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	<title>RADIONETNEWS &#187; SUCESSÃO</title>
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	<description>JORNALISMO ATUALIZADO</description>
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		<title>(DITADURA VERMELHA) Guerrilheiro é considerado héroi? Que mentira deslavada</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 15:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[AMÉRICA LATINA]]></category>
		<category><![CDATA[Aconteceu no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[VERGONHA NACIONAL]]></category>
		<category><![CDATA[VIOLÊNCIA URBANA]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Tenente Vargas.
Amigos, colegas, companheiros, etc.
Este é o meu parecer e comentário sobre esta reportagem e
outras que aparecem dizendo que os Comunistas/Terroristas são hérois.
E nós que lutamos para ter esta Democracia, somos os vilôes?
Que BRASIL e este em que vivemos hoje. Tenho saudades de nosso
tempo (Regime Militar).
Analisem e tirem as suas próprias conclusões. Estou errado?
- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff0000"><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/brasao-do-exercito1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1359" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/brasao-do-exercito1.jpg" alt="" width="68" height="94" /></a>Por: Tenente Vargas.</span></strong></p>
<p>Amigos, colegas, companheiros, etc.<br />
Este é o meu parecer e comentário sobre esta reportagem e<br />
outras que aparecem dizendo que os Comunistas/Terroristas são hérois.<br />
E nós que lutamos para ter esta Democracia, somos os vilôes?<br />
Que BRASIL e este em que vivemos hoje. Tenho saudades de nosso<br />
tempo (Regime Militar).<br />
Analisem e tirem as suas próprias conclusões. Estou errado?<br />
- Porquê as FFAA também não homenageam nossos hérois que<br />
morreram em combate (assassinados) pelo Comunistas/Terroristas<br />
cumprindo ordens Constitucionais como eles agora que estão na ativa<br />
cumprem.<br />
Esta é a relação de nossos hérois militares que morreram na<br />
Guerrilha do Araguaia de várias maneiras pelas Forças Guerrilheiras do<br />
Araguaia (FOGUERA) do Partido Comunista do Brasil (PC do B):<br />
<span style="color: #ff0000"><strong>- Cb Odílio da Cruz Rosa, (5 Cia gd &#8211; Belém-PA)<br />
- 2 Sgt Mário Abrahim da Silva, (1 BIS &#8211; Manaus-AM)<br />
- Soldado João Francisco Picanço do Nascimento, (1/34 BI &#8211; Macapá-AP)<br />
- Soldado Jaime Luiz Kardinski,(1 Reg Cav Gda &#8211; Brasília-DF)<br />
- Soldado Luiz Antônio Ferreira, (25 BC &#8211; São Luiz-MA)<br />
- Soldado Pedro Pinto Paixão, (2 BIS &#8211; Belém-PA)<br />
- 3 Sgt Francisco das Chagas Alves Brito, ( 2 BIS &#8211; Belém-PA)<br />
- Soldado Raul Marques de Brito, (5 Cia Gda &#8211; Belém-PA)<br />
- Cabo Ovídio França Gomes, ( 1/34 BI &#8211; Macapá-AP) e<br />
- Soldado Francisco Valdir de Paula. (8 GAAAe &#8211; Brasília-DF)</strong><br />
</span>Porquê nossos chefes militares não se pronunciam? Será que são<br />
diferentes do que nós fomos quando defendemos a Constituição<br />
Brasileira, lutando contra o Comunismo, defendendo a Pátria &#8211; BRASIL!<br />
Essa é uma das situações que me deixa triste, pois eu lutei<br />
também, arriscando minha vida contra estes Terroristas/Comunistas do<br />
PC do B e hoje como alguns dos Senhores sabem, fui ao Congresso<br />
Nacional por três vezes, onde os &#8220;peitei&#8221;. pois, eles querem mudar a<br />
História do Brasil dizendo que lutaram contra o regime militar para<br />
impôr uma Democracia no BRASIL, onde eu os contestei e os contesto<br />
até agora, quem leu as entrevistas que dei a vários jornais sabem.<br />
Senhores não deixemos que eles mudem a História do Brasil.<br />
Divulguem!<br />
Respeitosamente.<br />
<span style="color: #ff0000">Tenente Vargas.</span> <strong>SELVA! &#8211; &#8220;BRASIL ACIMA DE TUDO!&#8221;<br />
Senhores militares não se esqueçam deste JURAMENTO MILITAR:<br />
&#8220;INCORPORANDO-ME AO EXÉRCITO BRASILEIRO, PROMETO CUMPRIR<br />
RIGOROSAMENTE AS ORDENS DAS AUTORIDADES A QUE ESTIVER SUBORDINDO,<br />
RESPEITAR OS SUPERIORES HIERÁRQUICOS, TRATAR COM AFEIÇÃO OS IRMÃOS DE<br />
ARMAS, COM BONDADE OS SUBORDINADOS E DEDICAR-ME INTEIRAMENTE AO<br />
SERVIÇO DA PÁTRIA, CUJA HONRA, INTEGRIDADE E INSTITUIÇÕES, DEFENDEREI<br />
COM O SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA                                                                  <span style="color: #ff0000">&#8216;ARAGUAIA&#8217;</span></strong></p>
<p>Vannuchi solicita avião militar para levar ossos de guerrilheiro</p>
<p>SERGIO TORRES</p>
<p>DA SUCURSAL DO RIO<a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/imag-comunistas-1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1360" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/imag-comunistas-1.jpg" alt="" width="68" height="94" /></a><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/images-comunistas.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1361" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/images-comunistas.jpg" alt="" width="98" height="94" /></a></p>
<p><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/images-comunistas.jpg"></a></p>
<p>Os restos mortais do guerrilheiro Bergson Gurjão Farias serão<br />
transportados para Fortaleza em avião da Aeronáutica em um caixão<br />
envolto nas bandeiras do Brasil e do PC do B, disse o ministro da<br />
Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência, Paulo<br />
Vannuchi.</p>
<p>O funeral de Farias, primeiro guerrilheiro morto pelos militares que<br />
combatiam a guerrilha do Araguaia, em junho de 1972, foi marcado para<br />
6 de outubro, na cidade em que nasceu e onde militou no movimento<br />
estudantil e no então clandestino Partido Comunista do Brasil.</p>
<p>Em visita ao Rio anteontem, Vannuchi antecipou o que pretende dizer à<br />
beira da sepultura do guerrilheiro, cuja ossada foi exumada do<br />
cemitério de Xambioá (TO) em 1996 e identificada por exame de DNA em<br />
julho passado: &#8220;Bergson, você hoje volta para o Ceará para descansar<br />
em paz e vitorioso, porque o Brasil pelo qual você morreu começa a<br />
nascer&#8221;.</p>
<p>A ossada de Farias está em Brasília. Quando chegar em Fortaleza, o<br />
caixão seguirá num caminhão do Corpo de Bombeiros até a Universidade<br />
Federal do Ceará, onde ele presidiu o Diretório Central dos<br />
Estudantes. &#8220;Sua mãe de 94 anos [Luíza Farias] teve um momento de<br />
alento que ela não tinha há 37 anos. Ela disse: &#8220;Ministro, eu esperei<br />
viva para poder enterrar o Bergson, agora posso morrer&#8217;&#8221;, declarou<br />
Vannuchi.</p>
<p>O ofício com o cronograma do sepultamento seguirá da Secretaria de<br />
Direitos Humanos para o Ministério da Defesa, que informou que o<br />
acatará, mas sem participar do enterro, só do transporte.</p>
<p>O ministro disse que não há oposição das Forças Armadas à homenagem e<br />
disse que &#8220;Luiz José da Cunha, enterrado em São Paulo. Pernambucano,<br />
ele foi trasladado em avião da Aeronáutica para Recife [em 2006].&#8221;                                                   <span style="color: #008000"><strong>Matéria enviada pelo : Gen Ex  Jose Calos leite Filho</strong>                                                            </span><span style="color: #000000"><strong>&#8220;Opinião :</strong> Até hoje ainda não vi em noticiários, um sinal deste governo, e de outros anteriores lembrarem, das vítimas do terrorismo vermelho, e muito menos alguma honra em relação ao que deram suas vidas para combater estes que um dia tentaram levar este país por meio das armas para o regime que mais exterminou no mundo. e agora pelos meios democráticos conseguem o seu intento, Tenho pena do nosso País. Um dos sinais claros, que vivemos em um regime vermelho disfarçado em democracia, é o confisco levado a cabo por alguns estados da confederação, Veja o Rio, atropelam discaradamente a nossa constituição, no que tange ao IPVA, IPTU e etc&#8230; o direito a propiedade , é sagrado diacordo com a constituição, nada pode tirar este direito do cidadão, e sim da condições das mais amplas possivel, para que o devedor de impostos, possa quitar seus débitos com o estado, mais jamais, impor terror a este cidadão , para levar seu bem e se apropiar dele, e depois leiloar. <a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/01498064400.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1358" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/09/01498064400.jpg" alt="" width="320" height="200" /></a>É uma espécie de terror que impoem ao cidadão brasileiro, se o sujeito sair  para passear com a familia pode ter seu carro levado, pelos Marginais, se não sai pode ter seu bem tomado pelo estado. lá fora o marginal manda, e aqui dentro o estado toma.  que triste , para um povo tão pacífico. <strong>RADIONETNEWS</strong></span></p>
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		<title>(POLITICA) Lina e Marina, duas rimas de Catilina</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 22:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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José  Nêumanne -Estadão- 19 Ago 2009
Os 82%  de popularidade de Luiz Inácio Lula da Silva são um feito notável. E inusitado.  Mas não inédito.                                                         [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: large"><span><strong><br />
</strong></span></span></div>
<p><span><span style="color: #ff0000">José  Nêumanne</span><span><span style="color: #ff0000"> -Estadão- 19 Ago 2009</span></span></span></p>
<div><strong><span>Os 82%  de popularidade de Luiz Inácio Lula da Silva são um feito notável. E inusitado.  Mas não inédito.                                                                                                                    <a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/08/nc38aumanne1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1313" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/08/nc38aumanne1.jpg" alt="" width="300" height="400" /></a><span style="font-weight: normal">Com o mesmo olhar fixo e esgazeado com que partiu para cima do  colega Pedro Simon, reagindo à simples menção de seu nome, Fernando Collor,  saído de um inexpressivo governo em Alagoas, teve apoio popular para derrotar na  disputa pela Presidência nomes de tradição na política nacional, como Ulysses  Guimarães, comandante da resistência civil à ditadura, e Leonel Brizola, símbolo  do Brasil expulso do Brasil pelos militares. E Lula, o metalúrgico, padrão do  operário emergente nos poderes aquisitivo e político. Seu antecessor, José  Sarney, havia fruído glória similar até afundar no opróbrio causado por uma  inflação absurda. A diferença entre Lula e eles, Tancredo Neves, Juscelino  Kubitschek, Getúlio Vargas, dom Pedro II e outros governantes amados, é que o  atual está em pleno segundo mandato e nada há no horizonte que ameace sua lua de  mel com o povo.</p>
