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	<title>RADIONETNEWS &#187; VERGONHA NACIONAL</title>
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	<description>JORNALISMO ATUALIZADO</description>
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		<title>(ARTIGOS &amp; COLUNAS) Pátria amada, mãe gentil?</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 21:07:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Miguel Srougi






Frequentemente nosso presidente manifesta sua revolta diante da tragédia social que nos assola. Pode ser um começo. Mas é pouco 




A MINHA infância, povoada por soldadinhos de chumbo e outras fantasias, continha momentos inebriantes. Era quando os soldados, evoluindo nas paradas do Sete de Setembro, desviavam o seu olhar e miravam, respeitosamente, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="averdade"><span style="font-size: small"><strong><span style="color: #ff0000"><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/bandeiraqueimando.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1365" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/bandeiraqueimando.jpg" alt="" width="298" height="344" /></a>Por Miguel Srougi</span></strong><br />
</span></span></p>
<table border="0" width="250">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size: small;color: #339966"><br />
<hr /></span></p>
<div><strong><em><span style="color: #339966">Frequentemente nosso presidente manifesta sua revolta diante da tragédia social que nos assola. Pode ser um começo. Mas é pouco</span> </em></strong></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="averdade">A MINHA infância, povoada por soldadinhos de chumbo e outras fantasias, continha momentos inebriantes. Era quando os soldados, evoluindo nas paradas do Sete de Setembro, desviavam o seu olhar e miravam, respeitosamente, os senhores da nação. Hoje não quero mais assistir aos desfiles. Com medo de não encontrar os mesmos olhares, de não vislumbrar a mesma nação.</p>
<p>Exagero meu ou aflições verdadeiras, produzidas por uma realidade desconcertante? Ouço que o Brasil tornou-se uma nação soberana, que nunca antes neste país materializaram-se tantas aspirações do seu povo, que as potências estrangeiras dobram-se à grandeza da nacionalidade.</p>
<p class="averdade">
Nos jornais encontro números tão expressivos quanto misteriosos. O PIB brasileiro em 2008 foi de US$ 1,94 trilhão, o nono na escala planetária. O Brasil tornou-se credor do FMI. As exportações brasileiras atingiram, em 2008, o valor de US$ 197,94 bilhões. O índice Bovespa registra em 2009 valorização que supera 50%.</p>
<p class="averdade">
Diante dessas notícias, por que tanto desconsolo da minha parte? Talvez por ser médico e por compreender que a saúde de uma nação tem de ser pautada não apenas pelo seu PIB, mas, principalmente, pelo respeito à condição humana e pela luta sem tréguas contra a desigualdade social.</p>
<p class="averdade">
Como ser feliz se estamos no 70º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano, conceito mais justo que incorpora o dogma da existência usufruída com dignidade? Como permanecer calado quando descubro que cerca de 22%, ou 40 milhões de brasileiros, vivem abaixo da linha de pobreza, incapazes de sequer obter alimentos para subsistir?</p>
<p class="averdade">
Como ficar indiferente quando leio que mais de 25% dos membros da nação são analfabetos ou não conseguem compreender o que estão lendo? Deasconforto que fica quase insuportável quando descubro que Cuba, Venezuela, Chile, Equador e Bolívia declararam-se recentemente territórios livres do analfabetismo. Como não ficar indignado quando estatísticas da ONU mostram que, para cada 1.000 crianças pobres que nascem no Brasil, 83 morrem antes de completar seu primeiro ano de vida, um número que contrasta com 5 mortes no Canadá, 8 no Chile e 15 na Argentina?</p>
<p class="averdade">
Mesmo ciente das minhas limitações, desconfio que a desgraça que nos assola resulte de uma coreografia insana que mistura uma histórica desigualdade social, governos descomprometidos com a condição humana e ações nefastas de um sem-número de oportunistas que tomaram de assalto, espraiaram-se e passaram a consumir o Estado.</p>
<p class="averdade">
Dados que ilustram a injustiça são abundantes. No Brasil, ainda de acordo com a ONU, 1% dos cidadãos mais ricos têm a mesma renda que a soma dos 50% mais pobres. Estes que perambulam pelas ruas da nação, oprimidos pela fome, pelas pragas e pela violência, incapazes de esboçar reação e controlar seus destinos. Subjugados por um sistema dirigente insensível, que foi capaz de pagar, em 2008, R$ 120 bilhões de juros da dívida nacional e destinar apenas R$ 48 bilhões e R$ 29 bilhões, respectivamente, para financiar toda a saúde e toda a educação superior do povo brasileiro. Governantes incapazes de compreender que sem saúde e sem educação não existem seres livres.</p>
<p class="averdade"> </p>
<p class="averdade">Frequentemente nosso presidente manifesta sua revolta diante da tragédia social que nos assola. Talvez seja um começo. Mas é pouco, sr. presidente. Pouco para alguém que, em período recente menos glorioso da história, conviveu com a injustiça e com autoridades que não eram coisa boa. Agora que o senhor é autoridade e a sociedade brasileira continua açodada por outras formas de truculência, imagine se a tua complacência for mal interpretada, confundida com aquiescência.</p>
<p class="averdade">
Como lembrava o arcebispo Desmond Tutu, incansável na luta pelos direitos civis: &#8220;Se ficarmos neutros numa situação de injustiça, teremos escolhido o lado do opressor&#8221;. Presidente, principalmente você, que tem história para ser o exemplo, pode atender ao grito ensurdecedor de tantos filhos da nação.<br />
Assumindo o combate sem limites ao grupo de predadores assentados no poder. Exigindo que a Justiça faça das leis instrumentos verdadeiros de defesa dos direitos, e não objetos de proteção aos ímprobos e poderosos.</p>
<p class="averdade">
E, tomado por compaixão, adotando ações genuínas para reduzir os efeitos da desigualdade e para resgatar a condição humana desses brasileiros. Só assim, perfilado no dia da pátria, você conseguirá, marejado, declamar com a multidão: &#8220;Dos filhos deste solo és mãe gentil, pátria amada, Brasil&#8221;.</p>
<hr /><span class="averdade"><span style="font-size: small">MIGUEL SROUGI , 62, médico, pós-graduado em urologia pela Havard Medical School (EUA), é professor titular de urologia da Faculdade de Medicina da USP e presidente do Conselho do Instituto Criança é Vida.    <strong>Fonte ( VERDADE SUFOCADA)</strong></span></span></p>
<p><!-- joscomment --></p>
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		<title>(ARAGUAIA) OSSADAS DE VÍTIMAS DA GUERRILHA DO ARAGUAIA ENCONTRADAS</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 19:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por ALLAN P. SCOTT
A foto tirada por um militar, na chegada do Exército à região do Araguaia, em setembro de 1972
 
- Ex Correspondente de Guerra
 
- Um Garimpeiro da História                                                                                 Foram localizadas e identificadas duas ossadas de vítimas da Guerrilha
do Araguaia.
O Ministério da Defesa e o Ministério da Justiça estão de parabéns.Os
méritos todos são do Ministro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff0000"><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/guerrilha-do-araguaia.jpg"></a>Por ALLAN P. SCOTT<img class="size-full wp-image-289" src="http://blogdobrown.files.wordpress.com/2009/04/guerrilha-do-araguaia.jpg?w=275&amp;h=335" alt="A foto tirada por um militar, na chegada do Exército à região do Araguaia, em setembro  de 1972" width="275" height="335" /></p>
<p class="wp-caption-text"><span style="color: #339966">A foto tirada por um militar, na chegada do Exército à região do Araguaia, em setembro de 1972</span></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000"> </p>
<p></span></strong></span></strong><strong>- Ex Correspondente de Guerra</strong></p>
<p> </p>
<p><strong>- Um Garimpeiro da História                                                                                 </strong><strong>Foram localizadas e identificadas duas ossadas de vítimas da Guerrilha<br />
do Araguaia.</strong></p>
<p>O Ministério da Defesa e o Ministério da Justiça estão de parabéns.Os<br />
méritos todos são do Ministro Vannuchi da Secretaria Especial dos<br />
Direitos Humanos, que persistiu na sua cruzada pela busca da verdade<br />
histórica. Num cemitério de Manaus foi localizado o túmulo do Sargento<br />
do Exército MÁRIO ABRAHIM DA SILVA, e num cemitério de Belém também<br />
foi encontrado o túmulo do Cabo do Exército ODILO CRUZ ROSA.</p>
<p>Pelas perfurações nas ossadas,constatou-se que os dois jovens fora atingidos à queima-roupa, provavelmente em cruéis emboscadas, sem<br />
meios de defesa, sendo assassinados friamente.</p>
<p>Abrindo os ARQUIVOS DA DITADURA, verificamos que o jovem</p>
<p>Cabo ROSA servia em Belém e fora deslocado para a região do Araguaia,<br />
onde iria, cumprindo o seu dever, defender o solo brasileiro que<br />
estava ameaçado por uma agressão de origem estrangeira. Barbaramente<br />
assassinado, foi a primeira vítima daquele episódio histórico.</p>
<p>Segundo também os ARQUIVOS DA DITADURA, o jovem Sargento ABRAHIM era<br />
de Manaus, que em operações de defesa interna foi covardemente<br />
assassinado a sangue-frio, por terroristas apátridas que<br />
desestabilizavam a paz na região de Xambioá.</p>
<p><strong>Esperamos que as autoridades constituídas agilizem os processos para<br />
que as famílias desses dois HERÓIS sejam indenizadas e recebam as<br />
pensões especiais que têm direito, por ISONOMIA àqueles outros casos<br />
já reconhecidos pela justiça.</strong></p>
<p><strong>(25 de Agosto de 2009)</strong>    Matéria publicada no site (VERDADE SUFOCADA) e enviada por Jose Carlos Leite Filho /GEN EX. </p>
<div id="attachment_289" class="wp-caption aligncenter" style="width: 285px"> </div>
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		<item>
		<title>(DITADURA VERMELHA) Guerrilheiro é considerado héroi? Que mentira deslavada</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/qslnews/2009/09/13/ditadura-vermelha-guerrilheiro-e-considerado-heroi-que-mentira-deslavada/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 15:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[AMÉRICA LATINA]]></category>
		<category><![CDATA[Aconteceu no Mundo]]></category>
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		<description><![CDATA[Por: Tenente Vargas.
Amigos, colegas, companheiros, etc.
Este é o meu parecer e comentário sobre esta reportagem e
outras que aparecem dizendo que os Comunistas/Terroristas são hérois.
E nós que lutamos para ter esta Democracia, somos os vilôes?
