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Arquivo da Categoria Carreira

27/10/2009 - 19:22

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA SECRETÁRIAS EXECUTIVAS

 

OBJETIVO
Dar subsídios de como a Secretária poderá alinhar as suas responsabilidades dentro do perfil de cada empresa, concomitantemente ao do Executivo no qual assessora.

Também irá orientar a Secretária como o Planejamento Estratégico nas organizações, poderão dar oportunidades de conhecer os ambientes, avaliar os recursos para que os resultados sejam de forma vantajosa e competitiva, resultando no sucesso de todos nas empresas.

BASES TECNOLÓGICAS
-O que é o Planejamento Estratégico nas organizações?
-Como organizar e aplicar o Planejamento Estratégico?
-Modelos pontuais de Planejamento Estratégico.
-Diretrizes e estratégias que a Secretária precisa conhecer para resolver os trabalhos que lhes foram confiados.
-Negociando com sucesso, quando os resultados são negativos.
-A assessora eficaz.
-Comportamento da executiva para ter sucesso.
-Falando com eficácia ou eficiência no momento de distribuir e elaborar as atividades no seu dia a dia
-Resiliência nova ferramenta para o planejamento estratégico.
-Quem é quem nas relações humanas, quando os trabalhos são em grupos ou individuais?
-Competência e personalidade da Secretária no desenvolvimento de equipes.
-Mudanças, poder e confiança entre a Secretária e o Executivo no desenrolar dos processos.
-O que é gestar? Quais as habilidades e competências que a Secretária precisa ter para que os resultados saiam a contento?
-Chefes, Executivos ou Superiores! Quem são?
-O sucesso tem preço para a Executiva? Por quê?
-Como o executivo avalia o sucesso da Executiva?
-Ética e bom senso nas ações que precisam ser tomadas
-Comunicação eficaz, como deve ser feita?
-Plano de comunicação trabalhando o sigilo profissional
-Secretária Líder? Como chegar a este topo?

PÚBLICO ALVO
-Secretárias, Assistentes, Assessoras,  Gestoras e demais profissionais que buscam o aprimoramento profissional, para tornar-se excelência no segmento empresarial.

 

JANETE EVANGELISTA CARDOSO

Graduada em Direito pela Universidade Brás Cubas – Mogi das Cruzes – SP.

Mestranda em Liderança, com MBA em Liderança Unisa Business – School – Universidade Santo Amaro – SP

Curso de Capacitação Pedagógica para docentes no Senai – SP.

Pós Gradução na Facinter – Grupo Uninter – Gestão de Recursos Humanos – PR.

Pós-Graduanda na Facinter – MBA para Secretariado Executivo – Curitiba – PR.

Docente no Senac – SP, nos cursos de Especialização em Gestão de Pessoas, Administração e Negócios, Secretariado, Marketing, Instrutor de Treinamento, Atendimento ao Cliente, Planejamento Estratégico, Gestão Empresarial, Pública, Etiqueta Social para Eventos, Gestão de Projetos Sociais  e Projeto Sert – Secretaria de Relações do Trabalho do Estado de São Paulo.

Docente no Senai – SP, na competência Gestão de Pessoas para o Curso de Técnico em Automação Industrial. Docente na Unisescon – SP – Liderança da Secretária Executiva na Gestão Empresarial e Gestão Administrativa com foco no Secretariado.

Ministra treinamentos para Secretárias Executivas  na Câmara Brasil Alemanha, Cultcorp, Associação Comercial de Guarulhos.
 
Escreve para o Jornal do Trem, temas direcionados a Recursos Humanos e  Gestão de Pessoas, com a  circulação de 25.000 mil pessoas.

Diretora Executiva da Gestão Vanbarcin Consultoria Empresarial e Idiomas www.gestaovanbarcin.com   Responsável pelos eventos beneficentes no  projeto Palestra Beneficente www.palestrabeneficente.org

Foi Secretária Executiva Bilíngüe, por mais de 22 anos em empresa multinacional, nos níveis de Gerência, Diretoria e Vice Presidência.

Lecionou nos Cursos de Secretariado Executivo e Administração nas Universidades Cruzeiro do Sul, São Judas, Anhembi Morumbi e FMU.

Palestra no Sebrae – SP – Atendimento a Cliente, por indicação do Senac – SP

VALOR: 
R$300,00 de 26/10 a 10/11/09 e após está data o valor é de R$ 350,00 com 02 coffee + apostila + certificados.

Inscrições: http://www.gestaovanbarcin.com/portal/curson2.php
Pague com o Cartão de Crédito – Pag Seguro parcelado, escolha em quantas parcelas deseja fazer.

DIA DA REALIZAÇÃO:  21/11/09

 LOCAL – NGR – Locações – Rua Abílio Soares 607 – Paraíso – SP

 

Apoiadores
Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, Cursos, Secretariado, eventos Tags: , ,
19/10/2009 - 22:18

O que é potencial?

