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	<title>RADIONETNEWS &#187; Fúria da Natureza</title>
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		<title>(FÚRIA DA NATUREZA) Terremoto destroi 10 mil casas na China</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 10:41:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu no Mundo]]></category>
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		<description><![CDATA[Um terremoto na região sudoeste da China destruiu 10 mil casas e deixou mais de 300 feridos nesta quinta-feira, 30 deles seriamente, segundo informações da mídia oficial.
O instituto de pesquisa geológica dos Estados Unidos registrou o tremor de 5,7 graus de magnitude na província de Yunan às 19h17, hora local.
O tremor principal danificou cerca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="ingress"><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/07/090710045424_terremoto226.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1199" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/07/090710045424_terremoto226.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a>Um terremoto na região sudoeste da China destruiu 10 mil casas e deixou mais de 300 feridos nesta quinta-feira, 30 deles seriamente, segundo informações da mídia oficial.</strong></p>
<p>O instituto de pesquisa geológica dos Estados Unidos registrou o tremor de 5,7 graus de magnitude na província de Yunan às 19h17, hora local.</p>
<p>O tremor principal danificou cerca de 30 mil casas e foi seguido por oito tremores menores, de acordo com a agência de notícias estatal Xinhua.</p>
<p>Segundo a Xinhua, as autoridades chinesas já enviaram milhares de barracas, cobertores e outros equipamentos e ajuda para o local do terremoto.</p>
<p>O epicentro foi localizado em uma região montanhosa, no condado de Yaoan.</p>
<p>Os feridos graves estão sendo tratados em um hospital local.</p>
<p>Centenas de policiais foram enviados à região para ajudar no trabalho de assistência, informou a Xinhua.</p>
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		<title>(VOO AF 447) Marinha da frança pode ter captado sinais que indicam serem da caixa preta do &#8220;Air France&#8221; diacordo com jornal francês</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 10:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Marinha da França teria captado sinais das balizas das caixas-pretas do voo 447 da Air France, de acordo com informações divulgadas nesta terça-feira pelo jornal Le Monde. As balizas que emitem os sinais sonoros para permitir a localização das caixas pretas têm o tamanho de uma pilha grande e são acopladas às caixas-pretas.
O minissubmarino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="ingress"><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/images-aviao-air-france11.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1125" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/images-aviao-air-france11.jpg" alt="" width="135" height="96" /></a>A Marinha da França teria captado sinais das balizas das caixas-pretas do voo 447 da Air France, de acordo com informações divulgadas nesta terça-feira pelo jornal<em> Le Monde</em>. As balizas que emitem os sinais sonoros para permitir a localização das caixas pretas têm o tamanho de uma pilha grande e são acopladas às caixas-pretas.</strong></p>
<p>O minissubmarino Nautile, do Instituto Francês de Pesquisas Marítimas, já teria mergulhado na segunda-feira para tentar encontrar as duas caixas-pretas do Airbus A330, guiado pelos &#8220;fracos&#8221; sinais emitidos pelas balizas, afirma o jornal francês.</p>
<p>O Nautile, normalmente operado por dois pilotos e um observador, é equipado com braços motores e pinças.<a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/090623062304_nautile226.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1127" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/090623062304_nautile226.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a></p>
<p>Uma porta-voz do BEA, órgão francês que investiga as causas do acidente, disse nesta terça-feira à BBC Brasil que “as caixas-pretas não foram localizadas” e afirmou que “as equipes de busca verificam todos os sons que são captados”, sem confirmar as informações do jornal <em>Le Monde</em> nem dar maiores detalhes sobre o assunto.</p>
<p>O BEA informou que fará um comunicado “tão logo tenha uma informação precisa”.</p>
<p>A companhia aérea Air France, contatada pela BBC Brasil, também não confirmou a informação.</p>
<p><strong>Difícil acesso</strong></p>
<p>O submarino nuclear francês Émeraude, equipado com potentes sonares, patrulha desde o dia 10 de junho uma área de buscas em um raio de 80 quilômetros.</p>
<p>A busca pelas caixas-pretas é feita em uma área com relevo montanhoso e de difícil acesso, segundo as autoridades francesas.</p>
<p>Os sinais das balizas são emitidos por no mínimo 30 dias, de acordo com o BEA. Como esse é o prazo tido como certo para que as balizas continuem emitindo os sinais, as autoridades francesas preferem considerar que dispõem de 30 dias para poder captar os sinais e tentar localizar as caixas-pretas.</p>
<p>O BEA também já havia informado, há cerca de duas semanas, que não há nenhuma garantia de que as balizas estejam afixadas às caixas pretas. Elas podem ter se separado das caixas pretas com o impacto causado no momento da queda no oceano.</p>
<p>Como o avião desapareceu no final da noite de 31 de maio, as balizas continuarão certamente emitindo sinais até o final deste mês. Após essa data, não é garantido que os sinais ainda sejam emitidos.</p>
<p>Os aviões possuem duas caixas-pretas. Uma delas, o gravador de voz (Voice Recorder) grava os últimos 30 minutos das conversas dos pilotos e também o som dos motores e comandos em uso.</p>
<p>A segunda caixa-preta grava os dados do voo (Fly Data Recorder). Ela grava informações das últimas 25 horas sobre variações de velocidade e de altitude, indicação da direção e ângulo de subida e descida da aeronave, entre outras.</p>
<p><strong>Corpos</strong></p>
<p>O Comando da Marinha e o Comando da Aeronáutica informaram na segunda-feira em nota que continuam sendo avistados possíveis destroços do Airbus da Air France a cerca de 1,1 mil quilômetros a nordeste de Fernando de Noronha, mas nenhum novo corpo de vítimas do acidente que matou 228 pessoas.</p>
<p>As autoridades identificaram os primeiros 11 dos 50 corpos resgatados no mar. Dez pertenciam a brasileiros e um a um estrangeiro.</p>
<p>Segundo a nota, completadas três semanas das operações de buscas, as aeronaves voaram cerca de 1.350 horas, cobrindo uma área de 320 mil km quadrados, correspondente a mais de duas vezes a dimensão do estado do Ceará.</p>
<p>Não houve alteração na quantidade de navios envolvidos nas buscas, porém o efetivo de militares da Marinha subiu para 885, aumentando para 1.100 o número de envolvidos na operação, conclui a declaração.  <strong>Fonte: (BBCBRASIL)</strong></p>
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		<title>&#8220;VOO AF 447&#8243;França diz que Brasil negou acesso a autópsias de acidente aéreo</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 14:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Tim Hepher
 
PARIS (Reuters) &#8211; O chefe da investigação do acidente com o avião da Air France disse nesta quarta-feira que estava descontente pelo fato de um patologista francês não ter obtido permissão para tomar parte nas autópsias realizadas pelo Brasil nos corpos recuperados após a queda da aeronave.
