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Arquivo de outubro, 2008

30/10/2008 - 14:31

Liberdad

Me liberto;
da prisão do pensamento,
do castigo da lembrança.
Condenado… lançado ao vento,
coondenado… morto de esperança.
Aos poucos desperto
tal qual uma criança
em laços de deserto.
Raios de sol… a aquecer a vida,
raios de sol… a decifrar a alma
pela noite já perdida
tanto encanta que acalma.
Autor: J. Masen - Categoria(s): Sem categoria Tags:
30/10/2008 - 14:26

Num piscar

Meu sonho tinha esse som
mas há muito deixei de sonhar.
Para saber quem sou, basta olhar.
Não chamei ninguém.
Quando os fantasmas não têm nome
eles simplesmente não vêm.
Fechei-lhes a porta.
Esta noite, ao dormirem meus olhos
estará tudo bem.
Autor: J. Masen - Categoria(s): Sem categoria Tags:
30/10/2008 - 14:20

Maré

Oh! vida que me leva desta dor abstrata
que dói sem que eu diga,
que dói sem que eu pense.
Vida, me leve…
Quando dou por mim, ainda está doendo
bem de leve…
Autor: J. Masen - Categoria(s): Sem categoria Tags:
30/10/2008 - 14:15

… I don’t know how to leave you, and I’ll never let you fall…

Autor: J. Masen - Categoria(s): Sem categoria Tags:
30/10/2008 - 10:23

Bela

Feliz é aquele que te possui
Oh! Grande Estrela!
aquele cuja alma és a guardiã.
Abençoado é aquele que merece ter
teu corpo celeste por completo,
complexo.
Oh! Grande Estrela!
Deixaste teu rastro a luzir pelo caminho
sem razão, incapaz, em vão.
Não devo implorar tua compania,
não és minha (fostes um dia?).
Aceite o louvor daquele que te venera
pois contigo não há sentido que explique
nem tempo que passe.
Oh! Grande Estrela!
Ao findar a tua ausência
terá valido a longa espera?
Autor: J. Masen - Categoria(s): Sem categoria Tags:
30/10/2008 - 09:25

Quando este ano passar

Se puder me diga
como não ter amar
e se há uma saída
para eu te deixar.
Me ensina a não sorrir
quando te vejo
me diz para desistir
e esquecer seu beijo.
Talve um dia um milagre aconteça
não sei.
Talvez um dia eu esqueça
que sonhei.
Autor: J. Masen - Categoria(s): Sem categoria Tags:
30/10/2008 - 09:21

Não sinto nada

Não sinto nada;
que nó na garganta!
que frio na barriga!
não sinto nada…
só saudades, saudades de você,
tanto que nem vejo os carros que passam.
Que sentido!
que cor!
não vejo nada,
só seu rosto,
em tempos que o tempo levou…
tanto e tão forte
que nem vejo o tempo que passa.
Não sinto nada
só saudades
Autor: J. Masen - Categoria(s): Sem categoria Tags:
30/10/2008 - 08:16

Cruzamento

De repente a tristeza chega
e se a solidão me viesse agora
eu certamente choraria;
se há alguma vida a se apagar
essa deve ser a minha.
Não sei,
mas de repente me fiz só assim:
tão sem alguém, tão sem mim…
De repente a tristeza chega,
das esquinas, das ruas
e de todas aquelas horas nuas
em que a chama esteve acesa.
Autor: J. Masen - Categoria(s): Sem categoria Tags:
30/10/2008 - 08:13

Não sou ninguém

Quanta desalegria…
vês que estou infeliz?
pouco importa.
O que estávamos fazendo?
éramos tão estranhos,
jamais soube o que mora em teu íntimo.
Não me tente, não me levante,
apenas volte, porque quero amar-te
quero ver-te passar
para que eu possa te conhecer,
para que eu possa me envenenar,
te buscar em cada vôo,
te beijar em cada boca que eu fizer tua,
de ilusão, e sem noção.
Autor: J. Masen - Categoria(s): Sem categoria Tags:
29/10/2008 - 15:26

O sol da minha vida

Seu lugar vazio…
acho que é a razão do dia cinza.
Como quero te ver!
e te contar da febre noturna que tive
e que me descobri apaixonada por você
e te pedir que não feche a porta
e te contar do mundo, e te completar.
Seu lugar vazio é a razão da minha insanidade
e a sua falta é a causa da minha insensatez.
Como quero me lembrar de você!
sempre criança, lembrar seu nome.
Um silêncio latente,
uma noite longa,
um vazio.
Autor: J. Masen - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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