Você já parou para pensar sobre o que é potencial? Potencial está relacionado à potência, força, vigor, energia, poder, capacidade. Pode-se dizer que é um conjunto de aptidões próprias que nos levam a produzir algo. Potencial está relacionado a possibilidades.

Sendo assim, potencial é a capacidade de produzir respostas eficazes e está ligado a nossa inteligência que é o conjunto de nossas faculdades intelectuais compostas por nossas habilidades visuais, linguísticas, lógicas, musicais, corporais, interpessoais e intrapessoais.

A maneira pela qual nos servimos de nossa inteligência, é a caracterização de nossas potencialidades. Quanto mais amplo for nosso potencial, nossa capacidade de ver e criar, mais possibilidades de enxergar as oportunidades nós teremos, portanto, quanto mais maleáveis forem nossas crenças, mais fácil será lidar com as diversidades de respostas recebidas, isto é, as situações corriqueiras recorrentes em nossa rotina diária.

Nossas crenças são o conjunto de verdades que vamos acumulando durante os anos e muitas delas nós carregamos sem nem mesmo saber o porquê. Nós somos a personificação daquilo que acreditamos como verdadeiro, assim, somos aquilo que pensamos que somos. Concluímos então que se você pensa que pode, você de fato, PODE, e se pensa que não pode, a recíproca é verdadeira.

Teoricamente, muito bem explicado e entendido, porém, potencial, na vida prática, quer dizer o que? Tenho notado que a cada dia, o mercado de trabalho está mais exigente e seletivo, pois o que há alguns anos era diferencial, hoje virou fundamental, portanto, para se destacar em meio a tantos iguais, precisamos apresentar algo que nos distinga, e para isso, conhecer-se e saber quais são nossos potenciais é imprescindível.

Precisamos saber o que fazemos bem, em que posição atuamos melhor, no ataque ou na defesa, na organização, no planejamento, na operação? É você quem precisa saber, primeiro, onde quer atuar, para então, encontrar seu lugar!

Facilmente, abrimos mão de nossos sonhos e entregamos a responsabilidade por nossas vidas nas mãos de outras pessoas, sejam pais, maridos, chefes, amigos, entre outros. A matemática é simples, conheça-se, saiba definir seus valores e potenciais, alinhe sua vontade, sua capacidade e sua ação e escolha, não deixe que ninguém faça isso por você, assim você estará aproveitando todo o seu potencial.

Por Paula Pilastri, baseado no Workshop Qual é o seu potencial, apresentado por Suely Pavan  www.pavandesenvolvimento.com.br)

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, comportamento Tags: , ,
18/08/2009 - 10:35

Como fazer um curriculum?

Em parceria com a Catho, semanalmente, teremos um texto dando dicas de Recolocação Profissional. Espero que gostem. 

 

Fonte: Empregos Catho Online

A busca de uma nova colocação no mercado de trabalho sempre começa com um denominador comum: o curriculum. Pedimos à consultora Rosemary Corretori Bethancourt, especializada em elaboração de curriculum, para resumir as etapas necessárias de como fazer um curriculum, este importante documento profissional. Vejam o que ela diz:

COMO FAZER UM CURRICULUM: ANTES DE TUDO UMA REFLEXÃO
“Muitas pessoas pensam que a pergunta: como fazer um curriculum é simplesmente relatar sua trajetória profissional… Velhos tempos! Hoje em dia o mercado de trabalho exige muito mais, e o modo como você escreve é tão importante quanto o conteúdo do texto.”

O DESTINATÁRIO
“A primeira dica é imaginar, antes de começar a redigir o seu curriculum, o percurso que o mesmo cumprirá até atingir a finalidade almejada: a entrevista.

PERGUNTE-SE:
- Quem deverá ler meu curriculum? – O que estará procurando? – Qual será a forma mais clara de expor minha experiência? Ou seja, o currículo deve ser elaborado com foco no recrutador.

A APARÊNCIA
“Lembre-se de que um currículo que chama a atenção é aquele que tem boa apresentação visual, é sucinto e de fácil compreensão.”

A OBJETIVIDADE
“Um bom currículo deve deixar claro o seu interesse, destacar as qualificações que o habilitam a ocupar o cargo em questão, demonstrar os resultados e contribuições nas empresas onde atuou e enfatizar seus pontos fortes.”