<p>Será? É o  que veremos. Esse apoio popular todo não garante maioria parlamentar para  governar e, por isso, Lula é obrigado a beijar mãos que antes mordia, como as  dos citados Sarney e Collor. E também não lhe garante imunidade ao erro. Como  qualquer mortal, popular ou impopular, ele erra. Um católico, embora não muito  devoto, deveria saber que só o papa é tido em sua igreja como infalível &#8211;  ninguém mais. E não é só uma questão de errar. Por mais sorte que alguém  desfrute &#8211; e só um insensato negaria que a fortuna o beneficia -, sempre haverá  um momento em que o acaso poderá desfavorecê-lo. Quando nomeou Lina Vieira para  a Secretaria da Receita Federal, ele não poderia calcular que 11 meses depois  teria de demiti-la e, pior, que, demitida, aquela burocrata saída praticamente  do nada poderia causar-lhe um transtorno inimaginável na tarefa que se impôs de  eleger uma candidata que nunca antes disputou um mandato pelo voto e está longe  de ter a capacidade de seduzir amigos e influenciar eleitores que ele próprio  tem. De idêntica forma, não poderia esperar o mesmo da doce Marina Silva.</p>
<p>Pode ser que Lina tenha  mentido ao confirmar à Folha de S.Paulo a reunião na qual a chefe da Casa Civil  exigiu a &#8220;agilização&#8221; das investigações do Fisco sobre as empresas da família  Sarney. Como obtemperou o ex-metalúrgico, cada vez mais fascinado pelo Direito  Romano mesmo sem ter a menor noção de latim, o ônus da prova é do acusador. Mas  Lina não acusou ninguém: só respondeu a uma pergunta de um repórter bem  informado. Ainda assim, terá de provar à Justiça que Dilma lhe deu ordem para  favorecer um acusado de práticas contábeis ilícitas (agilizar significa  abandonar investigações que normalmente demandam tempo e paciência dos fiscais  para as levarem a cabo). Como a ex-secretária da Receita argumentou, não se  trata mesmo da palavra dela contra a da candidata ungida para suceder ao  presidente bem amado. Há imagens gravadas (não há?) e testemunhos a serem  colhidos em inquérito policial de rotina. O engano do presidente é de outra  natureza. Hábil no trato com o eleitorado, ele de repente teve um lapso mental  que o impediu de enxergar o óbvio: ou Dilma prova que não houve o encontro  (complicação em que ela mesma se enrascou, pois poderia ter negado apenas a  ordem) ou vai ter sérios problemas para convencer o eleitor de que dispõe das  qualidades exigidas para presidir a República.</p>
<p>Lina Vieira era desconhecida antes de Lula tirá-la do  limbo. Dilma também. Mas, por enquanto, a ex-secretária da Receita não foi  pilhada em nenhuma mentira grave. E Dilma já foi. Seu currículo Lattes deu conta  de um mestrado e de uma condição de doutoranda na Unicamp, mas a instituição  informou que lá ela não concluiu curso algum. Ela atribuiu o engano à  assessoria, mas currículo Lattes é como e-mail: só o abre quem digita a senha,  pessoal e intransferível. E justificou a lacuna com a convocação para assumir  cargo público. Os latinos, que tanto encantam seu chefe, advertiam que mentiras  demandam boa memória. Parece que esse não é seu forte: as datas do abandono dos  cursos inacabados não coincidem com o começo no exercício dos cargos. No Senado,  ela se emocionou ao reconhecer ao líder do DEM, José Agripino, que mentiu para  um torturador. O político foi execrado e ela, enaltecida: não é pecado mentir  sob tortura. Mas quem acredita que a ex-guerrilheira tenho sido torturada para  se atribuir láureas escolares que não teve? Impressiona neste episódio sua  gratuidade: de que serve se gabar de títulos de excelência acadêmica num país  cujo primeiro mandatário costuma desprezar?</p>
<p>Lina rima com Marina, que, demitida por pressão de Dilma  do Ministério do Meio Ambiente, passou a povoar os pesadelos de Lula e de sua  candidata desde que admitiu a possibilidade de invadir a praia eleitoral com um  slogan tomado emprestado do ex-chefe: &#8220;Chegou a hora de uma mulher presidir o  Brasil.&#8221; Por enquanto, Marina tem 3% na primeira pesquisa em que figurou, a do  Datafolha, divulgada no último domingo. Mas, na certa, não terá sido essa  insignificância que fez José Dirceu pregar a cassação de seu mandato, que,  segundo ele, não pertence a ela, mas ao PT, que a elegeu.</p>
<p>Ora, direis, o ex-chefe da  Casa Civil de Lula está certo, como está este na questão do ônus da prova. Mas  se enganam por igual motivo. Com uma agravante: se Marina Silva for cassada por  se candidatar à Presidência, será o primeiro parlamentar brasileiro a ser punido  por diferir de seus pares, ou seja, por ser o único membro do Senado capaz de  pedir a renúncia de Sarney sem temer ser fuzilado pelos olhos de Collor ou pelas  ameaças de Renan Calheiros. Aliás, Lina e Marina também rimam com Catilina,  nesta quadra tão lembrado entre nós. Mas não são elas que têm abusado de nossa  paciência ultimamente. Ou são?</p>
<p></span></span></strong><strong>José Nêumanne, jornalista e escritor, é editorialista do  Jornal da Tarde </strong><strong>/  Fonte: (TERNUMA)</strong></p>
</div>
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		<title>(CRISE EM HONDURAS) Honduras aplica lei de reciprocidade contra Argentina, e afasta diplomatas argentinos do país.</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 23:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TEGUCIGALPA (Reuters) &#8211; O governo &#8216;de facto&#8217; de Honduras tirou nesta terça-feira as atribuições de diplomatas argentinos no país, em represália à decisão de Buenos Aires de afastar a embaixadora hondurenha por respaldar o golpe de Estado que destituiu Manuel Zelaya.
 
A Argentina é um dos países que condenaram o golpe de Estado e desconhece o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/08/images-roberto.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1307" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/08/images-roberto.jpg" alt="" width="113" height="141" /></a>TEGUCIGALPA (Reuters) &#8211; O governo &#8216;de facto&#8217; de Honduras tirou nesta terça-feira as atribuições de diplomatas argentinos no país, em represália à decisão de Buenos Aires de afastar a embaixadora hondurenha por respaldar o golpe de Estado que destituiu Manuel Zelaya.</strong></p>
<p> </p>
<p>A Argentina é um dos países que condenaram o golpe de Estado e desconhece o governo &#8216;de facto&#8217; liderado por Roberto Micheletti, instalado após a destituição do presidente Zelaya.</p>
<p> </p>
<p>A chancelaria interina de Honduras afirmou em comunicado que os diplomatas da embaixada argentina em Tegucigalpa &#8220;encerraram suas funções em Honduras&#8221; e que eles receberão, &#8220;com base no princípio de reciprocidade, tratamento, prazos e facilidades iguais aos concedidos aos funcionários hondurenhos na Argentina&#8221;.                                                                                                O governo de Cristina Kirchner havia afastado em 13 de agosto a embaixadora de Honduras no país, Eleonora Ortez Williams, a pedido expresso de Zelaya.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>(IRÃ) Toma posse para segundo mandato no Irã, o presidente reeleito Ahmadinejad</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 10:17:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Teerã:  O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, tomou posse para seu segundo mandato, nesta quarta-feira.                                                                                                               Policiais foram enviados ao Parlamento para garantir a segurança do evento. 
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, endossou formalmente Ahmadinejad como vencedor da eleição presidencial, realizada no último dia 12 de junho, na segunda-feira. 
A vitória de Ahmadinejad [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Teerã:  O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, tomou posse para seu segundo mandato, nesta quarta-feira.                                                                                                               </strong><span><!-- v --><strong>Policiais foram enviados ao Parlamento para garantir a segurança do evento.</strong> <a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/08/090614161646_ahmadcomicio300.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1277" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/08/090614161646_ahmadcomicio300.jpg" alt="" width="226" height="300" /></a></span></p>
<p><span><!-- v -->O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, endossou formalmente Ahmadinejad como vencedor da eleição presidencial, realizada no último dia 12 de junho, na segunda-feira. </span></p>
<p><span><!-- v -->A vitória de Ahmadinejad desencadeou as maiores manifestações públicas no Irã desde a </span><span><!-- v -->revolução de 1979, que levou ao poder o atual regime islâmico. </span></p>
<p><span><!-- v -->Pelo menos 30 pessoas morreram e centenas foram presas.</span></p>
<p><span><!-- v -->Grupos da oposição seguem falando em fraude na votação e acreditam que o número de mortos e prisioneiros seja maior.</span></p>
<p><span><!-- v --><strong>Governo</strong></span></p>
<p><span><!-- v -->Depois da posse, Ahmadinejad terá duas semanas para formar um governo, que deverá ser aprovado pelo Parlamento. </span></p>
<p><span><!-- v -->Segundo o correspondente da BBC em Teerã Jon Leyne, o presidente encontrará dificuldades em formar um governo de credibilidade, já que recentemente ele se envolveu em disputas com políticos conservadores que costumavam ser seus aliados. </span></p>
<p><span><!-- v -->Líderes de diversos países que criticaram as eleições presidenciais, como Alemanha, França, Grã-Bretanha e Estados Unidos, já afirmaram que não enviarão cartas para parabenizar Ahmadinejad pela posse. </span></p>
<p><span><!-- v -->“Não tenho nenhuma razão para acreditar que enviaremos alguma correspondência”, disse o porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs. </span></p>
<p><span><!-- v -->Mais de cem oposicionistas, entre eles figuras importantes de antigos governos reformistas, foram julgados no sábado por acusações como vandalismo, tumulto e conspiração nos protestos que seguiram a reeleição </span><span><!-- v -->de Ahmadinejad. </span></p>
<p><span><!-- v -->A imprensa estrangeira, incluindo a BBC, tem acesso restrito à cobertura dos acontecimentos no Irã.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>(CRISE NO IRÃ)  140 oposicionistas detidos após eleições, foram libertados no Irã</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 18:30:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[CRISE MUNDIAL]]></category>
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		<category><![CDATA[CRISE NUCLEAR]]></category>
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		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
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		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>
		<category><![CDATA[VIOLÊNCIA URBANA]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de 140 iranianos detidos durante os protestos contra os resultados das eleições presidenciais de junho, que resultaram na reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, foram libertados nesta terça-feira da prisão de Evin, a principal da capital, Teerã.
