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13/09/2010 - 11:30

Nada vai me separar!?

Quem pode nos separar de Deus?

Romanos 8:31 Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?

O texto acima nos conduz a prática de fé = fidelidade à Deus. Temos certeza da fidelidade de Deus e isto  nos traz tranquilidade.

32 Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes, o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?

O ato divino da salvação, através da doação de Jesus Cristo, é a prova concreta do seu amor e poder.

33 Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.

34 Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu ou, antes, quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.

João 3:16 é o texto áureo da Bíblia.

Temos um amor forte como aquele de 1 Co 13; Um amor legal, ou seja, que corresponde ao reclame da justiça, que há na lei; e, um amor com limites.

O Deus Santo, justo e  verdadeiro, fora afrontado pelo pecado humano. Mas, decide vir até o ser humano e oferecer-lhe a oportunidade de voltar ao primeiro estado. O amor é forte para suportar afrontas mas não se utiliza de poder para alcançar seus objetivos.

A legalidade do amor o conduz a procurar caminhos corretos para seus objetivos. Deus queria salvar a humanidade, porém, quem pagaria o salário do pecado. Foi preciso dar Jesus como pagamento, morrendo no lugar da humanidade.

O amor de Deus pode nos constranger, sensibilizar e mover-nos de caminhos contrários  mas não pode tomar esta atitude por nós. O amor não tem e nem se utiliza de poder para  o feedback(retorno).

O Senhor é uma pessoa divina. Fomos feito a sua imagem e semelhança. Sendo assim somos pessoas humanas. Temos personalidade: O que determina a individualidade duma pessoa moral; o que a distingue de outra.

O amor faz de tudo para se aproximar de quem ama; paga o preço que for necessário; mas, a recepção desse amor só pode ser feita pelo outro.

Ao receber Jesus como Salvador temos  as nossas dívidas passadas pagas. Somos justificados por seu sacrifício na cruz e enquanto mantivermos esta fé ninguém poderá nos condenar dos nossos pecados passados.

O amor não salva, ele promove a salvação. Para sermos salvos precisamos crer no ato de amor feito por Deus, pagando as nossas dívidas através de Jesus Cristo.

35  Quem nos separará do amor  de  Cristo?   A  tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?

36 Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia: fomos  reputados como ovelhas  para o matadouro.

37  Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por  aquele  que  nos   amou.

Separação = Morte     –    União = Vida.  O estado que nos encontramos é de união com Deus. A pergunta é taxativa, qual é a situação que pode ser colocada entre nós e o nosso Deus? União com Deus = paz com Deus. Emocionalmente, podemos até entrar em guerra, mas, jamais espiritualmente. Esta é a paz que Jesus  nos deu.  Ela não é circunstancial.

38  Porque  estou certo de que nem a  morte, nem  a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades,  nem  o presente, nem o porvir,

39  nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos  poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor!

Quando estamos unidos com Deus, através de Cristo, nada pode interferir. Nem o fato da morte ou  vida, física; nem seres espirituais; Nem o que já passou e nem o que está por vir; Nem pólos distantes entre si; ou; qualquer tipo de criatura, poderá entrar entre nós e o nosso Deus.

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Vamos falar de morte = separação.

Gênesis 2:16  E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim comerás livremente,

17  mas da árvore da ciência do bem e do mal, dela não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.

3:1Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?

2  E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos,

3  mas, do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais.

4  Então, a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis.

Deus falou taxativamente que Adão e Eva morreriam se desobedecessem. A serpente afirmou que certamente eles não morreriam. O diabo é o pai da mentira, ou, foi o primeiro a declarar uma  mentira. Eva comeu e não caiu morta fisicamente, e deu a Adão que não caiu morto fisicamente.

Na mentira diabólica é utilizado alguma informação verdadeira.

Adão e Eva por causa da desobediência se separaram de Deus, ou seja, morreram para Deus. No jardim havia a árvore da vida que dava ao homem condições de imortalidade. Imaginem o homem vivendo sem poder morrer fisicamente e morto eternamente. Então, por misericórdia, Deus o põe para fora do jardim para que não comesse da árvore da vida.

A morte física foi consequência da morte espiritual. Vencemos a morte espiritual através de Jesus Cristo e a morte física, Cristo, já venceu. Nos falta o último inimigo a ser vencido, a morte física. Isto se dará na ressurreição dos mortos.

A Bíblia fala da morte física

Números 16:48  E estava em pé entre os mortos e os vivos; e cessou a praga.

1 Samuel  31:8  Sucedeu, pois, que, vindo os filisteus ao outro dia a despojar os mortos, acharam a Saul e a seus três filhos estirados na montanha de Gilboa.

2 Samuel 1:4  E disse-lhe Davi: Como  foi  lá  isso?  Peço-te,  dize-me. E ele lhe respondeu: O povo fugiu da batalha, e muitos do povo caíram e morreram, assim como também Saul e Jônatas, seu filho, foram mortos.

2 Samuel 1:5  E disse Davi ao jovem que lhe trazia as novas: Como sabes tu que Saul e Jônatas, seu filho, são mortos?

João  12:1  Foi, pois, Jesus seis dias antes da Páscoa a Betânia, onde estava Lázaro, o que falecera e a quem ressuscitara dos mortos.

João 12:9  E muita gente dos judeus soube que ele estava ali; e foram, não só por causa de Jesus, mas também para ver a Lázaro, a quem ressuscitara dos mortos.

João 12:17  A multidão, pois, que estava com ele quando Lázaro foi chamado da sepultura testificava que ele o ressuscitara dos mortos.

João 20:9  Porque ainda não sabiam a Escritura, que diz que era necessário que ressuscitasse dos mortos.

e da morte, espiritualmente.

Romanos 6:2  De modo nenhum! Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?

Efésios 2:1  E vos vivificou, estando vós mortos em ofensas e pecados,

Efésios 2:5  estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos),

Colossenses 2:13  E, quando vós estáveis mortos nos pecados e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas,

Quando alguém querido se separa de nós, através da morte, temos a impressão, imediata, de nunca mais poder vê-lo. No entanto, ficamos felizes dele ir para perto de Deus. A verdade é que ele se separou(morreu) para nós, pois, para Deus quem morre se desprende desta vida e continua ou não vivo(unido) para Ele.   Por isso, a decisão pela vida(união com Deus) tem que ser feita  aqui neste mundo.

Após a morte física do homem está decidido a sua eternidade. Quem partiu ao lado de Deus ficará ao seu lado, melhor dizendo, continuará ao seu lado. Quem viveu separado de Deus permanecerá do mesmo jeito, na eternidade.

Marcos 12:25  Porquanto, quando ressuscitarem dos mortos, nem casarão, nem se darão em casamento, mas serão como os anjos nos céus.

26  E, acerca dos mortos que houverem de ressuscitar, não tendes lido no livro de Moisés como Deus lhe falou na sarça, dizendo: Eu sou o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó?

27  Ora, Deus não é de mortos, mas sim é Deus de vivos. Por isso, vós errais muito.

Isaías 59:1  Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir.

2  Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.

O apóstolo Paulo declara aos crentes da Igreja em Roma, os salvos, que nada externo poderia  ficar entre o homem e Deus.

Veja o que o profeta Isaías fala acerca de separação: Deus está com a mão estendida para salvar e ouvido aberto para poder ouvir.

Nada e nem ninguém externo pode impedir a Deus de nos ouvir e salvar.

Mas, a atitude pessoal, de cada um, em permitir o pecado, que traz a separação, faz com que Ele  encubra o seu rosto e não nos ouça.

O texto de Paulo aos Romanos traz segurança  quanto a salvação, sim. Nada externo pode nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus.

Mas o texto de Paulo aos Gálatas declara, o que pode nos separar, leia abaixo:

Gálatas 5:19  Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia,20  idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, 21  invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.

Todas as atitudes acima são escolhidas por nós. Paulo está falando com a Igreja e não com  perdidos.

Nada pode me separar mas eu posso, voluntariamente, separar-me de Deus.

Ninguém tem condições de me tirar das mãos do Bom Pastor. Mas, eu posso sair, voluntariamente, de suas mãos.

A proteção do Salmo 91 não se  baseia  no poder de Deus que é incomparável mas na atitude de habitar(morar, fixar residência) no esconderijo do Altíssimo.

A sugestão de Paulo é:

Gálatas 5:22  Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, 23  mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. 24  E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. 25  Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.

Na concepção da predestinação fatalista o homem estando morto espiritualmente, não pode buscar ajuda para viver espiritualmente. Infelizmente, a razão,  merecedora do nosso louvor, tem sido  mal utilizada na interpretação de textos bíblicos.

Devemos, racionalmente, compararmos textos bíblicos com outros textos bíblicos. Nem sempre podemos comparar textos bíblicos com fatos racionais. Quando olhamos para um morto físico e o comparamos com um morto espiritual caímos no erro.

O morto espiritual é aquele que não está unido com Deus. Seu espírito está vivo em si mesmo mas morto(separado de) para Deus.

Os ímpios estão com seus espíritos vivos mas espiritualmente mortos para com Deus. Existem pessoas que, na visão humana, estão vivo-morto, morto-morto,  vivo-vivo e morto-vivo.

Vivo-morto = Junto  de  nós  e separado de Deus ; Morto-morto = Separado de nós e  de Deus;

Vivo-vivo = Junto de nós e de Deus;  e,  Morto-vivo = Separado de nós e junto de Deus.

O que é a graça? É o dom imerecido de Deus para conosco. Ou melhor, Quem é a graça? Jesus Cristo.

Em Jesus Cristo todos estão predestinados a salvação. Esta é a obra legal que o amor concluiu a favor de todos. Mas a fé nesta obra é o feedback que cabe a todos.

Efésios 2:8  Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;

O que é dom de Deus, a graça ou a fé?   A graça de Deus(Salvação através de Cristo) que não vem de nós. A fé = fidelidade é a atitude diante da graça recebida.

Marcos 16:15  E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. 16  Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.

Você pode pintar dois quadros:

1° Deus tendo escolhido moradores para o céu e outros para o inferno. Fazendo uso da sua soberania sem considerar a decisão pessoal. Sendo o homem irresponsável, imaturo e sem condições de fazer escolhas.

Quer atribuir ao homem uma incapacidade que ele não tem? Parece a lei do Menor de idade que não pode ser responsabilizado antes  dos seus 18 anos. Ele  pinta e borda, pois tem quem lhe dê guarida.

2° Deus investindo tudo o que tinha a favor do ser humano para tê-lo de volta. O amor não poderia quebrar a justiça.  Deus  é amor mas também é justiça. Traçou o meio de  salvação mas não pode interferir na decisão pessoal de cada um, quanto  ao lado de quem se quer ficar. O homem  feito a semelhança de Deus, em quem Deus confiou a capacidade de gerar outros seres semelhantes, administrar esta terra, buscar voluntariamente a quem se quer adorar, etc. Ou seja, um ser responsável que entende que a lei de Deus não está   no céu e nem nas profundezas  da terra. Mas, diante de si.

Que todo estudo possa nos direcionar para a adoração e enviar-nos a anunciar a reconciliação com Deus, através de Jesus Cristo.

Recomendo a leitura abaixo:

Post. Qual o valor do seu ensino? Leia: www.blig.ig.com.br/prraimundo/reflexaoprotestante

ou www.blig.ig.com.br/raimundocampelonascimento/artedasofia

Autor: campelonascimento@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/07/2010 - 14:39

Passado ou futuro?

Olhos não viram, ouvidos não ouviram e não penetrou em coração humano…

1ª Co 2:9  mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.

       A interpretação bíblica correta será alcançada quando dependermos do Espírito Santo e não pelo fato da nossa capacitação para leitura. É engodo achar que um leitor qualificado tenha mais capacidade de interpretação do que um  leitor de pouca formação.

         A mensagem de Paulo aos coríntios tem sido interpretado com conotação  futurista. A facilidade da leitura, para alguns, pode conduzir ao erro.

           Ao ouvirmos promessas sobre algo que olhos não viram(É entendido como: Ainda veremos); ouvidos não ouviram(haveremos de ouvir); e, não penetrou no coração(não ocorreu no coração).

              A declaração:  “mas, como está escrito”.  Tem sido vista como afirmação   de garantia bíblica.            

Versículo isolado é bom para decorar não para interpretar.