Que BRASIL e este em que vivemos hoje. Tenho saudades de nosso
tempo (Regime Militar).
Analisem e tirem as suas próprias conclusões. Estou errado?
- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff0000"><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/brasao-do-exercito1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1359" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/brasao-do-exercito1.jpg" alt="" width="68" height="94" /></a>Por: Tenente Vargas.</span></strong></p>
<p>Amigos, colegas, companheiros, etc.<br />
Este é o meu parecer e comentário sobre esta reportagem e<br />
outras que aparecem dizendo que os Comunistas/Terroristas são hérois.<br />
E nós que lutamos para ter esta Democracia, somos os vilôes?<br />
Que BRASIL e este em que vivemos hoje. Tenho saudades de nosso<br />
tempo (Regime Militar).<br />
Analisem e tirem as suas próprias conclusões. Estou errado?<br />
- Porquê as FFAA também não homenageam nossos hérois que<br />
morreram em combate (assassinados) pelo Comunistas/Terroristas<br />
cumprindo ordens Constitucionais como eles agora que estão na ativa<br />
cumprem.<br />
Esta é a relação de nossos hérois militares que morreram na<br />
Guerrilha do Araguaia de várias maneiras pelas Forças Guerrilheiras do<br />
Araguaia (FOGUERA) do Partido Comunista do Brasil (PC do B):<br />
<span style="color: #ff0000"><strong>- Cb Odílio da Cruz Rosa, (5 Cia gd &#8211; Belém-PA)<br />
- 2 Sgt Mário Abrahim da Silva, (1 BIS &#8211; Manaus-AM)<br />
- Soldado João Francisco Picanço do Nascimento, (1/34 BI &#8211; Macapá-AP)<br />
- Soldado Jaime Luiz Kardinski,(1 Reg Cav Gda &#8211; Brasília-DF)<br />
- Soldado Luiz Antônio Ferreira, (25 BC &#8211; São Luiz-MA)<br />
- Soldado Pedro Pinto Paixão, (2 BIS &#8211; Belém-PA)<br />
- 3 Sgt Francisco das Chagas Alves Brito, ( 2 BIS &#8211; Belém-PA)<br />
- Soldado Raul Marques de Brito, (5 Cia Gda &#8211; Belém-PA)<br />
- Cabo Ovídio França Gomes, ( 1/34 BI &#8211; Macapá-AP) e<br />
- Soldado Francisco Valdir de Paula. (8 GAAAe &#8211; Brasília-DF)</strong><br />
</span>Porquê nossos chefes militares não se pronunciam? Será que são<br />
diferentes do que nós fomos quando defendemos a Constituição<br />
Brasileira, lutando contra o Comunismo, defendendo a Pátria &#8211; BRASIL!<br />
Essa é uma das situações que me deixa triste, pois eu lutei<br />
também, arriscando minha vida contra estes Terroristas/Comunistas do<br />
PC do B e hoje como alguns dos Senhores sabem, fui ao Congresso<br />
Nacional por três vezes, onde os &#8220;peitei&#8221;. pois, eles querem mudar a<br />
História do Brasil dizendo que lutaram contra o regime militar para<br />
impôr uma Democracia no BRASIL, onde eu os contestei e os contesto<br />
até agora, quem leu as entrevistas que dei a vários jornais sabem.<br />
Senhores não deixemos que eles mudem a História do Brasil.<br />
Divulguem!<br />
Respeitosamente.<br />
<span style="color: #ff0000">Tenente Vargas.</span> <strong>SELVA! &#8211; &#8220;BRASIL ACIMA DE TUDO!&#8221;<br />
Senhores militares não se esqueçam deste JURAMENTO MILITAR:<br />
&#8220;INCORPORANDO-ME AO EXÉRCITO BRASILEIRO, PROMETO CUMPRIR<br />
RIGOROSAMENTE AS ORDENS DAS AUTORIDADES A QUE ESTIVER SUBORDINDO,<br />
RESPEITAR OS SUPERIORES HIERÁRQUICOS, TRATAR COM AFEIÇÃO OS IRMÃOS DE<br />
ARMAS, COM BONDADE OS SUBORDINADOS E DEDICAR-ME INTEIRAMENTE AO<br />
SERVIÇO DA PÁTRIA, CUJA HONRA, INTEGRIDADE E INSTITUIÇÕES, DEFENDEREI<br />
COM O SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA                                                                  <span style="color: #ff0000">&#8216;ARAGUAIA&#8217;</span></strong></p>
<p>Vannuchi solicita avião militar para levar ossos de guerrilheiro</p>
<p>SERGIO TORRES</p>
<p>DA SUCURSAL DO RIO<a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/imag-comunistas-1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1360" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/imag-comunistas-1.jpg" alt="" width="68" height="94" /></a><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/images-comunistas.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1361" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/images-comunistas.jpg" alt="" width="98" height="94" /></a></p>
<p><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/images-comunistas.jpg"></a></p>
<p>Os restos mortais do guerrilheiro Bergson Gurjão Farias serão<br />
transportados para Fortaleza em avião da Aeronáutica em um caixão<br />
envolto nas bandeiras do Brasil e do PC do B, disse o ministro da<br />
Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, Paulo<br />
Vannuchi.</p>
<p>O funeral de Farias, primeiro guerrilheiro morto pelos militares que<br />
combatiam a guerrilha do Araguaia, em junho de 1972, foi marcado para<br />
6 de outubro, na cidade em que nasceu e onde militou no movimento<br />
estudantil e no então clandestino Partido Comunista do Brasil.</p>
<p>Em visita ao Rio anteontem, Vannuchi antecipou o que pretende dizer à<br />
beira da sepultura do guerrilheiro, cuja ossada foi exumada do<br />
cemitério de Xambioá (TO) em 1996 e identificada por exame de DNA em<br />
julho passado: &#8220;Bergson, você hoje volta para o Ceará para descansar<br />
em paz e vitorioso, porque o Brasil pelo qual você morreu começa a<br />
nascer&#8221;.</p>
<p>A ossada de Farias está em Brasília. Quando chegar em Fortaleza, o<br />
caixão seguirá num caminhão do Corpo de Bombeiros até a Universidade<br />
Federal do Ceará, onde ele presidiu o Diretório Central dos<br />
Estudantes. &#8220;Sua mãe de 94 anos [Luíza Farias] teve um momento de<br />
alento que ela não tinha há 37 anos. Ela disse: &#8220;Ministro, eu esperei<br />
viva para poder enterrar o Bergson, agora posso morrer&#8217;&#8221;, declarou<br />
Vannuchi.</p>
<p>O ofício com o cronograma do sepultamento seguirá da Secretaria de<br />
Direitos Humanos para o Ministério da Defesa, que informou que o<br />
acatará, mas sem participar do enterro, só do transporte.</p>
<p>O ministro disse que não há oposição das Forças Armadas à homenagem e<br />
disse que &#8220;Luiz José da Cunha, enterrado em São Paulo. Pernambucano,<br />
ele foi trasladado em avião da Aeronáutica para Recife [em 2006].&#8221;                                                   <span style="color: #008000"><strong>Matéria enviada pelo : Gen Ex  Jose Calos leite Filho</strong>                                                            </span><span style="color: #000000"><strong>&#8220;Opinião :</strong> Até hoje ainda não vi em noticiários, um sinal deste governo, e de outros anteriores lembrarem, das vítimas do terrorismo vermelho, e muito menos alguma honra em relação ao que deram suas vidas para combater estes que um dia tentaram levar este país por meio das armas para o regime que mais exterminou no mundo. e agora pelos meios democráticos conseguem o seu intento, Tenho pena do nosso País. Um dos sinais claros, que vivemos em um regime vermelho disfarçado em democracia, é o confisco levado a cabo por alguns estados da confederação, Veja o Rio, atropelam discaradamente a nossa constituição, no que tange ao IPVA, IPTU e etc&#8230; o direito a propiedade , é sagrado diacordo com a constituição, nada pode tirar este direito do cidadão, e sim da condições das mais amplas possivel, para que o devedor de impostos, possa quitar seus débitos com o estado, mais jamais, impor terror a este cidadão , para levar seu bem e se apropiar dele, e depois leiloar. <a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/01498064400.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1358" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/01498064400.jpg" alt="" width="320" height="200" /></a>É uma espécie de terror que impoem ao cidadão brasileiro, se o sujeito sair  para passear com a familia pode ter seu carro levado, pelos Marginais, se não sai pode ter seu bem tomado pelo estado. lá fora o marginal manda, e aqui dentro o estado toma.  que triste , para um povo tão pacífico. <strong>RADIONETNEWS</strong></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>(SEMANA DA PÁTRIA) Dois códigos morais</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/qslnews/2009/09/04/semana-patria-dois-codigos-morais/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 22:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Olavo de Carvalho                                                                                                          A entrevista do Cabo Anselmo ao programa “Canal Livre” (TV Bandeirantes) é um dos documentos mais importantes sobre a história das últimas décadas e mereceria uma análise detalhada, que não cabe nas dimensões de um artigo de jornal. Limito-me, portanto, a chamar a atenção do leitor para um detalhe: o confronto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small"><strong><span style="color: #ff0000">Por Olavo de Carvalho</span>                                                                                                          </strong>A entrevista do Cabo Anselmo ao programa </span><a href="http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=2267&amp;Itemid=34" target="_blank"><span style="color: #c64934;font-size: small"><strong>“Canal Livre”</strong></span></a><span style="font-size: small"> (TV Bandeirantes)<span class="averdade"> é um dos documentos mais importantes sobre a história das últimas décadas e mereceria uma análise detalhada, que não cabe nas dimensões de um artigo de jornal. Limito-me, portanto, a chamar a atenção do leitor para um detalhe: o confronto do entrevistado com os jornalistas foi, por si, um acontecimento revelador, talvez até mais que o depoimento propriamente dito. </span><strong>  </strong> Logo de início, o apresentador Boris Casoy perguntou se Anselmo se considerava um traidor. Ele aludia, é claro, ao fato de que o personagem abandonara um grupo terrorista para transformar-se em informante da polícia. Para grande surpresa do jornalista, o entrevistado respondeu que sim, que era um traidor, que traíra seu juramento às Forças Armadas para aderir a uma <a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/anselmo.gif"><img class="alignright size-full wp-image-1334" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/anselmo.gif" alt="" width="120" height="200" /></a>organização revolucionária. A distância entre duas mentalidades não poderia revelar-se mais clara e mais intransponível. Para a classe jornalística brasileira em peso, o compromisso de um soldado para com as Forças Armadas não significa nada; não há desdouro em rompê-lo. Já uma organização comunista, esta sim é uma autoridade moral que, uma vez aceita, sela um compromisso sagrado. Nenhum jornalista brasileiro chama de traidor o capitão Lamarca, que desertou do Exército levando armas roubadas, para matar seus ex-companheiros de farda. Traidor é Anselmo, que se voltou contra a guerrilha após tê-la servido. Anselmo desmontou num instante a armadilha semântica, mostrando que existe outra escala de valores além daquela que o jornalismo brasileiro, com ares da maior inocência, vende como única, universal e obrigatória.  </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small"><strong>            </strong>O contraste mostrou-se ainda mais flagrante quando o jornalista Fernando Mitre, com mal disfarçada indignação, perguntou se Anselmo não poderia simplesmente ter abandonado a esquerda armada e ido para casa, em vez de passar a combatê-la. Em si, a pergunta era supremamente idiota: ninguém – muito menos um jornalista experiente &#8212; pode ser ingênuo o bastante para imaginar que uma organização revolucionária clandestina em guerra é um clube de onde se sai quando se quer, sem sofrer represália ou sem entregar-se ao outro lado. Conhecendo perfeitamente a resposta, Mitre só levantou a questão para passar aos telespectadores a mensagem implícita do seu código moral, o mesmo da quase totalidade dos seus colegas: você pode ter as opiniões que quiser, mas não tem o direito de fazer nada contra os comunistas, mesmo quando eles estão armados e dispostos a tudo. Ser anticomunista é um defeito pessoal que pode ser tolerado na vida privada: na vida pública, sobretudo se passa das opiniões aos atos, é um crime. Não que todos os nossos profissionais de imprensa sejam comunistas: mas raramente se encontra um deles que não odeie o anticomunismo como se ele próprio fosse comunista. Essa afinidade negativa faz com que, no jornalismo brasileiro, a única forma de tolerância admitida seja aquela que Herbert Marcuse denominava “tolerância liberdadora”, isto é: toda a tolerância para com a esquerda, nenhuma para com a direita. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small">            Mais adiante, ressurgiu na entrevista o episódio do tribunal revolucionário que condenara Anselmo à morte. Avisado por um policial que se tornara seu amigo, Anselmo fugira em tempo, enquanto os executores da sentença, ao chegar à sua casa para matá-lo, eram surpreendidos pela polícia e mortos em tiroteio. De um lado, os entrevistadores, ao abordar o assunto, tomavam como premissa indiscutível a crença de que Anselmo fora responsável por essas mortes, o que é materialmente absurdo, já que troca o receptor pelo emissor da informação. De outro lado, todos se mostraram indignados – contra Anselmo – de que no confronto com a polícia morresse, entre outros membros do tribunal revolucionário, a namorada do próprio Anselmo. Em contraste, nenhum deu o menor sinal de enxergar algo de mau em que a moça tramasse com seus companheiros a morte do namorado. Entendem como funciona a “tolerância libertadora”?</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small">            A quase inocência com que premissas esquerdistas não-declaradas modelam a interpretação dos fatos na nossa mídia mostra que, independentemente das crenças conscientes de cada qual, praticamente todos ali são escravos mentais da auto-idolatria comunista. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small">            Ao longo de toda a conversa, os jornalistas se mantiveram inflexivelmente fiéis à lenda de que os guerrilheiros dos anos 70 eram jovens idealistas em luta contra uma ditadura militar, como se não estivessem entrevistando, precisamente, a testemunha direta de que a guerrilha fôra, na verdade, parte de um gigantesco e bilionário esquema de revolução comunista continental e mundial, orientado e subsidiado pelas ditaduras mais sangrentas e genocidas de todos os tempos. Anselmo colaborou com a polícia sob ameaça de morte, é certo, mas persuadido a isso, também, pela sua própria consciência moral: tendo visto a verdade de perto, perdeu todas as ilusões sobre o idealismo e a bondade das organizações revolucionárias – aquelas mesmas ilusões que seus entrevistadores insistiam em repassar ao público como verdades inquestionáveis – e optou pelo mal menor: quem, em sã consciência, pode negar que a ditadura militar brasileira, com todo o seu cortejo de violências e arbitrariedades, foi infinitamente preferível ao governo de tipo cubano ou soviético que os Lamarcas e Marighelas tentavam implantar no Brasil? Ao longo de seus vinte anos de governo militar, o Brasil teve dois mil prisioneiros políticos, o último deles libertado em 1988, enquanto Cuba, com uma população muito menor, teve cem mil, muitos deles na cadeia até hoje, sem acusação formal nem julgamento. A ditadura brasileira matou trezentos terroristas, a cubana matou dezenas de milhares de civis desarmados. Evitar comparações, isolar a violência militar brasileira do contexto internacional para assim realçar artificialmente a impressão de horror que ela causa e poder apresentar colaboradores do genocídio comunista como inofensivos heróis da democracia, tal é a regra máxima, a cláusula pétrea do jornalismo brasileiro ao falar das décadas de 60-70. Boris Casoy, Fernando Mitre e Antonio Teles seguiram a norma à risca. Desta vez, porém, o artificialismo da operação se desfez em pó ao chocar-se contra a resistência inabalável de uma testemunha sincera. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small">            Conhecendo as muitas complexidades e nuances da sua escolha, Anselmo revelou, no programa, a consciência moral madura de um homem que, escorraçado da sociedade, preferiu dedicar-se à meditação séria do seu passado e da História em vez de comprazer-se na autovitimização teatral, interesseira e calhorda, que hoje rende bilhões aos ex-terroristas enquanto suas vítimas não recebem nem um pedido de desculpas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small">            Moral e intelectualmente, ele se mostrou muito superior a seus entrevistadores, cuja visão da história das últimas décadas se resume ao conjunto de estereótipos pueris infindavelmente repetidos pela mídia e consumidos por ela própria. O fato de que até Boris Casoy, não sendo de maneira alguma um homem de esquerda, pareça ter-se deixado persuadir por esses estereótipos, ilustra até que ponto a pressão moral do meio tornou impossível a liberdade de pensamento no ambiente jornalístico brasileiro.<br />
 <strong>Fonte: (Verdade Sufocada)</strong></span></p>
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		<title>(SEMANA DA PÁTRIA) UM MATEIRO MUITO MATREIRO</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 22:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[MILITAR]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Nacionais]]></category>
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		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[VIOLÊNCIA URBANA]]></category>

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		<description><![CDATA[Por ALLAN P. SCOTT -  Ex Correspondente de Guerra

Ultimamente a imprensa tem falado muito sobre os desaparecidos políticos do Araguaia. Desaparecidos políticos  uma pinóia. Eles se intitulavam guerrilheiros  e estavam se articulando desde antes de 1964, imaginando criar uma nova Sierra Maestra, a exemplo de Fidel Castro, para implantar no Brasil o mesmo regime sanguinário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="averdade"><span style="font-size: small"><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/af932aa3ec7813585c13e69513a5cdf33.gif"><img class="alignright size-full wp-image-1331" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/af932aa3ec7813585c13e69513a5cdf33.gif" alt="" width="100" height="63" /></a>Por ALLAN P. SCOTT -  Ex Correspondente de Guerra</strong><br />
</span></span></p>
<div><span class="averdade"><span style="font-size: small">Ultimamente a imprensa tem falado muito sobre os desaparecidos políticos do Araguaia. Desaparecidos políticos  uma pinóia. Eles se intitulavam guerrilheiros  e estavam se articulando desde antes de 1964, imaginando criar uma nova Sierra <a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/mateirosinesio.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1330" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/mateirosinesio.jpg" alt="" width="454" height="243" /></a>Maestra, a exemplo de Fidel Castro, para implantar no Brasil o mesmo regime sanguinário de Cuba. Só não contavam com a atuação altamente profissional do Exército Brasileiro, que desbaratou o bando e desmontou a base guerrilheira que estava se enquistando no coração do Brasil.  <span class="averdade">Aqueles terroristas podem ter morrido em combate ou também em acidentes e não foram resgatados pelos seus companheiros. O desaparecido  pode ter desertado, mudado de nome e de país, para fugir dos comparsas ou da própria família, como já ocorreu.</span></p>
<p><span class="averdade">Tudo pode ter acontecido. Vez por outra aparece um desaparecido . Agora mesmo chegou um da Europa. Cabo Anselmo declarou na TV Bandeirantes que Heleny Teles Guarabira &#8220;está viva por aí&#8221;. O escritor Hugo Studart, em uma crônica , declarou que Hélio Navarro e mais cinco estariam vivos</span></p>
<p><span class="averdade">O que mais foi sentido pela cúpula do PCdoB não foi a derrota na guerra , mas sim a perda dos estipêndios recebidos do exterior, o famoso OURO DE MOSCOU,que engordava a conta bancária de vários dirigentes do partido, em detrimento da tropa despreparada que eles lançaram na aventura amazônica.</span></p>
<p><span class="averdade">Depois de muitas tentativas, está em curso mais uma operação para localizar os desaparecidos . O PCdoB sabe onde eles estão. É só abrir os arquivos do partido.</span></p>
<p><span class="averdade">Agora, a rarefeita população da área, foi treinada e ensaiada para representar o papel de vítima do passado, com a promessa de polpudas indenizações e pensões, àqueles antigos moradores que sentem o cheiro do dinheiro fácil.</span></p>
<p><span class="averdade">Surgiu então a figura do MATEIRO, pessoa simples e pobre que vê aparecer a oportunidade de BAMBURRAR. (Na linguagem dos garimpeiros da região significa achar uma valiosa pedra ou filão aurífero, que vai lhe dar o sustento para o resto da vida).</span></p>
<p><span class="averdade">Daí aparecem estórias fantasiosas de viu mas não viu, aconteceu mas não aconteceu, ajudou mas não ajudou, combateu mas não combateu, guiou os soldados mas não guiou&#8230;&#8230;</span></p>
<p><span class="averdade">O que aconteceu de verdade é que com a chegada dos paulistas  ou terroristas em 1966/68, alguns moradores viram uma oportunidade para ganhar dinheiro e passaram a prestar pequenos serviços remunerados, foram sendo doutrinados e admitidos como simpatizantes, chegando até a participar de justiçamentos  e expropriações  para demonstrar fidelidade à causa.</span></p>
<p><span class="averdade">A ignorância, a natural ambição de lucro e o abandono governamental, fizeram o negócio prosperar.</span></p>