 
A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff0000"><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/voo447.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1081" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/voo447.jpg" alt="" width="192" height="128" /></a>Por Tim Hepher</strong></span></p>
<p> </p>
<p><strong>PARIS (Reuters) &#8211; O chefe da investigação do acidente com o avião da Air France disse nesta quarta-feira que estava descontente pelo fato de um patologista francês não ter obtido permissão para tomar parte nas autópsias realizadas pelo Brasil nos corpos recuperados após a queda da aeronave.</strong></p>
<p> </p>
<p>A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco, que coordena os trabalhos de identificação dos corpos, negou as alegações.</p>
<p> </p>
<p>Embarcações brasileiras e francesas ainda estão procurando destroços e corpos do aparelho que caiu no Oceano Atlântico quando se dirigia do Rio de Janeiro para Paris no dia 1o último, matando todos os 228 ocupantes.</p>
<p> </p>
<p>Paul-Louis Arslanian, chefe da agência BEA, encarregada de investigar o acidente, pediu cautela nas especulações quanto às causas do desastre, mas disse que os peritos estão chegando um pouco mais perto de compreender o que aconteceu.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Estamos chegando um pouco mais perto de nossa meta, mas não me perguntem qual é a porcentagem de esperança&#8221;, disse Arslanian em uma coletiva de imprensa, enfatizando que as condições em uma área remota do oceano estão entre os maiores desafios na investigação do acidente aéreo.<a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/021031154-ex00.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1082" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/021031154-ex00.jpg" alt="" width="500" height="313" /></a></p>
<p> </p>
<p>Ele disse que um patologista francês enviado ao Brasil não tinha sido autorizado a participar das autópsias dos corpos recuperados e a França não teve acesso aos resultados.</p>
<p> </p>
<p>Durante sua entrevista televisionada, ele se negou a falar mais sobre o assunto, mas depois foi pressionado por repórteres a dizer se estava insatisfeito com a falta de acesso do médico francês às autópsias.</p>
<p> </p>
<p>&#8220;Não estou contente. No fim, espero obter uma explicação. No momento isto é um fato e nada mais. Por favor, não tentem criar problemas entre a França e o Brasil&#8221;, afirmou ele. </p>
<p> </p>
<div class="linebreak">
<p>Procurada pela Reuters, a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco negou as alegações. Segundo sua assessoria de imprensa, quatro peritos indicados pela embaixada francesa estão tendo acesso aos trabalhos de identificação dos corpos na condição observadores, conforme acertado entre o Itamaraty e a embaixada francesa.</p>
<p>&#8220;Essa declaração nos pegou de surpresa&#8221;, disse um assessor da secretaria, que coordena os trabalhos de identificação dos corpos no Instituto Médico Legal (IML) do Recife.</p>
<p>PACIÊNCIA</p>
<p>Um número quase igual de passageiros brasileiros e franceses morreu na queda do Airbus A330 e os dois países se empenham em mostrar que estão fazendo o máximo que podem para recuperar corpos e compreender as causas do desastre.</p>
<p>Arslanian pediu que o público mostre &#8220;muita paciência&#8221; e se restrinja aos fatos em vez de se deixar levar por especulações.</p>
<p>A agência de investigação informou até o momento que os dados transmitidos do aparelho antes da queda indicam leitura inconsistente de velocidade pelos sensores da aeronave, mas afirmou que ainda é muito cedo para dizer se isso contribuiu para o acidente.</p>
<p>Para estabelecer as causas da queda, a pior na história da Air France, equipes de busca têm de recuperar as caixas de gravação dos dados de vôo, as chamas &#8220;caixas-pretas&#8221;.</p>
<p>Mas o fundo do mar onde se acredita que o avião tenha caído é montanhoso, o que significa que os destroços podem estar depositados em uma profundidade estimada entre 1 quilômetro e 4 quilômetros, disseram investigadores.</p>
<p>O sinal localizador das caixas-pretas envia um impulso eletrônico a cada segundo por pelo menos 30 dias. O sinal pode ser ouvido a até 2 quilômetros de distância. </p>
<p>&#8220;A meta é compreender o que aconteceu e para isso nós precisamos de ferramentas e essas ferramentas têm de ser fatos. Os registros (do vôo) são registros de fatos. Se nos os tivéssemos teríamos mais fatos à nossa disposição&#8221;, disse Arslanian.</p>
<p>(Reportagem adicional de Fabio Murakawa, em São Paulo)   <strong>Fonte: (REUTERS BRASIL)</strong></p>
</div>
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		<title>(VOO 447)Avião alemão sofre turbulências na região do acidente do Airbus</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 10:33:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Berlim, 10 jun (EFE).- Um avião da companhia alemã Lufthansa sofreu fortes turbulências &#8211; deixando até mesmo um ferido entre seus passageiros &#8211; ao sobrevoar a mesma região onde aconteceu o acidente do aparelho da Air France no qual morreram 228 pessoas.