               O Novo Testamento tem quase 2.000 anos. Na época de Paulo este livro ainda não estava escrito. Toda declaração do que estava escrito baseava-se no Velho Testamento. Assim ocorreu na tentação de Jesus:

“Mateus 4:4 Jesus, porém, respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. 5 Então, o diabo… lhe disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito que te guardem; e: Eles te susterão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. 7  Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus… o diabo…lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares. 10  Então, Jesus lhe ordenou: Retira-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto.

                 Isto quer dizer que a passagem não se refere ao nosso futuro e nem o de Paulo mas  de alguém anterior a Ele.

Em que livros Paulo apóia sua doutrina cristã?

R.: Na Lei, salmos e profetas; Jesus Cristo fazia o mesmo.

A referência do rodapé da Bíblia nos conduz  para Isaías 64:4  Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera.

Isaías 53:11 Ele verá o fruto do penoso trabalho de sua alma e ficará satisfeito; o meu Servo, o Justo, com o seu conhecimento, justificará a muitos, porque as iniqüidades deles levará sobre si.

Todo o Velho Testamento aponta para Cristo.

Gênesis

3:14 … Deus disse à serpente… 15 Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.

4:1Coabitou o homem com Eva, sua mulher. Esta concebeu e deu à luz a Caim; então, disse: Adquiri um varão com o auxílio do SENHOR.

 Eva achava que veria em seu filho Caim o descendente prometido.

 5:29 pôs-lhe o nome de Noé, dizendo: Este nos consolará dos nossos trabalhos e das fadigas de nossas mãos, nesta terra que o SENHOR amaldiçoou.

 18:17  Disse o SENHOR: Ocultarei a Abraão o que estou para fazer,18  visto que Abraão certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra?

 22:13  Tendo Abraão erguido os olhos, viu atrás de si um carneiro preso pelos chifres entre os arbustos; tomou Abraão o carneiro e o ofereceu em holocausto, em lugar de seu filho. 14  E pôs Abraão por nome àquele lugar O SENHOR Proverá. Daí dizer-se até ao dia de hoje: No monte do SENHOR se proverá.

 João 8:56  Abraão, vosso pai, alegrou-se por ver o meu dia, viu-o e regozijou-se.

 Êxodo 3:14  Disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós outros.

 Números 21:9  Fez Moisés uma serpente de bronze e a pôs sobre uma haste; sendo alguém mordido por alguma serpente, se olhava para a de bronze, sarava.

 João 3:14  E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado,

 Assim continuamente, o Velho Testamento procura falar do messias/Cristo usando os símbolos, figuras, tipos e profecias.

 Desta maneira, Paulo quer afirmar aos coríntios que O Messias/Cristo era o que os antigos queriam ver, queriam ouvir e que ainda não havia entrado no coração daqueles que amam a Deus.

 Leia devagar -sem pressa- com liberdade:

 1 Coríntios 2:10  Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus.

 O que O Espírito revela?

 R.:Cristo.

 Apocalipse 19:10  Prostrei-me ante os seus pés para adorá-lo. Ele, porém, me disse: Vê, não faças isso; sou conservo teu e dos teus irmãos que mantêm o testemunho de Jesus; adora a Deus. Pois o testemunho de Jesus é o espírito da profecia.

 O apóstolo Paulo trata desta profecia como cumprida em Cristo. É fácil perceber nos escritos dele apartir dos primeiros versículos, como segue abaixo:

 1 coríntios 1:1 ¶ Paulo, chamado pela vontade de Deus para ser apóstolo de Jesus Cristo, e o irmão Sóstenes,

2  à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para ser santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso:

3  graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.

4  Sempre dou graças a meu Deus a vosso respeito, a propósito da sua graça, que vos foi dada em Cristo Jesus;

5  porque, em tudo, fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento;

6  assim como o testemunho de Cristo tem sido confirmado em vós,

7  de maneira que não vos falte nenhum dom, aguardando vós a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo,

8  o qual também vos confirmará até ao fim, para serdes irrepreensíveis no Dia de nosso Senhor Jesus Cristo.

9  Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor.

 

17 ¶ Porque não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho; não com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo.

18  Certamente, a palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus.

19  Pois está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos instruídos.

20  Onde está o sábio? Onde, o escriba? Onde, o inquiridor deste século? Porventura, não tornou Deus louca a sabedoria do mundo?

21  Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação.

22  Porque tanto os judeus pedem sinais, como os gregos buscam sabedoria;

 23  mas nós pregamos a Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios;

24  mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus.

 25  Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.

 

 30  Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se nos tornou, da parte de Deus, sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção,

31  para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.

 1 ¶ Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria.

2  Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado.

3  E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós.

4  A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder,

5  para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus.

 6 ¶ Entretanto, expomos sabedoria entre os experimentados; não, porém, a sabedoria deste século, nem a dos poderosos desta época, que se reduzem a nada;

7  mas falamos a sabedoria de Deus em mistério, outrora oculta, a qual Deus preordenou desde a eternidade para a nossa glória;

8  sabedoria essa que nenhum dos poderosos deste século conheceu; porque, se a tivessem conhecido, jamais teriam crucificado o Senhor da glória;

 

9  mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.

10  Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus.

 

11  Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus.

12  Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente.

13  Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais.

14  Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.

 

15  Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém.

16  Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo.

 

O apóstolo Paulo no caminho de Damasco percebeu que a voz era do Senhor Deus de seus pais. Sendo zeloso da lei e irrepreensível  esperava a manifestação do Messias. A mente dele se abre ao ouvir que a voz que lhe falava se identifica com O Cristo que perseguia. A profecia do V.t se cumpriu em Cristo.

Se eu quiser falar de assuntos que ainda não vi, não ouvi ou não entrou no coração preciso me deter nas mensagens futuristas do apocalipse e nas expressões: como, semelhante, etc.

O texto que tratamos não fala do futuro mas do passado. O Espírito Santo nos tem revelado a Pessoa de Jesus Cristo. O Deus encarnado.

Autor: campelonascimento@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/07/2010 - 14:30

Toda a lei mudou?

É CORRETO DECLARAR QUE A LEI MUDOU?

          A pergunta acima procura levar o leitor a refletir:

1 º Que lei está se falando?

2º Podemos  praticar leis do antigo Testamento?

3º Na lei existe manifestação de Graça?

4ºÉ possível interpretar erroneamente um texto?

5ºA Bíblia tem várias interpretações? 

Hebreus 7:12-14

12 Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei. 13 Porque aquele de quem são ditas estas coisas pertence a outra tribo, da qual ninguém prestou serviço ao altar; 14  pois é evidente que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo à qual Moisés nunca atribuiu sacerdotes.

Jesus Cristo não era um revolucionário, desejoso de mudar tudo que foi ensinado aos seus irmãos(judeus).

A lei dada aos judeus era justa dentro do quadro histórico  que foi criado. Eles estavam no deserto e iniciando a formação de uma nação.

As leis civis de propriedade vieram para regular as práticas erradas contra o bem do próximo;

Os 10 Mandamentos para corrigir ações erradas voltadas para Deus e o próximo;

Ordenanças e estatutos para tornar formal a relação entre o homem e Deus, levando a ordem e a disciplina para conduzi-los a piedade(respeito ao sagrado).

Se uma pessoa fosse acusada de um crime, ela deveria ser julgada(presunção da inocência); e, após condenada ser punida(tramitado e julgado).

Entretanto, se não houvesse testemunhas ou as prova fossem circunstânciais, não se podia condená-la.

Desta forma, para evitar  a vingança criou-se cidades refúgio(para quem estivesse sendo acusado de homicídio).

Contudo, havendo provas concretas, ele perdia o direito de ali permanecer e então era entregue para o juízo determinado.

Parece cruel a lei do Antigo Testamento?   Pense:

Observação:

1ºNão era fácil a condenação de  uma pessoa. Caso alguém ousasse dar um falso testemunho, seria condenado com a mesma pena(hoje, a condenação é por perjúrio).

2º A impunidade é mais cruel do que a pena  de morte. Ela transforma o simples ladrão num homicida em potencial.

Analise:

Se alguém matar uma pessoa pode ser condenada até 30 anos, sendo que se cumprir 1/6 da pena já passa usufruir de privilégios e antes que possa sentir o mofo da disciplina já estará na rua.

Agora, um outro criminoso matou 10 pessoas. Vamos dizer que ele mereça 300 anos. Bem, ninguém vive 300 anos. E, mesmo matando 10 pessoas, ele só poderá ser condenado a cumprir o tempo de uma.

Conclusão: Que diferença faz matar uma, dez ou cem pessoas.

Sem contar que estando  fora da prisão, pelos diversos benefícios que possuem, sem medo de matar, tornarão a fazê-lo.

Quantos inocentes, além da primeira, terão os seus sangues derramados por uma falsa noção de amor a vida.

É muito fácil colocar o sangue dos inocentes na mão de Deus; quando na verdade, está em nossas mãos.

Alguém morreu?  Deus não é o culpado, mas o homem sim.

O sistema não funciona; A corrupção se multiplica; Na prática, não somos iguais perante a lei.

No final:

O único punido é a vítima.

Condenado a prisão perpétua;

sem direito a visitas;

sem segunda chance;

os parentes, alguns, não terão nenhuma assistência, sendo largados a própria sorte.

A pena de morte é real no mundo informal.

No mundo informal, os legisladores não tem uma cartilha.

A pena de morte pode ser determinada de acordo com a jurisprudência de cada pessoa ou local.

Quem nunca fez direito se impõe como juiz e o réu não tem advogado de defesa; e, às vezes, a família entra na condenação.

A lei do Velho Testamento legisla  a favor do inocente.

No caso de uma invasão do seu país, ou você mata, ou entrega sua família e amigos as atrocidades do inimigo; e, no caso de legítima defesa, a mesma coisa.

Quando a lei do Velho Testamento propôs esta pena, havia o desejo de apontar a justiça(dar ao réu o que ele deu a vítima);

Mostrar a eficiência e a eficácia da justiça para salvaguardar a  família do desejo de fazer justiça com as próprias mãos(Vingança);

e, o mais importante, iluminar o caminho para aqueles que desejam trilhar esta vida cruel e injusta.

Formamos cidadãos ao conseguir fazê-los entender seus direitos e arcar com suas obrigações.

A vida requer prêmio para o que se faz de certo; e, reprovação para os atos  errados.

Deixo claro que: A impunidade é o combustível para a formação de transgressores, em todas as áreas.

Havia uma maneira de olhar para o ladrão; e, outra para um assassino. Eles sabiam que o tratamento e a rigidez da lei os diferenciavam.

Por exemplo: Roubar um carro era grave mas praticar um latrocínio(roubo seguido de morte) era gravíssimo. Mas, hoje, que diferença faz.

O que percebemos é que as leis atuais beneficiam o culpado mais que a vítima.

O que eu quero dizer é que a Lei do Velho Testamento é boa para quem dela se utilize legitimamente(1 Timóteo 1:8  Sabemos, porém, que a lei é boa, se alguém dela se utiliza de modo legítimo).

O Messias não poderia quebrar a Lei, se o fizesse se tornaria um iníquo(Mateus 5:17  Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir).

Em toda regra há exceção, a Lei não fugia disso. Ex: O pão da proposição era sagrado destinado aos sacerdotes. Porém Davi, num dia de fome, utilizou-se dele.

O texto de Lucas 6:4 encontra-se na questão do guarda do sábado, onde os discípulos estavam colhendo espigas para se alimentarem. A exceção não pode virar regra. O que devemos entender, e é isto que a lei deseja expor, é… qual a razão dela existir.

Quando falamos leis morais, as que tenham a ver com o próximo e com Deus, estas  permanecem, mesmo na Graça. (Ex: Não ter outros deuses; não matarás; e, etc.) não tendo o poder de JUSTIFICAÇÃO.

Quando falamos de leis cerimoniais, as que envolvem o uso de sangue para santificação ou expiação, não são mais necessárias, pois, o sangue de Jesus é o sangue perfeito(Holocaustos, sacrifícios, etc.).

Todos os anos se fazia necessário a expiação dos pecados de todos.

O sacrifício expiatório de Cristo é a expiação perfeita aguardada por todos. 

A esperada JUSTIFICAÇÃO através da fé.

Quando falamos leis cerimoniais ou não, àquelas que não envolvem o uso de sangue, podemos ou não praticá-las.(Guarda de dias, votos; o que comer; e, etc.) desde que, não nos justifiquemos nelas.

