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Arquivo de maio, 2009

10/05/2009 - 23:54

Márcia vive!

Coisas da vida (ou de São Paulo) que continuam me impressionando.

Começou quando eu ia de ônibus para o cursinho, na Paulista, e vi umas coisas na calçada, ali entre a Pamplona e a Joaquim Eugênio. O ônibus passou rápido, e eu, ainda sonolenta, não consegui identificar do que se tratava.

Mais uns dias pra que eu reparasse nas inscrições: “Márcia vive!!!”. Quem seria Márcia? E por que alguém a homenagearia na Paulista? Ainda não consegui ver direito o que é que tinha na calçada, mas fiquei pensando na tal da Márcia.

Acho que foi de carro que eu vi que era uma bicicleta. E daí que não entendi nada mesmo. Pensando agora, até era óbvio, mas acho que na época não foi. E continuei com aquela dúvida.

Até que me curvei ao metrô como transporte para o cursinho. Eu não gosto do metrô nessa hora: ele é quente, cheio, tem pessoas mal-humoradas e mal-educadas; porém, demora uns 15 minutos a menos que o ônibus. São valiosos minutos de sono e de aula, já que atrasar é o meu forte. Parei de olhar pela janela do ônibus, parei de ver a calçada. E esqueci completamente da Márcia.

Aí hoje fui ler o http://www.botecosujo.net/, meu novo vício. Caçando textos aqui e ali, me deparo, finalmente, com a explicação da história de Márcia: http://www.botecosujo.net/2009/04/vida-qualquer-preco-nao-vale-para-mim.html.

Demais. Mesmo. Emocionante, sem pieguices.

Ainda segui para o http://www.bicicletada.org, e estou pensando em alterar, mais uma vez, meu transporte para o cursinho.
Ou pelo menos na volta dele.

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Inspirada por: a Mafalda-Márcia em mim.

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
05/05/2009 - 20:31

Quarterlife crisis – Em obras

Porque o legal de ler blogs é ver o que você sente escrito de um jeito que você jamais escreveria…

http://emobra.blogspot.com/2009/05/um-diploma-na-mao-e-uma-quarterlife.html

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
02/05/2009 - 14:20

He´s just not that into you

Ontem eu assisti com o Ike e a Gabi (esferas de amizade se misturando) “Ele não está tão a fim de você”, um filme que eu já tinha começado a baixar, porque achava que era uma comédia romântica boba que não valeria a pena ser vista no cinema… resolvi ver porque, enfim, a companhia era legal.

Puxa. O filme é tenso na primeira metade. Não que você não ria, você ri. De nervoso, de vergonha alheia, de vergonha própria, de constrangimento. A gente se identifica com as patetices, com as ilusões, até com o evil side dos personagens… e ri de constrangimento.

Um personagem diz para a patética mor: homens, quando querem ficar com você, fazem acontecer. Se ele não te ligou, é porque não quer te ver. Sim, há exceção. Mas você é a regra; você NÃO É a exceção.

Depois, o filme fica mais leve e quase desconfirma o que o personagem diz… a não ser pelo fato de que aquilo fica martelando o tempo todo na cabeça: esse filme é a exceção, não é a regra. E você NÃO É a exceção.

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Inspirada pela: saudade de ser a exceção.

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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