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	<title>RADIONETNEWS &#187; Economia</title>
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		<title>Kirchner pede explicações a Chávez sobre excluir empresas brasileiras de nacionalizações</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 10:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu no Mundo]]></category>
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		<description><![CDATA[A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, telefonou para o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, para pedir explicações sobre as afirmações que ele teria feito durante viagem a Salvador, na Bahia, onde disse que as empresas brasileiras não seriam afetadas pelas nacionalizações em seu país.
A informação sobre telefonema de Cristina, que foi feito na terça-feira, foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="ingress"><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/05/090527222236_lula226ap.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-890" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2009/05/090527222236_lula226ap.jpg" alt="" width="226" height="170" /></a>A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, telefonou para o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, para pedir explicações sobre as afirmações que ele teria feito durante viagem a Salvador, na Bahia, onde disse que as empresas brasileiras não seriam afetadas pelas nacionalizações em seu país.</strong></p>
<p>A informação sobre telefonema de Cristina, que foi feito na terça-feira, foi publicada, nesta quarta-feira, pela agência oficial argentina <em>Telam</em>.</p>
<p>Cristina teria dito a Chávez, segundo a <em>Telam</em>, que a atitude seria &#8220;discriminação&#8221;.</p>
<p>Na última sexta-feira, o presidente venezuelano determinou a nacionalização de três empresas da companhia argentina Techint, gerando uma série de comunicados de industriais, exportadores e sindicalistas argentinos contra a medida.</p>
<p>&#8220;Uma afirmação deste conteúdo, se ela existiu, significaria um grau de discriminação que excede a esfera da soberania própria de cada Estado e seria uma atitude inaceitável por parte dos Estados democráticos, além de ser absolutamente contraditório aos acordos estratégicos que nosso país fez com a Venezuela&#8221;, afirmou Cristina, de acordo com a <em>Telam</em>.</p>
<p><strong>Desmentido</strong></p>
<p>Chávez teria negado as afirmações, levando a presidente a pedir que ele fizesse, então, um desmentido público.</p>
<p>Mais tarde, em Caracas, o Ministério das Relações Exteriores da Venezuela divulgou comunicado, com o título: &#8220;A Argentina sempre contará com o governo e o povo da Venezuela&#8221;.</p>
<p>No comunicado, o governo venezuelano atribui o caso a uma &#8220;feroz campanha&#8221; da imprensa argentina e diz que a Techint será indenizada pela nacionalização.</p>
<p>&#8220;Os meios de comunicação buscaram manipular um comentário que, em tom de brincadeira, fez o presidente da República Bolivariana da Venezuela durante reunião de trabalho com seu colega brasileiro, exatamente como informaram agências internacionais de notícias&#8221;</p>
<p>No comunicado, destaca-se frase atribuída à agência de notícia <em>France Presse</em>:</p>
<p>&#8220;Em um ambiente descontraído, Chávez chegou a brincar com Lula, ao narrar que a Venezuela passava por uma fase de nacionalizações, menos das empresas brasileiras, provocando uma gargalhada geral na reunião&#8221;, diz a nota da agência de notícias.</p>
<p><strong>Reação argentina</strong></p>
<p>A afirmação sobre a exclusão das empresas brasileiras e a nacionalização de empresas argentinas na Venezuela levou a União Industrial Argentina (UIA) a divulgar comunicado, na terça-feira, pedindo uma &#8220;revisão&#8221; no processo de adesão da Venezuela como membro pleno do Mercosul.</p>
<p><a class="page-link" href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/05/090527_venezuelamarciacarmo.shtml"><span class="link-title">Leia também na BBC Brasil: Empresários argentinos querem revisão da entrada da Venezuela no Mercosul </span></a></p>
<p>As palavras de Chávez foram um dos principais assuntos na imprensa argentina nesta quarta-feira.</p>
<p>Ex-integrante da cúpula do Mercosul, Eduardo Amadeo, disse à emissora de televisão <em>TN</em> (<em>Todo Notícias</em>) que seria &#8220;discriminação&#8221; se Chávez tomasse medidas diferentes para as empresas de cada um dos países.</p>
<p>Amadeo criticou ainda declarações de Cristina e do ministro do Interior da Argentina, Florencio Randazzo, de que um país (a Argentina) não poderia interferir na &#8220;soberania&#8221; do outro, após a decisão de Chávez de nacionalizar empresas da Techint.</p>
<p>&#8220;Não concordo com essa atitude. Recentemente, o presidente Lula reagiu contra medidas do governo do Equador que afetavam empresas brasileiras no país. Isso foi defender as empresas do Brasil. Poderíamos aqui ter feito o mesmo&#8221;, afirmou Amadeo.</p>
<p><em><strong>Fonte: (BBC BRASIL)</strong></em></p>
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		<title>Bolsas têm altas recordes após anúncios de pacotes</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 23:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os anúncios de planos de ajuda para bancos feitos por governos europeus e a notícia de que os EUA se preparam para comprar ações de instituições financeiras em dificuldades fizeram com que os mercados tivessem recordes de altas nesta segunda-feira.