O evangelho tem o poder de entrar em todos os sistemas e formas de governos, sem alterá-los, no que tange a forma de governar.

Ele trata, não da lei estrutural em si, mas da que é universal, o tratamento para com o ser.

Sabemos que: a Monarquia, a Ditadura, o Império, o Comunismo, a Democracia, etc, para serem bons ou maus, depende de quem o exerce.

O Evangelho de Jesus Cristo chegou na casa de Filemon, dono de escravos, através do apóstolo Paulo, que não trata sobre a libertação do escravo mas a forma de tratá-lo.

Paulo solicita a Filemon que veja o seu escravo, como se fosse ele próprio.

Ainda hoje, o que diferencia os superiores, uns dos outros, é a forma como tratam seus subalternos.

Diríamos que alguns escravos eram melhores tratados do que muitos empregados no atual sistema.  

É CORRETO DECLARAR QUE A LEI MUDOU?    

R.: Não. Ela precisa ser entendida.

1 º Que lei está se falando?

Hb 7:12 Pois, quando se muda o sacerdócio, necessariamente há também mudança de lei.

R.: A lei específica para a ordenação de sacerdotes.

2º Podemos praticar leis do antigo Testamento?

R.: Sim. Como foi visto, anteriormente.

3º Na lei existe manifestação de Graça?

R.: A lei é cheia de Graça. Alguns sentiam-se na obrigação de cumpri-las; outros, entendendo-a,  a cumpriam por amor.

4º É possível interpretar erroneamente um texto?

R.: Sim, por mais claro que pareça estar. A interpretação precisa da motivação,  do tempo, das pessoas envolvidas, pensamento que predominava, Ou seja, a famosa Hermenêutica.

5º A Bíblia tem várias interpretações? 

R.: Não. Ocorre que ao procurar interpretar os textos, vamos armados de preconceitos; Queremos ler sem a liberdade de permitir um pensamento contrário ao que temos ou desejamos alcançar.

O livro aos Hebreus foi escrito com a finalidade de mostrar a superioridade da nova aliança: superiores sacerdócio, sacerdote e sacrifício. Por isso, a priori, ele está falando com judeus convertidos.

O livro de Mateus inicia com a genealogia de Jesus Cristo, o Messias, que para os judeus, deveria ser descendente Davi, conforme diz as Escrituras. Sendo assim, Jesus Cristo atende ao que está prescrito na Lei. O grande Rei, filho de Davi e o Leão da tribo de Judá.

O livro de Deuteronômio apresenta uma profecia de Moisés que fala do surgimento de um profeta dentre seus irmãos(Dt 18:15). Os profetas surgiam de qualquer tribo. Jesus Cristo, o Messias-profeta, poderia vir de qualquer família de Israel.

Lembre-se:

Os judeus convertidos foram  ensinados a respeitar os símbolos e tipos do VT. Para eles, entendemos assim, era difícil cultuar a Deus sem ver fisicamente a presença do Sumo Sacerdote, do sacrifício e aquela entrada no Santo dos Santos. Assim como, o que para eles tinha o valor maior, o cumprimento das Escrituras.

A lei de Moisés determinava que o sacerdócio ficaria com a casa de Aarão(Sacerdócio Aarônico). Aarão era descendente(família)de Levi,  como Moisés.    Levi era Irmão de Judá. Desta maneira, cumprir a profecia sem quebrar a Lei  era, humanamente falando, impossível.

Jesus não poderia ser contestado quanto a sua missão profética e nem seu reino messiânico; Porém, faltava explicar como Jesus Cristo, O Messias, iria atender a  exigência para sua missão sacerdotal.

O homem cria leis  e depois as emendas.

Preste a atenção!

Gênesis 14:18  Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; era sacerdote do Deus Altíssimo;

+ 2000 a.C    Abrão reconhece a autoridade espiritual de Melquisedeque, e foi por ele abençoado.

Nesta época Abrão, encontrava-se casado mas sem filhos. Seu filho Isaque nasceu quando ele tinha 100 anos.

Isaque teve Jacó aos sessenta anos. Jacó gerou 12 filhos e uma filha, dentre eles encontravam-se Judá e Levi.

Jacó = Israel foi para o Egito e lá ficou por 430 anos.

+ 1440 a.C Saída dos israelitas do Egito. A Lei de Moisés foi  dada à Israel durante os quarenta anos no deserto, incluindo a que determinava o sacerdócio Levítico.

+ 1000 a.C  O Rei Davi profetisa através do seu Salmo 110:4  O SENHOR jurou e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.

O Pai da fé, Abrão, reconhece um Sacerdote do Deus Altíssimo mais ou menos 500 anos antes da instituição da lei mosaica. Depois Davi – Rei e profeta, fala desse mesmo Sacerdote, reconhecendo  o  seu  sacerdócio, mesmo não sendo da tribo de Levi, muito menos da ordem Aarônica.

Deus não cria emendas mas prepara o caminho  utilizando-se da sua presciência.

Para quem não acredita no livro de Gênesis, na história de Abraão e no Salmo de Davi, o Messias poderia ser qualquer um. Como acreditamos neles, Jesus Cristo atendeu toda a Lei para se tornar Rei, Profeta e Sumo Sacerdote.

No primeiro século da era cristã, o escritor aos Hebreus procura provar, através das Escrituras, que a Lei do Sacerdócio cumpre-se em Cristo. 

Hebreus 5:6  como em outro lugar também diz: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.

Hebreus 5:10  tendo sido nomeado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.

Hebreus 6:20  onde Jesus, como precursor, entrou por nós, tendo-se tornado sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.

Hebreus 7:1  Porque este Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão, quando voltava da matança dos reis, e o abençoou,

Hebreus 7:10  Porque aquele ainda não tinha sido gerado por seu pai, quando Melquisedeque saiu ao encontro deste.

Hebreus 7:11  Se, portanto, a perfeição houvera sido mediante o sacerdócio levítico (pois nele baseado o povo recebeu a lei), que necessidade haveria ainda de que se levantasse outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque, e que não fosse contado segundo a ordem de Arão?

Hebreus 7:15  E isto é ainda muito mais evidente, quando, à semelhança de Melquisedeque, se levanta outro sacerdote,

Hebreus 7:17  Porquanto se testifica: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque.

Cristo como o Filho de Deus é superior aos anjos(1:1-14);

Cristo como filho do homem, é superior aos anjos, e é o sumo sacerdote idôneo e compassivo(2:1-18);

Cristo é superior a Moisés(3:1-19);

Cristo é superior aos sumos sacerdotes do antigo pacto(4:14-6:20);

O sacerdócio de Melquisedeque era figura do sacerdócio eterno de Cristo(7:1-28);

O antigo pacto era um símbolo transitório: Cristo é mediador dum pacto melhor e eterno(8:1-13);

Os sacrifícios do santuário, por causa de suas imperfeições, deviam  repetir-se;  mas o  de Cristo é único, porque é   perfeito(9:1-10:18).

Para pensar e decidir.

Autor: campelonascimento@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
12/05/2010 - 12:05

Iluminismo às avessas.

Leia atentamente o texto abaixo retirado de um livro de História, volume único, para uso no Ensino Médio.

1. A razão acima de tudo.

Na Europa do século XVIII tornou-se cada vez mais comum entre cientistas, escritores e filósofos buscar respostas racionais para os vários aspectos da sociedade, da natureza e do Universo.

Estes pensadores queriam saber, por exemplo, por que os corpos se movem, qual a composição da água, qual a melhor forma de governo, por que existem desigualdades sociais e muitas outras coisas.

Para tais pessoas, a resposta a todas essas questões não deveria ser procurada apenas na tradição ou no que dizia a Bíblia.

Tudo o que no passado era tido como verdadeiro deveria agora ser questionado e examinado com cuidado, até que sua veracidade fosse racionalmente confirmada ou desmentida.

As respostas obtidas precisavam, portanto, trazer explicação racional. As pessoas – diziam os iluministas – deveriam aprender a pensar por si mesmas.

Segundo esses pensadores, o uso da razão era a melhor maneira de eliminar a ignorância e construir um mundo baseado na verdade, no progresso e na liberdade(Voltaire, 1604-1778). Por entenderem que a contradição entre passado e presente era uma luta entre as trevas da ignorância e as luzes da razão, esse movimento de idéias ficou conhecido como Iluminismo, Ilustração ou Filosofia das Luzes.

Analise o inverso do texto acima.

2- A razão abaixo de tudo

Os homens tendem a falar, em nome de alguma autoridade, aquilo que acreditam. Porém, muitas vezes, não é o que a autoridade no assunto diria.

Isto pode ocorrer nas mais diversas Instituições políticas, científicas sociais ou religiosas.

 Tratando-se de Cristianismo, a Bíblia é a Autoridade no assunto a ser consultada. Tudo que a Bíblia, por exemplo, orienta é para o nosso bem. Porém, alguns são capazes de darem seus pareceres acerca de determinado assunto em Nome dela. Isto, em qualquer época, trará as Trevas do conhecimento. Precisamos submeter toda opinião ao crivo da Bíblia, para que opiniões humanas não sejam tidas como verdades divinas.

A oposição dos pensadores não era contra a Instituição Religiosa, mas as suas opiniões pessoais, sobre assuntos públicos, que contrariavam até mesmo a verdadeira autoridade no assunto, a Bíblia.. Pois, diríamos que eles estavam pondo em prática no século XVII, a nossa atual Constituição Federal datada de 5 outubro de 1988.

Todos tem o direito de acreditar no que quiser e isto deve ser respeitado. Mas, todos tem o direito de pensar diferente ou contrário. Pois, pode ser que os contrários estejam com a verdade.

Os filósofos, pensadores e cientistas utilizando-se da Ciência amoral nos ajudaram muito.

 Obs.: O prefixo a na palavra AMORAL quer dizer “ausência de”. Ou seja, não há opinião ou partido humano. Ela é Ciência em si mesma. Em relação a esta Ciência, a Bíblia irá sempre concordar e vice-versa.

 Os filósofos, pensadores e cientistas atuais estão utilizando-se da autoridade que passaram a ter por causa do Conhecimento(Ciência).

 Muitos líderes religiosos, por causa de seus interesses pessoais, submeteram a Bíblia ao segundo plano, calando-a e falando em nome dela. A mesma arrogância, está se dando com os “Homens da Ciência”).

 Leia os textos abaixo, retirados de outro post do BLOG REFLEXAOPROTESTANTE:

 “Como tudo começou”:

Gostaria de relembrar algumas aulas de Genética e de Anatomia que concordam com a afirmação de Deus, que diz: Homem e mulher os criou.

Somos formados por células que contém 23 pares de cromossomos, completando 46 cromossomos, sendo chamadas de células diplóides.

Cada par de cromossomos determina uma área ou processo do ser humano, a que caracteriza a sexualidade é o par 23. Quando o par formado é X e X as células entendem que deve ser formado uma pessoa do sexo feminino. Caso, for X e Y será uma pessoa do sexo masculino.

Tanto o primeiro caso quanto o segundo são determinações genéticas. Como acontece estas combinações? A mulher produz uma célula haplóide, o óvulo, que contém uma parte dos cromossomos do 1 ao 23. Como a mulher é formada pelo par, X e X, ela só produzirá óvulos com cromossomo 23 – X. O homem por sua vez produz uma célula haplóide, o espermatozóide, que contém uma parte dos cromossomos do 1 ao 23.

Como o homem é formado pelo par X e Y, ele produzirá tanto espermatozóides com o cromossomo 23 – X, quanto 23 – Y. Na fecundação a união das partes de cromossomos formará o par e aí se for um espermatozóide com cromossomo 23-X teremos uma célula diplóide com a combinação X X (mulher), caso for um espermatozóide com cromossomo 23 – Y, teremos uma célula diplóide com a combinação X Y (homem).

As células do corpo só entendem a linguagem das combinações dos gens, por isso, qualquer comportamento contrário a sua formação genética é uma imposição sobre o funcionamento normal do corpo.

Em Anatomia, a expressão normal corresponde a 97% da população, os outros 3% constam de variação, anormalidade(dificulta a vida, mais não a impede) e monstruosidade(torna a vida quase impossível). As combinações X X ou X Y estão dentro dos 97%.