A decisão foi anunciada após a visita de uma comissão parlamentar ao centro de detenção.
Segundo as autoridades do país, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/07/090728171127_protest226.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1271" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/07/090728171127_protest226.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a>Cerca de 140 iranianos detidos durante os protestos contra os resultados das eleições presidenciais de junho, que resultaram na reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, foram libertados nesta terça-feira da prisão de Evin, a principal da capital, Teerã.</strong></p>
<p><span><!-- v -->A decisão foi anunciada após a visita de uma comissão parlamentar ao centro de detenção.</span></p>
<p><span><!-- v -->Segundo as autoridades do país, cerca de outros 200 detidos, acusados de crimes mais sérios, continuam presos em Evin.</span></p>
<p><span><!-- v -->&#8220;Os que foram libertados cometeram crimes mais leves&#8221;, afirmou o porta-voz do Comitê Parlamentar para Segurança Nacional e Política Exterior, Kazem Jalali.</span></p>
<p><span><!-- v -->O porta-voz acrescentou que nenhuma figura política conhecida está entre os beneficiados.</span></p>
<p>Jalali disse que 150 pessoas que ainda estão presas são suspeitas de portarem armas e bombas e de vandalizarem propriedade pública durante o protesto, segundo agência de notícias iraniana semi-oficial Fars.</p>
<p>Outros 50 prisioneiros foram descritos por autoridades do Judiciário como &#8220;agentes de agitação e alguns deles eram membros de grupos antirrevolucionários&#8221;, disse Jalali à Fars. Estes 200 casos ainda estão sendo investigados.</p>
<p>Os que apoiam os manifestantes afirmam, no entanto, que o número verdadeiro de pessoas detidas desde as eleições presidenciais de 12 de junho é bem mais alto, possivelmente ainda milhares.</p>
<p><span><!-- v --></span><strong><span><!-- v -->Mortos</span></strong></p>
<p><span><!-- v -->As autoridades iranianas também revisaram nesta terça-feira o número de mortos durante os protestos, que passou de 20 para 30 pessoas.</span></p>
<p><span><!-- v -->Mas, os partidários da oposição também questionam este número e afirmam que o número de mortos durante os protestos está mais próximo de 100 pessoas.</span></p>
<div class="module ">
<div class="image img-w226"><img src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2009/07/28/090728171143_suporters226.jpg" alt="Partidários de Mir Hossein Mousavi durante manifestação" width="226" height="170" /></p>
<p class="caption">Mousavi queria que seus partidários se reunissem para homenagear mortos em protestos</p>
</div>
</div>
<p><span><!-- v -->A agência de notícias Fars também informou que os candidatos de oposição à presidência do Irã, Mir Hossein Mousavi e Mehdi Karroubi, pediram permissão para realizar uma manifestação em homenagem aos mortos nos protestos na quinta-feira, mas a permissão foi negada pelo Ministério do Interior.</span></p>
<p><span><!-- v --><strong>Khamenei</strong></span></p>
<p><span><!-- v -->Ex-prisioneiros políticos, como jornalistas e blogueiros, reclamam de desrespeito aos direitos humanos na prisão de Evin. Há denúncias de casos de confinamento solitário e uso de táticas brutais de interrogatório e até mesmo tortura.</span></p>
<p><span><!-- v -->Nos últimos dias a oposição iraniana denunciou novas mortes de manifestantes na prisão quase todos os dias.</span></p>
<p><span><!-- v -->Um dos mortos foi o filho de Abdulhossein Rouhalamini, que é assistente próximo de um dos candidatos de oposição nas últimas eleições presidenciais, Mohsen Rezai.</span></p>
<p><span><!-- v -->A libertação dos detidos em Evin ocorreu num momento em que o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, ordenou o fechamento de outro centro de detenção de Teerã no qual manifestantes oposicionistas eram mantidos.</span></p>
<p><span><!-- v -->A decisão teria sido tomada devido ao fato de os administradores do local, o centro de Kahrizak, não terem preservado os direitos dos detidos.</span></p>
<p><span><!-- v -->O líder do judiciário do Irã ordenou a revisão de todos os casos dos que estão mantidos na prisão desde as eleições no país, e o Comitê Parlamentar para Segurança Nacional e Política Exterior investiga as detenções.</span></p>
<p><span><!-- v -->Ainda não está claro se os detentos do centro foram libertados ou transferidos para outro centro.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>(ARTIGOS) O Bolsa-Cachorro Da Petrobrás</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 00:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[POLITICA]]></category>
		<category><![CDATA[SUCESSÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Villas Boas Corrêa
Não poderia ter acontecido em pior hora, em cima da CPI da Petrobrás, a estranha denúncia do desvio de milhões da maior empresa do país, através de tortuosos caminhos, para um canil que agasalha no momento, 60 vira-latas. O enredo além de inédito na crônica da rapinagem com o dinheiro público, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #ff0000"><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/07/imagem20019.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1262" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/07/imagem20019.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a>Por Villas Boas Corrêa</span><br />
Não poderia ter acontecido em pior hora, em cima da CPI da Petrobrás, a estranha denúncia do desvio de milhões da maior empresa do país, através de tortuosos caminhos, para um canil que agasalha no momento, 60 vira-latas. O enredo além de inédito na crônica da rapinagem com o dinheiro público, é um primor de impostura. A Sibemol Promoções e Eventos é especializada em rodeios, marionetes, espetáculos de danças e atividades de sonorização. Com tais prendas, conseguiu comover a Petrobrás no seu desvelo pelos bichos para abiscoitar R$ 120 mil para realizar o projeto Quilombos Cariocas. Um pequeno engano no endereço botou tudo a perder: no endereço declarado à Receita Federal funciona o canil com o modesto total de 60 cães.</strong></p>
<p class="averdade">Daí em diante os fios se embaralham numa teia de suspeitas manobras para avançar no cofre da Petrobrás, onde também é guardado o dinheiro da Viúva. A próspera empresa tem como sócio Raphael de Almeida Brandão, também dono da R.A. Brandão e da Guanumbi Promoções e Eventos que não foram encontradas nos endereços declarados à Receita. Enganos de endereços são cometidos com freqüência por pessoas de memória fraca. Mas, segundo apurou a revista “Veja”, as empresas do Raphael Brandão e sócios que preferem preservar o anonimato, receberam, em 2008, da Petrobrás, R$ 8,2 milhões, o que é muito para alimentar os 60 cachorros do canil da Sibemol.</p>
<p class="averdade">Sócios se confraternizam nas parcerias das empresas do criativo grupo. Raphael é sócio minoritário da Sibemol, que divide com o mano Luiz Felipe de Almeida Brandão. Apanágio da família, Raphael divide com a mamãe, Telma de Almeida Brandão, a Guanumbi. Todas têm endereço declarado em Jacarepaguá. E, mais uma surpresa: na casa está funcionando o canil, freguês da Petrobrás, que abriga também 200 gatos. O tratador dos animais é um abnegado, de tal modéstia que não quis revelar o nome. Não explora o negócio nem recebe nada dos donos do terreno. Os vizinhos informam que a casa pertence a uma senhora conhecida pelo sonoro nome de Telma, mãe de Raphael.</p>
<p class="averdade">As discretas firmas Sibemol e Guanumbi, além de omitir os endereços, oferecem aos fregueses também anônimos uma variedade de serviços surpreendentes, como a ajuda ao desenvolvimento do Museu de Astronomia e Ciências Afins, no Rio; ao depósito naval em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, tudo com a modesta quanta de R$ 45.528, em 2008.<br />
A Guanumbi recebeu R$ 395,4 mil para tocar projetos do governo, do Programa Nacional de Atividades Nucleares a planos de saúde. Além da Petrobrás, a Guanumbi tem acesso aos cofres dos ministérios da Defesa, da Cultura e da Ciência a Tecnologia. A Petrobrás informa que uma comissão interna está avaliando os contratos para “apurar eventuais irregularidades”. E que não houve contratos, mas pagamentos por serviços prestados – o que não esclarece coisa nenhum.<br />
Eu nunca pensei que hospedar cachorros fosse tão bom negócio</p>
]]></content:encoded>
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		<title>(OPINIÃO) Crise em Honduras</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 14:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[America central & Caribe]]></category>
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		<category><![CDATA[CRISE EM HONDURAS]]></category>
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		<category><![CDATA[SUCESSÃO]]></category>
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		<description><![CDATA[(NOTA OFICIAL)  &#8220;HONDURAS &#8211; PELA LEGALIDADE&#8221;
 
O Partido Federalista, na defesa inarredável do Estado de Direito, das Liberdades e da Democracia, tendo em vista os acontecimentos em Honduras e seus reflexos nos demais países da América Ibérica, incluindo o Brasil, vem de público, se manifestar, com vistas a esclarecer o tema e se posicionar:
 
1.         Esclarecemos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000"><strong><span style="color: #008000"><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/07/7bb7e6d63b-b4ff-4a84-9f49-c3be6304c2a27d_golpe208c.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1259" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/07/7bb7e6d63b-b4ff-4a84-9f49-c3be6304c2a27d_golpe208c.jpg" alt="" width="450" height="271" /></a>(NOTA OFICIAL)</span>  &#8220;HONDURAS &#8211; PELA LEGALIDADE&#8221;</strong></span><br />
 <br />
<strong>O Partido Federalista, na defesa inarredável do Estado de Direito, das Liberdades e da Democracia, tendo em vista os acontecimentos em Honduras e seus reflexos nos demais países da América Ibérica, incluindo o Brasil, vem de público, se manifestar, com vistas a esclarecer o tema e se posicionar:</strong><br />
 <br />
1.         Esclarecemos que todo o processo de deposição da Presidência da Republica daquele país, transcorreu dentro da plena legalidade constitucional, com 123 votos a favor dos 128 do Congresso, em obediência aos artigos 4º, 239º e 374º da Constituição. O Sr. Zelaya foi deposto e expulso de Honduras como traidor, pois queria impor um plebiscito para prorrogação do seu próprio mandato. O governo interino é civil, não houve golpe e sim, evitou-se um golpe. <br />
 <a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/07/images-1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1260" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/07/images-1.jpg" alt="" width="127" height="85" /></a><br />
2.         Protestamos veementemente contra a linha adotada pela diplomacia brasileira que condena o ato legitimo promovido pelas autoridades do Poder Judiciário e Legislativo daquele país, pois se trata de interferência indevida de uma nação em assuntos internos de outra. Porque o Governo Brasileiro não se manifesta contra Hugo Chávez que tiraniza seu próprio Povo e viola os princípios da democracia e liberdade, incitando até mesmo uma guerra civil? Porque não se manifesta contra os ditadores cubanos e agora, equatorianos? Porque não se manifesta contra tantas iniqüidades existentes em outras países como o Irã?<br />
 <br />