<p><span class="averdade">Ao chegarem os soldados, o prato da balança pendeu para o outro lado e naturalmente a situação foi se invertendo.</span></p>
<p><span class="averdade">As crianças e os jovens, por curiosidade, foram se aproximando dos soldados.</span></p>
<p><span class="averdade">Muitos adultos foram ao Exército levando informações sobre a região, seus habitantes e seus temores.</span></p>
<p><span class="averdade">Depois de cuidadosa seleção, alguns poucos homens foram contratados como conhecedores da mata, recebendo pagamento em dinheiro e comida, inclusive para ser levada para suas famílias. Ninguém foi forçado, ninguém foi maltratado e muito menos torturado como se tem noticiado agora.</span></p>
<p><span class="averdade">O Exército necessitava de guias e qualquer pessoa de mediana inteligência pode entender que NÃO SE ATRAI MOSCAS COM VINAGRE , portanto o tratamento dispensado aos mateiros era melhor até do que víamos ser dado aos militares. Dinheiro no bolso, barriga cheia, muita folga, roupa nova, calçados novos, era o que todos queriam na vida. Havia até a promessa de doação de títulos de propriedade de terra aos mais dedicados, o que de fato aconteceu.</span></p>
<p><span class="averdade">Mas a guerra  terminou&#8230;&#8230; </span></p>
<p><span class="averdade">&#8230;&#8230;Mas a &#8220;guerra&#8221; terminou. O soldado foi embora. A esquerda foi tomando conta de Xambioá e preparou o terreno para o revanchismo, a vingança pela humilhante derrota e a transformação dos terroristas em guerrilheiros e dos &#8220;paulistas&#8221;em &#8220;heróis&#8221;.</span></p>
<p><span class="averdade">Como conseguir &#8220;testemunhas oculares da história&#8221;?</span></p>
<p><span class="averdade">Isso seria fácil. O dinheiro compra tudo, até mesmo a consciência das pessoas sem caráter.</span></p>
<p><span class="averdade">O PCdoB tem que abrir os seus arquivos para que os brasileiros e o mundo saibam ,que ele anteviu a história com sua bola de cristal, e antes de 1964 passou a enviar seus mais qualificados membros para o exterior (China, Cuba e Cortina de Ferro) para cursos de guerrilha , que mais tarde iriam operar nas cidades e nas matas do Brasil.</span></p>
<p><span class="averdade">Ainda bem que esses cursos não se mostraram eficientes. Alunos relapsos? Professores incompetentes? Doutrina genérica para áreas específicas? Isso fica para a autocrítica das esquerdas.</span></p>
<p><span class="averdade">O objetivo estratégico do PCdoB não era derrubar a ditadura militar, mas substituí-la pela DITADURA DO PROLETARIADO.</span></p>
<p><span class="averdade">Mas o nosso assunto é MATEIRO e ninguém melhor que o JOSÉ CATINGUEIRO para retratar o mateiro sem caráter, que vendeu sua alma ao diabo e os seus serviços para aquele que estivesse ouestá pagando mais.</span></p>
<p><span class="averdade">É ZÉ CATINGA. Acontece que eu o conheci muito bem e sei da sua vida.</span></p>
<p><span class="averdade">No início você mamava na teta dos &#8220;paulistas&#8221;. Depois achou um patrão melhor e passou a vender os seus serviços e suas informações como guia dos soldados e dedo-duro dos seus antigos amigos.</span></p>
<p><span class="averdade">Então não faltou dinheiro nem comida para você e para a sua família.</span></p>
<p><span class="averdade">ZÉ CATINGA! Eu o conheço bem!</span></p>
<p><span class="averdade">Lembra-se daquele botequim de Xambioá, que à noite funcionava como danceteria, com luz negra e tudo mais? Você era frequentador assíduo e adorava as biritas que lhe pagavam. A sua língua ficava solta e você cantava todas as pedras que queriam. No início de 74, você, para se gabar ou mostrar serviço, dizia para quem quisesse que você tinha matado a &#8220;Cristina&#8221;. Você se lembra disso?</span></p>
<p><span class="averdade">Agora como &#8220;os home&#8221; estão por cima e montados no dinheiro, você resolveu descolar uma indenização que está sendo prometida, se tudo der certo. Cuidado! A traição é punida pelos comunistas com a pena de morte.</span></p>
<p><span class="averdade">Cuidado! &#8230; Não vá esquecer o que combinou com eles, não vá esquecer o que você vai dizer&#8230;. Ensaie e decore bem cada palavra, porque eles não perdoam vacilo.</span></p>
<p><span class="averdade">Você se lembra dos &#8220;justiçamentos&#8221; de João Pereira, de Osmar, de Pedro Mineiro, de Mundico e de outros? E a história do Celso Daniel de Santo André e do Toninho do PT de Campinas?</span></p>
<p></span><span style="font-size: small"><strong><span class="averdade">CUIDADO!</span></p>
<p><span class="averdade">O partido sabe de tudo !</span></strong></p>
<p><span class="averdade">Essas campanhas para achar &#8220;desaparecidos&#8221; são bandeiras que o partido levanta sempre que quer aparecer na mídia e não é interessante para ele acabar com essa motivação agora. Não vão encontrar muita coisa e outras campanhas virão.</span></p>
<p><strong><span class="averdade">O COMUNISMO É UM MONSTRO SEM FACE, CORAÇÃO DE PEDRA, BRAÇOS MUITO LONGOS E TEM AS MÃOS SUJAS DE SANGUE&#8230;&#8230;</span></strong><br />
<strong>Fonte: (Verdade Sufocada)</strong></span></span></div>
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		<title>(SEMANA DA PÁTRIA) Quem punirá os torturadores do povo brasileiro?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 21:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Mario T. D. Gagliardi
(em resposta ao Sr. Cezar Britto, autor do artigo: A punição aos torturadores, Tendências &#124; Debates, 28/8 &#8211; Jornal Folha de S.Paulo)
Sr. Cezar Britto, quem punirá aqueles que torturam moralmente o povo brasileiro, dia após dia? Quem punirá os que mataram, feriram e aleijaram pessoas inocentes, com suas bombas revolucionárias, seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/af932aa3ec7813585c13e69513a5cdf34.gif"><img class="alignright size-full wp-image-1333" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/af932aa3ec7813585c13e69513a5cdf34.gif" alt="" width="100" height="63" /></a>Por Mario T. D. Gagliardi<br />
(em resposta ao Sr. Cezar Britto, autor do artigo: A punição aos torturadores, Tendências | Debates, 28/8 &#8211; Jornal Folha de S.Paulo)<br />
</strong>Sr. Cezar Britto, quem punirá aqueles que torturam moralmente o povo brasileiro, dia após dia? Quem punirá os que mataram, feriram e aleijaram pessoas inocentes, com suas bombas revolucionárias, seus assaltos a bancos, seus tiros perdidos na multidão?</p>
<p class="averdade">Quem punirá os homens que, presos pelo Regime Militar, deram aos bandidos comuns manual de guerrilha, mostrando o caminho da construção de Comando Vermelho, que tantas vítimas faz até hoje e deu frutos como o PCC?</p>
<p class="averdade">Tão fácil pedir a punição de um dos lados apenas! Será que a balança da justiça não mais tem equilíbrio? Será que ela agora pende apenas para o braço esquerdo, esquecendo que no centro existe um povo, clamando por justiça e igualdade?</p>
<p class="averdade">Hipócritas são as palavras om issas das verdades que se deseja esconder do povo! Não é menor a tortura do salário de fome dos aposentados, que não têm o Estado como padrinho. Não é menor a tortura de ter um filho doente, esmolando atendimento em um hospital público. Não é menor a tortura de saber que, enquanto muitos lutam por um prato de comida, outros se banqueteiam nos palácios financiados com o dinheiro do povo, deixando apenas migalhas aos torturados através de bolsas-esmola. Certamente não será a OAB e seus representantes que clamarão pelo fim da tortura moral do povo brasileiro, pois estão ocupados demais, saboreando o banquete dos amigos poderosos. Pior que a justiça cega dos dias atuais, é uma justiça caolha, que só olha para um lado e finge nada ver do outro.     <strong> Fonte: (Verdade Sufocada)</strong></p>
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		<item>
		<title>(VERGONHA) Denunciado, desmascarado, encarcerado</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 03:57:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[VERGONHA NACIONAL]]></category>

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		<description><![CDATA[Com reportagem de Bel Moherdaui, Laura Diniz e Suzana Villaverde    Amigo de famosos, respeitado na medicina, Roger Abdelmassih, o mais conhecido especialista em reprodução assistida do país, tem o registro suspenso e vai parar na cadeia sob a acusação de abusar de pacientes



José Patrício/AE


CELA COM VASSOURA
 Abdelmassih chega à delegacia, onde ficou encarregado da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000"><strong>Com reportagem de Bel Moherdaui, Laura Diniz e Suzana Villaverde   <span style="color: #000000;font-weight: normal"><img src="http://veja.abril.com.br/260809/imagens/justica3.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="428" height="350" /><span style="color: #ff0000"><strong> </strong></span><strong>Amigo de famosos, respeitado na medicina, Roger Abdelmassih, o mais conhecido especialista em reprodução assistida do país, tem o registro suspenso e vai parar na cadeia sob a acusação de abusar de pacientes</strong></span></strong></span></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="400" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span class="credito">José Patrício/AE</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span class="legendaCor"><span style="color: #008000">CELA COM VASSOURA</span></span><span style="color: #008000"><br />
</span> <span class="legenda"><span style="color: #008000">Abdelmassih chega à delegacia, onde ficou encarregado da limpeza da cela: 39 pacientes e 56 episódios de abuso sexual, agora, com nova legislação, definidos como estupros</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: Verdana;font-size: x-small"><span><br />
</span></span></p>
<p class="corpo">Roger Abdelmassih levanta-se, faz a barba, passa perfume e, depois, uma vassoura na cela. Um dos médicos mais conhecidos do país, responsável por praticamente todos os filhos de famosos gerados com auxílio da medicina, ele foi preso na segunda-feira passada e, na quinta, falou a VEJA na cela de 16 metros quadrados, com colchonetes sobre camas de cimento, uma mesinha e um vaso sanitário, que divide à noite com outro detido – durante o dia, os seis presos com formação universitária e, por isso, acomodações separadas no 40º Distrito Policial de São Paulo ficam num pátio. &#8220;Continuo com a minha dignidade&#8221;, declarou (veja a entrevista abaixo). Aos 65 anos, o homem que conseguia tirar Roberto Carlos de casa, recebia a gratidão de Pelé e dava jantares a Hebe Camargo, com vinhos faustosos e gorjetas de 300 reais aos empregados, enfrenta denúncias devastadoras. São 56 acusações de estupro contra 39 mulheres, todas pacientes de sua clínica em São Paulo, um endereço que, antes da avalanche, chegou a alcançar prestígio internacional.</p>
