Arquivo de janeiro, 2009
31/01/2009 - 02:29
Antes de mais nada deixe-me esclarecer uma curiosidade. O nome deste blog é Red Zone, sabe por que? Eu sou um grande fã do cardgame Magic: The Gathering. É um dos meus hobbies preferidos. Posso afrimar indubitavelmente que só perde para Dugeons and Dragons, na minha humilde apreciação. Por gostar tanto de magic decidi homenageá-lo dando a esse espaço o mesmo nome que o jogo dá ao seu campo de batlalha. Imagino esse blog como uma grande arena onde as idéias se confrontam, como se fosse uma enorme praça da Grécia antiga com discussão sobre tudo o que conhecemos ou podemos imaginar.
Enfim, esclarecido o significado de Red Zone, vamos para o verdadeiro assunto deste post. Fui hoje para o torneio de magic conhecido como Friday Night na loja Gameland em copacabana. Ganhei 2 partidas e perdi o mesmo número, o que é por definição um resultado medíocre. Não gosto de resultados medíocres e estou desapontado. Esse é o terceiro torneio que vou com deck de elfos e começo a pensar que a época deles realmente já passou como muitos professam. Existem 4 decks muito populares hoje. São eles: Fada, Kithkin, Cruel Ultimatun e Blighting. O deck de elfos não é muito eficiente contra nenhum deles. Os Kithkins são mais rápidos e colocam mais criaturas em jogo. Os danos vermelhos do baralho de blighting garantem controle sobre os elfos e os dois decks de controle, fada e cruel ultimatun, que seriam em teoria presas fáceis para um deck baseado em bicho, possuem várias remoções de criatura e remoções em massa.
Será que magic está invertendo a tendência que começou em Lorwyn? As criaturas estão ficando desfavorecidas em comparação com as mágicas de controle? A nova edição Conflux parece indicar esse caminho. Talvez seja realmente o fim dos elfos. Devo abandoná-los?
ps: Peço desculpas a quem estiver eventualmente lendo esse post e não for um jogador de Magic: The Gathering. O texto está cheio de especificidades do jogo que não fazem sentido para quem não joga. Mesmo assim pretendo escrever sobre magic regularmente.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Games
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28/01/2009 - 23:40

Viagem no tempo é um assunto deslumbrante. Muitos físicos enriqueceram ao descobrir isso e escrever livros para leigos que tratam do tema. São incontáveis as histórias de ficção que tratam dessa fantasia humana. Não seria incrível passear pelo tempo? É por isso que Lost acertou em cheio ao focar a trama desta quinta temporada nos conhecimentos de Daniel Faraday que não por acaso tem esse sobrenome.
Preciso reconhecer que não sou um aficionado por Lost como muitos são. Gosto da série, mas não acho que ela esteja nem entre as cinco melhores da atualidade e esse início de temporada não fez nada para ajudar. Os produtores de Lost continuam com o velho erro de embolar a trama em numerosos mistérios que nunca terão respostas. Alguém realmente espera que os dois esqueletos na caverna do início da primeira temporada terão explicação? Essa insistência em entulhar a história com diversos enigmas já cansou há muito, não é à toa que a audiência da série caiu amargamente, 11.4 milhões de pessoas que pode parecer um número elevado, mas é a pior estréia de temporada de todo o seriado.
Os responsáveis pelo roteiro deveriam dar mais destaque para aquilo que é mais interessante na história: A viagem no tempo. Ou, então, as grandes revelações da próxima temporada ficarão reservadas apenas para aqueles que conseguiram resistir bravamente diante de tanta enrolação.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Séries
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28/01/2009 - 01:10
A nossa sociedade está fadada ao fracasso. Como disse Marx: “O trabalhador só se sente a vontade no seu tempo de folga, porque o seu trabalho não é voluntário, é imposto, é trabalho forçado.” Como uma sociedade pode sobreviver com as pessoas trabalhando dessa forma? A história nos mostra que todas as comunidades que tiveram pessoas forçadas a trabalhar como fundamento encontraram o seu fim.
