Mercado de Trabalho – Copa 2014
O MERCADO DE TRABALHO PARA O TURISMO E HOTELARIA (HOSPITALIDADE).
A Hospitalidade os novos desafios da hotelaria. Ela vem substituindo o termo hospedagem gradativamente. Ela começa a entender que muito mais do que oferecer boas acomodações é preciso integrar o hóspede, ao ambiente em que ele se encontra. Este, seja talvez o maior desafio a ser transposto. É preciso romper paradigmas e costumes. Entender que a hospedagem significa receptividade calorosa, uma preocupação com os detalhes e mimos. Mais do que inserir este novo conceito é preciso ir além.
São Paulo é a cidade brasileira que mais recebe visitantes durante a semana em razão do grande volume de negócios e, assim, absorve muitos profissionais.
O Rio de Janeiro também recepciona eventos corporativos e tem o turismo de lazer.
A Região Nordeste, que tem novos empreendimentos internacionais, procura mão de obra especializada. Além de novos hotéis de luxo em construção, na Bahia e em Pernambuco, foram recentemente inaugurados os resorts Mussulo, na Paraíba, o Il Campanário Vilaggio, em Florianópolis, e o Kenoa Beach, em Alagoas.
O turismo no sul do país também cresce e, portanto, as oportunidades também crescem para os futuros profissionais.
A área acadêmica apresenta boas perspectivas, pois muitas faculdades e vários cursos técnicos de Hotelaria precisam de pessoas capacitadas para dar aulas. Nas grandes capitais, os hospitais privados também têm investido em hotelaria de luxo para dar mais conforto aos pacientes.
Com a realização de eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o Brasil investirá ainda mais na construção de hotéis, especialmente nas capitais que abrigarão as partidas e provas. O mercado tende a continuar a crescer. E a boa imagem do Brasil no exterior também incentiva a vinda de turistas, aumentando a necessidade de mão de obra qualificada. As áreas em destaque são as tradicionais, como eventos e a prestação de serviços de hotelaria, alimentação e governança, principalmente em hospitais e condomínios
Os serviços hoteleiros que envolvem alimentos e bebidas demandam, em média, o emprego de 40% a 50% do quadro de funcionários dos estabelecimentos do setor.
A meu ver, a preocupação com a mão-de-obra hoteleira se configura num momento de grande expansão tanto do mercado hoteleiro quanto dos serviços que envolvem a alimentação preparada fora do lar, o chamado foodservice.
Autor: sxho@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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Esta mensagem foi feita como sinal de alerta de um profissional hoteleiro indignado por acontecimentos ocurridos na quinta feira, 8 de setembro de 2011, nos resorts Iberostar e Costa do Sauipe.
O dia começou com o Sindhoteis, sidicato dos hoteleiros do Estado da Bahia, não deixando os colaboradores entrarem nos hoteis, bloqueando todas as entradas de acesso ao hotel, ficando os colaboradores dentro dos onibus sem lugar para onde ir e sem sequer ter condições ir no banheiro ou fazer qualquer refeição matinal. Com isso desrespeitando o direito de um colaborador não querer aderir a greve e trabalhar normalmente. Foram também desrespeitados todos os hóspedes alojados, que são antes de mais a razão da nossa existência, que nem sequer foram considerados para manter as necessidades mais basicas, como alimentação, não mensionando todos os outros serviços que eles pagaram nos ditos hoteis. Qualquer profissional hoteleiro responsável deveria ter em conta no mínimo o bem estar dos hóspedes e como ficou claro o sindicato não tem nem noção do que hospedagem significa.
Mais tarde já com a presença de alguns gerentes dos hoteis a entrada começou a ser tolerada pelos membros do sindicato. Mesmo assim os sindicalistas com seus microfones desrespeitaram mães de familia que entravam, sendo chamadas de putas e vadias. A violência também foi uma forma de entimidar quem queria exercer seu direito de livre escolha e de trabalhar. Com murros empurrões e chutes, além de todos os xingamentos para todos ouvirem. Uma colaboradora foi empurrada e após cair no chão foi pontapeada (foi feito um boletim de ocurrência na polícia)
Os gerentes dos hoteis também não foram poupados nos microfones e seus nomes foram mensionados de maneira abusiva, e difamados, mostrando que além de não terem conhecimentos de causa, também são totalmente inresponsáveis em falarem de pessoas que nem sequer conhecem nem conhecem o seu trabalho.