- Nome completo (deve constar na primeira linha do currículo) – Endereço residencial completo – Dados de contato (telefones residencial, para recados e celular e e-mail) – Dados Pessoais (Ex: brasileiro, casado, 30 anos) – Objetivo Profissional (sumário sucinto e claro de suas expectativas – Ex: gerente da área industrial) – Resumo de Qualificações (habilidades voltadas para a posição ou empresa objetivada) – Formação Acadêmica (curso, ano de formação e instituição – quanto mais recente for a conclusão, mais completa deverá ser a descrição) – Idiomas (mencionar idiomas nos quais tenha fluência) – Cursos (cursos de aperfeiçoamento mais recentes que completem a sua formação ou objetivo)

- Experiência Profissional (mencionar empresas em que atuou nos últimos dez anos, com as datas de entrada e saída, seguindo a ordem da mais recente para a mais antiga, citando os cargos, as atividades desenvolvidas e os resultados obtidos sempre de maneira objetiva; evite analisar, apenas informe)

IMPORTANTE
Estes são os princípios básicos que norteiam uma boa apresentação de curriculum, porém, cada caso deve ser analisado em sua individualidade para que seja definido o modelo mais adequado.

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, Recolocação Profissional Tags: , , , ,
29/07/2009 - 16:54

Globalização e Competitividade aplicada à Vida

As pessoas, atualmente, são levadas a buscar um desempenho excepcional; ouvimos, frequentemente, que o mundo está Globalizado e que as informações se tornam obsoletas com uma incrível rapidez. Mas, será que é o mundo que está globalizado ou há pessoas mais bem preparadas e mais ágeis e “globalizadas” que você? Intrigante essa pergunta, não?

Foi assim que Orlando Pavani iniciou sua palestra na noite de 28/07, na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos, abordando o tema: “Globalização e Competitividade aplicada à Vida”.

Pavani nos mostrou que precisamos nos questionar sobre os conhecimentos adquiridos ao longo do tempo, eliminar o que não se aplica mais, para então, adquirir novas formas de pensar e, principalmente, AGIR.

“É impossível para um homem aprender aquilo que ele acha que já sabe. (Epíteto, 50-130 a.C.).”

Somos seres em busca de conforto e acomodação e qualquer coisa que nos faça sair dessa zona conhecida ou que afronte nossos conhecimentos pré-estabelecidos provoca, automaticamente, uma reação de resistência e passamos a reclamar e nos lamentar pelo desconforto gerado.

Porém, na vida nem sempre encontraremos quem concorde com nossas ideias e atitudes e, frequentemente, seremos confrontados.

Precisamos abrir mão do comodismo, do protecionismo, da permissividade, parar de reclamar e nos lamentar e AGIR. Tomar uma ATITUDE, pois é a falta de atitude que leva as pessoas ao fracasso. Momentos de crise sempre irão existir e precisam ser vistos como oportunidades. Pare de olhar para o passado e volte seu olhar para o futuro.

“Na nossa vida, 90% está relacionado à como reagimos às circunstâncias e 10% ao que de fato nos ocorre. (Stephen Covey, o princípio 90-10).”

Agir é a única saída. É o que vai nos trazer novamente a sensação de conforto, pois quando somos postos à prova, buscamos forças interiores para mostrar nossas reais capacidades.

Porém, para acessar essa força interior, precisamos estar conscientes de nossas emoções. Precisamos ser capazes de percebê-las, nomeá-las e entende-las. Somente através do autoconhecimento que estaremos capacitados a lidar com nossas emoções. Quando conseguirmos acessar todas as informações que há em nosso interior, perceberemos que não será necessário mais nenhum impulso ou estímulo exterior para chegar aonde queremos.

A Gauss Consulting promove treinamentos de Automotivação e de Alto Impacto que nos ajudam a entrar em contato com nossa força interior.

Quer saber mais? Acesse: http://www.gaussconsulting.com.br/si/site  

Paula Pilastri

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, Cursos, Networking, comportamento, eventos Tags: , ,
27/07/2009 - 19:52

Las claves del networking profesional

La estratégica gestión de la red de contactos es un interesante recurso que puede cultivarse con objetivos personales, profesionales e incluso sociales. No hay normas escritas. De hecho, en esta estratégica disciplina hay mucho de sentido común y “buen hacer”. No obstante, para establecer una sólida base sí podemos presentaros un interesante decálogo de premisas a seguir…

Evidentemente, el concepto como tal no es nuevo, aunque sí es cierto que últimamente todo el mundo habla de ello.

Somos seres sociales por naturaleza y nos relacionamos entre nosotros desde el principio de los tiempos. Lo que es “más nuevo” es la manera en como se trabaja y, sobre todo, el gran refuerzo que aportan y proporcionan las diversas herramientas tecnológicas que desde hace algunos años están a nuestra disposición.

1. Actuar con generosidad.
Se empiece en el momento en que se empiece, siempre hay que hacerlo “sembrando” y sin esperar nada a cambio. En nuestro particular lenguaje, el de los networkers, es lo que se conoce como “dar para recibir”. El actuar por puro interés y además bajo un punto de vista individual es una estrategia posible, pero en absoluto recomendable. Hay que recordar siempre que el mundo es muy pequeño (vamos, un pañuelo) y aunque este comportamiento pueda parecer que funciona, a la larga se verá que es totalmente contraproducente.