Veja o que aconteceu comigo. Fui lanchar tranquilamente na padaria perto de minha casa. Ao entrar no recinto pude perceber que o atendente me ignonou por completo. Chamei-o uma vez, educadamente. Para a minha enorme surpresa, recebi um olhar de desgosto em resposta e nada de ser atendido. Chamei-o pela segunda vez e nada, novamente. Após esperar, pacientemente, pela atenção do rapaz é que eu consegui obter o meu lanche. Não posso negar, foi realmente uma tarefa árdua.
A maior parte das pessoas fica revoltada quando vive uma situação dessas. Há muita raiva no processo. Gritos para ser atendido e reclamações grosseiras. Mas não é culpa do jovem prestador de serviços. Ele não queria estar ali. A sociedade o pôs ali. Ele quer apenas fazer parte do todo, ou seja, ter dinheiro para poder comprar suas coisas, participar do sistema. Alguns podem alegar que se ele não atender bem as pessoas, ele será mandado embora e outro será colocado em seu lugar e que, portanto, ele deve agradecer de ter um posto de trabalho. Mas isso não resolve o problema, não é? Pelo contrário, apenas o aprofunda. Afinal, além de ser obrigado a servir aos outros, ele ainda vive com a sombra do desemprego o atormentando.
A humanidade conseguiu vencer a escravidão. Não tenho dúvidas de que também vamos sobrepujar o trabalho assalariado.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Reflexão
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27/01/2009 - 02:09
Tenho que dizer. Estou realmente empolgado com essa nova série da CBS. Sem dúvida a melhor série dramática desde que House, M.D. debutou pela Fox em 2004. É incrível como Patrick Jane é um personagem comovente, mesmo com sua extraordinária capacidade de dedução, ele não consegue encontrar a felicidade por causa das sombras do seu passado. Lembra imediatamente Sherlock Holmes e não posso negar que uma gostosa sensação de nostalgia se apodera de mim ao recodar de quando era moleque e lia os contos do detetive britânico. Justamente por causa da semelhança, os produtores do show devem ter dado a Patrick outras característcas que o diferenciassem do famoso investigador do século XIX, por exemplo, Mr. Jane tem capacidade de hipnotismo e manipulação, atributos que Sherlock Holmes nunca demonstrou. Além disso há todo um elenco de personagens interessantes que dão dinâmica e cor para a história, desde a jovem durona Van Pelt até o calado e superticioso Cho.
No último episódio, o décimo terceiro dessa primeira temporada, podemos ver um Patrick habilíssimo, jogando seus palpites certeiros para tudo o que é lado, até mesmo se exibindo. Como para a esposa da vítma na cena em que ele descreve o início do relacionamento dos dois apenas pelo tipo de inclinação dos dedos do cadáver. Um amigo meu que também assiste assiduamente a série disse que achou as aptidões de Patrick exageradas. Mas ora, esse é todo o objetivo do programa! Não é para ser algo razoável! A graça está em assistirmos aturdidos as inacreditáveis descobertas, as deduções mais absurdas. Para mim esse último episódio só veio comprovar que a série está em uma ascendente, vide a cena final onde Patrick deixa Cho e Rigsby em dúvida com relação a originalidade do quadro. Inteligente, hilária e uma crítica certeira ao mundo das artes. Impagável.

Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Séries
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26/01/2009 - 01:31

Meu irmão viajou. Vai fazer uma parte do seu doutorado nos Estados Unidos e vai nos privar de sua excelente companhia por um ano. Certamente, um longo ano. Esses momentos de partida são exaustivamente tratados em filmes, livros, seriados e toda forma de mídia, mas nunca se chega minimamente próximo a sensação real. Todo mundo calado, sem saber muito bem o que dizer. Afinal, as palavras ajudam em que nesse instante? O aperto no coração, a lágrima escorrendo pelo canto do olho, a saudade aumentando antes mesmo de começar…
A vida não deixa de ser um conjunto de idas e vindas. Uma coletânea de circustâncias. Um eterno fluxo de emoções que jorram sem sabermos se podemos controlar, apenas sentimos e vivemos. A saudade talvez seja a mais involuntária força que temos. A fallta que nos faz os pequenos detalhes, como o olhar perdido ou o penteado de cabelo bagunçado. Qual é a lógica de sentirmos falta dos defeitos da pessoa? Aquilo que nos desagradava, passa a nos ser querido. Esperamos cada segundo pelo reencontro ou então procuramos desesperadamente por coisas que nos ocupem e nos forcem a afastar o pensamento.
