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Arquivo de fevereiro, 2009

26/02/2009 - 09:59

Fique na mira de um headhunter

 

por Viviane Mcedo

À procura de executivos para preencher posições importantes no mercado, o headhuter é um profissional cada vez mais requisitado pelas empresas. Como um verdadeiro caçador de talentos, ele vai longe em busca do perfil adequado para cada vaga. Então, estar em seu caminho pode significar boas oportunidades, e não é tão difícil quanto alguns imaginam.

Segundo Pedro Amaral Dinkhuysen, diretor da Stanton Chase, empresa de recrutamento de executivos, o primeiro passo para ficar visível a um headhunter é usufruir de novas tecnologias. “O executivo tem de estar atento às novidades. Se cadastrar em sites de relacionamento como Linkedin e Plaxo é importante, pois eles são ferramentas muito utilizadas pelo mercado de seleção”, aconselha Dinkhuysen. Além disso, o contato direto com empresas especializadas nesse tipo de recrutamento pode ser uma opção. “Nós sempre recebemos currículos de executivos em busca de nova posição no mercado. Lemos, avaliamos, damos uma atenção muito especial a isso”, afirma Fernando Montovani, diretor da Robert Half.

Montovani destaca, porém, que antes de procurar maneiras de ficar às vistas de um headhunter é preciso ter certeza de o que exatamente busca no mercado. “Muitos vão ao mercado apenas para saber como anda sua empregabilidade, se o salário está na média, enfim por “n” motivos que não a recolocação em si. Então, isso sempre deve ser claro para o executivo e ele deve deixar claro também para o headhunter”, aconselha.

Não banalize seu currículo

Mesmo com o possível desespero por estar desempregado, é preciso saber onde e como colocar o currículo. Geralmente, o headhunter procura profissionais de alto escalão – de gerência à presidência -, até mesmo por isso, ele não espera encontrar o currículo do executivo em qualquer página da internet. “A divulgação do currículo de um profissional nesse nível deve ser muito cuidadosa. O executivo peca em acreditar que quantidade é qualidade. A divulgação tem de ser discreta e acertada”, alerta Dinkhuysen.

O networking, sim, pode e deve ser muito bem trabalhado num momento como esse. “Nós headhunters conhecemos muitos profissionais e recebemos ótimas indicações. Então, nem sempre é preciso estar no nosso caminho diretamente, pois a indicação pode vir de quem nem se imagina. Daí a importância do networking”, diz Montovani.

Calma e humildade

A pressa é inimiga da perfeição, por isso, mais do que nunca é preciso ter calma. Abordar um headhunter com agressividade ou arrogância é o caminho mais longo à recolocação.

“O relacionamento diz muito sobre o candidato. Quando sentimos que é uma pessoa pouco humilde, grosseira, com certeza perde pontos”, afirma Dinkhuysen. “Estamos preocupados, sim, com o conhecimento técnico, mas o lado comportamental é muito importante também. Manter uma boa relação, mesmo quando a intenção final não é conseguir um emprego é fundamental para criar um contato que pode ser útil mais tarde”, completa Montovani.

A maturidade tem sido muito apreciada e nesse momento de crise, ter enfrentado com sucesso turbulências anteriores, pode ser um diferencial para o profissional. “O mercado está muito difícil com relação a vagas, acontece muito mais troca de cadeiras do que novas vagas efetivamente. A maturidade está em alta e a serenidade para encarar problemas é indispensável nos executivos hoje”, garante o diretor da Robert Half.

Fonte: http://empregocerto.uol.com.br/info/dicas/2009/02/20/ult7031u76.html

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Negócios Tags:
25/02/2009 - 22:12

Resumo do livro O Monge e o Executivo de James C. Hunter

O Monge e o Executivo é um livro que aborda didaticamente como a liderança pode ser aplicada em nosso dia-a-dia. O ambiente utilizado pelo autor para explicar os conceitos foi um retiro em um mosteiro, no qual um executivo bem sucedido profissional e pessoalmente vai passar uma semana para rever seu comportamento, pois está passando por um momento de crise em seus relacionamentos.