A revista alemã &#8220;Stern&#8221; revela em sua próxima edição que um Boeing 747-400 que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span" style="font: bold 12px Arial;color: #293a5c;text-align: left">Berlim, 10 jun (EFE).- Um avião da companhia alemã Lufthansa sofreu fortes turbulências &#8211; deixando até mesmo um ferido entre seus passageiros &#8211; ao sobrevoar a mesma região onde aconteceu o acidente do aparelho da Air France no qual morreram 228 pessoas.<span class="Apple-style-span" style="font: 12px Arial;color: #293a5c;text-align: left"></p>
<p style="font-size: 12px;margin: 0px 0px 15px;padding: 0px">A revista alemã &#8220;Stern&#8221; revela em sua próxima edição que um Boeing 747-400 que cobria a linha entre São Paulo e Frankfurt sofreu fortes turbulências a três horas do litoral brasileiro, 48 horas antes do acidente da aeronave francesa.</p>
<p>A própria Lufthansa confirma na revista que um passageiro ficou ferido ao ser jogado contra o teto do avião quando este sofreu uma forte turbulência.</p>
<p><a href="//ultimosegundo.ig.com.br/voo447/index.html','','width=820,height=575,top='+(window.screen.height/2-450/2)+',left='+(window.screen.width/2-800/2)+',scrollbars=no');void 0"><img style="margin: 0px;padding: 0px" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/pimg_nova.jpg" border="0" alt="Voo 447 da Air France" width="400" height="150" /></a></p>
<p style="font-size: 12px;margin: 0px 0px 15px;padding: 0px">As turbulências foram tão fortes que carrinhos com bebidas e alimentos e parte da bagagem de mão caíram nos corredores do avião, enquanto outros objetos voaram pela cabine.</p>
<p>Vários passageiros que não estavam com o cinto de segurança foram atirados contra o teto do aparelho e um deles sofreu um corte que foi tratado no próprio avião para evitar um forte sangramento.</p>
<p>&#8220;Geralmente acontecem turbulências nessa rota&#8221;, assinala um porta-voz da Lufthansa na &#8220;Stern&#8221;, que ouviu os testemunhos de vários passageiros deste voo.  <strong>Fonte: (Último segundo)</strong></p>
<p></span></span></p>
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		<item>
		<title>Voo AF 447: Número de corpos resgatados chega a 41</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 10:22:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Os Comandos da Marinha e da Aeronáutica informaram, na noite desta terça-feira, que, até o momento, foram resgatados 41 corpos de vítimas do voo AF 447 da Air France, que sofreu um acidente no último dia 31 de maio enquanto seguia do Rio de Janeiro para Paris.
De acordo com os militares brasileiros, 25 corpos estão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="Apple-style-span"></p>
<p class="ingress"><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/090609154457_marinha226.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1022" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/090609154457_marinha226.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a>Os Comandos da Marinha e da Aeronáutica informaram, na noite desta terça-feira, que, até o momento, foram resgatados 41 corpos de vítimas do voo AF 447 da Air France, que sofreu um acidente no último dia 31 de maio enquanto seguia do Rio de Janeiro para Paris.</p>
<p>De acordo com os militares brasileiros, 25 corpos estão a bordo da fragata Bosísio, da Marinha brasileira. Eles estão a caminho de Fernando de Noronha para que sejam submetidos à perícia pela Polícia Federal.</p>
<p>Já os 16 primeiros corpos resgatados já estão no arquipélago de Fernando de Noronha e devem ser transportados por uma aeronave Hércules C-130, na tarde desta quarta-feira, para a Base Aérea de Recife.<a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/images-aviao-air-france8.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1023" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/images-aviao-air-france8.jpg" alt="" width="135" height="96" /></a><br />
Em uma entrevista coletiva na noite desta terça-feira, o diretor do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, brigadeiro Ramon Cardoso, afirmou que todas as embarcações que estão nas áreas de buscas têm capacidade de guardar os corpos resgatados, até a chegada de embarcações maiores.<br />
Além disso, segundo o brigadeiro, o Instituto Médico Legal (IML) de Recife também está preparado para receber todos os corpos.<br />
&#8220;Toda a parte logística para essa operação estava pronta desde a semana passada. Isso se refere não apenas à Marinha e à Força Aérea, mas também ao IML&#8221; afirmou.</p>
<p>A aeronave da Air France levava 228 pessoas &#8211; de 32 nacionalidades &#8211; a bordo. As causas do acidente ainda estão sendo investigadas.<br />
As buscas por vítimas e destroços devem continuar na noite desta terça-feira, concentradas nas áreas onde foram encontrados os corpos.<br />
O brigadeiro Cardoso também afirmou que as autoridades brasileiras não poderão fornecer maiores informações sobre as peças do avião encontradas no mar.</p>
<p>&#8220;Estamos recolhendo e mostrando fotografias. Agora, de que parte fazem, se é cauda, nariz (do avião), não faremos essa análise. Não temos equipe técnica que possa fazer essa análise&#8221;, afirmou.<br />
<strong>Navios franceses</strong><br />
As autoridades brasileiras também informaram que, nesta terça-feira, o governo francês solicitou autorização para que dois rebocadores de alto mar entrassem em águas brasileiras.<br />
Estas duas embarcações contratadas pelo governo francês levam a bordo 40 toneladas de equipamentos para auxiliar nas buscas por destroços.<br />
Além destas embarcações, o submarino nuclear francês Émeraude, o navio de pesquisa Porquoi Pas e o navio anfíbio Mistral já estão a caminho das áreas de buscas.<br />
Estas embarcações devem se juntar aos cinco navios da Marinha brasileira e a uma fragata francesa que já estão no local.<br />
Participam ainda das operações de resgate 14 aeronaves, sendo 12 da Força Aérea Brasileira e duas da França.   <strong> Fonte:(BBCBRASIL)</strong></p>
<p></span></p>
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		<title>Militares da FAB atendem em cidade alagada no AM</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 22:51:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
“Quase toda a cidade está no fundo”, disseram os pacientes na sala de espera  para consultar com os médicos da Força Aérea Brasileira na cidade de Anori,  inundada pela cheia do rio Solimões.