Contudo existe duas situações que são possíveis de acontecerem e se encontram dentro dos 3%, Sindrome da feminilização testicular – A combinação designada X Y – Homem(Comportamento feminino, mamas e genitália feminina, não tem ovário e nem útero); e Hiperplasia congênita da supra-renal – A combinação X X – Mulher (Genitália masculina, ovário e útero),onde a pessoa pode nascer, parcialmente, com as duas característica feminina e masculina( Totalmente homem mais os órgãos femininos ou o contrário), nestes casos se faz necessário o amadurecimento da pessoa, familia, comunidade para que se decida psicologicamente e geneticamente, qual caminho a seguir.

Como nos casos de gêmeos siameses, procura-se uma independência mesmo sabendo do risco de uma ser sacrificada. Graças a Deus temos tido notícias de operações como estas, sendo bem sucedidas.

Existem pessoas que são geneticamente X X ou X Y, que define a sua sexualidade, mas pode ocorrer problemas hormonais, que venham apresentar características do sexo oposto, e isto, sem alterar a genética sexual Podendo, na maioria, ser feito um tratamento hormonal.

Os casos acima são problemas genéticos que devem receber atenção e tratamentos necessários para que sejam transferido para dentro dos 97%. Isto que se faz no caso da Diabete, por exemplo: Quando o organismo não produz insulina(o que seria normal) o tratamento repõe a insulina através de aplicações subcutâneas, com objetivo de levar o corpo a um estado de normalidade.

A estrutura humana depõe contra a desorganização. Se os móveis de uma casa devem ser comprados de acordo com a sua estrutura construída, desenhada antecipadamente pelo arquiteto, temos que reconhecer, no mínimo, que a compra precisa ser refeita.

O organismo não iria construir toda a estrutura sexual, para depois, ser definida por questão hormonal, contrariando a sua própria estrutura. Temos que rever os cálculos e assumirmos que algo precisa ser corrigido e diga-se de passagem não é a sua estrutura.

Os homens e mulheres que resolveram assumir papéis diferentes ao que está determinado pelo código genético não tem nada haver com os casos anteriormente citados. Se dermos ouvido à uma única célula do nosso ser, será o suficiente para assumirmos o que somos.

As células obedecem as formações enzimáticas, determinadas pelas leituras de códigos genéticos, armazenados no núcleo, produzindo reações para beneficiar o funcionamento do corpo, nunca para atender os caprichos de um grupo que impõe sobre o corpo um comportamento não planejado para ele.

A célula não tem cérebro, ela apenas responde as reações químicas e elétricas, mas ultrapassa a muitos de nós em atitude. Enquanto nós que temos cérebro, não o usamos para pensar.

Estudiosos conduzem pesquisas para fortalecer comportamentos assumidos, não por determinação genética ou distúrbios hormonais, mas por opção pessoal.

Entendemos que o corpo responde a reações químicas e por isso é possível termos uma pessoa agitada ou sensível de mais, etc; o que não justifica aquelas que resolvem escolher fazer uma coisa ou outra contrariando a sua própria formação genética.

 Se ocorrer uma variação, anormalidade ou monstruosidade, temos dois caminhos a percorrer, que são: O reconhecimento do erro porque geneticamente deveríamos estar agindo de outra forma ou a necessidade de tratamento para recuperação da normalidade, se possível.

 O espelho ou a máquina fotográfica são os nossos mais indelicados confidentes, pois não queríamos que eles nos dissessem a verdade nua e crua. Por isso olhemos para o espelho da cabeça as pontas dos pés.

 Quando uma pessoa nasce com seis dedos e quer arrancar um para ficar com cinco; ou três braços e quer arrancar um para ficar com dois, pode-se chamar de cirurgia estética.

 Quando alguém quer arrancar o polegar por achar que ele atrapalha ou um dos braços por se achar suficientemente capaz com apenas um, chamamos de amputação.

A cada ejaculação o homem libera em torno de 300 milhões de espermatozóides(células aplóides) e a mulher 1 óvulo(célula haplóide) por mês, caso não haja fecundação do mesmo.

Todo ser humano tem 23 pares de cromossomos que atenderão a todos os processos pré-determinados para o desenvolvimento e manutenção do Ser. Através da Ciência Amoral descobre-se, sem preconceitos, que: Caso, o espermatozóide fecunde o óvulo inicia-se todo o processo da formação de um ser.

Pois, o gameta masculino (espermatozóide) contém 23 cromossomos e não pode, sozinho, se tornar um ser. Assim também, o gameta feminino(óvulo) contém 23 cromossomos que não pode por si só produzir um ser.

Em nome da Ciência, os estudiosos discutem quando é que o zigoto pode ser considerado um ser. Utilizando-se da Ciência Imoral(prefixo I quer dizer “contra”) combatem a existência de um ser, com fraco argumento, considerando-o apenas uma célula diplóide.

Quando uma criança nasce, sendo ela do sexo feminino, pode-se afirmar que ao chegar a adolescência ela irá sofrer, o mesmo que todas as mulheres, de TPM(Tensão Pré-menstrual). Posso afirmar porque já está determinado no código genético, ou seja, o comando está desligado e no momento certo irá ligar, podendo se prever quando aproximadamente irá desligar.

O fato do zigoto ser uma célula, uma única célula diplóide, é possível afirmar, se não houver algum tipo de impedimento(humano ou diversos), ela se tornará uma pessoa.

Existem vários grupos que tem seu censo crítico acerca do SER, por exemplo:

Hitler- Pregava a superioridade da raça Ariana. Os alemães permitem pesquisas com embriões humanos, exclusividade, de estrangeiros.

Nas faculdades, em seus laboratórios, aplicam medicamentos(opióides) em animais para analisar a reação dos pobrezinhos, diante da dor, estando eles em cima de uma placa de ferro aquecida( Em nome da Ciência). Com certeza, esse teste não seria aceito em crianças, independente de raça.

Políticos só faltam dizer que pobre tem que morrer. Como foi dito por um ex-presidente: “Se recebesse um salário mínimo, ele se mataria”.

Quantos cidadãos afirmam que crianças do morro são sementes do mal.

Se você é a favor do aborto criminoso, em qualquer que seja a fase ou motivo, não difere nem um pouco dos outros acima.

 Quando eu falo de células-tronco(CMIs – Células mesenquimais indiferenciada) se referindo as células que estão no cordão umbilical ou aquelas que se encontram na corrente sanguinea, podemos dizer, elas não irão se tornar um ser, pois, o mesmo já existe.

O uso das mesmas em uma pessoa para recuperação de algum processo é louvável, diria a Ciência Amoral.

Agora, se tomarmos células-troncos (CMIs – Células mesenquimais indiferenciada) se referindo ao embrião humano que irá se desenvolver por determinação genética, com certeza, estaremos aniquilando um ser que se formaria.

Sou doador de sangue pela trigésima quinta vez. Pretendo chegar a qüinqüagésima. Mas caso, alguém quisesse tirar todo o meu sangue seria um crime.

Hoje, o iluminísmo seria às avessas, pois, os pensadores, filósofos e cientistas da antiguidade teriam que enfrentar os homens que se aproveitam da ignorância da sociedade para impor os seus ensinos em detrimento da própria RAZÃO.

 As autoridades eclesiásticas se colocavam como porta-vozes de Deus e falavam o que desejavam. Agora, os que detém a informação procuram falar em nome da Ciência Amoral. Por isso, cometem os mesmos erros.

 Temos a Inquisição dos tempos modernos. Os personagens mudaram de lado. Podemos dizer, politicamente: “ A oposição, agora, é governo”.

 Não confunda ALHO com BUGALHO.

 Ter informações significa “receber dados sobre assuntos pertinentes, sem absorvê-los para a vida prática, não sendo influenciado para hábitos saudáveis”.

Ter conhecimento significa “receber dados sobre assuntos pertinentes e absorvê-los para a prática da vida, sendo influenciado, para melhor, a uma vida iluminada”.

                                                     GNOSE=CONHECIMENTO

A gnose=informação é inferior a gnose=relacionamento. A obtenção da informação não altera o caos mas o relacionamento com a mesma, sim. Ter informações acerca de uma pessoa não é o mesmo que relacionar- se com ela.

Penso: “Sábio é aquele que, tendo muito, pouco ou nada de informações recebido das cátedras, sabe viver racionalmente”.

  Os Homens da ciência eram à favor da luz enquanto a religião conduzia para as trevas do conhecimento. Hoje, é o inverso. Os homens da ciência colocam cabresto, mordaça e não se importam com o SER enquanto a religião busca a liberdade e a vida.

  Eu concordo com a Ciência Amoral mas discordo com aquela que é Imoral.

 Para pensar e decidir.

Autor: campelonascimento@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/11/2009 - 06:54

Dízimo, racionalidade e espiritualidade.

A Bíblia trata deste assunto racionalmente e espiritualmente. Caso, a Bíblia não desse argumentos para tal, apenas o bom senso já seria o suficiente. Digamos que você participe do churrasco com os amigos, mensalmente.

É comum termos: Os comprometidos e os envolvidos. Acreditem, muitas vezes, os comprometidos ganham igual ou menos que os envolvidos. Tudo que envolve comunidade seja na área religiosa, desportiva ou recreativa, se faz necessário algum tipo de contribuição para sua manutenção. Alguém terá que custear.

Pode ser que uns chamem de dízimo; outros, taxas ou mensalidade; e, ainda outros, queiram denominar como contribuição voluntária ou ofertas. Os gastos básicos surgem todos os dias e sem os comprometidos não seria possível a sua preservação.

A questão é: Qual o nome você dá ao valor destinado a manutenção do seu grupo ou o que você faz para compensar? Se você é envolvido e não comprometido com o seu grupo, certamente, você não existirá para ele.

Em quase todas as sociedade, os comprometidos existem. Há exceções para se permitir que alguém participe de uma comunidade sem contribuir. O bom senso e o amor sempre reconheceram isso.

Façamos reflexões nos textos, abaixo:

Gênesis 14:18 Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; era sacerdote do Deus Altíssimo; 19 abençoou ele a Abrão e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que possui os céus e a terra; 20 e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo.

+ 2000 a.C Abrão reconhece a autoridade espiritual de Melquisedeque, e foi por ele abençoado.

Gênesis 28:20 Fez também Jacó um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta jornada que empreendo, e me der pão para comer e roupa que me vista, 21 de maneira que eu volte em paz para a casa de meu pai, então, o SENHOR será o meu Deus; 22 e a pedra, que erigi por coluna, será a Casa de Deus; e, de tudo quanto me concederes, certamente eu te darei o dízimo.

+ 1900 a.C Jacó mostra que atentou para a história de seu avô. Abraão viveu até os 15 anos de Jacó e 35 anos diante de Rebeca. A instrução do menino Jacó; só foi possível porque ele era sossega do e estava mais próximo de sua mãe.

+ 1870 a.C Migração dos filhos de Jacó com suas famílias para o Egito. Atente para o que está escrito abaixo: Gn 47: 22 Somente a terra dos sacerdotes não a comprou ele; pois os sacerdotes tinham porção de Faraó e eles comiam a sua porção que Faraó lhes tinha dado; por isso, não venderam a sua terra.26 E José estabeleceu por lei até ao dia de hoje que, na terra do Egito, tirasse Faraó o quinto(20%); só a terra dos sacerdotes não ficou sendo de Faraó.

O reconhecimento da autoridade do sacerdote(representante) e sua autonomia financeira é praticada, ainda hoje, nas diversas religiões, no meio político e em qualquer grupo que represente um grupo maior.

+ 1520 a.C Nascimento de Moisés. Ele foi criado na cultura egipcia mas não perdeu a sua. Pois, sua mãe hebréia fora assalariada pela filha de Faraó para cuidar dele enquanto pequeno. A informação era repassada aos filhos de forma verbal, pelos pais. Moisés foi para a casa de faraó e foi educado nas ciências do Egito.

+ 1440 a.C Saída dos israelitas do Egito. A Lei de Moisés foi dada à Israel durante os quarenta anos no deserto e consta a lei do dízimo. Como acontece nas muitas mensagens inspiradas, Deus se utiliza do conhecimento ou habilidade de seus profetas. Neste caso, tanto a história de seus antepassados(Abraão, Isaque e José, no Egito) quanto a sua formação egípcia apontava para o custeio de sacerdotes(Homens que cuidam daquilo que é sagrado).