André, meu irmão, saiba que eu e todos nós aqui no Brasil sentimos imensas saudades de você! Será triste o período em que você estará fora, mas o seu sucesso inevitável nos conforta. Abraços.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Pessoal
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24/01/2009 - 23:01
Eu jogo RPG há 14 anos. O meu hobby mais importante e consistente. Friamente, RPG significa Role-playing game. Na prática é um excelente exercício de imaginação e um frutífero condutor de amizades. Serei eternamente grato as mesas de RPG por terem me presenteado com amigos inteligentes e divertidos.
Infelizmente, o RPG sempre foi alvo de inúmeras críticas por parte de uma imprensa ignorante e de pessoas com pouca capacidade de discernimento. Eu planejava escrever um post defendendo o RPG desses ataques infundados, mas isso ficará para uma próxima oportunidade.
Primeiro, desejo registrar a última campanha que narrei: A Espada do Imperador. Para quem não jogou a história, isso tudo parecerá uma coletânea de informações que não fazem sentido. É isso mesmo.
Texto Introdutório: Os perigos da estrada de Tantantûn
“- A estrada de Tantantûn foi atacada novamente, meu senhor. Não posso passar por lá com minha carroça. Serei queimado vivo!
- Faça o que eu estou falando, Cormach.
- Mas, meu senhor, os orcs…
- Pegue suas coisas e vá! Isso é uma ordem!
Cormach tinha medo de seguir para o norte do reino. Muito medo. Suas mãos suavam à despeito do tempo frio. Suas pernas desfaleciam. Ele não queria encontrar a morte. Não podia deixar sua família para trás… Mal conseguiu subir na carroça. Seus homens carregavam os sacos de trigo e empilhavam cuidadosamente no chão de madeira. Cormach podia ver os olhos da filha em sua mente, verdes, inocentes, vivos… O sorriso da
mulher, linda, jovem, exuberante… O medo de perdê-las aumentou. A estrada ficou mais sombria e a cada passo que seus cavalos davam o seu belo, seguro e organizado mundo ficava para trás. O comerciante sabia que jamais voltaria. Ao pegar a estrada de Tantantûn sabia que já estava morto. Ainda assim não foi menos doloroso quando ele viu os olhos rubros na noite. Não foi menos aterrorisador quando ele ouviu seus guardas morrerem, gritando como mulheres desvirginadas. Não foi menos patético quando o Orc com dobro do seu tamanho, perfurou suas entranhas sem que ele nada pudesse fazer, além de uma tentativa estúpida de correr. Cormach não conseguiu chegar ao seu destino. Assim como tantos outros mercadores que tentaram atravessar a estrada, Cormach não conseguiu entregar o seu carregamento. Ele jamais reencontrou a mulher e a filha. Quando o rei soube de mais essa história, ele não pode conter seu ódio. Seu senso de justiça e proteção. Ele tinha que fazer alguma coisa…..”
Início da Campanha: 31/08/2008
Sistema: Dungeons and Dragons 4.0
Jogadores e Personagens: Leonardo Blay (Drudge); Anderson Silva (Rhogar); Wilson Junior (Rhys); Bruno de Assis (Hezode); Thiago de Assis (Vélamo)
Narrador/Dungeon Master: Mário Maximo
Personagens Secundários: Shazadeh Berryn (Mindflayer Infiltrator); Dashla (Human Warlock); Gandûr (Minotaur Figther); Lazid Neely (Master Drow); Uta (Old Orc Wise); Hazel (Green Dragon); Advar (Black Dragon); Morty (Red Dragon); Tirano (Beholder)
Seções:
1- Monstros Acuados
2- O acampamento na praia
3- A cabala de Baphomet
4- A Torre Negra
5- Fama
6- Conhecendo os Dragões
7- Terra dos Gigantes
8- A poderosa cidade de Durmfull
9- Garra do Escuro
10- Presos para sempre
11- O Lar do Beholder
12- A cólera do Tirano
13- O último desejo de Shazadeh Berryn
14- O círculo Sagrado
15- A volta da escuridão
Resumo: As pequenas vilas humanas em torno da estrada de Tantantûn decidiram se unir e lutar para conquistar ordem em uma região dominada por criaturas vis. A complexa rede política abaixo do estreito de Belfor desaparece em caos e todos desejam um pouco mais de poder. O antigo imperador não responde e vários usurpadores aparecem como formigas atrás de açúcar, sedentos pela posição de supremacia.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Games
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23/01/2009 - 14:55
Saíram os indicados para o Oscar de 2009. Agora é oficial. O curioso caso de Benjamin Button é o queridinho da academia. Com 13 indicações, o filme estrelado por Brad Pitt é considerado uma obra-prima, um espetáculo da sétima arte. Mas realmente é? Fui ao cinema conferir e minha impressão passou longe disso. Esperava mais, muito mais de David Fincher. Afinal, estamos falando do homem por trás de longas como Se7en e o clássico mais importante da década de 90 (leia-se, Clube da luta). Infelizmente, esse novo trabalho de David Fincher é “apenas” um bom filme.