Em Nova York, o índice Dow Jones, que na semana passada teve alguns de seus piores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="storytext"><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2008/10/20081013214527dow13afpdentro.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-211" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2008/10/20081013214527dow13afpdentro.jpg" alt="" width="203" height="152" /></a>Os anúncios de planos de ajuda para bancos feitos por governos europeus e a notícia de que os EUA se preparam para comprar ações de instituições financeiras em dificuldades fizeram com que os mercados tivessem recordes de altas nesta segunda-feira.</strong></div>
<p class="storytext">Em Nova York, o índice Dow Jones, que na semana passada teve alguns de seus piores momentos desde a sua criação, há 112 anos, fechou em alta de 11,08%.</p>
<p class="storytext">Também nos Estados Unidos, a bolsa eletrônica Nasdaq fechou pregão com forte alta de 11,81%.</p>
<p class="storytext"><!-- end_story -->Seguindo a tendência dos mercados americanos, o índice Bovespa, em São Paulo, disparou e fechou com alta de 13,37%, atingindo o nível de 40.390 pontos.</p>
<p class="storytext">Horas antes, os mercados europeus se mostraram otimistas com as novas medidas e também fecharam com altas recordes.</p>
<p class="storytext">Em Paris, o índice CAC 40 fechou nesta segunda-feira com o melhor resultado seus 20 anos de história, encerrando com ganhos positivos de 11,18%.</p>
<p class="storytext">Em Londres, o FTSE-100 também teve ganhos de 8,26%.</p>
<p class="storytext">Em Frankfurt, a principal praça européia, o índice Dax fechou com alta de 11,40%, com 5.062,45 pontos.</p>
<p class="storytext">A bolsa espanhola fechou a segunda-feira com sua maior alta em uma única sessão, com ganhos de 10,65% e 9.955,7 pontos.</p>
<p class="storytext">Mais cedo, as bolsas asiáticas já haviam reagido positivamente aos anúncios.</p>
<p class="storytext">A bolsa australiana fechou com uma alta de 5,6%, e o principal índice da bolsa sul-coreana, o Kospi, fechou com alta de 3,8%.</p>
<p class="storytext">O índice Hang Seng, em Hong Kong, teve alta de 10,2%, em 16.312,16 pontos, enquanto a Bolsa de Xangai teve um dia volátil, mas encerrou o pregão em alta de 3,7%.</p>
<p class="storytext">O mercado de ações japonês permaneceu fechado por causa de um feriado.</p>
<p class="storytext"><strong>Medidas européias</strong></p>
<p class="storytext">O otimismo dos mercados nesta segunda-feira se deveu em grande parte aos anúncios de planos de ajuda para instituições financeiras em dificuldades feitos por governos da zona do euro.</p>
<p class="storytext">Alemanha aprovou um pacote de 470 bilhões de euros, a França deverá investir cerca de 360 bilhões de euros, e a Espanha, 100 bilhões de euros para garantir empréstimos entre os bancos.</p>
<p class="storytext">No caso da França e da Alemanha, o dinheiro também será usado para comprar ações de bancos em dificuldades.</p>
<p class="storytext">No pacote francês, 320 bilhões de euros (US$ 433 bilhões) servirão como garantia do Estado para empréstimos interbancários.</p>
<p class="storytext">Outros 40 bilhões de euros (US$ 54 bilhões) serão destinados à recapitalização de bancos que enfrentarem dificuldades financeiras.</p>
<p class="storytext">Esse montante representa exatamente a metade dos 80 bilhões de euros que o governo alemão vai destinar à essa mesma finalidade.</p>