+ 1400 A terra de Canaã (Prometida) foi repartida entre as tribos de Israel, exceto, a tribo de Levi. O serviço sagrado seria responsabilidade dela, por isso, eles não teriam herança na terra prometida mas o SENHOR seria a sua herança. Conclusão: À Levi restou o serviço sagrado e teriam como recompensa o sustento legal e obrigatório.

Levítico 27:32 No tocante às dízimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao SENHOR.

Números 18:26 Também falarás aos levitas e lhes dirás: Quando receberdes os dízimos da parte dos filhos de Israel, que vos dei por vossa herança, deles apresentareis uma oferta ao SENHOR: o dízimo dos dízimos.

Deuteronômio 12:17 Nas tuas cidades, não poderás comer o dízimo do teu cereal, nem do teu vinho, nem do teu azeite, nem os primogênitos das tuas vacas, nem das tuas ovelhas, nem nenhuma das tuas ofertas votivas, que houveres prometido, nem as tuas ofertas voluntárias, nem as ofertas das tuas mãos;

A Lei era obrigatória. Contudo, a forma de praticá-la é que diferenciava os adoradores, uns dos outros. Ex: Existiam aqueles que não tinham amor, praticavam forçados, com medo da punição; ou, aqueles que eram escribas e praticavam por causa da prática da leitura e escrita que conduz ao saber De cor(de memória); ou, aqueles que eram fariseus e faziam por que eram zelosos do que lhe ensinavam; e ainda, aqueles que amavam, não a sabiam de cor e, muitas vezes, nem lhes tinha sido ensinada, mas estava escrita em seus corações e por isso, não lhes era pesada.

Acerca dos dízimos, não se faz necessário uma guerra renhida. Encontramos informações antes mesmo da Lei de Moisés ser promulgada.. A prática é comum a todos e necessária, direta ou indiretamente. Por isso, analise o texto, mais conhecido e pregado, abaixo:

Malaquias 3:7 Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes; tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós outros, diz o SENHOR dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar? 8 Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas.

Eles não se achavam distantes de Deus e não sabiam em que estavam roubando a Deus.

Gostaria de trazer a mente, a vida de Abel e de Caim. Abel trouxe o que tinha para Deus, o melhor do seu rebanho(demonstrando fé/fidelidade) e pureza de coração. Caim trouxe o fruto da terra porém ao cabo de dias(ausência de fé/fidelidade) e com maldade no coração. Pergunta: Quem roubou a Deus, se ambos entregaram o que era devido? R: Caim. O que oferecemos a Deus não pode faltar amor, fé e nem pureza de coração.

Continuemos a leitura de Malaquias, como segue:

13 As vossas palavras foram duras para mim, diz o SENHOR; mas vós dizeis: Que temos falado contra ti? 14 Vós dizeis: Inútil é servir a Deus(Eles faziam os serviços destinados à Deus); que nos aproveitou termos cuidado em guardar os seus preceitos( guardavam os preceitos ordenados a eles) e em andar de luto diante do SENHOR dos Exércitos? 15 Ora, pois, nós reputamos por felizes os soberbos; também os que cometem impiedade prosperam, sim, eles tentam ao SENHOR e escapam.

(eles olhavam para os soberbos e para os impiedosos que não cumpriam preceitos ou lei alguma, inclusive do dízimo, e percebiam que prosperavam e escapavam).

Parece contraditório, pois Deus disse no início do texto que eles não cumpriam os estatutos e eles no final do texto dizem que cumprem.

Vale uma explicação:

Eles estavam como Caim. Faziam o que tinha que ser feito porém seus corações estavam distantes de Deus. O dízimo para eles era comum entregar para Deus, mas o que Deus chama a atenção é: Com que coração, isto está sendo feito. O livro de Malaquias traz uma mensagem de sentença a Israel. Não condenando-os por não praticarem a lei mas de roubar o que é mais precioso para Deus, atitudes de fé, amor e pureza de coração.

As condenações tanto dos profetas quanto de Jesus não era pelo que se praticava mas a ausência de elementos mais importantes do que o rito em si. Ex: 1 Samuel 15:22 Porém Samuel disse: Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros.

O profeta não está desfazendo do valor dos holocaustos e sacrifícios que na época eram agradáveis a Deus, mas está requerendo o elemento principal que é a obediência.

Hoje, diríamos: Amar é melhor que orar, evangelizar, jejuar, ir à Igreja ou participar da Ceia do Senhor. Não podemos desfazer daquilo que é necessário mas devemos valorizar o elemento que não pode faltar.

Leia as palavras de Jesus, um judeu LEGAL(legalidade), com Graça:

Mateus 23:23 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!

Lucas 11:42 Mas ai de vós, fariseus! Porque dais o dízimo da hortelã, da arruda e de todas as horta liças e desprezais a justiça e o amor de Deus; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas.

Lucas 18:12 jejuo(EU) duas vezes por semana e dou(EU) o dízimo de tudo quanto ganho.

Jesus não condena o escriba(intérprete da lei) por interpretá-las e ensiná-las e nem o fariseu(zeloso) por sua dedicação e zelo ambos são reprovados nestes textos pela hipocrisia. Encontramos bons escribas (Esdras,etc)e bons fariseus(Paulo,etc). O valor de um mandamento ou qualquer ordenança não está no cumprimento ao pé da letra mas na atitude interna do coração.

Assim, como afirmei que Jesus não condenava nem o escriba e nem o fariseu mas a hipocrisia; quero falar que Paulo não condenava os judaizantes(judeus convertidos) em si mas a justificação pela prática da lei.

Leia devagar:

Gálatas 2:16 sabendo, contudo, que o homem não é justificado por obras da lei, e sim mediante a fé em Cristo Jesus, também temos crido em Cristo Jesus, para que fôssemos justificados pela fé em Cristo e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado. 21 Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão. 3:11 E é evidente que, pela lei, ninguém é justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé. 10 Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. 11 Receio de vós tenha eu trabalhado em vão para convosco.

Paulo, um judeu LEGAL(legalidade) incentivador da Graça.

Chamado para ser apóstolo dos gentios(estrangeiros) que não conheciam a lei de Moisés, preceitos e estatutos. O trabalho de Paulo era a propagação, extensão da graça de Deus e cuidar dos Gentios que se convertiam e eram forçados pelos judaizantes(judeus convertidos) a praticarem ritos da lei com a finalidade de Justificação.

Colossenses 2:16 Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, 17 porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo.

Romanos 14:1 Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões. 2 Um crê que de tudo pode comer, mas o débil come legumes; 3 quem come não despreze o que não come; e o que não come não julgue o que come, porque Deus o acolheu. 4 Quem és tu que julgas o servo alheio? Para o seu próprio senhor está em pé ou cai; mas estará em pé, porque o Senhor é poderoso para o suster. 5 Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente. 6 Quem distingue entre dia e dia para o Senhor o faz; e quem come para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come para o Senhor não come e dá graças a Deus. 7 Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. 8 Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor.

A Graça me permite dizer: Os judaizantes(judeus convertidos) que quisessem poderiam guardar os preceitos da Lei(Ex: O próprio Paulo em At 21:20 Ouvindo-o, deram eles glória a Deus e lhe disseram: Bem vês, irmão, quantas dezenas de milhares há entre os judeus que creram, e todos são zelosos da lei; 21 e foram informados a teu respeito que ensinas todos os judeus entre os gentios a apostatarem de Moisés, dizendo-lhes que não devem circuncidar os filhos, nem andar segundo os costumes da lei. 22 Que se há de fazer, pois? Certamente saberão da tua chegada. 23 Faze, portanto, o que te vamos dizer: estão entre nós quatro homens que, voluntariamente, aceitaram voto; 24 toma-os, purifica-te com eles e faze a despesa necessária para que raspem a cabeça; e saberão todos que não é verdade o que se diz a teu respeito; e que, pelo contrário, andas também, tu mesmo, guardando a lei).

A Graça me permite dizer: Os gentios não eram obrigados a guardar os preceitos da Lei.

A Graça me permite dizer: Os judaizantes que quisessem não eram obrigados a guardar os preceitos da Lei.

A Graça me permite dizer: Os gentios que quisessem poderiam guardar os preceitos da Lei, desde que não dessem a eles poder de justificação.

A doutrina à pregar é: Ninguém pode ser JUSTIFICADO PERANTE DEUS através de atitudes escritas na Lei ou não.

Observação: A lei é difícil de ser cumprida pelos que não amam pois quem ama cumpre a lei.

Quando falamos leis morais, as que tenham a ver com o próximo e com Deus, estas permanecem, mesmo na Graça. (Ex: Não ter outros deuses; não matarás; e, etc)

Quando falamos de leis cerimoniais, as que envolve o uso de sangue para santificação ou expiação, não são mais necessárias, pois, o sangue de Jesus é o sangue perfeito(Holocaustos, sacrifícios, etc). Todos os anos se fazia necessário a expiação dos pecados de todos. O sacrifício expiatório de Cristo é a expiação perfeita aguardada por todos.

 Quando falamos leis cerimoniais ou não, as que não envolve o uso de sangue, podemos ou não praticá-las.(Guarda de dias, votos; o que comer; e, etc).

 Precisamos atentar para uma coisa: Ainda que eu fizesse tudo certo, a minha justiça necessitaria de ser expiada por um sacrifício perfeito, pois, seria necessário o aplacar da ira contra o pecado(separação) que existe no meu espírito

  Negar o dízimo seria como negar que Jesus é judeu; ou, afirmar que o Velho Testamento está ultrapassado na era cristã e deve-se tratar de esquecê-lo e observar o Novo Testamento.

 Jesus fez uso do VT para afirmar as suas convicções e principalmente a sua missão. Paulo não fez diferente, no tratado da Justificação pela fé baseia-se principalmente nas explicações do VT.

 O livro de Hebreus tem todo um trabalho de valorização da Lei, para confirmar aos judaizantes que Jesus Cristo era tudo aquilo que se apresentava na mesma. Sendo a Pessoa responsável pela sombra apresentada na Lei, Salmos e Profetas.

 Há bases bíblicas antes da Lei; durante a Lei; e, no tempo da Graça; para pregarmos acerca do dízimo e acima de tudo, como Jesus ensinou: A entrega total – a oferta e o ofertante ambos sagrados.

 Muitas pessoas receberam ofertas tentadoras em que ofereciam muitas coisas em troca de poucas coisas ou quase nada. Descobriram que foram fraudadas e o prejuízo se tornou maior do que elas pensavam. Assim, muitos retiram o nome dízimo por não ser muito aceito e trocam por outro.

 Uma coisa é certa: Neste local surpreendente onde não se pede o dízimo, com certeza, se pedirá outra coisa, e muitas vezes, pasmem, muito maior.

 A Graça me permite dizer: Sou dizimista, quem me condenará; se é Deus que me justifica.

 Vou contar-lhes uma história:

 Era uma vez um homem envolvido com a sua comunidade que resolveu levar um visitante para conhecer as suas instalações. Ao chegar na calçada do prédio o visitante logo percebeu algo, e disse: Que bela calçada! Ele disse: Sim. Que linda fachada! E ele disse: Sim.

O visitante disparou em exclamações, dizendo: Que tapete! Que iluminação! Agua mineral para todos e copos descartáveis! Uau! Olha os assentos! Grupos de Coreografia, teatro, apresentações de corais, quintetos, quartetos, trios, duplas e até solo! Amigo, quanto você paga para participar disso tudo! O homem envolvido disse: calma, ainda não terminou.

 O que falta ainda? Perguntou o visitante. De repente, subiu ao púlpito um homem simples que começou a pregar a palavra de Deus. As mensagens eram de ânimo, fé, paz, coragem, valorização humana, e acima de tudo, acerca do reino de Deus. Logo, depois terminou com orações por todos e para que todos fossem bem sucedidos e chegassem a felicidade.

O visitante tornou a perguntar: Quanto você paga, participa, doa ou o que você faz para compensar tudo isto? O homem envolvido disse: Quero lhe contar mais algumas coisas que acontecem, além dessas quatro paredes.

O visitante arregalou os olhos. E, ele começou a falar: Está vendo aquele homem que se apresenta em pé, observando a todos. Pois é, ele é o pastor. Além da sua presença nos cultos, ele também é presença certa em: Todos os casamentos(Bodas de prata, ouro, diamante); Todos os nascimentos; Todos os aniversários de 15 anos; Todos os sepultamentos; Todos os hospitais, onde houver um membro ou parente de algum; Todos os presídios, onde houver um membro ou parente de algum; e, além disso, o horário de serviço do pastor são 24 horas.

