Arquivo de fevereiro, 2009
23/02/2009 - 03:48
Quero escrever sobre “Quem quer ser um milionário?”. Quero escrever sobre a premiação do oscar e sobre os meus filmes favoritos. Estou atrasado em Lost e The Mentalist, séries que tenho que comentar para o bem da minha saúde física e mental. Há muita coisa a dizer, mas pouco tempo disponível. Como sempre é. Estarei fora por alguns dias em razão de uma viagem que vou realizar. Mesmo que a vontade de escrever me deixe enlouquecido, terei de esperar.
Apenas 3 comentários sobre o final de semana: As pessoas mentem, a Hidra não foi um adversário a altura e a festa do oscar foi uma palhaçada.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Sem categoria
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20/02/2009 - 19:04

Cinema é entretenimento. Compreendo que alguns filmes possuem a proposta louvável de discutir um determinado tema, colocá-lo em evidência ou simplismente informar. O que eu não consigo entender é o que justifica um filme que não diverte e que também não tem nada de significativo para acrescentar. Afinal, o que há de interessante na história de um imbecil sem instinto de autopreservação? É justamente sobre isso que trata esse filme de Darren Aronofsky e é difícil de acreditar que ele esteja sendo tão elogiado. As cenas de violência que ocupam boa parte da projeção são sofríveis. Não empolgam, pois o roteiro nos diz que tudo aquilo é uma grande farsa. E a vida do personagem principal é tão desinteressante quanto. Um péssimo pai (por motivos que nunca são bem explicados), orgulhoso até o último fio de cabelo e tão tolo em suas palavras e atitudes que chega a ser irritante.
A atuação de Mickey Rourke está sendo fartamente elogiada e ele se tornou rapidamente o favorito para o oscar desse ano (ver aqui). É realmente um bom trabalho, mas não vejo os motivos para tanta exaltação. O que me parece é que Rourke está recebendo crédito pelas suas similaridades com o próprio personagem, o que é obviamente um erro. A única cena realmente dramática, onde podemos ver o talento do ator, é aquela em que ele conversa com a filha na praia e pede desculpas por tê-la abandonado. O personagem é limitado demais. Um brutamontes que passou a vida inteira dando e recebendo sopapos e que no final da vida não tem mais saúde para fazer isso. Qual é a complexidade?
As comparações com “Rocky XI” são inevitáveis. A única diferença é o que o personagem Rocky é muito mais interessante. Desenvolvido ao longo de 5 filmes, o garanhão italiano é gentil, bondoso, apaixonado pelo que faz, esforçado, humilde e corajoso. Não é simplismente um cara durão que sabe encenar uma luta muito bem, como é o caso de Randy `The Ram´ Robinson. A fantasia em “Rocky” é muito mais atraente e divertida do que a pretensa realidade de “O Lutador”.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Cinema
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19/02/2009 - 17:00
Como todo aficionado por cinema, eu acompanho o oscar. Por mais injusta que a premiação seja, por mais equivocados que sejam seus critérios e por mais hipócrita que seja toda a cerimônia, não dá para negar que a festa do Oscar é o evento mais importante do mundo do cinema. Quer você goste, ou não. Sendo assim, eu desenvolvi um hábito que muitos cinéfilos também possuem: Tentar acertar os vencedores. Não é nada sério, nada professional. Apenas uma brincadeira divertida. Costumo obter de 60% a 70% de acerto nas categorias que arrisco um palpite. É muito difícil tentar prever o vencedor nas categorias mais obscuras como “melhor filme estrangeiro” ou “melhor curta metragem”, pelo simples fato de que eu não vi os filmes. O que é uma pena, mas a distribuição no Brasil está cada vez pior.
Para deixar claro. Esses não são quem eu acho que deveria vencer e sim quem eu acho que vai vencer, por causa do furor da mídia ou das peculiaridades da premiação. Pretendo fazer um outro post com meus favoritos e nesse eu farei a minha eleição, sem respeitar em nada o Oscar. É necessário dar um grito de repúdio ao fato do melhor filme de 2008 não estar nem entre os 5 indicados. A injustiça com The Dark Knight é ultrajante!!!
Mas vamos a brincadeira:
- Melhor Filme: “Quem quer ser um milionário?”
