Ei, PUC,
Engraçado. Acabei de ler o meu post sobre os Jogos Jurídicos de 2005 e, estranhamente, não me achei nova demais, como costuma acontecer quando leio textos antigos meus. Aliás, sinto a mesma coisa exatamente nesse minuto, sem alterar um tantinho assim da empolgação. (leiam em “arquivos antigos”, do mês de maio de 2005)
Os Jurídicos, que estão chegando novamente (no feriado de 1º de maio), têm esse efeito sobre mim: eu me torno uma torcedora. Isso acontece também nos jogos do Corinthians, mas é muito mais forte quando se trata da faculdade.
Talvez porque aqueles em quadra sejam conhecidos meus. Talvez porque aqueles na arquibancada sejam conhecidos meus. Talvez porque eu me sinta muito mais parte do todo.
Só sei que eu enlouqueço completamente, são quatro dias frenéticos em que eu como mal, durmo mal, passo calor, frio, fico sem voz, sinto dores… e sou extremamente feliz. Ah, também fico com AQUELE nó na garganta quando perdemos.
Isso tudo antes de eu fazer parte da bateria da faculdade, antes de conhecer todo mundo e ter companhia para torcer: em 2004, lá estava eu, às duas da madrugada, num incrível futsal no qual ganhamos de virada da PUC (chupaaaaa), sem fôlego, sem voz, sem força nas pernas, ao lado de absolutos desconhecidos (no entanto, FRANCISCANOS).
É isso. Não tem como explicar. Eu simplesmente sinto e na hora entendo todos os torcedores fanáticos do mundo. A São Francisco mora no meu coração.
Ouvindo (mentalmente):
“(…) em cada canto do Largo/ eu largo meu coração”