Estar no fundo é estar debaixo  d’água. A maior parte do município, cerca de 80%, está inundada. Nas casas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><span><span><strong>“Quase toda a cidade está no fundo”, disseram os pacientes na sala de espera  para consultar com os médicos da Força Aérea Brasileira na cidade de Anori,  inundada pela cheia do rio Solimões.</strong></p>
<p>Estar no fundo é estar debaixo  d’água. A maior parte do município, cerca de 80%, está inundada. Nas casas que  não foram abandonadas, o piso teve de ser suspenso. Nas ruas, pontes de madeira  improvisadas permitem a circulação dos cidadãos. Onde não há ponte, a população  se arrisca com água contaminada até os joelhos.</p>
<p>No dia 8 de junho,  primeiro dia da missão do Correio Aéreo Nacional (CAN) na linha Juruá Solimões,  a equipe de quatro médicos, um dentista e uma enfermeira do Hospital de  Aeronáutica de Manaus (HAMN) atenderam os habitantes de Anori. Ainda nessa  semana, o grupo deve seguir para Itamarati, Envira, Ipixuna e Estirão do  Equador, municípios do sudoeste do Amazonas, próximos à divisa com o  Acre.</p>
<p><img src="http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/3644/i09690253459818.jpg" alt="" hspace="5" vspace="5" align="right" />“Quase todos os pacientes apresentaram alguma doença relacionada com a  enchente”, afirma o aspirante médico William Manoel da Silva Capellazzo,  comentando os casos de diarréia, vômito, fraqueza e falta de apetite ligados à  verminose, comum nas situações de alagamento. “Também atendi alguns casos de  depressão. Muitas pessoas do interior perderam tudo o que tinham com a inundação  de suas terras e moradias”, disse o médico.</p>
<p>O gerente de endemias da  Vigilância Sanitária do município, Alberto de Oliveira Damião, explica que a  situação da água é crônica. O rio continua subindo, e todos os poços artesianos  estão contaminados. “Quem tem condições compra água mineral. E quem não tem?  Fica com a saúde prejudicada!”, diz a comerciante Francisca Mirtes Viana, que  fechou as portas de seu negócio na principal rua da cidade há quinze  dias.</p>
<p><img src="http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/3644/i09690253483618.jpg" alt="" hspace="5" vspace="5" align="left" />Para o secretário de saúde do município, Jamilson Ribeiro Carvalho, a  Aeronáutica chegou em boa hora. “A cidade está em estado de calamidade, e a  procura por atendimento aumentou muito. É uma demanda muito grande para os  únicos dois médicos que temos no município de 15 mil habitantes. A ajuda da  Força Aérea nessa hora foi providencial”, agradece.</span></span></p>
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<p><span><span><img src="http://www.fab.mil.br/sis/enoticias/imagens/pub/3644/i096902535144704.jpg" alt="" />           <strong>Fonte: (VII COMAR)<a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/i0969025341120051.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1020" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/i0969025341120051.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
</strong></span></span></p>
<p> </p>
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		<title>Apoio humanitário: FAB opera em área de calamidade no interior do Piauí</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 15:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Do helicóptero H-60L Blackhawk, os militares do Sétimo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação, da Força Aérea Brasileira, ficaram impressionados com o que viam. Lugarejos da cidade de Cocal, a cerca de 200 quilômetros de Teresina, foram varridos pelas águas depois de ruptura da barragem de Algodões. Segundo a Defesa Civil, as comunidades de Franco, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial"><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/caw463mzca05l0vpcanun5qlcaahhjl8cawk2ja4caeozfrrcamtb6a5cacmioaycamn5mfacacd08o7cad1kr3pcam61lcgcal6cn8xcarrx2crcauutf1dcahx53qycai10147ca6g12z1cacq7hdj.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1012" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/caw463mzca05l0vpcanun5qlcaahhjl8cawk2ja4caeozfrrcamtb6a5cacmioaycamn5mfacacd08o7cad1kr3pcam61lcgcal6cn8xcarrx2crcauutf1dcahx53qycai10147ca6g12z1cacq7hdj.jpg" alt="" width="118" height="98" /></a>Do helicóptero H-60L Blackhawk, os militares do Sétimo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação, da Força Aérea Brasileira, ficaram impressionados com o que viam. Lugarejos da cidade de Cocal, a cerca de 200 quilômetros de Teresina, foram varridos pelas águas depois de ruptura da barragem de Algodões. Segundo a Defesa Civil, as comunidades de Franco, Cruzinha, Tabuleiro e Dom Bosco sumiram sem deixar vestígio.</strong></p>
<p>“O cenário é de destruição e iniciamos a operação aqui para poder ajudar no que for preciso”, disse o comandante da aeronave, Major <a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/caokxjdccahfs60mca641i8wca55l8iocaxxt15rcad3duoccapkwjwecaadib7icat7ben6cazjir98cazhthk0cav710lkcavx03q1caet366lcajv6q4uca9jqee5ca8jw9m9ca4qz51zcaervfaj.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1013" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/caokxjdccahfs60mca641i8wca55l8iocaxxt15rcad3duoccapkwjwecaadib7icat7ben6cazjir98cazhthk0cav710lkcavx03q1caet366lcajv6q4uca9jqee5ca8jw9m9ca4qz51zcaervfaj.jpg" alt="" width="130" height="87" /></a>Volney Osmari. No sábado, os militares transportaram cerca de 3,5 toneladas de donativos para as vítimas da calamidade. Na carga, havia cestas básicas de alimentos, produtos de limpeza e roupas.</p>
<p>Segundo a Defesa Civil do Estado, havia a confirmação da morte de sete pessoas em decorrência das cheias, havia mais de uma centena de feridos e um número superior a mil desalojados. Pelo menos três mil pessoas sofreram diretamente os efeitos das cheias. Os moradores estão sem energia e água na cidade. “A situação é muito difícil. Mas temos tido o apoio fundamental das instituições aqui em Cocal”, disse o Tenente-Coronel Lucas, representante da Defesa Civil Nacional.</p>
<p><img src="http://blig.ig.com.br/sis/enoticias/imagens/pub/3572/i0953023494655716.jpg" alt="" hspace="5" vspace="5" align="right" />No distrito de Boíba, o local mais atingido pelas cheias e no qual o helicóptero da FAB pousou com donativos, famílias choram pela morte de familiares e a perda de rumo de vida. “Não sobrou nada. Minha casa foi levada e hoje só o que tenho é minha vida”, disse Francisca Santana, de 64 anos, abrigada em uma das escolas do lugarejo.</p>
<p>A FAB entrega os donativos para representantes da comunidade indicados pela Defesa Civil. &#8220;Nosso objetivo é colaborar para que as pessoas continuem com o sentimento de solidariedade nesses dias de desespero. A distribuição é igualitária&#8221;, garante o representante de Boíba, Antonio Araújo.</p>