- Melhor Diretor: Danny Boyle
- Melhor Ator: Mickey Rourke
- Melhor Atriz: Kate Winslet
- Melhor Ator Coadjuvante: Heath Ledger
- Melhor Atriz Coadjuvante: Penélope Cruz
- Melhor Longa de Animação: “Wall.E”
- Melhor Roteiro Original: “Milk – A voz da liberdade”
- Melhor Roteiro Adaptado: “O caso curioso de Benjamin Button”
- Melhor Direção de Arte: “O curioso caso de Benjamin Button”
- Melhor Fotografia: “O Leitor”
- Melhor Mixagem de Som: “Batman – O cavaleiro das trevas”
- Melhor Edição de Som: “Batman – O cavaleiro das trevas”
- Melhor Trilha Sonora Original: Alexandre Desplat
- Melhor Canção Original: “O Saya”
- Melhor Figurino: “O curioso caso de Benjamin Button”
- Melhor Edição: “Batman – O cavaleiro das trevas”
- Melhores Efeitos Especiais: “Batman – O cavaleiro das trevas”
- Melhor Maquiagem: “O curioso caso de Benjamin Button”
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Cinema
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18/02/2009 - 20:09
Esse post tratará do romance de Stephanie Meyer e não do filme de Catherine Hardwick, o que são obviamente duas coisas completamente distintas. A adaptação cinematográfica fica reservada para outro post, se algum dia eu tiver paciência para escrevê-lo.

Eu gosto da mitologia dos vampiros. Não sou fascinado como algumas pessoas parecem ser, mas acho interessante a idéia desses predadores noturnos extremamente sedutores. Portanto, Crepúsculo agrada muito ao reavivar elementos clássicos das histórias vampirescas. Seja na beleza mórbida de Edward ou no desejo de Bella de ser mordida ou ainda na longevidade dos sugadores de sangue. Pelo mesmo motivo, o livro aborrece o leitor ao apresentar novos conceitos que não se “encaixam” na concepção dessas criaturas.
Por que diabos uma criatura obviamente demoníaca brilharia à luz do sol? A imagem não faz sentido. É muito mais coerente que criaturas que possuem uma natureza profundamente diabólica sejam queimadas pela luz solar que representa tão claramente o bem e o divino. Seguindo nesse mesmo erro, a autora coloca Bella comparando os Cullens como anjos. Incomoda muito ver mortos-vivos cuja natureza é matar e definhar os seres humanos sendo considerados criaturas angelicais. É metaforicamente equivocado. O simbolismo se descontrói.
No entanto, o livro não é sobre a figura dos vampiros. Trata-se de uma história de amor entre Bella e Edward. É redundante dizer que a história não é nada criativa, afinal é só uma roupagem diferente para o mesmo conto do amor impossível que já foi repetido infinitas vezes. Mas isso não é necessariamente um problema.
A questão é que esse relacionamento é totalmente falso. Podemos entender perfeitamente porque Bella se apaixonou por Edward. Descrito como absurdamente lindo e detentor de uma charme irresistível, chega a ser insuportável ler páginas e mais páginas de elogios feitos pela personagem principal ao seu interesse romântico. Porém, é difícil de explicar porque Edward ama Bella. Ele possui mais de cem anos de idade, sua experiência de vida é incalculável. Ela deveria parecer infantil e enfadonha para ele. Uma comparação razoável seria um homem de 60 anos se apaixonar por uma menina de 10. Não faz sentido.
Os demais personagens do livro são unidimensionais. A autora ainda tenta dar um pouco mais de profundidade para Carlisle, o patriarca da família Cullen, ao contar a história de sua vida. Isso acaba resultando em uma infinidade de perguntas sobre a sociedade dos vampiros que não são respondidas. Por exemplo: Por que os vampiros deixaram de ser reconhecidos como monstros e perseguidos para tornarem-se apenas lendas e mitos? Como fazem para não serem percebidos? Há alguma estrutura polítca entre eles? Algum reconhecimento de autoridade? Se são tão poderosos, por que os vampiros simplismente não se revelam para o mundo e subjulgam a sociedade humana?
Isso demonstra que a autora falha ao construir um universo coerente. E se as respostas para essas perguntas são apresentadas nos demais livros da série, não importa. Esse romance deveria se sustentar sozinho, ou seja, dar ao leitor a sensação de que tudo isso é real.
Por útlimo é necessário falar da defesa da castidade empreendida pela obra. A história é obviamente uma metáfora sobre o sexo. Edward é constantemente tentado a deflorar Bella que estando totalmente apaixonada se entrega loucamente ao namorado. Contudo, os dois resistem ao desejo irracional e nunca chegam a saciar suas vontades.