3.         O protesto que fazemos nesse sentido busca chamar a atenção da Sociedade Brasileira para que obtenha, por outros meios possíveis, informações sobre Honduras e sua situação real, tomando conhecimento, por exemplo, da defesa pela legalidade que o Povo daquele país faz, saindo às ruas em apoio ao governo interino.<br />
 <br />
4.         Conclamamos para que o Povo Brasileiro dê total apoio ao Povo de Honduras, na defesa da Constituição, que esteve sob risco de ser violada pelo presidente deposto, concedendo força moral para que aquela brava nação resista ao assédio do Sr. Zelaya, com apoio direto de Chávez e de mandatários da América Ibérica e até, infelizmente, da América do Norte – a bravura deste Povo é uma inspiração para todos os povos que desejam manter sua liberdade: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Rze7UpC4pwQ&amp;feature=player_embedded">http://www.youtube.com/watch?v=Rze7UpC4pwQ&amp;feature=player_embedded</a><br />
 <br />
5.         Preocupamo-nos com o fato de tais mandatários, incluindo o mandatário brasileiro, de defenderem a ilegalidade que seria cometida pelo presidente deposto, provado que está até mesmo fraudes descobertas por organismos não alinhados com a farsa que se montou para colocar Honduras no rumo do atraso proposto por Chávez e demais mandatários.<br />
 <br />
6.         Causa-nos enorme decepção também com muitos jornalistas brasileiros e europeus, que não tomaram conhecimento efetivo do que se passou em Honduras, assumindo posição favorável ao retorno daquele que se propôs a ser mais um tirano latino-americano, chegando ao cúmulo de descumprir seu próprio decálogo, o verdadeiro papel da Imprensa, que é da busca incessante da Verdade e sua respectiva divulgação ao público. Como dissemos, nossa decepção se amplia mais ainda, quando observamos membros da Imprensa e da Grande Mídia, esconderem o que se passa do lado da população hondurenha, que luta contra o retorno do proto-tiranete. Isso não é jornalismo, é propaganda ideológica da pior espécie, pois esconder a verdade é seguir os caminhos previstos por George Orwell, sem saber que estão depondo contra sua própria liberdade.<br />
 <br />
7.         Não ficaremos omissos diante da tentativa de se criar precedentes estrangeiros para justificar atos parecidos no Brasil, especialmente com a provocada banalização da moral e da ética, nos escândalos diários do Congresso, como aparente medida para desqualificá-lo de vez.  A Liberdade exige eterna vigilância.<br />
 <br />
 <br />
Brasília, DF, 22 de julho de 2009.<br />
 <br />
 <br />
Partido Federalista<br />
Thomas Korontai<br />
Presidente<br />
<a href="http://www.federalista.org.br">www.federalista.org.br</a>                 </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>(CRISE EM HONDURAS) Ordem de captura de Mel Zelaya</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 00:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[America central & Caribe]]></category>
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		<description><![CDATA[

O incansável comentarista político Heitor de Paola publica, traduzida para o português, a representação penal formulada pelo Procurador Geral da República de Honduras, Luis Alberto Rubi.
 



Para quem ainda tem alguma sincera dúvida sobre a legitimidade e a legalidade da atuação das heróicas instituições hondurenhas (que exemplo ao mundo!), leia este contundente documento e extraia as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span class="Apple-style-span" style="color: #000000;font-family: 'Times New Roman'"></span></div>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: #000000;font-family: 'Times New Roman'"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;font-family: arial"></p>
<div><span style="font-family: georgia"><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/07/090628115357_zelaya226x170dentro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1242" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/07/090628115357_zelaya226x170dentro.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a>O incansável comentarista político Heitor de Paola publica, traduzida para o português, a representação penal formulada pelo Procurador Geral da República de Honduras, Luis Alberto Rubi.</strong></span></div>
<p> </p>
<div><span style="color: #000000;font-family: 'Times New Roman'"></span></div>
<p><span style="color: #000000;font-family: 'Times New Roman'"><span style="font-family: arial"></p>
<div><span style="font-family: georgia"></p>
<div><strong>Para quem ainda tem alguma sincera dúvida sobre a legitimidade e a legalidade da atuação das heróicas instituições hondurenhas (que exemplo ao mundo!), leia este contundente documento e extraia as conclusões por si próprio.</strong><span class="Apple-style-span" style="color: #000000;font-family: 'times new roman'"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;font-family: Verdana;text-align: justify"></p>
<p class="MsoNormal"><span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small"><span style="color: #ff0000"><strong>Honorável Corte de Justiça</strong></span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"><strong> </strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">Eu,<span class="Apple-converted-space"> </span>LUIS ALBERTO RUBI, hondurenho, maior de idade, casado, com domicílio legal na capital da República, profissão advogado, com Registro Profissional Nº 1067, eleito mediante Decreto 23-2009, de oito de fevereiro de dois mil e nove, para ocupar o cargo de Procurador Geral da República, prerrogativa com a qual hoje atuo, em representação dos mais elevados e interesses gerais da Sociedade Hondurenha, compareço apresentando ante vós, honorável Corte Suprema de Justiça, requerimento fiscal contra o cidadão<span class="Apple-converted-space"> </span>JOSE MANUEL ZELAYA ROSALES <span style="color: #ff0000"><strong>(fóto)</strong></span>, acusado como responsável, a título de autor dos delitos<span class="Apple-converted-space"> </span>CONTRA A FORMA DE GOVERNO, TRAIÇÃO À PÁTRIA, ABUSO DE AUTORIDADE E USURPAÇÃO DE FUNÇÕES,<span class="Apple-converted-space"> </span>em prejuízo<span class="Apple-converted-space"> </span>DA ADMINISTRAÇÃO<span class="Apple-converted-space"> </span>PÚBLICA E O ESTADO DE HONDURAS.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">DADOS DO IMPUTADO</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">O acusado responde pelo nome de<span class="Apple-converted-space"> </span>JOSE MANUEL ZELAYA ROSALES, maior de idade, carteira de identidade número 1501-1951-00473, que tem a qualificação de Presidente Constitucional da República.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">ANTECEDENTES</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">Em 24 de março, o presidente deposto emitiu em cadeia pela televisão o decreto executivo PMC-05-2009, no qual ordenava realizar uma ampla consulta popular, em todo o território nacional, para que os cidadãos hondurenhos pudessem expressar livremente o seu consentimento ou não com a convocação para uma Assembléia Constituinte, destinada a impor e provar uma nova constituição política, cabendo ao INE (Instituto Nacional de Estatística), que segundo o decreto emitido, deveria determinar datas, mais tardar, no último domingo de junho. A pergunta da consulta popular era:<span class="Apple-converted-space"> </span><em>“Você está de acordo que nas eleições gerais de 2009, se instale uma quarta urna para decidir a convocação de uma Assembléia Constituinte, que aprove uma nova Constituição Política?”</em><span> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Em razão disto, o Ministério Público, atuando como garante a Constituição da República, em 8 de maio de 2009, apresentou ante o Juizado de Letras do Contencioso Administrativo, Demanda Ordinária para que se declarasse a ilegalidade e nulidade do ato administrativo emitido pelo Poder Executivo, considerado ilegal, sendo solicitada a suspensão do ato impugnado por ser contra o estado de Honduras, admitida sob a ordem de ingresso nº 51-2009.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">FATOS</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">Primeiro –<span class="Apple-converted-space"> </span>Em 23 de março de 2009, o cidadão presidente da República, aprovou no Conselho de Ministros o decreto PCM-05-2009, e em cadeia televisiva e de rádio ordenou a realização de uma consulta popular, para que no domingo, 28 de junho, a população comparecesse às urnas para votar sim ou não à seguinte pergunta –<span class="Apple-converted-space"> </span><em>“Você está de acordo que nas eleições gerais de 2009, se instale uma quarta urna para decidir a convocação de uma Assembléia Constituinte, que aprove uma nova Constituição Política?”<span class="Apple-converted-space"> </span>–<span class="Apple-converted-space"> </span></em><span> </span>encarregando, como já mencionado, o INE (Instituto Nacional de Estatística).</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">Segundo –<span class="Apple-converted-space"> </span>Que o Juizado de Letras da Jurisdição do Contencioso Administrativo na questão incidental de suspensão do ato impugnado na referida demanda emitiu sentença interlocutória com data de 27 de maio do presente ano, ordenando a suspensão do Procedimento de Consulta, aos cidadãos por parte do Poder executivo, através do Presidente Constitucional da República ou qualquer das instituições que compõem a estrutura. A solicitação do Ministério Público, o Julgado em 29 de maio do ano em curso, elucidou a sentença na seguinte forma:<em>”Que os efeitos da suspensão ordenada do ato tácito de caráter geral que contém o decreto executivo Nº PCM-05-2009, com data de 23 de março de 2009 inclui qualquer outro ato administrativo de caráter geral ou particular, que se haja emitido ou se emita, expresso ou tácito, por sua publicação ou falta de publicação no Diário Oficial A Gazeta, que implique ao mesmo fim do ato administrativo de caráter geral que tenha sido suspenso, assim como qualquer mudança de denominação no procedimento de consulta ou interrogatório que implique evadir o cumprimento da Sentença Interlocutória que se aclara”.</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><em><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">Terceiro –<span class="Apple-converted-space"> </span>Na quinta-feira, 26 de maio do ano em curso, o cidadão presidente da República, no Conselho de Ministros, emitiu um novo Decreto Executivo de Nº PCM-19-2009, tendo-se conhecimento que o mesmo foi publicado no Diário Oficial A Gazeta, hoje, 25 de junho do presente ano, mediante o qual:</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Ordena que se torne sem valor e efeito o Decreto PCM-05-2009, que ordenava uma consulta popular.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">Ordena que se realize de conformidade com a Lei uma pesquisa nacional de opinião, que se levara<span> <span class="Apple-converted-space"> </span></span>a cabo no domingo, 20 de junho do ano em curso, e apresentara a seguinte pergunta:<span class="Apple-converted-space"> </span>“Você está de acordo que nas eleições gerais de 2009 se instale uma quarta urna, na qual o povo decida a convocação a uma Assembléia Nacional Constituinte? Sim___Não____”</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Instrui a todas as dependências e órgãos da Administração pública, Secretarias de Estado, Instituições Descentralizadas e Desconcentradas, para que se incorporem e executem ativamente, todas as áreas que sejam designadas para a realização do projeto denominado “Pesquisa de Opinião Pública convocatória a Assembléia Nacional Constituinte”, que segundo o referido Decreto constitui uma atividade oficial do Governo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">Quarto<span class="Apple-converted-space"> </span>– Não dia 29 de maio de 2009, o cidadão Presidente da república, em cadeia nacional, informou ao povo Hondurenho, através do então Secretário de Estado, no Despacho da Defesa Nacional,<span class="Apple-converted-space"> </span>DR. EDMUNDO ORELLANA MERCADO, o seguinte: que o Presidente constitucional mediante Conselho de Ministros, aprovou o acordo executivo Nº 027-2009, no qual se ordena se realize uma pesquisa nacional de opinião, sob a responsabilidade do Instituto Nacional de Estatística (INE), assim mesmo, de conformidade com o acordo aprovado pelo Presidente da República, ordena às Forças Armadas que se apóie com seus meios logísticos e demais recursos necessários ao Instituto Nacional de Estatística (INE), estabelecendo que dito acordo executivo entrasse em vigor a partir da sua data (29/05/09).