<p class="storytext">O decreto-lei anunciado pelo governo espanhol tem uma disposição &#8220;preventiva, cautelar&#8221;, pela qual se estabelece o mecanismo para uma possível recapitalização das entidades financeiras do país, caso seja necessário.</p>
<p class="storytext">Zapatero afirmou que &#8220;atualmente&#8221; não existe esta necessidade, já que não há &#8220;nenhuma situação de insolvência&#8221; nos bancos do país.</p>
<p class="storytext">As medidas são parte de um plano acordado entre líderes dos 15 países da chamada zona do euro (que adotaram o euro como moeda) em uma reunião no fim de semana, em Paris.</p>
<p class="storytext">A Áustria e a Itália também anunciaram planos de ajuda. O governo austríaco deverá gastar 85 milhões de euros. O governo italiano disse que está disposto a injetar o que for necessário, sem especificar valores.</p>
<p class="storytext">Na Grã-Bretanha, o governo anunciou que injetaria 37 bilhões de libras (cerca de US$ 64 bilhões) nos bancos Royal Bank of Scotland, Lloyds TSBV e HBOS.</p>
<p class="storytext"><strong>Estados Unidos</strong></p>
<p class="storytext">Em um pronunciamento nesta segunda-feira, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que os países estão tomando uma &#8220;ação decisiva&#8221;.</p>
<p class="storytext">Depois de um encontro com o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, Bush disse que os Estados Unidos vão continuar a trabalhar com a Europa para enfrentar a crise.</p>
<p class="storytext">Os Estados Unidos também se preparam para seguir a iniciativa européia e comprar ações de instituições financeiras em dificuldades, segundo anúncio do Tesouro americano.  Fonte: BBC BRASIL</p>
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		<title>Bolsas asiáticas abrem com fortes quedas nesta sexta-feira</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 10:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[As principais bolsas asiáticas abriram com fortes quedas na manhã desta sexta-feira, depois de um dia de grandes perdas na maioria dos mercados do mundo.
Em Tóquio, o índice Nikkei chegou a cair 11,3% nas primeiras horas da manhã.
Já as bolsas da Coréia do Sul, Cingapura e Austrália apresentaram recuos de cerca de 7%.
Em Xangai, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="storytext"><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2008/10/20081010023730indinikkeiapdentro-bbc.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-175" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2008/10/20081010023730indinikkeiapdentro-bbc.jpg" alt="" width="203" height="152" /></a>As principais bolsas asiáticas abriram com fortes quedas na manhã desta sexta-feira, depois de um dia de grandes perdas na maioria dos mercados do mundo.</strong></div>
<p class="storytext">Em Tóquio, o índice Nikkei chegou a cair 11,3% nas primeiras horas da manhã.</p>
<p class="storytext">Já as bolsas da Coréia do Sul, Cingapura e Austrália apresentaram recuos de cerca de 7%.</p>
<p class="storytext"><!-- end_story -->Em Xangai, os mercados começaram o pregão em queda de 3,79% e o índice Hang Seng, de Hong Kong, abriu com recuo de 7,7%.</p>
<p class="storytext">Os primeiros resultados das bolsas asiáticas acompanharam a tendência de perdas expresivas nos mercados ocidentais nesta quinta-feira.</p>
<p class="storytext">Em Nova York, o índice Dow Jones caiu 7,33% e atingiu seu nível mais baixo em pontos em cinco anos, ficando abaixo dos 9 mil pontos (8.579, 19), enquanto o Nasdaq ficou em -5,47%.</p>