 

Esse executivo, como muitos outros, baseava suas ações no poder e esse poder era estendido para seus relacionamentos pessoais e familiares. E de acordo com o autor: “poder é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer sua vontade, em função de sua posição ou força, sem que essa pessoa queira fazer”. E liderar é influenciar as pessoas de uma forma que elas encontrem dentro de si a motivação para atingirem os objetivos identificados como sendo comuns ao meio. Assim, liderar é ter Autoridade, que se diferencia do poder, pois é a habilidade de levar as pessoas a fazerem, por sua própria vontade, o que você quer que elas façam, por uma questão de influência pessoal. Assim temos a autoridade relacionada com o caráter do líder e a influência que ele exerce sobre as pessoas. Desta forma, liderar é influenciar e se relacionar com as pessoas, comportando-se de modo que elas tenham no líder um exemplo a seguir.

 

O livro aborda alguns comportamentos que o líder deve ter: honestidade, confiabilidade, cuidado, compromisso, ser bom ouvinte, respeito, atitude encorajadora, positiva e entusiástica. Pelos comportamentos listados, nota-se que o papel do líder é servir, isto é, identificar e satisfazer as reais necessidades das pessoas, utilizando o raciocínio do “você colhe o que planta”. Assim, quando nos dispomos a satisfazer as necessidades alheias, estamos servindo e nos sacrificando, e segundo o autor, esse sacrifício está baseado no Amor, não no sentimento, mas no comportamento amoroso. Que é o fundamento de nossa vontade.

 

Em suma, se você quer atingir um objetivo e quer fazer com que as pessoas o sigam, comporte-se amorosamente, satisfazendo suas reais necessidades, ouvindo-as e se relacionando bem com elas, escolha agir. O autor fala sobre as escolhas, pois somos nós que escolhemos ser quem somos, o comportamento que teremos, e essas escolhas estão baseadas em nossas crenças, assim é preciso fazer escolhas acerca daquilo em que se acredita.

 

by Paula Pilastri

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Negócios Tags: ,
25/02/2009 - 21:59

O Que as Empresas Bem Sucedidas Têm que as Outras Não Têm

Sebastião Guimarães
guimaraes@tgtreinamento.com.br

A edição especial “As melhores empresas para você trabalhar”, publicada regularmente pela revista Exame, tem mostrado que as melhores empresas para os funcionários são, também, as melhores em lucratividade e produtividade. Podemos então concluir que as empresas bem sucedidas têm, principalmente, funcionários e clientes satisfeitos.

O que, então, toda empresa deve fazer para ter funcionários e clientes satisfeitos?

O ponto de partida é bem claro: as empresas precisam desenvolver as chamadas boas práticas de R.H.

Uma das principais boas práticas de RH diz respeito ao treinamento. Reconhecendo  a importância do treinamento, a International Organization for Standardization, organismo internacional com sede em Genebra, na Suíça, editou a norma ISO 10015. Esta norma foi No Brasil, a ISO 10015 foi editada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, e passou a ser conhecida como NBR ISO 10015: Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento.

A norma ISO 10015 é, portanto, uma norma de Gestão da Qualidade  que fornece as Diretrizes para Treinamento. “Estas diretrizes abrangem o desenvolvimento, implementação, manutenção e melhoria das estratégias e dos métodos de treinamento que afetam a qualidade dos produtos fornecidos por uma organização.”

De acordo com a norma 10015, não basta treinar, é preciso avaliar o treinamento e provar que ele é um investimento que proporciona ótimos resultados.

A grande vantagem da implementação de uma norma ISO, é o fato de ela ser uma “lei menor.”

A partir do momento que se  decide implementar a norma ISO 10015, todos os gestores e funcionários da empresa passam a vê-la como uma lei (mesmo que seja “menor”) que deve ser implementada em benefício de toda a organização.