</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">Quinto<span class="Apple-converted-space"> </span>– Que a efeito de dar estrito cumprimento à Sentença Interlocutória antes referida, com data de 03 de junho do ano em curso, o Juizado de Letras da Jurisdição do Contencioso Administrativo lavrou uma primeira comunicação judicial com as inserções de estilo ao Presidente da República, através do Secretário de Estado no Despacho da Presidência, para que adote as medidas que procedam e pratique o exigido em cumprimento da sentença interlocutória ditada.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">Sexto<span class="Apple-converted-space"> </span>– Neste mesmo sentido, o mencionado Tribunal, em data de 18 de junho de 2009, lavrou uma segunda comunicação ao Presidente da República, por meio do Secretário de Estado no Despacho da Presidência, para que se abstivesse de realizar atos de caráter particular ou geral, tendentes à elaboração de um procedimento de consulta ou interrogatório, que implicara evadir o cumprimento da sentença interlocutória ditada em 27 de maio e sua respectiva aclaração, de 29 de maio, ambas do presente ano.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">Sétimo<span class="Apple-converted-space"> </span>– Da mesma forma, a Judicatura de 18 de junho do ano em curso, lavrou uma terceira comunicação judicial ao Presidente da República, através da Secretaria Geral do Despacho Presidencial, a fim de que dentro do prazo de cinco (5) dias, informara ao órgão jurisdicional que medidas havia adotado para dar cumprimento à sentença interlocutória e seu respectivo esclarecimento, sem que até a data tenha dado resposta à petição.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">Oitavo<span class="Apple-converted-space"> </span>– No dia de hoje, quinta-feira, 25 de junho do presente ano, entre os funcionários do Poder Executivo, depois de haver realizado um pronunciamento público nas instalações do Palácio do Governo, e que foi de conhecimento geral através de diferentes meios de comunicação, anunciou que ele teria que realizar uma missão, pedindo às pessoas que se encontravam reunidas no lugar que o acompanhassem, e a seguir se deslocou às instalações da base aérea “Hernán Acosta Mejia”, local de onde levou 814 caixas que continham o material que seria utilizado para realizar a pesquuisa de opinião, que se realizaria em nível nacional no domingo, 28 de junho de 2009.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">Qualificação Jurídica<span> </span></span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Que as ações antes descritas se configuram nas seguintes tipificações penais:</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">1.A afronta penal do<span class="Apple-converted-space"> </span>Delito contra a Forma de Governo, tipificada no Artigo 328, Nº 3, que estabelece:<span class="Apple-converted-space"> </span>“Delinqüem contra a forma de Governo e serão sancionados com reclusão de seis (6) a doze (12) anos, aqueles que executarem atos diretamente destinados a obter pela força, ou fora das vias legais, alguns dos seguintes fins: 1&#8230;, 2&#8230;, 3. Despojar em todo ou em parte o Congresso Nacional, o Poder Executivo ou a Suprema Corte de Justiça, das prerrogativas e faculdades que a Constituição lhes atribui”.<span class="Apple-converted-space"> </span>Em vista do que é correto, o Governo deve sustentar-se no princípio da democracia participativa, da qual se derive a integração nacional, que implica na participação de todos os setores políticos na administração e fazer funcionar a democracia participativa, se instituem como mecanismos únicos de consulta aos cidadãos o referendum e o plebiscito, sendo o Congresso Nacional quem deverá dar a conhecer os mesmos e discutir petições se as aprovara com o voto afirmativo com dois terços da totalidade de seus membros, aprovara um decreto que determinara os extremos da consulta, ordenando ao Supremo Tribunal Eleitoral a convocatória da cidadania para o Referendum e Plebiscito, tal e como estabelece o Artigo 5 da Constituição da República.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">O Artigo citado anteriormente assinala que só o Supremo Tribunal Eleitoral é a única instituição legitimada para convocar, organizar e dirigir as consultas aos cidadãos, e<span> não o Poder Executivo</span>.<span class="Apple-converted-space"> </span>Da mesma, é o Congresso Nacional o Poder do Estado, competente para dar a conhecer e discutir petições de realização de um<span> <span class="Apple-converted-space"> </span></span>plebiscito ou referendo, e se as aprovará com o voto afirmativo com dois terços da totalidade dos seus membros,<span> é o Poder Legislativo a instância legítima<span class="Apple-converted-space"> </span></span>para aprovar um decreto determinando os extremos da consulta e ordenar ao Supremo Tribunal Eleitoral, a convocação aos cidadãos<sup>1</sup>. Ao ser este tipo de penalidade um delito de perigo abstrato e de mera atividade<sup>2</sup>, só a realização de atos encaminhados fora das vias legais a quaisquer dos fins, trazem como conseqüência a configuração do ilícito penal enunciado. A publicidade difundida através dos diferentes meios de comunicação, promovendo a convocação para a consulta popular ou pesquisa de opinião popular, são atuações que atentam contra a norma penal substantiva, lesionando a Segurança Interna do Estado como bem jurídico, objeto de proteção, ao constituir um ato encaminhado fora das vias legais tendentes a despojar em parte as prerrogativas que a Constituição atribui ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Eleitoral, em virtude de que na data de 23 de março do presente ano, o imputado aprovou no Conselho de Ministros o Decreto PCM-05-2009, descrito no primeiro feito do presente requerimento fiscal. Mesmo assim, nas datas de 26 e 29 de maio deste mesmo ano, emitiu os decretos, sempre através do Conselho de Ministros, números PCM-019-2009 e 027-2009, respectivamente, decretos que obram nos feitos terceiro e quarto deste requerimento fiscal. A ação realizada pelo senhorZELAYA ROSALES,<span class="Apple-converted-space"> </span>infringiu as normas constitucionais e penais, lesando a Segurança Interna do Estado de Honduras.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">2.O delito de<span class="Apple-converted-space"> </span>TRAIÇÃO À PÁTRIA, tipificado na Constituição da República, nos Artigos seguintes que rezam: Art.2 – “A soberania corresponde ao povo da qual emanam todos os Poderes do Estado que se exercem por representação. A suplantação da Soberania popular e a usurpação dos poderes constituídos”. – Relacionado-o com o Artigo 4: “A forma de Governo é democrática, Republicana e representativa, se exerce pelos Três Poderes – Legislativo, Executivo e Judiciário, complemetários e independentes<span> <span class="Apple-converted-space"> </span></span>e sem relação de subordinação”. Da mesma forma o Artigo 5, Parágrafo 7: “Não serão objetos de Referendum ou Plebiscito os projetos orientados a reformar os Artigos 374 da Constituição”. Em relação com o Artigo 373, que diz “A reforma da Constituição poderá ser decretada pelo Congresso Nacional em sessões ordinárias, com dois terços de votos da totalidade de seus membros&#8230;”. De igual maneira o Artigo 374: “Não se poderá reformar em nenhum caso o Artigo 373, 374, os Artigos constitucionais que se referem à forma de Governo, ao território nacional, ao período presidencial, à proibição de ser novamente Presidente da República&#8230;”. Em relação ao Artigo 375, que diz: “Esta Constituição não perde sua vigência, nem deixa de cumprir-se por ato de força ou quando for derrogada ou modificada por qualquer outro meio e procedimento distinto do que ela mesma dispõe&#8230;”. Da mesma forma o Código Penal vigente<span class="Apple-converted-space"> </span>em seu Artigo<span class="Apple-converted-space"> </span>310-A: “Os delitos de traição à Pátria tipificados no Artigo 2 da Constituição serão sancionados com quinze (15) a vinte (20) anos” de igual maneira o Artigo 311 do mesmo corpo da Lei, que diz: “A tentativa de quaisquer delitos compreendidos no Artigp 310-A, será castigado como se fosse delito consumado&#8230;”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">1.Ver Artigo 5 da Constituição da República</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">2.Os delitos de mera atividade se seguem definindo como delitos carentes de resultado, seriam delitos sem afeição ao bem jurídico, através do resultado, e portanto sustentados<span> <span class="Apple-converted-space"> </span></span>exclusivamente no desvalor da ação.</span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">O delito de traição à Pátria afeta as bases constitucionais da unidade do Estado como uma Instituição política, ações que se consumam através de atos encaminhados fora das vias legais despojando em parte as prerrogativas atribuídas aos Poderes legalmente constituídos, no caso concreto o Cidadão Presidente da república,<span class="Apple-converted-space"> </span>JOSE MANUEL ZELAYA, suplantou a soberania popular, a qual se exerce neste país por representação em conformidade ao que estabelece a norma constitucional, e dessa soberania emanam todos os Poderes do Estado, assim mesmo, arrogando-se faculdades que nunca teve em virtude de que as mesmas são de competência do Congresso Nacional, em virtude de que através da emissão de três decretos executivos convocou os cidadãos hondurenhos a participar de uma pesquisa de opinião popular, com o objetivo de fazer a seguinte pergunta:<span class="Apple-converted-space"> </span>“Você está de acordo que nas eleições gerais de 2009 se instale uma quarta urna, na qual o povo decida convocar uma Assembléia Nacional Constituinte? Sim____ Não____”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Neste sentido, o fato de convocar uma Assembléia Nacional Constituinte evidencia que com a mesma se pretende derrogar a atual Constituição, ação constitutiva de delito que nos ocupa em atenção ao disposto nos<span class="Apple-converted-space"> </span>Artigos 373,<span class="Apple-converted-space"> </span>374<span class="Apple-converted-space"> </span>e<span class="Apple-converted-space"> </span>375<span class="Apple-converted-space"> </span>da nossa Constituição, não perde sua vigência e nem deixa de se cumprir, e não pode ser objeto de nenhuma modificação, senão por qualquer outro meio e procedimento distintos dos quais ela mesma disponha: em conseqüência, sob nenhuma circunstância se poderá ditar e aprovar uma nova constituição, porque esta traia consigo a reforma de artigos pétreos, que não poderão<span> <span class="Apple-converted-space"> </span></span>ser reformados em nenhuma caso.