2. Pensar estratégicamente.
Hacer contactos es, o parece, una tarea muy fácil. Parece tan sencillo como, si se quiere, hacer un clic con el ratón de nuestro ordenador. Pero hacerlo de manera metódica y productiva es bastante diferente. El trabajo de red siempre debe regirse por un hilo conductor llamado “estrategia” que, además, debe ser personal e intransferible. Y la creación de esta estrategia debe basarse en:
a) saber que tengo (análisis),
b) preguntarse para que lo quiero (reflexión)
c) planificar cómo lo voy a hacer (objetivos).

3. Darse tiempo.
Hay que tener claro que los resultados no van a ser inmediatos. O, al menos, que aquellos que se obtienen a corto plazo (que, evidentemente, también los hay) sólo son la punta del iceberg de los que permiten que la red empiece a “funcionar sola”. ¿Y cuándo pasa eso? Muy fácil, cuando son los otros los que hablan de ti y de lo buenos que son tus servicios o cualidades profesionales. Y eso sólo se consigue demostrando “lo que se vale” y obteniendo la confianza de los demás, que por cierto, cuesta mucho de ganar y muy poco de perder.

4. Convertirlo en filosofía de vida.
El buen network nunca puede plantearse como una actividad, ya me permitiréis que lo diga así, de carácter “extraescolar”. Al igual que las buenas ideas no tienen horario fijo, los buenos contactos pueden surgir en el momento o situación menos pensada. Por tanto, debe formar parte de nuestra vida diaria. Y para ello, lo más importante es entender que se requiere este “cambio de chip”.

5. Ser proactivo.
Aunque a algunas personas les pueda costar más que a otras, es muy importante “dejar la timidez en casa”. Ser lo que se conoce como “flor de pared”, es decir, querer observar más que ser observado no es una postura atractiva ni productiva. En nuestro trabajo de red hay que buscar, invertir, localizar, explicar, conocer, contactar y navegar. Es decir, crear y provocar continuamente nuevas situaciones de network.

6. Encontrar el equilibrio perfecto correcto.
No olvidemos que las redes de contactos tienen un elemento básico: las personas. Por lo tanto, nunca se puede perder el contacto personal, que además es innato a la persona humana. Es más, el contacto virtual mejora exponencialmente tras un contacto presencial. Por tanto, ni se puede hacer todo el trabajo de manera virtual ni tampoco de manera presencial. Hay que buscar y encontrar el equilibrio perfecto.

7. Dominar el arte de la comunicación (verbal y no verbal).
Una cosa está clara, los “demás” no están ahí para escucharnos eternamente. Es más, a veces no hace ni falta. Los diez primeros segundos de establecimiento de contacto son suficientes para crearse “la impresión” que luego lo regirá todo. Hay que aprender a controlar todos los aspectos comunicativos que nos rodean. A nivel verbal, por supuesto, con presentaciones concisas, diferentes y originales. Y a nivel no verbal, que casi se puede decir que llega a ser más importante que el discurso en si, a controlar todos aquellos aspectos (como la vestimenta, el maquillaje, la postura corporal, los complementos, etc.) que sin lugar a duda influyen y mucho.

8. Disponer de una buena agenda de actividades.
Los eventos presenciales son una fuente inestimable de obtención de nuevos contactos. Hay que tener claro que no se puede asistir a todos. Ni siquiera queriendo tendríamos tiempo suficiente. Y de hecho, tampoco sería productivo. Tener una buena y completa agenda, con periodicidad mensual si se puede, que recopile las citas que mejor encajen con la estrategia es realmente imprescindible para un correcto networking. Y, además, una buena agenda no se debe limitar a los eventos de network puro, sino que debe también contemplar eventos temáticos y sectoriales, así como otros que nos permitan mejorar nuestras habilidades comunicativas y personales.

9. Aumentar el valor de su red.
Sea cual sea su tamaño, hay que potenciar esa riqueza. Y para hacerlo, lo mejor es esforzarse en presentar nuestros contactos a terceros. Estos no se pueden ver únicamente como un tesoro personal. De esta manera, todos salimos ganando.

10. Reforzar con la tecnología.
Internet y las herramientas tecnológicas que actualmente están a nuestra disposición nos ayudan a gestionar mejor nuestro trabajo de red. Desde directorios profesionales virtuales a plataformas on-line específicas de network propias de la Web 2.0, su utilización no sólo nos ahorra tiempo sino que sobre todo nos aporta posibilidades antes inexistentes. Eso si, estas herramientas siempre deben ser vistas como un refuerzo o complemento y no como un sustituto del contacto presencial.

Fuente: http://www.emprendedoras.com/articulo_1865_las-claves-del-networking-profesional  

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, Espanhol, Networking, comportamento Tags: , ,
18/06/2009 - 14:00

O que é iniciativa?