<p class="corpo" align="left">A investigação contra Abdelmassih começou em maio do ano passado, veio a público em janeiro e na semana passada ganhou nova dimensão com a sua prisão preventiva. Quando aflorou, a maioria dos casos era tratada como abuso sexual. Agora as acusações são de estupro. A mudança aconteceu em razão de uma nova legislação sobre crimes de natureza sexual, em vigor desde 7 de agosto. Segundo ela, qualquer ato sexual violento praticado contra alguém, anteriormente designado como atentado violento ao pudor, passa a ser considerado estupro <em>(as mudanças são explicadas no <a href="Janela('popup_mudanca.html','J2','800','500')">quadro</a>). </em>A mudança é conceitual, mas as penas previstas para os crimes, antes designados de maneira diferente e agora unificados, já eram idênticas. Por causa disso, a legislação pode ser aplicada retroativamente no caso de Abdelmassih, cujo processo criminal só foi instaurado agora e ainda deve seguir todas as etapas previstas em lei até um eventual julgamento.</p>
<p class="corpo" align="left">Os crimes sexuais sem violência que deixe marcas explícitas são por natureza complicados. Na ausência de provas colhidas a tempo, ou mesmo de denúncias contemporâneas aos atos que lhe são atribuídos, pesam contra Abdelmassih a quantidade e a similitude de depoimentos. Algumas dessas mulheres foram ouvidas e identificadas por VEJA. Tanto elas quanto as que preferiram continuar anônimas contam histórias parecidas. Procuraram a clínica de reprodução assistida mais famosa do Brasil, fecharam pacotes caros e foram assediadas. Contam de beijos forçados, carícias íntimas. Às vezes, pouco depois de conhecer a paciente, ele se declarava apaixonado. Algumas falam que foram lambidas. Outras, que o médico passava o pênis por seu corpo. Uma tem certeza de que o ato sexual, com penetração vaginal, foi consumado; outra teve sangramento anal. Os avanços menos violentos, segundo relatam, aconteciam durante consultas, os mais torpes com as pacientes ainda sob efeito da anestesia, usada no procedimento em que os óvulos são retirados para ser fertilizados em laboratório. Abdelmassih já disse que as mulheres que o acusam sofreram alucinações sexuais provocadas pelo anestésico.</p>
<p class="corpo" align="left">Nenhum homem e poucas mulheres sabem o que é o impulso consumidor da maternidade frustrada – mas todos conseguem entender de alguma forma o processo. O desejo de ser mãe chega a queimar por dentro, de tão intenso. Nada mais importa, nada mais tem significado. Também nisso as ex-pacientes ouvidas por VEJA, entre outras, fazem relatos parecidos. São mulheres de classe média, com bom nível de instrução, capacidade plena de distinguir o certo do errado e, hoje, de expor com lucidez o que aconteceu. Mas queriam desesperadamente engravidar e pagaram um bom preço, em dinheiro – 30 000 reais era o valor médio cobrado pela clínica Abdelmassih por três tentativas – e principalmente em investimento emocional. &#8220;Você saía de lá se sentindo grávida. Ele te olhava nos olhos e dizia que ia dar o seu filho&#8221;, conta Ivanilde Vieira Serebrenic. Sindicalista de Marília, ela narra ter acordado da anestesia sentindo o corpo do médico &#8220;em cima de mim, com a calça arriada e o pênis na minha mão, suja de esperma&#8221;. Ela engravidou de trigêmeos em outra clínica e até hoje teme que &#8220;meus filhos achem que precisei passar por isso para tê-los&#8221;. Por motivos parecidos, na maioria dos casos, as ex-pacientes não interromperam o tratamento mesmo diante das investidas que denunciam. Até os maridos a quem contavam os avanços se sentiam intimidados, tanto pelos filhos que almejavam ter com o tratamento quanto pela importância profissional e social de Abdelmassih, cuja clínica fica num casarão imponente num dos lugares mais caros de São Paulo, hoje com trinta funcionários – já chegou a ter 45 antes das denúncias – e pesquisadores brasileiros e estrangeiros.</p>
<p class="corpo" align="left">De família de imigrantes libaneses pobres, Abdelmassih nasceu no interior de São Paulo, fez medicina na Unicamp e trabalhou com o médico Milton Nakamura, responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta no Brasil. Casou-se com uma mulher de extraordinária beleza, Sonia, a quem cercava com uma levantina muralha de ciúme. Dos cinco filhos, todos com o sobrenome Abdelmassih, três são do primeiro casamento dela: o ginecologista Vicente, a reputada embriologista Soraya e a técnica em biologia Juliana. Os dois primeiros trabalham na clínica. Sonia morreu de câncer em agosto do ano passado. Quando falava da mulher, o médico ficava de olhos marejados. Abdelmassih parecia um caso extraordinário de sucesso, produto tanto da meritocracia quanto dos contatos sociais incessantemente cultivados. Bem relacionado e bem-falante, o médico animava as conversas com segredinhos que deixava escapar aqui e ali – e quem melhor do que ele para conhecer a intimidade de famosos?</p>
<p class="corpo" align="left">O caso contra Abdelmassih foi iniciado por uma ex-funcionária da clínica, que procurou o Ministério Público de São Paulo querendo prestar depoimento contra ele. O testemunho dela estava comprometido – a certa altura, tentou chantagear o médico. Mas as pacientes cujo nome ela deu foram confirmando o que se configurou como uma cadeia de abusos. Com a divulgação das denúncias, mais mulheres se apresentaram espontaneamente com histórias semelhantes: achavam que haviam sido as únicas e carregavam sentimentos de culpa, ressentimento e impotência. Algumas acabaram o casamento; outras, que conseguiram engravidar, temiam que fossem lançadas sombras terríveis sobre a geração de seus filhos. Mas, ao perceberem que havia mulheres em situação parecida, sentiram-se encorajadas a vir a público.</p>
<p class="corpo" align="left">Não há quem tome conhecimento de seus depoimentos sem sentir asco, revolta e raiva. É da coerência e do poder de convencimento dessas mulheres que dependerá o resultado de um eventual julgamento. Caso se atrapalhem e caiam em contradição, a acusação, já sem provas materiais, pode ruir. Abdelmassih evidentemente tem um renomado advogado, José Luis Oliveira Lima, que conta entre seus clientes o ex-banqueiro Salvatore Cacciola e o mensalista José Dirceu. A preocupação imediata dele era conseguir um habeas corpus que tirasse o médico da cadeia, o que não é improvável. Os argumentos usados pelos promotores, e acatados pelo juiz Bruno Paes Straforini, para manter o indiciado em prisão preventiva são a quantidade de acusações, o &#8220;prolongado tempo de atividade ilícita&#8221;, o uso de recurso vil para abusar de vítimas anestesiadas e a influência social de Abdelmassih. A defesa já tem uma estratégia, claro. &#8220;Não há nenhuma prova da acusação de estupro&#8221;, diz o advogado. &#8220;Doutor Roger atendeu mais de 20 000 mulheres durante sua carreira. Fez mais de 5 000 crianças. Perto dessas cifras, o número de 56 denúncias torna-se questionável.&#8221; Lançar dúvidas sobre a motivação das acusadoras também está nas regras do jogo e Oliveira Lima diz que &#8220;as acusações podem fazer parte de uma ação organizada destinada a obter indenizações do médico&#8221;.</p>
<p class="corpo" align="left">Abdelmassih também pode ser acusado de sonegação fiscal e manipulação genética. Algumas mulheres declaram que ele propôs o uso de óvulos de doadora geneticamente parecida ou de esperma igualmente anônimo para garantir a fertilização, sem o conhecimento dos maridos, o que fere a ética. Depois que VEJA publicou a primeira reportagem sobre o caso, um empresário do Espírito Santo entrou em contato com a revista. Disse que em 1993 foi com a mulher à clínica de Abdelmassih. Relatou ter conhecimento de que a infertilidade era de sua parte, mas não queria que fosse usado sêmen de outro homem. Desconfiou quando a mulher engravidou e, depois do nascimento do casal de gêmeos, fez um teste de DNA no qual ficou demonstrado que não era o pai biológico. Procurou o médico e afirma ter aceitado uma proposta de 600.000 reais em troca da assinatura de um documento, com data retroativa, concordando com a fertilização com esperma de doador. O empresário diz que, ao fazer isso, destruiu a própria vida. Separou-se da mulher, rejeitou os gêmeos e passou a alimentar um ódio mortal ao médico. A ex-mulher endossou sua versão e disse ter contado aos filhos, hoje com 15 anos, a verdade sobre sua origem.</p>
<p class="corpo" align="left">A ideia de que milhares de pessoas que tiveram seus filhos na clínica paulista possam agora alimentar dúvidas sobre o tratamento, mesmo sem que lhes tenha acontecido nada de irregular, é profundamente perturbadora. Abdelmassih está temporariamente impedido de praticar a medicina. No dia 7, o Conselho Regional de Medicina de São Paulo abriu 51 processos de assédio contra o médico – quase o número total de processos feitos pelo órgão nos últimos nove anos. De 2000 a 2008, o CRM recebeu 272 denúncias de assédio sexual, sendo que apenas 61, contra 53 médicos, viraram processos. Desses, só 28 foram julgados por seus pares e a metade foi absolvida sem nenhuma pena. Apenas dois médicos receberam a penalidade máxima, a cassação do registro profissional. Um deles é o pediatra Eugênio Chipkevitch, que dopava meninos e abusava deles em seu consultório. Como também filmava secretamente as infâmias, teve contra ele provas irretorquíveis. &#8220;A grande dificuldade nos casos de assédio é que não existem provas materiais&#8221;, diz o pediatra Henrique Carlos Gonçalves. &#8220;Mas hoje já se admite que testemunhas, antecedentes do acusado, determinados comportamentos e postura da própria vítima podem ser elementos considerados no processo.&#8221; Como presidente do conselho paulista, ele não pode comentar o caso de Abdelmassih, exceto por reconhecer que instaurar 51 processos contra um médico é um fato sem precedentes. &#8220;O máximo que já recebemos contra um único médico foram três denúncias de assédio sexual&#8221;, afirma Gonçalves.</p>
<p class="corpo" align="left">Abdelmassih está bem recuperado da cirurgia feita no fim do ano passado em razão de um aneurisma na aorta. Namora a procuradora Larissa Maria Sacco, com quem frequentava restaurantes e shoppings antes da prisão. &#8220;Espero que ela seja no futuro a minha mulher&#8221;, disse ele a VEJA. Na entrevista, o médico chorou ao falar da noiva. Depois, demonstrou orgulho ao revelar um outro detalhe no campo das conquistas amorosas: &#8220;Tenho recebido muito apoio. Tenho de lhe dizer que há uma mulher que mandou cartas se dizendo apaixonada&#8221;.</p>
<table border="0" cellspacing="15" cellpadding="0" width="620" bgcolor="#EEEEEE">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<h3>&#8220;FOI DOUTOR ROGER QUE FEZ&#8221;</h3>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="400" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span class="credito">Fotos Antonio Milena</span><br />