Da parte da tarde os sindicalistas trouxeram os carros cheios de cerveja no intuito visível de subornar os colaboradores a aderirem á greve. Com esse incentivo a consumo de bebidas alcoolicas, (um ótimo exemplo para trabalhadores de bares e restaurantes), a violência se tornou mais evidente, como tambem os xingamentos generalizados.
Gostaria de salientar que estamos falando de profissionais hoteleiros que na sua formação e essência deveriam ter como principio a boa educação, a cordealidade, a atitude positiva.
A região de Mata de São João, antes da chegada dos hoteis, era uma região voltada para a agricultura e pesca. O nível acadêmico e formação das pessoas nativas é precário. Desde a chegada dos hoteis sempre foi uma preocupação a contratação de mão de obra local e com isso a formação feita e financiada pelos hoteis. Nos ultimos anos o desenvolvimento da região tem sido visível, assim como a melhoria das condições de vida dos habitantes da região. O esforço para formar os nativos para uma profissão tão exigente e que pela sua natureza exige um comportamento educado, paciente, cordeal, bem disposto, motivado e com um sorriso para receber os turistas, tem sido um caminho muito dificil e árduo pela parte dos formadores e instituições hoteleiras da região.
É de lamentar que os sindicatos não se preocupem com a parte de formação, melhoramento da qualidade profissional, nem incentiva á aquisição de novos conhecimentos para que profissionais se tornem mais competentes e com melhores condições para evoluirem nas suas profissões. Pior ainda é o sindicato incentivar os colaboradores a se revoltarem contras os superiores hierarquicos, incentivar a desobediencia, quando existe um esforço das chefias para melhorar o relacionamento entre colaboradores e chefias, tentando motivar, ensinar procedimentos de segurança, higiene e de qualidade de serviço. É muito frustrante que sindicatos se aproveitem de pessoas simples e facilmente manipuladas para incitar a violência, desobediencia ás chefias, desrespeito por hierarquias profissionáis e desrespeito pela essência da hotelaria que é servir com qualidade, cordealidade, educação e respeito.
No meu ponto de vista como profissional hoteleiro de muitos anos, é que este tipo de sindicato está parecendo mais a uma milícia, que obriga profissionais como eu, a pagar uma taxa para ser representado por pessoas que eu repudio e que não quero ser representado e de quem não tive o direito de escolha. Além disso vejo meu dinheiro ser utilizado para financiar badernas, compras de bebidas alcoolicas e ainda por cima ter que ser intimidado, xingado e agredido.
No final da tarde de quinta feira foi dada uma liminar judicial que considerava a grave ilegal. Mesmo assim desrespeitando a lei a greve continuou na sexta feira, aumentando ainda mais os transtornos para os hóspedes instalados.
Encerro este meu alerta informando que não represento nenhuma instituição hoteleira nem minhas visões transmitem a opinião de tais instituições hoteleiras. A minha opção por manter o anonimato é, primeiramente após ver do que o sindicato é capaz eu desconheço seus limites e receio pela minha integridade física. Como estas linhas que escrevo são um alerta e eu sei que existem muitos profissionais hoteleiros que compartilham da minha opinião, acho que posso representar essas vozes. De qualquer modo tudo aqui relatado pode ser facilmente investigado e sua veracidade constatada.
Obrigado pela atenção
Lamento o ocorrido, em parte concordo com o que foi relatado (atitude, comportamento, falta de hospitalidade, etc………) porque de fato, estamos falando de pessoas, e no meu ponto de vista clientes são clientes e merecem respeito independente das circunstancias. É por esse motivo que enfatizo a importância do respeito, dedicação, cortesia, hospitalidade, em relação ao atendimento no geral. Principalmente dos profissionais formados, recém formados da nossa classe de formação.
Obrigada
Susan