<p>Os militares acompanharam a entrega de alimentos. “É uma situação muito dolorosa e nos emocionamos com tudo isso que parece inacreditável. As instituições têm trabalhado para amenizar a dor dessas pessoas”, disse o Tenente Michelson Assis, um dos pilotos do H-60, que veio de Manaus.</p>
<p>Além de Boíba, o helicóptero levou donativos, neste sábado, dia 30, para as localidades de Pedra Grande, Espírito Santo, Angico Branco, Flexeira da Lama e Olho Dágua. As operações dos militares ocorrem durante todo o final de semana.    <span class="tt_cinza_peq"><strong>Fonte: CECOMSAER</strong></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Legistas franceses que atuaram no tsunami vão ajudar na identificação dos corpos</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 23:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[ACIDENTE AÉREO]]></category>
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		<description><![CDATA[ 
Um grupo de cinco médicos legistas do Instituto de Pesquisas Criminais da Polícia Militar da França, que já atuou na identificação de vítimas de grandes catástrofes, como o tsunami no Sudeste Asiático e o acidente com o avião Concorde, em 2000, começará a trabalhar nesta terça-feira em Recife, em parceria com técnicos brasileiros, na identificação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p class="ingress"><strong>Um grupo de cinco médicos legistas do Instituto de Pesquisas Criminais da Polícia Militar da França, que já atuou na identificação de vítimas de grandes catástrofes, como o tsunami no Sudeste Asiático e o acidente com o avião Concorde, em 2000, começará a trabalhar nesta terça-feira em Recife, em parceria com técnicos brasileiros, na identificação das vítimas do voo 447 da Air France.Um grupo de cinco médicos legistas do Instituto de Pesquisas Criminais da Polícia Militar da França, que já atuou na identificação de vítimas de grandes catástrofes, como o tsunami no Sudeste Asiático e o acidente com o avião Concorde, em 2000, começará a trabalhar nesta terça-feira em Recife, em parceria com técnicos brasileiros, na identificação das vítimas do voo 447 da Air France.Um grupo de cinco médicos legistas do Instituto de Pesquisas Criminais da Polícia Militar da França, que já atuou na identificação de vítimas de grandes catástrofes, como o tsunami no Sudeste Asiático e o acidente com o avião Concorde, em 2000, começará a trabalhar nesta terça-feira em Recife, em parceria com técnicos brasileiros, na identificação das vítimas do voo 447 da Air France.</strong></p>
<p>Entre os legistas franceses da Unidade de Identificação de Vítimas de Catástrofes que chegam a Recife no final da noite desta segunda-feira estão um especialista em reconstrução de impressões digitais, um dentista e um biólogo, encarregado de recolher amostras de DNA em corpos que estejam muito deteriorados.</p>
<p>&#8220;Já temos uma segunda equipe pronta para ser enviada caso necessário&#8221;, disse à BBC Brasil o coronel François Daust, diretor do Instituto de Pesquisas Criminais da Polícia Militar da França (IRCGN, na sigla em francês), situada nos arredores de Paris, que criou em 1992 uma unidade especializada na identificação de vítimas de catástrofes.</p>
<p>&#8220;Já atuamos em 25 catástrofes na França e no mundo e nossas investigações sempre permitiram identificar todas as vítimas, mesmo no caso do tsunami no Sudeste Asiático, que contou com várias equipes internacionais&#8221;, afirma Daust.</p>
<p><strong>DNA</strong></p>
<p>A equipe francesa também já trabalhou na identificação dos corpos no acidente no túnel do Mont Blanc, que liga a Itália à França, em 1999, e na queda de um avião na Venezuela no ano passado.</p>
<p>Segundo o diretor, uma vítima do voo 447 só será formalmente identificada &#8220;após uma reunião entre especialistas franceses e brasileiros que irão comparar os elementos do dossiê médico e dentário da vítima&#8221;.</p>
<p>Para realizar a identificação, os especialistas franceses estão recolhendo os dados médicos e dentários junto aos familiares e profissionais de saúde que tratavam as vítimas, além de elementos descritivos, como joias usadas ou características físicas particulares.</p>
<p>As informações médicas, como cirurgias e fraturas, e dentárias dos passageiros devem permitir, na avaliação de Daust, a identificação &#8220;em 98% dos casos&#8221;, de acordo com os métodos utilizados pelos legistas e dentistas franceses.</p>
<p>&#8220;Testes de DNA são realizados muito raramente quando os corpos estão inteiros. Os exames genéticos são feitos quando são encontrados apenas pedaços ou fragmentos dos corpos&#8221;, afirma. Neste caso, os resultados podem levar &#8220;várias semanas&#8221;, diz.</p>
<p>Segundo Daust, a França irá centralizar os dados médicos e dentários de todos os passageiros europeus. A maioria das 228 vítimas do acidente com o voo 447 é francesa. O trabalho de identificação dos corpos será totalmente realizado no Brasil.</p>
<p><strong>Tsunami</strong></p>
<p>Baseado na experiência do tsunami no Sudeste Asiático, o coronel Daust afirma que a identificação de corpos que ficaram muito tempo na água pode ser mais difícil em razão &#8220;da deterioração muito rápida dos tecidos&#8221;.</p>
<p>Mas no caso do tsunami, vítimas localizadas mais de um mês após a catástrofe puderam ser identificadas pelos ossos e, sobretudo, pela dentição.</p>
<p>&#8220;A identificação a partir dos dados médicos e dentários, além das impressões digitais, funciona perfeitamente, mesmo nesse caso. Quando os corpos estão inteiros, a identificação é possível, não existem dificuldades que não possam ser superadas&#8221;, afirma o coronel.</p>
<p>&#8220;No caso de fragmentos o trabalho é mais difícil, mas quase sempre existe a possibilidade de identificação&#8221;, afirma.</p>
<p>A França praticamente já terminou a coleta de DNA de parentes das 72 vítimas do país.</p>
<p>A Unidade de Identificação de Vítimas de Catástrofe trabalha de acordo com protocolos internacionais fixados pela Interpol (a polícia internacional).</p>
<p>Além dos cinco especialistas do Instituto de Pesquisas Criminais da França, o grupo francês que chega a Recife também é formado por dois investigadores e um outro legista.</p>
<p>Eles trabalham no âmbito das investigações da Procuradoria de Paris e acompanharão os resultados dos resgates dos destroços e dos corpos para fornecer elementos à investigação realizada pela Justiça sobre o acidente com o avião da Air France, que poderá apontar eventuais responsáveis pela catástrofe.<a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/090608204405_pla226ap.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-999" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/090608204405_pla226ap.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a></p>
<p>Entre os legistas franceses da Unidade de Identificação de Vítimas de Catástrofes que chegam a Recife no final da noite desta segunda-feira estão um especialista em reconstrução de impressões digitais, um dentista e um biólogo, encarregado de recolher amostras de DNA em corpos que estejam muito deteriorados.</p>