Não é à toa que a figura da capa é uma maçã remetendo ao pecado original e a perda da inocência. Mais óbvio do que isso é impossível. O que é inaceitável é que alguém em pleno século XXI ainda defenda a abstinência sexual. Uma idéia ultrapassada, tola e desprovida de explicações. O livro enoja ao se posicionar no lado errado de uma trincheira que se arrasta por séculos, tendo a igreja católica como principal personagem na tentativa de estabelecer o sexo como algo proibido, malévolo e sujo.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Literatura
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17/02/2009 - 19:40

O coronel Claus Von Stauffenberg não é um defensor da liberdade e nem um homem de princípios morais elevados como o filme dá a entender que seja. Em linguagem hollywoodiana, ele não é um “good guy”. Aliás, me pergunto porque Hollywood precisa classificar seus personagens em “good guys” e “bad guys”. Em mundos de fantasia isso funciona muito bem, mas em uma projeção de fatos históricos isso soa como
desonesto.
O coronel Stauffenberg era um anti-semita convicto e são bem conhecidos seus comentários desumanos à população polonesa quando a Alemanha conquistou aquele país. Se os conspiradores estavam tão preocupados com os atos atrozes do governo nazista, porque esperaram até o final da guerra para tentar tirar Hitler do poder? Porque não agiram antes quando os primeiros campos de concentração foram erguidos? A verdade é que os conspiradores estavam preocupados com os aliados invadirem Berlim e a Alemanha não apenas perder o conflito, mas ser destroçada, exatamente como ocorreu na primeira grande guerra.
Portanto, não posso deixar de expressar minha revolta diante de um filme que torna Stauffenberg um herói. Um patriota, certamente. Mas não alguém íntegro, valoroso ou justo.
Sobre o filme em si, tenho que dizer que Tom Cruise continua bastante carismático. Mesmo sabendo que a bomba não irá matar Hitler, torcemos para que isso aconteceça. O ator faz um bom trabalho. Mas é “só” isso. Quanto ao elenco secundário, há muitos atores consagrados e experientes, no entanto, o filme lhes dá pouco espaço. Kenneth Branagh, some na segunda metade do filme. Terence Stamp e Eddie Izzard passam despercebidos. Um pouco mais de atenção é dada a Tom Wilkinson e seu general Fromm que consegue captar a essência dúbia do militar. E uma última palavra sobre Bryan Singer, diretor desse Operação Valquíria. Bryan tem sido muito criticado pelo seu trabalho anterior, Superman Returns. Parece que os fãns do Kryptoniano não gostaram do filme. Se Operação Valquíria não for bem nas bilheterias, Bryan perderá o prestígio que conseguiu com suas primeiras obras, Os Suspeitos e X-men. O que é uma pena, pois, apesar dos erros desse filme, na maior parte responsabilidade dos roteristas, Bryan Singer é um ótimo diretor.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Cinema
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17/02/2009 - 16:03
Lost segue por um caminho complicado. Tentar entrelaçar suas tramas através das passagens no tempo é engenhoso, no entanto, bastante arriscado. Os furos são inevitáveis. E o pior, tudo pode ficar confuso e sem sentido. Esse episódio demonstra bem isso, mas não posso negar que colocar Locke pedindo para Richard visitá-lo quando criança foi uma idéia muito legal.
Ok. Eu consigo me divertir bem mais com a série quando esqueço a lógica e paro de tentar encontrar explicações para cada detalhe. Afinal, é justamente sobre isso que Lost trata. É um seriado sobre o metafísico, sobre personagens interessantes e não sobre porque raios o governo americano abandonaria uma bomba de hidrogênio na ilha.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Séries
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16/02/2009 - 03:53
O mundo é um lugar antigo. Isso nos faz pensar quantas histórias fantásticas existem para serem contadas. O sobrenatural permeia os contos e as lendas tanto quanto o ar está presente em nossa vida. Histórias se confundem com mitos e as criaturas da noite gargalham da nossa ignorância. Esgueiram-se nas sombras, fogem de nossos olhares curiosos e agem quando mais tememos. Tudo pode estar preenchido de horror e o melhor que podemos fazer é fechar os olhos e torcer para que as elas nos ignorem. Talvez se caminharmos devagar, falarmos pouco e ficarmos quietos, elas possam nos deixar em paz. Se nos esforçamos para nos convencer de que elas não existem, talvez elas possam desaparecer. Talvez tudo não passe de um pesadelo… Longo, frio e cruel. A única forma de manter a sanidade em um mundo dominado pelo o oculto é escondendo de si mesmo as possibilidades sinistras. Não saber pode ser a grande benção. Não há porque ter medo se não acreditarmos.