<img src="http://veja.abril.com.br/260809/imagens/justica4.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="450" height="572" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="corpo" align="left">A lista de pacientes famosos de Roger Abdelmassih parece índice de revista de celebridades: Pelé e Assíria, Tom Cavalcante e Patrícia, Gugu Liberato e Rose, Luiza Tomé e Adriano Facchini, Fernando Collor e Caroline (a tentativa com a mulher anterior, Rosane, não deu certo), Carlos Alberto de Nóbrega e Andréa, Moacyr Franco e Daniela. Ter um filho – ou, em geral, dois, como é praxe na reprodução assistida – e dizer que &#8220;foi doutor Roger que fez&#8221; virou quase um atestado de status. Amigo de celebridades como Roberto Carlos e Hebe Camargo, ele chegou a se autonomear &#8220;Doutor Vida&#8221;, sem nenhuma modéstia, como é comum entre grandes médicos. Tem em sua conta mais de 7 000 bebês. Entre os pacientes menos conhecidos, duas constantes: mulheres que esperaram demais e casais compostos de um homem mais velho e a segunda esposa novinha, que, na sua definição, vinha &#8220;garantir a herança&#8221;.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="15" cellpadding="0" width="620" bgcolor="#EEEEEE">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<h3>&#8220;ESTOU MACHUCADO DEMAIS. E INJUSTIÇADO&#8221;</h3>
<p class="corpoBold" align="left">O médico Roger Abdelmassih falou a VEJA na quinta-feira passada, na cela onde estava preso, no 40º Distrito Policial de São Paulo. Perfumado, barbeado e usando agasalho de moletom azul-escuro e mocassim bege levados pela família, chorou duas vezes e disse que estava &#8220;envergonhado&#8221; de ser visto daquela forma. Suas declarações:</p>
<p align="left"><span class="corpoBold">Como é o seu dia na prisão?</span> <span class="corpo">Eu tenho dormido pouco, porque não quero tomar nenhuma medicação. Durmo, acordo, leio, durmo mais um pouco, leio. Tenho lido a <em>Bíblia</em> e o livro <em>A Cabana</em>.</span></p>
<p align="left"><span class="corpoBold">E os cuidados pessoais?</span> <span class="corpo">Eu acordo às 7 horas, me barbeio todos os dias, uso desodorante e faço minha higiene normal. Continuo com a minha dignidade.</span></p>
<p align="left"><span class="corpoBold">O senhor já parou para pensar que pode ser condenado e passar muitos anos na prisão?</span> <span class="corpo">Nestes poucos dias aqui, estou sofrendo muito. Eu estou pagando aqui pelos caminhos da vida. Não por esses fatos que estão aí, mas por outras colocações. Essa prisão é injusta. Não sou nenhum indivíduo perigoso. Tenho absoluta certeza da minha inocência e de que vou ser julgado e inocentado.</span></p>
<p align="left"><span class="corpoBold">Se o senhor pudesse encontrar ao menos uma mulher que o acusa de tê-la estuprado, o que o senhor diria a ela?</span> <span class="corpo">Quero lhe dizer que estou muito sensibilizado, muito sensível. Eu iria olhar bem no rosto dela e falar: &#8220;Você endoidou&#8221;. Quer dizer, desculpe, não endoidou, você não está falando a realidade etc. Eu estou machucado demais. E injustiçado.</span></p>
<p align="left"><span class="corpoBold">Em janeiro, o número de mulheres ouvidas nas investigações era nove. Agora são quase sessenta. Como o senhor explica essa multiplicação de denunciantes?</span><span class="corpo">Obviamente, foi pela publicação e agitação natural. Há também outras razões que eu posso imaginar, mas prefiro não falar. O que posso dizer é que tenho absoluta segurança da minha inocência e que a Justiça vai mostrar isso. Quem está me acusando vai ter de responder por isso.</span></p>
<p align="left"><span class="corpoBold">É verdade que o movimento em sua clínica caiu 90%?</span> <span class="corpo">Não. Até o momento em que fui trazido para cá, tive perda entre 40% e 50%.</span></p>
<p align="left"><span class="corpoBold">Sua defesa poderia alegar algum tipo de desvio psíquico?</span> <span class="corpo">Absolutamente. Eu tenho 20 000 mulheres que entraram na minha clínica. Mulheres absolutamente lindas, ou não. Eu sou assim, uma pessoa sensível, simpática, querida.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p class="corpo">
<table border="0" cellspacing="15" cellpadding="0" width="620" bgcolor="#EEEEEE">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="250" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><span class="credito">Egberto Nogueira/ Ima Galeria</span><br />
<img src="http://veja.abril.com.br/260809/imagens/justica5.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="249" height="350" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3 class="corpo">&#8220;Procurei a clínica do doutor Roger em 2001 porque queria engravidar, mas meu ex-marido, com quem era casada na época, havia feito vasectomia. Já na primeira consulta, com meu marido ao lado, Roger tentou esfregar o pé dele no meu, debaixo da mesa, algumas vezes.<br />
Eu tirei meu pé, achei estranho, mas não falei nada porque tinha medo de que meu marido quisesse interromper o tratamento. Fechamos um pacote para três tentativas por 30 000 reais. Daí em diante, passei a ir sozinha às consultas, que eram sempre bem cedo. Fiquei a sós com o doutor Roger diversas vezes e nada aconteceu. Até que, um dia, estávamos sozinhos numa sala, ele me pegou pelo pescoço, me empurrou na parede, me beijou à força e ficou passando a língua na minha boca. Eu me desvencilhei e perguntei se ele era louco. Ele não respondeu. Limpei a boca, com nojo, e fui embora. Não contei nada, de novo, porque meu sonho era ser mãe. Na segunda tentativa, a fertilização deu certo, e hoje eu tenho filhos gêmeos lindos, de 7 anos. Não me arrependo de nada porque realizei meu sonho. Resolvi denunciar quando soube que ele tinha feito isso e coisas muito mais graves com várias mulheres. Até então, pensava que havia sido só comigo. Eu espero que ele fique 500 anos preso.&#8221;<br />
<span class="legendaSemBold"><strong>Gislaine Afanasiev </strong>39 anos, dona de casa de São Paulo, SP</span></h3>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="15" cellpadding="0" width="620" bgcolor="#EEEEEE">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="270" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><span class="credito">Manoel Marques</span><br />
<img src="http://veja.abril.com.br/260809/imagens/justica6.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="268" height="350" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3 class="corpo">&#8220;Comecei o tratamento em 2003. Um pacote de três tentativas custava 48 000 reais com recibo e 30 000 sem, e escolhemos o modo mais barato. Não engravidei na primeira tentativa. Na consulta para a segunda, fui sozinha, sem meu marido. Perguntei se eu podia escolher o sexo do bebê, porque queria menina. Ele disse que sim, mas isso custaria mais 1 200 dólares. Aceitei. Ao final da consulta, levantamos e nessa hora o Roger se postou na minha frente, me empurrou contra a mesa, puxou meu pescoço e, enquanto espremia seu corpo contra o meu, me deu um beijo de língua. Eu cerrei os dentes, mas não adiantou, ele ficou passando sua língua nojenta na minha boca. Levantei o joelho e tentei bater nele. Ele se assustou e se afastou. Eu o empurrei e saí correndo. Contei tudo ao meu marido. Ele sugeriu que a gente nunca mais voltasse lá, mas não denunciasse o Roger porque seria a palavra dele contra a nossa. Eu não queria deixar meu dinheiro lá, então resolvemos continuar o tratamento com outro médico da clínica. Fiz o resto dos procedimentos com Vicente, filho do Roger. Consegui engravidar na segunda tentativa, de gêmeas. Decidi dar o meu depoimento porque vi que a defesa do médico está dizendo que as mulheres que o atacam são frustradas por não terem conseguido ter filhos. Comigo, isso não aconteceu. Eu tenho duas filhas, mas mesmo assim denunciei esse monstro.&#8221;<br />
<span class="legendaSemBold"><strong>Helena Leardini</strong> 40 anos, dona de casa de Curitiba, PR</span></h3>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="15" cellpadding="0" width="620" bgcolor="#EEEEEE">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="270" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><span class="credito">Egberto Nogueira/Imafotogaleria</span><br />
<img src="http://veja.abril.com.br/260809/imagens/justica8.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="276" height="350" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3 class="corpo">&#8220;No dia da aspiração dos óvulos, acordei da sedação e o doutor Roger estava me abraçando e me dando parabéns. Depois, começou a me lamber. Dizia ‘você é linda, é muito especial, vem cá’, enquanto colocava a mão no meu peito por dentro do avental. Também pôs o pênis para fora e levou minha mão até lá. Colocou um dedo dentro da minha vagina. Eu estava confusa e fraca, me joguei no banheiro e tranquei a porta. Ele batia e dizia: ‘Sai, carioca, vai ser muito bom pra você’&#8221;. Pensei em fazer escândalo, mas também pensava que meus filhos já estavam ali dentro da clínica. Enquanto meu marido assinava um cheque, o doutor Roger me puxou para dentro de uma sala. Tentou me beijar e enfiou a mão dentro da minha blusa. Saí correndo. Passei a noite tomando banho e fingindo estar com dor. Engravidei, mas perdi pouco depois. Na segunda tentativa, ao encontrar o doutor Roger no corredor, saí correndo e não quis voltar nunca mais. Não procurei outro tratamento e não fui mais a médico homem. Quando li as primeiras denúncias na imprensa, comecei a chorar e decidi contar para o meu marido, apesar do medo de que ele fosse ter nojo de mim. Ele disse que estava ao meu lado. Antes de denunciar, não me sentia digna porque não estava fazendo a minha parte, que era falar, para impedir que outras mulheres sofressem. Só no dia do meu depoimento consegui fazer uma oração de novo.&#8221;<br />
<span class="legendaSemBold"><strong>Crystiane Cardoso de Souza</strong> 37 anos, advogada do Rio de Janeiro, RJ</span></h3>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="15" cellpadding="0" width="620" bgcolor="#EEEEEE">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="270" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><span class="credito">Paulo Vitale</span><br />