Entendida desta forma, a implementação da norma ISO 10015 fica bastante facilitada. A questão maior reside, portanto, na implementação que, mesmo facilitada, precisa ser conduzida por profissionais de RH competentes.

A norma NBR ISO 10015, ao ter como escopo a qualificação e o aperfeiçoamento dos funcionários da empresa, faz exatamente o que recomenda o consultor dinamarquês – Clauss Möller: coloca os funcionários em primeiro lugar, para que eles façam o mesmo com os clientes da empresa

Fonte: http://www.ogerente.com.br/

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Negócios Tags: ,
25/02/2009 - 09:04

Reflexão

Jóias devolvidas

Narra antiga lenda que um rabi, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois filhos queridos.

Certa vez, por imperativos da religião, o rabi empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias. No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.

A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura. Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia?

Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção. Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão.

Alguns dias depois, num final de tarde, o rabi retornou ao lar. Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos…

Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.

Alguns minutos depois estavam ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos.

A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido: deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave. O marido, já um pouco preocupado perguntou: o que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.

- Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo!

- O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?

- Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!… Por que isso agora?

- É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!

- Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las.

- Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!

E o rabi respondeu com firmeza: ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!

- Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.

- Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito.

- As jóias preciosas eram nossos filhos.

- Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-los. Eles se foram.

O rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram grossas lágrimas. Sem revolta nem desespero.
………………………
Os filhos são jóias preciosas que o Criador nos confia a fim de que as ajudemos a burilar-se.

Não percamos a oportunidade de enfeitá-las de virtudes. Assim, quando tivermos que devolvê-las a Deus, que possam estar ainda mais belas e mais valiosas.

Autor: Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. “Jóias Devolvidas”, do livro Quem Tem Medo da Morte?, de Richard Simoneti.  Fonte: www.reflexao.com.br

Todos sabemos que nossa existência nesse mundo é muito passageira, chegamos aqui como chegamos a uma escola. Todos devem se lembrar do primeiro dia de aula, em que nos sentimos sozinhos e indefesos, e para acalentar nossos corações, nos defender, passamos a construir muros de defesa. Passamos a por no outro a responsabilidade por nossa segurança, por nosso afeto, por nossa felicidade. Porém, nos esquecemos que sozinhos viemos e sozinhos voltaremos. A força que buscamos, incansavelmente, habita em nossos corações, as pessoas que “temos” em nossa vida, verdadeiramente, não a “temos”, pois elas simplesmente passam por nossas vidas para trazer-nos alegrias, conforto e paz, mas com a certeza de que um dia nos deixarão; entretanto os momentos vividos, esses sim, permanecerão. A grandeza da vida consiste em viver e aproveitar ao máximo o carinho, o conforto, a alegria e o convívio das pessoas queridas, mas certos de que um dia elas nos deixarão, talvez por vontade, talvez por imposição. E novamente ficaremos sozinhos, mas com o coração pleno e cheio de boas recordações, pois a nossa vida é feita de momentos e esses nunca nos serão tirados.

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Reflexão Tags:
20/02/2009 - 16:11

Confira mais de 15 ideias para não perder o emprego diante da crise

Por Karin Sato – InfoMoney – http://www.administradores.com.br/

Escassez de recursos, fuga de clientes e receio quanto ao futuro são variáveis que orquestram o momento atual protagonizado pelas empresas.Ninguém mais duvida que o País esteja em crise, ao lado do resto do mundo. É verdade que há quem desconheça pessoas que perderam o emprego desde que a turbulência econômica por aqui chegou, mas muitos ao menos ouviram falar de uma vítima. Além disso, o noticiário favorece o alarde no mercado de trabalho.

O diretor de Desenvolvimento Organizacional da Caliper, George Andrew Brough, garante aos profissionais que não é hora de ficar temeroso quanto ao futuro de seus empregos. “O ideal é inverter a situação, ser proativo e agregar valor à empresa. Assim, mesmo que seja demitido, o profissional terá muito mais chances de conseguir outro trabalho, pois sabe que tem as competências necessárias”.