 De manhã, de tarde, de noite e até de madrugada. Ele é motorista de ambulância(quando tem carro); Chora quando fracassamos, dá força quando estamos desanimados, torce quando estamos buscando alguma coisa importante e salta de alegria quando nos alegramos.

 Acredito, que estou sendo injusto com este homem, pois, tem outras coisas que assume como sendo sua competência. Neste local, o pastor tem muitas pessoas comprometidas e são estes os que o ajudam. Este pastor e sua equipe trabalham pelos comprometidos e por todos os envolvidos.

 Em pranto, o envolvido disse: Se ainda hoje, me tornar um comprometido, tenho que reconhecer que não seria justo fazer avaliação de quanto custa todo este serviço ao meu dispor. Creio, que o pagamento digno daqueles que tem estas responsabilidades só poderá ser pago no Céu.

 Para pensar e decidir.

Autor: campelonascimento@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/10/2009 - 11:37

Relendo as 95 teses de Lutero.

DEBATE PARA O ESCLARECIMENTO DO VALOR DAS INDULGÊNCIAS

(95 TESES)

 “Disputatio pro declaratione virtutis indulgentiarum 1517

 * * *

 Por amor à verdade e no empenho em elucidá‑la, discutir‑se‑á o seguinte em Wittenberg, sob a presidência do R. P. Martinho Lutero,

 Mestre de Artes e de Santa Teologia e Professor Catedrático desta última, naquela localidade. Por esta razão ele solicita que os que não possam estar presentes e debater com ele oralmente, o façam por escrito, mesmo que ausentes. Em nome do nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

 1. Ao dizer “Fazei penitência” [o original apresenta “penitentiam agite”, que é citação da Vulgata. 0 texto grego usa “metanoeite”, que Almeida RA reproduz mais adequadamente por “arrependei‑vos” (Mt 4.17).] etc., nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência.

 2. Esta expressão não pode ser entendida no sentido do sacramento da penitência (isto é, da confissão e satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes).

 3. Ela também não se refere apenas a uma penitência interior; sim, ela não seria penitência se externamente não produzisse toda sorte de mortificações da carne.

 4. Por isto a pena também perdura enquanto houver o ódio da pessoa contra si mesma (isto é, a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada para o reino dos céus.

 5. 0 papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que ele impôs por decisão própria ou dos cânones.

 6. 0 papa não pode fazer cessar culpa alguma, senão declarar e confirmar que ela foi perdoada por Deus. Além disso ele pode sem dúvida remiti‑la nos casos reservados para si; se estes forem desprezados, a culpa permanecerá por inteiro.

 7. Deus não perdoa a culpa de quem quer que seja, sem que se sujeite em completa humildade ao sacerdote como a seu substituto.

 8. Os cânones penitenciais (que são a prescrição do modo de confessar e expiar) são apenas impostos aos vivos; nada se deve impor aos moribundos com base nos mesmos.

 9. Por isso o Espírito Santo nos beneficia através do papa, quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade extrema.

 10. Agem mal e sem conhecimento de causa aqueles sacerdotes que ainda reservam aos moribundos penitências canônicas para o purgatório.

 11. Essa erva daninha, de se poder transformar a pena canônica em pena do purgatório foi semeada enquanto os bispos estavam obviamente dormindo.

 12. Antigamente se impunham as penas canônicas não depois, mas antes da absolvição, como verificação da verdadeira contrição.

 13. Através da morte os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.

 14. Piedade ou amor imperfeitos no moribundo necessariamente trazem consigo grande temor, e tanto mais, quanto menor for o amor.

 15. Este temor e horror por si só já basta (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão muito próximos da angústia do desespero.

 16. Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semi‑desespero e a segurança.

 17. Tudo indica que é necessário diminuir o horror das almas no purgatório, bem como promover o amor.

 18. Parece não ter sido provado, nem à base da razão e nem da Escritura, que elas se encontram fora do estado de mérito ou da possibilidade de crescimento no amor.

 19. Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam certas e seguras de sua felicidade, ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza.

 20. Portanto, sob remissão plena de todas as penas o papa não entende simplesmente de todas, mas somente daquelas que ele mesmo impôs.

 21. Erram, portanto, aqueles apregoadores de indulgências que afirmam que a pessoa é libertada e salva de toda pena pelas indulgências do papa.

 22. Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de um único castigo que elas, segundo os cânones (da igreja), deviam ter saldado nesta vida.

 23. Se é que se pode dar algum perdão de todos os castigos a alguém, este se dará somente aos mais perfeitos, isto é, pouquíssimos.

 24. Por isso a maior parte do povo está sendo necessariamente ludibriada com essa magnífica e indistinta promessa de absolvição do castigo.

 25. 0 mesmo poder que o papa tem sobre o purgatório de modo geral, todo bispo e cura d’almas também o têm em sua diocese e paróquia em particular.

 26. 0 papa faz muito bem ao dar remissão às almas não pelo poder das chaves (que ele não tem), mas por meio de intercessão.

 27. Pregam doutrina humana aqueles que dizem, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando (do purgatório).

 28. Certo é que, ao tilintar a moeda na caixa, pode aumentar o lucro e a cobiça; a intercessão da igreja, porém, depende apenas da vontade de Deus.

 29. E quem é que sabe se realmente todas as almas no purgatório querem ser resgatadas? Diz‑se que este não foi o caso com S. Severino e S. Pascoal.

 30. Ninguém tem certeza da veracidade de sua contrição, muito menos de haver conseguido plena remissão.

 31. Tão raro como o que é penitente de verdade é o que recebe autenticamente as indulgências, ou seja, é raríssimo.

 32. Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.

 33. Deve-se ter muita cautela com aqueles que dizem serem as indulgências do papa aquela inestimável dádiva de Deus, através da qual a pessoa se reconcilia com Deus.

 34. Isso porque aqueles favores das indulgências se referem somente às penas de satisfação sacramental, determinadas por homens.

 35. Não pregam cristãmente os que ensinam não ser necessária a contrição àqueles que querem resgatar as almas ou adquirir privilégios confessionais.

 36. Qualquer cristão verdadeiramente arrependido tem direito à remissão plena de pena e culpa, mesmo sem carta de indulgência.

 37. Qualquer cristão verdadeiro, seja vivo, seja morto, tem participação em todos os bens de Cristo e da igreja, por dádiva de Deus, mesmo sem carta de indulgência.

 38. Mesmo assim a remissão e a participação da mesma pelo papa de forma alguma devem ser desprezadas, porque (como disse) constituem declaração do perdão divino.

 39. Até mesmo para os mais doutos teólogos é dificílimo exaltar, perante o povo, ao mesmo tempo a liberalidade das indulgências e a verdadeira contrição.

 40. A verdadeira contrição procura e ama os castigos, ao passo que a abundância das indulgências os afrouxa e faz odiá‑los, havendo ocasião para tanto.

 41. Deve‑se pregar com muita cautela sobre as indulgências apostólicas, para que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras de caridade.

 42. Deve‑se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa de alguma forma ser comparada com as obras de misericórdia.

 43. Deve‑se ensinar aos cristãos que, dando ao pobre ou emprestando ao necessitado, procedem melhor do que se comprassem indulgências.

 44. Ocorre que através da obra de caridade cresce o amor e a pessoa se torna melhor, ao passo que com as indulgências ela não se torna melhor, mas apenas mais livre de castigo.

 45. Deve‑se ensinar aos cristãos que quem vê um carente e o negligencia para gastar com indulgências, obtém para si não as indulgências do papa, mas a ira de Deus.

 46. Deve‑se ensinar aos cristãos que, se não tiverem bens em abundância, devem conservar o que é necessário para sua casa, e de forma alguma desperdiçar dinheiro com indulgências.

 47. Deve‑se ensinar aos cristãos que a compra de indulgências é livre, e não constitui obrigação.

 48. Deve‑se ensinar aos cristãos que o papa necessita mais de orações devotas a seu favor e portanto as deseja mais, ao distribuir indulgências, do que o dinheiro que se está pronto a pagar.

 49. Deve‑se ensinar aos cristãos que as indulgências do papa são úteis, enquanto não depositam nelas a sua confiança, porém muito prejudiciais quando, de posse delas, perdem o temor de Deus.

 50. Deve‑se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das extorsões feitas pelos apregoadores de indulgências, ele preferiria reduzir a cinzas a basílica de S. Pedro do que edificá‑la com a pele, carne e ossos de suas ovelhas.

 51. Deve‑se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto ‑ como é seu dever ‑ a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns apregoadores de indulgências extraem ardilosamente o dinheiro, mesmo se para isto fosse necessário vender a basílica de S. Pedro.

 52. Vã é a confiança de salvação conferida pelas cartas de indulgências, mesmo que o comissário ou até mesmo o próprio papa dessem sua alma como garantia pelas mesmas.

 53. São inimigos de Cristo e do papa aqueles que por causa da pregação de indulgências fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.

 54. Ofende‑se a palavra de Deus quando, em um mesmo sermão, se dedica tanto ou mais tempo às indulgências que àquela palavra.

 55. A atitude do papa é necessariamente esta: se as indulgências (que são menos importantes) são celebradas com um toque de sino, uma pompa e cerimônia, o evangelho (que é o mais importante) deve ser anunciado com uma centena de sinos, pompas e cerimônias.

 56. Os tesouros da igreja, dos quais o papa concede as indulgências, não são suficientemente mencionados nem conhecidos junto ao povo de Cristo.

 57. Eles, com certeza, não devem ser de natureza temporal, senão muitos dos pregadores de indulgências não os distribuiriam com tanta facilidade, antes apenas ficariam a ajuntá‑los.

 58. Tampouco consistem eles dos méritos de Cristo e dos santos, pois estes sempre operam, sem o papa, a graça do homem interior e ao mesmo tempo a cruz, a morte e o inferno do homem exterior.

 59. S. Lourenço disse que os pobres da igreja são os tesouros da mesma, empregando, no entanto, a palavra como era usada em sua época.

 60. Não exageramos ao dizer que as chaves da igreja, que lhe foram proporcionadas pelo mérito de Cristo, constituem este tesouro.

 61. Pois está claro que, para a remissão dos castigos e para a absolvição em determinados casos, o poder do papa por si só é suficiente.

 62. 0 verdadeiro tesouro da igreja é o santíssimo evangelho da glória e da graça de Deus.

 63. Este tesouro, entretanto, é muito odiado, e com razão, porque faz com que os primeiros sejam Os últimos.

 64. Em contrapartida, o tesouro das indulgências é com razão o mais benquisto, pois faz dos últimos os primeiros.

 65. Por esta razão os tesouros do evangelho foram as redes com que outrora se pescavam os homens de grandes riquezas.

 66. Os tesouros das indulgências, por sua vez, são as redes com que hoje se pesca a riqueza dos homens.

 67. As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como sendo a mais sublime graça, realmente podem ser entendidas como tal, na medida em que dão boa renda.

 68. Estas são, entretanto as graças mais ínfimas, se comparadas com a graça de Deus e a devoção à cruz.

 69. Os bispos e curas d’almas têm a obrigação de admitir com toda reverência os comissários de indulgências apostólicas.

 70. Têm, porém, a obrigação ainda maior de observar com os dois olhos e atentar com ambos os ouvidos para que esses comissários não preguem os seus próprios sonhos, em lugar do que lhes foi incumbido pelo papa.

 71. Quem fala contra a verdade das indulgências apostólicas, seja excomungado e maldito.

 72. Aquele, porém, que se empenhar zelosamente contra a devassidão e licenciosidade de palavras do pregador de indulgências, seja bendito.

 73. Assim como o papa com razão fulmina 0 aqueles que de alguma forma procuram defraudar o comércio de indulgências.

 74. muito mais deseja fulminar aqueles que, a pretexto das indulgências, defraudam a santa caridade e verdade.

 75. A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes a ponto de absolver um homem que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.

 76. Em contrapartida, afirmamos que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados veniais no que se refere à sua culpa.

 77. A afirmação de que nem mesmo S. Pedro, caso fosse o papa atualmente, poderia conceder maiores graças, é blasfêmia contra São Pedro e o papa.