<img src="http://veja.abril.com.br/260809/imagens/justica9.jpg" border="0" alt="" vspace="3" width="255" height="350" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3 class="corpo">&#8220;Na segunda tentativa que fiz de engravidar, ele começou a tomar liberdades, passava a mão no meu cabelo, me abraçava. Um dia, na sala dele, me acuou contra a parede, pôs as mãos no meu seio, puxou minha mão para tocá-lo e começou a me beijar. Fiquei completamente paralisada, atordoada, mas nem pensei em parar o tratamento. Pensava: será que eu dei essa abertura? Passei a levar sempre alguém comigo, mas, quando ficávamos sozinhos, ele fazia de novo. Várias vezes tentou me beijar, enfiava a língua na minha boca, segurava meu seio, colocava minha mão no pênis dele. Uma vez eu estava de batom e sujei o bigode dele. Fiquei transtornada ao ver aquilo. Quando estava na posição ginecológica para colher os óvulos, ele se encaixava entre minhas pernas, punha as mãos nos meus joelhos e ficava me olhando, falando para eu ficar calma. Se fosse outro médico, daria um tapa na cara dele, sairia dali e nunca mais voltaria. Mas eu tinha um sonho. O que dava prazer nele era esse medo, ver até que ponto poderia mexer com a gente sem ninguém falar nada. Finalmente, contei para o meu marido só que ele tinha tentado me beijar na boca. Ele ficou transtornado. Parei de tentar engravidar na terceira vez. Depois de tudo, eu me separei, fiquei abalada emocionalmente. Nunca mais fui ao ginecologista.&#8221;<br />
<span class="legendaSemBold"><strong>Cristina Silva</strong> 45 anos, consultora de viagens de São Caetano, SP</span></h3>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>FONTE: (VEJA)</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>(POLITICA) Lina e Marina, duas rimas de Catilina</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 22:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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José  Nêumanne -Estadão- 19 Ago 2009
Os 82%  de popularidade de Luiz Inácio Lula da Silva são um feito notável. E inusitado.  Mas não inédito.                                                         [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: large"><span><strong><br />
</strong></span></span></div>
<p><span><span style="color: #ff0000">José  Nêumanne</span><span><span style="color: #ff0000"> -Estadão- 19 Ago 2009</span></span></span></p>
<div><strong><span>Os 82%  de popularidade de Luiz Inácio Lula da Silva são um feito notável. E inusitado.  Mas não inédito.                                                                                                                    <a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/08/nc38aumanne1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1313" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/08/nc38aumanne1.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a><span style="font-weight: normal">Com o mesmo olhar fixo e esgazeado com que partiu para cima do  colega Pedro Simon, reagindo à simples menção de seu nome, Fernando Collor,  saído de um inexpressivo governo em Alagoas, teve apoio popular para derrotar na  disputa pela Presidência nomes de tradição na política nacional, como Ulysses  Guimarães, comandante da resistência civil à ditadura, e Leonel Brizola, símbolo  do Brasil expulso do Brasil pelos militares. E Lula, o metalúrgico, padrão do  operário emergente nos poderes aquisitivo e político. Seu antecessor, José  Sarney, havia fruído glória similar até afundar no opróbrio causado por uma  inflação absurda. A diferença entre Lula e eles, Tancredo Neves, Juscelino  Kubitschek, Getúlio Vargas, dom Pedro II e outros governantes amados, é que o  atual está em pleno segundo mandato e nada há no horizonte que ameace sua lua de  mel com o povo.</p>
<p>Será? É o  que veremos. Esse apoio popular todo não garante maioria parlamentar para  governar e, por isso, Lula é obrigado a beijar mãos que antes mordia, como as  dos citados Sarney e Collor. E também não lhe garante imunidade ao erro. Como  qualquer mortal, popular ou impopular, ele erra. Um católico, embora não muito  devoto, deveria saber que só o papa é tido em sua igreja como infalível &#8211;  ninguém mais. E não é só uma questão de errar. Por mais sorte que alguém  desfrute &#8211; e só um insensato negaria que a fortuna o beneficia -, sempre haverá  um momento em que o acaso poderá desfavorecê-lo. Quando nomeou Lina Vieira para  a Secretaria da Receita Federal, ele não poderia calcular que 11 meses depois  teria de demiti-la e, pior, que, demitida, aquela burocrata saída praticamente  do nada poderia causar-lhe um transtorno inimaginável na tarefa que se impôs de  eleger uma candidata que nunca antes disputou um mandato pelo voto e está longe  de ter a capacidade de seduzir amigos e influenciar eleitores que ele próprio  tem. De idêntica forma, não poderia esperar o mesmo da doce Marina Silva.</p>
<p>Pode ser que Lina tenha  mentido ao confirmar à Folha de S.Paulo a reunião na qual a chefe da Casa Civil  exigiu a &#8220;agilização&#8221; das investigações do Fisco sobre as empresas da família  Sarney. Como obtemperou o ex-metalúrgico, cada vez mais fascinado pelo Direito  Romano mesmo sem ter a menor noção de latim, o ônus da prova é do acusador. Mas  Lina não acusou ninguém: só respondeu a uma pergunta de um repórter bem  informado. Ainda assim, terá de provar à Justiça que Dilma lhe deu ordem para  favorecer um acusado de práticas contábeis ilícitas (agilizar significa  abandonar investigações que normalmente demandam tempo e paciência dos fiscais  para as levarem a cabo). Como a ex-secretária da Receita argumentou, não se  trata mesmo da palavra dela contra a da candidata ungida para suceder ao  presidente bem amado. Há imagens gravadas (não há?) e testemunhos a serem  colhidos em inquérito policial de rotina. O engano do presidente é de outra  natureza. Hábil no trato com o eleitorado, ele de repente teve um lapso mental  que o impediu de enxergar o óbvio: ou Dilma prova que não houve o encontro  (complicação em que ela mesma se enrascou, pois poderia ter negado apenas a  ordem) ou vai ter sérios problemas para convencer o eleitor de que dispõe das  qualidades exigidas para presidir a República.</p>
<p>Lina Vieira era desconhecida antes de Lula tirá-la do  limbo. Dilma também. Mas, por enquanto, a ex-secretária da Receita não foi  pilhada em nenhuma mentira grave. E Dilma já foi. Seu currículo Lattes deu conta  de um mestrado e de uma condição de doutoranda na Unicamp, mas a instituição  informou que lá ela não concluiu curso algum. Ela atribuiu o engano à  assessoria, mas currículo Lattes é como e-mail: só o abre quem digita a senha,  pessoal e intransferível. E justificou a lacuna com a convocação para assumir  cargo público. Os latinos, que tanto encantam seu chefe, advertiam que mentiras  demandam boa memória. Parece que esse não é seu forte: as datas do abandono dos  cursos inacabados não coincidem com o começo no exercício dos cargos. No Senado,  ela se emocionou ao reconhecer ao líder do DEM, José Agripino, que mentiu para  um torturador. O político foi execrado e ela, enaltecida: não é pecado mentir  sob tortura. Mas quem acredita que a ex-guerrilheira tenho sido torturada para  se atribuir láureas escolares que não teve? Impressiona neste episódio sua  gratuidade: de que serve se gabar de títulos de excelência acadêmica num país  cujo primeiro mandatário costuma desprezar?</p>
<p>Lina rima com Marina, que, demitida por pressão de Dilma  do Ministério do Meio Ambiente, passou a povoar os pesadelos de Lula e de sua  candidata desde que admitiu a possibilidade de invadir a praia eleitoral com um  slogan tomado emprestado do ex-chefe: &#8220;Chegou a hora de uma mulher presidir o  Brasil.&#8221; Por enquanto, Marina tem 3% na primeira pesquisa em que figurou, a do  Datafolha, divulgada no último domingo. Mas, na certa, não terá sido essa  insignificância que fez José Dirceu pregar a cassação de seu mandato, que,  segundo ele, não pertence a ela, mas ao PT, que a elegeu.</p>
<p>Ora, direis, o ex-chefe da  Casa Civil de Lula está certo, como está este na questão do ônus da prova. Mas  se enganam por igual motivo. Com uma agravante: se Marina Silva for cassada por  se candidatar à Presidência, será o primeiro parlamentar brasileiro a ser punido  por diferir de seus pares, ou seja, por ser o único membro do Senado capaz de  pedir a renúncia de Sarney sem temer ser fuzilado pelos olhos de Collor ou pelas  ameaças de Renan Calheiros. Aliás, Lina e Marina também rimam com Catilina,  nesta quadra tão lembrado entre nós. Mas não são elas que têm abusado de nossa  paciência ultimamente. Ou são?</p>
<p></span></span></strong><strong>José Nêumanne, jornalista e escritor, é editorialista do  Jornal da Tarde </strong><strong>/  Fonte: (TERNUMA)</strong></p>
</div>
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		<title>(COLUNA DA MARIA) Lula: Linha auxiliar de Chávez</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 23:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Maria Lucia Victor Barbosa                                                                                                                                            No Brasil, como em qualquer parte do mundo, sempre acontecem escândalos. Mas, em escala industrial como se tem visto de 2003 para cá é algo inédito em nossa história. Desfilam de modo interminável corrupção, nepotismo, patrimonialismo, desfaçatez, ausência de espírito público, males antigos que agora impressionam pela constância.                                                Também é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small"><span><strong><span style="font-size: 12pt;font-family: Arial"><span style="color: #ff0000">Por Maria Lucia Victor Barbosa</span>                                                                                                                                            </span><span style="color: windowtext;font-family: Arial"><span style="font-size: 12pt;font-family: Arial"><span style="color: #ff0000"><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/08/anivers1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1309" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/08/anivers1-300x245.jpg" alt="" width="300" height="245" /></a></span></span></span>No Brasil, como em qualquer parte do mundo, sempre acontecem escândalos. </strong>Mas, em escala industrial como se tem visto de 2003 para cá é algo inédito em nossa história. Desfilam de modo interminável corrupção, nepotismo, patrimonialismo, desfaçatez, ausência de espírito público, males antigos que agora impressionam pela constância.                                                Também é maior o grau de impunidade, coisa só possível por estar a consciência coletiva apática, indiferente, anestesiada pela propaganda governamental intensiva.</p>
<p>Desse modo, os mais recentes vexames que atingiram o presidente do Senado, José Sarney, não incomodaram a maioria. Tampouco causou espanto uniões esdrúxulas como a dos petistas com o senador e ex-presidente Fernando Collor ou a defesa intransigente que Lula da Silva e Dilma Rousseff fizeram de José Sarney, antes chamado de ladrão.</p>
<p>Contudo, o escândalo que envolve Sarney e resvala para outros senadores vem a calhar para o reforço do Executivo, pois diante dos descalabros não tardaram vozes pedindo o fim do Senado enquanto instituição e não punição para os culpados. Em que pese, porém, os espetáculos deprimentes é lá que se esboça alguma oposição ao Executivo. Foi, por exemplo, no Senado que morreu a famigerada CPMF, que o governo volta e meia tenta ressuscitar. Portanto, o fim do Senado pode ser muito conveniente para o presidente da República e seu governo petista. Melhor que exista apenas a Câmara com os submissos dos mensalões e das falcatruas de toda espécie.</p>