<p class="storytext">A Bovespa, em São Paulo, seguiu a tendência americana e fechou em -3,92%.</p>
<p class="storytext">Apesar das diversas medidas para tentar conter a crise financeira tomadas nos últimos dias por governos de todo o mundo, os investidores temem que a turbulência leve a uma recessão global.</p>
<p class="storytext"><strong>Ajuda de emergência</strong></p>
<p class="storytext">Com o agravamento da crise financeira, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, anunciou nesta quinta-feira em Washington que o Fundo ativou um mecanismo de emergência para ajudar países que estão sendo seriamente afetados pela turbulência.</p>
<p class="storytext">O mecanismo, criado em 1995, permite a aprovação de empréstimos mais rapidamente pelo fundo. Foi usado pela primeira vez durante a crise asiática de 1997, quando Tailândia, Filipinas, Indonésia e Coréia do Sul foram beneficiados.</p>
<p class="storytext">“Nós estamos prontos para responder a qualquer pedido de países que enfrentam problemas”, disse Kahn, acrescentando que alguns países desenvolvidos podem ser ajudados.</p>
<p class="storytext">Kahn revelou à BBC que já tem alguns países em vista como possíveis candidatos à ajuda do FMI, mas se recusou a revelar quais.</p>
<p class="storytext"><strong>Recessão global</strong></p>
<p class="storytext">Também nesta quinta-feira, o diretor-gerente do FMI disse que o mundo está entrando em uma &#8220;recessão global&#8221; e que o sistema financeiro internacional só deve começar a se recuperar da atual crise na segunda metade de 2009.</p>
<p class="storytext">&#8220;Nosso parecer é que o crescimento das economias avançadas será próximo de zero no ano que vem e de cerca de 3% na economia global&#8221;, disse Strauss-Kahn. &#8220;Assim, estamos à beira de uma recessão global.&#8221;</p>
<p class="storytext">&#8220;Na primavera (no hemisfério norte, outono no Brasil), o FMI foi criticado por ser pessimista demais&#8221;, acrescentou. &#8220;Infelizmente, fomos otimistas demais.&#8221;</p>
<p class="storytext">Strauss-Kahn também comentou o avanço da crise bancária na Europa e afirmou que os países da União Européia precisam adotar ações coordenadas em relação ao problema.</p>
<p class="storytext">Para o diretor-gerente do FMI, qualquer ação unilateral – como as que foram anunciadas nos últimos dias por vários países do bloco – &#8220;precisa ser evitada ou mesmo condenada&#8221;.</p>
<p class="storytext">&#8220;Faço um apelo aos países europeus para que trabalhem juntos&#8221;, acrescentou. &#8220;Não há solução doméstica para uma crise como esta.&#8221;</p>
<p class="storytext">Também nesta quinta-feira, o Banco Central Europeu injetou mais US$ 100 bilhões no sistema bancário dos países que adotam o euro como moeda, além de dar crédito ilimitado aos países do bloco até pelo menos janeiro do ano que vem.</p>
<p class="storytext">As injeções de capital ocorreram depois que sete bancos centrais de todo o mundo anunciaram juntos uma redução nas taxas de juros, em uma ação coordenada para tentar frear o desaquecimento econômico.  Fonte: BBC BRASIL</p>
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		<title>Grã-Bretanha anuncia pacote de US$ 88 bi para salvar bancos</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 10:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo britânico anunciou detalhes de um pacote no valor de até 50 bilhões de libras esterlinas (o equivalente a cerca de US$ 88 bilhões) para resgatar o sistema bancário do país.
