iG
iBest BrTurbo

Arquivo de novembro, 2007

25/11/2007 - 06:43

Coisas pequenas

Época de provas, sabem como é, o cérebro frita… junte isso com preparativos para a posse (semana que vem eu detalho melhor essa história) e minha bagunça pessoal e teremos como resultado a falta de capacidade de escrever um texto longo.
——-

A Milena está numa viagem linda, linda para o Norte do país. Vale a pena conferir: www.emobra.blogspot.com .
Deu uma vontade imensa de viajar, seja de mochilão ou qualquer outro jeito, seja pro Norte ou pra qualquer outro lugar. Só precisaria de mais um ano no ano que vem.
Com os posts dela pensei em como as viagens mudam a gente. Quero mudar.
——-

A Maybi outro dia comentou que a gente nunca conhece de verdade as pessoas. Estávamos (quer dizer, eu estava) falando do período difícil pelo qual passei no segundo semestre de 2005, e ela disse que à época nem soube que eu estava tão ruim assim.
Claro que o fato de eu ser bem fechada com relação a isso ajudou, mas acabei concordando com ela. Por mais que sejamos amigos dos nossos amigos, namorados de nossos namorados, filhos dos nossos pais, sempre haverá uma surpresa, um evento do qual não sabíamos, um sentimento desconhecido, um segredão.
Talvez seja isso que dê graça na história.
——-

“Alô, Lúcia? Cadê as provas, Lúcia?”
Essa foi a frase do prof° Rui Geraldo ao celular, uma hora depois do segundo horário em que a prova deveria ter sido aplicada.
Eu até já tinha anotado as questões, preenchido o cabeçalho, esquematizado as respostas. Mas a professora assistente começou a ser tão cretina que não deu pra ficar em sala.
Não vou entrar na discussão a respeito do sucateamento do ensino público e blá blá blá. Mas até eu, que sou beeeem complacente com os problemas da “melhor faculdade de Direito da América Latina”, me irritei.
Com o material humano que entra lá, podíamos ser muito melhores. Mas preferimos ser estagiários.
——-

Sexta fomos Micha, Judson e eu ao teatro. “Aldeotas”, no Tucarena (uma das qualidades da PUC), peça fantástica, teatro até então desconhecido por mim idem.
Lá estavam Wagner Moura e Antônio Fagundes, conversando. Além da tentação (explicitada pelo Judson, mas presente em todos) de chegar mais perto e gritar um “mas o senhor é mesmo um fanfarrão, hein senhor 06?”, que homem lindo.
Não sei se é o meu momento extremamente carente, mas o Caco Ciocler (o Elias na peça) também é lindo demais. Saí apaixonada.
Entretanto, desde sexta, só consigo pensar no Gero Camilo, com seu um metro e meio, gabiru típico. O cara, autor e ator da peça, é muito foda.
Tá vendo, eu não exijo muito: o futuro “nádio” só tem que ser foda igual ao Gero, bonito igual ao Caco, charmoso igual ao Wagner, e pegar bem. Ah, e por favor, ter uma agenda menos atribulada.

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
08/11/2007 - 03:22

Ele

Ele me chama pra um café naquele lugar prometido há tempos.
E paga.
Ele toma café todo dia.
E me convida, mesmo sabendo que eu não tomo.
Ele sugere o filme do Noel.
E come pizza com a minha mãe.
Ele comemora o aniversário com a gente.
E parece que o aniversário é meu.

Porque com ele todo dia é aniversário. Porque com ele é sempre uma surpresa, um conhecimento, uma descoberta. Porque com ele é sempre bom.

Ele tem se achado desinteressante.
E nem desconfia que é a pessoa mais interessante que eu conheço.

——
Inspirado por: Milena. E por ele mesmo, o Judson.
Escrevi ouvindo: Pato Fu.

Autor: pululante - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Voltar ao topo