 78. Afirmamos, ao contrário, que também este ou qualquer outro papa tem graças maiores a dar, quais sejam o evangelho, as virtudes espirituais, os dons de curar, etc., como está escrito em 1 Coríntios 12.

 79. Dizer que a cruz com as armas do papa, altivamente erguida, se equipara à cruz de Cristo, é blasfêmia.

 80. Terão que prestar contas de sua atitude os bispos, curas d’almas, e teólogos que permitem que semelhantes conversas sejam difundidas entre o povo.

 81. Esta licenciosa pregação de indulgências faz com que não seja fácil, nem para homens doutos, defender a dignidade do papa contra calúnias ou perguntas, sem dúvida argutas, dos leigos.

 82. Por exemplo: Por que o papa não evacua o purgatório, por santíssimo amor às almas e pela suprema necessidade das mesmas, sendo esta de todas as causas a mais justa, já que ele redime inúmeras almas por meio do tão miserável dinheiro para a construção da basílica, que constitui uma causa tão insignificante?

 83. Ou: Por que se mantêm as missas em prol dos defuntos e a memória dos aniversários de falecimento e não se restitui ou se permite que se recebam de volta as doações efetuadas em favor deles, quando já não é justo orar pelos redimidos?

 84. Ou: Que nova piedade, de Deus e do papa, é esta, que se permita ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e amiga de Deus mediante dinheiro mas mesmo assim não redime esta mesma alma piedosa e dileta gratuitamente?

 85. Ou: Estando os preceitos penitenciais em si já de há muito revogados e mortos de fato por desuso, por que razão são eles assim mesmo pagos com dinheiro, pela concessão de indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?

 86. Ou: Por que o papa, cuja fortuna hoje é maior que a dos mais ricos Crassos, não constrói com seu próprio dinheiro, ao invés do de seus pobres fiéis, ao menos esta uma basílica de São Pedro?

 87. Ou: 0 que é que o papa perdoa e concede àqueles que pelo arrependimento completo têm direito ao perdão e à participação plenários?

 88. Ou: Que benefício maior se poderia proporcionar à igreja, se o papa, como agora o faz uma vez, concedesse estas remissões e participações cem vezes ao dia a qualquer dos fiéis?

 89. Já que com as indulgências ele procura mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que suspende ele as cartas de indulgencia outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?

 90. Rebater estes argumentos muito perspicazes dos leigos, somente pela força e sem motivos razoáveis, significa expor a igreja e o papa à zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos.

 91. Se, portanto, as indulgências fossem apregoadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, estas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.

 92. Fora, pois, com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo “Paz, paz!” sem que haja paz!

 93. Abençoados, porém, sejam todos os profetas que dizem ao povo de Cristo “Cruz! cruz!”, sem que haja cruz!

 94. Admoestem‑se os cristãos que procuram seguir seu cabeça, Cristo, através de penas, da morte e do inferno.

 95. E assim confiem entrar no céu passando antes por muitas tribulações do que pela segurança da paz infundada.

Autor: campelonascimento@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
22/10/2009 - 11:27

O que nos falta?

Temos facilidade de perceber o que falta nos outros. Acreditamos ter atingido um patamar superior no tocante as leis de Deus. Quando encontramos Jesus somos levados a confrontar nossos pecados(erros) ocultos.

Mt 19:16 E eis que, aproximando-se dele um jovem, disse-lhe: Bom Mestre, que bem farei, para conseguir a vida eterna?

Muitos querem a vida eterna. Ao encontrar O mestre são capazes de questionar acerca do caminho.

17 E ele disse-lhe: Por que me chamas bom? Não bom, senão um só que é Deus. Se queres, porém, entrar na vida, guarda os mandamentos.

Jesus transfere a qualidade que o jovem deu à ele para Deus(Pai). A seguir, condiciona entrar na vida com guardar os mandamentos.

18 Disse-lhe ele: Quais? Esta pergunta é pertinente e tu verás o porquê.

E Jesus disse: Não matarás, não cometerás adultério, não furtarás, não dirás falso testemunho; 19 honra teu pai e tua mãe, e amarás o teu próximo como a ti mesmo.

Jesus aponta para o Decálogo(Dez Mandamentos) em Deuteronômio 5:16-21 onde fala do próximo e o resumo do mesmo(Lv19:18) . Pois, Quem ama o próximo cumpre os seis mandamentos direcionados ao próximo.

20 Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade; que me falta ainda?

Jesus não o chama de mentiroso, com certeza tinha suas qualidades. Mas, sabiamente, Jesus o conduz a responder a sua própria pergunta, sugerindo- lhe algo.

21 Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu; e vem e segue-me. Por que o Senhor Jesus pediu a ele tal atitude, mas não pediu a outros?

1° O contexto trata de alguém que diz cumprir os mandamentos desde a mocidade.

2° Quando Jesus faz uma colocação não podemos correr e transformar em doutrina mas procurar entender.

O Decálogo Deuteronômio 5 que diz:

1° Não terá outros deuses,

2° Não fará para ti imagens de escultura,

3° Não tomarás o Nome do Senhor em vão,

4° santificarás o sétimo dia (Compromisso), é facilmente cumprido quando observamos o convite de Moisés Deuteronômio 6, reinterado por Jesus, como está escrito:

4 Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR.5 Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder.

22 E o jovem, ouvindo essa palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades.

Ao pedir as suas riquezas Jesus estava confrontando-o com aquilo que lhe era muito importante. Neste caso, sem palavras mas pela sua atitude, ele afirma que tem outro deus além do Senhor. A Riqueza determinou que sem ela ele não poderia viver feliz e consequentemente o obrigou a não ser tão bom assim com o próximo.

Enfim, não observava a todos como havia dito.

O que Deus nos pede é aquilo que as vezes não queremos dar. Aquilo que amamos muito. Mais do que a Deus e mais que o próximo.

Temos muitos crentes ricos tanto no AT quanto no NT e porque não dizer nos dias atuais.

Jesus não pediu a todos a mesma coisa. Deus quando pediu a Abraão o seu filho Isaque e ele decidiu dar, o Senhor não precisou ver concluído o pedido. Acredito que o mesmo poderia acontecer com este homem.

O importante é sabermos que não precisamos provar pra Deus o quanto o amamos, pois ele sabe. Precisamos provar para nós mesmos.

Quanto a pergunta feita no início, pense mais um pouco. A resposta está na ponta da TUA língua.

Autor: campelonascimento@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
27/09/2009 - 15:16

A disciplina eficaz.

Disciplina eficaz impede a impunidade

 

A afirmação acima tem por base as atitudes de Caim, filho de Adão e Eva. Mas, primeiramente, gostaria de refletir sobre o nascimento do menino, Caim.

 

Gn 4:1 E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu, e teve a Caim, e disse: Alcancei do SENHOR um varão. Na Bíblia, os nomes, muitas vezes, tem a ver com o que se espera daquela criança, seja por revelação ou algum fato ocorrido.

 

O nascimento de uma criança, independente do nome que receba, virá sempre com uma esperança. Neste caso, Eva se alegra por ter um menino, que é visto como um favor de Deus.

 

Pergunta-se: O que poderia ter ocorrido? Qual era a sua expectativa?

 

Gênesis 3:13 Disse o SENHOR Deus à mulher: Que é isso que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente me enganou, e eu comi. 14 Então, o SENHOR Deus disse à serpente: Visto que isso fizeste, maldita és entre todos os animais domésticos e o és entre todos os animais selváticos; rastejarás sobre o teu ventre e comerás pó todos os dias da tua vida.15 Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.

 

2 E teve mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra.3 E aconteceu, ao cabo de dias, que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. 4 E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta. 5 Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o seu semblante. 6 E o SENHOR disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? 7 Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E, se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e para ti será o seu desejo, e sobre ele dominarás. 8 E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel e o matou.

 

As nossas atitudes determinam o nosso futuro. Muitas vezes, mudando-o.

 

Gênesis 4:25 Tornou Adão a coabitar com sua mulher; e ela deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Sete; porque, disse ela, Deus me concedeu outro descendente em lugar de Abel, que Caim matou.

 

O filho esperado fez o inesperado. O inesperado fez o esperado.

 

Gálatas 3:16 Ora, as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo.

 

Paulo declara que não se falava dos descendentes de Abraão. Aconteceu com Caim, ele não era o cumprimento da promessa, mas certamente viria dele. Perdemos privilégios na vida, quando não andamos no rumo certo.

 

Vamos prender a nossa atenção, nos versos seguintes:

 

9 E disse o SENHOR a Caim: Onde está Abel, teu irmão? Deus é onisciente. Tudo está patente aos seus olhos.

O SENHOR como Bom Pai, procura falar a consciência de Caim. Este a rejeita e parte para o ataque, dizendo:

 

E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão?

 

Deus sabe que sabemos. Para um pai é melhor ver o filho assumindo o seu erro do que vê-lo negando-o; ou, quando alguém confessa e não precisa ter que acusá-lo com provas incontestáveis.

Caim confronta a Autoridade em vez de temê-la. Diante da resistência, se faz necessário uma disciplina punitiva.

 

Dis.ci.pli.na 1.Regime de ordem imposta ou mesmo consentida. 2.Ordem que convém ao bom funcionamento de uma organização.3.Relações de subordinação do aluno ao mestre.4.Submissão a um regulamento.

 

10 E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra.11 E agora maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para receber da tua mão o sangue do teu irmão. 12 Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força; fugitivo e errante serás na terra.

 

A disciplina não é para afastar o ofensor mas trazê-lo ao arrependimento. Somente uma pessoa arrependida, pode ter recuperação.

Uma prova de arrependimento é querer pagar pelo seu erro. Um bom pai, sempre tem, uma outra oportunidade, caso haja, arrependimento.

 

Mas, nem sempre ouvimos o que desejamos.

 

3 Então, disse Caim ao SENHOR: É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada. (É tamanho o meu castigo, que já não posso suportá-lo)

 

14 Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; Caim ousa dizer que Deus é: Injusto; Cruel; e, Não desejável.

 

e serei fugitivo e errante na terra, Eu quero ser: Fugitivo e errante.

 

e será que todo aquele que me achar me matará. A sua disciplina não será eficaz.

E.fi.caz Que produz o efeito desejado; eficiente. [Superl.: eficacíssimo.]

Imaginem uma criança que recebeu a seguinte disciplina do pai, que disse: Minha filha, ficará uma semana presa no seu quarto(Privação da liberdade).

No entanto, ela faz uso dos seguintes objetos de lazer: O telefone, a internet, a televisão, o video-game, etc. No final de uma semana o pai faz a pergunta que não quer calar: Você está arrependida? Ela diz: Sim.

Cheio de orgulho, ele ordena: Não faça mas isto! O que você acha que ela sentiu?

Realmente, ela se sentiu punida? Foi eficaz a correção?

Im.pe.dir1 Impossibilitar a execução ou o prosseguimento de; barrar. 2.Interromper, obstruir.3. Tornar impraticável. 4. Não permitir.

Im.pu.neQue escapou à punição. § im.pu.ni.da.desf.

Os benefícios que recebera impediu que a punição fosse eficaz. As crianças são espertas. Não fique pasmo com elas. Afinal, nós adultos respondemos e desejamos a mesma coisa.

 

15 O SENHOR, porém, disse-lhe: Portanto, qualquer que matar a Caim sete vezes será castigado. E pôs o SENHOR um sinal em Caim, para que não o ferisse qualquer que o achasse.

O sinal de Caim é um mistério que não o teremos revelado aqui, mas, o propósito sim.

Ele serviu como marca, para evitar que alguém, impedisse que cumprisse a disciplina, determinada por Deus. Em vez, daquele pai, dar férias para sua criança, dissesse: Minha filha, você ficará de frente para esta parede branca, olhando para este ponto preto.

Curta bem, este ponto preto nesta linda parede branca. Com certeza, demoraria, ela verdadeiramente se arrependeria do que havia feito e dificilmente, voltaria a praticar o que a levou para lá.

 

16E saiu Caim de diante da face do SENHOR e habitou na terra de Node, da banda do oriente do Éden.

 

A Bíblia apresenta muitas histórias de pessoas que não eram dignas desta ou daquela honra. As suas atitudes mudaram as suas histórias.

Ex: Raabe, da cidade de Jericó e Rute, amoabita; ambas, tornaram-se ancestrais de reis, como: Davi, Salomão e outros; e, acima de tudo, de Jesus Cristo, Rei dos reis e Senhor dos senhores.