Uma das características mais importantes em uma pessoa é a iniciativa.A iniciativa é a qualidade que distigue uma pessoa notável, de uma pessoa medíocre.

O que é iniciativa? É desembaraço nas resoluções, energia e atividade. Ato daquele que é o primeiro a fazer ou a lembrar alguma coisa.

Notável é tudo o que é considerável, extraordinário e digno de atenção e medíocre é o que é mediano, sofrível, aquele que está no meio, insignificante.

Portanto é você quem decide o que quer ser e alcançar em sua vida.

Pessoas com iniciativa são realizadoras, fazem o que precisa ser feito, sem que seja necessário alguém solicitar.

Elas resolvem problemas em vez de criá-los, ignorá-los ou de transferi-los para os outros.

Têm como marca registrada a qualidade do que executam. Elas se comprometem com seus objetivos e correm riscos calculados para atingi-los.

Portanto, tome as rédeas de sua vida e conduza-a ao caminho do sucesso!

por Paula Pilastri

Tome a iniciativa, empregado!
por Zenaide Carvalho – fonte: www.administradores.com.br

“Quando for incumbido de um trabalho mais difícil e penoso, não resmungue, não reclame, mas veja nele uma chance de desenvolver-se.” (M.Taniguchi)

Há mais de quarenta anos a frase acima consta no livro Dinamize sua Capacidade, de Masaharu Taniguchi. Um ensinamento de 1966 continua atualíssimo.

Em uma obra lançada no Brasil este ano – 1001 Maneiras de Tomar a Iniciativa no Trabalho, de Bob Nelson, o resultado de uma pesquisa feita com empregados é revelado. A pergunta era: “Qual a coisa mais importante para progredir no local de trabalho?” Quase oito mil pessoas participaram da pesquisa.

O item mais importante – respondido por mais da metade dos participantes da pesquisa responderam: INICIATIVA. Os outros resultados mais importantes ficaram entre “inspiração”, “inteligência” e “sagacidade política”, seja lá o que isso significa.

E o que é iniciativa? É a vontade de fazer mais, é começar algo, é propor algo novo, arregaçar as mangas e efetivamente fazer. Ter iniciativa também é não esperar alguém mandar você fazer, é pensar no resultado do que o seu trabalho, o seu esforço irá produzir no todo e nos seus “clientes”. Clientes aqui, entre aspas, pois todos somos clientes uns dos outros, já percebeu? Se você atua no setor financeiro, seus clientes diretos podem ser os outros departamentos, a diretoria. Se você atua na limpeza, seus clientes são os próprios colaboradores e até mesmo os clientes da empresa, os externos.

Mas se esse conceito está parecendo altruísta demais – fazer pelos outros, lembre-se que ao tomar a iniciativa não só leva benefícios a terceiros, mas principalmente a você, em seu ambiente de trabalho e em qualquer outro local. A grande vantagem é que no seu ambiente de trabalho você estará desenvolvendo sua capacidade de conhecer novas atividades, fazer melhor o que já faz e – o que é muito valorizado – trazer novas idéias e novas formas de fazer. E isso ninguém tira mais de você, quer seja na empresa onde está hoje, quer na próxima. É uma questão de hábito.

No mesmo livro, Bob Nelson nos lembra que em quase sua totalidade as rotinas profissionais já estão pré-determinadas. Mas falamos em quase, não na totalidade. O empregado que é inovador, questionador e criativo, tem mais chance de buscar novas soluções – mais rentáveis e que tratam mais produtividade à empresa. Através da iniciativa.

Uma das grandes capacidades humanas é imaginar. Os grandes feitos aconteceram a partir da imaginação, de homens visionários. Então, se você deseja crescer na sua empresa, imagine situações melhores. Mas não pare por aí. Só imaginar não traz resultados. Coloque suas idéias no papel, pesquise, mude, questione-se sempre de que forma você pode fazer melhor. E efetivamente faça. Não basta só ter iniciativa. Tem que ter “acabativa” também.

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, comportamento Tags: , ,
15/06/2009 - 10:44

A importância da escrita

O trabalho de escrever é árduo. Um texto para cativar o público precisa, primeiramente, abordar um assunto que desperte a atenção do leitor; por isso, a escolha do tema é muito importante.

Em segundo lugar, o texto deve estar bem escrito, ortográfica e gramaticalmente. E, além disso, deve atingir as expectativas do leitor, fazendo com que ele crie um vínculo com suas ideias e abordagens.

Outra característica necessária é ser coeso e coerente. Isto é, um texto coeso é aquele que apresenta associação consistente entre seus elementos formadores. Dessa forma, vemos que a coesão é a costura entre uma ideia e outra dentro do texto, é ela quem estabelece as relações entre as informações apresentadas e elencadas. Ao passo que a coerência é a ligação desses elementos textuais. Nós percebemos logo quando um texto não é coerente, pois ele não conclui as ideias apresentadas e as ligações entre as palavras são prejudicadas, dificultando a compreensão da mensagem.

