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08/10/2009 - 14:45

Metáfora da Carruagem – Katha Upanishad

Atma (Eu) é o dono da carruagem.

Buddhi (discernimento) é o cocheiro.

Manas (funções pensantes) sao as rédeas.

Indriya ( forças sensoriais) sao os cavalos.

Sharira (corpo) é a carruagem.

Vishya (objetos de percepçao) é o campo de pastagem.

Uma forma de entendermos o conhecimento do Ser é atraves de metaforas pois guardamos mais facilmente.

A metáfora usada na Katha Upanishad é que a carruagem é como fosse nosso corpo. Os cavalos que puxam a carruagem sao nossos sentidos, como percebemos o mundo, ou no caso, o campo de pastagem. As rédeas para direcionar os cavalos sao os nossos pensamentos. Quem controla os cavalos é o cocheiro, ele que direciona o cavalo ir mais rápido, mais devagar, desviar de pedras, buracos, a hora de parar, e isso é que chamamos de discernimento. O papel dos cavalos é apenas sair andando, pastar, sem distinguir se come a grama lisa ou a mais enrugada pois faz melhor para o intestino dele. Esse é o papel do cocheiro, de Buddhi. O dono da carruagem é aquele que diz ao cocheiro qual o trajeto que deve ser feito, sem o dono da carruagem, nao existe carruagem, cocheiro, cavalos, rédeas…. o dono independe da carruagem, Ele simplesmente é. Ja o resto depende do Ser para existir.

Exemplo extraido da aula da Lia Diskin, 8/10/2009.
Autor: renatabmendes@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:


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