Além disso, segundo ele, não se pode pensar que demissões estão sempre atreladas à incompetência. “Os melhores profissionais às vezes são demitidos por decisão estratégica da empresa. Pode ser que seu departamento seja fechado ou que se optou por dispensar aqueles que tinham os salários mais altos”, explica.

Como inverter a situação de medo

Este, sim, é o momento de agir. Para início de conversa, de acordo com Brough, as pessoas têm de entender que as empresas contratam por causa do currículo, ou seja, falam mais alto, no processo seletivo, a formação e a experiência. No entanto, elas acabam demitindo por conta do comportamento no dia-a-dia, de maneira que o currículo é quase esquecido na hora de decidir quem está fora e quem está dentro.

“Muitos profissionais pensam que somente porque têm um bom currículo estão a salvo”, afirma o diretor da Caliper. Dependendo do status empreendido no currículo, alguns podem até agir com arrogância, demonstrando aos colegas certo ar de quem já sabe tudo ou de que é superior aos outros.

“Mas não é o currículo que faz a diferença na hora de demitir. O que faz a diferença é o comportamento no dia-a-dia, a forma como o profissional interage com as pessoas dentro e fora da empresa. Não adianta se esconder atrás de um título”.

Qual o foco das empresas?

A CEO do Grupo Quantum Assessment, Claudia Riecken, explica que os aspectos que valorizam os profissionais nas empresas são sempre os mesmos, “mas, num momento de exacerbadas incertezas, é um imperativo estar ligado no curto prazo, com compromisso de qualidade em longo prazo”.

“As empresas estão se revelando ansiosas, por meio de seus dirigentes, e desejosas de evitar perdas maiores. A perspectiva imediata de ser menos atingido por uma onda qualquer de perdas ou dificuldades alivia a diretoria da organização e torna o mensageiro da boa notícia alguém indispensável. Em termos práticos, troque o seu senso de urgência pelo de eficiência. Queira ser realmente eficiente. Mostre ao seu chefe como ele se beneficiará disso e procure adotar um estado de espírito próprio dos melhores sobreviventes”, aconselha Claudia.

Veja mais algumas dicas da especialista para não perder o emprego:

 

1.             Mantenha a visão de curto e longo prazo no negócio;

2.             Comunique-se com clareza;

3.             Aprimore sua abordagem gerencial, prática. O nome do jogo é agilidade e resposta rápida. Mande seu recado à chefia: “aqui tem atitude, vamos passar bem pela crise;

4.             Não se queixe das circunstâncias. Proponha alternativas no lugar disso;

5.             Ofereça ajuda desinteressada, quando perceber que pode e sabe como ajudar;

6.             Venda suas idéias e seus projetos. Sinalize com ganhos para os que adotarem suas propostas;

7.             Tenha cuidado ao expor suas ideias e opiniões;

8.             Descubra o que é mais importante para a empresa e comprometa-se com isso ou apoie o responsável pelo mais importante;

9.             Procure leituras qualificadas e aprimore sua busca de informações úteis na internet;

10.          Em crises, os resilientes saem na frente. Eles são flexíveis na hora do aperto, em um downsizing, por exemplo, procuram enxergar oportunidades em meio aos problemas, arquitetam planos de reconstrução, encontram maneiras criativas de fazer as coisas funcionar bem para a empresa e seus clientes e tornam-se referência no grupo;

11.          Siga sua intuição. Ao perceber que pode estar na lista de demissões, procure enfrentar o tema abertamente e negociar uma forma válida de contribuição;

12.          Se você já foi desligado, arregace as mangas. Nada de ficar parado. Procure atividade voluntária e apoio em grupos de suporte. Sua recolocação depende muito do seu astral, então, controle suas emoções;

13.          Seja positivo com pessoas negativas. Evite irritar-se ou discutir. Ouça, compreenda e ofereça apoio para dias melhores;

14.          Fazer um MBA ou curso de especialização é sempre positivo, mas não às pressas, para tentar se segurar a todo custo. Não se pode salvar um relacionamento depois que a pessoa já partiu ou quer partir. Pesquise e escolha o curso certo e a instituição certa. Devemos estudar porque queremos nos aprimorar profissionalmente e buscamos mais cultura, mas não por causa de uma crise.