Assim, percebemos que para a construção de um texto não bastam apenas algumas ideias, é preciso cuidado na escolha do assunto, do vocabulário e na construção das frases.

Atualmente, com as facilidades da internet, muitas pessoas estão se valendo da “arte de escrever”, pois, em um momento em que é necessário se destacar, a escrita vem proporcionando visibilidade a muitos profissionais. Porém, é necessário um olhar mais atento a essa ferramenta de marketing, pois o seu texto pode falar muito sobre você e, principalmente, pode contribuir com uma má impressão profissional se você não tomar alguns cuidados, tais como:

Revisão: um texto que apresenta erros ortográficos ou mesmo de digitação denota falta de atenção, cuidado e é ponto negativo para seu currículo profissional.

Certifique-se de ter escolhido as palavras corretas dentro do contexto abordado.

Lembre-se, a função da escrita é comunicar, levar sua ideia e seu pensamento ao leitor; assim, seu texto deve ser claro e objetivo, levando a informação de uma forma que esclareça e não que cause dúvidas, sendo coerente e coeso.

Portanto, se você quer se destacar, gerar boa visibilidade e transmitir a imagem de um profissional competente, aprimore-se, atualize-se, esteja sempre em constante evolução e não descuide de seus textos.Paula Pilastri

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, Língua Portugesa, Secretariado Tags: , ,
26/05/2009 - 10:16

La secretaria perfecta

Fuente:http://www.euroresidentes.com/Blogs/empresa/2007/07/la-secretaria-perfecta.html

 

La secretaria mejor, la más eficiente, la secretaria perfecta. El sueño ideal de una empresa, de todos los directivos de empresa. Pero ¿cómo lograr ser la secretaria perfecta? ¿hay cursos de secretarias perfectas? ¿se aprende o se nace? ¿hace un jefe perfecto una secretaria eficiente o es una secretaria eficiente la que hace el jefe perfecto? Nuestra respuesta es que “es cosa de dos”.Una buena secretaria no es sólo aquella que sabe idiomas, atiende perfectamente el teléfono y las visitas, escribe cartas y cosas por el estilo… es algo más.

Las empresas grandes han optado por hacer pool de secretarias con servicios colectivos al que recurren una sección de directivos u otros componentes de la división, departamento, etc. Y es que los portátiles, las agendas electrónicas y de bolsillo, el correo electrónico, etc., han hecho que algunas de las funciones de las secretarias convencionales sean sustituibles…

 

¿Aún quedan cosas insustituibles? Algunos altos directivos saben que sí. Una buena secretaria de alta dirección puede hacer bueno hasta al mismísimo Presidente de la empresa. Damos algunos consejos.

Consejos para tener una buena secretaria

 

1. El perfil de la secretaria perfecta. Por supuesto ponga aquello que todas las empresas de recursos humanos y de selección de personal saben de memoria: idiomas, ofimática, relaciones humanas y públicas, protocolo, etc. etc. Pero la secretaria perfecta es algo más y en esto vamos a centrarnos.

 

2. Secretaria = confianza. Una buena secretaria debe ser acreedora de la máxima confianza. Su formación, solidez, discreción carácter, personalidad… es clave para que exista una relación de confianza absoluta y sea copartícipe de las fortalezas y debilidades de la empresa. Su compromiso, fidelidad e identificación con la empresa y las personas que la dirigen debe ser total. Si se consigue la empatía y confianza total entre el jefe y secretaria, se está dando un paso de gigantes en multitud de facetas.

 

3. El tiempo es un recurso muy valioso: el arte de vivir la agenda. Para un alto directivo /a el tiempo es su recurso más escaso y valioso. Poder atender a los máximos temas posibles y hacerlo sin estrés y en “buena forma” es fundamental el apoyo de una secretaria intuitiva e inteligente. Hacer ganar tiempo a un alto directivo es un arte y requiere una atención permanente y total. Es preparar a tiempo toda la documentación para una reunión. Es la habilidad para cortar una visita que se prolonga excesivamente; es dar la excusa perfecta para llegar media hora más tarde a un próxima reunión; es alquilar un servicio de habitación durante dos horas para poder ducharse tras un viaje de diez horas y llegar en perfectas condiciones a una reunión importante… Es dar la excusa perfecta por teléfono y que el jefe no quede mal. Es saber lo que el jefe necesita, piensa y anticiparse a dárselo con la seguridad de no equivocarse. Es saber cuando tiene sed, o es mandar la nota de agradecimiento usual. Es vivir el día intentando cuidar cada minuto del jefe, es ayudarle a cumplir la agenda sin estrés y manejando los imprevistos.