Não me entenda mal. A maquiagem do filme é soberba. É incrível como acreditamos que Brad Pitt tem 80 anos ou 16. O mesmo vale para Cate Blanchett. As interpretações desses dois atores consagrados não são menos do que marcantes e o filme prende a atenção de uma forma encantadora. O grande problema, e esse é sempre um grande problema, é a história. O argumento do filme é criativo e muito interessante: Alguém que nasce velho e rejuvenesce ao invés de envelhecer. Uma pessoa que anda para trás no ciclo da vida. Brilhante. Mas, infelizmente, o filme não é capaz de aproveitar a plenitude dessa idéia. Jamais acompanhamos o desdobramento filosófico mais interessante da história: Como seria viver a juventude tendo a exepriência de toda uma vida acumulada? Afinal, quantas vezes ouvimos pessoas mais velhas dizendo que dariam de tudo para voltar aos seus 20 anos com a maturidade e vivência que possuem aos 50? O personagem principal deste filme teve a oportunidade de viver o auge do corpo e da mente e esse aspecto fascinante não foi abordado pelo filme. Lamentável.
Isso sem contar os furos bobos do roteiro. Para citar apenas um exemplo, a filha de Daisy estranha que a mãe tenha sido dançarina, mas depois descobrimos que a mesma sabia e estudou na escola de dança da mãe!!! Completamente sem sentido. Eric Roth, o roterista responsável por esse projeto comprometeu seriamente a qualidade final do filme. Por que o filme apresenta o furacão Katrina como pano de fundo? Isso não é explorado em nenhum momento, um detalhe completamente dispensável. Isso tornou a projeção longuíssima e de certa forma, cansativa. Não havia a menor necessidade do filme ter 166 minutos de duração. São quase 3 horas! Para uma história que poderia ter sido melhor contada em menos de 2 horas.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Cinema
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21/01/2009 - 21:18

Assiti ao filme da Diney/Pixar hoje. Apesar de ter sido lançado em meados de 2008, eu ainda não o tinha visto. E não foi por falta de interesse. Afinal por ser um mega fã de star wars qualquer trabalho de Ben Burtt é prioridade. Além disso o estúdio responsável por wall.e criou filmes incrivelmente divertidos, como Procurando Nemo, Os Incríveis e Ratatouille. O padrão de qualidade da Disney/Pixar costuma ser bem alto. E mais uma vez, não houve decepção. Eu gostei muito de Wall.e! Explico porque.
O filme é inteligente e tocante. É uma história de amor sem aqueles clichês bobos. Os primeiros 20 minutos do filme não possuem diálogo! Fazer isso em uma grande produção hollywoodiana é, para dizer o mínimo, corajoso. Palmas para Andrew Stanton! A narrativa é um pouco lenta, mas isso não atrapalha, pois o filme conta com momentos hilários e memoráveis do pequenos robô e sua mania de colecionar objetos triviais. O roteiro faz uma excelente metáfora da relação entre homens e mulheres. Enquanto wall.e é sujo e infantil, EVA, seu interesse romântico, é sofisticada e bela. Ele se apaixona imediatamente por ela, mas por muito tempo ela apenas o ignora, até ser conquistada por uma personalidade carinhosa e prestativa.
