<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>RADIONETNEWS &#187; ENSINO</title>
	<atom:link href="http://blig.ig.com.br/qslnews/category/ensino/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blig.ig.com.br/qslnews</link>
	<description>JORNALISMO ATUALIZADO</description>
	<lastBuildDate>Sat, 28 Nov 2009 15:01:52 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>(Artigo) Uma Conquista da Liberdade</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/qslnews/2009/06/24/artigo-uma-conquista-da-liberdade/</link>
		<comments>http://blig.ig.com.br/qslnews/2009/06/24/artigo-uma-conquista-da-liberdade/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 21:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ENSINO]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[POLITICA]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blig.ig.com.br/qslnews/2009/06/24/artigo-uma-conquista-da-liberdade/</guid>
		<description><![CDATA[“A exigência de diploma de curso superior para a prática de jornalismo não está autorizada pela ordem constitucional, pois constitui uma restrição a efetivo exercício da liberdade jornalística.” (Presidente do STF, ministro Gilmar Mendes)                                                                  Por Rodrigo Constantino                                                                                                                         Com quase unanimidade, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram que o diploma de jornalismo não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span class="Apple-style-span" style="color: #000000;font-family: 'times new roman'"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;font-style: italic;font-family: Verdana;text-align: justify"><strong>“A exigência de diploma de curso superior para a prática de jornalismo não está autorizada pela ordem constitucional, pois constitui uma restrição a efetivo exercício da liberdade jornalística.” (Presidente do STF, ministro Gilmar Mendes)</strong>                                                                 <span style="color: #ff0000"> Por Rodrigo Constantino                                                                                                                         <span class="Apple-style-span" style="color: #000000;font-family: 'times new roman'"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;font-family: Verdana;text-align: justify">Com quase unanimidade, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram que o diploma de jornalismo não é obrigatório para exercer a profissão. A maioria dos ministros entendeu que parte do decreto-lei de 1969 era inconstitucional. O ministro Gilmar Mendes chegou a fazer uma analogia com a culinária: “Um excelente chefe de cozinha certamente poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima o Estado a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área”. A obrigatoriedade de diploma nada mais é do que uma reserva de mercado garantida por lei. Derrubá-la, portanto, representa uma conquista da liberdade.</span></span></span></span></span></div>
<div><span class="Apple-style-span" style="color: #000000;font-family: 'times new roman'"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;font-style: italic;font-family: Verdana;text-align: justify"><span style="color: #ff0000"><span class="Apple-style-span" style="color: #000000;font-family: 'times new roman'"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;font-family: Verdana;text-align: justify">Bob Woodward conseguiu derrubar o presidente Richard Nixon com sua reportagem investigativa sobre o escândalo de “Watergate”. Woodward não tinha diploma de jornalismo. Ele estudou história e literatura inglesa, e enquanto considerava a opção de cursar direito, acabou conseguindo um emprego como repórter no The Washington Post. Mas pela lei brasileira válida até a decisão do STF, Woodward não poderia exercer a profissão de jornalista. Ele não seria considerado apto para a tarefa, por falta de um diploma específico. O mundo perderia um importante jornalista, por um motivo bobo. Existem vários outros casos assim.