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Do exposto anteriormente fica evidenciada a conduta contrária ao direito por parte do Cidadão Presidente da República, suplantando o Poder Legislativo ao ter convocado a Cidadania Hondurenha à pesquisa de opinião.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">3.Abuso de Autoridade, regulamentado no Artigo 349, Número 1, do Código Penal, que reza:<span class="Apple-converted-space"> </span>“Será castigado com reclusão de<span class="Apple-converted-space"> </span>3 a<span class="Apple-converted-space"> </span>6 anos , com inabilitação especial pelo dobro do tempo que dure a reclusão, o funcionário ou empregado público que se negue a dar o devido cumprimento a ordens, sentenças, providências, acordos ou decretos ditados por autoridades judiciais ou administrativas dentro dos limites de suas respectivas competências e com as formalidades legais&#8230;”</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Em relação ao fato quinto e sexto, se reúnem os elementos objetivos do tipo penal enunciado, em virtude de quem se negue a dar o devido cumprimento a ordens, sentenças, providências ou resoluções, acordos ou decretos ditados pelas autoridades judiciais ou administrativas dentro dos limites de suas respectivas competências e com as formas legais, incorre no tipo penal descrito em vista de que o Cidadão Presidente da República, em flagrante omissão aos apercebimentos emanados através das comunicações lavradas pelo Juizado do Contencioso Administrativo, que por descumprir as disposições contidas relativas à execução da sentença, será sancionado com o estabelecido no<span class="Apple-converted-space"> </span>Artigo 349,<span class="Apple-converted-space"> </span>do<span class="Apple-converted-space"> </span>Código Penal, apercebimento do qual fez caso omisso, já que com pleno conhecimento e vontade, procedeu a atos contrários à sentença ditada.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">O Cidadão Presidente da República atuou fora do marco de sua própria função, negando-se diretamente, sem razão ou causa justificada, a atuar ou dar cumprimento à disposição emitida por autoridade competente, neste caso o Juizado do Contencioso Administrativo, que na data de 19 de junho, ordenou ao Cidadão Presidente da República, obrigando-o a informar ao Juizado, as medidas que havia adotado para dar estrito cumprimento à sentença interlocutória anteriormente relacionada, comunicação judicial à qual é agora imputado, em franca violação do Artigo 101 da Jurisdição do Contencioso Administrativo, em relação ao Artigo 349, Número 1, do Código Penal ações que foram descritas no fato sétimo do presente requerimento.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">A respeito, e a partir da ótica do Direito Administrativo, o Professor José Roberto Dromi, ao referir-se à executoriedade pode se considerar como uma manifestação especial dos atos administrativos, enquanto estes impõem deveres ou restrições aos administrados, ainda contra a vontade deles, por meio dos órgãos administrativos”.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Por ele, a norma demandada inicia por assinalar que “salvo a norma expressa em contrário, os atos administrativos serão obrigatórios, enquanto não tenham sido anulados ou suspendidos pela jurisdição no Contencioso Administrativo”. Da análise dos efeitos ou eficácia jurídica dos atos administrativos, temos que sim, são executados em virtude da sua obrigatoriedade e força executória, tal ação se mantém no tempo, portanto não sejam suspendidos ou anulados por decisão judicial, em tal medida as autoridades competentes são chamadas a salvaguardar a manutenção da sanção no tempo, ajuizada para o cumprimento da lei.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">A partir desta perspectiva, se constituiriam razões válidas para alguma disposição de negar-se ao cumprimento, razão que seu conteúdo atente ao disposto na Constituição, ou uma sentença judicial declare sua nulidade ou a perda da força executiva.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">O Cidadão Presidente da República deveria dar sinais de entendimento das exigências da ordem pública pré-estabelecida, já que sua alienação ou negação injustificada da ordem implicou em um exercício arbitrário da função pública.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">A negação implica em não agir intencionalmente, não executar, não cumprir o que a lei manda expressamente o funcionário realizar, nos limites de sua autoridade funcional.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Trata-se de uma conduta dolosa, na qual o autor deve ter conhecimento da ilegalidade de sua atuação, e sem dúvida atua com um adicional subjetivo, quer dizer, deve conhecer a ilegalidade da negação e ter vontade de não lhe dar o devido cumprimento.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">No elemento volitivo, o sujeito deve ter vontade de se opor à lei, ordem, resolução, acordo ou decreto, negar-se ao seu cumprimento.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">4.Finalmente, o Cidadão Presidente da República, incorreu na tipificação penal deUsurpação de Funções, conforme o<span class="Apple-converted-space"> </span>Artigo 354<span class="Apple-converted-space"> </span>do<span class="Apple-converted-space"> </span>Código Penal:<span class="Apple-converted-space"> </span>“O funcionário ou empregado público que usurpe funções próprias de outro cargo será penalizado com reclusão de (2) dois a (5) anos de , mais multa de cinco mil (L.5,000.00) a dez mil lempiras e inabilitação especial pelo dobro do tempo que perdure a reclusão.<span class="Apple-converted-space"> </span>Relacionado com<span> <span class="Apple-converted-space"> </span></span>Artigo 15, Números 5 e 8 da Lei Eleitoral e das Organizações Políticas, que assinala:<span class="Apple-converted-space"> </span>“São atribuições do Supremo Tribunal Eleitoral: 1&#8230;, 2&#8230;, 3&#8230;, 4&#8230;, 5. Organizar, dirigir, administrar e vigiar os processos eleitorais e consultas populares 6&#8230;, 7&#8230;, 8. Convocar eleições, referendos e plebiscitos&#8230;”. Da mesma forma, se relaciona com o<span class="Apple-converted-space"> </span>Artigo 5, da<span class="Apple-converted-space"> </span>Carta Magna,em seu parágrafo quinto, que estabelece: “Corresponde unicamente ao Supremo Tribunal Eleitoral, convocar, organizar e dirigir as consultas aos cidadãos assinalados nos parágrafos anteriores”. Pressuposto do tipo sustentado, no fato de que ao emitir três decretos o Cidadão Presidente da República, no que se refere à realização de uma consulta, chamada posteriormente de pesquisa de opinião, na qual o ponto basilar do seu plano era consultar pela mesma, se as pessoas estavam de acordo com a instalação de uma quarta urna nas eleições gerais, para decidir a convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte, que emita uma nova Constituição, deste plano se reúne os elementos normativos do ilícito penal, em virtude de que nosso ordenamento Jurídico, bem como nossa Carta Magna, assinalam que o Supremo tribunal Eleitoral será a única instituição do Estado autorizada para realizar este tipo de consultas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Importante observar na gama de delitos imputados, que o Cidadão Presidente da República transgrediu o princípio de legalidade que se encontra descrito no Artigo 321 da Constituição da República, que estabelece: “Os servidores do Estado não têm competências além daquelas que a Lei lhes confere expressamente&#8230;”, este amparo constitucional tem sua importância, tal como evidencia OLIVA DE SANTOS: “em um Estado<span class="Apple-converted-space"> </span>de Direito, a legalidade e a imparcialidade são notações da atuação de todo órgão público e de todo servidor público”, exercendo arbitrariamente a função pública com desvio e abuso de poder.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">PRECEITOS JURÍDICOS APLICÁVEIS QUE SE IMPUTAM AO DELITO</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">A conduta do imputado<span class="Apple-converted-space"> </span>JOSE MANUEL ZELAYA ROSALES<span class="Apple-converted-space"> </span>se qualifica como delito de<span class="Apple-converted-space"> </span>ABUSO DE AUTORIDADE, USURPAÇÃO DE FUNÇÕES, TRAIÇÃO À PÁTRIA<span class="Apple-converted-space"> </span>, em prejuízo da<span class="Apple-converted-space"> </span>ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E O ESTADO DE HONDURAS, tipificado nos artigos 349, Número 1, 354, 328, Número 3, do Código Penal vigente, relacionado com o Artigo 5, da Constituição da República.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span><span style="font-size: small;font-family: Verdana">           </span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">RELAÇÃO DAS PROVAS QUE FUNDAMENTAM A IMPUTAÇÃO</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">I.- PROVA DOCUMENTAL</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small"><span>          </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">1.Decreto Executivo Nº PCM-005-2009, com data de 23 de março de 2009.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">2.Decreto Executivo Nº PCM-027-2009, com data de 26 de maio do presente ano.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">3.Decreto Executivo Nº PCM-027-2009, com data de 29 de maio do presente ano.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">4.Sentença Circunstancial de 27 de maio de 2009, ditada pelo Juizado de Letras do Contencioso Administrativo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">5.Aclaração da Sentença Circunstancial, de 29 de maio de 2009, emitida pelo Juizado de Letras do Contencioso Administrativo.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">6.Cópia das comunicações judiciais lavradas ao Presidente da República, através do Secretário de Estado no Despacho da Presidência, em 19 de junho de 2009, também consta no despacho da demanda 151-2009 no Juizado de Letras do Contencioso Administrativo, uma terceira comunicação lavrada ao Presidente da República, através do Secretário de Estado no Despacho da Presidência, em 3 de junho do presente ano.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">7.Transcrição realizada pela empresa “Comunicação e Comércio” (CO-MER), referente às manifestações proferidas e das ações executadas pelo cidadão Presidente da República,<span class="Apple-converted-space"> </span>Manuel Zelaya Rosales.</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">SE ORDENE INSPEÇÃO DE MORADIA</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Acontece, Sua Senhoria, que das investigações realizadas por este Ministério Fiscal, acreditou-se de maneira fidedigna a disposição dos delitos imputados ao acusado, em tal sentido e devido à alta investidura que ostenta como alto Funcionário do Estado e existindo perigo de fuga pela gravidade da pena que possa impor-se ao imputado como resultado do processo, razão pela qual solicito se ordene inspeção de moradia para apreensão do acusado<span class="Apple-converted-space"> </span>JOSE MANUEL ZELAYA ROSALES, para evitar a fuga do imputado e a destruição, perda ou ocultação das provas ou evidências com o fim de lograr a impunidade dos delitos que se imputam ao acusado, e sendo que conforme o Artigo 33 da Lei da Administração Pública, os secretários de Estado são colaboradores do Presidente da República, em conseqüência e tendo o titular da Secretaria de Estado nos Despachos de Segurança, através da Polícia Nacional, a faculdade legal de fazer efetivas as ordens de captura emanadas de autoridade competente, porém, devido ao conflito de interesses e ao temor fundamentado que tem o Ministério Público, que não se<span> <span class="Apple-converted-space"> </span></span>execute a ordem judicial, razão pela qual solicito que uma vez emitidas as ordens correspondentes de captura, se instrua as Forças Armadas de Honduras, através do Chefe do Estado Maior Conjunto, que tem a prerrogativa de ordenar que as Forças Armadas façam cumprir os mandamentos da Constituição, as leis e Estatutos, procedam à efetiva ordem de captura do agora acusado.