erros que você cometeu na semana passada, no mês passado, no ano passado ou no último final de semana?

Se seus erros tiverem sido graves, se você tiver machucado física ou emocionalmente alguém, reflita sobre isso, mude seu comportamento agora, e carregue o aprendizado e a cicatriz em seu coração. Isso tornará você uma pessoa melhor hoje e amanhã, já que o ontem não pode ser mudado.

Mas agora, uma nova semana está começando. Um novo jogo. Um novo time. Um novo prêmio. Assim é a vida. Quando acordou, hoje pela manhã, o Treinador colocou você para mais um campeonato no jogo da vida. Talvez você erre a cesta, como Michael Jordan. Talvez você erre o gol (Pelé errou muitos), mas cada erro, cada falha deve ser usada por você para aprender melhor o caminho, para encontrar em sua mente o Poder Pessoal que vai colocar seus pés no pódio da vida.

Outras pessoas viram seu erro? E daí? Será que havia câmeras transmitindo seus erros para 100 milhões de pessoas ao vivo? Pessoas que contavam com você? Improvável. Mas quando Michael Jordan erra, milhões de pessoas se lembram.

Se Michael Jordan não se deixa desanimar por um erro cometido na frente de 100 milhões de pessoas (e registrado para a história), porque você se deixaria desanimar pelos seus? Use cada erro como uma escada para fazer a coisa certa. Peça desculpas, descanse, volte ao treinamento e inicie uma nova partida. Sua quadra é em casa, com sua família, no trabalho, na escola, com sua alma gêmea ou em todo lugar em que você esteja nos próximos sete dias. Mesmo quando sua única platéia é seu espelho.

E lembre-se do que Jordan diz: “Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que eu sou um sucesso”. O que Jordan quer dizer é que não é possível alcançar o sucesso sem passar pelo fracasso. Deixe-me repetir isso: não é possível. Até quando nascemos as lágrimas chegam antes dos sorrisos.

Ao terminar essa frase, o jogo vai começar. O Treinador está olhando. Dê o melhor que puder. Respire profundamente, sorria… e boa sorte!

Fonte: Portal do Varejista – contribuição de Janete Evangelista (Gestão Vanbarcin)

“Gostei muito desse texto, pois acho que ele nos faz refletir sobre até que ponto vale à pena ficarmos lamentando nossos erros, enganos ou falhas. O que ocorre é que vivemos em uma sociedade que julga e que aponta cada falha cometida como um erro irreparável. Sim, erros irreparáveis existem. Quando um avião cai, vidas se perdem. Quando há um desastre que poderia ter sido evitado e milhares de pessoas perdem suas vidas, casas e dignidade. Quando um juiz sentencia um inocente. Esses são erros irreparáveis, pois mexem profundamente com a vida das pessoas.

Porém, em nosso dia a dia, aquele que não arrisca tentar, mesmo que seja o erro, jamais conhecerá o sabor da recompensa, ninguém conhece todas as verdades do mundo, e determinadas atitudes são julgadas como erro pela percepção que cada pessoa tem da vida. Para conseguir o êxito, precisamos passar pelos percalços da caminhada e encarar nossos erros, não como fracasso, mas sim como estímulos para continuarmos.

E como disse Albert Einstein: “Alguém que nunca cometeu um erro é porque nunca tentou nada de novo”.

Assim, para conseguir o sucesso, às vezes, precisamos viver alguns “momentos difíceis” pois, “Errar é humano… mas quando a borracha se desgasta antes do lápis, você está exagerando”, lembra Glenn Van Ekeren em 12 Segredos Simples da Felicidade num Mundo Caótico (Cultrix), e aí vem Ekeren e nos lembra que é preciso ter “equilíbrio”, precisamos arriscar o novo, mas não pense que é possível errar sempre e em tudo. Na vida é preciso bom senso.”

Paula Pilastri

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Pessoal, comportamento Tags: , ,
26/05/2009 - 10:16

La secretaria perfecta

Fuente:http://www.euroresidentes.com/Blogs/empresa/2007/07/la-secretaria-perfecta.html

 

La secretaria mejor, la más eficiente, la secretaria perfecta. El sueño ideal de una empresa, de todos los directivos de empresa. Pero ¿cómo lograr ser la secretaria perfecta? ¿hay cursos de secretarias perfectas? ¿se aprende o se nace? ¿hace un jefe perfecto una secretaria eficiente o es una secretaria eficiente la que hace el jefe perfecto? Nuestra respuesta es que “es cosa de dos”.Una buena secretaria no es sólo aquella que sabe idiomas, atiende perfectamente el teléfono y las visitas, escribe cartas y cosas por el estilo… es algo más.

Las empresas grandes han optado por hacer pool de secretarias con servicios colectivos al que recurren una sección de directivos u otros componentes de la división, departamento, etc. Y es que los portátiles, las agendas electrónicas y de bolsillo, el correo electrónico, etc., han hecho que algunas de las funciones de las secretarias convencionales sean sustituibles…

 

¿Aún quedan cosas insustituibles? Algunos altos directivos saben que sí. Una buena secretaria de alta dirección puede hacer bueno hasta al mismísimo Presidente de la empresa. Damos algunos consejos.