Ninguém é capaz de transformar as trevas em realidade tão bem quanto Neil Gaiman. Não sou um leitor de longa data desse autor consagrado no universo dos quadrinhos, mas me tornei seu fã excepcionalmente rápido ao ler um clássico dentre suas obras, Criaturas da Noite. Dois contos reunidos em uma temática sombria. A primeira história: “O preço“, roubou minha atenção vorazmente e fui presenteado com uma narrativa prazerosa e marcante. A segunda história: “A filha das corujas” não manteve o nível da primeira, sendo um pouco enjoativa, mas ainda assim bastante misteriosa. O que mais me surpreendeu, no entanto, foi a simpatia que dediquei ao estilo do autor. Acredito que pela honestidade de Neil Gaiman ao escrever, sem pretensões morais ou longos pedaços desnecessários. Além, é claro, de um enorme talento para tratar da fantasia.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Literatura
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16/02/2009 - 00:09
Nessa temporada do oscar surgiu inexplicavelmente uma moda interessante: Filmes que tratam da segunda guerra mundial. Um homem bom, o menino de pijama listrado, operação valquíria e o leitor. Assisti esse último com grande expectatvia, pois sou um admirador incondicional do trabalho de Kate Winslet. E a atriz não me decepcionou, sua performance como Hanna Schmitz é impecável.
Kate consegue transportar para a tela todo o drama pessoal de uma mulher ignorante, marcada pelos atos grotescos de seu passado. É, portanto, justa e acertada a indicação de Kate ao oscar de melhor atriz por esse papel. Assim não é de surpreender que o novato David Kross empalideça diante da performance assustadoramente perfeita de Kate. O já consagrado Ralph Fiennes tem pouco a fazer, suas cenas não são favorecidas pelo roteiro e o ator limita-se a interpretar um Michael eternamente atormentado com sua primeira experiência sexual.

O romance entre o menino e a mulher com o dobro de sua idade, experiente e bonita, apesar de improvável, me pareceu crível. Acabei sendo convencido pela simplicidade do momento que Hanna se entrega a Michael e a história é bastante envolvente em sua concepção, destacando-se a fotografia belíssima da nudez dos protagonistas.
No entanto, a reviravolta no meio do filme e a revelação de que Hanna é uma ex-nazista coloca tudo a perder. O relacionamento amoroso entre Hanna e Michael é deixado de lado e substituído por uma discussão a respeito do holocausto e tentativa de fazer justiça. A segunda guerra é um assunto complexo. Nelson Rodrigues disse muito bem que toda unanimidade é burra, mas as pessoas parecem ignorá-lo completamente quando o assunto é holocausto ou campos de concentração. Não me parece muito difícil de entender também que qualquer maniqueísmo é fruto de desconhecimento. A história é escrita pelos vencedores.
É necessário refletir e criticar certas posições dominantes. Não quero negar o extermínio de milhões de judeus durante os anos terríveis da segunda guerra, no entanto, as estatísticas mostram que morreram muito mais russos e ninguém fala sobre isso. “O leitor” cai no lugar comum. Os mesmos debates pobres sobre esse momento tão importante da história da humanidade. Em uma cena embaraçosa, um personagem menor diz que não suportaria viver sabendo dos horrores cometidos em Auschwitz, ele alega que se rebelaria ou então colocaria uma bala em sua própria cabeça, incapaz de suportar a injustiça da realidade.
O quão demagogo e moralmente baixo é esse discurso! Milhares de pessoas morrem de fome na África, vivendo em condições subumanas, degenerando lentamente para servir de comida aos corvos e ninguém se mata por causa disso. A visão infantil e tola sobre a segunda grande guerra desconstrói o que poderia ter sido um excelente filme.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Cinema
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15/02/2009 - 02:39

Jean Jacques Rousseau disse que o capitalismo cria necessidades das quais você nunca pensou que teria. Há 20 anos atrás todos viviam tranquilamente sem celular, hoje muitos consideram infernal passar um dia que seja sem o aparelho. Estranho. Confesso, no entanto, que o computador pessoal ocupa um lugar especial em nossas vidas. Estou há 14 dias sem pc e o desespero se apoderou da minha alma de uma forma devastadora. Nunca pensei em suicídio em minha curta vida, mas a idéia repentinamente passou a parecer mais sedutora.
Das inúmeras atividades que fui privado de exercer, a que mais senti falta foi atualizar esse espaço. Surpreendentemente, devo dizer. Jamais imaginei que esse pequeno hobby deixaria um espaço vazio tão grande. É sempre bom descobrir um novo prazer. Pelo menos para isso essa abstinência tecnológica serviu. No entanto, agora estou de volta. Tenho tanto para escrever que não sei nem por onde começar. Decidi voltar com essa pequena mensagem de reinício. Eu queria pedir desculpas para quem mandou comentário e não foi avaliado e, principalmente, para quem veio visitar o site e não encontrou nada novo. Desculpas. Agora, voltemos ao mundo das palavras.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Sem categoria
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