Inicialmente será disponibilizado um capital extra para oito dos maiores bancos britânicos. Em troca dos recursos adicionais, o governo receberá ações preferenciais dessas instituições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="storytext"><strong><a href="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2008/10/20070126134523darling203pa.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-157" src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2008/10/20070126134523darling203pa.jpg" alt="" width="203" height="152" /></a>O governo britânico anunciou detalhes de um pacote no valor de até 50 bilhões de libras esterlinas (o equivalente a cerca de US$ 88 bilhões) para resgatar o sistema bancário do país.</strong></div>
<p class="storytext">Inicialmente será disponibilizado um capital extra para oito dos maiores bancos britânicos. Em troca dos recursos adicionais, o governo receberá ações preferenciais dessas instituições (ações sem direito a voto, mas com prioridade na distribuição de dividendos, que são uma parte do lucro da empresa).</p>
<p class="storytext">O dinheiro será usado para dar apoio ao sistema bancário, que viu a cotação de suas ações despencar nas últimas semanas, em num momento em que os bancos lutam por acesso a recursos.</p>
<p class="storytext"><!-- end_story -->Como parte do pacote, mais 200 bilhões de libras esterlinas (o equivalente e cerca de US$ 350 bilhões) serão disponibilizados pelo Banco da Inglaterra (o banco central britânico) para empréstimos de curto-prazo, com o objetivo de dar liquidez aos bancos.</p>
<p class="storytext">A crise atual foi causada, em parte, pela relutância dos bancos de emprestarem dinheiro uns aos outros, e o governo espera que agora este problema possa ser resolvido. Será estabelecida, também, uma companhia especial para fornecer até 250 bilhões de libras (o equivalente a cerca de US$ 437 bilhões) em garantias de empréstimo para bancos.</p>
<p class="storytext">Os bancos que confirmaram participação no esquema são: Abbey, Barclays, HBOS, HSBC, Lloyds TSB, Nationwide Building Society, Royal Bank of Scotland e Standard Chartered.</p>
<p class="storytext">O Tesouro britânico afirmou que outros bancos poderão pedir para ser incluídos no plano.</p>
<p class="storytext">Apesar do anúncio do pacote, o índice FTSE 100 da bolsa de valores de Londres abriu em baixa de 3,9%. Mas as ações de bancos tiveram alta, lideradas pelo HBOS, com uma valorização de 26% após queda acentuada na terça-feira.</p>
<p class="storytext"><strong>Restrições</strong></p>
<p class="storytext">O analista econômico da BBC Robert Peston, disse que serão impostas condições para os bancos que aceitarem o dinheiro do governo.</p>
<p class="storytext">Entre elas estão restrições ao pagamento de executivos dos bancos e de dividendos para os demais acionistas das instituições.</p>
<p class="storytext">&#8220;Tomar o dinheiro do contribuinte não será uma licença para operar como se fosse em esquema normal&#8221;, afirmou Peston.</p>
<p class="storytext">Espera-se que o acordo estimule o fluxo de dinheiro nos mercados e garanta o futuro do sistema bancário.</p>
<p class="storytext">&#8220;Eles conseguiram capital adicional agora e se quiserem, têm uma fonte ilimitada de liquidez&#8221;, disse Terry Smith, diretor executivo da corretora Tullett Prebon.</p>
<p class="storytext">&#8220;Isto certamente deve estancar o pânico em termos de pessoas imaginando se os bancos são sólidos ou não.&#8221;</p>
<p class="storytext">O pacote foi bem recebido pelos bancos.</p>
<p class="storytext">&#8220;O anúncio do governo representa uma intenção séria e muito real da parte das autoridades, depois de consultas com a indústria bancária para trazer estabilidade (&#8230;) ao sistema bancário britânico&#8221;, disse nota do HBOS. Fonte: BBC BRASIL</p>
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		<title>Brasil é o quarto maior credor individual dos EUA</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 12:34:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CRISE MUNDIAL                                                      [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2008/10/estaunm1.jpg'><img src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2008/10/estaunm1.jpg" alt="" width="150" height="163" class="alignright size-full wp-image-108" /></a><a href='http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2008/10/brasilbordadap1.jpg'><img src="http://blig.ig.com.br/qslnews/files/2008/10/brasilbordadap1.jpg" alt="" width="135" height="100" class="alignright size-full wp-image-107" /></a><strong>CRISE MUNDIAL</strong>                                                                                                                                                                                                                                                 Nova York &#8211; O Brasil já é o quarto maior credor individual dos Estados Unidos. Tem US$ 148,4 bilhões em títulos do Tesouro americano, de acordo com os dados mais recentes de Washington, de julho. O País só perde para Japão (US$ 593,4 bilhões), China (US$ 518,7 bilhões) e Grã-Bretanha (US$ 290,8 bilhões) &#8211; os países exportadores de petróleo aparecem na frente do Brasil porque estão agrupados.</p>