</span></span></span></span></span></div>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: #000000;font-family: 'times new roman'"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;font-style: italic;font-family: Verdana;text-align: justify"><span style="color: #ff0000"><span class="Apple-style-span" style="color: #000000;font-family: 'times new roman'"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;font-family: Verdana;text-align: justify">Na verdade, muitas pessoas defendem este tipo de regulação estatal, como a obrigatoriedade de diplomas, por desconfiar da capacidade de auto-regulação dos mercados. Há pouca confiança na liberdade por parte desses indivíduos. Ora, quem deve decidir se alguém serve ou não para a função de jornalista, em última instância, são os consumidores. Não é preciso obrigar o uso do filtro universitário. Se a faculdade de jornalismo realmente agregar valor, ela será naturalmente demandada. Inclusive haverá concorrência entre elas, e por isso que um diploma numa boa faculdade não tem o mesmo valor que outro numa faculdade de “botequim”. Mas quem deve julgar isso são os próprios consumidores. Até mesmo os donos de veículos de imprensa dependem, no final do dia, da aprovação desses consumidores. Por isso eles são levados a se preocupar com a qualidade do serviço. E por isso os melhores jornalistas serão mais demandados, com ou sem diploma. É assim que deve ser: liberdade de escolha.</p>
<p>Isso não é válido somente para o jornalismo. Na verdade, qualquer profissão deveria funcionar assim. Essa idéia pode parecer muito radical à primeira vista, mas algumas reflexões mostram que não é o caso. E podemos usar uma das mais importantes profissões, que mexe com a vida das pessoas, para explicar: a medicina. Será que para exercer a função de médico deve ser obrigatório um diploma de medicina? Parece evidente que sim, mas não é tão simples como parece. Se entendermos que cada indivíduo deve ser livre para fazer o que quiser, contanto que não agrida a liberdade alheia, então devemos aceitar que ele é livre até para se prejudicar. E se ele deve ser livre para tanto, ele deve ser livre para escolher os meios que ele deseja atingir tal fim. Logo, se ele quiser fumar, beber, viver no ócio, ele deve ser livre para tanto. E se ele quiser arriscar uma “cura” para uma doença qualquer, através de médiuns, chás “milagrosos” ou até mesmo o Dr. Fritz, ele deve ser livre para isso. Ele não está prejudicando ninguém mais além dele próprio.</p>
<p>Como disse certa vez o ex-presidente americano Ronald Reagan, &#8220;os governos existem para nos proteger uns contra os outros; o governo vai além de seus limites quando decide proteger-nos de nós mesmos&#8221;. Aceitando-se esta premissa razoável, então devemos aceitar também que cada um é livre para se tratar com o “médico” que quiser. O que não deve ser permitido, no entanto, é a fraude, ou seja, alguém alegar ter um diploma que não tem. Mas isso seria crime de qualquer jeito, pois é uma troca calcada na mentira. Mas, se o paciente souber que o “curandeiro” não possui diploma algum, e ainda assim desejar se submeter aos seus tratamentos, assinando um termo de responsabilidade por isso, ninguém deve ter o direito de impedi-lo. Ou tratamos os adultos como seres livres e responsáveis, que devem assumir as rédeas de suas vidas, ou vamos encarar os cidadãos como súditos incapazes que necessitam da tutela estatal para tudo. Esse é o caminho da servidão. Ser livre quer dizer ser livre para cometer graves erros ou correr riscos mortais até.<span class="Apple-converted-space"> </span></p>
<p>Logo, vimos que até mesmo no delicado caso da medicina não há necessidade legal de diploma, contanto que os casos de fraude sejam severamente punidos. O leitor pode se perguntar se buscaria um tratamento para uma grave doença com qualquer embusteiro que oferecesse uma cura milagrosa. Acredito que não. E por que então assumir que todos os outros são mentecaptos incapazes de exercer o mesmo tipo de julgamento? Não é uma postura arrogante? Devemos confiar mais na liberdade. Se partirmos da premissa que todos são idiotas facilmente manipuláveis, então não podemos ao mesmo tempo defender o sufrágio universal. A democracia seria incompatível com esta visão dos homens. Afinal, seriam esses mesmos incapazes que estariam escolhendo seus “protetores”. Como conciliar as duas coisas? Como defender a tutela paternalista do governo e a liberdade de escolha desses tutores ao mesmo tempo? Não faz sentido.</p>
<p>Em suma, a decisão do STF representa um passo em direção à liberdade. Mas ainda falta muito. Ainda temos reservas de mercado em várias outras profissões. Ainda temos alistamento militar obrigatório, que trata cidadãos como escravos do governo. Ainda temos voto obrigatório, um disparate numa democracia. E por aí vai. Mas hoje vamos celebrar essa conquista da liberdade.<span class="Apple-converted-space">                                                                    </span></p>
<p><strong> Fonte: (Instituto Federalista)</strong></p>
<p></span></span> </p>