Mais dicas


George Andrew Brough lembra que o profissional que espera alguém dizer o que ele deve fazer está em posição vulnerável. E dá a dica: “Não confunda atividade com produtividade. O simples fato de você estar fazendo muita coisa não significa que esteja gerando resultados concretos para a empresa”.Ele ainda adverte que é essencial não cair na armadilha do “isso não é trabalho meu”, porque as empresas odeiam essa postura, garante. “As organizações estão de olho em pessoas proativas, que agregam valor para o negócio. Gestores reclamam muito da falta de talentos no mercado”, completa.

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Negócios Tags: ,
19/02/2009 - 11:01

Organização e Planejamento

Se você é uma dessas pessoas que vivem correndo atrás do prejuízo, está sempre preparando documentos em cima da hora, se atrasa para compromissos, acho que você está precisando de: ORGANIZAÇÃO E PLANEJAMENTO, palavras de ordem para iniciar qualquer tarefa.

 

Comece listando todos os assuntos que são de sua responsabilidade, estabeleça os prazos e classifique-os por grau de importância, será mais fácil trabalhar com as urgências e prioridades. Se você estabelecer os objetivos do seu trabalho terá mais motivação para realizá-lo.

 

Faça uma relação das tarefas, sob sua responsabilidade, diárias e uma das esporádicas, assim, você poderá criar uma rotina diária para realizar cada uma.

 

Estabeleça um horário para checar e responder e-mails e efetuar ligações e dar retornos, não urgentes.

 

Se você é responsável por um setor e tem várias atribuições, estabeleça critérios de verificação para checar se tudo está caminhando de acordo com o previsto.

 

E, não esqueça, delegue algumas tarefas que outras pessoas podem realizar, mas monitore para ter a certeza de que estão sendo cumpridas como deveriam.

 

Assim você gerenciará melhor o seu tempo e será mais produtivo!

 

by Paula Pilastri

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Secretariado Tags: ,
18/02/2009 - 15:13

Processo de Comunicação

A comunicação é o processo utilizado pelos seres humanos para a troca de informações, uma vez que somos seres sociais, dependentes das relações interpessoais, portanto, dependentes da comunicação.

 

Como disse BORDENAVE (2005, p. 36) “Comunicação serve para que as pessoas se relacionem entre si, transformando-se mutuamente e a realidade que as rodeia. Sem comunicação cada pessoa seria um mundo fechado em si mesmo. Pela comunicação as pessoas compartilham experiências, ideias e sentimentos. Ao se relacionarem como seres interdependentes, influenciam-se mutuamente e, juntas, modificam a realidade onde estão inseridas.”

 

Para que se efetive o ato comunicativo são necessários alguns elementos, sendo eles: o emissor e o receptor e a mensagem ou informação. Além disso, no ato comunicativo costuma-se observar outros elementos, como: o código utilizado para a comunicação, isto é, a forma como a mensagem é transmitida, o canal pelo qual é propagada e o contexto ou realidade na qual ela acontece.

 

Há inúmeros indivíduos, falantes das mais diversas línguas, que desejam transmitir suas ideias a outros indivíduos. Mais que isso, as pessoas desejam divulgar e perpetuar suas ideias. Porém, o processo de comunicação pode ser cheio de falhas. Essas falhas ou dificuldades no processo comunicativo são também chamadas de “ruídos”. Isso significa que nem sempre a mensagem emitida chega ao receptor codificada, exatamente, como foi elaborada.