<p>A ausência de uma opinião pública, que se manifeste de modo mais concreto no sentido de ir às ruas mostrar seu repúdio aos abusos do poder é também preocupante em se tratando de nossa política externa. Evidentemente, um povo que não toma conhecimento ou não se importa com o que acontece diante de seu nariz, dificilmente consegue perceber o que vai além de seu quintal. Mas isso não faz com que desapareçam graves problemas externos que acabam por afetar a vida de cada brasileiro.</p>
<p>Aqui não vou detalhar o despudorado entreguismo do governo Lula com relação a Bolívia, ao Paraguai, a Argentina e tantos outros países. Prefiro me deter na Venezuela onde Hugo Chávez, chamado de democrata por Lula da Silva e sempre por este apoiado, vem crescendo em autoritarismo. Chávez também exporta seu modelo socialista para fiéis seguidores latino-americanos e tem no presidente brasileiro preciosa linha auxiliar.</p>
<p>Em suas mais recentes arremetidas contra a liberdade, a democracia, enfim, contra o Estado Democrático de Direito, o caudilho da Venezuela atacou a propriedade privada, o lucro das empresas, a imprensa independente, a autonomia universitária. Incansável na construção de seu poder absoluto, Chávez contará nas eleições legislativas de 2010 com uma lei que distorce a contagem de votos e permite que a bancada governista controle completamente a Assembléia Nacional. Entrementes, o companheiro “democrata” usa largamente a violência de suas milícias e de sua polícia para reprimir qualquer manifestação da oposição, o que inclui o espancamento de jornalistas e estudantes.</p>
<p>Portanto, quando Chávez fala em “socialismo do século 21” não está brincando. Ele está seguindo claramente as trilhas do comunismo que liquidou os organismos da sociedade civil – corporações, associações, Igrejas, poderes locais, opinião pública e outros mais – na medida em que estes constituem formas de fiscalização social do Estado. Sem essas forças organizadas emerge o monopólio do poder estatal, cuja obtenção requer estimular a luta de classes contando-se para isso com o apoio das massas populares seduzidas e alienadas. Ao mesmo tempo, não pode faltar a doutrinação da juventude, pois o jovem é presa fácil das ilusões e do fanatismo. Relembre-se ainda que a doutrina bolchevique exigiu a liquidação da propriedade privada e a estatização das grandes empresas feita através de expropriações.</p>
<p>Para Lula da Silva e demais governos latino-americanos tudo isso deve ser respeitado, pois faz parte da soberania da Venezuela. A soberania só não funciona para a Colômbia quando se trata das bases norte-americanas para o combate às Farc, o que significa combate ao narcotráfico. Não existe também soberania para Honduras, cujo Judiciário depôs o presidente Manuel Zelaya pelo motivo de seus atos inconstitucionais e para impedir que ele instalasse no país o autoritarismo chavista.</p>
<p>Entre as perdas que o Brasil vem sofrendo por conta da “generosidade” do governo, uma questão gravíssima deve ser ressaltada: o narcotráfico, aceito por Hugo Chávez, Rafael Correa e Evo Morales na medida em que são grandes amigos das Farc. O narcotráfico, como se sabe, é uma das principais causas da violência urbana, do poder paralelo da bandidagem, do aniquilamento de tantas vidas, do sofrimento e destruição de numerosas famílias.</p>
<p>Então, já está mais do que na hora de Lula da Silva deixar de ser linha auxiliar de Chávez e coordenar junto com o presidente colombiano, Álvaro Uribe, o combate ao narcotráfico. Se isto é querer muito fica aqui ao menos o alerta para a sociedade civil.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt"><span style="font-size: small;font-family: Times New Roman"> </span></p>
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		<title>(COLUNA) UMA NOVA ORDEM MUNDIAL</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Aug 2009 23:36:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Maria Lucia Victor Barbosa                                                                                                                     Os Estados Unidos emergiram para o mundo sob a divisa virgiliana: Novus Ordo Seculorum. Era a idéia de uma nova ordem que traduzisse uma idade de ouro e os norte-americanos se propunham a construir uma sociedade democrática, liberal, onde predominasse a igualdade de oportunidades. Nas colônias inglesas entranhava-se com força [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000"><strong>Por Maria Lucia Victor Barbosa                                                                                                                     </strong><span style="color: #000000"><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/08/anivers.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-1275" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/08/anivers-300x245.jpg" alt="" width="300" height="245" /></a>Os Estados Unidos emergiram para o mundo sob a divisa virgiliana: Novus Ordo Seculorum. Era a idéia de uma nova ordem que traduzisse uma idade de ouro e os norte-americanos se propunham a construir uma sociedade democrática, liberal, onde predominasse a igualdade de oportunidades. Nas colônias inglesas entranhava-se com força o pensamento liberal de John Locke, no qual se destacam os direitos humanos traduzidos nos direitos naturais a que todos deviam ter acesso: a vida, a liberdade, a possibilidade de se alcançar a felicidade. Coroando a influência do liberalismo a importância da lei sintetizada na máxima de Locke: “onde a lei acaba começa a tirania”.<br />
O extraordinário progresso que foi sendo conquistado pelos Estados Unidos desde o início perturbou terrivelmente os latinos. E no final do século XIX, princípio do século XX, segundo Carlos Rangel em sua obra Do Bom Selvagem ao Bom Revolucionário, “as classes dirigentes latino-americanas foram levadas a formular explicações ou a procurar desculpas para o fracasso de suas sociedades em comparação com a sociedade norte-americana”. Desde então a justificação para nossas frustrações, nosso populismo, nossa incompetência, nossa corrupção, nossas sociedades desiguais repousam numa afirmação simplista baseada em nítido escapismo: a culpa de tudo é do imperialismo norte-americano.<br />
Em 1992, Francis Fukuyama agitou o mundo acadêmico ao reapresentar a idéia do fim da história, que teria como processo evolutivo final a democracia liberal. Entenda-se por democracia liberal o sistema onde prevalecem as liberdades civis – como a liberdade de expressão, de religião, de associação, de mercado, etc. – as eleições livres, o multipartidarismo. Era a contraposição à teoria marxista, segundo a qual o fim da história seria o triunfo do comunismo. Recorde-se que na etapa anterior prevista por Marx, o socialismo, quando posta em prática exibiu o avesso da democracia liberal, ou seja: anulação da vida individual, nenhuma liberdade, banimento da democracia, impossibilidade de se alcançar a felicidade num sistema onde a tirania estatal e do partido único desrespeitaram completamente os direitos humanos.<br />
Acredito que tanto Fukuyama quanto Marx, ao retomar cada um à sua maneira a idéia do fim da história originária de Hegel se equivocaram porque na verdade a história evolui em ciclos que alteram períodos de maior progresso aliado à liberdade e etapas em que prevalece o atraso vinculado ao despotismo.<br />
No momento certos fatos indicam que uma nova ordem pode estar se esboçando e com ela a emergência de um novo governo mundial ou potência hegemônica, que congregue forças assemelhadas e submeta aquelas que não forem convergentes com seus interesses. E se governos invisíveis tramam no segredo de seus bastidores as redes do poder capazes de manipular a quase totalidade do rebanho humano, alguns acontecimentos e seus desdobramentos estão bem visíveis e alertam para futuras mudanças que, naturalmente, não se darão em curto prazo. Examinemos, então, primeiramente o que ocorre na América Latina:<br />
Na América Latina emerge com mais força o Foro de São Paulo, aglomerado de partidos de esquerda, narcoguerrilheiros, terroristas. Esta entidade que teve entre seus fundadores Lula da Silva é freqüentada por assessores influentes do presidente como Marco Aurélio Garcia, o chanceler de fato, quem realmente comanda nossa política externa.<br />
O fortalecimento do Foro de São Paulo foi favorecido pela ascensão do despótico Hugo Chávez, que ao mudar a Constituição da Venezuela depois de dominar o Legislativo e o Judiciário com o fito de perpetuar-se no poder, ensinou o caminho da falsa democracia aos seus seguidores e simpatizantes. Chávez tem exercido influência cada vez maior na América Latina e os que não o acompanham sofrem consequências. Assim, o venezuelano arma as Farc para destruir o poder de Uribe na Venezuela e prega o aniquilamento da resistência na pequena e valente Honduras, que expulsou outro seguidor seu, o presidente deposto, Manuel Zelaya, que estava prestes a seguir os métodos chavistas de perpetuação no poder em flagrante desrespeito à Constituição de seu país. O Brasil, que devia ser o líder regional, acompanha Chávez e entrega vergonhosamente o que é nosso para compadres vizinhos, além de se associar ao que há de pior no mundo.<br />
Nos Estados Unidos, o vitorioso Barack Hussein Obama, saudado em todo o planeta como o cara que salvaria o mundo da crise econômica, levanta por suas atitudes populistas e pela complacência com certos governos, dúvidas sobre a continuidade da ordem mundial que privilegiou a democracia e o liberalismo. Já se fala no G2, ou seja, Estados Unidos e China e muitos profetizam que a China será a futura potência mundial.<br />
Em Jerusalém, onde houve protestos contra a política de Obama que se opõe a construção de assentamentos em Jerusalém oriental, disse o rabino Eliezer Waldman: “Esteja atento, Obama”. “Esta audácia irá acarretar a queda da liderança americana”.<br />
Será que a queda está programada? Será que já começou? Em todo caso, a serem mantidas as características do momento a nova ordem mundial que delas se esboça não parece nada agradável para se viver.<br />
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga<br />
</span><a href="mailto:mlucia@sercomtel.com.br"><span style="color: #000000">mlucia@sercomtel.com.br</span></a></span><span style="color: #000000"> <br />
 <br />
 <br />
</span><span style="color: #ff0000"><strong>                                                                                                                  </strong></span></p>
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