<p></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blig.ig.com.br/qslnews/2009/06/24/artigo-uma-conquista-da-liberdade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;Agora é oficial&#8221; Supremo Aprova o fim da exigência do diploma de jornalismo</title>
		<link>http://blig.ig.com.br/qslnews/2009/06/18/agora-e-oficial-supremo-aprova-o-fim-da-exigencia-do-diploma-de-jornalismo/</link>
		<comments>http://blig.ig.com.br/qslnews/2009/06/18/agora-e-oficial-supremo-aprova-o-fim-da-exigencia-do-diploma-de-jornalismo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 11:36:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[ENSINO]]></category>
		<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[POLITICA]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blig.ig.com.br/qslnews/2009/06/18/agora-e-oficial-supremo-aprova-o-fim-da-exigencia-do-diploma-de-jornalismo/</guid>
		<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira, por oito votos a um, pelo fim da exigência ao diploma de Jornalismo como requisito para o exercício da profissão. Os ministros acolheram o recurso ajuizado pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo (Sertesp) e pelo Ministério Público Federal (MPF) contra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Verdana"><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/stfdiploma.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1089" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/06/stfdiploma.jpg" alt="" width="500" height="319" /></a>O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira, por oito votos a um, pelo fim da exigência ao diploma de Jornalismo como requisito para o exercício da profissão. Os ministros acolheram o recurso ajuizado pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo (Sertesp) e pelo Ministério Público Federal (MPF) contra uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região que tinha afirmado a necessidade do diploma.<br />
</strong><br />
Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso de Mello acompanharam o voto do presidente do STF, Gilmar Mendes, que relatou a matéria. Apenas o ministro Marco Aurélio foi contrário. Os ministros Joaquim Barbosa e Carlos Alberto Menezes Direito não participaram do julgamento.Mendes afirmou que a Constituição Federal de 1988, ao garantir a ampla liberdade de expressão, não recepcionou o decreto-lei 972/69, que exigia o diploma.</span></div>
<p><span style="font-family: Verdana">&#8220;É fácil perceber que formação específica em curso não é meio idôneo suficiente para evitar eventuais riscos à coletividade ou danos a terceiros&#8221;, afirmou Mendes em seu voto. Em sua argumentação, o presidente do STF fez alusão ao exercício profissional da culinária: &#8220;um excelente chefe de cozinha poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima estarmos a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área&#8221;.</p>
<p>Mendes citou várias pessoas ilustres que exerceram a profissão sem diploma no curso e salientou que o jornalismo se diferencia por uma estreita vinculação ao exercício pleno das liberdades de expressão e informação. &#8220;O jornalismo e a liberdade de expressão, portanto, são atividades imbricadas por sua própria natureza e não podem ser pensadas e tratadas de forma separada&#8221;, afirmou Mendes.</p>
<p>&#8220;Nesse campo, a salvaguarda das salvaguardas da sociedade é não restringir nada. Quem quiser se profissionalizar como jornalista é livre para fazê-lo, porém esses profissionais não exaurem a atividade jornalística. Ela se disponibiliza para os vocacionados, para os que têm intimidade com a palavra&#8221;, afirmou o ministro Ayres Britto ao acompanhar a decisão do relator.</p>
<p>O ministro Cezar Peluso disse que experiências de outros países demonstram que o jornalismo sempre pôde ser bem exercido sem qualquer exigência de formação universitária. &#8220;Não existe no exercício do jornalismo nenhum risco que decorra do desconhecimento de alguma verdade científica&#8221;, afirmou.</p>
<div><span style="font-family: Verdana">Após garantida a maioria, o ministro Marco Aurélio Mello proferiu voto contrário ao fim da exigência do diploma, sustentando que são necessários conhecimentos técnicos para o exercício da profissão. Ele ressaltou que várias pessoas entraram na faculdade de Jornalismo acreditando que exerceriam uma profissão regulamentada.</span></div>
<p><span style="font-family: Verdana"> </p>
<p></span></span></p>
<p><strong></strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blig.ig.com.br/qslnews/2009/06/18/agora-e-oficial-supremo-aprova-o-fim-da-exigencia-do-diploma-de-jornalismo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