<p>&#8220;Já temos uma segunda equipe pronta para ser enviada caso necessário&#8221;, disse à BBC Brasil o coronel François Daust, diretor do Instituto de Pesquisas Criminais da Polícia Militar da França (IRCGN, na sigla em francês), situada nos arredores de Paris, que criou em 1992 uma unidade especializada na identificação de vítimas de catástrofes.</p>
<p>&#8220;Já atuamos em 25 catástrofes na França e no mundo e nossas investigações sempre permitiram identificar todas as vítimas, mesmo no caso do tsunami no Sudeste Asiático, que contou com várias equipes internacionais&#8221;, afirma Daust.</p>
<p><strong>DNA</strong></p>
<p>A equipe francesa também já trabalhou na identificação dos corpos no acidente no túnel do Mont Blanc, que liga a Itália à França, em 1999, e na queda de um avião na Venezuela no ano passado.</p>
<p>Segundo o diretor, uma vítima do voo 447 só será formalmente identificada &#8220;após uma reunião entre especialistas franceses e brasileiros que irão comparar os elementos do dossiê médico e dentário da vítima&#8221;.</p>
<p>Para realizar a identificação, os especialistas franceses estão recolhendo os dados médicos e dentários junto aos familiares e profissionais de saúde que tratavam as vítimas, além de elementos descritivos, como joias usadas ou características físicas particulares.</p>
<p>As informações médicas, como cirurgias e fraturas, e dentárias dos passageiros devem permitir, na avaliação de Daust, a identificação &#8220;em 98% dos casos&#8221;, de acordo com os métodos utilizados pelos legistas e dentistas franceses.</p>
<p>&#8220;Testes de DNA são realizados muito raramente quando os corpos estão inteiros. Os exames genéticos são feitos quando são encontrados apenas pedaços ou fragmentos dos corpos&#8221;, afirma. Neste caso, os resultados podem levar &#8220;várias semanas&#8221;, diz.</p>
<p>Segundo Daust, a França irá centralizar os dados médicos e dentários de todos os passageiros europeus. A maioria das 228 vítimas do acidente com o voo 447 é francesa. O trabalho de identificação dos corpos será totalmente realizado no Brasil.</p>
<p><strong>Tsunami</strong></p>
<p>Baseado na experiência do tsunami no Sudeste Asiático, o coronel Daust afirma que a identificação de corpos que ficaram muito tempo na água pode ser mais difícil em razão &#8220;da deterioração muito rápida dos tecidos&#8221;.</p>
<p>Mas no caso do tsunami, vítimas localizadas mais de um mês após a catástrofe puderam ser identificadas pelos ossos e, sobretudo, pela dentição.</p>
<p>&#8220;A identificação a partir dos dados médicos e dentários, além das impressões digitais, funciona perfeitamente, mesmo nesse caso. Quando os corpos estão inteiros, a identificação é possível, não existem dificuldades que não possam ser superadas&#8221;, afirma o coronel.</p>
<p>&#8220;No caso de fragmentos o trabalho é mais difícil, mas quase sempre existe a possibilidade de identificação&#8221;, afirma.</p>
<p>A França praticamente já terminou a coleta de DNA de parentes das 72 vítimas do país.</p>
<p>A Unidade de Identificação de Vítimas de Catástrofe trabalha de acordo com protocolos internacionais fixados pela Interpol (a polícia internacional).</p>
<p>Além dos cinco especialistas do Instituto de Pesquisas Criminais da França, o grupo francês que chega a Recife também é formado por dois investigadores e um outro legista.</p>
<p>Eles trabalham no âmbito das investigações da Procuradoria de Paris e acompanharão os resultados dos resgates dos destroços e dos corpos para fornecer elementos à investigação realizada pela Justiça sobre o acidente com o avião da Air France, que poderá apontar eventuais responsáveis pela catástrofe.</p>
<p>Entre os legistas franceses da Unidade de Identificação de Vítimas de Catástrofes que chegam a Recife no final da noite desta segunda-feira estão um especialista em reconstrução de impressões digitais, um dentista e um biólogo, encarregado de recolher amostras de DNA em corpos que estejam muito deteriorados.</p>
<p>&#8220;Já temos uma segunda equipe pronta para ser enviada caso necessário&#8221;, disse à BBC Brasil o coronel François Daust, diretor do Instituto de Pesquisas Criminais da Polícia Militar da França (IRCGN, na sigla em francês), situada nos arredores de Paris, que criou em 1992 uma unidade especializada na identificação de vítimas de catástrofes.</p>
<p>&#8220;Já atuamos em 25 catástrofes na França e no mundo e nossas investigações sempre permitiram identificar todas as vítimas, mesmo no caso do tsunami no Sudeste Asiático, que contou com várias equipes internacionais&#8221;, afirma Daust.</p>
<p><strong>DNA</strong></p>
<p>A equipe francesa também já trabalhou na identificação dos corpos no acidente no túnel do Mont Blanc, que liga a Itália à França, em 1999, e na queda de um avião na Venezuela no ano passado.</p>
<p>Segundo o diretor, uma vítima do voo 447 só será formalmente identificada &#8220;após uma reunião entre especialistas franceses e brasileiros que irão comparar os elementos do dossiê médico e dentário da vítima&#8221;.</p>
<p>Para realizar a identificação, os especialistas franceses estão recolhendo os dados médicos e dentários junto aos familiares e profissionais de saúde que tratavam as vítimas, além de elementos descritivos, como joias usadas ou características físicas particulares.</p>
<p>As informações médicas, como cirurgias e fraturas, e dentárias dos passageiros devem permitir, na avaliação de Daust, a identificação &#8220;em 98% dos casos&#8221;, de acordo com os métodos utilizados pelos legistas e dentistas franceses.</p>
<p>&#8220;Testes de DNA são realizados muito raramente quando os corpos estão inteiros. Os exames genéticos são feitos quando são encontrados apenas pedaços ou fragmentos dos corpos&#8221;, afirma. Neste caso, os resultados podem levar &#8220;várias semanas&#8221;, diz.</p>
<p>Segundo Daust, a França irá centralizar os dados médicos e dentários de todos os passageiros europeus. A maioria das 228 vítimas do acidente com o voo 447 é francesa. O trabalho de identificação dos corpos será totalmente realizado no Brasil.</p>
<p><strong>Tsunami</strong></p>
<p>Baseado na experiência do tsunami no Sudeste Asiático, o coronel Daust afirma que a identificação de corpos que ficaram muito tempo na água pode ser mais difícil em razão &#8220;da deterioração muito rápida dos tecidos&#8221;.</p>
<p>Mas no caso do tsunami, vítimas localizadas mais de um mês após a catástrofe puderam ser identificadas pelos ossos e, sobretudo, pela dentição.</p>
<p>&#8220;A identificação a partir dos dados médicos e dentários, além das impressões digitais, funciona perfeitamente, mesmo nesse caso. Quando os corpos estão inteiros, a identificação é possível, não existem dificuldades que não possam ser superadas&#8221;, afirma o coronel.</p>
<p>&#8220;No caso de fragmentos o trabalho é mais difícil, mas quase sempre existe a possibilidade de identificação&#8221;, afirma.</p>