 

Isso pode ocorrer em função dos mais diversos fatores, como: uma mensagem mal formulada, falta de conhecimento da função de determinados vocábulos em frases, falta de conhecimento do assunto abordado pelo receptor. Na verdade, as diferenças culturais, de raça, religião, sexo, idade, entre outras, também contribuem para as dificuldades na comunicação, pois vivemos numa sociedade de diversidade cultural, regida por conjunto de valores, crenças e padrões de comportamento, os quais são processados e transformados em informações difundidas pela comunicação.

 

Assim, cabe ao receptor, também, a função de co-emissor, isto é, ele precisa se predispor a interpretar a mensagem. Para BORDENAVE (2005, p. 45) “A flexibilidade mental do receptor, sua mente aberta ou fechada, seu nível de tensão ou ansiedade, sua segurança ou autoconfiança etc., intervêm na aceitação ou rejeição da mensagem. Ás vezes a incorporação é só parcial e uma parte da mensagem é rejeitada.”

 

De acordo com CAMPOS (1986, p.60) “perda sempre existiu e sempre há de existir, em todo e qualquer processo de comunicação.” Porém, para que a comunicação flua e sirva ao seu objetivo, essa perda tem de ser a menor possível.

 

Bibliografia:

BORDENAVE, J. E. D. O que é Comunicação. São Paulo: Brasiliense, 2005.

CAMPOS, G. O que é Tradução. São Paulo: Brasiliense, 1986.

 

By Paula Pilastri

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Secretariado Tags: ,
18/02/2009 - 10:31

A multifuncionalidade do profissional secretário

O profissional da área secretarial hoje, apesar de muitos se questionarem se é uma profissão que pode deixar de existir, vem, a cada ano, ganhando notoriedade e espaço. Nos últimos anos, as revistas, os jornais, além, é claro, a internet, têm dado muito mais espaço a eles. Atualmente, esse profissional precisa ser muito mais completo, as exigências requeridas vão além das habilidades e conhecimentos técnicos. A formação pessoal do profissional conta muito também.

 

Assim, o profissional que se engajar nesse ofício precisa estar disposto a se comprometer, a ser assertivo, saber se comunicar, ser organizado, saber planejar e ser um potencial investigador.

 

Ele precisa estar disposto a arriscar, enfrentar desafios e não se dar por vencido. As empresas precisam de pessoas que se comprometam com o trabalho, que corram atrás da informação e não fiquem esperando que as coisas aconteçam. Esse profissional precisa ser proativo, precisa se informar e estar atento a todos os movimentos do mercado.

 

O profissional secretário não pode se satisfazer com o “mais ou menos”. Ele precisa ter um senso apurado para buscar a informação aonde ninguém espera. Estabelecer redes de contato e estar em constante aperfeiçoamento para manter-se útil e necessário.

 

O profissional que atua na área secretarial recebe todo tipo de informação e lida com as mais variadas pessoas. Assim, a confidencialidade e a cordialidade são, também, características fundamentais.

 

Tudo isso faz com que esse profissional continue sendo necessário, pois as empresas precisam de pessoas comprometidas e proativas, que não esperam o incêndio acontecer, e sim antecipam ações que evitem que ele ocorra.

 

 

by Paula Pilastri

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Secretariado Tags:
18/02/2009 - 08:51

Clássicos do Mundo Corporativo

Novos projetos são o oxigênio de uma empresa – As 7 regras do Nunca
by Max Gehringer

Projeto é uma série de atividades que vai dar vida prática a uma boa idéia. Novos projetos são o oxigênio de uma empresa, porque eles impedem que a empresa continue a fazer sempre a mesma coisa e acabe perdendo o fôlego e se tornando obsoleta.

Eu trabalhei em uma empresa que tinha muitos projetos, o que era bom. Mas a maioria deles não dava resultados práticos, o que era ruim. Um dia, cansados de tanto errar, nós decidimos parar e conversar. E logo descobrimos onde estava o problema. Nós sempre fazíamos um monte de mudanças no meio dos projetos. Mas nunca por motivos técnicos.