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Por todo o anteriormente solicito se Ordene a inspeção de moradia do cidadão<span>        <span class="Apple-converted-space"> </span></span>JOSE MANUEL ZELAYA ROSALES, que tem residência no condomínio Três Caminhos, Quarta Avenida, Segunda Casa, à esquerda, sem número, devendo realizar-se por elementos do Exército também solicito ordene a Confidencialidade na presente causa, em virtude de se encontrarem pendentes investigações por esta sede fiscal, resultando necessário isolar os elementos de prova acompanhados no requerimento de investigação, a fim de evitar sua contaminação ou destruição, de conformidade com o Artigo 278, do Código de Processo Penal.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family: Verdana"><span style="font-size: small">PETIÇÃO CONFORME O DIREITO</span></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Com os elementos probatórios legalmente reunidos e na forma devida, através de diligências de execução imediata para a constatação do delito e demais provas, realizada pela Direção Geral de Investigação Criminal, juridicamente técnicos, dirigidos por esta sede Fiscal, considero que existe fundamento suficiente para apresentar requerimento fiscal contra o cidadão<span class="Apple-converted-space"> </span>JOSE MANUEL ZELAYA ROSALES, a quem se acusa como responsável, a título de autor dos delitosCONTRA A FORMA DE GOVERNO, TRAIÇÃO À PÁTRIA, ABUSO DE AUTORIDADE E USURPAÇÃO DE FUNÇÕES, em prejuízo da<span class="Apple-converted-space"> </span>ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E O ESTADO DE HONDURAS. Pelo exposto anteriormente solicito: que se apresente por escrito o Requerimento Fiscal com os documentos que o acompanham, que se libere ordem de captura e sejam expedidos alertas migratórios contra o imputado<span class="Apple-converted-space"> </span>JOSE MANUEL ZELAYA ROSALES, que se ordene a inspeção de moradia do agora acusado, que se o façam saber dos fatos que lhe são imputados, recebam sua declaração de imputado e conseqüentemente, lhe seja decretada detenção judicial, em virtude da gravidade da pena a ser imposta que se decrete a confidencialidade do expediente, e se determine data e hora para a realização da audiência inicial.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"> </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Tegucigalpa M.D.C., 25 de Junho de 2009.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">República de Honduras</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana">Ministério Público</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"><strong> </strong></span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: small;font-family: Verdana"><em><strong>Tradução: Beth Costa   Fonte: ( site  do Heitor de paola ) <span style="color: #ff0000">Matéria enviada pelo blog Libertatum</span></strong></em></span></p>
<div><strong><span style="color: #000000;font-family: 'Times New Roman'"><span style="font-family: arial"><span style="font-family: georgia"><span style="color: #000000;font-family: 'times new roman'"></span></span></span></span></strong></div>
<p><span style="color: #000000;font-family: 'Times New Roman'"><span style="font-family: arial"><span style="font-family: georgia"><span style="color: #000000;font-family: 'times new roman'"><span style="font-family: Verdana"></p>
<p class="MsoNormal"> </p>
<div><strong><span style="color: #000000;font-family: 'Times New Roman'"><span style="font-family: arial"><span style="font-family: georgia"></span></span></span></strong></div>
<p></span></span></span></span></span></span><span style="color: #000000;font-family: 'Times New Roman'"><span style="font-family: arial"><span style="font-family: georgia"><span style="color: #000000;font-family: 'times new roman'"></p>
<p class="MsoNormal"><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p></span></span></span></span></span></div>
<p></span></div>
<p class="MsoNormal"> </p>
<div></div>
<p></span></span></span><span style="color: #000000;font-family: 'Times New Roman'"></p>
<div>
<p class="MsoNormal"> </p>
</div>
<p> </p>
<p></span></span></p>
<div>
<p class="MsoNormal"> </p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>(CRISE EM HONDURAS) O EXEMPLO DE HONDURAS</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 22:55:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Nivaldo Cordeiro     

Como entender a brusca mudança de poder político em Honduras? Confesso-lhe, caro leitor, que fiquei surpreendido, mas desta vez positivamente. Os fatos ainda não estão muito claros, mas já permitem uma análise desde o estrangeiro. É isso que pretendo fazer aqui.
 
Começo sublinhando as declarações da deputada hondurenha Marta LorenaAlvarado, transcritas na Folha de São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><strong><span style="color: #ff0000"><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/imagesn-nivaldo-cordeiro6.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1177" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/imagesn-nivaldo-cordeiro6.jpg" alt="" width="64" height="96" /></a>Por Nivaldo Cordeiro     </span></strong></div>
<p><strong><span style="color: #ff0000"><span class="Apple-style-span" style="font: 16px 'Times New Roman';color: #000000"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;font-family: arial"></p>
<p style="margin: 0px"><span style="color: #003366;font-family: Verdana"><strong>Como entender a brusca mudança de poder político em Honduras? Confesso-lhe, caro leitor, que fiquei surpreendido, mas desta vez positivamente. Os fatos ainda não estão muito claros, mas já permitem uma análise desde o estrangeiro. É isso que pretendo fazer aqui.</strong></span></p>
<p style="margin: 0px"><span style="color: #003366;font-family: Verdana"> </span></p>
<p style="margin: 0px"><span style="color: #003366;font-family: Verdana">Começo sublinhando as declarações da deputada hondurenha Marta Lorena<span>Alvarado</span>, transcritas na<span class="Apple-converted-space"> </span><a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/ft3006200901.htm" target="_blank">Folha de São Paulo</a><span class="Apple-converted-space"> </span>de hoje: “<em>Aqui paramos Chávez e sua agenda. Isso é mais importante do que qualquer coisa, inclusive do que o reconhecimento internacional</em>&#8220;.<span> <span class="Apple-converted-space"> </span></span>Um fato desses é auspicioso e precisa ser acompanhado atentamente e apoiado pelos democratas de todo o mundo. Enfim alguém se dispôs a dar um basta à expansão da maré vermelha no continente.</span></p>
<p style="margin: 0px"><span style="color: #003366;font-family: Verdana"> </span></p>
<p style="margin: 0px"><span style="color: #003366;font-family: Verdana">E o que vemos? A covardia<span class="Apple-converted-space"> </span><span>Urbi</span><span class="Apple-converted-space"> </span><span><span>et</span></span><span class="Apple-converted-space"> </span><span>Orbi</span>. O novo governo hondurenho não recebeu apoio de ninguém.<span class="Apple-converted-space"> </span><span>A razão principal, além do fato de que os Estado Unidos estão nas mãos da esquerda mais radical, dentro do espectro político daquele país, é que, depois de décadas de revolução<span class="Apple-converted-space"> </span><span>grasmciana</span><span class="Apple-converted-space"> </span>em toda a parte, o senso de perigo e o instinto do Bem e da ética em política perdeu-se.</span>Vive-se diante da mística eleitoreira, como se qualquer aventureiro, porque formou uma maioria de votos em algum momento, tivesse a licença para fazer o que bem queira para se perpetuar no poder, inclusive negando a ordem constitucional que lhe deu o poder.</span></p>
<p style="margin: 0px"><span style="color: #003366;font-family: Verdana"> </span></p>
<p style="margin: 0px"><span style="color: #003366;font-family: Verdana">A minha amiga Graça Salgueiro, em artigo oportuno publicado no<span class="Apple-converted-space"> </span><a href="http://www.midiasemmascara.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=7581:nao-houve-qgolpe-de-estadoq-em-honduras&amp;catid=95:foro-de-sao-paulo&amp;Itemid=69" target="_blank">Mídia Sem Máscara</a>, mostrou que a ação militar de deposição do presidente<span class="Apple-converted-space"> </span><span>chavista</span><span class="Apple-converted-space"> </span>foi um gesto legal, amparado constitucionalmente e ordenado pelo Poder Judiciário. Nem haveria que se falar em quebra da ordem constitucional, vez que as formalidades da transmissão de poder foram integralmente cumpridas. O que sublinho aqui é que, ainda que essas formalidades não tivessem sido cumpridas, os homens de bem, conscientes de seus deveres, deveriam ter agido da mesma forma e pôr o golpista para correr. Quero render a minha homenagem ao chefe do Poder Judiciário, que determinou, e ao comandante militar, que fez cumprir a grande ordem.</span></p>
<p style="margin: 0px"><span style="color: #003366;font-family: Verdana"> </span></p>
<p style="margin: 0px"><span style="color: #003366;font-family: Verdana">O formalismo eleitoreiro não pode ser biombo para esconder as trapaças da esquerda revolucionária, que ocupa posições em toda parte, encontrando terreno livre pela omissão daqueles que poderiam barrar o seu caminho. A pequena república de Honduras deu um exemplo ao mundo. Desde que a esquerda aprendeu a dominar o jogo eleitoral, sujeitando-o aos seus projetos revolucionários, ela mesmo deixando de lado o golpismo à moda de Fidel Castro, vemos o uso hipócrita esse discurso que exige a omissão daqueles que podem lhe obstar o caminho. O uso da força para conter o mal é legítimo.</span></p>
<p style="margin: 0px"><span style="color: #003366;font-family: Verdana"> </span></p>
<p style="margin: 0px"><span style="color: #003366;font-family: Verdana">Meu temor é que a reação da esquerda em escala mundial acabe por fazer abortar a reação vitoriosa. Se ao menos os Estados Unidos apoiassem, o novo governo teria a chance de se consolidar, fazendo vingar a contra-revolução<span class="Apple-converted-space"> </span><span>chavista</span>. Mas nem isso nós temos, então tudo pode acontecer. Torço para que as convicções nacionalistas e democráticas do povo hondurenho o levem a cerrar fileiras com seus governantes, homens egrégios que tiverem que escolher o caminho mais difícil.</span></p>
<p style="margin: 0px"><span style="color: #003366;font-family: Verdana"> </span></p>
<p></span></span></span></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>(CRISE EM HONDURAS) : QUE &#8216;GOLPE&#8217; É ESTE?!</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 22:38:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Jorge Roberto Pereira


Presidente do Farol da Democracia Representativa                                              
O noticiário nos traz, desde domingo, um caso didático de golpe contra a democracia: a crise em Honduras. E, pela quantidade de fatos exemplares, é irresistível (na verdade, é &#8220;inevitável&#8221;) analisar o caso num paralelo com o que enfrentamos no dia-a-dia brasileiro.