<p>A França praticamente já terminou a coleta de DNA de parentes das 72 vítimas do país.</p>
<p>A Unidade de Identificação de Vítimas de Catástrofe trabalha de acordo com protocolos internacionais fixados pela Interpol (a polícia internacional).</p>
<p>Além dos cinco especialistas do Instituto de Pesquisas Criminais da França, o grupo francês que chega a Recife também é formado por dois investigadores e um outro legista.</p>
<p>Eles trabalham no âmbito das investigações da Procuradoria de Paris e acompanharão os resultados dos resgates dos destroços e dos corpos para fornecer elementos à investigação realizada pela Justiça sobre o acidente com o avião da Air France, que poderá apontar eventuais responsáveis pela catástrofe.</p>
<p><strong>Fonte:(BBCBRASIL)</strong></p>
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		<title>Equipes de buscas resgatam 17 corpos do Airbus</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 02:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[ACIDENTE AÉREO]]></category>
		<category><![CDATA[Aconteceu no Mundo]]></category>
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		<description><![CDATA[A Marinha e a Aeronáutica brasileiras informaram no início da noite deste domingo que foram resgatados 17 corpos dos passageiros e tripulação do voo 447 da Air France, que desapareceu com 228 pessoas a bordo na última segunda-feira.
Além dos corpos, os militares brasileiros informaram que dezenas de novos componentes estruturais da aeronave também foram retirados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="ingress"><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/090607222846_police226.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-989" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/090607222846_police226.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a>A Marinha e a Aeronáutica brasileiras informaram no início da noite deste domingo que foram resgatados 17 corpos dos passageiros e tripulação do voo 447 da Air France, que desapareceu com 228 pessoas a bordo na última segunda-feira.</strong></p>
<p>Além dos corpos, os militares brasileiros informaram que dezenas de novos componentes estruturais da aeronave também foram retirados do oceano Atlântico.</p>
<p>Os cinco primeiros corpos encontrados mais quatro resgatados durante este domingo pelo navio patrulha Grajaú estão na fragata Constituição a caminho de Fernando de Noronha.</p>
<p>Destes nove corpos, quatro são do sexo masculino e quatro do sexo feminino. Um dos corpos não teve o sexo identificado.</p>
<p>Na tarde de domingo outros oito corpos foram resgatados pela fragata da Marinha francesa Ventose. Esta fragata também está levando estes corpos para Fernando de Noronha.</p>
<p>Os corpos foram encontrados na área onde já tinham sido resgatados os primeiros corpos e destroços diretamente ligados ao acidente, no sábado. Esta área fica a 824 quilômetros a nordeste de Fernando de Noronha.</p>
<p>Segundo os militares a fragata Constituição deve chegar a Recife apenas na terça-feira.</p>
<p><strong>Preparo inicial</strong></p>
<p>Em entrevista coletiva no início da noite deste domingo em Recife, Marinha e Aeronáutica brasileiras informaram que em Fernando de Noronha vai ocorrer apenas a preparação pericial inicial dos corpos.</p>
<p>A identificação será feita a partir de um trabalho conjunto dos peritos da Policia Civil de Pernambuco e da Polícia Federal.</p>
<p>Os exames dos médicos legistas e a liberação final dos corpos deverão ocorrer pelo Instituto Médico Legal (IML) de Recife.</p>
<p>Os militares brasileiros informaram ainda que as buscas por mais corpos vão prosseguir ao mesmo tempo que o resgate de componentes do Airbus que já foram localizados.</p>
<p>No total, a operação conta com 14 aeronaves &#8211; 12 da Força Aérea Brasileira e duas da França. Ainda participam das operações de resgate cinco navios da Marinha do Brasil e uma fragata da Marinha da França, a Ventose.</p>
<p><strong>Equipes de busca</strong></p>
<p>No sábado, foram encontrados dois corpos e partes da asa do Airbus que desapareceu no Oceano Atlântico entre Rio de Janeiro e Paris.</p>
<div class="module ">
<div class="image img-w226"><img src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2009/06/07/090607225537_debri226.jpg" alt="Imagem feita pela Marinha brasileira mostra pedaço do avião da Air France resgatado no sábado" width="226" height="170" /></p>
<p class="caption">Imagem feita pela Marinha brasileira mostra pedaço do avião da Air France resgatado no sábado</p>
</div>
</div>
<p>Os objetos recuperados no sábado foram os primeiros a serem definitivamente ligados ao avião da Air France, quase seis dias depois do desaparecimento.</p>
<p>Os primeiros corpos foram içados d&#8217;água a quase 900 quilômetros a nordeste de Fernando de Noronha no início da manhã de sábado</p>
<p>No início da noite de sábado, em uma nova entrevista coletiva, a Força Aérea Brasileira também confirmou que foram encontradas partes da asa do avião e poltronas durante a tarde.</p>
<p>Todo o material recolhido será levado primeiramente para Fernando de Noronha para ser catalogado e, em seguida, para Recife.</p>
<p><strong>Caixas-pretas</strong></p>
<p>Alguns destroços que imaginava-se que eram do AF 447 foram avistados no início da semana, mas foi provado depois que os objetos recuperados não eram do Airbus.</p>
<p>Os esforços da busca também se concentram na procura das caixas-pretas com os registros do voo.</p>
<p>As caixas pretas têm um mecanismo que emite sinais de localização mesmo a 4,3 mil metros abaixo da superfície da água. Não se sabe, porém, se a caixa preta &#8211; mesmo que encontrada &#8211; sobreviverá à pressão das profundezas.</p>
<p>Autoridades francesas afirmam também que não há garantias de que estes mecanismos ainda estejam presos às caixas pretas, pois podem ter sido separados no impacto da queda.</p>
<p>As autoridades ainda não sabem a causa ou causas do acidente, mas o Airbus estava atravessando uma área de tempestades e turbulência quando desapareceu.</p>
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		<title>Equipes de busca recuperam mais 4 corpos do Airbus</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 20:46:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[ACIDENTE AÉREO]]></category>
		<category><![CDATA[Aconteceu no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Africa]]></category>
		<category><![CDATA[Fúria da Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[MILITAR]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[POLITICA]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Policial]]></category>
		<category><![CDATA[Radioamadorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais quatro corpos de passageiros do voo 447 da Air France que desapareceu com 228 pessoas a bordo na última segunda-feira foram resgatados neste domingo.