 

O sistema imposto para todas as idades; todas áreas: Politica, religiosa, social e etc é …

 

A transgressão compensa. A fé experimental sobrevive a este sistema cruel e opressor.

Autor: campelonascimento@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/09/2009 - 10:37

Temas postados neste blog.

 

   Qual o valor do seu ensino?
 
 
Avivar ou despertar? Gerência Participativa Em defesa dos amigos de Jó     
Conheço!?.             Aquele que em vós começou a boa obra.    
O verdadeiro amor lança fora o medo.           A glória da segunda casa Ag 2    
Perdoa-lhes.              Jesus Cristo, nosso advogado, é Legal(Legalidade).  Há perigo na eisegese!     
Em defesa da mulher de Jó.               O AMOR                CARNE PERIGOSA!?    
O sol parou!? Olhando pelo retrovisor.    Adorador
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26/09/2009 - 06:07

Qual o valor do seu ensino?

Veja cada  um  o que (edifica/constrói/ensina)! 1Co3:5-15(ARC)

 O texto que iremos abordar trata dos Mestres(Ensinadores). Daqueles que se acham capazes de edificar(construir) estruturas religiosas sobre aquele que se dispõe aprender.

A verdade é, todos se consideram mestres, mesmo aqueles que não estão autorizados formalmente. Então, esta mensagem é destinada a todos, que por natureza, lecionam, primeiramente, no âmbito religioso.

Leiamos o texto, dividindo-os em partes, como segue:

1ª Co 3:5 Pois quem é Paulo e quem é Apolo, senão ministros pelos quais crestes, e conforme o que o Senhor deu a cada um?

 Informações acerca de Paulo:

Fil 3:4 Bem que eu poderia confiar também na carne. Se qualquer outro pensa que pode confiar na carne, eu ainda mais: 5 circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu,6 quanto ao zelo, perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na lei, irrepreensível.

 Informações acerca de Apolo:

Atos 18:24 Nesse meio tempo, chegou a Éfeso um judeu, natural de Alexandria, chamado Apolo,  homem eloqüente e poderoso nas Escrituras.

 6 Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento.

Paulo reconhece a autoridade de Apolo no trato com aqueles que receberam a semente da Palavra de Deus(Evangelho).

 7 Pelo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento.

Plantar e regar são atividades, humanas, importantes. O crescimento é um ato exclusivo de Deus.

 8 Ora, o que planta e o que rega são um; mas cada um receberá o seu galardão, segundo o seu trabalho.

O galardão é dado aos mestres por aquilo que semearão ou regarão  na vida dos seus discípulos(aprendizes/Alunos).

 9 Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus. 

Declara que os seus ouvintes são: a lavoura e edifício de Deus.

 10 Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele.

Paulo dirige sua mensagem para todos os ensinadores. Chama a atenção de todos acerca do cuidado naquilo que se ensina.

 11 Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do que está posto, o qual é Jesus Cristo.

A base do Cristianismo é o Cristo. Muitos desligam o Cristo do Novo Testamento, do Messias do Velho Testamento. A quem pense ser possível pregar Jesus, o Cristo; lançando fora as esperanças baseadas no Messias.

A mensagem do Novo Testamento não cria uma nova religião. Ela aponta  JESUS como a pessoa que os antigos(Patriarcas e profetas) esperavam.

 12 E, se alguém sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha,

Paulo se dirige a mestres que precisavam avaliar o valor dos seus ensinos.

 13 a obra de cada um se manifestará; na verdade, o Dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; e o fogo provará qual seja a obra de cada um.

A obra que se refere é o tipo de ensino e não o que qualquer um faça para agradar a Deus ou a sua Fé. O Dia se refere ao julgamento que todos enfrentarão. Quando o mundo espiritual se manifestar descobriremos o que realmente é importante.

A Bíblia diz que carne e sangue não herdarão o reino de Deus. Como mestre (ensinador) veremos os nossos ensinos prevalecendo ou não.

 14 Se a obra que alguém edificou nessa parte permanecer, esse receberá galardão.

O prêmio será dado aquele que se detiver em ensinos que realmente valem a pena edificar sobre os irmãos. O  julgamento humano é falho, limitado, muitas vezes, mesquinho.

 15 Se a obra de alguém se queimar, sofrerá detrimento; mas o tal será salvo, todavia como pelo fogo.

Há duas pessoas sendo analizadas. O mestre(ensinador) naquilo que ensinou e o discípulo naquilo que aprendeu.

Diante de tantas oportunidades para ensinar o que tem valor eterno, muitas vezes, nos detemos naquilo que é efêmero. Quantas vezes apreendemos ensinos supérfluos e desprezamos o que é precioso.

Ninguém trabalha visando a possibilidade de não receber a paga pelo seu trabalho. Ensinar é um trabalho honroso. Como também, aquele que espera ver que não perdeu tempo naquilo que absorveu para sua vida.

 Associaremos os valores aqui apresentados aos ensinos.

 O fundamento(Alicerce) é Cristo.

O apóstolo não está dando margem ao ensinamento que diz: “O importante é pregar a Cristo, O salvador.

Tudo o que fizermos de errado será queimado, mas, ainda assim seremos salvos”. O apóstolo Paulo declara aos irmãos, os comportamentos que impedirão a entrada no reino de Deus.

Gl5:19 Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia,

 20 idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções,

21 invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.

 A edificação(Prédio) são os ensinamentos sobre a vida daquele que recebeu a Cristo.

A Bíblia aponta o que devemos aprender para crescermos espiritualmente; e, realmente, dar um significado ao caminho que escolhemos.

 Cristo não tem comparação nem com o ouro.

Ele esta acima de tudo, incomparável. As coisas do passado, a.C, apontavam para o Cristo. E tudo, presente e futuro, d.C, também.

 Ouro

Gl 5:22 Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, 23 mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.

Está escrito:

Rm8:31 Que diremos, pois, à vista destas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?

32 Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas

33 Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica.

34 Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus e também intercede por nós.

35 Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?

36 Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considera dos como ovelhas para o matadouro.

37 Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.

38 Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes,

39 nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.

 Também está escrito:

Is 59:1 Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir.

2 Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.

3Porque as vossas mãos estão contaminadas de sangue, e os vossos dedos, de iniqüidade; os vossos lábios falam mentiras, e a vossa língua profere maldade.

 DOUTRINA:

O apóstolo Paulo diz: Nada externo; nenhuma circunstância; e, nenhum ser, pessoa física ou espiritual, poderá nos separar de Deus. Mas, Isaías diz: Os nossos erros (pecados) nos separarão de Deus. Simplesmente, nada pode me tirar dos braços fortes de Jesus. Porém, eu posso, deliberadamente, sair dos braços dEle.

O apóstolo fala aos crentes(cristãos) da Galácia :

5:19 Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia,

20 idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções,

 21 invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.

 Prata

1ªCo 12:1 A respeito dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes.

4 Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo.

5 E também há diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo.

6 E há diversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos.

7 A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso.

8 Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento;

9 a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar;

10 a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las.

11 Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente.

 

 Os profetas ou não profetas do Velho Testamento; Jesus Cristo e os seus discípulos no NT, utilizaram-se dos dons concedidos pelo Espírito Santo para promoverem o reino de Deus.

É justo pensar, ainda hoje, que é desejo de Deus que nos utilizemos, deles. Enquanto, o fruto do Espírito, da vitória sobre o meu interior; os dons nos dão ao nosso exterior.

O fruto me ajuda no mundo material(relacionamento); e, os dons ajudam a outros, através de mim, no mundo espiritual. O lado natural do Evangelho é apresentado pelo fruto; o lado sobrenatural, pelos dons.

 Em resumo: A quem supervalorize o fruto em detrimento aos dons e vice-versa. Contudo, reconhecendo seus valores, devo produzir o fruto e buscar os dons. 

 

Pedras preciosas   –   Ensinamentos à práticas devocionais.

 as.ce.se Exercício prático que leva à efetiva realização da virtude.

Oração:

Dn6:11 Então, aqueles homens foram juntos, e, tendo achado a Daniel a orar e a suplicar, diante do seu Deus,…

Marcos 6:46 E, tendo-os despedido, (Jesus)subiu ao monte para orar.

Lc 18:1 Disse-lhes Jesus uma parábola sobre o dever de orar sempre e nunca esmorecer:

1 Ts 5:17Orai sem cessar.

Evangelizar:

Mc3:14 Então, designou doze para estarem com ele e para os enviar a pregar

Lc 9:2 Também os enviou a pregar o reino de Deus e a curar os enfermos.

At 5:42 E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo.

At 10:42 e nos mandou pregar ao povo e testificar que ele é quem foi constituído por Deus Juiz de vivos e de mortos. Está escrito: “Quem ganha almas, sábio é”.

Ler e praticar a Palavra de Deus:

Jo17:17 Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.

Salmos 119:105 Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos.

Salmos 32:8 Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho.

2Tm3:16 Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça,

17 a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.

 Piedade:

1Tm 4:7 Mas rejeita as fábulas profanas e de velhas caducas. Exercita-te, pessoalmente, na piedade. 8 Pois o exercício físico para pouco é proveitoso, mas a piedade para tudo é proveitosa, porque tem a promessa da vida que agora é e da que há de ser.

Madeira  -   Farisaísmo ou legalismo.

Mt5:20 Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus.

Gl 2:20 logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.

21 Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça é mediante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão.

O farisaísmo reprovado por Jesus, no texto, é aquele em que a pessoa faz apenas porque é zeloso do que aprende, falta voluntariedade ou a motivação do amor.

Ser zeloso é importante mas não tem valor espiritual se não tiver a motivação correta. O legalismo que estava ocorrendo entre os Gálatas não é bem visto por Paulo por ter a conotação de justificação pelas obras perante Deus.

Tanto os judeus convertidos tinham a liberdade de praticarem orientações cerimoniais da lei, que não houvesse derramamento de sangue, quanto os Gentios tinham a liberdade de não se prenderem as mesmas, Contudo, ambos, deveriam observar as leis morais.

 Palha    –   Usos e costumes.

Salmos 133:2 É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes.

Nm6:5 Todos os dias do seu voto de nazireado não passará navalha pela cabeça; até que se cumpram os dias para os quais se consagrou ao SENHOR, santo será, deixando crescer livremente a cabeleira.

1Co11:14 Ou não vos ensina a própria natureza ser desonroso para o homem usar cabelo comprido?

Dt22:5 A mulher não usará roupa de homem, nem o homem, veste peculiar à mulher; porque qualquer que faz tais coisas é abominável ao SENHOR, teu Deus.

Observe:

1°- Jesus Cristo é judeu. Paulo, judeu e cidadão romano. Caso, uso e costume fossem doutrinas bíblicas, parecido com quem, você deveria andar? Paulo ou Jesus Cristo?

 Os usos e costumes de um povo ou de uma denominação devem ser respeitados. Devemos tomar cuidado com aqueles que ferem a Doutrina bíblica.

2°- Ao ler Dt 22:5, viaje no tempo em que estas palavras foram escritas.

Se você tiver dificuldade para isto, alugue um filme bíblico da época aprox. 3200 anos atrás. Depois, volte ao nosso tempo e refaça a pergunta?

A Bíblia está sempre atualizada. Para a nossa cultura, o que não fica bem para um homem ou para uma mulher?

Tenho a certeza que cada um, independente do credo religioso, terá o seu bom senso.

O respeito a opinião de todos é válida.

A Bíblia nos prende à ordem e à decência.

A inflexibilidade do ensino, de um único uso ou costume, ideal para o cristão será também palha no Dia.

 feno   –    Rótulo interdenominacional.

Mt16:16 E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.

17 E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue quem to revelou, mas meu Pai, que está nos céus.

18 Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra (a sua afirmação) edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.

A igreja verdadeira está fundamentada nesta afirmação: Jesus é o Cristo(Messias) e esta Igreja prevalecerá.

Na terra, as igrejas locais precisam de nomes diferentes como acontece em toda família e por necessidade de nomes diferentes ao registrar no órgão especifico. Mas, no céu não haverá estas necessidades. Por isso, este ensino é feno.

 Esta é uma forma didática de ensino, procurando comparar os materiais usados nesta construção, em você.

Que o Espírito Santo nos ajude!

Autor: campelonascimento@ig.com.br - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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