<p>Em meio à crise nos Estados Unidos e ante a perspectiva de um grande aumento na dívida do país, a concentração das reservas brasileiras em títulos do Tesouro americano (Treasuries) desperta preocupação. Rússia e a Índia vêm reduzindo a exposição ao dólar. </p>
<p>Esses títulos ainda são o investimento mais seguro do mundo. Recentemente, em meio à turbulência, a remuneração de alguns desses papéis caiu para quase zero por causa do aumento na demanda por esses títulos &#8211; resultado de investidores fugindo de qualquer tipo de risco.</p>
<p>“Não vejo ninguém preocupado com um calote dos Estados Unidos”, diz Jon Huenemann, diretor de comércio exterior do escritório Miller Chevallier e ex-representante-assistente de comércio dos EUA. Mas, se a crise se aprofundar, a economia americana entrar em recessão e a dívida explodir, aí pode-se pensar em diversificação, diz o executivo. (AE)</p>
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		<title>Lula admite que crise reduziu crédito para exportações</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2008 10:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lenilson.marcos@ig.com.br</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a crise financeira internacional não teve grande impacto no Brasil, a não ser pelo fato de ter diminuído o volume de crédito para financiamento das exportações e de alguns projetos. Na opinião dele, esse efeito não é um problema apenas brasileiro, mas internacional.                                                         
&#8220;Até agora, estamos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a crise financeira internacional não teve grande impacto no Brasil, a não ser pelo fato de ter diminuído o volume de crédito para financiamento das exportações e de alguns projetos. Na opinião dele, esse efeito não é um problema apenas brasileiro, mas internacional.                                                         </strong></p>
<p>&#8220;Até agora, estamos tendo um problema normal, não nosso, mas um problema internacional, que é a pouca disponibilidade de crédito para o financiamento das exportações brasileiras ou de qualquer projeto que precise de dinheiro emprestado em dólar&#8221;, afirmou, durante comemoração dos 70 anos do Sindicato das Trabalhadoras e dos Trabalhadores Químicos do ABC, hoje à noite, em Santo André.</p>
<p>O presidente voltou a criticar as instituições financeiras que quebraram nas últimas semanas. Ele disse ter cansado de ver yuppies de 23 ou 24 anos de idade &#8220;palpitando&#8221; sobre a economia brasileira nos últimos 20 anos. &#8220;Essa gente não tomou conta do seu nariz e quebraram todos&#8221;, ironizou. &#8220;De palpiteiro chega nós aqui, brasileiros&#8221;, brincou, explicando que o povo brasileiro sabe dar palpite sobre os jogadores que devem atuar na Seleção Brasileira, os remédios que se deve tomar para combater uma dor de cabeça e as soluções para a economia brasileira.</p>
<p>Lula disse que as medidas que adotou quando assumiu o governo, em 2003, foram impopulares, mas representaram a solidez para que o País não tema a crise norte-americana. &#8220;Troquei meu capital político para resolver a economia brasileira. Tenho consciência disso&#8221;, declarou.</p>
<p>O presidente afirmou ainda que o Brasil está tranqüilo, mas observando com atenção os efeitos da crise internacional. Apesar disso, ele garantiu que não lançará mão de nenhum pacote econômico para driblar eventuais conseqüências dessa crise no País, mas adotará apenas medidas pontuais caso seja necessário. &#8220;No meu governo não terá pacote econômico&#8221;, prometeu. &#8220;Ninguém será pego de surpresa, Minha experiência diz que todos os pacotes que foram feitos na história brasileira não deram certo.&#8221;</p>
<p>Lula disse que ouviu, desde 2003, &#8220;palpiteiros&#8221; dizerem que ele tinha sorte e só mostraria a que veio quando enfrentasse uma grande crise internacional. &#8220;Mas eu queria que as pessoas continuassem a dizer que eu tenho sorte porque este País, quando teve a crise asiática, a crise da Rússia e a crise do México, que foram um pingo d&#8217;água dentro do Oceano Atlântico comparadas à crise dos Estados Unidos, nosso País quebrou duas vezes&#8221;, lembrou. &#8220;Por que o Brasil está tranqüilo? Porque no momento em que alguns queriam que gastássemos muito nós juntamos dólares, US$ 207 bilhões em reservas&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Lula voltou a ressaltar que o País não deve mais ao FMI e que o volume de reservas supera a dívida externa. Ele reconheceu que uma recessão americana afetaria todos os países do mundo, mas destacou que os países emergentes têm fundos soberanos e economias dinâmicas que podem minimizar os impactos dessa crise.</p>
<p>Deixando Santo André, Lula iria para seu apartamento em São Bernardo do Campo, onde passa o fim de semana de eleições municipais.          Fonte: Ag. Estado</p>
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