A Marinha e a Aeronáutica brasileiras afirmaram ter recuperado na madrugada deste domingo mais três corpos de passageiros e avistado vários outros.
A Marinha da França por sua vez informou que também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/090607195259_rescue226.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-987" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/090607195259_rescue226.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a>Mais quatro corpos de passageiros do voo 447 da Air France que desapareceu com 228 pessoas a bordo na última segunda-feira foram resgatados neste domingo.</strong></p>
<p>A Marinha e a Aeronáutica brasileiras afirmaram ter recuperado na madrugada deste domingo mais três corpos de passageiros e avistado vários outros.</p>
<p>A Marinha da França por sua vez informou que também recuperou um corpo. Um porta-voz francês afirmou que uma equipe em um helicóptero recuperou o corpo no mar, não muito longe do local onde os outros três foram encontrados.</p>
<p>Ainda não se sabe se os corpos são de homens ou mulheres. Os dois primeiros, recuperados no sábado, eram do sexo masculino.</p>
<p>Os corpos encontrados neste domingo, além dos dois recuperados no sábado, já estão a caminho de Fernando de Noronha, a bordo da fragata Constituição, enquanto outro navio da Marinha, a corveta Caboclo continua reforçando as buscas na região em que os cadáveres foram avistados.</p>
<p>Embora as buscas agora estejam concentradas neste local, a Força Aérea Brasileira afirmou que uma aeronave R-99 continua a monitorar uma área mais ampla para identificar eventuais novos focos de destroços.</p>
<p>No entanto, os militares brasileiros ressaltaram que a previsão do tempo para este domingo na região das buscas é &#8220;desfavorável para o cumprimento das missões das aeronaves&#8221;, por apresentar baixa visibilidade e mau tempo.</p>
<p>Segundo os militares cerca de 100 objetos foram vistos na área, incluindo poltronas com o logotipo da Air France e máscaras de oxigênio.</p>
<p>As equipes de busca que já contavam com cinco navios da Marinha do Brasil ganharam o reforço neste domingo da fragata Ventuse, da Marinha francesa.</p>
<p><strong>Equipes de busca</strong></p>
<p>Além disso, aviões Falcon 50 e Atlantic Rescue D da França também colaboram nas missões de busca.</p>
<p>De acordo com o comando militar do Brasil, 14 aeronaves (12 brasileiras e duas francesas) e cinco navios da Marinha do Brasil se dedicam às buscas.</p>
<p>No sábado, foram encontrados dois corpos e partes da asa do Airbus que desapareceu no Oceano Atlântico entre Rio de Janeiro e Paris.</p>
<p>Os primeiros corpos foram içados d&#8217;água a quase 900 quilômetros a nordeste de Fernando de Noronha no início da manhã de sábado</p>
<p>No início da noite de sábado, em uma nova entrevista coletiva, a Força Aérea Brasileira também confirmou que foram encontradas partes da asa do avião e poltronas durante a tarde.</p>
<p>Todo o material recolhido será levado primeiramente para Fernando de Noronha para ser catalogado e, em seguida, para Recife.</p>
<p><strong>Caixas-pretas</strong></p>
<p>Os objetos recuperados no sábado foram os primeiros a serem definitivamente ligados ao avião da Air France, quase seis dias depois do desaparecimento.</p>
<div class="module ">
<div class="image img-w226"><img src="http://www.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2009/06/06/090606235658_caboclo226.jpg" alt="Corveta Caboclo recolheu poltrona e corpos durante as buscas deste sábado (foto arquivo)" width="226" height="170" /></p>
<p class="caption">Corveta Caboclo recolheu poltrona e corpos durante as buscas deste sábado (foto arquivo)</p>
</div>
</div>
<p>Alguns destroços que imaginava-se que eram do AF 447 foram avistados no início da semana, mas foi provado depois que os objetos recuperados não eram do Airbus.</p>
<p>Os esforços da busca também se concentram na procura das caixas-pretas com os registros do voo.</p>
<p>As caixas pretas têm um mecanismo que emite sinais de localização mesmo a 4,3 mil metros abaixo da superfície da água. Não se sabe, porém, se a caixa preta &#8211; mesmo que encontrada &#8211; sobreviverá à pressão das profundezas.</p>
<p>Autoridades francesas afirmam também que não há garantias de que estes mecanismos ainda estejam presos às caixas pretas, pois podem ter sido separados no impacto da queda.</p>
<p>As autoridades ainda não sabem a causa ou causas do acidente, mas o Airbus estava atravessando uma área de tempestades e turbulência quando desapareceu.   <strong>Fonte <img src='http://blig.ig.com.br/qslnews/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> BBCBRASIL)</strong></p>
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