Nós mudávamos o projeto porque as pessoas envolvidas nele mudavam de opinião de repente, ou se omitiam, ou pareciam mais interessadas em discutir com os outros membros da equipe. Nosso problema não era técnico, era de liderança.

E nós resolvemos a questão nomeando um líder para cada projeto, com poderes quase ditatoriais sobre a equipe. E criamos para o líder uma série de sete regrinhas, que nós chamamos de Manual do Nunca. E os projetos, daí em diante, começaram a dar certo. As sete regras do Manual do Nunca eram as seguintes.

Primeira. Nunca peça exatamente a mesma coisa para duas pessoas. Por mais claro que você seja, cada uma vai entender de um jeito.

Segunda. Nunca acredite que uma pessoa que estudou mais que outra sabe mais que outra.

Terceira. Nunca dê uma tarefa urgentíssima para um funcionário que tenha tempo livre. Dê para um que esteja superocupado.

Quarta. Nunca acredite que um problema já atingiu o seu ponto máximo. TUDO SEMPRE pode piorar.

Quinta. Nunca acredite na opinião de quem não pode tomar a decisão.

Sexta. Nunca delegue coisas que depois VOCÊ terá que explicar.

Sétima. Nunca tente convencer, se você pode mandar.

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Negócios Tags: ,
17/02/2009 - 20:35

Relacionamentos Interpessoais

Esse texto foi escrito com base nas informações apresentadas pela palestrante Sonia Zorzi em: “Ganhe o reconhecimento da equipe administrando suas emoções”.

 

Primeiramente, devemos entender que o ser humano vive em função de seus relacionamentos intergrupais, assim ele precisa pertencer e se sentir aceito pelos grupos dos quais escolhe participar.

 

Entendemos por grupo o conjunto de pessoas reunidas, com a intenção de interagirem e estabelecerem vínculos com um objetivo comum. Assim nascem os relacionamentos.

 

Devemos estar atentos que quando um grupo se constitui, ele é formado por pessoas, que por sua vez possuem uma história de vida, consciente e inconsciente, que também fará parte do contexto do grupo.

 

Dessa maneira, um grupo se forma por seu objetivo fim, e também pelos objetivos particulares que cada integrante possui, mas ele não pode ser apenas uma somatória de histórias pessoais e objetivos individuais, pois senão cada um trabalhará em proveito próprio e então poderá se estabelecer o caos, e o grupo perderá seu objetivo.

 

Para que isso não ocorra é preciso que o grupo tenha bem esclarecido que:

·     Os objetivos do grupo devem sobrepor-se aos objetivos individuais;

·     As necessidades e objetivos comuns devem ser compartilhados;

·     Deve se estabelecer uma identidade grupal.

 

Dessa forma, o grupo passa a ter sinergia, transformando-se em um espaço confortável para seus participantes, pois todos sentirão que fazem parte dele, estabelecendo-se cooperação entre os pares, aprendizagem contínua e boa comunicação.

 

A base para que haja um bom relacionamento intergrupal e interpessoal é um bom processo de comunicação.

 

Comunicação é a transferência de informações de um emissor para um receptor, porém essa transferência nem sempre é tranqüila e geralmente é a maior causadora de conflitos.

 

Portanto, a transmissão de informações deve passar pelo processo da Comunicação Assertiva. Os passos para uma comunicação assertiva são: contextualização da informação, objetividade, clareza e transparência.

Quando há um conflito, o mais importante a fazer é separar a pessoa do problema, ter foco na solução e buscar alternativas que beneficiem os dois lados.

 

Quando assumimos uma postura assertiva, nos posicionamos ativamente para solucionar as crises, somos diretos, honestos e acima de tudo, temos AUTO-RESPEITO E RESPEITO PELO OUTRO.

 

by Paula Pilastri 

Autor: paula_pilastri@ig.com.br - Categoria(s): Pessoal Tags: ,
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