 

4. La secretaria como gestora. Una de las secretarias de alta dirección que tuve a suerte de conocer cada vez que cogía el teléfono transmitía la importancia de la empresa y de su máximo representante, con tal maestría que se convertía en un factor de imagen, invaluable para la empresa. En otro orden de cosas, gestionaba hábilmente en un vuelo de largo recorrido un upgrade a first class. Se preocupaba de hacer llegar tres propuestas diferentes para una cena especial en Nueva York y la reserva en la mesa más especial. Se aseguraba de un trato personalizado en el Hotel y de que los detalles estuvieran impecables en el business center. Conseguía acelerar una entrega, gestionaba una mejora de cualquier tipo. ¿Cuánto vale una secretaria así?

 

5. Hacer valer la autoridad de su jefe. Me comentaba uno de los más altos directivos de América que su secretaria era la garantía de la ejecución de cualquier reunión en la que se tomaban decisiones. Su seguimiento temporal y la eficiencia con la que lo hacía era impresionante: buenas formas, notas recordatorias espaciadas, llamada 24 horas antes de la fecha… En resumen, era imposible que alguien que en una reunión se había comprometido con el jefe a hacer algo a una fecha fija no lo tuviera hecho y terminado en tiempo y forma. De esta manera, la mente del jefe podía descansar y ocuparse de cosas nuevas, sabiendo que su secretaria hacía un seguimiento y el pressing perfecto para que se ejecutaran los temas tratados y acordados. La productividad del jefe era espectacular…

 

6. Saber estar: la imagen. Un CEO amigo me confesaba que su secretaria conseguía que en el entorno de su oficina se respirara un aire positivo por todos los costados. Salía a recibir a las visitas al ascensor con una encantadora sonrisa, saludando con énfasis ¡muy bienvenido Sr. Tal, el CEO le está esperando. Hacía sentirse importante al que llamaba preguntando al teléfono por el jefe, aunque no le pasara. Su cordialidad, discreción, forma de vestir, elegancia, la convertía en la señora de la empresa. Respetada y considerada un baluarte absolutamente necesario, para crear un magnífico clima de confianza. Contestaba a cualquier reto con una afirmación, con la necesaria diligencia, con estilo, transmitía la imagen perfecta. Cuando no estaba ella, se echaba de menos hasta su perfume.

 

7. Aprender, cursos especializados. Una buena secretaria necesita aprender tanto como el jefe. Debe ponerse al día de todo lo que es importante en la empresa. Debe familiarizarse de cosas nuevas, aunque sean complejas llámese nanotecnología, biotecnología o terminología financiera especializada. Debe formarse continuamente, hacer cursos especializados y lo debe hacer en horarios extras, sin que afecte al normal desarrollo de cada día.

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, Secretariado, comportamento Tags: , ,
18/05/2009 - 13:26

Por que escrever um blog de secretariado?

A “blogsfera” vem se modificando e se ampliando, pois, há algum tempo, os blogs eram vistos apenas como diários pessoais, mas a cada dia, esse espaço vem se transformando e se profissionalizando. Há revistas, programas de TV e empresas utilizando essa ferramenta com o intuito de abrir um canal para um diálogo, trocar experiências e conhecer opiniões.

 

A profissão do secretariado está muito atrelada à informação. Recebemos, repassamos e gerenciamos todo tipo de informações. Muitos projetos, assuntos ligados à empresa e aos dirigentes delas transitam nas mesas das secretárias.

 

Além disso, essa profissional precisa estar antenada em tudo que acontece. A secretária precisa ser uma profissional versátil, que sabe localizar qualquer tipo de informação num tempo hábil necessário e se manter em constante aperfeiçoamento.

 

Assim, sendo a informação um dos principais produtos de uma secretária e refletindo um pouco sobre a profissão que escolhi, descobri que me agrada muito compartilhar informações, transmitir conhecimentos e trocar experiências, assim, o meu blog nasceu da necessidade de expor as minhas ideias e conhecer as opiniões dos leitores, pois, sem vocês, leitores, o blog não tem razão de existir.

 

Segundo Lavoisier “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”, assim é em nossas vidas e também em nossa profissão, precisamos nos transformar a cada dia. Criar soluções para novos dilemas.  

 

Dessa forma, esse espaço serve para falarmos dos assuntos ligados à profissão de uma forma mais prática, tentando aplicar ao nosso dia a dia tudo o que lemos e estudamos, pois:

 

“Se você tem uma maçã e eu tenho outra 
e nós trocamos as maças,
então cada um terá sua maçã.