O ex-presidente Manuel Zelaya, eleito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="font: 16px 'Times New Roman';color: #000000"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;color: #29303b;font-family: Georgia;text-align: left"><span style="color: #ff0000"><strong><em><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/fdr-banner-1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1175" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/fdr-banner-1.jpg" alt="" width="135" height="131" /></a>Por Jorge Roberto Pereira</em></strong><br />
</span></span></span></p>
<div>
<div><em><strong><span style="color: #ff0000">Presidente do Farol da Democracia Representativa                                              <span class="Apple-style-span" style="font: 16px 'Times New Roman';color: #000000"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px;color: #29303b;font-family: Georgia;text-align: left"></p>
<div><strong>O noticiário nos traz, desde domingo, um caso didático de golpe contra a democracia: a crise em Honduras. E, pela quantidade de fatos exemplares, é irresistível (na verdade, é &#8220;inevitável&#8221;) analisar o caso num paralelo com o que enfrentamos no dia-a-dia brasileiro.</strong></div>
<div>O ex-presidente Manuel Zelaya, eleito pelo Partido Liberal, foi rotulado pela mídia local e internacional como &#8220;de direita”. Das duas, uma: ou o partido não sabe definir o que é direita nem sabe escolher seus candidatos; ou Zelaya era, desde o início, um traidor das idéias que pretendia derrubar assim que tivesse a primeira chance. É no tratamento da informação pela mídia que se configura a cumplicidade no crime.</div>
<div>
Fazendo um paralelo com o Brasil: é triste constatar que nossos partidos políticos perderam a percepção de seu posicionamento ideológico – e, apesar de em sua grande maioria defenderem ideais marxistas, insistem em se autodenominar democráticos. Alguns ainda sofrem críticas dos demais partidos e da mídia por serem de “direita”. Seguramente, a sociedade sofre por ignorância na hora de definir seus representantes, e a mídia amestrada é – mais uma vez – cúmplice no processo de socialização do país por ocultação da verdade.</div>
<div>O caso do ex-presidente Zelaya já prenunciava o desastre, por conta de sua virada para o chavismo. Um democrata legítimo não se corrompe, atrelando-se à escória política do continente. Ao fazer isso, Zelaya deixou cair a máscara e simplesmente assumiu de público suas intenções primeiras. Tentou utilizar o instrumento mais à mão da “democracia direta”: o plebiscito. Quis fazer, enfim, o mesmo que fazem todos os presidentes socialistas da América Latina, Chávez à frente. O plebiscito, no caso, não passa de uma incitação ao desrespeito às leis e ao Congresso, na tentativa de alterar o que manda a Constituição, em troca da adoção de alguma idéia “genial” do propositor.</div>
<div>
Paralelo com o Brasil: é desnecessário mencionar o alinhamento e a “amizade” que ligam o presidente brasileiro ao venezuelano, pois a cumplicidade em torno de ideais similares já os aproximava desde os primórdios do Foro de São Paulo, fundado pelo primeiro. Quanto ao plebiscito, volta e meia somos instados a participar de alguma “manifestação direta da sociedade civil” – gramscismo puro – para “permitir a sociedade se manifestar contra ou a favor de determinado assunto”, quando essa é a missão dos seus representantes se a matéria não está prevista na Constituição. Se a sociedade tolerar iniciativas desta natureza, pouco a pouco estará permitindo a destruição das bases de sua liberdade e de seus valores.</div>
<div>(Vale lembrar que, aqui, o resultado da votação pelo desarmamento surpreendeu as esquerdas – que estavam confiantes na vitória certa. Na verdade, aquilo seria um primeiro teste. Aprovado, outros se seguiriam: aborto, pedofilia, terceiro mandato e outras questões igualmente perigosas. Hoje, com medo que venham a ser batidos por votação, estes temas têm sido introduzidos na Constituição mediante artifícios obtidos por portas deixadas propositalmente abertas pela Constituição de 1988.)</div>
<div>
Voltando a Honduras, é importante ressaltar que o processo se manteve sempre no curso legal: proposto pelo presidente, o plebiscito foi julgado ilegal pela Promotoria Pública e pela Defensoria de Direitos Humanos. O Supremo Tribunal Federal o julgou inconstitucional – como também o Ministério Público e o Tribunal Superior Eleitoral. O Parlamento, por sinal, votou uma lei impedindo sua realização. Que grande exemplo de vigilância e atitude em defesa da democracia!</div>
<div>
Triste comparação com o Brasil: aqui, os políticos abdicaram de suas responsabilidades diante da sociedade e o mandato obtido nas urnas serve para lhes conceder imunidades em processos por crimes cometidos. Antes ou depois de serem eleitos. Ou os partidos não sabem o que significa “ser de direita” ou pretendem não saber, pois o filo-socialismo é o que lhes garante visibilidade, boas recompensas financeiras, abrigo e benesses do partido hegemônico. A defesa da democracia foi, simplesmente, mandada às favas!</div>
<div>Mas podemos, sim, perguntar à mídia: onde está toda a verdade? O povo brasileiro vem sendo informado de que houve um golpe e o presidente foi cassado. Mas a ordem certa dos fatos é: o presidente tentou um golpe, o Supremo Tribunal Federal determinou sua prisão e ele apresentou sua renúncia ao cargo. O Parlamento nomeou o sucessor do presidente afastado legalmente, que já convocou novas eleições para novembro deste ano.</div>
<div>
Então&#8230; que &#8220;golpe&#8221; é este?!</div>
<div>O Comando das Forças Armadas, obediente à determinação legal do STF e do Parlamento, recusou-se a impor à força a realização do plebiscito, cujas cédulas e urnas tinham sido impressas e enviadas por Hugo Chávez – numa inaceitável intromissão em assuntos internos de um país independente. O próprio Zelaya, numa comitiva de táxis, foi buscar o material que chegara da Venezuela, para distribuição. Vendo frustrado seu plano de mais uma conquista fácil, Chávez ofende o General Romeo Vázquez, Chefe do Comando do Estado Maior hondurenho, e coloca suas tropas de prontidão – enquanto Zelaya procura ajuda da Polícia na intenção de causar a dissensão no país.</div>
<div>
Mesmo assim, como é seu costume nos últimos tempos, a mídia brasileira continua a se fazer de sonsa: anuncia um golpe de Estado e recrimina os generais, querendo com isso mobilizar a opinião pública em nome de algo que não houve, e – o que é pior! – justamente contra a categoria que, neste momento, representa o exemplo de resistência ordeira e legal contra a tentativa de estupro da democracia hondurenha. Lá, o Parlamento (diferente de tudo que podemos esperar do Congresso brasileiro) denunciou o golpe, acusou o golpista, julgou-o culpado no melhor interesse da sociedade hondurenha e conseguiu a lealdade dos oficiais na defesa da nação.</div>
<div>Enquanto isso, a mídia vai moldando o debate de acordo com as suas meias-verdades e mentiras. Resta saber: caso Hugo Chávez providencie a invasão de Honduras para submetê-la à democracia do projeto latino-americano de Lula-Fidel-Chávez, vamos ter comemorações da liberdade imposta pelo “libertador” ou lamentações pelo “imperialismo bolivariano” implantado à força, numa ameaça à dignidade de todos nós?</div>
<div><strong><em>JORGE ROBERTO PEREIRA</em></strong><br />
Presidente do Farol da Democracia Representativa</div>
<p></span></span></span></strong></em></div>
</div>
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