Consejos para tener una buena secretaria

 

1. El perfil de la secretaria perfecta. Por supuesto ponga aquello que todas las empresas de recursos humanos y de selección de personal saben de memoria: idiomas, ofimática, relaciones humanas y públicas, protocolo, etc. etc. Pero la secretaria perfecta es algo más y en esto vamos a centrarnos.

 

2. Secretaria = confianza. Una buena secretaria debe ser acreedora de la máxima confianza. Su formación, solidez, discreción carácter, personalidad… es clave para que exista una relación de confianza absoluta y sea copartícipe de las fortalezas y debilidades de la empresa. Su compromiso, fidelidad e identificación con la empresa y las personas que la dirigen debe ser total. Si se consigue la empatía y confianza total entre el jefe y secretaria, se está dando un paso de gigantes en multitud de facetas.

 

3. El tiempo es un recurso muy valioso: el arte de vivir la agenda. Para un alto directivo /a el tiempo es su recurso más escaso y valioso. Poder atender a los máximos temas posibles y hacerlo sin estrés y en “buena forma” es fundamental el apoyo de una secretaria intuitiva e inteligente. Hacer ganar tiempo a un alto directivo es un arte y requiere una atención permanente y total. Es preparar a tiempo toda la documentación para una reunión. Es la habilidad para cortar una visita que se prolonga excesivamente; es dar la excusa perfecta para llegar media hora más tarde a un próxima reunión; es alquilar un servicio de habitación durante dos horas para poder ducharse tras un viaje de diez horas y llegar en perfectas condiciones a una reunión importante… Es dar la excusa perfecta por teléfono y que el jefe no quede mal. Es saber lo que el jefe necesita, piensa y anticiparse a dárselo con la seguridad de no equivocarse. Es saber cuando tiene sed, o es mandar la nota de agradecimiento usual. Es vivir el día intentando cuidar cada minuto del jefe, es ayudarle a cumplir la agenda sin estrés y manejando los imprevistos.

 

4. La secretaria como gestora. Una de las secretarias de alta dirección que tuve a suerte de conocer cada vez que cogía el teléfono transmitía la importancia de la empresa y de su máximo representante, con tal maestría que se convertía en un factor de imagen, invaluable para la empresa. En otro orden de cosas, gestionaba hábilmente en un vuelo de largo recorrido un upgrade a first class. Se preocupaba de hacer llegar tres propuestas diferentes para una cena especial en Nueva York y la reserva en la mesa más especial. Se aseguraba de un trato personalizado en el Hotel y de que los detalles estuvieran impecables en el business center. Conseguía acelerar una entrega, gestionaba una mejora de cualquier tipo. ¿Cuánto vale una secretaria así?

 

5. Hacer valer la autoridad de su jefe. Me comentaba uno de los más altos directivos de América que su secretaria era la garantía de la ejecución de cualquier reunión en la que se tomaban decisiones. Su seguimiento temporal y la eficiencia con la que lo hacía era impresionante: buenas formas, notas recordatorias espaciadas, llamada 24 horas antes de la fecha… En resumen, era imposible que alguien que en una reunión se había comprometido con el jefe a hacer algo a una fecha fija no lo tuviera hecho y terminado en tiempo y forma. De esta manera, la mente del jefe podía descansar y ocuparse de cosas nuevas, sabiendo que su secretaria hacía un seguimiento y el pressing perfecto para que se ejecutaran los temas tratados y acordados. La productividad del jefe era espectacular…

 

6. Saber estar: la imagen. Un CEO amigo me confesaba que su secretaria conseguía que en el entorno de su oficina se respirara un aire positivo por todos los costados. Salía a recibir a las visitas al ascensor con una encantadora sonrisa, saludando con énfasis ¡muy bienvenido Sr. Tal, el CEO le está esperando. Hacía sentirse importante al que llamaba preguntando al teléfono por el jefe, aunque no le pasara. Su cordialidad, discreción, forma de vestir, elegancia, la convertía en la señora de la empresa. Respetada y considerada un baluarte absolutamente necesario, para crear un magnífico clima de confianza. Contestaba a cualquier reto con una afirmación, con la necesaria diligencia, con estilo, transmitía la imagen perfecta. Cuando no estaba ella, se echaba de menos hasta su perfume.

 

7. Aprender, cursos especializados. Una buena secretaria necesita aprender tanto como el jefe. Debe ponerse al día de todo lo que es importante en la empresa. Debe familiarizarse de cosas nuevas, aunque sean complejas llámese nanotecnología, biotecnología o terminología financiera especializada. Debe formarse continuamente, hacer cursos especializados y lo debe hacer en horarios extras, sin que afecte al normal desarrollo de cada día.

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, Secretariado, comportamento Tags: , ,
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