Mas se você tem uma idéia e eu tenho outra,

e nós as trocamos, então cada um terá duas idéias.“ (George Bernard Shaw)

 

Paula Pilastri

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, Networking, Secretariado, Tecnologia, comportamento Tags: , , , ,
03/05/2009 - 19:57

Os sete pecados capitais na vida profissional

Anna Carolina Oliveira

Conheça os equívocos mais cometidos por quem está no mercado de trabalho e aprenda a evitá-los

Novato ou experiente, homem ou mulher, jovem ou idoso. Quem trabalha está sujeito a cometer um deslize ao longo da vida profissional. Às vezes, a falha não causa grandes estragos, mas pode provocar sequelas em uma carreira bem-sucedida.

Para que você não corra nenhum risco, listamos os sete pecados capitais de um profissional. Veja quais são:

1.FALTA DE CORAGEM

Depois de muitos anos na mesma empresa ou função, o trabalhador percebe que não está feliz com sua carreira. No entanto, ao invés de mudar a trajetória, ele continua onde está, pois tem medo de se aventurar em algo novo. Pensar que é muito tarde para dar início a uma carreira diferente ou não ter coragem para exercer outras atividades certamente é um erro a ser evitado. “O profissional pode mudar, mas isso tem que acontecer de forma planejada”, explica Maria Lúcia, coach do Instituto EcoSocial. “Novas experiências enriquecem muito, além de fazer parte do crescimento na carreira.”

2.PASSIVIDADE

Quando o profissional não comanda sua carreira e deixa os outros tomarem decisões no seu lugar está adotando uma postura passiva. Esse comportamento definitivamente deve ser evitado, afinal a pessoa só vai ter conquistas no seu trabalho se tomar as rédeas da sua carreira e traçar metas. Sobre este último item Gláucia Santos, consultora de RH da Catho, diz que o indivíduo deve ter objetivos a curto, médio e longo prazo para não ficar estagnado. “Se o profissional quer ser gerente, é bom fazer cursos de especialização e tentar trabalhar em uma empresa maior, por exemplo. Essas seriam as metas a curto e médio prazo para alcançar o objetivo maior, a gerência.”

3.FALTA DE AUTOCONHECIMENTO

Para tomar decisões em relação ao rumo da carreira e até mesmo se aventurar em novas atividades, o profissional deve se conhecer bem. Um erro comumente cometido é não investir tempo na auto-análise. Pode parecer irrelevante, mas procurar aumentar o nível de conhecimento sobre si mesmo é, sim, importante para uma vida profissional bem estruturada. “O trabalhador tem que buscar saber quais são seus pontos fortes e seus pontos fracos, e isso só acontece após uma auto-análise cuidadosa”, afirma Maria Lúcia.

4.ARROGÂNCIA

Após anos de experiência, alguns profissionais cometem o erro de pensar que são insubstituíveis. Segundo Gláucia, essas pessoas acham que, por estarem há um bom tempo em determinada empresa, não precisam aprender mais nada e que seu emprego está garantido para sempre. Mas não é bem assim. “Para a pessoa se manter dentro da organização, precisa demonstrar disposição em aprender e estar sempre se atualizando”, conta Gláucia. Maria Lúcia completa o raciocínio: “a atualização pode ter vários formatos, não só a do curso. Participar de projetos diferentes dentro da companhia pode ser um grande aprendizado”.

5.FALTA DE ÉTICA

De acordo com o coach e headhunter Augusto Carneiro, um dos “pecados” que prejudicam o profissional em qualquer empresa é a falta de ética. Fazer fofoca, causar intrigas, falar mal dos outros, puxar o tapete, mentir e outros comportamentos como esses nunca irão dar bons frutos. Ao contrário. São autodestrutivos e, cedo ou tarde, acabam se voltando contra a própria pessoa.

6.IMPRODUTIVIDADE

Como os empregadores estão em busca de pessoas proativas, não entregar resultados para a empresa é, sem dúvida alguma, um grande erro. Cumprir com as atividades de sua responsabilidade é uma obrigação do contratado, mas é possível ir além disso e oferecer mais do que o esperado. “Quando o profissional faz mais que seus deveres e desempenha outras tarefas, acaba, aos poucos, ganhando espaço e importância dentro do local de trabalho”, diz Gláucia. A consultora de RH ainda explica que é benéfico divulgar os resultados de sua produção. “Não adianta ir além de suas obrigações se não deixar isso visível para a empresa.”

7.FALTA DE COMPROMISSO

Se não entregar resultados é uma grande falha, deixar de cumprir prazos é outra maior ainda. Aqueles que se comprometem a entregar um determinado serviço e não cumprem o deadline acabam destruindo a própria reputação. Por isso, Carneiro dá o seguinte conselho: “Antes de responder quando ou se é possível realizar o que seu chefe requisitou, pare e pense a respeito. Não diga algo para agradá-lo se você sabe que não conseguirá fazer o que prometeu”. Segundo o headhunter, “uma pessoa que habitualmente falha com os compromissos que assume tem os dias contados”.

Fonte: http://www.zap.com.br/empregos/dicas-mat…

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Carreira, Negócios, comportamento Tags: , , ,
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