A minha única ressalva com o filme é quanto ao papel dos humanos nele. Criticar o modo de vida moderno, o consumismo e a publicidade é algo bem mais complexo do que o que foi apresentado pelo filme. A história de wall.e nesse ponto é apenas um retrato tosco e sem profundidade de um futuro implausível e ridículo. O mais impressionante é que os chamados “críticos de cinema” simplismente adoraram esse ataque que o filme faz a sociedade contemporânea, como se houvesse algo realmente valioso aí. Os críticos gostaram do filme pelos motivos errados. Quem se importa com as inúmeras referências que o filme faz? Quem se importa que a cena que wall.e assisti repetidas vezes é do filme Alô, Dolly, de 1969? Quem se importa que AUTO é uma homenagem ao robô HAL 9000 de 2001- Uma odisséia no espaço? Só os críticos se importam, numa tentativa tola e fútil de mostrarem conhecimento cinematográfico. Que se danem as referências! Wall.e é um bom filme por emocionar as pessoas.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Cinema
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20/01/2009 - 20:10
No mesmo dia em que palestinos romperam a trégua na faixa de Gaza, o primeiro presidente negro dos Estados Unidos da América toma posse. Um momento comemorado e almejado por mais de 2 milhões de pessoas. Mas por que? Como podemos entender toda essa esperança em torno de Obama? As pessoas falam em paz e prosperidade… Difícil de acreditar.
A história da humanidade é marcada por violência. Guerras são tão comuns quanto celebrações. Só no século XX tivemos: a primeira guerra mundial, a revolução de 1917 na Rússia, a guerra civil espanhola, a segunda guerra mundial, a guerra dos seis dias, a guerra do Vietnã, os conflitos no Kosovo, na Bósnia e no Golfo. E isso é o que eu posso me lembrar agora. A lista certamente é muito maior. Acreditar na paz, sinceramente, me parece ingenuidade. Somos violentos. Isso é indiscutível. Algo precisa ser feito à partir desse ponto. Fico imaginando se seria possível existir um exército mundial que contivesse as forças dos países. Mas isso não é viável no modelo político de soberania nacional em que vivemos.
Os Estados Unidos continuam sendo a maior potência do mundo. Não por conscidência, eles possuem o maior e mais poderoso exército do globo. Certamente, irão continuar com sua política de intervenção, pois é isso que lhes garante hegemonia. Obama não fará diferença. Vamos parar de besteira! No entanto, uma coisa é certa. A crise econômica continua. E não tem prazo para acabar e aqui sim, Obama pode fazer muita diferença.
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Notícias
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20/01/2009 - 03:14
Bem-vindo.
Ou seria “mal-vindo”? É incrível o quão estupenda a internet é. Qualquer pessoa no planeta pode estar lendo essa mensagem. Bem, qualquer pessoa não. Primeiro, ela precisa saber português o que já elimina 96% dos habitantes da Terra (Você sabia que o nosso idioma foi usado como código secreto durante a segunda guerra mundial?), segundo, você precisa ter achado esse blog em algum lugar, o que significa que você me conhece ou é um tremendo curioso, o que certamente diminui ainda mais a minha estimativa, terceiro, você precisa ter acesso a um computador com capacidade de enviar e receber dados através da rede, o que no nosso país subdesenvolvido é raridade e, consequentemente, diminui ainda mais o alcance dessas palavras… É, talvez, a internet não seja tão poderosa assim.
Enfim, quem quer que você seja, saiba que esse é um espaço para uma mente pertubada dividir suas opniões sobre o mundo. Isto é, compartilhar os motivos pelas quais se tornou pertubada. Não há freios, nem limite para o pensamento. A minha única barreira é a razão que podemos dizer ser o meu imperativo categórico, como nomeava Kant. E para esclarecer logo, não me orgulho disso. Acredito que a ignorância domina a humanidade e por isso as pessoas são felizes. A inteligência traz inquietação… Vontade de saber a verdade.
E você? Teria coragem de tomar a pílula vermelha?
Autor: Mário Maximo - Categoria(s): Sem categoria
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